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	<title>Portal Cultura PE &#187; live</title>
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		<title>Secretaria de Cultura de Pernambuco realiza lives sobre os editais Cultura Viva da PNAB</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secretaria-de-cultura-de-pernambuco-realiza-lives-e-plantoes-online-sobre-os-editais-de-pontos-e-pontoes-dapnab/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 00:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretária de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) realiza a partir de amanhã (16) até a próxima sexta-feira (18) lives para orientar e esclarecer dúvidas dos fazedores de cultura de Pernambuco a respeito dos editais Cultura Viva Fomento Para Pontos e Pontôes de Cultura da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Secult_PNAB_LivePNAB_Pontos-e-Pontões-de-Cultura_PORTAL.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-113936" alt="Secult_PNAB_LivePNAB_Pontos-e-Pontões-de-Cultura_PORTAL" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Secult_PNAB_LivePNAB_Pontos-e-Pontões-de-Cultura_PORTAL-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Secretária de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) realiza a partir de amanhã (16) até a próxima sexta-feira (18) lives para orientar e esclarecer dúvidas dos fazedores de cultura de Pernambuco a respeito dos editais Cultura Viva Fomento Para Pontos e Pontôes de Cultura da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).</p>
<p>O “Papo PNAB” será um momento de esclarecimento online a respeito dos editais, e também umaoportunidade para os fazedores de cultura sanarem suas principais questões. Os links de acesso às lives estão disponiveis na bio do @culturape e na matéria publicada no portal Cultura.PE. A Coordenadoria Estadual da Política de Cultura Viva estará presente recebendo proponentes e tirando as dúvidas referentes aos editais.</p>
<p>Ao contrário de iniciativas emergenciais, como a Lei Aldir Blanc 1 e a Lei Paulo Gustavo, a PNAB é uma frente contínua e com investimentos anuais garantidos até 2027. “Esta é uma oportunidade valiosa para os agentes culturais se informarem e tirarem suas dúvidas sobre os recursos disponíveis para fortalecer suas iniciativas. Nossa equipe está à disposição para prestar apoio individualizado, garantindo que todos possam aproveitar ao máximo esse os editais da PNAB. Contamos com a participação de todos!”, afirmou a secretária de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>A PNAB garantirá recurso de mais de R$ 74 milhões em investimentos para o setor, contemplando diversas iniciativas, entre elas: premiação, fomento e bolsas. Os encontros acontecem de forma online e terão duração de até uma hora.</p>
<p>As submissões aos editais Cultura Viva Fomento Para Pontos e Pontôes de Cultura da PNAB Pernambuco poderão ser feitas, exclusivamente, na plataforma do Mapa Cultural de Pernambuco, até 18 de novembrp, através do link www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidades. O resultado final dos habilitados será divulgado no dia 17 de dezembro. Os editais já estão disponíveis para consulta, além do Mapa Cultural, no Portal Cultura.PE (www.cultura.pe.gov.br/).</p>
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		<title>Renata Rosa mostra repertório de novo disco na live Chã dos Passos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/renata-rosa-mostra-repertorio-de-novo-disco-na-live-cha-dos-passos/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 15:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora, compositora e multi-instrumentista Renata Rosa mostra repertório de seu novo disco em live que é transmitida nesta quarta-feira (18), às 20h30, em seu canal no YouTube. No show virtual Chã dos Passos, a artista apresenta músicas inéditas que estão no álbum de mesmo nome, o quarto de sua carreira, cujo show de lançamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105815" aria-labelledby="figcaption_attachment_105815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ashlley Melo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Renata-Rosa-lança-live-Chã-dos-Passos-Foto-Ashlley-Melo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-105815" alt="Ashlley Melo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Renata-Rosa-lança-live-Chã-dos-Passos-Foto-Ashlley-Melo-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora, compositora e multi-instrumentista Renata Rosa</p></div>
<p>A cantora, compositora e multi-instrumentista Renata Rosa mostra repertório de seu novo disco em live que é transmitida nesta quarta-feira (18), às 20h30, em seu canal no <a title="@RenataRosaProd" href="https://www.youtube.com/@RenataRosaProd" target="_blank">YouTube</a>. No show virtual <em>Chã dos Passos</em>, a artista apresenta músicas inéditas que estão no álbum de mesmo nome, o quarto de sua carreira, cujo show de lançamento no Recife está previsto para o início de 2024.<br />
O projeto conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco.<br />
Em <em>Chã dos Passos</em>, Renata Rosa canta um lugar poético, de festa e encantamento &#8211; e também das relações humanas &#8211; com forte influência da música e da poesia contemporânea e tradicional da Zona da Mata de Pernambuco e de Alagoas. O repertório da live apresenta oito canções, além de cantos à capela, revelando ampla criatividade musical e poética em um mergulho nos temas da terra, do tempo e da busca pela poesia.<br />
Na língua portuguesa, chã se refere a um terreno batido, alto e plano, onde moradias eram construídas e povos se assentavam. Na Mata Norte de Pernambuco, chã designa locais de aldeamento em que encontros, festas, noites de cantoria e brincadeiras acontecem. Chã também foi onde Renata Rosa teve experiências poéticas profundas, nas noites cantando ao lado de Biu Roque, seu padrinho nessas terras; tocando rabeca com seu mestre e parceiro Luiz Paixão; e improvisando ao lado do mestre Zé Duda, na Chã de Camará. “São artistas de altíssima qualidade que vêm de um ambiente extremamente criativo e inovador onde a música não é separada do dia a dia” conta.<br />
Na gramática musical das canções estão presentes violas, rabecas, processamentos sonoros, baixo, percussões e polifonias vocais que acompanham a voz de Renata Rosa. Entre as novas canções está Chã dos Passos, composição da artista que dá nome à live e ao disco; e Amarela, canção composta em parceria com Guryva Portela e Nilton Júnior, livremente inspirada em um poema de Antônio Bispo dos Santos (Nego Bispo) do livro <em>A Terra Dá, a Terra Quer</em>, encampando os versos “seguindo a dança dos passos, fazendo dos passos, trupé”.<br />
Já em <em>Mestre de Coco</em>, também de autoria de Nilton Júnior, a artista entoa uma polifonia complexa de vozes ao lado de Cema Suíra, Eberú Suíra e Iara Suíra, cantores do povo kariri-xocó, de Alagoas. “Para mim, o canto indígena é tão universal quanto a música mainstream. O que faz uma arte ser definida como regional ou não?”, questiona Remta. A canção, inclusive, é lançada como single no fim deste mês, nas plataformas digitais, abrindo caminho para o show de lançamento do disco <em>Chã dos Passos</em> no Recife, no início de 2024.<br />
Com direção de Guilherme Bota, a live mostra registros inéditos de Renata cantando com os artistas kariri-xocó Cema, Iara e Eberú, em Arapiraca (AL), e cantando e tocando rabeca no estúdio Carranca, no Recife, junto aos músicos Hugo Linns (violas), Rodrigo Samico (baixo), Helder Santos Amedo (percussões) e Adriana Millet (vocais e percussões).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Transmissão da live <em>Chã dos Passos</em>, com Renata Rosa -</strong> quarta-feira (18), às 20h30, no <a title="@RenataRosaProd" href="https://www.youtube.com/@RenataRosaProd" target="_blank">YouTube</a></p>
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		<title>Em live, Agrinez Melo compartilha experiência da pesquisa &#8220;Dramaturgia dos Orixás&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 15:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pesquisadora, arte-educadora e atriz pernambucana Agrinez Melo apresenta no próximo sábado (21), a partir das 10h, as experiências da pesquisa &#8220;Agbara Ara: Dramaturgia dos Orixás como possibilidade de novas narrativas para a cena&#8221;, no canal I Pele Ti o Dun, no YouTube (youtube.com/@ipeletiodun520). Incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Agrinez-Melo-foto-Talles-Ribeir.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97674" alt="Talles Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Agrinez-Melo-foto-Talles-Ribeir-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A pesquisadora, arte-educadora e atriz pernambucana Agrinez Melo apresenta no próximo sábado (21), a partir das 10h, as experiências da pesquisa &#8220;Agbara Ara: Dramaturgia dos Orixás como possibilidade de novas narrativas para a cena&#8221;, no canal I Pele Ti o Dun, no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/@ipeletiodun520" target="_blank"><strong>youtube.com/@ipeletiodun520</strong></a>). Incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a iniciativa é uma ação de fruição e compartilhamento de conhecimentos, que tem como foco o corpo, a ancestralidade e o teatro. A ideia é trazer visibilidade do corpo negro na cena, através de um intercâmbio entre as cidades de Recife e Arcoverde.</p>
<p>Na live, a pesquisadora Agrinez Melo receberá os orientadores da pesquisa Danielle Perin Rocha Pitta e Robson Haderchpek, além do ator arcoverdense Everson Melo, que integra o intercâmbio proposto na iniciativa. A ação contará com acessibilidade em Libras.</p>
<p>A vivência traz como alicerce a interpretação cênica através do preceito ritual do teatro e a energia dos Orixás e encantados no ara (corpo), criando uma dramaturgia negra para a cena, através dos corpos e suas múltiplas leituras ancestrais. A pesquisa resultará em um experimento cênico que será apresentado nas cidades de Recife e Arcoverde. A pesquisa se apresenta como uma necessidade da artista em firmar novas possibilidades de metodologias de expressão do corpo teatral, rito e ancestralidade.</p>
<p>A pesquisa é voltada para o público maior de 14 anos e se divide em três etapas: 1 – Visitas a terreiros de matriz afro-indígena nas cidades de Recife e Arcoverde e colheita de dados para sistematizar metodologias de treinamento para o ator; 2 – Treinamento em sala de ensaio da pesquisadora Agrinez Melo com o ator Everson Melo, a partir da ampliação dos estudos sobre metodologias da dramaturgia dos Orixás; 3 – Realização da oficina “Poética Matricial dos Orixás” na cidade de Arcoverde, direcionada para pessoas interessadas em vivenciar o teatro a partir da matriz africana e indígena.</p>
<p>&#8220;Agbara Ara: Dramaturgia dos Orixás como possibilidade de novas narrativas para a cena&#8221; resultará em um experimento cênico a ser apresentado nas duas cidades, Recife e Arcoverde. Além da exposição de vídeos e fotos das ações realizadas e distribuição de cartilha com registros da vivência. O projeto conta ainda com acessibilidade em Libras e Audiodescrição em suas ações. Mais informações: (81) 99505.4201 (Agrinez Melo).</p>
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		<title>Live São João da Retomada</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 14:46:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já está disponível no canal oficial da Secult-PE/Fundarpe a live sobre o São João da Retomada, que foi ao ar nesta última terça-feira (7) e reuniu o secretário estadual de Cultura, Oscar Barreto; a secretária de Turismo de Pernambuco, Milu Megale; e o cantor e compositor Josildo Sá. A pauta central da live foi a convocatória artística do Ciclo Junino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível no canal oficial da Secult-PE/Fundarpe a live sobre o São João da Retomada, que foi ao ar nesta última terça-feira (7) e reuniu o secretário estadual de Cultura, <strong>Oscar Barreto</strong>; a secretária de Turismo de Pernambuco, <strong>Milu Megale;</strong> e o cantor e compositor <strong>Josildo Sá</strong>.</p>
<p>A pauta central da live foi a convocatória artística do Ciclo Junino 2022, promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE/Fundarpe e da Setur-PE/Empetur. O chamamento público foi voltado para atrações nas categorias de Cultura Popular, Dança e Música. Aperte o play e confira</p>
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		<title>Secretarias de Cultura e Turismo do Estado comandam live sobre o &#8220;São João da Retomada&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secretarias-de-cultura-e-turismo-do-estado-comandam-live-sobre-o-sao-joao-da-retomada/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 18:34:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de dois anos sem a festa mais popular do Nordeste brasileiro, os festejos do Ciclo Junino estão de volta. &#8220;São João da Retomada&#8221; é o mote que o Governo de Pernambuco criou para destinar um importante apoio aos artistas, grupos e agremiações que irão compor a programação de atrações em dezenas de municípios pernambucanos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-06-at-14.36.24.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94327" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-06-at-14.36.24-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Depois de dois anos sem a festa mais popular do Nordeste brasileiro, os festejos do Ciclo Junino estão de volta. &#8220;São João da Retomada&#8221; é o mote que o Governo de Pernambuco criou para destinar um importante apoio aos artistas, grupos e agremiações que irão compor a programação de atrações em dezenas de municípios pernambucanos que pretendem realizar seus festejos juninos este ano.</p>
<p>Para falar sobre o processo de seleção artística, que já processo de contratação, e também comentar a expectativa do turismo e do segmento cultural para a festividade, a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) promovem, em parceria com a Secretaria de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), a live &#8220;São João da Retomada&#8221;, que vai ao ar nesta terça-feira (7), às 19h, no programa Cultura em Rede, em seu canal no YouTube. A conversa será com o secretário de Cultura, <strong>Oscar Barreto</strong>; a secretária de Turismo de Pernambuco, <strong>Milu Megale;</strong> e o cantor e compositor <strong>Josildo Sá</strong>.</p>
<p>Na pauta central, está a convocatória artística do Ciclo Junino 2022, promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE/Fundarpe e da Setur-PE/Empetur. O chamamento público foi voltado para atrações nas categorias de Cultura Popular, Dança e Música.</p>
<p>Para este ano, artistas e grupos que tiveram habilitação nos editais dos Ciclos Juninos promovidos pela Fundarpe/Empetur em 2018 e 2019, mesmo que não tenham sido contratados, estarão automaticamente habilitados, devendo apenas apresentar a documentação completa e atualizada, conforme descrito na convocatória.</p>
<p>O secretário Oscar Barreto ressalta a importância do formato de chamamento público dos artistas. <em>“A convocatória é a reafirmação de uma conquista importante dos fazedores de Cultura e marca mais um passo da retomada da Cultura neste ano. Todo o foco do investimento do Estado para os ciclos pretende atender uma demanda da classe artística, em conjunto com o que foi construído pela política cultural, e no nosso São João não seria diferente”</em>.</p>
<p>Responsável pela pasta de Turismo e Lazer do Estado, Milu Megale celebrou o retorno às grandes festas públicas no Estado, responsáveis por atrair milhares de turistas a Pernambuco. <em>“Além de ser uma festa muito tradicional, que motiva os pernambucanos, o São João movimenta a nossa economia, gera empregos em diversos setores da cadeia do turismo. Tenho certeza de que faremos o maior São João de todos os tempos&#8221;</em>, diz a gestora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “São João da Retomada”, com a participação de Oscar Barreto, Milu Megale e Michelle de Assumpção (mediação)<br />
Quando: 7 de junho de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Live comemorativa pelos 30 anos do Manguebeat é adiada para 7 de junho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-comemorativa-pelos-30-anos-do-manguebeat-e-adiada-para-7-de-junho/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2022 23:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A live “Manguebeat na era do 4.0: os 30 anos do Movimento Mangue”, que iria ao ar nesta terça (31 de maio), no canal que a Secult-PE e a Fundarpe mantêm no YouTube, precisou ser adiada para a próxima terça (7 de junho), pois um dos convidados não conseguiu acesso ao estúdio digital por dificuldades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A live <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-debate-surgimento-do-movimento-manguebeat/" target="_blank"><strong>“Manguebeat na era do 4.0: os 30 anos do Movimento Mangue”</strong></a>, que iria ao ar nesta terça (31 de maio), no canal que a Secult-PE e a Fundarpe mantêm no YouTube, precisou ser adiada para a próxima terça (7 de junho), pois um dos convidados não conseguiu acesso ao estúdio digital por dificuldades técnicas ocasionadas por conta das chuvas que atingem o Recife nos últimos dias.</p>
<p>O programa Cultura em Rede trará os autores do manifesto “Caranguejos com Cérebro”, também conhecido como “Manifesto Mangue”, Fred Zero Quatro e Renato L, para uma conversa com a jornalista da Secult-PE, Michelle de Assumpção. O tema do debate são as mudanças tecnológicas das últimas décadas e a relação com o Manguebeat.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Live “Manguebeat na era 4.0: 30 anos depois”, com Fred Zero Quatro, Renato L e Michelle de Assumpção (mediação)<br />
Quando: 7 de junho de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Secult-PE debate surgimento do Movimento Manguebeat</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2022 20:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-09.34.40.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94139" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-26-at-09.34.40-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>“Emergência! Um choque rápido ou o Recife morre de infarto! Não é preciso ser médico para saber que a maneira mais simples de parar o coração de um sujeito é obstruindo as suas veias. O modo mais rápido, também, de infartar e esvaziar a alma de uma cidade como o Recife é matar os seus rios e aterrar os seus estuários. O que fazer para não afundar na depressão crônica que paralisa os cidadãos? Como devolver o ânimo, deslobotomizar e recarregar as baterias da cidade? Simples! Basta injetar um pouco de energia na lama e estimular o que ainda resta de fertilidade nas veias do Recife…”</p>
<p>Assim começa o contundente texto intitulado “Caranguejos com Cérebro”, escrito no Recife, em julho de 1992, pelo músico e jornalista Fred Zero Quatro, com o auxílio do amigo jornalista Renato Lins, ou apenas Renato L, que posteriormente viria a ser apresentado como o Ministro da Informação do Movimento Mangue, apelido que recebeu de Chico Science, inspirado nos &#8220;ministérios&#8221; que os Panteras Negras e o Public Enemy tinham. A intenção inicial de Fred era divulgar uma festa, ou seja, fazer um release, mas a necessidade de contextualizar a realidade social, econômica, política e cultural em que viviam seus amigos, fazedores de arte, de música e afins, terminou por conduzi-los para a criação do que seria tomado como um manifesto, tamanho o poder simbólico de suas palavras, ao mergulhar nas várias dimensões de uma cidade.</p>
<p>“Em meados de 91, começou a ser gerado e articulado em vários pontos da cidade um núcleo de pesquisa e produção de idéias pop. O objetivo era engendrar um *circuito energético* capaz de conectar as boas vibrações dos mangues com a rede mundial de circulação de conceitos pop. Imagem símbolo: uma antena parabólica enfiada na lama”, continuava Fred em seu texto.</p>
<p>No tempo em que conseguir ouvir um disco de uma banda estrangeira demorava cerca de três meses após o seu lançamento, e que a internet ao alcance das mãos era algo impensável, o Manifesto Mangue já falava em “rede mundial de circulação de conceitos pop”. Em 1994, quando lançou o primeiro disco, Samba Esquema Noise, Fred Zero Quatro se ornava com chips e peças de computador e cantava “Sou eu transistor/ Recife é um circuito/ O país é um chip/ Se a terra é um rádio/ Qual é a música?”</p>
<p><strong>LIVE -</strong> Pensar o movimento mangue à luz dos novos tempos conduz a conversa da live “Manguebeat na era do 4.0: 30 anos depois”, que acontece nesta terça-feira (31), às 19h, no canal do Youtube e Facebook da Secretaria de Cultura e Fundarpe. Os convidados são seus autores: Fred Zero Quatro e Renato L. Eles vão conversar com a jornalista da Secult-PE, Michelle de Assumpção.</p>
<p>“Realmente o manguebeat acontece um pouco antes dessa explosão da internet, mas atravessa todas essas transformações. No início dos anos 90, tínhamos uma visão mais otimista em relação a essas mudanças tecnológicas, mas ao longo das décadas essa visão foi se tornando mais crítica, até pela desconstrução do modelo da indústria da música como conhecíamos, sem que fossem implementados novos modelos sustentáveis”, comenta Renato L.</p>
<p>“Se eu fosse atualizar (o Manifesto) com certeza traria uma postura crítica em relação à hegemonia dos algoritmos, um questionamento a todo fundamentalismo tecnológico, fake news, conteúdos mentirosos e perfis falsos. Eu tenho um texto sobre isso no encarte do disco de 2011 (Novas lendas da etnia Toshi Babaa), onde falo da cyber selva, essa coisa bárbara, selvagem que tem se tornado a internet”, diz Zero Quatro.</p>
<p>Por fim, há que se dizer que The Walking Dead Folia, disco mais recente da banda Mundo Livre S/A, é também um manifesto a seu modo. Nele ouvimos músicas como “Necropolitano” (não há mais pulmão, nem circo, nem pão), “Fake Milho” (Foda-se o agro, Foda-se o tóxico, Foda-se o fake grão transgênico), “Baile Infectado” (Presidente é bom no Jet Ski/ Miliciano adora ostentação/ O congresso passa álcool gel/ E a suprema corte lava as mãos), entre outras que nos fazem pensar, enquanto dançamos. O álbum ainda traz uma capa que satiriza a distopia dos tempos atuais e, por fim, consagra mais uma vez a Mundo Livre no lugar de uma das melhores bandas dos últimos 30 anos.</p>
<p>A narrativa musical de Zero Quatro sempre tratou de problematizar os avanços da tecnologia, questionar sistemas predatórios, sem medo de ser ácido e corrosivo. Com muito groove e doses de sarcasmo, ironia, cinismo e alguma libidinagem. Assim, o autor de Caranguejo com Cérebro atravessou três décadas mantendo-se conectado ao que sempre foi: um sujeito que canta a sociedade que vive, observa, critica e festeja.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Manguebeat na era 4.0: 30 anos depois”, com Fred Zero Quatro, Renato L e Michelle de Assumpção (mediação)<br />
Quando: 31 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <strong><a href="www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong> | <strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>Live da Secult-PE debate os desafios da Lei de Incentivo à Cultura Federal</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2022 17:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-17-at-17.55.02.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93900" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-17-at-17.55.02-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>“Quem tem medo da Lei Rouanet” é o tema do programa Cultura em Rede que será transmitido na próxima terça (24), às 19h, no canal Youtube e também no Facebook da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A Lei tem ocupado o noticiário por causa dos seguidos ataques sofridos, tanto por alguns artistas quanto por parlamentares e, mais ainda, pelas sucessivas deliberações e instruções normativas feitas pela Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Até o nome foi alterado e agora é apenas Lei de Incentivo à Cultura.</p>
<p>Para conversar sobre o assunto, foram convidados o ex-secretário de Fomento e Financiamento da Cultura do Ministério da Cultura (2010-2013), <strong>Henilton Menezes</strong>, e a pianista e produtora cultural <strong>Ana Lúcia Altino</strong>. Ela é a responsável, juntamente com seu marido, o Maestro Rafael Garcia, falecido em outubro passado, pelo projeto Virtuosi, que envolve cinco diferentes festivais realizados anualmente nas cidades de Recife, Olinda, Gravatá, Garanhuns e João Pessoa. Durante a <em>live</em>, serão sorteados três exemplares do livro de Henilton, “A Lei Rouanet Muito Além dos (F)Atos” (Editora Loyola), resultado de ampla pesquisa realizada em 2017 sobre o principal mecanismo de financiamento da cultura brasileira até então.</p>
<p><em>“Algumas alterações foram feitas na Lei a pretexto de desconcentrar recursos, como o impedimento de um patrocinador patrocinar por mais de dois anos um mesmo projeto, o que é vital para corpos estáveis e equipamentos culturais, que dependem desse fomento contínuo para sua sustentabilidade”</em>, observa Henilton Menezes. Segundo ele, <em>“basta olhar os números no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo (SALIC), da Secretaria, continua a mesma concentração. Aliás, até aumentou”</em>. Para ele, o desafio é<em> “alargar a base dos investidores pessoa jurídica, passando do lucro real para o lucro presumido e permitindo às pessoas físicas deduzir do Imposto de Renda, na hora da declaração, o apoio aos projetos, como é feito com o Fundo da Criança e Adolescente. Hoje menos de 1% investem”</em>, avalia.</p>
<p>Ana Lúcia Altino é uma das mais antigas no Estado a usar as Leis de Incentivo à Cultura, seja federal ou estadual, bem como é uma das maiores captadoras de recursos. Após uma temporada nos Estados Unidos, onde fez doutorado em “Musical Arts &#8211; piano performance” na Boston University, começou a atuar intensamente para obter recursos para os projetos, sendo o Festival Virtuosi o maior deles, estando na décima quarta edição. Reunindo artistas nordestinos radicados no exterior, artistas estrangeiros e artistas nacionais de fama internacional, o Festival nasceu com o objetivo de apresentar o que havia de melhor na música de câmara, além de ter uma extensa programação voltada à formação. <em>“Desde a oitava edição o Virtuosi não tem mais essa conotação, podendo, de repente, voltar às raízes, dependendo de quanto a gente tenha de recursos”</em>, diz ela, ao abordar a radical diminuição dos editais das estatais federais que usavam a Lei Rouanet no fomento dos projetos. Observa também que o teto dos cachês, reduzido para apenas três mil reais, cerca de 500 dólares, praticamente inviabiliza a participação de artistas que moram fora do Brasil. <em>“Depois da música de câmara, passamos a realizar concertos com Orquestra Sinfônica, que era formada por músicos exclusivamente convidados para compor a orquestra”</em>, conta.</p>
<p>Para <strong>Tarciana Portella</strong>, jornalista e especialista em Gestão Cultural, assessora para Cooperação e Redes Culturais da Secretaria Executiva da Secult-PE, existe um novo dado ao se discutir a Lei, que tem três pilares: o Mecenato, que virou sinônimo da Lei Rouanet, o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e o FICART, mecanismo de investimento reembolsável que nunca foi regulamentado. <em>“A Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural e agora, a aprovação das Leis Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, trouxeram para a ribalta o FNC, com recursos maiores do que o do Mecenato, e com características de descentralização, de chegar em todos os municípios brasileiros”</em>, diz ela. Apesar do veto presidencial às duas últimas, Tarciana acredita que serão derrubados, pois há clima favorável para isto no Congresso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Quem tem medo da Lei Rouanet?”, com Ana Lúcia Altino, Henilton Menezes e Tarciana Portela (mediação)<br />
Quando: 24 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>Live debate o conceito da Moda Upcycling em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2022 20:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mudanças nos hábitos de consumo e o crescimento populacional acentuado têm gerado um forte aumento na quantidade de resíduos sólidos urbanos (RSU) presentes no meio ambiente. Isso se deve à economia linear e não sustentável, baseada na produção, consumo e descarte. Discussões acerca de como fazer o tratamento adequado destes resíduos tornaram-se indispensáveis na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/live.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93777" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/live-390x486.jpg" width="390" height="486" /></a></p>
<p>As mudanças nos hábitos de consumo e o crescimento populacional acentuado têm gerado um forte aumento na quantidade de resíduos sólidos urbanos (RSU) presentes no meio ambiente. Isso se deve à economia linear e não sustentável, baseada na produção, consumo e descarte. Discussões acerca de como fazer o tratamento adequado destes resíduos tornaram-se indispensáveis na sociedade moderna, devido a seus efeitos nocivos. A indústria da Moda, como uma agente expressiva da produção desses resíduos, tem em sua periferia desenvolvido. Um exemplo é o <em>Upcycling</em>, conceito que alguns produtores começam a adotar e que pretende atender um novo perfil de usuário, que busca produtos mais sustentáveis, responsáveis, e uma moda atemporal e socialmente justa.</p>
<p>O assunto será tratado na live “Moda <em>Upcycling:</em> por um consumo sustentável e desacelerado”, nesta terça-feira (17), às 19h, no canal do Youtube da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. A conversa será com Mariana Amazonas, ecodesigner e uma das sócias do coletivo A Roda (<a href="https://www.instagram.com/vem.pra.roda/" target="_blank"><strong>@vem.pra.roda</strong></a>), uma iniciativa que nasce com propósito de criar formas regenerativas de consumir moda. Também participa da<em> live</em> a socióloga Lylian Berlim, autora do livro &#8220;Moda e Sustentabilidade&#8221;, uma reflexão necessária e de capítulos de livros e artigos científicos dentro deste escopo. Lylian é consultora de sustentabilidade e novos negócios em moda no Sebrae. A mediação da<em> live</em> será do assessor de Design e Moda da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Flávio Barbosa.</p>
<p><strong>MODA UPCYCLING -</strong> O <em>Upcycling</em> consiste na reutilização de materiais em seu estado original, geralmente sem valor comercial, para serem reaproveitados com suas propriedades naturais em algo totalmente novo. O <em>upcycling</em> de produtos para moda transforma resíduos têxteis em novas roupas, acessórios e afins, duplicando o ciclo de vida dessas peças. Do ponto de vista criativo, também agrega novas informações aos produtos, que podem ser repaginados de acordo com as tendências do mercado. O <em>Upcycling</em> é o método que mais se aproxima do modelo de Economia Criativa, sendo muito apoiado pelos movimentos do slow fashion, baseado na produção local e consciente.</p>
<p><em>“Em geral, as marcas maiores não têm uma adesão muito grande a esse conceito. É uma pena, nem todo mundo entende o que é isso, mas existem muitas marcas periféricas que trabalham com essa prática e fazem um belíssimo trabalho, mas é muito pouco ainda. Um dos maiores desafios é a aceitação do consumidor, que ainda tem resistência ao reuso, apesar de estarmos falando muito sobre isso recentemente. Ele acha que um dia foi lixo, foi jogado fora, e o upcycling tem possibilidades inúmeras de reutilização. Há um desconhecimento, a dificuldade está na aceitação”</em>, pontua Lylian.</p>
<p>Nascida no fim de 2019, o coletivo A Roda vem em resposta à emergência climática, criando uma solução para evitar desperdício e promover a sustentabilidade. A ideia é auxiliar empresas e consumidores a dar vida nova ao que antes era sem valor, com propostas de upcycling e economia circular. A empresa defende a readequação dos padrões de consumo com o objetivo de preservar recursos naturais, além de gerar emprego, renda e empoderamento para quem trabalha no ramo. Como resposta para deter, ou amenizar, os efeitos nefastos da moda descartável, Mariana Amazonas explica: <em>“Acreditamos que fomentar a cultura do consumo consciente e sustentável é urgente. Traçar novos caminhos através da moda circular, com o pensamento de reutilizar, transformar ou criar a partir de peças que já existem é uma das formas que encontramos para contribuir com uma forma de viver o presente que torna o futuro um lugar possível”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Moda Upcycling: por um consumo sustentável e desacelerado”, com Mariana Amazonas, Lylian Berlim e Flávio Barbosa (mediação)<br />
Quando: 17 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: www.youtube.com/SecultPE | www.facebook.com/culturape</p>
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		<title>Live discute a titulação do bolo de noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2022 18:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93490" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nesta terça-feira (10), o programa Cultura em Rede, realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), traz uma conversa sobre o bolo de noiva, iguaria pernambucana que está em processo para se tornar Patrimônio Imaterial de Pernambuco. A live vai ao ar às 19h, no canal que a Secult mantém no YouTube, com retransmissão no Facebook. Participam do bate-papo a chef, pesquisadora e professora do Senac, Cris Barros, e Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. Media o debate a gastróloga, professora, pesquisadora e assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão.</p>
<p>Por mais incrível que a pernambucana e o pernambucano possam achar, o bolo de noiva quase não ultrapassou os limites do estado. Só é encontrado aqui, mas há alguns raros casamentos em João Pessoa, capital da Paraíba, que traz a receita para o centro da festa, como é aqui em Pernambuco, onde o bolo de noiva é uma das “atrações” mais aguardadas nas festas de casamento.</p>
<p>Mas, e qual a importância de transformar o bolo de noiva em Patrimônio Imaterial do estado? “O reconhecimento de um patrimônio alimentar é a base da proteção e salvaguarda de diferentes saberes e dos elementos materiais associados à produção alimentar, assim como dos meios naturais de onde se extraem as matérias-primas; dos biomas que dão características ao sabores e dos meios socioculturais dos seus detentores. Esse ‘assentamento’ reforça e promove a cultura e os modos de viver de diferentes públicos que, historicamente, atuam em defesa desses saberes”, explica Ana Cláudia Frazão, que é autora da série de livros “Comedoria Popular”.</p>
<p><em>&#8220;Reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no país, valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no estado e repassam seus conhecimentos às novas gerações, perpetuando assim a preservação dos saberes tradicionais&#8221;</em>, defende Cris, que tem artigos sobre o tema e fez uma tese de mestrado com o título “A Educação Cultural A partir do Bolo de Noiva Pernambucano”.</p>
<p>Segundo Marcelo Renan, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial recebeu depoimentos em áudio e vídeo de boleiras e boleiros de todo o estado e reuniu documentos que serão analisados pelo novo Secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, para, daí, ser confirmada a abertura do processo de registro do Bolo de Noiva como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco.<em> “Após a abertura oficial do processo será iniciada a pesquisa para o mapeamento da comunidade produtora desse bem e a articulação no sentido de discutir os meios de salvaguarda dessas tradições a partir da política estadual de registro do Patrimônio Cultural Imaterial”</em>, explica Renan.</p>
<p>O Cultura em Rede é um programa cultural semanal, que vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo assuntos culturais para o centro do debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Bolo de noiva, patrimônio gastronômico de Pernambuco”, com Cris Barros, Marcelo Renan e Ana Cláudia Frazão (mediação)<br />
Quando: 10 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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