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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lívia Perini</title>
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		<title>Crítica: Cor de pele, de Lívia Perini</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 13:55:26 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_65718" aria-labelledby="figcaption_attachment_65718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/cordepele.jpg"><img class="size-medium wp-image-65718" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/cordepele-607x251.jpg" width="607" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">O curta conta a história dos irmãos albinos Kauan, Rute e Estefane, que nasceram em uma família de raízes negras.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong><b></b></p>
<p>Em 2009, o fotógrafo pernambucano Alexandre Severo – falecido em 2014 no acidente aéreo que matou o candidato à Presidência da República, Eduardo Campos – ganhou reconhecimento internacional com o ensaio <i>À flor da pele</i>. Nele, o talento de Severo apresentava os irmãos albinos – Kauan, Rute e Estefane – de uma família com outros filhos negros.</p>
<p><i>Cor de pele,</i> documentário dirigido por Lívia Perini e vencedor da competitiva geral no 20º Festcine, é a versão audiovisual desta história incomum.</p>
<p>Em tom assumidamente infantil (mas sem soar ‘infantilóide’), o curta-metragem vai pelo mesmo caminho do interesse da reportagem publicada há quase dez anos pelo Jornal do Commercio (Recife).</p>
<p>Investiga e apresenta ao espectador, com leveza, o cotidiano dessa curiosa família olindense. E é a natural curiosidade sobre o cotidiano das crianças que pauta o filme. Mas há ali um elemento que parece ter contagiado a equipe a ponto de deixá-la a vontade para redesenhar seu roteiro em função deste elemento. Elemento que atende pelo nome de Kauan, então com 11 anos de idade.</p>
<p>Dono de uma personalidade forte e cativante, Kauan abre o filme atraindo, de cara, o espectador ao revelar que “tem vez que a gente demora muito pra sair na rua. E quando sai é só de noite. Eu gosto de sair de tarde também. Mas&#8230; nunca dá certo. Toda vez que volto, volto todo queimado e levo uma pisa por cima”, conta, desconfiado, para a câmera de Patrick Tristão, diretor de fotografia que não hesita em pontuar todo o filme com o apelo das cores fortes de Olinda.</p>
<p>É essa opção colorida, colada na trilha sonora de Pedro Santiago, que reforça o espírito infantil do filme e, claro, ritmado pelas revelações não apenas de Kauan, mas também das irmãs Rute e Estefane, além da mãe Rosemere Fernandes.</p>
<p>Mas é Kauan a estrela aqui. Um menino traquina, e adorável, em sua alegria de viver. Que subverte qualquer possível expectativa construída sobre ele a partir das limitações com as quais é obrigado a conviver em função da alta sensibilidade de sua pele</p>
<p>De intrigante – mas não sendo exatamente uma surpresa -, <i>Cor da pele </i>nos traz o dado do preconceito vivido por Kauan e pelas irmãs. Todos com pele bastante clara, convivem numa comunidade de crianças com pele majoritariamente mais escura e sofrem consequências de preconceito por isso.</p>
<p>É como se não houvesse saída para o diferente, a não ser provar aos outros que a diferença está apenas nos olhos de quem vê. E, se depender de Kauan e sua personalidade dominante, ele vai se sair muito bem.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/253956558" height="268" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="https://vimeo.com/253956558">Trailer Cor de Pele</a> from <a href="https://vimeo.com/inquietacine">INQUIETA</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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