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	<title>Portal Cultura PE &#187; literatura; intervenção urbana; Julya Vasconcelos</title>
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		<title>Intervenção literária revela memórias e afetos de moradores</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 19:56:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>São balões vermelhos espalhados em pontos estratégicos das principais ações do Festival de Inverno de Garanhuns, como a Praça da Palavra e o Parque Euclides Dourado. Mas o que trazem esses balões? “<em>São memórias dos moradores de Garanhuns que coletei e dei um tratamento literário</em>”, revelou Julya Vasconcelos, que desde a última quinta-feira (23) desenvolve o projeto ‘Cápsulas Sentimentais’ no FIG. Dentro das cápsulas estão pequenos papéis com relatos de moradores da cidade que serão conhecidos pelos participantes espontâneos da intervenção poética.</p>
<div id="attachment_28137" aria-labelledby="figcaption_attachment_28137" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas (Secult-PE)</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19977170412_d83aab9073_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28137" alt="Leo Caldas (Secult-PE)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19977170412_d83aab9073_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Julya Vasconcelos durante intervenção &#8216;Cápsulas Sentimentais&#8217;</p></div>
<p>Aprovado através da convocatória de literatura para o festival, o projeto ‘Cápsulas Sentimentais’ atrai a atenção dos transeuntes de Garanhuns. “<em>Ao ver o balão na praça fiquei atraída para saber do que se tratava</em>”, contou Ana Paula, que conheceu as memórias do senhor Osílio presente no interior da cápsula. Karla Rafaella, de Campina Grande (PB), também foi atraída pela cor do balão. “<em>Estava passando e ele me chamou a atenção, achei interessante conhecer uma lembrança do senhor Oscar</em>”, revelou a jovem que compartilhou a história com seus tios.</p>
<div id="attachment_28138" aria-labelledby="figcaption_attachment_28138" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas (Secult-PE)</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19958643056_ecd3720470_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28138" alt="Leo Caldas (Secult-PE)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19958643056_ecd3720470_z-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Paula no instante em que pega seu balão na Praça da Palavra</p></div>
<div id="attachment_28139" aria-labelledby="figcaption_attachment_28139" class="wp-caption img-width-607 alignleft" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19353961083_5eb05e640b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28139   " alt="Jorge Farias (Secul-PE)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19353961083_5eb05e640b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Karla Rafaella e seu tio, Tarciso Moreira, rompem a cápsula sentimental para descobrir a memória presente em seu interior</p></div>
<p>“<em>Pensei esse projeto para cá, nunca fiz uma intervenção urbana</em>”, falou a escritora que embora tenha uma relação antiga com a literatura, teve agora no FIG sua estreia em experimentos artístico-literários. A intervenção tem conteúdo íntimo e sensível, as mensagens divulgadas nas cápsulas tratam de memórias de moradores abordados pela escritora. Segundo Julya Vasconcelos o tema da memória é algo que lhe chama bastante a atenção. “<em>Esse tema me contaminou, veio através do mestrado que faço, mas está presente noutras partes de minha vida</em>”, revelou a escritora. A memória urbana com a qual o projeto trabalha é uma forma de tornar público as memórias pessoais dos moradores. “<em>Se tornando objetos acessíveis e sensíveis</em>”, complementou a escritora. “<em>É uma história cotidiana de alguém que está aqui ao meu lado, de alguém daqui da nossa cidade</em>”, disse Ednei, que conheceu a história de Osílio através da namorada Ana Paula.</p>
<div id="attachment_28140" aria-labelledby="figcaption_attachment_28140" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19788355159_3d396cdb14_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28140 " alt="Jorge Farias (Secult-PE)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19788355159_3d396cdb14_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Compartilhando memórias. Assim a cápsula sentimental trouxe para Talita Moreira, Karla Rafaella e Tarciso Moreira, a história de Oscar, um morador de Garanhuns.</p></div>
<p>Durante os três dias de intervenção, Julya Vasconcelos distribuiu balões e pode acompanhar um pouco a reação das pessoas que os recuperavam. “<em>Algumas reações me fazem acreditar que meu objetivo foi alcançado. É meio jogar pro mundo e aceitar o imponderável</em>”, finalizou. Ao todo foram 80 balões, com 40 diferentes tipos de relatos de memória, que chegaram às mãos e à leitura de transeuntes do festival.</p>
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