<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; luciana ourique</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/luciana-ourique/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Feira Terra Pernambuco reúne no Mepe produtores artesanais de destaque no Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/feira-terra-pernambuco-reune-no-mepe-produtores-artesanais-de-destaque-no-estado/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/feira-terra-pernambuco-reune-no-mepe-produtores-artesanais-de-destaque-no-estado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[#patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[Apar]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[cachaça]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Feira]]></category>
		<category><![CDATA[Feira Terra Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Kaffe Café]]></category>
		<category><![CDATA[luciana ourique]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[PALESTRA]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[rapadura]]></category>
		<category><![CDATA[Rinaldo Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[SEBRAE]]></category>
		<category><![CDATA[Zezinho Muriçoca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115066</guid>
		<description><![CDATA[Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115067" aria-labelledby="figcaption_attachment_115067" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115067" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Rodrigo-Morcego-607x395.jpeg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e guitarrista Rodrigo Morcego</p></div>
<p>Pernambuco é um Estado que pulsa cultura e sua rica tradição atrai a atenção de todo o Brasil. Com uma vasta diversidade de manifestações artísticas que celebram sua história e suas raízes, a produção artesanal ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Aqui há um grande número de pessoas talentosas, capazes de criar e inovar, mas que frequentemente precisam de uma vitrine para mostrar seu trabalho. Pensando nisso, nasce a Feira Terra Pernambuco: Feira de Inovação, Arte e Gastronomia.</p>
<p>A abertura do evento ocorre nesta sexta-feira (13) com oficinas de capacitação no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No sábado (14) e no domingo (15) a feira é realizada nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), localizado no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. Essa primeira edição é marcada por uma homenagem ao ceramista Zezinho Muriçoca, um dos grandes ícones da arte pernambucana.</p>
<p>A inscrição para expositores ainda está aberta, podendo ser realizada por meio do perfil da feira no <a title="@feiraterrape" href="https://www.instagram.com/feiraterrape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>. A entrada para o público é gratuita nos três dias de evento.</p>
<p><strong>OPORTUNIDADES –</strong> Durante os três dias de evento o público e os expositores têm a chance de participar de rodas de conversa com produtores locais das mais diversas áreas: artesanato, artes visuais, moda e gastronomia. É uma imersão na cultura e no empreendedorismo local com foco na divulgação da produção artesanal e na valorização do trabalho manual. Além disso, a feira oferece palestras, atividades sensoriais e apresentações musicais criando um ambiente interativo e enriquecedor.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco surge como mais um impulsionador da arte e do empreendedorismo no Estado promovendo não apenas a comercialização dos trabalhos, mas também a troca de experiências entre os produtores e a conexão direta com o público consumidor. Segundo a gestora cultural Luciana Ourique, que idealizou o evento, a feira é uma oportunidade para dar visibilidade a quem não para de criar. “A Terra Pernambuco vem para ser mais uma vitrine para essas pessoas que fortalecem nossa cultura”, afirma.</p>
<p><strong>OFICINAS E GASTRÔ –</strong> O primeiro dia é dedicado às oficinas de capacitação oferecidas pelo Sebrae, que acontecem na sede da entidade. A programação começa, às 9h, com a palestra Planeje e Conquiste Construindo seu Negócio do Zero, ministrada por Jáuvaro Carneiro Leão, e segue com a palestra Transformando Negócios com Marketing Digital, com Silva Souza, às 15h30.</p>
<p>Nos dias seguintes, a Feira Terra Pernambuco abre as portas para um mix de exposições e atividades gastronômicas. São apresentados produtos artesanais como cerâmicas, argilas e joias feitas à mão, além de deliciosos pratos típicos da gastronomia local, como embutidos, geleias, doces, queijos e cachaças, com destaque para a Associação Pernambucana de Produtores de Aguardente de Cana e Rapadura (Apar), que realiza uma palestra sobre a cachaça e a rapadura como patrimônios culturais de Pernambuco, comandada pelo especialista Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O universo dos cafés também tem seu espaço, com a presença dos baristas Lidiane Santos e Eudes Santana, da Kaffe Café, que fazem uma atividade de harmonização de café com comidas regionais. Outra atração é o Instituto Ceres de Educação e Consultoria Cervejeira, que proporciona a experiência sensorial Volta ao Mundo em 4 Copos, guiada por especialistas em cerveja, cachaça, vinho e café.</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS E DESIGN –</strong> A feira também é vitrine para as artes visuais, com destaque para pinturas, esculturas, gravuras, fotografia, design gráfico e artesanato contemporâneo. O evento busca proporcionar aos artistas uma divulgação direta de seus trabalhos para o público consumidor, com preços diferenciados, o que fortalece a valorização dos produtos artesanais e exclusivos.</p>
<p>Entre os expositores destacam-se nomes como a ceramista Guida Marques, as artistas plásticas Jane Lima e Ana Santiago, o artesão Marcos de Sertânia e a designer Luciana Mafra, além de representantes da gastronomia, como Kaffe Café e Chocolates Massapê. “É uma felicidade imensa estar presente na primeira edição da Terra Pernambuco&#8221;, celebra Marcos de Sertânia. &#8220;Estamos fazendo história, pois é importante ter mais um espaço para os artistas da terra.”</p>
<p><strong>CENÁRIO PERFEITO –</strong> O Museu do Estado de Pernambuco é o cenário que dá ainda mais charme ao evento. Durante o período da Feira Terra Pernambuco, o público pode conferir também as exposições de longa duração Pernambuco, Território e Patrimônio de um Povo e O Casarão e a Cidade: Uso e Costumes, além das exposições temporárias Histórias para os Reis e Pintura para Rainhas, de J. Moura, e O Retábulo de Lins.</p>
<p>Rinaldo Carvalho, diretor do Museu, destaca que a Feira Terra Pernambuco é uma oportunidade para fortalecer a cultura local: “É excelente que o Mepe esteja tão envolvido, pois a troca de experiências e o incentivo à inovação são essenciais para o crescimento cultural e econômico de nosso Estado”, afirma.</p>
<p><strong>ATRAÇÕES E HOMENAGEADO –</strong> A primeira edição da Feira Terra Pernambuco presta uma homenagem ao ceramista José Lima Gomes, conhecido como Zezinho Muriçoca. Natural de Caruaru, Zezinho é um mestre do barro e tem seu trabalho reconhecido mundialmente. Sua produção inclui panelas, bules e esculturas de personagens do cotidiano nordestino, como Lampião e Maria Bonita. Para ele, o barro é sua vida e felicidade e seu trabalho autoral é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco.</p>
<p>A Feira Terra Pernambuco também conta com uma trilha sonora especial. No sábado (14), a Orquestra Giral se apresenta às 16h, seguida por Rodrigo Morcego, que toca standards do blues e rock, às 17h30. No domingo (15), a programação é encerrada com o melhor do choro, com o grupo Roda Infinito, às 17h30.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/feira-terra-pernambuco-reune-no-mepe-produtores-artesanais-de-destaque-no-estado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fotografia como afirmação da identidade é destaque no FIG 2018</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografia-como-afirmacao-da-identidade-e-destaque-no-fig-2018/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografia-como-afirmacao-da-identidade-e-destaque-no-fig-2018/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 18:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Ares de Pernambuco – Mostra e Intervenção Fotográfica Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[As Loiceiras de Tacaratu]]></category>
		<category><![CDATA[Autorretrato Nordeste – Quilombo de Alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval em foco – Imaginário]]></category>
		<category><![CDATA[fig 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[iezu kaeru]]></category>
		<category><![CDATA[Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore]]></category>
		<category><![CDATA[luciana ourique]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Netto]]></category>
		<category><![CDATA[Warao – O Povo da Canoa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=62134</guid>
		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias As fotografias, como registros da memória e do saber, podem levar conhecimento anos adiante. Mais do que isso, podem servir de instrumento para a afirmação da identidade de um povo, da valorização de culturas tradicionais e da emancipação dos cidadãos através da arte. Alguns destaques da programação de Fotografia do 28º Festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62138" aria-labelledby="figcaption_attachment_62138" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/jonathanlins.jpg"><img class="size-medium wp-image-62138  " alt="Jonathan Lins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/jonathanlins-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Autoretrato Nordeste, por exemplo, realizou oficinas de fotografia com jovens de quatro comunidades quilombolas e levará uma parte deste resultado para o Festival</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>As fotografias, como registros da memória e do saber, podem levar conhecimento anos adiante. Mais do que isso, podem servir de instrumento para a afirmação da identidade de um povo, da valorização de culturas tradicionais e da emancipação dos cidadãos através da arte. Alguns destaques da programação de Fotografia do <strong>28º Festival de Inverno de Garanhuns</strong> dialogam diretamente com essa questão, trazendo à tona mais uma vez o tema do Festival, a ‘Liberdade’.</p>
<p>Uma das exposições presentes da Galeria Galpão será a <a href="http://retratonordeste.blogspot.com" target="_blank"><strong>Autorretrato Nordeste – Quilombo de Alagoas</strong></a>, um projeto que está em atividade desde 2009 e que, segundo Waldson Costa, organizador da mostra, tem a proposta de democratizar o acesso e a produção da arte visual em pequenas comunidades.</p>
<div id="attachment_62139" aria-labelledby="figcaption_attachment_62139" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Projeto-Autorretrato-Nordeste_acao-Quilombos-de-Alagoas_2014_Premio-Funarte-de-Arte-Negra-2012_Cepin_Foto-site-do-projeto.jpg"><img class="size-medium wp-image-62139 " alt="Projeto-Autorretrato-Nordeste_acao-Quilombos-de-Alagoas_2014_Premio-Funarte-de-Arte-Negra-2012_Cepin_Foto-site-do-projeto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Projeto-Autorretrato-Nordeste_acao-Quilombos-de-Alagoas_2014_Premio-Funarte-de-Arte-Negra-2012_Cepin_Foto-site-do-projeto-607x395.jpg" width="607" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">As oficinas foram concentradas em quatro comunidades quilombolas: Bom Despacho (Passo do Camaragibe), Palmeira dos Negros (Igreja Nova), Cajá dos Negros (Batalha) e Sabalangá (Viçosa)</p></div>
<p><em>“Este trabalho tem uma metodologia que envolve a questão da antropologia compartilhada, que permite que as pessoas das comunidades produzam o material que vai falar por elas. Não é alguém de fora que chega, registra e sai. É alguém que vive lá, conhece o território, e fala por eles”,</em> explica Waldson.</p>
<p><em>“Um projeto que permite que as pessoas destes espaços falem por si, e tenham liberdade de articularem essas imagens, torna-se muito atual diante do processo político que vivemos hoje. Quando podemos dialogar com o outro, temos liberdade. E o Autorretrato Nordeste permite isso”,</em> avalia ele.</p>
<p>A iniciativa leva a comunidades pequenas, geralmente através das crianças e adolescentes da região, a produzirem fotografias a partir do olhar dela. Uma espécie de apanhado fotográfico de suas comunidades. <em>“Para isso, realizamos oficinas com esses jovens, e eles mesmos decidem os espaços e personagens que serão fotografados. Num segundo momento, a gente os leva para uma exposição a partir das imagens produzidas”,</em> ressalta o organizador da mostra.</p>
<div id="attachment_62141" aria-labelledby="figcaption_attachment_62141" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Autorretrato-14.jpg"><img class="size-medium wp-image-62141 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Autorretrato-14-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo o organizador da mostra,ela tem a proposta de democratizar o acesso e a produção da arte visual em pequenas comunidades</p></div>
<p>As oficinas foram concentradas em quatro comunidades quilombolas: Bom Despacho (Passo do Camaragibe), Palmeira dos Negros (Igreja Nova), Cajá dos Negros (Batalha) e Sabalangá (Viçosa). Teve também o aporte financeiro do Prêmio Artes Negras, da Funarte, para que pudesse ser desenvolvido.</p>
<p>Para o FIG, Waldson Costa revela que está levando um apanhado das quatro comunidades fotografadas em Alagoas. <em>“Serão 20 fotografias expostas e mil postais que vamos distribuir gratuitamente, feitas com algumas dessas imagens, que é outra forma de disseminar essas fotos pelo país”.</em></p>
<p>O lançamento do fotolivro da fotojornalista pernambucana Ana Araujo, o <strong>As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão</strong>, é outra atividade que dialoga com elementos identitários. A obra, feita com incentivo do Funcultura, é resultado de uma pesquisa visual realizada nos últimos 30 anos pela autora, que conta a história da loiça, a cerâmica utilitária de tradição indígena Pankararu, no cotidiano das mulheres dessa região do Sertão de Itaparica de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_61799" aria-labelledby="figcaption_attachment_61799" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Araujo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/1-ANA-ARAUJO-1988.jpg"><img class="size-medium wp-image-61799 " alt="Ana Araujo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/1-ANA-ARAUJO-1988-607x457.jpg" width="607" height="457" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão&#8217; conta a história da loiça, a cerâmica utilitária pelas mulheres da tradição indígena Pankararu</p></div>
<p><em>“O livro tem esse recorte de gênero, de trazer o aspecto das mulheres e demostrar que este é um ofício totalmente feminino. E também a importância da fotografia como documentação do tempo, dentro da revolução tecnológica que houve na história recente. Cada foto tem essa referência, o ano, de que forma foi feita, o equipamento utilizado. É uma documentação tendo como base os meus 30 anos de pesquisa”,</em> conta Ana Araujo.</p>
<p><strong>As Loiceiras de Tacaratu</strong> tem 112 páginas em papel couchê, capa dura e 67 fotografias coloridas e em preto e branco. O texto e a edição de fotos são da jornalista e crítica de Fotografia Simonetta Persichetti e a pesquisa histórica assinada por Bartira Ferraz Barbosa, docente da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p><em>“É a primeira vez que vou apresentar este livro em Garanhuns e considero o momento como um lançamento. De lá, irei no dia 8 de agosto participar da programação do Festival Mês da Fotografia, em Brasília”,</em> conta Ana Araujo, que faz parte do projeto Arca das Letras, responsável por 23 bibliotecas rurais espalhadas em Tacaratu.<em> “Além desses espaços, distribuímos o livro nos Pontos de Cultura da região e, principalmente, nas escolas. Inclusive duas em territórios indígenas, as escolas Carlos Estavam e Ezequiel, no Brejo dos Padres”.</em></p>
<div id="attachment_61800" aria-labelledby="figcaption_attachment_61800" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Capa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/Foto-da-Capa-do-Livro-por-ANA-ARAUJO.jpg"><img class="size-medium wp-image-61800 " alt="Capa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/Foto-da-Capa-do-Livro-por-ANA-ARAUJO-607x462.jpg" width="607" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">A obra, feita com incentivo do Funcultura, é resultado de uma pesquisa visual realizada por Ana Araujo nos últimos 30 anos</p></div>
<p>O lançamento durante o FIG dialogará com uma programação da gastronomia, promovida por Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE, um debate intitulado Panela de Barro – Cultura no Prato. O encontro terá vários convidados, como, por exemplo, as Loiceiras de Belo Jardim.</p>
<p><em>“Acredito que esse projeto traz a valorização da visibilidade e da afirmação da identidade daquelas mulheres, além da importância de documentar uma preservação que está acontecendo graças à força da tradição Pankararu, através dos rituais. Na ocasião, além de colocar o livro à venda, quero fazer algumas projeções para situar melhor quem estiver assistindo”,</em> revela a autora. Os exemplares serão vendidos por R$ 70, e 20% desta renda será revertida pra as loiceiras de Tacaratu. <em>“Como elas são agricultoras e vivem da renda desse trabalho, é uma ajuda pouca, mas que faz toda uma diferença na vida delas”,</em> comemora Ana.</p>
<p><em>“Vale destacar que a pronuncia ‘loiceira’ está correta. Vem do português colonial, e ainda é utilizado na nossa região. E porque não falar como a gente fala mesmo? Acho bacana do ponto de vista da identidade”,</em> afirma a pesquisadora.</p>
<div id="attachment_57419" aria-labelledby="figcaption_attachment_57419" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/labirinto-cabras.jpg"><img class="size-medium wp-image-57419 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/labirinto-cabras-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição &#8216;Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore&#8217;, de Iezu Kaeru, também faz parte da programação do FIG 2018</p></div>
<p>Outras mostras compõem a programação de Fotografia do FIG deste ano: <strong>Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore</strong>, de Iezu Kaeru (produzido com incentivo do Funcultura);  <strong>Warao – O Povo da Canoa</strong>, de Luiz Netto; <strong>Carnaval em foco – Imaginário</strong>, do Coletivo Diálogos; e <strong>Ares de Pernambuco – Mostra e Intervenção Fotográfica Urban</strong>a, de Luciana Ourique.  Intervenções e outras ações especiais também estão programadas. Conheça um pouco de cada.</p>
<div id="attachment_62164" aria-labelledby="figcaption_attachment_62164" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vinícius-Rodrigues1.jpg"><img class="size-medium wp-image-62164 " alt="Vinícius Rodrigues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vinícius-Rodrigues1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval em foco – Imaginário, do Coletivo Diálogos, também integra a programação do FIG</p></div>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DE FOTOGRAFIA DO 28º FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS</strong></p>
<p>Galeria Galpão | Av. Dantas Barreto, 120<br />
De 22 a 28 de julho</p>
<p><strong> EXPOSIÇÕES</strong><br />
<strong>Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore</strong><br />
<em>Iezu Kaeru</em><br />
O projeto propõe a união de imagens na construção de jogos fotográficos, buscando incorporar no discurso a relação simbiótica existente entre os seres humanos e a natureza. Haverá lançamento do catálogo da exposição. Mostra</p>
<p><strong>Autorretrato Nordeste – Quilombo de Alagoas</strong><br />
<em>Autorretrato Nordeste</em><br />
A mostra consiste em uma exposição fotográfica coletiva, com as imagens produzidas por crianças e adolescentes que vivem em quatro comunidades quilombolas de Alagoas.</p>
<p><strong>Warao – O Povo da Canoa</strong><br />
<em>Luiz Netto</em><br />
Retrato destes que são um dos últimos povos nômades da América do Sul, a etnia Warao. Provavelmente o grupo étnico mais antigo da Venezuela. Registrados naquele país a mais de 8 mil anos, são donos de rica cultura, religião milenar e idioma próprio.</p>
<p><strong>Carnaval em foco – Imaginário</strong><br />
<em>Coletivo Diálogos</em><br />
A mostra proporciona um cenário do nosso Carnaval, com toda a sua plasticidade, retratando, divulgando e preservando a memória dessa importante manifestação cultural.</p>
<p><strong>INTERVENÇÃO</strong><br />
<em>Ruas e avenidas de Garanhuns</em><br />
Ares de Pernambuco – Mostra e Intervenção Fotográfica Urbana<br />
Luciana Ourique<br />
A mostra consiste em uma intervenção urbana (street art) com fotos aéreas obtidas durante um período de 8 anos. A exposição vai revelar Pernambuco visto de cima, enaltecendo a beleza e as singularidades do estado.</p>
<p><strong>INSTITUTO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E CULTURAL DE GARANHUNS</strong> De 21/7 | 17h30 às 20h IHGC – Praça Dom Moura, 44 &#8211; Centro (ao lado do antigo Fórum)<br />
As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu sertão<br />
Relançamento de livro Ana Araújo Recorte etnográfico do cotidiano do povo Pankararu, sua cultura e sua manifestação artística, aliadas à grande luta pela sobrevivência no semiárido. Com o olhar de dentro, de quem é da terra, a realizadora apresenta a beleza das loiças – a cerâmica utilitária de tradição indígena – e o valor de sua preservação enquanto patrimônio cultural e imaterial dos moradores dessa região do Sertão de Itaparica.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografia-como-afirmacao-da-identidade-e-destaque-no-fig-2018/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dezesseis exposições movimentarão a Casa Galeria Galpão durante o FIG</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dezesseis-exposicoes-movimentarao-a-casa-galeria-galpao-durante-o-fig/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/dezesseis-exposicoes-movimentarao-a-casa-galeria-galpao-durante-o-fig/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 22:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[@figmatik]]></category>
		<category><![CDATA[adones valença]]></category>
		<category><![CDATA[ana caroline de lima]]></category>
		<category><![CDATA[andrey salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[augusto alencar]]></category>
		<category><![CDATA[beth da mata]]></category>
		<category><![CDATA[bruno souza]]></category>
		<category><![CDATA[bruno viera]]></category>
		<category><![CDATA[caio lobo]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Galeria Galpão]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Daaniel Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[desfile]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo ex-positivo]]></category>
		<category><![CDATA[exposição a praia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição contato sonoro]]></category>
		<category><![CDATA[exposição contrafluxo]]></category>
		<category><![CDATA[exposição criador de memórias]]></category>
		<category><![CDATA[exposição dê-bô-tê]]></category>
		<category><![CDATA[exposição estampado a cidade]]></category>
		<category><![CDATA[exposição lendas vivas]]></category>
		<category><![CDATA[exposição no sertão dos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[exposição olhar]]></category>
		<category><![CDATA[exposição para vender utopias]]></category>
		<category><![CDATA[exposição sensibicidades]]></category>
		<category><![CDATA[exposição seu abílio]]></category>
		<category><![CDATA[exposição sonhadores]]></category>
		<category><![CDATA[exposição tempo grão]]></category>
		<category><![CDATA[exposição vivências: pernambuco - alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[festival de inverno de garanhuns 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[iezu kaeru]]></category>
		<category><![CDATA[Izidorio Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[katarina barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[leandro olivan]]></category>
		<category><![CDATA[luciana ourique]]></category>
		<category><![CDATA[marcela camelo barros]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo silveira]]></category>
		<category><![CDATA[marina feldhues]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[paulo meira]]></category>
		<category><![CDATA[roberto jaffier]]></category>
		<category><![CDATA[rubens costa]]></category>
		<category><![CDATA[zé lucas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=27144</guid>
		<description><![CDATA[Bruno Souza Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27147" aria-labelledby="figcaption_attachment_27147" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-27147" alt="Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposições, a Casa Galeria Galpão será ocupada com performances e uma roda de diálogo</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances e uma roda diálogo sobre arte contemporânea, com os artistas visuais Beth da Mata e Marcelo Silveira, no primeiro dia de funcionamento. A abertura oficial da Casa acontecerá no dia 19/7,  e as atividades vão seguir até o dia 25/7, das 16h às 21h.</p>
<p><strong>Artes Visuais</strong><br />
&#8220;A maioria dos artistas escolhidos para expor na Galeria Galpão foi ranqueada e pontuada pela Comissão de Análise de Mérito &#8211; criada especialmente para o FIG 2015. Convidamos um ou outro participante, como Paulo Meira, para integrar nossas exposições e, dentro da própria Comissão, surgiu a ideia de promover uma atividade de formação com os artistas, que batizamos de <em>Diálogo Ex-Positivo</em>. Esse bate-papo com os artistas Beth da Mata, Marcelo Silveira e o nosso coordenador, Márcio Almeida, tratará sobre temas ligados à arte contemporânea e, prioritariamente, com questões que são primordiais na produção/proposição de um projeto nessa área&#8221;, disse Ellen Meireles, assistente da Coordenadoria de Artes Visuais, sobre a programação.</p>
<p>Nas salas e nos vãos da Casa Galeria Galpão, os visitantes vão poder ver a exposição <em>Sonhadores</em>, de Daaniel Araújo, que apresenta como eixo temático o sonho e a dimensão do sonhador. No espaço, ele irá apresentar uma mostra que trará representação de pessoas adormecidas, em quatro painéis inéditos, e outros elementos que remetem ao ato de sonhar. Além disso, durante o festival, o artista recolherá, através de arquivos de áudio coletados pelo<em> Whatsapp</em>, com os visitantes do FIG, narrativas de histórias sonhadas, que serão reproduzidas durante os dias em que a instalação estiver montada. &#8220;As pessoas podem enviar, desde já, seus sonhos através deste número (81)99814.7335. Como quero que as pessoas partilhem de uma experiência coletiva, esses áudios serão reproduzidos no meio da sala, tal qual fosse uma conversa entre quem mandou o arquivo e quem irá conferir a mostra&#8221;, disse Araújo.</p>
<p>Outro destaque é o intercâmbio que irá acontecer entre os artistas Adones Valença e Paulo Meira, na instalação <em>work in progress</em> <em>Sesibicidades</em>. Iniciada em 2013, o trabalho surgiu a partir de um mapeamento da área central de Garanhuns, e resultou em diversas criações que, através do universo popular, questionam o entendimento do que é arte na contemporaneidade. &#8220;A presença de Paulo Meira, como convidado dessa experimentação artística, visa promover um dialógo entre a obra de cada um deles e também assegurar o conceito work in progress proposto por Adones à curadoria. Eles adoraram a ideia e já estão trocando ideias sobre o que vão exibir por lá&#8221;, adiantou Ellen.</p>
<p>Já os artistas pernambucanos Marcela Camelo, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins e Bruno Vieira irão mostrar, em <em>Para vender Utopias</em>,  um combo de exposição, performances, instalações e intervenções urbanas que, com elementos da rua, promoverão uma ponte a Casa Galeria Galpão e os espaços públicos de Garanhuns. &#8220;Somos um grupo de quatro artistas que, embora tenhamos propostas de trabalhos completamente diferentes, encontram na rua e no comércio, por isso o nome <em>Para vender Utopias</em>, substrato para suas artes. Queremos estabelecer uma conexão entre o que acontece na rua e a Casa Galeria Galpão&#8221;, contou Marcela Camelo.</p>
<p>Entre as performances e intervenções programadas, estão: a do artista Roberto Jaffier, que, no dia da abertura do espaço (dia 19/7, às 19h), irá mostrar um extrato de sua instalação <em>Criador de Memórias</em>, a partir de dispositivos sonoros e projetivos; a intervenção urbana de Leandro Iván Oliván, <em>Contato Sonoro</em>, que acontecerá no entorno da Casa Galeria Galpão (dia 19/7, às 18h30), e estabelecerá a condutividade dos corpos humanos, através de contatos na mesma frequência; e <em>Não estou aqui</em>, do artista garanhunense Clóvis Teodorico (dia 19/7, às 16h), que realizará várias intervenções pelas ruas e principais polos da cidade. Destaca-se ainda a exposição <em>Olhar</em>, do artista Rubens Costa, de Garanhuns, que fará um passeio por diversos momentos de sua trajetória artística.</p>
<p><strong>Design e Moda<br />
</strong>A Casa Galeria Galpão também abrigará cinco exposições de Design e Moda: <em>Lendas Vivas</em>, do artista potiguar Andrey Salvador;<em> Estampado na Cidade</em>, de Thalita Medeiros (Goaiana/PE); <em>ContraFluxo</em>, de Caio Lobo (Garanhuns/PE); <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, de Zé Lucas (Garanhuns/PE); <em>Tempo Grão</em>, de Katarina Barbosa (Garanhuns/PE). &#8220;Assim como em Artes Visuais, grande parte dos nossos trabalhos selecionados para o FIG 2015 foram escolhidos pela Comissão (de Análise de Mérito Cultural). Para dar uma equilibrada entre moda e design, o único artista que convidamos foi o jovem garanhunense Caio Lobo, que apresentará uns móveis conceituais que produz desde muito novo&#8221;, disse Ana Lira, assistente da Coordenadoria de Design e Moda.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27242 aligncenter" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a></p>
<p>&#8220;Essa é a primeira vez que apresento meu trabalho em Pernambuco. E não vou negar que estou bastante ansioso com a receptividade do público. Espero que os visitantes gostem dos <em>looks</em> que criei inspirados nas lendas contadas no Nordeste&#8221;, disse Andrey Salvador, responsável pela mostra <em>Lendas Vivas</em>. Com dez peças, o designer, que é do Rio Grande do Norte, criou uma exposição baseada em vários contos da cultura popular, como Viúva Machado (RN), a Mulher de Branco, o Carro de Boi, a Coruja da Igreja Matriz (presentes e contadas de diferentes formas em vários Estados nordestinos) e a Cobra da Lagoa de Extremoz (RN). &#8220;Usei penas, tecidos leves e fluídos, como algodão e seda, e tecidos mais estruturados, como organza e camurça, para recriar roupas que, embora não sejam tipicamente características dessas regiões, dialogam bem com o imaginário dos espaços onde essas lendas são contadas&#8221;, disse Salvador.</p>
<p>Em <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, do garanhunense Zé Lucas, os visitantes poderão conferir uma mostra que apresenta a maquiagem não só como uma forma de embelezamento, mas também de adorno e expressão artística. A ação conta com fotos e vídeos das maquiagens criadas para o projeto, assim como uma ferramenta na qual o público poderá interagir.</p>
<p>Também de Garanhuns, a designer Katarina Barbosa criou, para <em>Tempo Grão</em>, uma peça que usa a memória como referência. &#8220;Esse look foi criado a partir de um poema da autora pernambucana Cida Pedrosa, <em>Grace</em>, contido no livro <a href="http://www.interpoetica.com/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1368&amp;catid=0" target="_blank"><strong><em>As Filhas de Lilith</em></strong></a>, que retrata a história de quatro gerações de mulheres, através do café. O café é o link, é o canal da memória afetiva, que liga a vida dessas personagens, desde a colheita do grão ao café expresso servido no copo descartável&#8221;, disse sobre o projeto que pretende transformar numa coleção. &#8220;Essa primeira é parte de um projeto que quero criar e lançar em janeiro do ano que vem. Como sou do interior, pretendo criar um vídeo-fashion do processo de criação dessa coleção e, assim, alcançar mais pessoas e oferecer ao trabalho uma perenidade maior&#8221;, adiantou.</p>
<p>Único convidado da área de Design e Moda, o designer Caio Lobo irá mostrar que é possível misturar artes plásticas à criação de móveis, em <em>ContraFluxo</em>. Com 28 anos, o artista de móveis, como prefere ser definido, exibirá suas peças que utilizam materiais e técnicas pouco comuns ao universo do design de produtos, e mostrará que é possível fugir da convencionalidade quando o assunto é design de produtos.</p>
<p>Na exposição/intervenção<em> Estampado da Cidade</em>, a designer goianense Thalita Medeiros propõe uma ação de vivência em que os participantes poderão observar de maneira mais cuidadosa as peculiaridades e o patrimônio material de Garanhuns, através de uma visita guiada por um morador da cidade. Os participantes irão fotografar os aspectos que lhes chamaram atenção, e que podem ser analisados e transformados em moldes para aplicação em diversas superfícies por meio da técnica de estêncil. Por fim, o resultado desses moldes vão formar um painel que será construído para ser exposto na Casa Galeria Galpão.</p>
<p><strong>Fotografia</strong><br />
Na área de fotografia, a Casa Galeria Galpão receberá três mostras e um projeto interativo: <em>No Sertão dos Gerais</em>, da jornalista e fotógrafa paulista Ana Caroline de Lima; <em>Vivências: Pernambuco &#8211; Alagoas</em>, de Luciana Ourique; <em>A Praia</em>, da pernambucana Marina Feldhues; e o <em><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank"><strong>@FIGmatik</strong></a></em>, do recifense Iezu Kaeru.</p>
<div id="attachment_27246" aria-labelledby="figcaption_attachment_27246" class="wp-caption img-width-546 aligncenter" style="width: 546px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Caroline de Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27246" alt="Ana Caroline de Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao-546x486.jpg" width="546" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><em>No Sertão dos Gerais</em> retrata a vida dos moradores de seis municípios mineiros</p></div>
<p>Premiado como melhor Ensaio Documental e Melhor Imagem Individual, no 2º Festival Théo Brandão de Fotografias e Filmes, de Alagoas, <em>No Sertão das Gerais</em>, de Ana Caroline de Lima fez um mapeamento imagético dos moradores das regiões Norte e Noroeste de Minas Gerais, a fim de descobrir como eles têm feito para se desvencilhar da seca que tem ultimamente assolado essas áreas. &#8220;Esses moradores viam, nas veredas que haviam nessas regiões, uma garantia de sobrevivência &#8211; caracterizada por solos pantanosos e cercados de vegetação nativa. As veredas costumavam ser conhecidas como as caixas d&#8217;água do Sertão e, hoje, com essa seca, essas áreas estão cada vez mais raras. Os moradores dos municípios de Januária, Urucuia, Bonito de Minas, Arinos e Riachinho e do vilarejo de Ribeirão de Areia, outrora berços de grandes veredas, atualmente têm de andar longas distâncias à procura de água. Quis percorrer esses vilarejos do sertão mineiro para retratar e conhecer personagens que transmitam o espírito sertanejo de resiliência e a forma que eles encontraram para se adaptar à falta d&#8217;água&#8221;, disse Ana Caroline a respeito das 20 imagens que exibirá no FIG.</p>
<p>Pensado especialmente para essa 25ª edição do Festival de Inverno, o projeto interativo <em><strong><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank">@FIGmatik</a></strong></em>, de Iezu Kaeru, revela/apresenta/discute as mudanças pelas quais a fotografia vem passando nesses últimos anos, graças à popularização dos dispositivos móveis, como smartphones e máquinas digitais, e às redes sociais. &#8220;Através do <em>Instagram</em>, rede de compartilhamento de fotos, o <em>FIGmatik</em> irá fotografar as pessoas de um modo criativo, durante o Festival, tanto moradores quanto turistas, utilizando a técnica do retrato. Os muros de Garanhuns servirão como pano de fundo das imagens que serão publicadas diariamente na nossa conta no Instagram. Utilizando um iPhone 6, irei abordar pessoas nas ruas, criar retratos e estabelecer um diálogo explicativo sobre a obra, bem como estimulá-las a compartilhar seus retratos com a <a href="http://www.portugues.com.br/gramatica/para-que-serve-uma-hashtag.html" target="_blank"><em><strong>hastag</strong></em></a> #FIGmatik. A ideia é estimular essa interação entre os moradores de Garanhuns com sua própria cidade, com sua arquitetura, seus habitantes, seus hábitos e, principalmente, sua cultura e identidade&#8221;, afirmou Iezu. Os retratos do projeto serão materializados num catálogo, que será distribuído gratuitamente no dia do encerramento da Casa Galeria Galpão. &#8220;Queremos materializar numa publicação impressa a memória do Festival retratada por vários olhares&#8221;, finalizou o idealizador.</p>
<div id="attachment_27250" aria-labelledby="figcaption_attachment_27250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Feldhues/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4.jpg"><img class="size-medium wp-image-27250" alt="Marina Feldhues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Doze imagens comporão a exposição <em>A Praia</em>, da recifense Marina Feldhues</p></div>
<p>Propondo-se a fugir do que estamos acostumados a ver sobre imagens do mar e lugares paradisíacos, a fotógrafa pernambucana Marina Feldhues, na inédita <em>A Praia</em>, criou uma série fotográfica tal qual a praia se apresenta em seus sonhos: &#8220;densa, misteriosa, quase outro planeta, outra dimensão&#8221;. &#8220;Como se trata de uma mostra cuja temática tem um cunho bem pessoal, criei uma atmosfera bem onírica, da qual a localização de tomada das fotos não são reveladas, justamente para não passar a ideia de um ensaio fotográfico de uma praia específica e, sim, um ensaio que estabelecesse um conceito de praia do qual estamos desabituados a ver por aí&#8221;, afirmou sobre as 12 imagens que compõem sua mostra.</p>
<div id="attachment_27438" aria-labelledby="figcaption_attachment_27438" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Pietra/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436.jpg"><img class="size-medium wp-image-27438" alt="Amanda Pietra/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra <em>Seu Abílio</em> revela o dia a dia de um agricultor</p></div>
<p>A fotógrafa Amanda Pietra, de Garanhuns, apresentará a exposição <em>Seu Abílio</em> que mostra a compreensão da força do agricultor que se expressa tão forte nas marcas absorvidas em pele, no decorrer do seu envelhecimento e trabalho árduo. &#8220;A exposição tem como objetivo levar aos olhos do público além de calos, enxadas, seca e fome, o entendimento de que homem tem com seu mundo e realidade, a sobrevivência, com um olhar que só ele compreende, onde seus calos são relatos da consciência de sua sabedoria&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_27252" aria-labelledby="figcaption_attachment_27252" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luciana Ourique/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique.jpg"><img class="size-medium wp-image-27252" alt="Luciana Ourique/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Inédita em nosso Estado, a mostra Vivências: Pernambucos-Alagoas já foi exibida no Museu da Imagem e do Som (MISA)</p></div>
<p>Por fim, a pernambucana Luciana Ourique exibirá a exposição <em>Vivências: Pernambucos-Alagoas</em>. Contemplada pelo Funcultura, em 2011, as 34 imagens revelam a produção de dez anos da fotógrafa entre as rodovias BR 101 Sul, PE-60, AL 101 e AL-435, estradas que ligam e entrecortam os dois Estados. &#8220;Como a mostra só foi exibida em Alagoas, no Museu da Imagem e do Som, acho de extrema importância trazer de volta essa riqueza cultural e fotográfica para que os pernambucanos também possam desfrutar. As fotografias reúnem personagem das duas unidades federativas e, através da pesquisa e catalogação das diversidades culturais de PE e AL, contribuem para o fortalecimento, conhecimento e preservação e visibilidade de nossas culturas&#8221;, disse Luciana.</p>
<p>O acesso à Casa Galeria Galpão é gratuito. Confira a programação completa do espaço durante o FIG 2015:</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Sonhadores</strong><br />
Daaniel Araújo<br />
Exposição Work in progress</p>
<p><strong>Criador de Memórias</strong><br />
Roberto Jaffier<br />
Instalação/Performance</p>
<p><strong>Sensibicidade</strong><br />
Adones Valença e Paulo Meira<br />
Instalação Work in progress</p>
<p><strong>Para Vender Utopias</strong><br />
Marcela Camelo Barros, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins, Bruno Vieira<br />
Instalação, Performance, Interação e Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Diálogo Ex-Positivo</strong><br />
Beth da Mata e Marcelo Silveira</p>
<p><strong>Contato Sonoro</strong><br />
Leandro Oliván<br />
Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Olhar</strong><br />
Rubens Costa<br />
Exposição de Pinturas</p>
<p><strong>DESIGN &amp; MODA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Exposição Lendas Vivas</strong><br />
Andrey Salvador (Natal-RN)</p>
<p><strong>Estampado da Cidade</strong><br />
Thalita Medeiros (Goiana-PE)</p>
<p><strong>DÊ-BÔ-TÊ</strong><br />
Zé Lucas (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>TEMPO GRÃO</strong><br />
Katarina Barbosa (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>Contrafluxo</strong><br />
Caio Lobo (Garanhuns-PE)</p>
<p>Centro de Turismo e Lazer SESC Garanhuns<br />
Rua Manoel Clemente, 185 – Santo Antônio</p>
<p>Sexta-feira, 24/7<br />
19h30 – Desfile do estilista Augusto Alencar</p>
<p><strong>FOTOGRAFIA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>@FIGmatik</strong><br />
Iezu Kaeru</p>
<p><strong>No Sertão dos Gerais</strong><br />
Ana Caroline de Lima</p>
<p><strong>Vivências: Pernambuco – Alagoas</strong><br />
Luciana Ourique</p>
<p><strong>A Praia</strong><br />
Marina Feldhues</p>
<p><strong>Seu Abílio</strong><br />
Amanda Pietra</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/dezesseis-exposicoes-movimentarao-a-casa-galeria-galpao-durante-o-fig/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

