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	<title>Portal Cultura PE &#187; literatura</title>
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		<title>Com Som na Rural e slam, Espaço Pasárgada celebra 140 anos de Manuel Bandeira</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Desta sexta (24/4) até domingo (26/4), o Espaço Pasárgada continua a comemorar os 140 anos de nascimento do poeta Manuel Bandeira (1886-1968), desta vez com Slam das Minas, Som na Rural e outras iniciativas. São ações em que a presença do Recife na obra do poeta é celebrada em vivências que pensam a presença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123643" aria-labelledby="figcaption_attachment_123643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Felipe-Souto-Maior_Pasárgada_Fundarpe.Secult.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123643" alt="Espaço funciona em casa que foi da família de Manuel Bandeira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Felipe-Souto-Maior_Pasárgada_Fundarpe.Secult-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pasárgada funciona em casa que foi da família do poeta</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desta sexta (24/4) até domingo (26/4), o Espaço Pasárgada continua a comemorar os 140 anos de nascimento do poeta Manuel Bandeira (1886-1968), desta vez com Slam das Minas, Som na Rural e outras iniciativas. São ações em que a presença do Recife na obra do poeta é celebrada em vivências que pensam a presença da obra de Bandeira na capital pernambucana. Com o tema “Caminhar pela cidade como quem lê um poema”, a Semana Manuel Bandeira tem entrada gratuita.</p>
<p>Desta vez, para comportar o tamanho das atrações, a programação da Semana Manuel Bandeira é dividida entre dois lugares: o Espaço Pasárgada – que comemora 40 anos na mesma ocasião – e o pátio interno da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), órgão pelo qual Governo do Estado gerencia o Pasárgada. Os dois prédios funcionam nos dois lados da Rua da União, no centro do Recife, quase de frente um para o outro.</p>
<p>Iniciada no último dia 16, a Semana Manuel Bandeira já realizou ações de vivência urbana, com escambo e lançamento de livros, mesa-redonda com moradores da Boa Vista para troca de memórias sobre o bairro e ações de desenho urbano que exploram a arquitetura do Espaço Pasárgada. A mesma proposta é mantida para os dias 24, 25 e 26, mas com um perfil ainda mais festivo.</p>
<p>“A inspiração para o tema da Semana foi o poema ‘Evocação do Recife’. Quando Bandeira fala da infância, e as referências dele são essas tão presente – a da União, a da Saudade. Estamos no bairro da Boa Vista, importante para a cidade e onde estão bibliotecas significativas na cidade. A poesia dele convida a um outro olhar sobre a cidade e o trivial, e a Semana quer pautar isso para o público. A ideia é ativar o território como espaço cultural a partir da obra do poeta”, conta Juliana Albuquerque, da administração do Espaço Pasárgada.</p>
<p><strong>PASÁRGADA 40 ANOS –</strong> Em 19 de abril de 1986, dia do centenário de nascimento do poeta, a já conhecida Casa de Manuel Bandeira foi inaugurada com o nome de Espaço Pasárgada. O prédio, construído em 1825 e tombado em 1983 pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, passou a funcionar como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura com atividades como mapeamento de poetas e escritores pernambucanos vivos e mortos, recitais poéticos, lançamento de livros e uma gráfica, que publicou, durante a década de 1990, livros de autores pernambucanos, além de cartazes, informativos e cartilhas relacionadas à literatura.</p>
<p>“É um desafio colocar o Pasárgada como um espaço de referência para a cultura livresca, para a literatura. É um equipamento público voltado para a arte literária e que não é somente uma biblioteca, o que é incomum. O prédio já foi Secretaria de Cultura, já teve até um bar dentro. E há 40 anos é esse espaço literário que estamos trabalhando para firmar continuamente como referência para a população”, sintetiza Juliana Albuquerque.</p>
<p>Atualmente o Espaço Pasárgada se configura como um centro de vivência e produção literária. Realiza ações de fomento à literatura dentro da casa – aberta a pesquisas e eventos literários – e fora dela – por meio de intercâmbio e parcerias com outros grupos e espaços ligados à literatura e à cultura de modo geral. O Pasárgada possui uma sala de estudos literários com uma biblioteca de literatura pernambucana e um acervo que reúne a obra completa de Manuel Bandeira, além de biografia, estudos e vídeos sobre a vida e obra do poeta.</p>
<p><strong>MANUEL BANDEIRA –</strong> Nascido no Recife em 19 de abril de 1886, Manuel Bandeira mudou-se aos 10 anos de idade para o Rio de Janeiro, onde passou a maior parte da vida. Mas a cidade do Recife comparece em alguns de seus poemas mais famosos, motivo pelo qual sempre permaneceu associado à capital pernambucana. Estudiosos e leitores o tratam como o “São João Batista do Modernismo”, pois era mais velho do que os artistas que marcaram o Modernismo (Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e outros), mas que antecipou algumas das modificações de linguagem que marcariam a iniciativa modernista, como a presença do verso livre, da ironia e da poesia encontrada no cotidiano. Contraiu tuberculose ainda jovem, e essa experiência marcou sua trajetória e parte de seus poemas. Nunca se curou da doença, mas também dela não morreu: seu falecimento – ocorrido em 13 de outubro de 1968, aos 82 anos – foi ocasionado por uma hemorragia digestiva.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Semana Manuel Bandeira</strong><br />
Onde: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263) e Fundarpe (entrada pela Rua da União)<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO SEMANA MANUEL BANDEIRA</strong></p>
<p><strong>»24 de abril (sexta-feira)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263)</span></p>
<p>9h às 17h | <em>Escambo de livros</em></p>
<p><strong>» 25 de abril (sábado)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263)</span></p>
<p>13h às 17h | <em>Olha!Recife de Ônibus: Circuito Manuel Bandeira</em><br />
Edição especial do Projeto Olha!Recife, que faz um tour gratuito pelo centro da capital com moradores e turistas, é dedicada a Manuel Bandeira e visitará o Espaço Pasárgada. O Espaço também ficará aberto para visitação de pessoas não ligadas ao projeto.</p>
<p><strong>» 26 de abril (domingo)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Pátio da Fundarpe (entrada pela Rua da União)</span></p>
<p>13h às 18h | <em>Feira Literária e Criativa</em><br />
Parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sedepe), com participação de editoras, autores, coletivos e empreendedores.</p>
<p>13h às 18h | <em>Entre versos e memórias: o Recife de Manuel Bandeira</em><br />
Atividade literária com mediação de leitura, intervenções poéticas e participação do público.<br />
Responsável: ACESA – Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura.</p>
<p>13h às 18h | <em>Som na Rural: Vozes em Encontro</em><br />
Apresentação cultural com difusão sonora e intervenções poéticas, com Roger de Renor<br />
Durante a programação, o microfone será disponibilizado ao público, nos intervalos entre as execuções musicais, para intervenções poéticas espontâneas.</p>
<p>16h às 17h | <em>Slam das Minas</em><br />
Batalha de poesia falada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>» 26 de abril (domingo)</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263)</span></p>
<p>13h às 17h | <em>Escambo de livros</em></p>
<p>14h às 16h | <em>Galeria Reciclada</em><br />
Atividade formativa com reaproveitamento de materiais gráficos. Não há inscrição prévia para interessados, basta comparecer.<br />
Responsável: CEPE – Companhia Editora de Pernambuco.</p>
<p>15h | <em>Abertura de exposição: Galeria Reciclada CEPE</em><br />
Exposição das peças desenvolvidas anteriormente na oficina de itens reciclados dentro da CEPE. Não são expostas as artes desenvolvidas na oficina homônima que começa antes.</p>
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		<title>Espaço Pasárgada celebra 140 anos de Manuel Bandeira com programação sobre cidade, memória e literatura</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/EspaçoPasargada_Frente_Crédito.SillaCadengue.Fundarpe-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123558" alt="Silla Cadengue/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/EspaçoPasargada_Frente_Crédito.SillaCadengue.Fundarpe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Vou-me embora pra Pasárgada”, diz o conhecido verso do poeta pernambucano Manuel Bandeira, em que a cidade persa dá nome a um lugar de utopias e de realização de desejos. Neste mês, a Pasárgada de Bandeira não fica no Oriente, mas no número 263 da Rua da União: os 140 anos de nascimento do poeta serão celebrados junto com os 40 anos do Espaço Pasárgada, em uma programação que une literatura, memória e urbanidade. Com o tema “Caminhar pela cidade como quem lê um poema”, a Semana Manuel Bandeira ocorre de 16 a 26 de abril, com entrada gratuita.</p>
<p>O Espaço Pasárgada, gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), foi a casa em que o poeta passou a infância e recebe feira de livros, lançamento de obras e ações de memória com moradores do bairro. A programação começa no dia 16, segue contínua até o dia 18 e será retomada na semana seguinte.</p>
<p>“A inspiração para o tema da Semana foi o poema ‘Evocação do Recife’. Quando Bandeira fala da infância, e as referências dele são essas tão presente – a da União, a da Saudade. Estamos no bairro da Boa Vista, importante para a cidade e onde estão bibliotecas significativas na cidade. A poesia dele convida a um outro olhar sobre a cidade e o trivial, e a Semana quer pautar isso para o público. A ideia é ativar o território como espaço cultural a partir da obra do poeta”, conta Juliana Albuquerque, da administração do Espaço Pasárgada.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/EspaçoPasargada_Evento_Crédito.Divulgação.Fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123561" alt="Acervo Fundarpe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/EspaçoPasargada_Evento_Crédito.Divulgação.Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>PASÁRGADA 40 ANOS –</strong> Em 19 de abril de 1986, dia do centenário de nascimento do poeta, a já conhecida Casa de Manuel Bandeira foi inaugurada com o nome de Espaço Pasárgada. O prédio, construído em 1825 e tombado em 1983 pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, passou a funcionar como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura com atividades como mapeamento de poetas e escritores pernambucanos vivos e mortos, recitais poéticos, lançamento de livros e uma gráfica, que publicou, durante a década de 1990, livros de autores pernambucanos, além de cartazes, informativos e cartilhas relacionadas à literatura.</p>
<p>“É um desafio colocar o Pasárgada como um espaço de referência para a cultura livresca, para a literatura. É um equipamento público voltado para a arte literária e que não é somente uma biblioteca, o que é incomum. O prédio já foi Secretaria de Cultura, já teve até um bar dentro. E há 40 anos é esse espaço literário que estamos trabalhando para firmar continuamente como referência para a população”, sintetiza Juliana Albuquerque.</p>
<p>Atualmente o Espaço Pasárgada se configura como um centro de vivência e produção literária. Realiza ações de fomento à literatura dentro da casa – aberta a pesquisas e eventos literários – e fora dela – por meio de intercâmbio e parcerias com outros grupos e espaços ligados à literatura e à cultura de modo geral. O Pasárgada possui uma sala de estudos literários com uma biblioteca de literatura pernambucana e um acervo que reúne a obra completa de Manuel Bandeira, além de biografia, estudos e vídeos sobre a vida e obra do poeta.</p>
<p><strong>MANUEL BANDEIRA</strong> – Nascido no Recife em 19 de abril de 1886, Manuel Bandeira mudou-se aos 10 anos de idade para o Rio de Janeiro, onde passou a maior parte da vida. Mas a cidade do Recife comparece em alguns de seus poemas mais famosos, motivo pelo qual sempre permaneceu associado à capital pernambucana. Estudiosos e leitores o tratam como o “São João Batista do Modernismo”, pois era mais velho do que os artistas que marcaram o Modernismo (Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e outros), mas que antecipou algumas das modificações de linguagem que marcariam a iniciativa modernista, como a presença do verso livre, da ironia e da poesia encontrada no cotidiano. Contraiu tuberculose ainda jovem, e essa experiência marcou sua trajetória e parte de seus poemas. Nunca se curou da doença, mas também dela não morreu: seu falecimento – ocorrido em 13 de outubro de 1968, aos 82 anos – foi ocasionado por uma hemorragia digestiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Semana Manuel Bandeira<br />
Onde: Espaço Pasárgada | Rua da União, 263<br />
Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PROGRAMAÇÃO SEMANA MANUEL BANDEIRA</strong><br />
<em><strong>Local: Espaço Pasárgada </strong></em></p>
<p><strong>»16 de abril (quinta-feira)</strong></p>
<p><strong>9h</strong> | Lançamento do livro: <em>O modernismo &#8220;regionalprovinciano-tradicionalista&#8221; de Gilberto Freyre e Manuel Bandeira</em>, de André Cervinskis<br />
Bate-papo do autor com estudantes.<br />
<strong>»17 de abril (sexta-feira)</strong></p>
<p><strong>9h às 17h </strong>| Escambo de livros no Espaço Pasárgada<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>14h </strong>| Encontro com Urban Sketchers<br />
Atividade de desenho urbano no bairro da Boa Vista, com produção de registros gráficos do Espaço Pasárgada e da Rua da União.<br />
Locais: Rua da União (em frente ao Espaço Pasárgada), casa do poeta, salões.<br />
<strong>»18 de abril (sábado)</strong></p>
<p><strong>14h30 | Recifes que já não existem mais</strong><br />
Roda de conversa mediada pelo historiador Jesus Anderson (Fundarpe)<br />
Escuta e ao registro de memórias urbanas relacionadas à cidade do Recife, com foco no bairro da Boa Vista. Inspirada na obra de Manuel Bandeira, a ação reúne moradores, pesquisadores, artistas e demais participantes para compartilhamento de experiências, relatos e referências sobre transformações do território, contribuindo para a construção de memória coletiva.</p>
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		<title>Agrinez Melo lança livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123501" alt="Foto: Talles Ribeiro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p dir="ltr">A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr">Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p dir="ltr">“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p dir="ltr">A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p dir="ltr">“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p dir="ltr">“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a  necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p dir="ltr">Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior  da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p dir="ltr">As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p dir="ltr">Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8221;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p dir="ltr">“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre<br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Autora: Agrinez Melo</p>
<p dir="ltr">Capa: Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Ilustrações: Douglas Duan</p>
<p dir="ltr">Diagramação: Luiza Saad</p>
<p dir="ltr">Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek</p>
<p dir="ltr">Fotografia da capa: Pht.all</p>
<p dir="ltr">Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa</p>
<p dir="ltr">Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho</p>
<p dir="ltr">Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena</p>
<p dir="ltr">Realização: DoceAgri</p>
<p dir="ltr">Assessoria de imprensa: Daniel Lima</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Cepe Editora lança em Vitória de Santo Antão novo de livro de Rafael Setestrelo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 1º de outubro de 1940, um eclipse total do sol, um dos fenômenos astronômicos marcantes da primeira metade do século 20, foi visto no Nordeste e, particularmente, em Pernambuco, Paraíba e Ceará. No Sertão e Zona da Mata do Estado, a escuridão repentina foi recebida com um misto de pavor e misticismo, selando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 1º de outubro de 1940, um eclipse total do sol, um dos fenômenos astronômicos marcantes da primeira metade do século 20, foi visto no Nordeste e, particularmente, em Pernambuco, Paraíba e Ceará. No Sertão e Zona da Mata do Estado, a escuridão repentina foi recebida com um misto de pavor e misticismo, selando para muitos a chegada do juízo final. É desse fato histórico, e das memórias familiares geradas por ele, que o autor Rafael Setestrelo (pseudônimo de Rafael Augusto Costa Oliveira) constrói a narrativa do ficcional A Estrada dos Homens Doidos, livro que a Cepe Editora lança nesta sexta-feira, 20 de março, a partir das 19h30, no Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão. No evento que apresentará a obra, Rafael conversa com o professor, escritor e crítico literário Marcos de Andrade Filho.</p>
<p>Com 15 livros publicados e autor de uma farta produção literária, entre cordéis, poemas, peças e romances, Rafael Setestrelo se destaca na nova geração de escritores pernambucanos que transita com genialidade pelo realismo mágico, construindo narrativas em que a realidade sertaneja, em todo o seu aspecto cultural e social, coexiste com o fantástico e o imaginário popular.</p>
<p>A Estrada dos Homens Doidos, ao lado de outras obras como Dom Pirrito (Editora Arrelique, 2023) e A Fabulação de Luzia (Editora Folheando, 2025), integram um momento de criação definido por Rafael como Ciclo dos Estranhos. “O que há nessa ideia é justamente a presença crucial da oralidade dos personagens prevalecendo sobre a narrativa, assim também como abordagem a temas mais psicológicos e até históricos da Zona da Mata pernambucana”, indica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Rafael-Setestrelo-crédito-Lays-Freitas-foto-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123354" alt="Foto: Lays Freitas/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Rafael-Setestrelo-crédito-Lays-Freitas-foto-3-272x486.jpeg" width="272" height="486" /></a></p>
<p>Entre tantos que protagonizaram o “eclipse do fim do mundo”, nos idos dos anos 1940, estavam Urbano de Souza Costa, o Pirrito (avô do autor), seu irmão José e um amigo, que saíram de madrugada de Glória de Goitá rumo a Limoeiro (uma caminhada com mais de vinte quilômetros), para negociar na feira local. Se viram diante da experiência mais extraordinária de suas vidas ao presenciarem o eclipse solar, nas proximidades da Serra da Passira. Esse fato foi considerado pelo avô do autor como algo sobrenatural. Ouvido durante toda a infância, alimentou a imaginação e a fabulação de Rafael, que o transportou para as 60 páginas do livro estabelecendo uma ruptura com a realidade. “O eclipse como um divisor de águas da história, algo que pudesse mexer com os personagens, revelando o que estava escondido”, sinaliza.</p>
<p>O romance apresenta a jornada de três irmãos &#8211; Rubem, José e Judá &#8211; que se reencontram depois de crescidos e caminham rumo à cidade de Limoeiro para participar de um velório. Atravessam a estrada mística e de mal-assombros, testemunhando o eclipse e trazendo à tona memórias de um passado marcado por culpas, ressentimentos, traições, um pai rude e violento (Israel), que estabeleceu diferenças na criação, e uma mãe (Lia) oprimida e silenciada. “Acho que A Estrada dos Homens Doidos é um romance bem humano, sem muitas máscaras. Os personagens são impulsivos e engenhosos em seus planos, e também trazem as marcas da forma como foram educados. Acho que todo mundo carrega cicatrizes da criação/educação”, avalia o autor.</p>
<p>Estruturada em dez capítulos e com forte conexão com a oralidade, a obra costura presente e passado, em que narrações e diálogos muitas vezes são construídos no mesmo parágrafo e sem distinção entre os interlocutores &#8211; o que destaca a capacidade do autor em subverter normas literárias tradicionais.</p>
<p>“Sua estrutura, alternando presente e passado entre capítulos e letras, revela um arrojo narrativo muito interessante do ponto de vista formal. As partes nomeadas por letras, por exemplo, em sua maioria são narradas pelo caçula José, mas ao final ganham outros narradores, numa mudança que enriquece a trama e que exige do leitor uma atenção digna dos trabalhos literários tecidos por quem conhece o ofício do ato de escrever”, indica o escritor e membro do Conselho Editorial da Cepe, Roberto Azoubel.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> &#8211; Escritor, cordelista, ator e rabequeiro, Rafael Setestrelo nasceu em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata Sul, em 24 de novembro de 1981. Filho e neto de agricultores, é professor de Língua Portuguesa no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) Campus Vitória de Santo Antão desde 2005. Na instituição, desenvolve, junto aos alunos, o projeto LiterAtos, que estabelece o diálogo entre a literatura e manifestações culturais, sobretudo, da Zona da Mata, como o mamulengo, o maracatu e o cavalo-marinho. Venceu o 7° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura (Grande Prêmio e Melhor Obra da Zona da Mata), em 2020, com o poemário Dylan Pajeú (Cepe, 2022), o Prêmio Mar que Arrebenta, em 2023, com Dom Pirrito, entre outros.</p>
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		<title>Livro infantil resgata memória de travessia centenária no Rio Capibaribe</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:46:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123338" alt="WhatsApp Image 2026-03-20 at 08.15.38" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Integrante do Coletivo Jardim Secreto desde 2017, a autora encontrou inspiração ao conviver com Antônio José da Cunha, conhecido como Pai. Barqueiro que herdou do pai e do avô um ofício centenário, ele conduz até hoje, com sua família, a travessia de barco no Rio Capibaribe, entre os bairros do Poço da Panela e da Iputinga, mantendo vivos saberes que atravessam gerações e resistem ao tempo, mesmo diante das transformações urbanas que afastaram a cidade de suas águas.</p>
<p>O lançamento acontece no Dia Mundial da Água e propõe um encontro entre arte, memória e cidade às margens do Rio Capibaribe. A programação contará com roda de conversa com a autora e com o barqueiro Pai, sessão de autógrafos e a exibição do curta Entre Margens, documentário inspirado na mesma travessia que deu origem ao livro. Dirigido pelos estudantes Arthur Cardoso, Francisco Pestana, Lis Bettini e Raquel Velasco, o filme acompanha o cotidiano de Pai e registra o percurso entre as duas margens, revelando a dimensão humana e histórica de uma travessia que segue presente na vida da cidade.</p>
<p>Com narrativa poética e ilustrações em aquarela feitas pela própria autora, o livro “Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia” convida crianças e adultos a olhar novamente para os rios, não apenas como paisagem urbana, mas como territórios vivos da memória recifense.  O título brinca com a corda que Pai usa para atravessar passageiros em seu barco azul, funcionando como um fio que conecta passado e presente. O livro também conta com audiodescrição, acessível por meio de um QR code, ampliando o acesso à obra.</p>
<p>“Essa história nasceu de conversas à beira do rio, de idas e vindas sobre a travessia. Foi assim que conheci Pai, barqueiro de ofício herdado do pai e do avô, como quem herda não apenas um trabalho, mas também respeito e cuidado com a natureza. Esse ofício foi um dos mais importantes da cidade. Conectava bairros, comércios e territórios. Criava pontes antes que elas existissem. Abria, em silêncio, rotas de fuga para quem buscava liberdade. Os canoeiros, junto com Pai, ajudaram a erguer a cidade”, explica a autora.</p>
<p>Publicitária de formação, Catharina Rosendo trabalhou por mais de duas décadas como diretora de arte em agências do Recife, desenvolvendo projetos gráficos editoriais, estudos iconográficos e ilustrações. Artista visual e ilustradora por vocação, combina técnicas como aquarela, acrílica, colagem e grafite. Atualmente, a artista se dedica ao estudo do livro-álbum, formato que une narrativa e imagem. “Acredito que o livro é a primeira galeria de arte da criança e, através dele, podemos transformar o olhar e romper estereótipos. Podemos pertencer.”, conclui.</p>
<p>O livro foi editado pela Editora Pó de Estrelas, e o projeto foi contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco realiza solenidade de doação de kits literários na Biblioteca Pública do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:32:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123321" aria-labelledby="figcaption_attachment_123321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123321" alt="Fotos: Simon Filmes/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7357.JPG-607x367.jpeg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Simon Filmes/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realiza na próxima terça-feira (17), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado, no Recife, a ‘Solenidade de Doação de Kits Literários’, com a presença da vice-governadora Priscila Krause. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, serão destinados 140 kits literários, compostos por obras vencedoras do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura – responsável por reconhecer talentos de todas as regiões do Estado –, títulos contemplados pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e publicados pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), editora vinculada à Secretaria da Casa Civil.</p>
<p dir="ltr">“Essa ação ajuda a fazer a literatura pernambucana circular mais e reforça o compromisso da gestão da governadora Raquel Lyra com a democratização do acesso ao livro, a valorização da nossa produção literária e a sua diversidade, além do fortalecimento das bibliotecas públicas como espaços de conhecimento, cultura e cidadania”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<div id="attachment_123323" aria-labelledby="figcaption_attachment_123323" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG.jpeg"><img class="size-medium wp-image-123323" alt="A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_7358.JPG-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à produção literária pernambucana, democratizar a circulação de títulos publicados no estado, valorizar autores locais e fortalecer as bibliotecas públicas como espaços estratégicos de formação cultural e cidadã.</p></div>
<p dir="ltr">Em consonância com o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), a solenidade ainda integra um conjunto de ações estruturantes do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLB), instituído pela Lei nº 16.991/2020 – Lei Suzana Timóteo, que estabelece diretrizes para a promoção do acesso ao livro, o estímulo às práticas leitoras e o fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas no estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Solenidade de Doação de Kits Literários</strong></p>
<p dir="ltr">Data: 17 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Horário: 16h</p>
<p dir="ltr">Local: Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco I R. João Líra, s/n &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE</p>
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		<title>Edital de Multilinguagens da Política Nacional Aldir Blanc cresce 44,5% no número de adesão ao Ciclo II e amplia acesso à cultura em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:00:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122688" alt="Edital de Multilinguagens" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Edital-de-Multilinguagens-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Edital de Multilinguagens, do Ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), registrou aumento de adesão em Pernambuco. Ao todo, foram 3.255 inscrições válidas, um crescimento de 44,5% em comparação ao primeiro ciclo, que registrou 2.252 propostas. Com incentivo do Governo Federal, o resultado traduz o compromisso do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em ampliar o acesso às políticas culturais e fortalecer a diversidade de expressões artísticas em todo o estado.</p>
<p style="text-align: left;">Com investimento total de R$ 19,5 milhões, a iniciativa visa apoiar projetos individuais e coletivos que movimentem cadeias produtivas, impulsionem economias locais e ampliem o acesso da população às artes, da tradição à contemporaneidade. Em Pernambuco, o aumento no quantitativo de propostas demonstra a confiança do setor cultural nas políticas públicas e na capacidade do edital de alcançar diferentes territórios, linguagens e públicos.</p>
<p>“O crescimento na adesão ao Multilinguagens mostra que a política cultural está chegando onde precisa chegar. São mais artistas, produtores e coletivos confiando nos nossos editais, participando, acessando e movimentando a cultura nos seus territórios. Isso é resultado da gestão Raquel Lyra, que aposta na democratização, na escuta e no retorno concreto para quem faz cultura no dia a dia. A Política Nacional Aldir Blanc, em Pernambuco, tem ampliado alcance, fortalecido redes e reafirmado a cultura como direito, trabalho e desenvolvimento para o nosso estado”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p>As propostas inscritas contemplam uma ampla diversidade de segmentos artístico-culturais, como Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Moda, Música, Ópera, Patrimônio e Teatro, reafirmando o caráter plural do edital.</p>
<p>Com esse avanço, a Secult-PE consolida uma política de fomento orientada pela inclusão, pela descentralização e pelo reconhecimento da cultura como direito e vetor de desenvolvimento para Pernambuco. Mais informações sobre o Edital de Multilinguagens estão disponíveis no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a> e no <a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2819#info">Mapa Cultural de Pernambuco</a>.</p>
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		<title>Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 13:59:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras A professora da rede pública de ensino de Olinda, Fabiana Maria, lançará, neste sábado (29),  às 15h, no Centro Cultural Grupo Bongar, no Xambá, o livro infantil Tóin-tóin, que utiliza a história de uma menina negra para discutir identidade e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121376" aria-labelledby="figcaption_attachment_121376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-121376" alt="Fotos: Salatiel Cícero/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Erlandia Nascimento/Divulgação</p></div>
<p>Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras A professora da rede pública de ensino de Olinda, Fabiana Maria, lançará, neste sábado (29),  às 15h, no Centro Cultural Grupo Bongar, no Xambá, o livro infantil Tóin-tóin, que utiliza a história de uma menina negra para discutir identidade e representatividade na infância. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto contará com distribuição gratuita de 3 mil exemplares para escolas públicas, bibliotecas comunitárias e projetos sociais da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Sertão do São Francisco. O lançamento marca o encerramento das atividades do Mês da Consciência Negra.</p>
<p>Na narrativa, Tóin-tóin percebe que as bonecas usadas nas brincadeiras de sua aldeia não têm seus traços — nem no tom de pele, nem na textura dos cabelos. A partir desse estranhamento, um personagem inicia uma jornada de autoconhecimento ligada à história familiar, à oralidade e à memória coletiva da comunidade. O livro é voltado para crianças de 8 a 10 anos e poderá ser utilizado em projetos pedagógicos que tratem de diversidade e construção de identidade.</p>
<p>Com 44 páginas e formato 18 x 24 cm, a publicação conta com obras da artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, residente em Olinda há mais de 20 anos. Premiada na Cow Parade Recife (2017) e na mostra internacional Art Freedom (Paris, 2019), Sil utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados, tendo como foco a representação da estética afro-brasileira, especialmente no cabelo crespo enquanto forma e volume.</p>
<div id="attachment_121377" aria-labelledby="figcaption_attachment_121377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-121377" alt="A publicação conta com obras da artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, residente em Olinda há mais de 20 anos. Premiada na Cow Parade Recife (2017) e na mostra internacional Art Freedom (Paris, 2019), Sil utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação conta com obras da premiada artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, que utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados, tendo como foco a representação da estética afro-brasileira, especialmente no cabelo crespo enquanto forma e volume.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra ainda terá audiolivro gratuito, ampliando o acesso para diferentes perfis de leitores. Além da edição impressa, haverá audiolivro gratuito e o evento contará com intérprete de Libras.</p>
<p><strong>Sobre a autora </strong></p>
<p>Fabiana Maria é pedagoga formada pela Universidade de Pernambuco (UPE), com especialização em Educação das Relações Étnico-Raciais (IFMG). É cofundadora do Cineclube Bamako (2012), primeiro cineclube pernambucano dedicado à exibição de filmes africanos e da diáspora negra. Fabiana também realizou os documentários Cabelos de Redemoinhos (2018), Joab Jó Malungo Jundiá – Mestre de Capoeira Angola (2022) e  Do Mukumbuko ao Mikoko (2025), além de autora do livro infantil Cabelos de Redemoinhos  (2022).</p>
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		<title>Governo de Pernambuco realiza cerimônia de lançamento das obras vencedoras do 9° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 01:55:29 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121047" aria-labelledby="figcaption_attachment_121047" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121047" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a cerimônia, a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a relevância do prêmio como instrumento de estímulo à criação literária e à democratização do acesso à cultura</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), realizou na noite desta quarta-feira (30), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a cerimônia de lançamento das obras vencedoras do 9° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. A iniciativa, consolidada como uma das principais ações de fomento à literatura no Estado, reafirma o compromisso do poder público com a valorização dos escritores pernambucanos e com a difusão da produção literária regional.</p>
<p>As obras selecionadas nesta edição representam a diversidade criativa das macrorregiões do Estado. São elas: “Beberibe – e a arte de ocupar terrenos baldios”, de Filipe Gondim (Região Metropolitana do Recife); “Claiô”, de Mário Rodrigues (Agreste); e “Os meninos da Rua da Linha”, de Djaelton Quirino (Sertão). Cada livro foi publicado pela Cepe Editora, com tiragem de 600 exemplares, e estiveram disponíveis para compra durante a cerimônia, que contou com sessão de autógrafos dos autores premiados.</p>
<p>Criado para fortalecer a produção literária contemporânea em Pernambuco, o Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura busca reconhecer, valorizar e difundir o trabalho de escritores do Estado, contemplando obras inéditas nos gêneros poesia, contos ou romance, escritas em língua portuguesa. O edital do 9° Prêmio concedeu R$ 18 mil para cada uma das três obras vencedoras, sendo uma delas agraciada com o Grande Prêmio Hermilo Borba Filho (“Beberibe – e a arte de ocupar terrenos baldios”, de Filipe Gondim), que recebeu um valor adicional de R$ 18 mil, totalizando R$ 36 mil.</p>
<div id="attachment_121048" aria-labelledby="figcaption_attachment_121048" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121048" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As obras selecionadas nesta edição representam a diversidade criativa das macrorregiões do Estado</p></div>
<p>Durante a cerimônia, a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a relevância do prêmio como instrumento de estímulo à criação literária e à democratização do acesso à cultura. “Cada edição do Prêmio Hermilo Borba Filho reforça o quanto a literatura pernambucana é pulsante, diversa e representativa. Esta é uma política pública que ultrapassa a publicação de livros, ela fortalece trajetórias, promove a regionalização da produção e faz ecoar as vozes dos nossos autores em todo o Estado e também nacionalmente. É uma alegria celebrar, junto com a Cepe e com o público leitor, mais uma geração de escritores que nos inspira e engrandece a cultura de Pernambuco”, afirmou Cacau de Paula.</p>
<p>A seleção das obras vencedoras foi realizada em duas etapas: uma Comissão de Julgamento Geral, formada por especialistas da área literária, com representantes do Conselho Estadual de Política Cultural e da Cepe Editora, foi responsável pela análise inicial; e uma Comissão Final, composta por membros do Conselho Editorial da Cepe, escolheu as obras contempladas.</p>
<p><strong>Sobre o prêmio</strong> &#8211; O Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura foi criado em 2013, retomando a tradição dos concursos literários estaduais e ampliando o acesso de escritores de todas as regiões a políticas de incentivo editorial. Desde então, tornou-se referência no cenário literário pernambucano, contribuindo para revelar novos talentos e consolidar a literatura do Estado como uma das mais expressivas do país.</p>
<div id="attachment_121049" aria-labelledby="figcaption_attachment_121049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121049" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-30-at-21.46.01-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cada livro foi publicado pela Cepe Editora, com tiragem de 600 exemplares</p></div>
<p><strong>Os vencedores e suas obras:</strong></p>
<p><strong>“Beberibe – e a arte de ocupar terrenos baldios”, de Filipe Gondim (Região Metropolitana do Recife) – Gênero: poesia.</strong></p>
<p>Filipe Gondim, artista multimeios e pai de João e Maria. É pernambucano de Recife e teve seus primeiros contatos com a produção artística, escritas urbanas, no bairro de Beberibe, periferia do Recife (PE). Anos mais tarde, começou a fazer experimentações com fotografia, literatura e lambe-lambe. Desde então, transita com o seu trabalho nestas linguagens. Compõe alguns coletivos artísticos como o Coletivo Encruzilhada e Saída de Emergência. Foi um dos idealizadores do Festival Mural (Movimento Urbano de Resistência e Arte do Lambe). Graduado do curso Letras &#8211; Português/Espanhol (UFRPE), desenvolveu como bolsista do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) &#8211; Letras 2018/2019, projeto de fruição em literatura com estudantes do ensino médio da Escola Estadual Francisco de Paula (Camaragibe). Publica textos literários e ensaios críticos em revistas e publicações especializadas sobre arte. Beberibe e a Arte de Ocupa Terrenos Baldios é seu primeiro livro publicado. “O livro trata do bairro que eu nasci e me criei, das vivências que eu tive com o território e com as pessoas que eu convivi e que me formaram. É um pouco da história do meu lugar. A nossa aldeia é o nosso mundo”, expressou Filipe Gondim.</p>
<p><strong>“Claiô”, de Mário Rodrigues (Agreste) – Gênero: romance.</strong></p>
<p>Mário Rodrigues nasceu em Garanhuns-PE, em 1977. É contista e romancista. Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura e finalista do Prêmio Jabuti, escreveu A cobrança (Record), Receita para se fazer um monstro (Record), O motorista de Médici (OIA), entre outras obras. “É uma grande alegria, um orgulho ser reconhecido por essa premiação que é uma das mais importantes no universo literário do Estado. O prêmio coloca o livro na praça e essa edição da Cepe ficou belíssima. Eu estou orgulhoso de carregar essa bandeira e participar dessa história da literatura pernambucana”, declarou Mário Rodrigues.</p>
<p><strong>“Os meninos da Rua da Linha”, de Djaelton Quirino (Sertão) &#8211; Gênero: romance.</strong></p>
<p>Djaelton Quirino é sertanejo, palhaço, ator, diretor, dramaturgo, roteirista e escritor. Pesquisador nas áreas de teatro, circo, literatura e audiovisual e suas intersecções. Cofundador do Teatro de Retalhos (março de 2008), coletivo de artes da cidade de Arcoverde, em Pernambuco. Segue e persegue a infância nos caminhos por onde vai, está em plena vivência de sua segunda infância mirando o exemplo do menino Manoel de Barros. “Eu sou ator, palhaço de Arcoverde, e esse lugar ainda é muito novo para mim, o de escritor. Então é um orgulho imenso fazer parte disso e ser reconhecido pela premiação”, enfatizou Djaelton Quirino.</p>
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		<title>Livro da Cepe mostra o múltiplo talento do artista plástico Petronio Cunha</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 12:57:13 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_120968" aria-labelledby="figcaption_attachment_120968" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-09.55.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120968" alt="Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-09.55.38-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Petronio Cunha</p></div>
<p>Ao analisar as artes e os ofícios de Petronio Cunha, 84 anos, o arquiteto e pintor Luciano Pinheiro afirma que a obra deste artista gráfico e plástico “tem na diversidade a sua magia”. Petronio é múltiplo ao se tratar das técnicas utilizadas e do processo criativo. De ferramentas nas mãos, do estilete ao pincel, este paraibano de Campina Grande, filho adotivo e radicado em Olinda há 27 anos, dá forma a recortes em papel, gravuras, escrituras, desenhos, cartazes e azulejos. A síntese da sua capacidade inventiva está no livro Recorte gráfico – Petronio Cunha, a ser lançado pela Cepe Editora no dia 31 de outubro (sexta-feira), no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. O título tem a coordenação editorial de Júlio Cavani, a curadoria de Antônio Paes e a idealização e diagramação de Germana Freire. No lançamento, haverá a exposição Gráfica pernambucana &#8211; Um episódio, com 16 telas de Petronio.</p>
<p>“É só por meio de uma visão panorâmica como a oferecida por Recorte gráfico que é possível entender melhor a importância dessa figura indispensável para a arte brasileira e nordestina”, afirma o editor da Cepe, Diogo Guedes. A obra de 300 páginas reúne mais de 400 imagens e sete textos. A maioria das imagens reproduz peças do artista e, segundo o editor, “dimensiona o seu trabalho na arte e no design e apresenta o esmero e a complexidade dos seus traços, escrituras, gravuras, recortes, azulejos e cartazes”. Entre os textos estão artigos sobre a sua produção gráfica do artista e a sua história na arte da azulejaria.</p>
<p>No artigo que assina, a pesquisadora e professora do Departamento de Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Isabella Ribeiro Aragão defende que Petronio, além de arquiteto e artista gráfico, merece ser lembrado como letrista e designer gráfico. “Seu trabalho tem um valor primordial para a área tipográfica pelos processos manuais que geraram diversas formas de letras”, diz. Ela define Petronio como um letrista muito habilidoso, característica proveniente “da experimentação de diferentes meios para formalizar uma gama de conteúdos e, em especial, a criação de desenhos de letras”. Apesar disso, Isabella argumenta que o artista não deve ser definido como tipógrafo.</p>
<p>A faceta do artista na arte dos azulejos é analisada por Luiz Amorim, arquiteto e urbanista, no texto Alumbrar, verbo transitivo mais-que-direto. Para este, a produção de Petronio em tal campo é tão expressiva e investigativa quanto o que caracteriza o conjunto da sua obra, embora se distingua das demais produções artísticas por sua condição de arte urbana e plena associação com a arquitetura e a cidade. “Ela se faz interior e exterior, arquitetônica e urbana; imbricada a superfícies e volumes de bordas definidas, mas também de bordas livres ou em fragmentos”, detalha. Amorim assegura que o azulejar de Petronio é diverso em dimensão, geometria, suporte, tipo e expressão artística, e, acima de tudo, fonte de alumbramento. Exemplo disso são os azulejos da Catedral Anglicana do Bom Samaritano, em Boa Viagem, no Recife.</p>
<p>Criações de Petronio Cunha ganharam ruas e galerias de arte, contudo o historiador e arqueólogo Plínio Victor mostra ser o ateliê do artista o lugar de guarda de tesouros, uma caverna. Este lugar de Olinda, na concepção de Plínio, seria a Caverna do Varadouro, comparando-a a furnas arqueológicas famosas, como as do Seridó (RN) e de Chouvet (França). “Por toda parte nas paredes da caverna há muitos recados de festas da cidade, pois essa caverna tem a agitação agoniada, neurastênica, de um tempo e de uma aldeia diferente das outras, mas, e ainda assim, é uma caverna como as outras”, descreve. E por que iguais? O historiador alega que a Caverna do Varadouro, tal qual as cavernas potiguar e francesa, foi grafada, riscada, pintada para além do seu lugar físico.</p>
<p>Júlio Cavani conta que a proposta do livro surgiu de uma parceria entre a Cepe e o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco ((MAC-PE), localizado em Olinda. &#8220;Petronio foi o artista que criou a marca do MAC, mas ainda não havia sido produzida uma publicação que transmitisse a grandiosidade de sua obra&#8221;, afirmou, enfatizando que o artista e designer tem importância local e nacional. Ainda, segundo Cavani, o trabalho de Petronio é ainda importante para a identidade cultural de Olinda enquanto cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, título declarado pela Unesco, em 1982.<br />
<strong>Sobre o artista</strong><br />
Nascido em Campina Grande (PB), em 1941, Petronio dos Santos Cunha estudou Arquitetura na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de 1964 a 1968. Após o término do curso, em 1969, mudou-se para Brasília (DF) com o objetivo de se aprofundar na Comunicação Visual e depois, ainda no mesmo ano, para São Paulo (SP), onde se dedicou à área gráfica. Foi em São Paulo que começou a desenhar artisticamente. O passo seguinte foi Paris (França), cidade em que residiu de 1971 a 1973, quando retornou a São Paulo e descobriu a arte do recorte em papel, que se assemelha à técnica da xilogravura. Petronio mora desde 1978 em Olinda, para a qual criou, ao trabalhar na prefeitura, a identidade visual de cidade patrimônio e que ainda é referência. Ao longo da carreira, o artista participou de várias exposições coletivas e realizou exposições individuais, sendo a última destas em 2019, em Olinda. Em 1996, ganhou o CorelDraw International Design Contest, concurso promovido pela empresa canadense de softwares.</p>
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