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	<title>Portal Cultura PE &#187; livraria jaqueira</title>
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		<title>Vida cotidiana de escritores brasileiros é explorada em livro da Cepe</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 12:50:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eles escreveram romances, poesias, ensaios. Ficaram famosos e entraram para a história da literatura brasileira. Mas não significa que foram imunes a preconceito, paixão não correspondida, falência, picuinha. Escritores são gente como a gente e é dessa forma que Carlos Costa apresenta Tomás Antônio Gonzaga, Aluísio de Azevedo, Machado de Assis, Pagu, Euclides da Cunha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106167" aria-labelledby="figcaption_attachment_106167" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Escritores-sao-humanos.jpg"><img class="size-medium wp-image-106167" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Escritores-sao-humanos-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Escritores São Humanos: Histórias Cotidianas da Literatura Brasileira</p></div>
<p>Eles escreveram romances, poesias, ensaios. Ficaram famosos e entraram para a história da literatura brasileira. Mas não significa que foram imunes a preconceito, paixão não correspondida, falência, picuinha. Escritores são gente como a gente e é dessa forma que Carlos Costa apresenta Tomás Antônio Gonzaga, Aluísio de Azevedo, Machado de Assis, Pagu, Euclides da Cunha e Mário de Andrade, entre outros, no mais recente título da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O livro é lançado no dia 8 de novembro, às 19h, na Livraria Jaqueira do Bairro do Recife (Rua da Madre de Deus, nº 110).<br />
<em>Escritores São Humanos: Histórias Cotidianas da Literatura Brasileira</em> (Cepe Editora, 512 páginas, R$ 60) é fruto de longa pesquisa que levou mais de dez anos para ser traduzida em livro. O autor vasculhou a vida privada de escritores famosos em vasta bibliografia para contar, entre outras curiosidades, as desventuras e as aventuras de Gregório de Matos, poeta baiano do período colonial “que espalhou filhos pelo Brasil e Portugal”; e as dores de amor do expoente do romantismo Gonçalves Dias.<br />
“Fiquei surpreso com algumas descobertas. Só pra citar uma delas: o iniciador do nosso barroco, Bento Teixeira, cometeu feminicídio esfaqueando sua mulher e deixando-a sangrar até a morte”, declara Carlos Costa. De acordo com ele, a informação sobre a morte cruel de Felipa Raposo, a esposa de Bento Teixeira, luso-brasileiro que viveu nos séculos 16 e 17 e escreveu o poema <em>Prosopopeia</em>, consta em <em>Confissão, Poesia e Inquisição</em>, de Luís Roberto Alves.<br />
Carlos Costa expõe o lado nem um pouco doce de José de Alencar, autor de <em>Iracema</em>, a inesquecível virgem dos lábios de mel. Protegido pelo anonimato em artigos de jornal, o romancista esculhambou o poema <em>A Confederação dos Tamoios</em> (1856), de Gonçalves de Magalhães. Numa das críticas, assinadas apenas com as iniciais I.G., ele dizia que “um poeta brasileiro não tem licença para estropear as palavras e fazer delas vocábulos ininteligíveis&#8221;. Tudo isso por não haver sido convidado para compor o grupo da primeira audição da obra, observa o autor.<br />
Saindo do século 19 para o 20 ele mostra a vida de Oswald de Andrade, um dos principais expoentes da primeira fase do modernismo. Poeta, romancista, ensaísta e dramaturgo, Oswald, filho rico da aristocracia cafeeira de São Paulo, deixou a esposa e os filhos mergulhados em hipotecas e dívidas ao morrer. Situação que pode acontecer com qualquer família, comenta o autor. <em>Escritores São Humanos: Histórias Cotidianas da Literatura Brasileira</em> é o livro de estreia de Carlos Costa.<br />
“Já fazia algum tempo que desejava escrever algo que desmitificasse nossos cânones literários, sempre vistos como semideuses infalíveis. Minha ideia era mostrá-los como seres humanos que são, com seus defeitos e virtudes. Uma carta, uma atitude, um gesto ou uma omissão revela, e muito, o quão nossos escritores são humanos, heróis ou bandidos. Ou ambos”, afirma Carlos Costa. Sobre a escolha dos autores ele disse que seguiu a literatura clássica estudada nas escolas brasileiras.<br />
Carlos Costa é formado em psicologia e letras. Trabalhou como psicólogo clínico e fez pós-graduação em linguística. Atualmente é servidor público federal e mora em Olinda (PE).</p>
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		<title>Eduardo Corrêa lança o livro &#8220;Natureza e Arte: Anotações de um Pintor&#8221;, na Livraria Jaqueira</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 14:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual pernambucano Eduardo Corrêa de Araújo lança neste sábado (26), a partir das 16h, o livro &#8220;Natureza e Arte: Anotações de um Pintor&#8221;, na Livraria Jaqueira do Bairro do Recife. A publicação, com mais de 400 páginas, reúne reflexões feitas no papel entre 1973 e 2017, que apresentam aos leitores várias observações sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Natureza-e-Arte-Anotações-de-um-Pintor-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97436" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Natureza-e-Arte-Anotações-de-um-Pintor-2-607x486.jpeg" width="607" height="486" /></a></p>
<p>O artista visual pernambucano Eduardo Corrêa de Araújo lança neste sábado (26), a partir das 16h, o livro &#8220;Natureza e Arte: Anotações de um Pintor&#8221;, na Livraria Jaqueira do Bairro do Recife. A publicação, com mais de 400 páginas, reúne reflexões feitas no papel entre 1973 e 2017, que apresentam aos leitores várias observações sobre o universo artístico ao longo das últimas cinco décadas.</p>
<p>Além do lançamento da obra, Eduardo também apresentará uma exposição individual com 25 obras que demarcam a sua verve artística, marcada pela presença de paisagens naturais. Quase como uma conversa com o leitor, “Natureza e Arte: Anotações de um Pintor” reúne didaticamente esses pensamentos na longa jornada do fazer artístico do, agora, autor &#8211; que se define como um pintor que escreve. Engenheiro de formação e professor do curso de Engenharia da UFPE, Araújo se aproximou das artes plásticas em Olinda, frequentando um estrelado grupo de amigos formado por Guita Charifker, Samico, Zé Claudio, José Barbosa, Luciano Pinheiro, José de Barros, Maurício Arraes e Gil Vicente.</p>
<p>Foi na Marim dos Caetés que seus caminhos artísticos foram fundamentados até o ano de 1978. Nos primeiros passos de sua “criança artística”, Eduardo desenhava à lápis, e com o amadurecimento de seus traços, posteriormente passou para pintura com aquarela e xilogravuras. “Junto a estes artistas, fundamos o Atelier Coletivo (1989-1992) ”, anota Eduardo. Após o pontapé no universo artístico, ainda dividido entre as duas paixões (arte e ensino), foi se dedicar à carreira acadêmica com uma pesquisa de extensão em Londres, em 1978.</p>
<p>A essa altura, o engenheiro já queria sair de cena para entrar no universo do subjetivo. Na Inglaterra, Eduardo vivia uma espécie de puberdade artística, desfrutando de descobertas e de uma maior liberdade na execução de seus movimentos. Todas as novas percepções entusiasmadas acerca das cores, cenários, e rostos tomaram forma nas telas, e registros em cadernos de anotações. No entanto, tudo ainda era muito particular e autodidata.</p>
<p>Ganhando cada vez mais robustez e maturidade em seus olhares e obras, pediu demissão por carta da Universidade e decidiu que viveria de arte. De Londres, o artista pernambucano mudou-se para Saturnia, na região italiana da Toscana, em 1980. A partir desta data, o seu crescimento e desenvolvimento pode ser acompanhado por meio de uma escrita mais robusta, repleta de técnicas, citações de incontáveis livros, conceitos já vivenciados e aplicados. Desde então, a vivência artística dele percorria a ‘idade adulta’, vamos dizer assim, com desafios e execução de obras mais complexas.</p>
<p>Ao longo do livro, é possível perceber a influência das diversas cidades em que Eduardo morou na sua construção enquanto artista e no tipo de discussão que ele promove com a sua escrita tão confessional. Estão lá as passagens por Saturnia, Sioli, Portile, Olinda, Escada, São Luís, Barra de Guabiraba, Caruaru, Fernando de Noronha, Baía Formosa, Florianópolis, Ostuni, Pau Amarelo e Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro “Natureza e Arte: Anotações de um Pintor” &#8211; Eduardo Corrêa de Araújo<br />
Quando: 26 de novembro de 2022 (sábado), às 16h<br />
Local: Livraria Jaqueira (R. Madre de Deus, 110 &#8211; Recife/PE)</p>
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		<title>José Patrício lança o livro &#8220;Percursos de Criação&#8221; na Livraria Jaqueira</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 19:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O exercício de escrever sobre a própria trajetória nas artes pode ser desafiador: memórias, sentimentos e mudanças de compreensão consequentes do tempo são obstáculos para se chegar a uma síntese. Entretanto, o artista plástico pernambucano José Patrício aceitou essa provocação no livro &#8220;Percursos de Criação&#8221;, que terá lançamento nesta quinta-feira (5), das 18h às 20h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86746" aria-labelledby="figcaption_attachment_86746" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/JP_Percuros_de_Criacao_book_FlavioFreire_low_8.jpg"><img class="size-medium wp-image-86746" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/JP_Percuros_de_Criacao_book_FlavioFreire_low_8-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O livro apresenta textos em português e inglês</p></div>
<p>O exercício de escrever sobre a própria trajetória nas artes pode ser desafiador: memórias, sentimentos e mudanças de compreensão consequentes do tempo são obstáculos para se chegar a uma síntese. Entretanto, o artista plástico pernambucano José Patrício aceitou essa provocação no livro &#8220;Percursos de Criação&#8221;, que terá lançamento nesta quinta-feira (5), das 18h às 20h, na Livraria Jaqueira do Paço Alfândega. Com edição do crítico, curador e professor da UFRJ Felipe Scovino, a publicação contou com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e traz um encontro entre autor, biografia, pesquisa e conjunto da obra num modelo de livro de arte.</p>
<p>Na publicação, que é bilíngue, em português e inglês, José Patrício escreve sobre suas descobertas, investigações e experimentações com papel artesanal, dominós, dados, botões, peças plásticas de jogos, entre outros objetos oriundos do comércio popular e de situações corriqueiras que acompanham a vida dos brasileiros. Seguindo, quase sempre, uma lógica matemática ou geométrica, as combinações propostas pelo artista em suas obras geram imagens imprevistas, que se configuram ao longo das montagens e se aproximam muitas vezes das características da pintura e da escultura. O livro aborda as fases de produção, cataloga obras e séries e, acima de tudo, traz o olhar particular do autor, além de contar com várias imagens de arquivo, de obras e um texto acessível, num projeto gráfico leve e atrativo.</p>
<p>A inspiração inicial do livro foi a dissertação de mestrado defendida por José Patrício em 2014, no Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba e da Universidade Federal de Pernambuco. Algumas partes da dissertação foram reescritas e readaptadas a uma linguagem mais acessível, às quais se somam textos novos, escritos pelo artista exclusivamente para o livro. Todo o material foi cuidadosamente preparado pela equipe de edição liderada por Felipe Scovino, mas composta também por Julya Vasconcelos e Bruna Pedrosa.</p>
<p>Ao nos debruçarmos sobre a obra, vemos que o artista situa o seu trabalho no contexto histórico da arte pernambucana e nacional, com início na Escolinha de Arte do Recife (EAR), na década de 1970, e segue em sua expansão nacional e internacional, com destaque para o prêmio do 11º Salão Nacional de Artes Plásticas, a participação na 22ª Bienal de São Paulo, bem como exposições por todo o Brasil e no exterior, em países como Alemanha, Noruega, França, Bélgica, Espanha, Chipre, Argentina, Estados Unidos, China e Hong Kong. Além disso, no livro há imagens de obras que fazem parte de coleções importantes, como o Acervo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), Coleção Gilberto Chateaubriand (MAM-RJ), Pi nacoteca do Estado de São Paulo, Coleção João Sattamini (MAC-Niterói), Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM-Recife) e Fundação Cartier (Paris).</p>
<p>O leitor poderá conhecer detalhes de séries icônicas, como 112 dominós (1999) e Ars combinatoria (1999/2000), assim como trabalhos menos conhecidos, como Série Negra (1998), Estrutura modular II (1986) ou as obras da série Composições, em papel artesanal, produzidas no início dos anos 1980. <em>“Eu sempre me senti atraído pelas possibilidades modulares dos materiais para compor minhas obras. No começo usei bastante papel artesanal, depois passei a utilizar objetos extraídos do cotidiano. Minha pesquisa foi evoluindo a partir, sobretudo, da matemática e da geometria que me guiaram na composição de espirais, movimentos de expansão e retração e na exploração de possibilidades pictóricas não convencionais”</em>, diz José Patrício.</p>
<p>Segundo Felipe Scovino, &#8220;Percursos de Criação&#8221; é um livro que se converte em obra e vice-versa, no momento em que traz a palavra do próprio artista. Para ele, <em>“algo tão celebrado em cartas (vide as mesmas trocadas entre Theo e Vincent Van Gogh), manifestos, agendas, diários, bilhetes, faxes, e-mails, entre tantos outros meios de correspondência e fixação de ideias e imagens — se tornou, eu diria, ao longo do século XX, mais sistematicamente, uma dobra do seu trabalho plástico”</em>.</p>
<p>O livro será distribuído gratuitamente a instituições, bibliotecas, críticos e curadores de arte, mas também estará à venda na Livraria Jaqueira, no Recife, com envio para todo o Brasil, na Galeria Nara Roesler, em São Paulo, e na Galeria Amparo 60, na capital pernambucana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Percursos de Criação&#8221;<br />
Quando: 5 de agosto de agosto (quinta-feira), das 18h às 20h<br />
Onde: Livraria Jaqueira Paço Alfândega (R. Me. de Deus, 110 &#8211; Recife/PE)</p>
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		<title>Zeh Rocha lança seu novo livro, &#8220;Circunavegasons&#8221;, na Livraria Jaqueira</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 14:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais conhecido como músico e compositor, o pernambucano Zeh Rocha, 65 anos, estreia na literatura com o livro de poemas Circunavegasons (Cepe Editora). A obra de 104 páginas é descrita pelo próprio autor como autobiográfica. O lançamento acontecerá na próxima terça-feira (18), às 18h, na Livraria Jaqueira do Recife Antigo. Na ocasião, haverá um pocket [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75438" aria-labelledby="figcaption_attachment_75438" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Zeh-Rocha.jpg"><img class=" wp-image-75438 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Zeh-Rocha-486x486.jpg" width="340" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação marca a estreia do autor no universo das letras</p></div>
<p>Mais conhecido como músico e compositor, o pernambucano Zeh Rocha, 65 anos, estreia na literatura com o livro de poemas <em>Circunavegasons</em> (Cepe Editora). A obra de 104 páginas é descrita pelo próprio autor como autobiográfica. O lançamento acontecerá na próxima terça-feira (18), às 18h, na Livraria Jaqueira do Recife Antigo. Na ocasião, haverá um pocket show acústico com a presença dos músicos também recifenses Alex Mono e Publius. No repertório, canções autorais de Zeh Rocha em parceria com Lenine, Jessier Quirino, Xico Bizerra e Juliano Holanda.</p>
<p>“O poeta nasceu primeiro que o músico”, disse Zeh Rocha, que começou a escrever ainda na adolescência, aos 17 anos, no Colégio de Aplicação. “Participava da semana de arte que tínhamos anualmente. Naquela época já escrevia poesia e fazia música e escrevia poemas. Esses poemas se perderam nas minhas itinerâncias &#8211; já morei em São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Mas (o artista visual) Paulo Bruscky ficou com eles. Pretendo publicá-los mais tarde”, adianta Zeh.</p>
<p>Um dos fundadores da banda Flor de Cactus, em 1973, contemporânea ao Quinteto Violado e Banda de Pau e Corda, Zeh conta que o trabalho como letrista e jornalista o influenciou a organizar os poemas, dos anos 1970 até agora. “O livro é autobiográfico porque mostra como eu me relaciono com a ecologia. Também presto homenagens a poetas e artistas como Erickson Luna, Abelardo da Hora, Ascenso Ferreira e João Cabral de Melo Neto”, define. A realidade social contemporânea, e sentimentos como amor e paixão, além da espiritualidade também são temas abordados pelo escritor em seus poemas.</p>
<p>“Neste volume em que poemas transformados em letras de canções se misturam a poemas sem música, existe uma continuidade entre os dois gêneros, porque a dicção é a mesma, as imagens brotam da mesma memória afetiva, os temas são recorrentes e familiares a quem já conhece a obra musical de Zeh Rocha e agora se depara com novidades, descreve o prefaciador da obra, o poeta paraibano e amigo Bráulio Tavares. Para ele é a natureza o pano de fundo constante da poesia do amigo poeta , “principalmente a natureza marítima e praieira, reconstituída em versos com singeleza de cantoria popular e sutilezas de poesia erudita”. Exemplo é o poema Bar Holandês:</p>
<p style="text-align: right;"><em>“O piano marinho / me prende com semitons / lambe meu</em><br />
<em> corpo / com suas teclas / ao ritmo de um blues”.</em></p>
<p>Premiado no concurso literário da prefeitura em 2011, o artista revela que só conseguiu publicar agora o livro pela agenda repleta de shows. Mas agora a carreira como escritor deve engrenar. “Já tenho outro livro de poemas no prelo, que deverá se chamar Elogio à musa”, anuncia o autor.</p>
<p>A escolha do título do livro, um trocadilho com sua verve musical, vem da ação de navegar em círculos, segundo Zeh. “Tem a ver com a vida. Já morei em várias cidades, viajei muito por Pernambuco. Sou um navegador tanto na vida material quanto na vida espiritual”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Circunavegasons (Cepe Editora), de Zeh Rocha<br />
Quando: 18 de fevereiro (terça-feira), às 18h<br />
Onde: Livraria Jaqueira do Recife Antigo<br />
Preço: R$ 25 ( livro impresso); R$ 7,50 (e-book)</p>
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		<title>Encontro no Recife reúne players do mercado nacional e internacional de cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 15:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ficcionalizar - Ficcionalização de séries documentais para TV]]></category>
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		<description><![CDATA[O &#8220;Ficcionalizar &#8211; Ficcionalização de séries documentais para TV&#8221; realiza um encontro com players do mercado nacional e internacional, no próximo sábado (28/12), a partir das 14h, no auditório da Livraria Jaqueira do Paço Alfândega. O encontro traz nomes como Kleber Mendonça Filho, corroteirista e codiretor do premiado Bacurau e Emilie Lesclaux, produtora de &#8220;Bacurau&#8221;, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74279" aria-labelledby="figcaption_attachment_74279" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/kleber-emilie.jpg"><img class="size-medium wp-image-74279" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/kleber-emilie-607x343.jpg" width="607" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça são uns dos convidados do evento, que acontecerá na Livraria Jaqueira</p></div>
<p>O &#8220;Ficcionalizar &#8211; Ficcionalização de séries documentais para TV&#8221; realiza um encontro com players do mercado nacional e internacional, no próximo sábado (28/12), a partir das 14h, no auditório da Livraria Jaqueira do Paço Alfândega. O encontro traz nomes como Kleber Mendonça Filho, corroteirista e codiretor do premiado Bacurau e Emilie Lesclaux, produtora de &#8220;Bacurau&#8221;, &#8220;Aquarius&#8221; e &#8220;O Som ao redor&#8221;; Hilton Lacerda, roteirista e diretor de vários longas e séries de TV; Marcelo Pedroso, diretor e documentarista; e Milena Evangelista, especialista em estudos cinematográficos e TV, exporão dados de mercado, cadeia produtiva, tecnologias e linguagens de produtos para televisão.</p>
<p>A produção audiovisual brasileira saltou de volume nas últimas décadas, inclusive em séries para TV. O mercado nacional de produtos para TV se expandiu por iniciativas de editais públicos, recursos privados de programadoras e exibidoras, serviços de <em>streaming</em>, exigência legal de cota de conteúdo, bem como pelo crescente interesse do público. O documentário é ainda o formato mais veiculado na TV paga dentre os segmentos de programação que receberam aportes públicos e privados, mas outros formatos ganham espaço, como o doc ficção. Daí, a ênfase do evento na formação de profissionais do nordeste para atuar e desenvolver séries documentais para TV. Voltado para estudantes de cinema/audiovisual, comunicação social, produção cultural, realizadoras e realizadores da área, o evento é uma excelente oportunidade de capacitação no setor.</p>
<p>O evento, produzido pela Baba Filmes, conta ainda com quatro Laboratórios de Formação e tem patrocínio do Fundo Setorial do Audiovisual, através do edital #AudiovisualGeraFuturo da Secretaria do Audiovisual (SAV) e Agência Nacional do Cinema (ANCINE).</p>
<p>Maiores informações sobre o evento: +55 81 99687-3531 / +55 81 993121337 / <strong>babaprodutora@gmail.com</strong>.</p>
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