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	<title>Portal Cultura PE &#187; literatura pernambucana</title>
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		<title>Cepe Editora lança em Vitória de Santo Antão novo de livro de Rafael Setestrelo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:00:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 1º de outubro de 1940, um eclipse total do sol, um dos fenômenos astronômicos marcantes da primeira metade do século 20, foi visto no Nordeste e, particularmente, em Pernambuco, Paraíba e Ceará. No Sertão e Zona da Mata do Estado, a escuridão repentina foi recebida com um misto de pavor e misticismo, selando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 1º de outubro de 1940, um eclipse total do sol, um dos fenômenos astronômicos marcantes da primeira metade do século 20, foi visto no Nordeste e, particularmente, em Pernambuco, Paraíba e Ceará. No Sertão e Zona da Mata do Estado, a escuridão repentina foi recebida com um misto de pavor e misticismo, selando para muitos a chegada do juízo final. É desse fato histórico, e das memórias familiares geradas por ele, que o autor Rafael Setestrelo (pseudônimo de Rafael Augusto Costa Oliveira) constrói a narrativa do ficcional A Estrada dos Homens Doidos, livro que a Cepe Editora lança nesta sexta-feira, 20 de março, a partir das 19h30, no Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão. No evento que apresentará a obra, Rafael conversa com o professor, escritor e crítico literário Marcos de Andrade Filho.</p>
<p>Com 15 livros publicados e autor de uma farta produção literária, entre cordéis, poemas, peças e romances, Rafael Setestrelo se destaca na nova geração de escritores pernambucanos que transita com genialidade pelo realismo mágico, construindo narrativas em que a realidade sertaneja, em todo o seu aspecto cultural e social, coexiste com o fantástico e o imaginário popular.</p>
<p>A Estrada dos Homens Doidos, ao lado de outras obras como Dom Pirrito (Editora Arrelique, 2023) e A Fabulação de Luzia (Editora Folheando, 2025), integram um momento de criação definido por Rafael como Ciclo dos Estranhos. “O que há nessa ideia é justamente a presença crucial da oralidade dos personagens prevalecendo sobre a narrativa, assim também como abordagem a temas mais psicológicos e até históricos da Zona da Mata pernambucana”, indica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Rafael-Setestrelo-crédito-Lays-Freitas-foto-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123354" alt="Foto: Lays Freitas/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Rafael-Setestrelo-crédito-Lays-Freitas-foto-3-272x486.jpeg" width="272" height="486" /></a></p>
<p>Entre tantos que protagonizaram o “eclipse do fim do mundo”, nos idos dos anos 1940, estavam Urbano de Souza Costa, o Pirrito (avô do autor), seu irmão José e um amigo, que saíram de madrugada de Glória de Goitá rumo a Limoeiro (uma caminhada com mais de vinte quilômetros), para negociar na feira local. Se viram diante da experiência mais extraordinária de suas vidas ao presenciarem o eclipse solar, nas proximidades da Serra da Passira. Esse fato foi considerado pelo avô do autor como algo sobrenatural. Ouvido durante toda a infância, alimentou a imaginação e a fabulação de Rafael, que o transportou para as 60 páginas do livro estabelecendo uma ruptura com a realidade. “O eclipse como um divisor de águas da história, algo que pudesse mexer com os personagens, revelando o que estava escondido”, sinaliza.</p>
<p>O romance apresenta a jornada de três irmãos &#8211; Rubem, José e Judá &#8211; que se reencontram depois de crescidos e caminham rumo à cidade de Limoeiro para participar de um velório. Atravessam a estrada mística e de mal-assombros, testemunhando o eclipse e trazendo à tona memórias de um passado marcado por culpas, ressentimentos, traições, um pai rude e violento (Israel), que estabeleceu diferenças na criação, e uma mãe (Lia) oprimida e silenciada. “Acho que A Estrada dos Homens Doidos é um romance bem humano, sem muitas máscaras. Os personagens são impulsivos e engenhosos em seus planos, e também trazem as marcas da forma como foram educados. Acho que todo mundo carrega cicatrizes da criação/educação”, avalia o autor.</p>
<p>Estruturada em dez capítulos e com forte conexão com a oralidade, a obra costura presente e passado, em que narrações e diálogos muitas vezes são construídos no mesmo parágrafo e sem distinção entre os interlocutores &#8211; o que destaca a capacidade do autor em subverter normas literárias tradicionais.</p>
<p>“Sua estrutura, alternando presente e passado entre capítulos e letras, revela um arrojo narrativo muito interessante do ponto de vista formal. As partes nomeadas por letras, por exemplo, em sua maioria são narradas pelo caçula José, mas ao final ganham outros narradores, numa mudança que enriquece a trama e que exige do leitor uma atenção digna dos trabalhos literários tecidos por quem conhece o ofício do ato de escrever”, indica o escritor e membro do Conselho Editorial da Cepe, Roberto Azoubel.</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong> &#8211; Escritor, cordelista, ator e rabequeiro, Rafael Setestrelo nasceu em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata Sul, em 24 de novembro de 1981. Filho e neto de agricultores, é professor de Língua Portuguesa no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) Campus Vitória de Santo Antão desde 2005. Na instituição, desenvolve, junto aos alunos, o projeto LiterAtos, que estabelece o diálogo entre a literatura e manifestações culturais, sobretudo, da Zona da Mata, como o mamulengo, o maracatu e o cavalo-marinho. Venceu o 7° Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura (Grande Prêmio e Melhor Obra da Zona da Mata), em 2020, com o poemário Dylan Pajeú (Cepe, 2022), o Prêmio Mar que Arrebenta, em 2023, com Dom Pirrito, entre outros.</p>
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		<title>Secretaria de Cultura de Pernambuco lança nesta quinta-feira (14) obras vencedoras do VIII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 12:26:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CONVITE.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-114426" alt="Premio convite" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CONVITE-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), lança nesta quinta-feira (14) as obras vencedoras do VIII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, consolidado como uma das principais iniciativas de fomento à literatura no Estado. Aberto ao público, o evento acontecerá às 17h, na galeria do Museu do Estado de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">A edição da premiação, de 2022, contou com a participação de 109 obras inscritas, oriundas de diversas regiões do Estado, sendo 71 da Região Metropolitana do Recife, 21 do Agreste, 07 da Zona da Mata e 10 do Sertão. As obras foram submetidas à apreciação de uma comissão composta por jurados indicados pela Secult-PE e membros do Conselho Editorial da Cepe.</p>
<p dir="ltr">Os quatro trabalhados ganhadores (“Maracujá Interrompida&#8221;, “Salas brancas com cheiro de éter não me permitem sentir cheiro de gente”, “Da boca pra fora” e &#8220;O livro dos sussurros&#8221;),  foram contemplados com a publicação das suas obras e premiação em dinheiro. Cada título vencedor recebeu individualmente R$18 mil, sendo o primeiro lugar, “Maracujá Interrompida&#8221;, teve um acréscimo de R$18 mil, totalizando R$36 mil para esta obra. A publicação dos livros foi realizada pela Cepe Editora, com tiragem de 800 (oitocentos), à exceção do Grande Prêmio, que teve uma tiragem de 1.000 exemplares.</p>
<p dir="ltr">“Este evento é mais do que uma celebração. É um momento de encontro entre os fazedores de cultura e a sociedade, que pode acessar e conhecer de perto a força e a diversidade das narrativas pernambucanas. O Prêmio Hermilo Borba Filho se consolidou como uma das iniciativas mais importantes para fomentar a literatura em nosso Estado, proporcionando o desenvolvimento de nossos escritores e ampliando o alcance de suas obras”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">Para participar deste concurso, o material original não pôde ser publicado em formato de livro (físico ou digital) até a divulgação dos resultados e a entrega dos prêmios. Apenas pernambucanos ou cidadãos com residência comprovada de pelo menos um ano no estado, maiores de 18 anos, puderam participar.</p>
<p dir="ltr">Conheça os vencedores da edição 2024 do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura:</p>
<div id="attachment_114427" aria-labelledby="figcaption_attachment_114427" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Maracuja-interrompida-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114427" alt="Livro Maracujá interrompida" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Maracuja-interrompida-1-319x486.jpg" width="319" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Maracujá interrompida</p></div>
<p dir="ltr">Luís Osete, grande vencedor com o livro “Maracujá Interrompida&#8221;, é natural de Cardeal da Silva (BA) e atualmente vive entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Jornalista no Instituto Federal do Sertão Pernambucano, Osete possui formação em Jornalismo e Psicologia, cursa doutorado na UERJ e integra o grupo de pesquisa Kékeré. Sua obra vencedora, Maracujá Interrompida, marca sua estreia na literatura.</p>
<div id="attachment_114428" aria-labelledby="figcaption_attachment_114428" class="wp-caption img-width-321 alignnone" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Salas-brancas-com-cheiro-de-eter-1-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114428" alt="Livro Salas brancas com cheiro de eter " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Salas-brancas-com-cheiro-de-eter-1-1-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Salas brancas com cheiro de eter</p></div>
<p dir="ltr">Thiago Medeiros, com o livro “Salas brancas com cheiro de éter não me permitem sentir cheiro de gente”, é pernambucano de Caruaru. Escritor, poeta, cronista e compositor, Medeiros é conhecido pela coletânea “Cidade Finada” e pela organização da antologia “Nós Que Aqui Estamos – Nordeste”. Sua escrita reflete sobre identidade e memória, compondo uma literatura que busca o autoconhecimento.</p>
<div id="attachment_114429" aria-labelledby="figcaption_attachment_114429" class="wp-caption img-width-321 alignnone" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Da-boca-pra-fora-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114429" alt="Livro Da Boca Pra Fora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Da-boca-pra-fora-1-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Da Boca Pra Fora</p></div>
<p dir="ltr">José Juva, premiado pelo livro “Da boca pra fora”, é poeta, professor e jornalista de Olinda, com doutorado em Teoria da Literatura pela UFPE. Autor de publicações em poesia e ensaios, lançou discos e livros, como “Diário do abismo de bolso”, explorando a interação entre poesia e outras expressões artísticas.</p>
<div id="attachment_114430" aria-labelledby="figcaption_attachment_114430" class="wp-caption img-width-322 alignnone" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-O-livro-dos-sussurros-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114430" alt="O livro dos sussuros" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-O-livro-dos-sussurros-1-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro dos sussuros</p></div>
<p dir="ltr">Philippe Wollney, autor de &#8220;O livro dos sussurros&#8221;, nasceu em Goiana-PE e é poeta e editor com uma produção vasta e intensa. Conhecido pelo estilo intimista e visceral, ele amplia sua obra com este novo livro, que se junta a títulos como “Sambas sobre escombros” e “Trago é guerra dentro de mim”, misturando sentimentos humanos com experiências pessoais.</p>
<p dir="ltr"><strong>O PRÊMIO -</strong> Criado em 2013 após um hiato de quase duas décadas sem premiações literárias estaduais, o prêmio surgiu como uma resposta à demanda dos escritores pernambucanos por um edital menos burocrático e mais acessível. Em 2018, em comemoração ao centenário do dramaturgo e crítico literário Hermilo Borba Filho, o prêmio foi renomeado, reforçando sua importância para a literatura local. Na edição deste ano, 109 obras foram inscritas, com destaque para a diversidade de estilos e narrativas de todas as macrorregiões de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Em agosto deste ano, foi lançado o 10ª Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. Nesta edição, também serão premiadas quatro obras, cada uma no valor de R$ 18 mil. Entre elas, uma será agraciada com o Grande Prêmio, recebendo um valor adicional de R$ 18 mil, totalizando quatro prêmios: três de R$ 18 mil e um de R$ 36 mil. As obras premiadas serão publicadas ainda pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) em uma tiragem de 800 exemplares, com 100 exemplares destinados ao autor a título de direitos autorais.</p>
<p dir="ltr">A obra vencedora do Grande Prêmio, que será escolhida como a melhor das quatro macrorregiões, receberá a mesma premiação e uma tiragem de 1000 exemplares.</p>
<p dir="ltr">A publicação do resultado final deve acontecer no próximo dia 22 de novembro no Mapa Cultural.</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO</strong> | Lançamento das obras vencedoras do VIII Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</p>
<p dir="ltr">Data: Quinta-feira, 14 de novembro de 2024</p>
<p dir="ltr">Horário: 17h.</p>
<p dir="ltr">Local: galeria do Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças | Recife).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sidney Rocha lança drama contemporâneo no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 20:40:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O processo de criação do livro “A Estética da Indiferença” (Iluminuras), do escritor pernambucano Sidney Rocha, começou há cerca de seis anos, mas o material nunca foi tão atual quanto em 2018. O lançamento nesta quinta-feira (20), às 20h, no Teatro de Santa Isabel vem para evidenciar as semelhanças entre a fictícia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65462" aria-labelledby="figcaption_attachment_65462" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verissímo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/35826606670_e927d61846_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65462" alt="Fer Verissímo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/35826606670_e927d61846_k-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Novo livro de Sidney Rocha dá continuidade à trilogia &#8220;Geronimo&#8221;, inciada pelo livro &#8220;Fernanflor&#8221; (2015).</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>O processo de criação do livro “A Estética da Indiferença” (Iluminuras), do escritor pernambucano Sidney Rocha, começou há cerca de seis anos, mas o material nunca foi tão atual quanto em 2018. O lançamento nesta quinta-feira (20), às 20h, no Teatro de Santa Isabel vem para evidenciar as semelhanças entre a fictícia cidade de Cromane, onde se passa a história, e os centros urbanos contemporâneos, onde maiorias temem tudo aquilo que é diferente. Soluções para temas que ganharam destaque durante os debates eleitorais deste ano encontram tristes consequências nas páginas de “A Estética da Indiferença”, que ainda contará com uma leitura do ator recifense Germano Haiut na ocasião do lançamento.</p>
<p>“<em>Eu diria que é um drama urgente do contemporâneo</em>”, avaliou o autor que, com a publicação, dá continuidade a trilogia “Geronimo”, iniciada com o romance “Fernanflor”, em 2015. O novo trabalho conta a história de Hana e Michi, um casal que busca a felicidade ao se mudar para o condomínio de luxo Amaravati, onde todos são felizes, dentro da cidade de Cromane, que tem o dinheiro como tema central. O cenário, por si só, levanta questões como o conceito vigente de felicidade focado em aspectos como o conforto e a segurança em detrimento da busca por empatia e identidade, por exemplo.</p>
<p>“<em>É tudo sobre o inesgotável desejo de humilhar o outro para manter as aparências. Certa noite, eles vão ao teatro e, nesse dia, eles realmente teriam que dizer umas verdades um para o outro para tentar compensar o incompensável, porque em Cromane não é permitido confissões, não é permitido humanidade. É uma cidade protegida das violências, onde, portanto, os diferentes não têm nem acesso, eles são apagados</em>”, explica Sidney, sobre a linha tênue entre vivos e mortos. Quão vivos estamos se não podemos ir além da nossa versão pasteurizada imposta pela sociedade? A pergunta fica implícita.</p>
<div id="attachment_65463" aria-labelledby="figcaption_attachment_65463" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/36868634135_21ab4bc851_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65463" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/36868634135_21ab4bc851_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O autor recorre ao drama como linguagem para proporcionar mais ironia e sarcasmo à narrativa.</p></div>
<p><strong>HOMENAGEM AO TEATRO</strong></p>
<p>O teatro, por sua vez, vai além do ambiente de discussão do casal e influencia também no estilo do texto, que se caracteriza como um drama. Essa linguagem foi escolhida pelo autor como um recurso para enfatizar com ironia e sarcasmo a encenação que pauta as relações de Cromane. “<em>Tem isso das máscaras que a gente está usando o tempo todo, mesmo quando estamos nus. Esse livro é ao mesmo tempo um drama, uma farsa e uma comédia. Depende por onde você olha</em>”, observa Sidney, que também busca homenagear o teatro com o livro, por isso, o lançamento também contará com a leitura do ator Germano Haiut no palco do Teatro de Santa Isabel, com entrada gratuita.</p>
<p>“<em>Não nos conhecíamos pessoalmente, mas propus isso ao Germano e ele adorou, foi muito generoso. Chamei ele até por uma relação física com o personagem. O Michi parece que foi desenhado para o Germano, pela técnica dele de atuar, pois ele tem algo de selvagem e é muito visceral, muito carnal. A leitura acaba sendo um presente que a gente está dando para a comunidade teatro e para a cidade, porque queremos mesmo é nos agarrar uns aos outros nesse momento</em>”, comenta o escritor que resume o lançamento do livro como um momento para reunir forças e confraternizar.</p>
<p>Com esse mesmo espírito agregador, o autor montou uma rende de leitura recentemente em que muitos já compraram o livro antecipadamente até para presentear amigos e doar para instituições como escolas, bibliotecas e lares comunitários. Sidney destaca a Oftalmolaser, a Up Negócios e o Curso de Química Vieira Filho entre as empresas que mais financiaram essas ações. Além disso, o lançamento também conta com apoios da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, que cedeu o Teatro de Santa Isabel. “<em>Sabemos que a hora de fazer algo é a hora de fazer algo, não dá para ficar esperando o momento ideal. A ação de quem vive de cultura é imponderável</em>”, conclui Sidney, que busca provocar reflexões e contribuir com a superação de tempos difíceis.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
Lançamento do livro “A Estética da Indiferença”, de Sidney Rocha, com leitura dramatizada de Germano Hauit<br />
Quando: Nesta quinta-feira (20), às 20h<br />
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">*Na ocasião, o livro será vendido por R$ 31. A obra também pode ser comprada pelo mesmo preço promocional <strong><a href="http://iluminuraslivros.wixsite.com/hotsite?fbclid=IwAR2z2MApkAoTlcpiQUTYj0XLcp0PSZlLdWn3CNhaxc460QOzh6SEprR5raY">neste link. </a></strong>Nas livrarias, a publicação custará R$ 62. </span></p>
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		<title>Biblioteca reabre com acervo especializado em literatura pernambucana</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 19:52:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recife vai ganhar mais um espaço público para os amantes da leitura. A Biblioteca Waldemar Lopes, no Espaço Pasárgada, vai reabrir suas portas com um acervo requalificado em literatura pernambucana. A reabertura acontece na próxima quinta-feira (11/12), às 16h, e na ocasião, acontece uma performance literária do grupo Literatrupe. Entre escritores nacionais e estrangeiros, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Recife vai ganhar mais um espaço público para os amantes da leitura. A Biblioteca Waldemar Lopes, no Espaço Pasárgada, vai reabrir suas portas com um acervo requalificado em literatura pernambucana. A reabertura acontece na próxima quinta-feira (11/12), às 16h, e na ocasião, acontece uma performance literária do grupo Literatrupe.</p>
<p>Entre escritores nacionais e estrangeiros, a biblioteca se destaca pelo acervo de poesia pernambucana. “A reabertura é mais um marco da retomada do Espaço Pasárgada como espaço prioritário para as ações de literatura no Estado”, afirma Wellington de Melo, coordenador de Literatura da Fundarpe, que teve importante participação na requalificação do acervo com ações como o Escambo de Livros que acontece no Espaço Pasárgada. “Também recebemos muitas doações do público e a CEPE Editora também contribuiu”, conclui.</p>
<p>O material será disponibilizado para o público dividido em Acervo Manuel Bandeira (reunindo algumas obras do autor e sobre ele); Acervo de Autores Pernambucanos (nos gêneros: poesia, contos, crônicas, romances, cordéis); Autores Estrangeiros; além de livros e periódicos editados pela antiga gráfica da Fundarpe. O horário de funcionamento será de segunda a sexta, das 09h às 12h e das 13h às 17h, aberta ao público, inicialmente, para pesquisa no local.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Biblioteca-Waldemar-Lopes_-Foto-Costa-Neto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-18135 aligncenter" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Biblioteca-Waldemar-Lopes_-Foto-Costa-Neto-2-607x391.jpg" width="607" height="391" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BIBLIOTECA WALDEMAR LOPES</strong></p>
<p>Inaugurada em 1999, recebeu esse nome em homenagem ao poeta Waldemar Lopes, amigo de Manuel Bandeira, leitor insaciável e de essencial importância na literatura brasileira. A biblioteca foi composta inicialmente por livros doados pelo então homenageado e por obras editadas pela antiga gráfica da Fundarpe.<br />
Em 2013, houve a necessidade de requalificar e especializar o acervo em literatura pernambucana, em função da vocação literária e de memória do Espaço Pasárgada, exaltando a importância para a cultura nacional da obra literária do poeta pernambucano Manuel Bandeira.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Biblioteca-Waldemar-Lopes_-Foto-Costa-Neto-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18136 aligncenter" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Biblioteca-Waldemar-Lopes_-Foto-Costa-Neto-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Reabertura da Biblioteca Waldemar Lopes<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista)<br />
Data: 11 de dezembro de 2014<br />
Horário: 16h</p>
<p><strong>Funcionamento da Biblioteca:</strong><br />
Segunda a sexta<br />
Das 09h às 12h e das 13h às 17h</p>
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