<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; livro</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/livro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Livro da Cepe mostra o múltiplo talento do artista plástico Petronio Cunha</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-mostra-o-multiplo-talento-do-artista-plastico-petronio-cunha/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-mostra-o-multiplo-talento-do-artista-plastico-petronio-cunha/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 12:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120967</guid>
		<description><![CDATA[Ao analisar as artes e os ofícios de Petronio Cunha, 84 anos, o arquiteto e pintor Luciano Pinheiro afirma que a obra deste artista gráfico e plástico “tem na diversidade a sua magia”. Petronio é múltiplo ao se tratar das técnicas utilizadas e do processo criativo. De ferramentas nas mãos, do estilete ao pincel, este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"></div>
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">
<div id="attachment_120968" aria-labelledby="figcaption_attachment_120968" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-09.55.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120968" alt="Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-09.55.38-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Petronio Cunha</p></div>
<p>Ao analisar as artes e os ofícios de Petronio Cunha, 84 anos, o arquiteto e pintor Luciano Pinheiro afirma que a obra deste artista gráfico e plástico “tem na diversidade a sua magia”. Petronio é múltiplo ao se tratar das técnicas utilizadas e do processo criativo. De ferramentas nas mãos, do estilete ao pincel, este paraibano de Campina Grande, filho adotivo e radicado em Olinda há 27 anos, dá forma a recortes em papel, gravuras, escrituras, desenhos, cartazes e azulejos. A síntese da sua capacidade inventiva está no livro Recorte gráfico – Petronio Cunha, a ser lançado pela Cepe Editora no dia 31 de outubro (sexta-feira), no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. O título tem a coordenação editorial de Júlio Cavani, a curadoria de Antônio Paes e a idealização e diagramação de Germana Freire. No lançamento, haverá a exposição Gráfica pernambucana &#8211; Um episódio, com 16 telas de Petronio.</p>
<p>“É só por meio de uma visão panorâmica como a oferecida por Recorte gráfico que é possível entender melhor a importância dessa figura indispensável para a arte brasileira e nordestina”, afirma o editor da Cepe, Diogo Guedes. A obra de 300 páginas reúne mais de 400 imagens e sete textos. A maioria das imagens reproduz peças do artista e, segundo o editor, “dimensiona o seu trabalho na arte e no design e apresenta o esmero e a complexidade dos seus traços, escrituras, gravuras, recortes, azulejos e cartazes”. Entre os textos estão artigos sobre a sua produção gráfica do artista e a sua história na arte da azulejaria.</p>
<p>No artigo que assina, a pesquisadora e professora do Departamento de Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Isabella Ribeiro Aragão defende que Petronio, além de arquiteto e artista gráfico, merece ser lembrado como letrista e designer gráfico. “Seu trabalho tem um valor primordial para a área tipográfica pelos processos manuais que geraram diversas formas de letras”, diz. Ela define Petronio como um letrista muito habilidoso, característica proveniente “da experimentação de diferentes meios para formalizar uma gama de conteúdos e, em especial, a criação de desenhos de letras”. Apesar disso, Isabella argumenta que o artista não deve ser definido como tipógrafo.</p>
<p>A faceta do artista na arte dos azulejos é analisada por Luiz Amorim, arquiteto e urbanista, no texto Alumbrar, verbo transitivo mais-que-direto. Para este, a produção de Petronio em tal campo é tão expressiva e investigativa quanto o que caracteriza o conjunto da sua obra, embora se distingua das demais produções artísticas por sua condição de arte urbana e plena associação com a arquitetura e a cidade. “Ela se faz interior e exterior, arquitetônica e urbana; imbricada a superfícies e volumes de bordas definidas, mas também de bordas livres ou em fragmentos”, detalha. Amorim assegura que o azulejar de Petronio é diverso em dimensão, geometria, suporte, tipo e expressão artística, e, acima de tudo, fonte de alumbramento. Exemplo disso são os azulejos da Catedral Anglicana do Bom Samaritano, em Boa Viagem, no Recife.</p>
<p>Criações de Petronio Cunha ganharam ruas e galerias de arte, contudo o historiador e arqueólogo Plínio Victor mostra ser o ateliê do artista o lugar de guarda de tesouros, uma caverna. Este lugar de Olinda, na concepção de Plínio, seria a Caverna do Varadouro, comparando-a a furnas arqueológicas famosas, como as do Seridó (RN) e de Chouvet (França). “Por toda parte nas paredes da caverna há muitos recados de festas da cidade, pois essa caverna tem a agitação agoniada, neurastênica, de um tempo e de uma aldeia diferente das outras, mas, e ainda assim, é uma caverna como as outras”, descreve. E por que iguais? O historiador alega que a Caverna do Varadouro, tal qual as cavernas potiguar e francesa, foi grafada, riscada, pintada para além do seu lugar físico.</p>
<p>Júlio Cavani conta que a proposta do livro surgiu de uma parceria entre a Cepe e o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco ((MAC-PE), localizado em Olinda. &#8220;Petronio foi o artista que criou a marca do MAC, mas ainda não havia sido produzida uma publicação que transmitisse a grandiosidade de sua obra&#8221;, afirmou, enfatizando que o artista e designer tem importância local e nacional. Ainda, segundo Cavani, o trabalho de Petronio é ainda importante para a identidade cultural de Olinda enquanto cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, título declarado pela Unesco, em 1982.<br />
<strong>Sobre o artista</strong><br />
Nascido em Campina Grande (PB), em 1941, Petronio dos Santos Cunha estudou Arquitetura na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de 1964 a 1968. Após o término do curso, em 1969, mudou-se para Brasília (DF) com o objetivo de se aprofundar na Comunicação Visual e depois, ainda no mesmo ano, para São Paulo (SP), onde se dedicou à área gráfica. Foi em São Paulo que começou a desenhar artisticamente. O passo seguinte foi Paris (França), cidade em que residiu de 1971 a 1973, quando retornou a São Paulo e descobriu a arte do recorte em papel, que se assemelha à técnica da xilogravura. Petronio mora desde 1978 em Olinda, para a qual criou, ao trabalhar na prefeitura, a identidade visual de cidade patrimônio e que ainda é referência. Ao longo da carreira, o artista participou de várias exposições coletivas e realizou exposições individuais, sendo a última destas em 2019, em Olinda. Em 1996, ganhou o CorelDraw International Design Contest, concurso promovido pela empresa canadense de softwares.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-mostra-o-multiplo-talento-do-artista-plastico-petronio-cunha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mepe recebe lançamento do primeiro romance de Fábio Andrade no dia 10</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mepe-recebe-lancamento-do-primeiro-romance-de-fabio-andrade-no-proximo-dia-16/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mepe-recebe-lancamento-do-primeiro-romance-de-fabio-andrade-no-proximo-dia-16/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120042</guid>
		<description><![CDATA[Um jornalista de luto pela morte da companheira vai a uma ilha perdida no Atlântico para fazer uma reportagem sobre aparições de discos voadores. Lá, ele enfrenta o desafio de viver acuado por uma ausência permanente, traumática e repentina. É a partir desse enredo que o escritor conduz seu primeiro romance, Coisas Distantes, da Companhia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120043" alt="Foto: Leopoldo Conrado Nunes/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Um jornalista de luto pela morte da companheira vai a uma ilha perdida no Atlântico para fazer uma reportagem sobre aparições de discos voadores. Lá, ele enfrenta o desafio de viver acuado por uma ausência permanente, traumática e repentina. É a partir desse enredo que o escritor conduz seu primeiro romance, Coisas Distantes, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O livro será lançado em 10 de setembro (quarta-feira), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco, localizado nas Graças, bairro da Zona Norte do Recife, e em 16 de setembro (terça-feira), na Livraria Ponta de Lança, em São Paulo, às 19h.</p>
<p>Nas 172 páginas de Coisas Distantes o leitor acompanha o jornalista numa ilha sem nome, de pouco mais de nove quilômetros quadrados, na costa do Espírito Santo. No local, onde funciona uma base militar, há relatos frequentes de desaparecimentos de pessoas e fenômenos inexplicáveis, como luzes e estranhos objetos avistados por marinheiros e visitantes. O protagonista, sem nome em quase todo o livro, só é apresentado como Adriano quando não está mais presente na história.</p>
<p>“Há um sentido na ausência dos nomes dele e da ilha na maior parte do livro. É como se eles estivessem sintonizados, e se fundissem, gradativamente. Os nomes, na ficção, nunca são gratuitos. Além dos significados que podem evocar, eles definem, fixam. Adriano é um ser em trânsito, na passagem para algo que desconhece e que, ao mesmo tempo, o atrai. Como a ilha, ele é um lugar de passagem. Apenas quando desaparece, seu nome aparece. Sugerindo assim que só se pode falar da vida de alguém, dizer quem foi ele, quando não está mais entre os seus”, declara Fábio Andrade.</p>
<p>Enquanto investiga os acontecimentos misteriosos na ilha, Adriano se envolve com Olívia, universitária que realiza trabalho de mestrado sobre isolamento em regiões distantes. Mas não consegue esquecer Eduarda, com quem tinha construído uma relação sólida. “Toda a minha mente está ocupada por Duda, por sua ausência”, ressalta. Num caderno, ele descreve seu luto, a depressão e as crises de ansiedade. “Meus dias são reféns de uma matemática enlouquecedora. Calculando horas, minutos, decisões, faltas, ausências; buscando de maneira absurda um caminho paralelo, um desvio no tempo irreversível, como se pudesse alterar o que aconteceu”, pontua o jornalista em suas anotações.</p>
<p>“O protagonista está aclimatado à nossa época. Sofre das mazelas que um tempo pós pandêmico oferece aos sobreviventes. Eu mesmo fui vítima da forma grave da covid 19, com complicações que poderiam ter me matado. A morte de Eduarda, a companheira do protagonista, passou a ser por covid numa das últimas versões do romance, versão concluída enquanto eu mesmo me recuperava em casa, fazendo fisioterapia pulmonar e tendo que lidar com os efeitos da chamada ‘covid longa’”, afirma Fábio Andrade.</p>
<p>De acordo com o escritor, um texto literário espelha direta ou indiretamente a sua época. “A ficção tem essa capacidade de testemunhar um momento sem abandonar sua potência imaginativa, inventiva. Em todo personagem colocamos muito de nós, misturando, porém, com a vida de tantos outros, conhecidos ou inventados. Como dizia Milan Kundera, nossos personagens são versões de nós que não foram vividas. Eu sou esse indivíduo, obrigado a viajar, sofrendo de uma imaginação indomesticável, e seduzido pelas distâncias das coisas grandiosas.”</p>
<p>“Já com uma sólida trajetória nos ensaios e na poesia, Fábio Andrade faz sua estreia nos romances com uma narrativa que propõe deslocamentos para o leitor: o principal, mas não o único, é o da viagem do seu personagem principal para uma ilha brasileira pouco conhecida. Por meio dos diários de Adriano, o leitor de alguma forma vai penetrando em um ritmo singular, que é calmo e espesso em suas reflexões e observações &#8211; a trama externa, com desaparecimentos e segredos, se une a uma investigação interior densa. Assim, em Coisas Distantes, Fábio transforma a sua prosa, de forma sutil e hábil, em um atributo desse deslocamento interno e externo do seu protagonista”, destaca o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Sobre o autor &#8211; Fábio Andrade, recifense, é professor de literatura brasileira e portuguesa. Pela Cepe Editora, publicou a coletânea O fauno nos trópicos: um panorama da poesia decadente e simbolista em Pernambuco (2014). É autor dos livros de poesia Luminar presença &amp; outros poemas (2005) e A transparência do tempo (2009), vencedor do Prêmio Literário Cidade do Recife na categoria Poesia.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Coisas-distantes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120044" alt="coisasdistantes_CAPA.indd" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Coisas-distantes-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mepe-recebe-lancamento-do-primeiro-romance-de-fabio-andrade-no-proximo-dia-16/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Imagens de uma busca de si”: livro reúne conteúdos inéditos em formato multimídia</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/imagens-de-uma-busca-de-si-livro-reune-conteudos-ineditos-em-formato-multimidia/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/imagens-de-uma-busca-de-si-livro-reune-conteudos-ineditos-em-formato-multimidia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[márcio andrade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=119810</guid>
		<description><![CDATA[A escrita de si tem instigado, há muito tempo, artistas de diferentes linguagens, como a literatura e o cinema, a exemplo de Maria Carolina de Jesus, Annie Ernaux, Clarice Lispector, Agnès Varda, José Henrique Bortoluci, Lima Barreto, entre outros. Com a profusão de imagens e de espaços de expressão e visibilidade do “eu”, principalmente com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-Andrade-Crédito-Rodrigo-Sarmento.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119811" alt="odrigo Sarmento/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Márcio-Andrade-Crédito-Rodrigo-Sarmento-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>A escrita de si tem instigado, há muito tempo, artistas de diferentes linguagens, como a literatura e o cinema, a exemplo de Maria Carolina de Jesus, Annie Ernaux, Clarice Lispector, Agnès Varda, José Henrique Bortoluci, Lima Barreto, entre outros. Com a profusão de imagens e de espaços de expressão e visibilidade do “eu”, principalmente com as redes sociais, o fenômeno se intensificou. Atento a esse movimento, o pesquisador, realizador e educador Márcio Andrade organizou o livro multimídia “Imagens de uma busca de si”, que reúne artigos e outros conteúdos sobre o tema em diferentes formatos, produzidos por pesquisadores de várias regiões do país.</p>
<p>O livro ganha uma série de lançamentos presenciais e on-line, em agosto e setembro, em eventos voltados para o fomento, apreciação e reflexão em torno do audiovisual, da cultura e da diversidade. As ações foram iniciadas com a presença de Márcio Andrade no Grande Encontro do Marieta, em São Paulo, no início de agosto. Agora, a obra chega a Pernambuco com a participação do organizador no Festival de Cinema de Caruaru, no dia 23 de agosto, às 20h, no Teatro João Lyra Filho. No dia 25, a apresentação da obra será on-line, dentro da programação do 19º For Rainbow &#8211; Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero.</p>
<p>Em setembro, continua uma agenda intensa de lançamentos: no dia 02, às 19h, chega a Triunfo, no Theatro Cinema Guarany; dia 03, estará Afogados da Ingazeira, na Mostra da Diversidade do Sertão do Pajeú, e, no dia 04, na 8ª Mostra Poesia na Tela, em Tabira. No dia 09/09, às 18h, o livro será apresentado no Teatro do Parque, no Recife, dentro da programação do MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. Expandindo os espaços de diálogo, no dia 18/09, acontecerá uma conversa on-line em torno da publicação, focada na região do Cariri, em parceria com o Grupo Sétima, o Centro Cultural Banco do Nordeste e com a Escola Popular de Audiovisual Cariri (EPAC) da FilmInbrasil.</p>
<p>O livro possui exemplares disponíveis tanto para distribuição gratuita como para venda, além de ter uma porcentagem doada para centros culturais, universidades e outras instituições. Para mais informações sobre como acessar ou adquirir os livros nas versões física e/ou digital, acessar @fric.coes ou mandar e-mail para projetofriccoes@gmail.com.</p>
<p><strong>ESCRITAS DE SI - </strong>Márcio Andrade, envolto nos estudos das escritas de si há mais de uma década, quando lançou o livro “Autobiografias do outro – Camadas de selfies em documentários pernambucanos” (2015), percebeu uma curiosidade cada vez maior das pessoas, tanto para a criação de obras artísticas, como livros, quadrinhos e filmes, quanto para a pesquisa acadêmica. A ideia de uma escrita coletiva, portanto, se mostrou cada vez mais latente e estimulante, o que fez com que o projeto F(r)icções abrisse um chamamento público para que artistas, escritores, pesquisadores, curadores, críticos, entre outros, submetessem seus trabalhos.</p>
<p>“Desde que lancei ‘Autobiografias do outro…’, descobri outras formas de escrita, como ensaio, autobiografia, autoficção, documentário autobiográfico, entre outras. Tudo isso me encantava muito e sentia vontade de compilar mais esses estudos, que você não vai ter uma vida toda para fazer, mas que outras pessoas estão realizando, e de prática também, de pessoas que estão fazendo seus projetos autobiográficos, filmes e outros tipos de obras. O livro nasce muito desse desejo de escutar, a partir desses múltiplos formatos, como podcast, artigo escrito, vídeo-ensaio, que eu consumo bastante e produzo também”, reflete o organizador.</p>
<p>Por entender que as escritas de si pressupõem a pluralidade, a convocação dos trabalhos buscou atingir um público amplo, prezando pela diversidade e a representatividade. “Imagens de uma busca de si” compila reflexões pautadas pela interdisciplinaridade, em áreas como cinema, literatura, artes visuais, comunicação, mídia, entre outras. Além de Márcio Andrade, participaram como autores do livro Ana Karla Farias, Ana Paula de Aquino Caixeta, Gabriela Almeida, Juliana Pamplona, Leonardo Simões, Luana Cabral, Marcos Vinicius Yoshisaki, Pedro Henrique Andrade, Roberta Veiga, Sabrina Tenório Luna e Tallýz S. Pereira.</p>
<p>O livro conta ainda com acesso a podcasts e vídeo-ensaios produzidos especialmente para a publicação. Quanto aos podcasts, estes contaram com as participações de Abiniel Nascimento, Allan Ribeiro, Carolina Gonçalves, Chico Lacerda, Coraci Ruiz, Gabriel Tonelo, Hanna Esperança, João Pedro Pinho, Lia Letícia e Luz Mariana Blet. Os vídeo-ensaios abordam de maneira mais conceitual e histórica cada uma das temáticas das partes do livro – documentário autobiográfico, ensaio, autoetnografia, escritas coletivas de si e autoficções –, citando exemplos dos cinemas estrangeiro, brasileiro e pernambucano.</p>
<p>Acessibilidade:</p>
<p>Para ampliar e democratizar o acesso, o livro conta com QR Code com links para os recursos de acessibilidade. No caso dos ensaios em texto, haverá versões em áudio e, nos podcasts, o direcionamento para os arquivos será apresentado no início de cada parte, incluindo a transcrição das conversas. Já os vídeo-ensaios contarão com Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE). Em todos os lançamentos virtuais do livro haverá acessibilidade em Libras.</p>
<p>Mais informações sobre o Combo Multimídia e Fri(c)ções podem ser encontradas nos sites www.combomultimidia.com e www.friccoes.com e no Instagram: @combomultimidia e @fric.coes, onde serão divulgados detalhes sobre os lançamentos e mais ações do livro.</p>
<p>O livro “Imagens de uma Busca de Si” é uma realização do Combo Multimídia e conta com incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>Datas de lançamento do livro “Imagens de uma busca de si”</strong></p>
<p>23/08 &#8211; Festival de Cinema de Caruaru, em Caruaru<br />
25/08 &#8211; 19º For Rainbow &#8211; Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero<br />
02/09 &#8211; Lançamento no Theatro Cinema Guarany, em Triunfo<br />
03/09 &#8211; Mostra da Diversidade Sexual do Sertão do Pajeú, em Afogados da Ingazeira<br />
04/09 &#8211; 8ª Mostra Poesia na Tela, em Tabira<br />
09/09 &#8211; MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco, no Teatro do Parque, no Recife<br />
18/09 &#8211; Cariri (lançamento online), em parceria com Grupo Sétima</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagens-de-uma-busca-de-si-capa.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-119812" alt="Imagens de uma busca de si - capa" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagens-de-uma-busca-de-si-capa-340x486.png" width="340" height="486" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/imagens-de-uma-busca-de-si-livro-reune-conteudos-ineditos-em-formato-multimidia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro da Cepe ganha edição em polonês</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-ganha-edicao-em-polones/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-ganha-edicao-em-polones/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[As memórias de Krzysztof Arciszewski]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia Editora de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação holandesa]]></category>
		<category><![CDATA[período holandês]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=119064</guid>
		<description><![CDATA[&#160; O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_119065" aria-labelledby="figcaption_attachment_119065" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119065" alt="Da esquerda para a direita:  Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-10.53.56-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Bruno Miranda, a cônsul Marta Olkowska e Lucia Xavier. Foto: Divulgação</p></div>
<p>O livro As memórias de Krzysztof Arciszewski (1630-1637): um polonês a serviço da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, lançado pela Cepe Editora, ganhará uma edição polonesa. O lançamento acontecerá no dia 3 de setembro, em Posnânia, cidade natal do militar Arciszewski, que assim como o conde Maurício de Nassau foi um importante personagem histórico do período da ocupação holandesa no Brasil, no século 17.</p>
<p>Por sua erudição e conhecimento, Krzysztof Arciszewski foi requisitado pela Companhia das Índias Ocidentais para ser o comandante das tropas que, em 1630, conquistaram a Vila de Olinda e o Recife. Sua atuação foi fundamental para a consolidação da colônia neerlandesa no Brasil antes mesmo da chegada de Maurício de Nassau &#8211; apontado por alguns historiadores como rival do nobre polonês.</p>
<p>Organizada pelos especialistas em história do Brasil holandês Bruno Miranda e Lucia Xavier, o livro é resultado de uma pesquisa financiada pelo Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba e pelo Arquivo Nacional da Haia, nos Países Baixos. A obra, que reúne documentos inéditos, está dividida em duas partes , trazendo a análise crítica dos autores, o processo de produção do livro, e a reprodução do memorial escrito por Krzysztof &#8211; material de grande valor histórico.</p>
<p>A edição polonesa do livro era desejada desde que a edição brasileira foi lançada (2022) e contou com a participação direta da cônsul geral da República da Polônia em Curitiba (hoje atuando no México), Marta Olkowska e da Prefeitura da cidade de Poznań para ser viabilizada. A Cepe Editora autorizou o uso do projeto gráfico da edição nacional.</p>
<p>A tradução para o polonês foi feita por Sylwia Mikołajczak, professora do Instituto de Línguas Românicas da Universidade Adam Mickiewicz. Para que os moradores conheçam a história do conterrâneo histórico, o livro (digital e impresso) será distribuído gratuitamente.</p>
<p>Para os organizadores, a nova edição é um fato a ser comemorado. “Para mim é um passo importante na carreira, pois é meu primeiro livro publicado em língua estrangeira”, assegurou Bruno Miranda. Para Lúcia, uma oportunidade de destacar um personagem quase menosprezado. “A edição polonesa representa, para mim, o reconhecimento de um trabalho de muitos anos feito a quatro mãos e, ao mesmo tempo, a oportunidade de devolver a Arciszewski sua voz &#8211; uma voz que permaneceu esquecida nas estantes de arquivos holandeses e que agora pode ser ouvida novamente em sua terra natal” , destacou.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-da-cepe-ganha-edicao-em-polones/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro sobre Atelier Risco! lança um novo olhar para a prática do modelo vivo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-atelier-risco-lanca-um-novo-olhar-para-a-pratica-do-modelo-vivo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-atelier-risco-lanca-um-novo-olhar-para-a-pratica-do-modelo-vivo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 19:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação corporal]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[fundaj]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[modelo vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Risco!]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=118691</guid>
		<description><![CDATA[Durante séculos, a prática de modelo vivo enxergou como artista apenas a pessoa que desenha um modelo, quer seja homem, mulher ou criança, a quem era exigido posar por horas, desde que calados e estáticos. Seus corpos eram o “objeto” a ser observado e reproduzido com rigor estético. Apesar de ainda fazer parte da tradição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118692" aria-labelledby="figcaption_attachment_118692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118692" alt="Foto: Walton Ribeiro / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/modelo-Iara-foto-Walton-Ribeiro-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Walton Ribeiro / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Durante séculos, a prática de modelo vivo enxergou como artista apenas a pessoa que desenha um modelo, quer seja homem, mulher ou criança, a quem era exigido posar por horas, desde que calados e estáticos. Seus corpos eram o “objeto” a ser observado e reproduzido com rigor estético. Apesar de ainda fazer parte da tradição no meio acadêmico, a prática do desenho de modelo vivo nesse formato não é mais hegemônica. No Recife, o Risco!, grupo criado em 2013, faz uma revisão desta prática ao promover sessões para pessoas interessadas no estudo do corpo, seja na ação corporal expressiva ou no registro da figura humana. Parte deste trabalho desenvolvido pelo Risco! foi registrado no livro Atelier Risco!, que será lançado nesta sexta-feira (4), na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), na unidade Derby, a partir das 19h.</p>
<p dir="ltr">A programação de lançamento tem início com uma sessão de “modelagem viva” a partir da performance<em> A Menor Mulher do Mundo</em>, uma proposição de Bruna Rafaella Ferrer, coordenadora pedagógica e diretora artística do Risco!. Na performance, a artista propõe reflexões sobre como as mulheres falam e agem sobre suas próprias representações. O termo “modelagem viva” no lugar de “modelo vivo” faz parte do vocabulário e da prática do Risco!, onde os modelos têm uma participação propositiva, diferentemente da prática tradicional. A performance tem 30 minutos de duração e antecede o lançamento do livro. A sessão está aberta à participação de qualquer pessoa interessada em registrar as poses propostas pela performer. No local será disponibilizado material artístico para uso comum. A classificação etária é livre.</p>
<p dir="ltr">A publicação Atelier Risco! tem edição da Editora Inteligência Sensível. Em 48 páginas, ela registra o material produzido em 16 sessões de modelo vivo, entre desenhos, fotografias e demais incursões gráficas, realizadas no Recife entre outubro de 2024 e abril de 2025, período de execução do projeto que dá nome ao livro. O projeto,<strong> realizado via Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – Funcultura</strong>, contou ainda com uma oficina de capacitação profissional de &#8220;Mediação Acessível&#8221; e a exposição &#8220;O lugar do efêmero e do inesgotável”. As atividades foram realizadas em espaços das instituições parceiras: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, IAC – Centro Cultural Benfica da UFPE, Fundação Joaquim Nabuco e Museu do Homem do Nordeste.</p>
<p dir="ltr"><strong>Pesquisa -</strong> Voltadas a diversos públicos e conduzidas por participantes do Risco!, as ações do projeto integram a pesquisa acadêmica &#8220;Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo&#8221;, desenvolvida por Bruna Rafaella em seu estágio de pós-doutoramento realizado na Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), apoiadora do projeto. “Com a modelagem viva o Risco! promove a formação artística de diversos agentes culturais, enquanto propõe uma pesquisa visual e também performática com modelo vivo, entendendo o corpo como provocador de diálogo criativo e fonte de pesquisa multidisciplinar”, destaca a pesquisadora.</p>
<p dir="ltr">O supervisor da pesquisa de Bruna, Alexandre Zarias, pesquisador da Dipes/Fundaj, comenta sua percepção sobre o grupo Risco!: &#8220;Uma das dimensões que eu mais admiro no Risco! é seu caráter exploratório e investigativo. O projeto toma como ponto de partida o corpo e faz confluir diferentes linguagens: as artes, as ciências humanas, a filosofia e as tecnologias.  Para mim, o Risco! é um exercício de expansão e liberdade de nossas experiências de conhecer o mundo por meio dos nossos corpos e dos corpos dos outros ligados pelo olhar e pela expressão artística”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a performance -</strong> Conectada à investigação da artista e pesquisadora Bruna Rafaella sobre o conceito de “Situação pedagógica” no contexto da modelagem viva, em A menor mulher do mundo, Bruna performa uma figura construída a partir de elementos diversos advindos da representação da mulher na cultura ocidental, da sua própria vivência enquanto artista e educadora e do encontro com o olhar investigativo das participantes da prática de modelo vivo.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Ficha Técnica – projeto Atelier Risco! </strong></em></p>
<p dir="ltr">Produção, direção artística e coordenação pedagógica: Bruna Rafaella Ferrer</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção: Renata Caldas</p>
<p dir="ltr">Registros: Walton Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Design gráfico: Filipe Aca e Matheus de Mendonça</p>
<p dir="ltr">Curadoria da exposição: Guilherme Moraes</p>
<p dir="ltr">Ministrantes de oficina: Vanessa Marques (Ferva Acessibilidade), Bruna Rafaella Ferrer e Michell Platini</p>
<p dir="ltr">Modelos vivos: Vi Brasil, Paulo Lima, Luciana Borre com participação de Mariana Gualberto, Silvia Góes, Acre, Iara Izidoro, Jonas Araújo, Brenda Bazante, Izidorio Cavalcanti, Renata Caldas, Rhaiza Oliveira, brumas, Bárbara Collier, Eduardo Romero, Amanda Albuquerque e Fabiana Pirro.</p>
<p dir="ltr">Debatedores: Philipe Sidartha, Vi Brasil, Carlito Person, Renata Caldas, Demetrio Albuquerque, Ju Caldas, Guilherme Moraes e Filipe Corsini.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>SERVIÇO:</strong></em></p>
<p dir="ltr">Lançamento do livro Atelier Risco! + Sessão de modelo vivo A menor mulher do mundo, com Bruna Rafaella</p>
<p dir="ltr">Dia: sexta-feira (04 de JULHO)</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h às 21h</p>
<p dir="ltr">Local: Sala de Leitura Nilo Pereira – térreo da Fundaj Derby (rua Henrique Dias, 609 &#8211; Derby)</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Valor do livro (oferta de lançamento): R$ 40,00</p>
<p dir="ltr">Classificação etária: LIVRE</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="instagram.com/riscoexperimental">@riscoexperimental</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-atelier-risco-lanca-um-novo-olhar-para-a-pratica-do-modelo-vivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artista visual Clara Simas transforma luto em arte com fotolivro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/artista-visual-clara-simas-transforma-luto-em-arte-com-fotolivro/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/artista-visual-clara-simas-transforma-luto-em-arte-com-fotolivro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 19:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[clara simas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Arte]]></category>
		<category><![CDATA[lei paulo gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=118230</guid>
		<description><![CDATA[Há histórias que não cabem em uma única vida. Meu pai morreu três vezes, trabalho da artista visual Clara Simas, é uma dessas narrativas que se desdobram entre o real e o imaginado, entre a dor e a criação. Mais do que um livro de fotos, é um diálogo póstumo entre filha e pai, uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/C7318-2-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118231" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/C7318-2-1-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a></p>
<p>Há histórias que não cabem em uma única vida. Meu pai morreu três vezes, trabalho da artista visual Clara Simas, é uma dessas narrativas que se desdobram entre o real e o imaginado, entre a dor e a criação. Mais do que um livro de fotos, é um diálogo póstumo entre filha e pai, uma jornada de cinco anos que mistura arquivos esquecidos, cenas de cinema e memórias inventadas.</p>
<p>A obra, que tem apoio do Funcultura e da Lei Paulo Gustavo &#8211; Recife, terá uma série de lançamentos, começando pelo Rio de Janeiro, no dia 29 de maio, na Galeria Refresco, em São Paulo, no dia 31, na Livraria Lovely House, e no Recife, na Galeria Garrido, no dia 5 de junho. Ainda dentro das atividades de lançamento, vai acontecer a exibição de uma versão remasterizada e restaurada em 4k do filme Meteorango Kid: Herói Intergaláctico, no qual Manoel Costa, pai da autora, interpreta o icônico personagem Caveirinha, no Cinema São Luiz, no dia 8 de junho. Na ocasião, será exibido ainda o curta-metragem Creuzinha não é mais tua, de Amin Stepple, que também tem a participação de Manoel Costa.</p>
<p>Toda a história da publicação nasce a partir de vestígios da vida de Caveirinha – ator amador do Cinema Marginal baiano nos anos 1970, jornalista, figura cheia de contradições como, por exemplo, ter sido um pai amoroso, porém ausente. Quando perdeu seu pai, Clara tinha 14 anos, mas a relação já era feita de vazios muito antes disso. &#8220;Minha memória dele sempre foi confusa. Tive que preencher as lacunas através de um processo arqueológico&#8221;, lembra. Ainda jovem, quando do falecimento dele, não foi possível para Clara já naquele momento viver o luto e entender a dimensão daquela perda. “Foi preciso que se passassem muitos anos e que eu entrasse num processo terapêutico para então começar a especular o que significava a morte de um pai, que ao longo da sua vida já foi alguém bastante ambíguo e ausente”, diz.</p>
<p>Ao perceber que precisaria se voltar para essa relação, entendê-la, para então seguir adiante, Clara começou a organizar diversas informações sobre seu pai e seus vários personagens. Nesse processo, ela descobriu que ele tinha morrido várias vezes – não só na vida real, mas também nas telas. Enquanto mergulhava em filmes antigos nos quais ele atuou, deparou-se com cenas de morte ficcionais que pareciam ecoar seu próprio luto. &#8220;Assistia a essas cenas repetidamente. Me acostumei a vê-lo morrer na tela&#8221;, lembra. Daí veio a pergunta que guiaria o projeto: quantas vezes uma pessoa pode morrer? A cada morte, estaria morrendo sempre o mesmo homem?</p>
<p>O livro se estrutura em três capítulos, cada uma apresentando três distintos personagens, diferentes facetas de um mesmo homem – e cada uma com seu próprio fim, com sua própria morte. Há o Homem Comum, fotógrafo e jornalista; o Anti-Herói, boêmio e rebelde dos anos 70; e o Pai, figura amorosa, mas distante. O processo de criação foi tão intenso quanto pessoal. Clara viajou atrás de pessoas que conheceram Caveirinha, revirou arquivos empoeirados, digitalizou negativos.</p>
<p>Nas páginas do livro, as imagens se organizam em dípticos, criando justaposições que imitam o modo desordenado como as memórias surgem. Clara reuniu fotos suas, fotos do seu pai, imagens de filmes e de arquivo e com elas foi organizando fluxos narrativos para cada um dos três personagens. Imagens de Neto, Amin Stepple, André Luiz Oliveira e Álvaro Guimarães que aparecem na obra foram cedidas por instituições como o Instituto Moreira Salles e a Cinemateca Brasileira e outros.</p>
<p>Além do material iconográfico, há, em cada capítulo, um interlocutor que ajudou a artista a conhecer um pouco mais sobre cada parte do seu pai. Sua tia, irmã dele, Vera Lúcia Simas, falou sobre um tipo de homem comum e sua história familiar. Nessa troca, Clara escutou os detalhes da história em torno da morte precoce de seu irmão, falecido dez anos antes de seu nascimento, um luto silenciosamente vivido por seu pai. Para recompor pistas do Caveirinha boêmio, ator, contraventor, viajou a Brasília para conversar com André Luiz Oliveira, um de seus companheiros do Cinema Marginal baiano, nos anos 1970. Já sua mãe, Maria Edite Costa Lima, falou do Caveirinha pai, trouxe suas lembran&amp; ccedil;as da forma como a paternidade foi exercida por ele.</p>
<p>“Acho que quando eu trago esses depoimentos, ajudo a dar um sentido narrativo maior a um livro que é composto em sua maior parte por um fluxo de imagens e sensações abstratas, um pouco como a própria memória se organiza — através do movimento rápido dos olhos, guardamos picotes de momentos e cenas. Os relatos em primeira pessoa convidam o leitor a investigar comigo novas chaves de leitura possíveis para essa trama”, opina a artista.</p>
<p>As três histórias terminam repetidamente na morte de um novo personagem por meio de cenas que ganham um tratamento especial no livro que foi impresso em São Paulo na Ipsis. “Nos momentos de fabulação, o livro é composto por dípticos em margem branca. Já nas sequências de morte, nós optamos por cenas expandidas impressas em papel mais espesso e através da técnica de separação de cor chamada skeleton black que imprime a mesma imagem em duas tintas pretas distintas conferindo maior densidade ao momento”, detalha Clara, que aos poucos foi entendendo que, no processo de se tornar adulto, cada um de alguma forma terá de passar pela experiência simbólica de &#8216;mata r&#8217; os pais.</p>
<p>E André Luiz traz isso muito claramente em seu relato: &#8220;Eram muitas as questões que o filme apresentava [Meteorango Kid - Herói Intergaláctico]. A questão, por exemplo, do assassinato simbólico dos pais gerou um trauma que demorei a entender e assumir. Foram anos para compreender que é necessário reconhecer a raiva infantil guardada para poder perdoá-los e incorporá-los à nossa vida com o merecido amor. Sem essa compreensão, ficamos enganchados com questões insolúveis de relacionamento familiar sem saber o porquê. Então, no filme, expurguei esses sentimentos, para, com isso, poder amá-los livremente”.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Clara-Simas_Foto-Renata-Pires_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118232" alt="Foto: Renata Pires/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Clara-Simas_Foto-Renata-Pires_2-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>Mas Meu pai morreu três vezes não aborda apenas o tema da ausência: &#8220;Nos últimos anos fui muito inspirada pelo trabalho da filósofa Vinciane Despret que através de uma observação aguda de seu entorno, coleciona formas pelas quais uma presença inteiramente nova pôde ser concedida a um morto, a partir das histórias que deixou em aberto e que invocaram pessoas enlutadas a agir”.</p>
<p>Em seu texto sobre o fotolivro, a psicanalista do Círculo Psicanalítico de Pernambuco Júlia Coutinho, fala sobre alguns dos procedimentos utilizados no processo de luto: “Para mim o projeto O meu pai morreu três vezes é um empreendimento que caminha nesse escopo: manter, guardar, restaurar, reconstruir um mundo interno-externo, uma relação e assim inventar um pai para poder se despedir. Nesse movimento termina-se por descobrir novos passados, novos sentidos de um pai só seu, e, agora, nosso. Como se, assim, se subvertesse um pouco uma das dores do luto”.</p>
<p>O fotolivro será lançado em edição limitada, é dedicado à mãe de Clara e foi viabilizado com apoio do Funcultura, da Lei Paulo Gustavo (Recife), Bolsa de Acompanhamento Editorial do PhMuseum (Bologna, Itália), Grupo de Estudos André Penteado (SP) e Escola Livre de Imagens (PE). Ao longo do processo de execução do projeto, a artista pôde apresentar um pouco do percurso que estava vivenciando. Em 2019, participou de uma exposição coletiva no Museu Murillo La Greca. A revista Propágulo acompanhou a execução do projeto, publicando, em duas ocasiões, o processo de pesquisa. Em 2022, uma exposição coletiva com curadoria de Guilherme Moraes, na Galer ia Janete Costa, exibiu uma instalação sobre o projeto. Em 2024, Clara Simas levou o seu trabalho para uma exposição coletiva no Festival de Fotografia PhMuseum em Bologna.</p>
<p>A boneca preliminar do projeto é finalista do prêmio Dummy Awards&#8217;25 do Photobook Museum (Colônia, Alemanha) e, devido a essa indicação, vai circular durante 12 meses por diversas exposições e festivais na Europa e Ásia. Há ainda um lançamento confirmado em Bologna, na Itália, como parte integrante do evento Photobook Mania 2025 promovido pelo PhMuseum.</p>
<p>&#8220;Meu analista diz que o livro é sobre inventar um pai possível. Outras pessoas dizem que é sobre como registrar uma experiência impossível de ser fotografada. Acho que as duas coisas são verdade&#8221;, diz Clara. &#8220;Em alguma instância, talvez seja apenas sobre aceitarmos que a própria noção de sujeito que tão arduamente passamos a vida moldando, está muito distante de constituir uma unidade inabalável — somos todos feitos de versões, de fragmentos de histórias, algumas inclusive que nunca serão contadas”, conclui.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</p>
<p></strong>Meu pai morreu três vezes &#8211; Clara Simas<br />
Lançamentos Recife:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quinta, 5 de junho, às 18h<br />
Garrido Galeria<br />
R. Samuel de Farias, 245 &#8211; Santana, Recife – PE</p>
<p>Domingo, 8 de junho, 14h-17h<br />
Cinema São Luiz<br />
R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/artista-visual-clara-simas-transforma-luto-em-arte-com-fotolivro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto F(r)icções abre convocatória para participação em livro sobre cinema e escritas de si</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-friccoes-abre-convocatoria-para-participacao-em-livro-sobre-cinema-e-escritas-de-si/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-friccoes-abre-convocatoria-para-participacao-em-livro-sobre-cinema-e-escritas-de-si/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 19:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[convocatória]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[escrita de si]]></category>
		<category><![CDATA[F(r)icções]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens de uma Busca de Si]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[márcio andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116365</guid>
		<description><![CDATA[O projeto F(r)icções lança convocatória para envio de propostas de capítulo do livro multimídia Imagens de uma Busca de Si. A obra é voltada para a investigação das interseções entre as escritas de si (em geral e nos formatos de diário, carta, ensaio e autoficção) na literatura e no cinema produzidos em Pernambuco e no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116366" aria-labelledby="figcaption_attachment_116366" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberto Fernandes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Márcio-Andrade-Foto-Roberto-Fernandes-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116366" alt="Roberto Fernandes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Márcio-Andrade-Foto-Roberto-Fernandes-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O realizador, educador e pesquisador Márcio Andrade</p></div>
<p>O projeto F(r)icções lança convocatória para envio de propostas de capítulo do livro multimídia <em>Imagens de uma Busca de Si</em>. A obra é voltada para a investigação das interseções entre as escritas de si (em geral e nos formatos de diário, carta, ensaio e autoficção) na literatura e no cinema produzidos em Pernambuco e no Brasil, com foco em trabalhos produzidos nos últimos anos. Com publicação prevista para o segundo semestre de 2025, o livro organizado pelo realizador, educador e pesquisador Márcio Andrade, idealizador do projeto F(r)icções, recebe resumos expandidos de textos entre 3 mil e 4 mil caracteres (com espaços) até as 23h59 21 de março de 2025, por meio de <a title="F(r)icções | Envio de proposta de capítulo do livro Imagens de uma Busca de Si’ (até 21/3/2025)" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd5ZUVDmHpQgyEE4BmIqI6PJj9Y54u1kIy_JZX8bp6SAW6yJA/viewform" target="_blank"><strong>formulário eletrônico</strong></a>.</p>
<p>O projeto <em>Imagens de uma Busca de Si</em> é uma realização do Combo Multimídia e foi fomentado pelo Edital Funcultura Geral 2021/2022, com incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>A escrita de si é um conceito que, para além da literatura, tem atravessado diferentes linguagens artísticas, em especial o cinema. Ela pode ser compreendida como uma atividade que nos permite refletir sobre o que fazemos e como vivemos, ressignificando nossa experiência de mundo, multiplicando nossas possibilidades de repensar nossa própria condição. Com o maior acesso às tecnologias digitais tem-se observado, nas últimas décadas, um aumento em produções que mergulham nas possibilidades dessa forma narrativa para abordar, a partir da subjetividade e vivências de seus criadores, temas os mais variados possíveis.</p>
<p>“Nas minhas pesquisas acadêmicas e artísticas sobre escritas de si, no cinema e em diversas linguagens, percebo como o cinema tem, nas últimas décadas, abraçado as histórias pessoais de forma intensa e inventiva. Em Pernambuco, por exemplo, em obras de realizadores como Eric Laurence, Felipe André Silva, Kalor Pacheco, Kléber Mendonça Filho, entre outros. No Brasil, cineastas como Marcelo Gomes, Eduardo Coutinho, João Moreira Salles, Karim Aïnouz e Petra Costa também experimentaram e/ou experimentam com esse tipo de abordagem narrativa, já empreendido por nomes internacionais como Agnès Varda, Alejandro Jodorowsky, Jonas Mekas, Chantal Akerman, entre outros”, comenta o realizador e pesquisador Márcio Andrade, organizador do livro <em>Imagens de uma Busca de Si</em>.</p>
<p>Interessado nas reflexões interdisciplinares sobre esse fenômeno, o projeto Imagens de uma Busca de Si busca as reflexões contemporâneas sobre os atravessamentos entre a escrita de si e o cinema, a partir de artigos, de artistas, escritores, roteiristas, diretores, pesquisadores, curadores, críticos, realizadores, educadores de cinema, literatura, artes visuais, comunicação, mídia, entre outros. Entre as abordagens possíveis estão escritas de si, roteiro cinematográfico e subjetividades na literatura e no cinema; autoficção e suas fronteiras entre realidade e invenção; diário e escrita epistolar como registro de memórias, entre outras.</p>
<p>De caráter multimídia, o livro contará com QR Codes que darão acesso a podcasts e videoensaios. Serão selecionadas até dez propostas. Após a divulgação do resultado, a curadoria do F(r)icções entrará em contato com os autores para que eles produzam um texto completo, em torno de 35 mil e 40 mil caracteres (com espaços), incluindo todos os elementos textuais. Os textos passarão por processos de revisão e contato com autores para alterações, sugestões e correções até chegarem a suas versões finais. Os autores selecionados receberão, para produção e revisão dos textos, um valor de R$ 750.</p>
<p>Em caso de dúvida e mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo endereços eletrônicos: multimidiacombo@gmail.com e projetofriccoes@gmail.com</p>
<p><strong>POLÍTICAS AFIRMATIVAS -</strong> Para a seleção dos textos serão consideradas políticas afirmativas, por meio da reserva de vaga, em que serão escolhidas pelo menos três propostas desenvolvidas por pessoas LGBTQIAP+, com deficiência, negras, indígenas, mulheres cis ou trans, etc. (a serem identificadas via formulário). Além dessas políticas, também serão avaliados critérios especificados no formulário de inscrição.</p>
<p><strong>ORGANIZADOR -</strong> Márcio Andrade é realizador, educador, produtor e pesquisador multimídia. Doutor em comunicação (PPGCOM/UERJ), com período sanduíche na Universidad de Navarra – Pamplona (Espanha), mestre em educação tecnológica pelo PPGEDUMATEC, da Univeridade Federal de Pernambuco (UFPE) e graduado em rádio &amp; TV (UFPE).</p>
<p>Autor do livro <em>Autobiografias do Outro: Camadas de Selfies em Documentários Pernambucanos</em> (2015) e de artigos publicados em diversos periódicos acadêmicos, atualmente coordena a produtora de desenvolvimento Combo Multimídia, responsável por projetos de curtas-metragens; e das revistas digitais multimídia Quarta Parede e F(r)icções. Também está à frente dos podcasts infantis <em>Quando Eu Era Criança</em> (com a Margente Filmes), <em>Lá na Frente</em> e <em>Aventurama</em>, além dos podcasts narrativos <em>Anônimo</em> (também com a Margente Filmes) e <em>Espelhos Partido</em> (em finalização).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-friccoes-abre-convocatoria-para-participacao-em-livro-sobre-cinema-e-escritas-de-si/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carnaval Cultural de Pernambuco para Colorir homenageia o Galo da Madrugada na 3ª edição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/carnaval-cultural-de-pernambuco-para-colorir-homenageia-o-galo-da-madrugada-na-3a-edicao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/carnaval-cultural-de-pernambuco-para-colorir-homenageia-o-galo-da-madrugada-na-3a-edicao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bako Machado]]></category>
		<category><![CDATA[colorir]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[evandro lunardo]]></category>
		<category><![CDATA[Galo da Madrugada]]></category>
		<category><![CDATA[gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[lei paulo gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[LPG-PE]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116352</guid>
		<description><![CDATA[Por meio da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) foi lançada a 3ª edição do livro Carnaval Cultural de Pernambuco para Colorir. Na publicação, o Galo da Madrugada é o brincante que homenageia ritmos, danças, artistas e folguedos que fazem parte da cultura pernambucana no período carnavalesco. Os desenhos são acompanhados por descrições que revelam fatos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Divulgação-CCP-2025-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-116353" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Divulgação-CCP-2025-1-344x486.png" width="344" height="486" /></a></p>
<p>Por meio da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) foi lançada a 3ª edição do livro <em>Carnaval Cultural de Pernambuco para Colorir</em>. Na publicação, o Galo da Madrugada é o brincante que homenageia ritmos, danças, artistas e folguedos que fazem parte da cultura pernambucana no período carnavalesco. Os desenhos são acompanhados por descrições que revelam fatos e características das expressões situando-as de forma didática e lúdica.</p>
<p>Baixe <a title="Carnaval Cultural de Pernambuco para Colorir – 3ª Edição" href="https://drive.google.com/drive/folders/1IMS3cxC9ja3bk5wvUuaCS2rpiW5K2WjT" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o livro <em>Carnaval Cultural de Pernambuco para Colorir – 3ª Edição</em>.</p>
<p>Idealizado pelo autor Evandro Lunardo e pelo ilustrador Bako Machado, o projeto é voltado para o público infantojuvenil podendo ser utilizado para entretenimento e para ações de arte-educação. Os 750 exemplares foram distribuídos em cinco municípios pernambucanos, do Sertão ao Litoral. As doações do livrinho festivo foram feitas para o Museu do Careta, na cidade de Triunfo; a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), no Recife; o Paço do Frevo, também na Capital; a Fundação de Cultura de Caruaru; o Espaço Papangu, em Bezerros; e para a Brinquedoteca Passos para o Futuro, em Arcoverde.</p>
<p>De maneira gratuita, o download do material pode ser feito em duas versões de livro eletrônico, no formato PDF, exclusivamente para fins recreativos e educativos: na configuração da obra impressa e na configuração acessível. Esta possui recursos comunicacionais destinados às pessoas com deficiência visual e com adaptações para a fruição desse público.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Divulgação-CCP-2025-3.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-116354" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Divulgação-CCP-2025-3-344x486.png" width="344" height="486" /></a></p>
<p><em>Carnaval Cultural de Pernambuco para Colorir – 3ª Edição</em> é um presente e uma celebração que chega para saudar o vasto patrimônio cultural pernambucano relacionado a essa grande festa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/carnaval-cultural-de-pernambuco-para-colorir-homenageia-o-galo-da-madrugada-na-3a-edicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto Museus Domiciliares promove lançamento de websérie e livro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-museus-domiciliares-promove-lancamento-de-webserie-e-livro/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-museus-domiciliares-promove-lancamento-de-webserie-e-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Benzaquen]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[marcela lins]]></category>
		<category><![CDATA[Memorial da Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museus Domiciliares]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Rafaella Ferrer]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio Trindade]]></category>
		<category><![CDATA[websérie]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=116292</guid>
		<description><![CDATA[Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116293" aria-labelledby="figcaption_attachment_116293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúcia Padilha/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116293" alt="Lúcia Padilha/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Cavalo Marinho, no município de Glória do Goitá</p></div>
<p>Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre os espaços e suas coleções, e ocorre a distribuição gratuita do livro com os resultados da investigação. O público também pode conhecer mais sobre o processo e as experiências da iniciativa em uma conversa com a equipe.</p>
<p>O projeto Museus Domiciliares tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2023 e 2024, a partir de uma vasta pesquisa bibliográfica e de campo, com uma série de entrevistas realizadas, o projeto nasceu do desejo de entender mais sobre esses espaços pouco ou não reconhecidos por uma ideia convencional de museu. A investigação, conduzida pelos pesquisadores Bruna Rafaella Ferrer, Guilherme Benzaquen e Marcela Lins, conceituou os museus domiciliares como locais dedicados à construção e organização de acervos, que são residências de seus fundadores/gestores e têm uma vocação aberta ao público, de partilha de memória, e com a hospitalidade e o diálogo como práticas fundamentais.</p>
<p>Esses parâmetros, no entanto, não desconsideram a heterogeneidade de cada iniciativa, acolhendo e ressaltando também suas particularidades. O projeto mapeou oito museus domiciliares, por meio de entrevistas e filmagens, da Zona da Mata Norte ao Sertão de Pernambuco: CSA Yvy Porã (Paudalho); Marco Zero (Carpina); Biblioteca José Ayres dos Prazeres (Vitória de Santo Antão); Museu Ivo Lopes e Riso da Terra (Arcoverde); Zé Bezerra (Buíque), Museu do Cavalo Marinho Tira-Teima de Zé de Bibi (Glória do Goitá); e Casa de Seu Chagas (Ilha do Massangano, em Petrolina).</p>
<p>“Alguns dos espaços já estão no processo de incorporação da noção de museu para suas práticas, em diálogo com a museologia, enquanto outros não, porque não abraçam essa definição, por acharem que se trata de uma ideia mais específica, tradicional, histórica, de guardar coisas antigas. Também se busca disputar essa ideia mais tradicional de museu, pensar como essas práticas de musealização, construção de memória, podem ser diversas. Essa é uma contribuição interessante da pesquisa: auxiliar no processo de valorização de práticas que são muito importantes em seus âmbitos locais e conseguem se transformar em centros de diálogo e disseminação”, pontua Guilherme Benzaquen.</p>
<p>A equipe do projeto considera que a pesquisa irá contribuir de forma significativa para revelar e difundir os museus domiciliares como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento acerca das manifestações e memória da cultura popular do Estado. As visitas aos museus domiciliares revelaram um aspecto fundamental que une essas iniciativas: a fusão entre práticas cotidianas e o compromisso com a memória e a cultura. Seja na preservação de sementes crioulas no CSA Yvy Porã (Casa das Sementes Temity Jara) e Riso da Terra; na celebração do coco no Museu Ivo Lopes; ou na curadoria de objetos históricos no Marco Zero, esses espaços não apenas guardam acervos, mas também operam como locais vivos de produção cultural em que histórias individuais e coletivas estão em constante diálogo.</p>
<p>“Fomos em busca de espaços fora dos grandes centros urbanos e observamos que são práticas de vida nesses territórios, com diferentes maneiras de organizar, produzir, manter coleções e uma mediação, um contato com o público. Um modo de partilha que borra um pouco as fronteiras entre público e privado. Procuramos observar o que há em comum com a prática museal tradicional, mas o projeto parte do que diferencia. A intenção não é, a partir desse estudo, definir ou classificar essas casas como museus domiciliares. Queremos mais questionar e refletir sobre um conceito eurocêntrico na concepção de museu vigente”, aponta Bruna Rafaella Ferrer.</p>
<p>Nesse processo as coleções encontradas revelam as inúmeras possibilidades dos museus domiciliares: passam não só por objetos pessoais e/ou sagrados, fotografias, obras de arte, itens que estão nas famílias por gerações, pela dança, música, como também, no caso das sementes, pela ecologia – cujo prefixo vem do grego <em>oikos</em>, que significa casa ou lugar onde se vive.</p>
<p>“São espaços que fazem pensar outras formas de se elaborar uma expografia, uma curadoria, uma mediação. Acho que esses espaços trazem uma força e uma riqueza para o debate da museologia por nos apresentar outras soluções nessas três grandes frentes. Esse movimento de conceber outras formas de museu não é uma novidade; está muito bem sedimentado na própria museologia, mas acho que o grande trunfo desse projeto é trazer esse olhar a partir desses espaços que também são casas. É uma ideia diferente da casa-museu (ou museu-casa), como as de Rui Barbosa ou Getúlio Vargas, por exemplo, que não são mais residências. Nós temos olhado para esses espaços que têm a hospitalidade como traço definidor”, reforça Marcela Lins.</p>
<p>O projeto resultou em uma websérie de oito episódios, com foco em cada um dos museus domiciliares, e um livro – em formato impresso e digital – com as entrevistas e o processo da pesquisa, no intuito de difundir essas iniciativas como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento. Tanto a websérie qaunto a publicação (digital) estão disponíveis nas redes sociais do projeto (YouTube e Instagram). O projeto conta ainda com a participação de Leonardo Lacca na direção de fotografia, Isabela Stampanoni na edição dos vídeos e Lúcia Padilha na coordenação de produção.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do projeto Museus Domiciliares, com websérie e livro –</strong> <em>quarta-feira (26), às 15h, no Memorial da Democracia de Pernambuco (Sítio Trindade – Estrada do Arraial, nº 3.259, Casa Amarela, Recife). Acesso gratuito</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-museus-domiciliares-promove-lancamento-de-webserie-e-livro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro investiga o universo do cinema fantástico em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-investiga-o-universo-do-cinema-fantastico-em-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-investiga-o-universo-do-cinema-fantastico-em-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ângela Prysthon]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Artes & Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Divino Amor]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[fantástico]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Inana Sabino]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[UFPE]]></category>
		<category><![CDATA[“Bacurau”]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115989</guid>
		<description><![CDATA[O cinema pernambucano ganha uma nova perspectiva com o lançamento do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino. A obra, que equilibra a escrita acadêmica de forma instigante e intimista, mergulha nas produções cinematográficas que transitam entre o real e o imaginário refletindo sobre como o fantástico pode ser um reflexo de questões sociais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115990" aria-labelledby="figcaption_attachment_115990" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/1738009166029.jpg"><img class="size-medium wp-image-115990" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/1738009166029-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino</p></div>
<p>O cinema pernambucano ganha uma nova perspectiva com o lançamento do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino. A obra, que equilibra a escrita acadêmica de forma instigante e intimista, mergulha nas produções cinematográficas que transitam entre o real e o imaginário refletindo sobre como o fantástico pode ser um reflexo de questões sociais, culturais e emocionais. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>O lançamento presencial do livro, que tem formato <a title="Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino" href="https://linktr.ee/cinemafantasticope" target="_blank"><strong>e-book</strong></a>, ocorre no Centro de Artes &amp; Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no dia 5 de fevereiro, a partir das 17h. O evento conta com a mediação de Angela Prysthon, professora titular do Departamento de Comunicação Social da UFPE.</p>
<p>Inspirada pela ficção desde a infância, Inana conecta sua trajetória pessoal ao panorama do gênero no Estado analisando filmes como Bacurau (2019) e Divino Amor (2019) e outras obras que marcaram o cinema pernambucano de 2014 a 2022.</p>
<p>No projeto gráfico, todas as ilustrações foram feitas com tinta nanquim buscando retratar o fantástico. As cores rosa e azul segmentam os capítulos enquanto na entrevista com Renata Pinheiro e André Antônio o preto e o branco surgem para quebrar essa sequência.</p>
<p>Durante o evento de lançamento a autora apresenta os principais conceitos do livro e discute a relação do fantástico com a resistência e a reelaboração da realidade. Cinema Fantástico em Pernambuco foi produzido por Raian Cardoso, editado por Natália Araújo e o design tem a assinatura de Thalita Macedo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-investiga-o-universo-do-cinema-fantastico-em-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

