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	<title>Portal Cultura PE &#187; Livraria Cultura</title>
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		<title>Livro &#8220;O Dia em que a Morte Sambou&#8221; será lançado no Recife e em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 20:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42217" aria-labelledby="figcaption_attachment_42217" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-dia-em-que-a-Morte-sambou-Foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-42217" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/O-dia-em-que-a-Morte-sambou-Foto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Funcultura, &#8220;O Dia que a morte sambou&#8221; é o terceira obra do casal voltado para o público infantojuvenil.</p></div>
<p>De acordo com o escritor egípcio radicado em Olinda, Habib Zahra, a partir do século 18, com o surgimento da literatura infantojuvenil enquanto gênero especializado e cada vez mais esterilizado, o assunto da morte, junto com outros temas julgados tabus, foi gradualmente excluído da vida das crianças, com o intuito de &#8220;protegê-las&#8221;. Na contramão dessa tendência, o escritor resolveu aproximar o tema da morte do universo infantil. No livro <em>O Dia em que a morte sambou</em>, que será lançado neste domingo (27), na Livraria Cultura do Paço Alfândega, ele oferece perspectivas não necessariamente novas, mas que resgatam outras abordagens sobre o inescapável tema.</p>
<p><em>O dia em que a Morte sambou</em> é sobre Seu Biu, um velho brincante, ágil e sorridente, que não deixa nem a velhice e nem a morte acabarem com sua alegria. Com ilustrações em aquarela assinadas pela artista plástica espanhola Valeria Rey Soto, a obra é inspirada, em parte, na vivência do casal com os brincantes de maracatu rural e cavalo-marinho da Zona da Mata de Pernambuco.</p>
<p>Os autores vão aproveitar a ocasião para estrear o espetáculo teatral que montaram a partir do livro, com bonecos de sombra e uma trilha sonora executada ao vivo. Além disso, uma seleção das aquarelas que ilustram o livro estará em exposição, e ficará abrigada no mezanino da livraria até o dia 27 de dezembro.</p>
<div id="attachment_42218" aria-labelledby="figcaption_attachment_42218" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Mahmood</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Habib-e-Valeria-foto-de-Marina-Mahmood.jpg"><img class="size-medium wp-image-42218 " alt="Marina Mahmood" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Habib-e-Valeria-foto-de-Marina-Mahmood-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">Habib Zahra e Valéria Rey Soto estrearam no mundo da literatura infantojuvenil em 2012, com a fábula com &#8220;O Burro Errante&#8221;</p></div>
<p><em> O dia em que a Morte sambou</em>, também será lançado no domingo 11 de dezembro, às 17h, na galeria A Casa do Cachorro Preto, Olinda e no sábado 17 de dezembro, às 15h, na Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura, Alto José Bonifácio. Em todas as ocasiões haverá apresentação da peça teatral homônima.</p>
<p>Nas grandes livrarias, o preço do livro  será de R$ 34,00. Porém, na Biblioteca Comunitária, para tornar o livro mais acessível aos moradores do bairro, será oferecido um desconto de 50%, podendo ser adquirido por  R$ 17,00. O livro também já está disponível na <a href="http://habib-valeria.com/loja/">loja virtual</a> dos autores por um preço especial.</p>
<div id="attachment_42219" aria-labelledby="figcaption_attachment_42219" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Olívia Godoy</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Apresentação-Teatro-Sombras-Foto-de-Ana-Olívia-Godoy-9-LORES.jpg"><img class="size-medium wp-image-42219" alt="Ana Olívia Godoy" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Apresentação-Teatro-Sombras-Foto-de-Ana-Olívia-Godoy-9-LORES-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião dos lançamento, o autor vai estrear espetáculo de sombras baseado no livro</p></div>
<p><strong>Sobre os autores</strong> &#8211; Biólogo de formação, Habib Zahra nasceu no Egito em 1980; a artista plástica Valeria Rey Soto, na Espanha, em 1982. Cresceram bem perto um do outro, com apenas as águas do Mar Mediterrâneo separando o litoral norte-africano da Península Ibérica. Só se conheceram, no entanto, um quarto de século depois, lá do outro lado do mundo, em uma cidade chamada Olinda, no Nordeste do Brasil. Logo se juntaram para explorar o imenso país onde se encontravam, seu litoral e seus interiores, seus rios e suas florestas, seu povo e suas tradições.</p>
<p>Estrearam no mundo da literatura infantojuvenil em 2012 com <em>O Burro Errante</em>, uma fábula inspirada pelas andanças de Habib e, em 2014, lançaram <em>O último golpe do Lobo Mau. </em>Ambos também trabalham com teatro.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Lançamento de<em> O dia em que a Morte sambou, </em>de Habib Zahra e Valeria Rey Soto<br />
Domingo (27/11), às 17h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega (R. Me. Deus, S/n &#8211; Recife Antigo)<br />
Domingo (11/12), às 17h, na galeria A Casa do Cachorro Preto, Olinda<br />
Sábado (17/12), às 15h, na Biblioteca Comunitária Amigos da Leitura, Alto José Bonifácio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em id="__mceDel">  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Newton Moreno lança “Ópera e Outros Contos” na Livraria Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2016 15:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dramaturgo, encenador, pesquisador e escritor pernambucano Newton Moreno faz sua estreia no universo dos livros, nesta segunda-feira (16), às 18h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega, com o lançamento da publicação Ópera e Outros Contos. Com incentivo do Funcultura, a obra, prefaciada por Marcelino Freire, reúne 25 contos do autor, que já são bem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36314" aria-labelledby="figcaption_attachment_36314" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Nilton_13.jpeg"><img class="size-full wp-image-36314 " alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Nilton_13.jpeg" width="214" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação reúne 25 contos do autor</p></div>
<p>O dramaturgo, encenador, pesquisador e escritor pernambucano Newton Moreno faz sua estreia no universo dos livros, nesta segunda-feira (16), às 18h, na Livraria Cultura do Paço Alfândega, com o lançamento da publicação <em>Ópera e Outros Contos</em>. Com incentivo do Funcultura, a obra, prefaciada por Marcelino Freire, reúne 25 contos do autor, que já são bem conhecidos pelos pernambucanos. Em 2007, o Coletivo Angu de Teatro fez a estreia nacional da peça <em>Ópera</em>, no Teatro Apolo, que ficou pequeno para acomodar o público que se acumulava em longas filas na bilheteria. Na noite de autógrafos, a mesma companhia fará, no auditório da Cultura (com 150 lugares), uma leitura dramática de textos inéditos do autor.</p>
<p>Os contos de <em>Ópera</em> trazem personagens de fácil identificação pelos leitores recifenses, pois remetem às andanças pelas ruas do centro do Recife, ao nosso jeito de falar. A música, a diversidade sexual, a marginalidade e a busca incessante por algo que dê sentido à vida e aplaque as dores da alma são elementos assíduos nos enredos. Personagens que vivenciam a aventura do grande amor, encontros inusitados, tragédias e catástrofes humanas que, aqui e ali, podem provocar riso. O romance de um cantor de ópera com um michê; um drama familiar motivado pela descoberta da homossexualidade do cachorro doméstico; as desventuras de um folião que perdeu a dentadura justamente no primeiro dia do Carnaval; a moça que só sossega o coração aplicando-se anestesia de consultório dentário. Quem conhece o teatro de Moreno vai correlacionar de imediato sua narrativa de frases curtas, rápidas e imagéticas.</p>
<p><strong>AGENDA -</strong>  Além da capital pernambucana, haverá lançamento de<em> Ópera</em> no Rio de Janeiro, no dia 23/05 (segunda-feira), na Livraria Cultura do Shopping Fashion Mall, e em São Paulo, no dia 25/05 (quarta-feira), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA -</strong> Nascido no Recife, em 1968, o autor é bacharel, mestre e doutor em Artes Cênicas, sendo o primeiro título pela Unicamp e os dois últimos pela USP. No Teatro, foi consagrado em importantes premiações, como a da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), Shell, Contigo!, Questão de Crítica, Qualidade Brasil e Bibi Ferreira. Seu primeiro texto encenado foi <em>Deus Sabia de Tudo&#8230;</em>, em 2001. De lá pra cá, escreveu peças aclamadas por público e crítica, como <em>Agreste</em> (encenada também em Londres e Buenos Aires), <em>Dentro</em>, <em>A Cicatriz é a Flor</em>, <em>Assombrações do Recife Velho</em>, <em>Memórias da Cana</em>, <em>As Centenárias </em>(também montada em Lisboa), <em>Maria do Caritó</em>, <em>Jacinta</em> e outras. <em>A Refeição</em>, resultado da residência com o Royal Court Theatre, entrou em cartaz em Buenos Aires. Na televisão, foi colaborador em <em>A Grande Família </em>e, em 2015, a Rede Globo levou ao ar uma minissérie de sua autoria, <em>Amorteamo</em>, que abordou histórias de amor entre mortos e vivos, no Recife do início do século 20.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Ópera e Outros Contos</em>, de Newton Moreno<br />
<strong>Quando:</strong> 16/5 (segunda-feira), às 18h<br />
<strong>Onde:</strong> Livraria Cultura do Paço Alfândega (R. Madre de Deus, s/n, Recife Antigo, Recife &#8211; PE)</p>
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		<title>Seminário no Recife aborda a importância da leitura nas escolas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 20:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reunindo professores, escritores e especialistas no segmento da educação brasileira, o seminário ‘Biblioteca nas Escolas: da leitura na escola para uma vida de leituras’, acontece gratuitamente na próxima quinta-feira (10), no Teatro Eva Herz, localizado na Livraria Cultura do Shopping RioMar, no Recife. A atividade, que tem entre os principais conteúdos a Lei 12.244/10, referente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/CLISERTAO-2012-Foto-Ricardo-Moura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-34419" alt="Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/CLISERTAO-2012-Foto-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Reunindo professores, escritores e especialistas no segmento da educação brasileira, o seminário ‘Biblioteca nas Escolas: da leitura na escola para uma vida de leituras’, acontece gratuitamente na próxima quinta-feira (10), no Teatro Eva Herz, localizado na Livraria Cultura do Shopping RioMar, no Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade, que tem entre os principais conteúdos a Lei 12.244/10, referente à universalização das bibliotecas escolares no Brasil até o ano de 2020, estará debatendo também temáticas relacionadas à aquisição pública de livros, além das qualificações necessárias para a implantação do modelo proposto, tendo em vista tanto as oportunidades, como as dificuldades atuais do segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, um dos assuntos que serão levantados no evento, o escritor, professor e coordenador de Literatura da Secult-PE, Wellington de Melo, ressalta a importância do diálogo entre educadores, gestores e instituições educacionais. <em>“O seminário é muito oportuno, pois acontece quando estamos em pleno processo de preparação para a construção do PELLLB. Nesse sentido, as discussões suscitadas no encontro poderão oferecer nortes para os debates vindouros nas escutas que estamos preparando para todo o estado”</em>, comentou Wellington.</p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições para o evento já estão encerradas, mas para o público que tiver interesse, ainda será possível se inscrever durante o evento, caso tenham vagas disponíveis. O seminário é uma realização da Editora Cubzac, e possui incentivo cultural do Governo de Pernambuco, por meio da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE).</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><em><strong>Das 9h30 às 11h30 </strong></em><br />
<strong>Mesa 1 &#8211; Lei 12.244/10 da universalização das bibliotecas escolares: caminhos possíveis </strong></p>
<p>- <strong>José Castilho</strong> | Doutor em Filosofia (USP). Professor da UNESP. Exerceu funções de direção editorial na Editora UNESP. Foi Diretor Presidente e Publisher da Fundação Editora da UNESP. Especializou-se em editoração universitária, em políticas públicas de livro e leitura e gestão pública. É Secretário Executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), vinculado aos Ministérios da Cultura e da Educação.</p>
<p>- <strong>Christine Fontelles</strong> | Cientista social (PUC/SP) com MBA em Marketing (FIA/FEA/USP). Co-idealizadora e Diretora de Educação e Cultura do Instituto EcoFuturo. Idealizadora do Programa Ler é Preciso, voltado para criação e qualificação de políticas de inclusão na cultura escrita. Coordenadora da campanha Eu Quero Minha Biblioteca. Fundadora da Centhral do Brasil, consultoria em projetos de educação para a leitura e educação para a sustentabilidade.</p>
<p>- <strong>Fernando Burgos</strong> | Mestre e Doutor em Administração Pública e Governo (FGV-EAESP). Professor do Departamento de Gestão Pública, Vice-Coordenador do Curso de Graduação em Administração Pública e Coordenador Geral do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (CEAPG/FGV-EAESP). Membro do Observatório Latino Americano da Inovação Pública Local. Atua como consultor para municípios e institutos empresariais.</p>
<p>- <strong>Lourival Pinto</strong> (Mediador) | Doutor em Ciência da Informação (USP). Mestre em Ciências da Comunicação (USP). Foi Professor Adjunto no Departamento de Ciência da Informação (UFPE e UFSCar). É Professor Adjunto III no Departamento de Ciência da Informação (UFPE). Trabalha com os temas: bibliotecas públicas, escolares e comunitárias, incentivo à Leitura, formação de leitores, organização da Informação, mediação cultural e Literatura.</p>
<p><em><strong>Das 11h45 às 13h45</strong></em><br />
<strong>Mesa 2 – Aquisição pública de livros: visão do processo</strong></p>
<p>- <strong>Daniela Montuani</strong> | Professora do centro universitário Estácio de Belo Horizonte. Parecerista do Programa Nacional Biblioteca da Escola &#8211; PNBE desde 2007 e coordenadora adjunta deste programa no ano de 2015. Formadora e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e escrita &#8211; CEALE/FaE/ UFMG, com pesquisas de mestrado e doutorado voltadas para o impacto das políticas públicas de distribuição de livros nas escolas.</p>
<p>- <strong>Shirley Malta</strong> | Graduação em Licenciatura e Bacharelado em Psicologia (UNICAP). Mestrado em Psicologia Cognitiva (UFPE). Professora da Pós-Graduação na UPE &#8211; Campus Mata Norte e FAFIRE. Gerente de Políticas Educacionais do Ensino Fundamental (anos finais) da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.</p>
<p>- <strong>Renata Jatobá</strong> | Graduação em Pedagogia (FAFIRE). Mestrado em Educação (UFPE). Atualmente é Doutoranda em Educação (UFPE). Gerente Geral de Planejamento e Monitoramento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação do Recife/PE.</p>
<p>- <strong>Cida Fernandez</strong> | Graduação em Biblioteconomia (UFPE). Atua no acompanhamento e implantação de bibliotecas comunitárias, públicas e escolares. Integra a equipe do Programa Direito à Leitura do Centro de Cultura Luiz Freire, onde responde pela consultoria ao Programa Prazer em Ler (Instituto C&amp;A de Desenvolvimento Social). Coordena o projeto Mais Bibliotecas Públicas. Conselheira no Conselho Setorial do Livro, Leitura e Literatura (CSLLL).</p>
<p>- <strong>Érica Verçosa</strong> (Mediadora) | Especialista em literatura infantil. Assessora pedagógica do Programa Prazer em Ler (Instituto C&amp;A de Desenvolvimento Social), acompanhando bibliotecas comunitárias em vários municípios do Brasil. Coordenadora Pedagógica do Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns &#8211; PE (FILIG). Coordenadora do projeto Coisas que se contam nas Olindas &#8211; Histórias e Música. Integrante do grupo Grão de Histórias.</p>
<p><em><strong>Das 15h45 às 17h45</strong></em><br />
<strong>Mesa 3 – Setor do livro, leitura, literatura e bibliotecas: dificuldades e oportunidades</strong></p>
<p>- <strong>José Luiz Goldfarb</strong> | Mestrado em Filosofia e História da Ciência (McGill University, Canadá) e doutorado em História da Ciência (USP). Professor e coordenador do Programa de Estudos Pós-Graduados em História da Ciência (PUP-SP). Coordenador do projeto #Rede MIS, no Museu da Imagem e do Som/SP. Foi curador do Prêmio Jabuti por mais de duas décadas. Possui experiência com bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura.</p>
<p>- <strong>Volnei Canônica</strong> | Graduação em Comunicação Social &#8211; Relações Públicas e especialização em Literatura Infanto-Juvenil (UCS). Membro do Programa Permanente de Estímulo à Leitura &#8211; Livro Meu. Na Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, assessorou projetos de leis de incentivo. Coordenou o programa Prazer em Ler do Instituto C&amp;A de Desenvolvimento Social. Diretor da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB/Minc).</p>
<p>- <strong>Wellington de Melo</strong> | Escritor, professor e tradutor. Semifinalista do Prêmio Portugal Telecom, com o romance Estrangeiro no labirinto.  Um dos idealizadores da FreePorto e produtor do talk-show Laboratório &#8211; Literatura &amp; Crítica, em Recife (PE). Atuou como Coordenador de Conteúdo da Bienal Internacional do Livro &#8211; PE. Idealizador do Festival Internacional de Poesia do Recife. É Coordenador de Literatura da Secult-PE e editor do selo Mariposa Cartonera.</p>
<p>- <strong>Deborah Echeverria</strong> | Graduação em Design Gráfico e mestrado em Comunicação e Informação pela UFPE. Diretora e editora da Editora Cubzac. Atuou por duas décadas como diretora de criação da empresa Meios Comunicação. Planeja e executa projetos relacionados à Literatura e formação de leitor. Idealizadora do Seminário Biblioteca nas Escolas: da leitura na escola para uma vida de leituras.</p>
<p>- <strong>Roberto Azoubel</strong> (Mediador) | Graduação em Ciências Sociais &#8211; área de concentração em Antropologia (UFPE). Mestrado e Doutorado em Literatura brasileira (PUC-Rio). Trabalha e pesquisa as políticas públicas de cultura, atuando como assessor técnico da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (RRNE/MinC).</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Seminário Biblioteca nas Escolas: da leitura na escola para uma vida de leituras</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> quinta-feira, 10 de março<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h30 às 17h45<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Eva Herz &#8211; Livraria Cultura do Shopping RioMar<br />
<strong>Publico alvo:</strong> profissionais de Educação e Cultura, bibliotecários, editores, escritores etc.<br />
<strong>Mais informações:</strong> bibliotecanasescolas@gmail.com<br />
<em>Entrada gratuita</em> <strong>(Inscrições no local, dependendo do número de vagas que ainda estiverem disponíveis)</strong>.</p>
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		<title>Lu Rabelo e Anaíra Mahin lançam no Recife o box ‘Cordéis d’As Cumade’</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2015 15:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Anaíra Mahin e Lu Rabelo]]></category>
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		<description><![CDATA[Com motes populares, que exploram temas como sentimentos e tradições culturais, a dupla de poetisas As Cumade, composta por Anaíra Mahin e Lu Rabelo, lança nesta quinta-feira (10), o box ‘Cordéis d’As Cumade’. O evento acontece às 19h30, na Livraria Cultura do Bairro do Recife. A publicação, que possui incentivo do Governo de Pernambuco, por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32308" aria-labelledby="figcaption_attachment_32308" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/As-Cumade-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-32308" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/As-Cumade-4-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;As Cumade&#8217; também celebram no lançamento 9 anos de trabalhos em parceria.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com motes populares, que exploram temas como sentimentos e tradições culturais, a dupla de poetisas <em>As Cumade</em>, composta por Anaíra Mahin e Lu Rabelo, lança nesta quinta-feira (10), o box ‘Cordéis d’As Cumade’. O evento acontece às 19h30, na Livraria Cultura do Bairro do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">A publicação, que possui incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, agrega os cordéis ‘Quando eu ia ele voltava&#8230;’ (2006), ‘Com Ciência de Cumade’ (2008), ‘Cordel do Carma Amoroso’ (2010) e ‘As Ciganas do Egito’ (2014).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/As-Cumade.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-32309" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/As-Cumade-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Historicamente, a literatura de cordel está ligada ao universo masculino. O diferencial do box são as vivências conhecidas pela dupla no Sertão do Pajeú, explorando na linguagem de mulheres, temas como a paixão e as raízes culturais existentes na região”</em>, explica Lu Rabelo, que também é cantora e compositora, tendo sua carreira como cordelista reconhecida a nível nacional, através da sua primeira publicação ‘O Cordel da TV Digital’, em 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">Anaíra Mahin, além de poetisa e cantora, também possui a carreira dedicada aos segmentos de teatro, arte circense e literatura. É autora do zine RevistaZLUNDU, publicado em 2006, agregando reflexões sobre arte, ciência e as atribuições existentes no convívio de homens com animais.</p>
<p><strong> Serviço:</strong><br />
<strong><em>Lançamento do box ‘Cordéis d’As Cumade’</em></strong><br />
<strong>Quando:</strong> quinta-feira, 10 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 19h30<br />
<strong>Local:</strong> Livraria Cultura do Paço Alfândega (Rua Madre de Deus, s/nº, bairro do Recife)<br />
<strong>Valor do box:</strong> R$ 25</p>
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		<title>Fabiana Moraes lança luz sobre o olhar subjetivo no jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 14:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Michelle Assumpção O livro Nascimento de Joicy – Transexualidade, jornalismo e os limites entre repórter e personagem, da jornalista e socióloga pernambucana Fabiana Moraes, será lançado nesta terça-feira (12), no Recife (Livraria Cultura do Paço Alfândega), às 19h. Na ocasião, haverá sessão de autógrafos e um bate-papo com a autora e três convidadas: Joicy, cabeleireira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24617" aria-labelledby="figcaption_attachment_24617" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/RLPC4080.jpg"><img class="size-medium wp-image-24617   " alt="Rodrigo Lobo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/RLPC4080-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro da jornalista é fruto de uma série de reportagem publicada, em 2011, no JC</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Michelle Assumpção</strong></p>
<p>O livro <em>Nascimento de Joicy – Transexualidade, jornalismo e os limites entre repórter e personagem</em>, da jornalista e socióloga pernambucana Fabiana Moraes, será lançado nesta terça-feira (12), no Recife (Livraria Cultura do Paço Alfândega), às 19h. Na ocasião, haverá sessão de autógrafos e um bate-papo com a autora e três convidadas: Joicy, cabeleireira trans, personagem da reportagem <strong><a href="http://www2.uol.com.br/JC/especial/joicy/" target="_blank"><em>O nascimento de Joicy</em></a></strong>, Maria Clara Araújo, mulher trans, estudante de Pedagogia da UFPE, conhecida por ser uma das 95 transexuais autorizadas a usar o nome social no Enem 2014, e Viviane Vergueiro, transfeminista e pesquisadora na área de gênero pela UFBA.</p>
<p>É o quarto livro da jornalista, mas ela sente como sendo o primeiro. Fabiana escreveu <em>Os Sertões</em> (2010), <em>Nabuco em pretos e brancos</em> (2012) e <em>No país do racismo institucional</em> (2013), todos frutos de reportagens especiais. <em>O Nascimento de Joicy</em>, no entanto, foi além da reportagem publicada no<em> Jornal do Commercio </em>(JC), onde ela é repórter especial. A reflexão sobre a relação – na maioria das vezes, conflituosa – desenvolvida com sua personagem, demandou capítulos a mais. Não é uma questão de contar os bastidores de uma notícia, mas de pensar sobre um jornalismo mais subjetivo, onde noções aprendidas na faculdade, tais como o que é notícia, hierarquização das informações, as indefectíveis perguntas (quem, quando, onde, como, por que?), podem e precisam urgentemente ser questionadas.</p>
<p>Através de uma narrativa densa, que mescla vida real e conceitos acadêmicos, e que considera os muitos outros lados de uma história, Fabiana ilumina dois temas distintos: transexualidade e jornalismo. Enriquece um debate que é urgente que seja feito a respeito dessas duas questões: no universo trans, a necessidade de se conhecer, desnaturalizar os discursos; no jornalismo, a fim de atender a urgente demanda da sociedade que anseia por mais qualidade e ética na informação.</p>
<p>Confira a entrevista que a jornalista concedeu ao <strong>Cultural.PE</strong> sobre a obra:</p>
<p><strong>1- Este é seu quarto livro, mas você sente como sendo o primeiro. Por quê?</strong><br />
É que esse eu escrevi além da reportagem. A primeira parte do livro é a reportagem da série, mas a segunda é uma analise critica minha sobre minha relação com ela (Joicy), que foi uma relação conflituosa muitas vezes, dolorida, permeada por muita solidariedade, porém, também discussões feias. Eu fiquei com muita raiva. Às vezes, eu queria não falar com ela durante um bom tempo, abro o segundo capítulo falando isso. Então, o que aconteceu me colocou em situações que jornalismo nenhum vai ensinar. Na verdade, a prática da profissão vai lhe colocar continuadamente nesse tipo de desafio. Eu posso ter passado por tudo isso com Joicy, mas amanhã posso encontrar um novo personagem que vai me colocar à prova novamente, e desconstruir coisas técnicas que você, como repórter, vai assumindo.</p>
<p><strong>2- A escrita dessa reportagem só começa após um longo período de apuração. Como foi a tua preparação e organização para escrever?</strong><br />
Eu tinha pedido licença do jornal para escrever a minha tese de doutorado. Estava em casa, mas, às vezes, era custoso, solitário&#8230; E, aí, eu já tinha vontade de fazer uma reportagem com um só personagem e eu queria escrever sobre transex, pois, eu sempre pensava como é estar num mundo com um corpo com o qual você não se identifica. Comecei a fazer umas visitas, uma pesquisa de campo. Um dia na semana, deixei a tese de lado e saí para escrever isso. Encontrei com Joicy num dia de atendimento no Hospital das Clínicas, ela ia ser a próxima. Eu não percebi que era uma mulher. Ela levantou a mão e disse: “eu sou a próxima”. E, isso, gerou em mim um interesse maior, pois percebi que as transexuais não gostavam que ela ficasse por perto. Elas não a tratavam muito bem, por não ter cabelão, brinco, batom. Isto é, a identidade do socialmente percebido como feminino, e, por isso, ela era colocada do lado. Pensei, “e ainda tem isso?”. Mas, ao mesmo tempo, ela muito segura. Uma coisa que ela tem de muito incrível é a autoestima. Comecei a conversar com ela, fui à casa da irmã. Ela vinha do município de Alagoinha. Quando esses encontros começaram a ser mais frequentes, comecei a perceber características dela, senti que não iriam ser muitos fáceis para mim. Durante essa relação comecei a acompanhar, via as coisas acontecendo. Tipo, a pessoa que ela amava indo embora, dizendo que não podia ficar com ela. Ela ficou muito mal quando ele foi embora. Chorou muito. Também nunca me coloquei como amiga, mas às vezes dizia algumas coisas. Eu não sabia que ia virar isso. Então, eu não me preparei porque eu não esperava. E quando você não se prepara o aprendizado é outro.</p>
<p><strong>3- Os conceitos que permeiam a discussão do transgênero são muito novos e, mesmo entre as pessoas que respeitam e buscam entender mais este universo, ainda existem muitos erros de abordagem. Como foi para você se debruçar sobre esse tema? E como você percebe essa questão ser tratada na sociedade?</strong><br />
Somente nos últimos cinco, três anos, se intensificou mais. Nas universidades, a matrícula é pelo nome que a transexual ou a travesti usa, mas alguns órgãos atualmente começam a fazer isso e abre toda uma questão, mas é um tipo de assunto que traz holofotes para essa história. <em>O Nascimento de Joicy</em> foi a matéria que eu fiz que mais gerou identificação nas pessoas. Uma figura que muita gente não conseguia compreender, mas que, quando chegam mais perto da história de vida dela, todo mundo se identifica. E sabe por quê? Todo mundo quer ser amado, quer conforto, quer respeito. Quem não se identifica com a história de alguém que busca se colocar no mundo e que os outros a vejam de uma maneira respeitosa e querida? Eu acho que quando você fica sabendo desse tipo de história e passa a observar mais que as pessoas, trans ou não, têm vontades de vida iguais as suas, isso vai diminuindo a distância. A questão LGBT, de maneira geral, foi ficando mais palatável para um público que nem queria ouvir falar. Mas a gente ainda usa muito termo errado. Eu usei na matéria “mudança de sexo”, que não existe, é redesignação sexual, no livro eu me corrijo.</p>
<p><strong>4- A literatura para o tema é acessível?</strong><br />
Para <em>Joicy</em>, eu não precisei de uma literatura. Óbvio, que depois eu fui ler sobre isso, mas acho que quando comecei a ir para a literatura, já sabia o que eu queria fazer, a matéria estava pronta. O que veio depois de Joicy é que acabou me levando para a literatura. Porque, na verdade, o que eu estudo é sociedade, consumo, comunicação, jornalismo. Eu não discutia gênero. Mas percebi que começou a vir muito com <em>Fale com Ela</em>, <em>Joicy</em>, <a href="http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2011/05/28/luisa-marilac-e-o-sonho-de-ser-aceita-5782.php" target="_blank"><strong><em>Luisa</em></strong></a>, e fui fazendo outras, lendo coisas, era chamada a participar de bancas, mas não era o foco naquele momento. Nunca me passou pela cabeça quando eu comecei a fazer, mas depois pensei. Tenho um tio homossexual, e tenho lembranças dele desde a época de criança. Depois, com o passar dos anos, eu percebi que esse meu tio era travesti. Ele trabalhou como travesti. Fui recuperando minhas lembranças de infância e lembro que ele era alvo de piada o tempo todo. Isso nunca me veio à cabeça, mas, quando comecei a ter contato com as travestis, vi que tinha muito essa questão que eu trazia comigo, que é como você pode viver no mundo sendo constantemente questionado por sua presença.</p>
<p><strong>5- O livro traz a discussão da subjetividade no jornalismo. A relação que se estabeleceu pós-narrativa te levou a outro tipo de “fazer jornalístico”. Quando você percebeu que essa história por traz da notícia era relevante e precisava ser contada?</strong><br />
Essa relação, que se impôs e foi construída entre nós (Joicy e eu), me colocou o tempo todo à prova como jornalista. Eu não era uma jornalista inexperiente quando encontrei Joicy. Já tinha 13, 14 anos de redação. E, isso, me fez refletir muito sobre a prática da gente, sobre como a gente faz, o que chamamos de fonte, de personagem, de jornalismo humanizado, e que virou um tanto clichê: pauta, notícia, a ideia de notícia é completamente elitizada – o que, quando, como, onde, quem – e a partir dessa relação perceber o nível de subjetividade que estava imposto. Quando resolvi escrever a matéria, o tipo de texto, queria que fosse o mais seco possível. A partir do momento em que eu escrevo que Joicy tem na geladeira um pimentão, e ela chega ao hospital, e ouve que café se toma em casa (Joicy pede um café ao seu médico, durante consulta, que lhe nega), o que eu preciso mais escrever? Ao mesmo tempo, tenho que estar atenta pra isso. Quando comecei a falar de subjetividade, sem negar a objetividade, é muito pensando nesses pormenores que se colocam.</p>
<p><strong>6- O jornalismo ensina a fazer recortes de situações e realidade. A proposta da subjetividade é então ampliar e enxergar o contexto maior?</strong><br />
Ou, então, dentro desse recorte, você ser o mais rico possível, onde não coloque de lado questões fundamentais para que ele não seja falso, e também admitindo os limites desse recorte. Eu me lembro de que, quando fiz <a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/sertoes/" target="_blank"><strong><em>Os Sertões</em></strong></a>, queria trazer um sertão fora dos limites. Queria ir pra um lugar que não conhecia e voltar para falar desse lugar. Minha premissa era essa: “não conheço o Sertão. O sertão que Euclides da Cunha falou naquela época, eu quero falar agora”. Mas eu tinha um tempo, uma quantia, tinha limitações. O que me irrita, às vezes, é o repórter fazendo essas matérias como se fosse aventura. É a vida dos outros. Não suporto essas coisas, de viajar sete mil quilômetros, passar por vários perigos&#8230; Na verdade, você quer se capitalizar com a matéria, não tá falando sobre mundo. Havia toda uma construção midiática sobre o sertão, e não precisei ir tão longe. Quando cheguei em Ibimirim, tinha uma boate gay. Sabe? A gente não vive num mundo congelado, e às vezes a gente insiste em lidar com as coisas como se elas fossem congeladas. E, muitas vezes, o que causa estranhamento é que é muito parecido com a gente, e a gente queria que fosse diferente. Então, acho que temos que estar abertos à outras questões.</p>
<p><strong>7- Seria desnaturalizar o discurso, desconstruir certas crenças?</strong><br />
A pesquisadora Sylvia Moretzsonh, que assina a apresentação d’<em>O Nascimento de Joicy</em>, tem um livro do qual gosto muito,<em> Pensando Contra os Fatos</em>, que trata da desconstrução de um senso comum. O senso comum, às vezes, usando um termo bem papo reto, pode lascar a vida de uma pessoa. Por exemplo, achar que travesti necessariamente é puta. Lembro-me de uma matéria que saiu certa vez no jornal daqui: “Três pessoas foram presas, uma mulher, um homem – não falava o nome das pessoas – e um menor de idade, que era travesti”. Esse era o lead da matéria. Eu conhecia o jornalista que escreveu e liguei, “Posso te fazer uma pergunta?”. “Se você vai manter na matéria que o menor é travesti, coloca também se o homem e a mulher são heterossexuais”. Porque a gente naturaliza mesmo e fica repetindo as coisas. A gente tem que parar de repetir as coisas, sem refletir sobre elas. E a pergunta mais maravilhosa do mundo que precisa ser sempre feita é: por que as coisas são como elas são?</p>
<p><strong>8- Qual tua expectativa com relação à contribuição do livro e dos debates que poderá gerar?</strong><br />
Acredito que o livro contribui para se pensar no tipo de jornalismo que estamos praticando e no tipo de jornalismo que está em plena transmutação. Não existe um modelo único de jornalismo, são vários, todos eles fundamentalmente potentes. Existe, está posto, uma demanda social por uma produção jornalística de qualidade, existe uma demanda enorme de pessoas que são representadas precariamente no espaço midiático, e elas, é obvio, sublinham: &#8220;eu quero que falem sobre mim&#8221;, e, melhor ainda, elas podem se utilizar de vários mecanismos para falarem sobre si próprias. O livro, nesse sentido, abre para uma discussão sobre a desconstrução de um jornalismo que se pautou muito sobre uma verdade universal, uma ideia de verdade única, quando ela não existe. Ao mesmo tempo, vejo <em>O Nascimento de Joicy</em> como um elogio ao jornalismo. Eu ando bem cansada do desmerecimento concedido atualmente aos profissionais da área, que possuem um papel importantíssimo na construção da democracia.</p>
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		<title>MOSTRAPE promove recital e lançamento de livro nesta sexta</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 14:16:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria O palco da Livraria Cultura será ponto de encontro para uma rica discussão, através da poesia, sobre projetos de desenvolvimento e modos de vida nas grandes cidades. O recital leva o nome da antologia criada pelo selo Mariposa Cartonera durante ocupação no Cais José Estelita, em julho deste ano: Inquebrável – Estelita para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><i>com informações da assessoria</i></p>
<p>O palco da Livraria Cultura será ponto de encontro para uma rica discussão, através da poesia, sobre projetos de desenvolvimento e modos de vida nas grandes cidades. O recital leva o nome da antologia criada pelo selo Mariposa Cartonera durante ocupação no Cais José Estelita, em julho deste ano: <em>Inquebrável – Estelita para cima!</em>. O evento acontece nesta sexta (17), às 19h, e é aberto a todos. Mais uma produção da terceira temporada do projeto Nós Pós MOSTRAPE, da produtora Nós Pós, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<div id="attachment_15623" aria-labelledby="figcaption_attachment_15623" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thalita Pereira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/inquebravel_foto_thalita_pereira02_web.jpg"><img class="size-medium wp-image-15623" alt="Thalita Pereira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/inquebravel_foto_thalita_pereira02_web-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poetas se unem no recital que marca o lançamento da 2ª edição da antologia &#8220;Inquebrável &#8211; Estelita para Cima!&#8221;</p></div>
<p>A intervenção poética se utiliza de textos de alguns dos 48 escritores presentes na primeira edição (em dois volumes) da antologia <em>Inquebrável – Estelita para cima!</em> (entre eles Ronaldo Correia de Brito, Marcelino Freire, Antonio Prata e Everardo Norões), além de textos produzidos a partir de movimentos de outras épocas, e que também levantam uma discussão, em algum momento, convergente com o discurso proposto pelo movimento Ocupe Estelita. O recital, com participação dos poetas Gleison Nascimento e Luna Vitrolira, do poeta e músico Thiago Martins e do músico Rodrigo Felix, ressignifica discussões antigas, trazendo a arte ao seu lugar primário: a construção coletiva.</p>
<p>Após o recital, será feito o lançamento da 2ª edição da antologia <em>Inquebrável – Estelita para cima</em>!. O selo Mariposa Cartonera traz para esta edição textos de autores de diversas partes do Brasil e do mundo. As capas dos livros são artesanais, feitas com papelão e pintadas por membros do coletivo Comissão Cartonera, da Bomba do Hemetério. O projeto gráfico é da designer Patrícia Cruz Lima e a organização é de Wellington de Melo. O lançamento acontecerá tão logo termine o recital, às margens do Rio Capibaribe, em frente ao Paço Alfândega (Recife Antigo).</p>
<p>O recital <em>Inquebrável – Estelita para cima!</em> e o lançamento da segunda edição da antologia homônima compõem a programação do próximo evento do MOSTRAPE, projeto realizado pela produtora Nós Pós (dos produtores Alexandre Melo e Hudson Wlamir) com apoio institucional da União Brasileira dos Escritores – Secção PE, apoio da Livraria Cultura e Espaço Pasárgada.</p>
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		<title>“Tatuagem” ganha edição em DVD e Blu-Ray</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 21:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista Fabiana Moraes e a pesquisadora Ângela Prysthon. O encontro acontece na Livraria Cultura (Paço Alfândega), no Bairro do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15465" alt="Flávio Gusmão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>“Tatuagem” é estrelado por Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo García e grande elenco que trazem à tela a história do debochado grupo teatral Chão de Estrelas e o amor que aflora entre Clécio Wanderley, líder da trupe, e o recruta Fininha. O filme vem ganhando colecionando prêmios em diversos festivais pelo país. Entre eles, conquistou quatro kikitos no Festival de Gramado, cinco prêmios no Festival do Rio, outros cinco no Festival de Cinema de Triunfo, além de ser a única produção brasileira indicada ao Prêmio Goya, da Espanha, na categoria Melhor Filme Ibero-Americano.</p>
<p>Com distribuição da Imovision, o DVD/Blu-Ray traz, além do filme em si, material extra, como as apresentações teatrais, na íntegra, do Chão de Estrelas, além dos vídeos Super-8 do professor Joubert, que, no filme, registrava as performances da trupe, além de trailers e making of.</p>
<p><strong>Tatuagem</strong><br />
Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.</p>
<p>A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como TATUAGEM: signo que carregamos junto com nossa história.</p>
<p>Revisitando o cinema novo, flertando com o experimentalismo do super-8 da década de setenta no Brasil e dialogando com o cinema contemporâneo, TATUAGEM procura jogar luz sobre as várias maneiras que podemos ler e interpretar a história e a cinematografia de um país, devolvendo-lhe texturas e cheiros, e abrir uma brecha para vislumbrar uma das faces mais interessantes e complexas do Brasil: a história que nasce na marginalidade dos acontecimentos.</p>
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