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	<title>Portal Cultura PE &#187; lucia padilha</title>
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		<title>Publicação reúne coleção de obras de arte espalhadas pelos seus espaços públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 13:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[lucia padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Recife Arte Pública: Cidade Educativa]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-divulgação-livro_04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97985" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-divulgação-livro_04-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a></p>
<p>Idealizado e coordenado pela arquiteta Lúcia Padilha, o livro “Recife Arte Pública: Cidade Educativa” será lançado na próxima quinta-feira (22), a partir 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A publicação, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, apresenta um mapeamento das obras de arte públicas da cidade do Recife e tem como objetivo incentivar ações educativas com esse acervo público. Para isso, reúne imagens, textos, dicas de atividades e roteiros possíveis de serem percorridos pela cidade, reunindo parte do acervo em quatro temas educativos: Cidade Arte, Cidade Memória, Cidade Identidade e Cidade Poesia.</p>
<p>O mapeamento das obras de arte públicas da capital pernambucana, através do projeto &#8220;Recife Arte Pública&#8221;, vem sendo realizado desde 2013. De acordo com a idealizadora da iniciativa, <em>&#8220;o conjunto de obras artísticas inseridas em contextos urbanos está acessível a todas as pessoas e possui a capacidade de promover a identidade, proporcionando um maior contato com a arte e a conscientização do patrimônio artístico e cultural presente na cidade. Além disso, o fato de se localizarem em espaços públicos as torna também fisicamente acessíveis, permitindo estabelecer relações educativas diferentes das formalidades das instituições (galerias, museus, etc.)&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-divulgação-livro_05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97986" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-divulgação-livro_05-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><em>“O Recife possui um diferencial em se tratando do seu acervo de obras de arte públicas. Diferente de outras capitais brasileiras, onde muitas vezes a arte inserida em espaços públicos homenageiam personalidades históricas &#8211; algumas que atualmente estão sendo questionadas em relação a sua importância na história brasileira -, no Recife, grande parte das obras de arte públicas homenageiam movimentos libertários de Pernambuco e seus heróis, outras fazem homenagens às manifestações culturais do estado, como os monumentos ao frevo e ao maracatu. Há também homenagens aos artistas pernambucanos, como João Cabral de Melo Neto e Ariano Suassuna. E uma série de obras que homenageiam personagens populares e trabalhadores, como o carteiro, o violeiro e o gari. Esse diferencial reforça ainda mais o valor educativo da arte pública do Recife, um acervo acessível a todas as pessoas e que transforma a cidade em uma sala de aula ao ar livre”</em>, diz Padilha.</p>
<p>Uma versão digital do livro já está disponível no site: <a href="http://www.recifeartepublica.com.br/" target="_blank"><strong>www.recifeartepublica.com.br</strong></a>. Durante o evento de lançamento, haverá distribuição gratuita da publicação limitada a 50 exemplares por ordem de chegada (um exemplar por CPF). As vendas da publicação impressa serão feitas através do perfil no Instagram <a href="https://www.instagram.com/recifeartepublica/" target="_blank"><strong>@recifeartepublica</strong></a> e também em outros pontos que serão divulgados nas redes sociais do projeto.</p>
<p>No mesmo dia, além do lançamento do livro, haverá também o encerramento do curso “Recife Cidade Viva: Arte Pública como Recurso Educativo”, com exibição dos percursos educativos criados pelos participantes do curso. O curso foi ministrado pelos pesquisadores e arte educadores do Recife Arte Pública, realizado em formato híbrido, com aulas on-line e presencial, entre os meses de novembro e dezembro de 2022 e contou com o incentivo do Sistema de Incentivo à Cultura &#8211; SIC da Prefeitura da Cidade do Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço<br />
</strong></span>Lançamento do livro “Recife Arte Pública: Cidade Educativa”<br />
Quando: 22 de dezembro de 2022 (quinta-feira), das 19h às 21h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) - Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE<br />
Distribuição gratuita da publicação limitada a 50 exemplares por ordem de chegada (um exemplar por CPF)<br />
Apresentação dos percursos educativos criados durante o curso “Recife Cidade Viva: Arte Pública como Recurso Educativo”.</p>
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		<title>Joelson Gomes abre sua casa-ateliê com mostra coletiva</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 17:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
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		<category><![CDATA[joelson gomes]]></category>
		<category><![CDATA[lucia padilha]]></category>
		<category><![CDATA[mana bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Maurício Castro]]></category>

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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna Uma casa arejada, com muitas plantas, cachorro, oitão e histórias que se confundem com as do próprio bairro. Assim é o ateliê do artista plástico Joelson Gomes, no Poço da Panela, Zona Norte do Recife. Há 20 anos residindo no local, Joelson procura fazer do lugar um espaço alternativo para o circuito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<div id="attachment_39766" aria-labelledby="figcaption_attachment_39766" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/29302046625_91a459dcce_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-39766" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/29302046625_91a459dcce_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Para a residência artística, Joelson Gomes convidou Mana Bernardes (RJ), Hélio Pellegrino (MG) e Maurício Castro (PE)</p></div>
<p>Uma casa arejada, com muitas plantas, cachorro, oitão e histórias que se confundem com as do próprio bairro. Assim é o ateliê do artista plástico Joelson Gomes, no Poço da Panela, Zona Norte do Recife. Há 20 anos residindo no local, Joelson procura fazer do lugar um espaço alternativo para o circuito das artes visuais no Recife, desenvolvendo experiências artísticas sem pretensão comercial. Neste sentido, surgiu <em>A Casa Simples</em>, projeto financiado pelo Funcultura que consiste em três ações no ateliê: uma residência com três artistas convidados e duas exposições.</p>
<p>A primeira das exposições, intitulada <em>A Casa Simples – Processos Artísticos</em>, será aberta nesta quarta-feira (31), às 19h. Será apresentado um misto de esboço e<em> making of</em> da residência, que contou com os artistas Mana Bernardes (RJ), Hélio Pellegrino (MG) e Maurício Castro (PE). Joelson buscou artistas que dividem com ele o interesse pela mesma poética e matéria-prima: cerâmica e fios de plástico (espaguete) tramados sobre estruturas de ferro, além da mescla do design com a arquitetura, unindo arte aos objetos do cotidiano.</p>
<div id="attachment_39773" aria-labelledby="figcaption_attachment_39773" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-15.jpg"><img class="size-medium wp-image-39773 " alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-15-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das matérias-primas utilizadas pelos artistas foi a cerâmica</p></div>
<p>Nesta primeira, que fica em cartaz por três meses, serão apresentados registros fotográficos, vídeos e anotações feitos durante a residência. As obras estarão em estágio de protótipo, talvez algumas concluídas, que deverão compor a exposição definitiva <em>A Casa Simples – Arte Cotidiana</em>, com o resultado final do intercâmbio, ainda sem data marcada.</p>
<p>Durante dez dias, Mana Bernardes, Helio Pelegrino e Maurício Castro estiveram imersos num processo criativo junto com Joelson na Casa Simples e também nas cidades de Bezerros, Tracunhaém e Brejo da Guabiraba, onde conheceram artesãos locais e seus métodos de produção. Segundo Joelson, as visitas agregaram bastante às possibilidades de trabalho pensadas em seu ateliê. &#8220;A Casa Simples é a base onde pegamos as informações, idealizamos e desenhamos todas as ideias para serem sintetizadas e executadas nesses outros lugares, junto com os oleiros&#8221;.</p>
<p>Também foram selecionados quatro jovens dessas comunidades para acompanharem os mestres no desenvolvimento das obras criadas pelos artistas. &#8220;Os oleiros e os serralheiros também contribuem para o processo. Trabalhar com eles é uma forma de valorizar esses profissionais, resgatando saberes populares e estabelecendo uma troca desse conhecimento com a nossa arte. Isso também é uma coisa que liga esse artistas. Todos têm, por hábito, estabelecer parcerias sociais, com mestres e aprendizes. A Casa Simples sempre teve essa pegada&#8221;, observa Lucia Padilha, coordenadora do projeto.</p>
<p>Joalheira, poeta, designer, entre outras habilidades, Mana Bernardes começou a fazer joias com materiais reciclados aos 7 anos de idade. Escreve desde a adolescência e em 2011 lançou o livro <em>Mana e Manuscritos</em>. Seus escritos têm se transformado em estampa para guardanapos, toalhas de mesa, vasos, entre outros objetos. Já Hélio Pellegrino, artista plástico e designer de Minas Gerais, foi convidado por Joelson pela sua relação com a arquitetura e por considerar o reuso de materiais como contribuição para o futuro e valorização do planeta. Desde a década de 1980 realizando exposições individuais e coletivas no Brasil, o pernambucano Maurício Castro traz para o projeto toda a sua experiência com esculturas de ferro que desenvolveu durante 10 anos. Suas atividades pedagógicas voltadas à pintura, reciclagem e ao desenho no Ateliê Peligro e na Gráfica Lenta também contribuem com a proposta d&#8217;A Casa Simples.</p>
<div id="attachment_39767" aria-labelledby="figcaption_attachment_39767" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-28.jpg"><img class="size-medium wp-image-39767" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/joelson-gomes-28-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Durante dez dias, o quarteto esteve imerso num processo criativo que resultou na exposição</p></div>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/a-casa-simplesfuncultura/" target="_blank"><strong>Galeria de Imagens</strong> </a>do projeto.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Abertura da exposição &#8216;A Casa Simples – Processos Artísticos&#8217;</strong><br />
Quarta-feira, 31 de agosto de 2016 | 19h<br />
A Casa Simples &#8211; Rua dos Arcos, 260 &#8211; Poço da Panela/Recife<br />
Gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
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