<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Luciano Magno</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/luciano-magno/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>WorkShow Guitarra Nordestina oferece apresentações gratuitas no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/workshow-guitarra-nordestina-oferece-apresentacoes-gratuitas-no-recife/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/workshow-guitarra-nordestina-oferece-apresentacoes-gratuitas-no-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Técnica Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[guitarra]]></category>
		<category><![CDATA[guitarrista]]></category>
		<category><![CDATA[Liêve Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[músico]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[workshow]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114505</guid>
		<description><![CDATA[Imagine o som da guitarra, violão e viola, reverberando como se fossem o próprio pulsar do sertão, das festas populares e dos folguedos que correm soltos pelas ruas. Pensando nesta atmosfera musical que envolve o imaginário, o Recife, reconhecido como Cidade da Música, abre as portas para receber, pela primeira vez, o WorkShow Guitarra Nordestina: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114506" aria-labelledby="figcaption_attachment_114506" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mauricio Barreto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Foto_Foto_Mauricio-Barreto_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-114506" alt="Mauricio Barreto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Foto_Foto_Mauricio-Barreto_2-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos pernambucanos Luciano Magno e Liêve Ferreira</p></div>
<p>Imagine o som da guitarra, violão e viola, reverberando como se fossem o próprio pulsar do sertão, das festas populares e dos folguedos que correm soltos pelas ruas. Pensando nesta atmosfera musical que envolve o imaginário, o Recife, reconhecido como Cidade da Música, abre as portas para receber, pela primeira vez, o WorkShow Guitarra Nordestina: Afluentes e Confluências. O evento, que mistura tradição e inovação, tem como proposta resgatar e celebrar a música popular nordestina em toda sua essência. Com apresentações gratuitas nesta quinta (21) e sexta-feira (22), o projeto faz parte de uma itinerância musical que percorre escolas, equipamentos culturais e sociais, em várias regiões da cidade, ampliando o acesso à democratização da arte. Todas as apresentações são gratuitas e para o público de todas as idades.</p>
<p>A estreia da mostra é na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, localizada na Rua da Aurora, nº 439, mo bairro da Boa Vista, às 19h. Com performances dos renomados músicos pernambucanos Luciano Magno e Liêve Ferreira, o workshow busca oferecer ao público uma experiência interativa e didática permitindo que os espectadores façam perguntas, explorem os instrumentos e participem ativamente da apresentação.</p>
<p>O público é agraciado com uma fusão especial de clássicos do cancioneiro nordestino e obras autorais dos músicos. “Vamos levar para plateia interpretações de canções como <em>Asa Branca</em>, de Luiz Gonzaga; <em>Eu Só Quero um Xodó</em>, de Dominguinhos; e <em>O Canto da Ema</em>, de Jackson do Pandeiro, que são ícones do nosso cancioneiro nordestino”, antecipa Luciano Magno, músico de extensa carreira internacional e contribuições para a música popular brasileira.</p>
<p>O projeto, que tem como proposta promover um resgate da música popular nordestina e criar pontes entre o passado e o futuro, entre as gerações que vivenciaram os grandes mestres e as que estão descobrindo essa riqueza cultural agora, também é um espaço para relevar trabalhos autorais da dupla. &#8220;Queremos que o público entenda como a combinação de acordes e técnicas transforma a música. Desde os arpejos mais delicados do violão até as explosões rítmicas da guitarra. Mostramos como essa sonoridade nasce e se conecta com a cultura nordestina&#8221;, destaca Liêve Ferreira, conhecido por seu trabalho técnico e sua atuação ao lado de grandes nomes da música regional.</p>
<p>O workshow integra um ciclo de apresentações que será realizado em diversos espaços da da capital pernambucana, levando a música popular nordestina a diferentes públicos. A apresentação no Paço do Frevo, espaço cultural dedicado à difusão, pesquisa, lazer e formação nas áreas da dança e música do frevo, localizado no Bairro do Recife, sediará a segunda apresentação do projeto, no dia 22 de novembro, às 20h. A mostra marca o pontapé para agenda cultural do 7º Encontro de Pesquisadores do Frevo, um dos eventos mais aguardados pelos estudiosos e amantes do ritmo, que acontece de 30 de novembro a 2 de dezembro.</p>
<p><strong>OS MÚSICOS -</strong> Luciano Magno é renomado guitarrista, violonista, compositor e produtor musical, nascido em Paulo Afonso (BA) e radicado no Recife. Com uma vasta carreira internacional, já trabalhou com grandes nomes da música brasileira, como Alceu Valença, Dominguinhos, Hermeto Pascoal e Roberto Menescal, e é reconhecido por sua contribuição para a renovação do frevo. Já Liêve Ferreira é compositor, produtor, guitarrista e violeiro pernambucano, com 16 anos de carreira dedicados à música nordestina. Já foi apresentado ao lado de artistas como o maestro Spok, mestre Gennaro e o projeto Augusto Silva &amp; Frevo Novo, e é conhecido por seu trabalho de valorização da guitarra nordestina, incluindo a criação de um curso dedicado ao tema. Também é autor do livro <em>Guitarra Nordestina: Motivos e Frases</em> (DPXeditorial, 2022) e criador da Comunidade Guitarra Nordestina.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/workshow-guitarra-nordestina-oferece-apresentacoes-gratuitas-no-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Paço do Frevo prepara programação especial para comemorar seus oito anos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-prepara-programacao-especial-para-comemorar-seus-oito-anos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-prepara-programacao-especial-para-comemorar-seus-oito-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2022 18:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[oito anos]]></category>
		<category><![CDATA[paço do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[recife antigo]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=91147</guid>
		<description><![CDATA[Fim de semana é de programação especial de aniversário dos oito anos do Paço do Frevo com duas ações que propõem diálogo entre o Frevo e outros estilos musicais. A agenda começa neste sábado (19) com show-live do cantor, compositor e guitarrista de Frevo Luciano Magno, que será transmitido ao vivo pelo canal do Paço [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17931" aria-labelledby="figcaption_attachment_17931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Luciano-Magno-divulgacao-CD.jpg"><img class="size-medium wp-image-17931" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Luciano-Magno-divulgacao-CD-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Luciano Magno será uma das atrações deste fim de semana do equipamento cultural</p></div>
<p>Fim de semana é de programação especial de aniversário dos oito anos do Paço do Frevo com duas ações que propõem diálogo entre o Frevo e outros estilos musicais. A agenda começa neste sábado (19) com show-live do cantor, compositor e guitarrista de Frevo Luciano Magno, que será transmitido ao vivo pelo canal do Paço no Youtube, às 19h, direto da Praça do Frevo, no terceiro andar do museu. No domingo (20), às 10h, o artista participa da roda de conversa Guitarra Blues x Guitarra Frevo com o guitarrista de blues e rock clássico Rodrigo Morcego, abrindo as atividades da Escola Paço do Frevo em 2022.</p>
<p>No show deste sábado, Luciano irá combinar samplers e programação eletrônica com sua guitarra, propondo uma nova base sonora para clássicos do ritmo que é Patrimônio Imaterial da Humanidade. Frevos vencedores de festivais, como “Pisando em Brasa”, “Esquentadinho” e “Moraes, Carnaval no Céu”, além de medleys de Frevos de Rua, estão entre os títulos que ganharão novos arranjos. A apresentação, com participação especial do DJ maestro Fábio Valois, tem incentivo do programa Recife Virado, da Prefeitura do Recife.</p>
<p><em>“É sempre um prazer contribuir com a preservação do Frevo criando, compondo novas músicas, arranjando e revisitando clássicos. Sempre com um toque particular, com a guitarra ganhando um destaque especial e interagindo com os sopros e a linguagem que caracteriza o estilo”</em>, comenta Magno, que vive no Recife há mais de 30 anos. Domingo, é a vez do músico trocar experiências com o guitarrista de blues pernambucano Rodrigo Morcego sobre processo criativo na roda de conversa Guitarra Blues x Guitarra Frevo. A mediação será de César Berton, pesquisador, músico, guitarrista e professor do IFPE Belo Jardim. O encontro acontecerá em formato híbrido e poderá ser acompanhado online pela plataforma Zoom, ou presencialmente, com acesso gratuito e vaga limitada, no Centro de Documentação e Memória Maestro Guerra-Peixe, que fica no térreo do Paço do Frevo, onde os interessados devem apresentar o esquema vacinal completo e usar máscara.</p>
<p>A roda de conversa será a primeira ação da Escola Paço do Frevo em 2022 que, nesta nova temporada, atua sob o tema “A Casa do Frevo é o Mundo”, norteador das ações do museu deste ano. A proposta desta retomada da Escola é realizar ações educativas que extrapolam a sala de aula e que levem a comunidade do Frevo a experienciar o ritmo em outros ambientes, como cafés, praças, sede de agremiações e centros culturais.</p>
<p>“No domingo, a gente vai dar esse primeiro passo, indo para o Centro de Documentação e Memória Maestro Guerra-Peixe. Vamos trazer um outro panorama dessa ideia de que a Escola de Frevo é o mundo, colocando na discussão o Frevo enquanto manifestação artística que está na música, na dança, nas artes visuais, na literatura, em diálogo com outros ritmos e expressões artísticas, como a ciranda, o maracatu,, o grafite, o passinho”, avalia Fernanda Pinheiro, coordenadora de Música do Paço do Frevo.</p>
<p><strong>OUTRAS ATIVIDADES DE FEVEREIRO</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>20/2, às 15h</strong></span><br />
Ciclofrevo</p>
<p>Neste domingo (20), às 15h, o Paço conta com a ação Ciclofrevo, idealizada pelo produtor cultural e coreógrafo de frevo José Waldomiro (Minininho) e realizada pela Lúden Cia de Dança. O projeto propõe uma apresentação itinerante de uma hora de duração pelas vias cicláveis do Recife, com cinco passistas da Lúden Cia de Dança, acompanhados pela Frevocleta do Paço do Frevo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>24/2, às 19h</strong></span><br />
Show da Banda de Pau e Corda</p>
<p>Criada em 1972, a Banda de Pau e Corda está prestes a completar seus 50 anos de estrada. Para isso, planejou um ano cheio de celebrações, a começar pelo show que será realizado no Paço do Frevo. O espetáculo rememora um momento muito especial da trajetória da banda: a criação do Carnaval de Boa Viagem, em meados dos anos 1970. Para isso, traz em seu repertório Frevos que embalaram a folia nos anos 1970 e 1980, como &#8220;Pelas Ruas do Recife&#8221;, &#8220;Recife é Linda Demais&#8221;, &#8220;Correr Litoral&#8221; e &#8220;Viva o Recife”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terças, sábados e domingos</strong></span><br />
Vivências de Dança e Música</p>
<p>Às terças, sábados e domingos, em horários variados, o Paço do Frevo oferece aos visitantes o contato prático com o Frevo através das Vivências em Dança e Música. Por meio de oficinas de curta duração, abertas a todos e todas, são apresentadas as principais características musicais do Frevo. Na dança, os participantes podem experimentar passos básicos que possibilitam a elaboração e o exercício do improviso, respeitando a diversidade e singularidades dos corpos.</p>
<p>Em fevereiro, às terças e sábados, as vivências são de música às 14h30, 15h, 15h30 e 16h (terças) e 14h, 15h, 16h e 17h (sábados. Aos domingos, a vivência de dança acontece às 14h, 15h, 16h e 17h. O acesso às vivências é através do ingresso do museu &#8211; R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Às terças a entrada é gratuita. A apresentação do comprovante de vacinação para a Covid-19 é obrigatória.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p>Show-live de Luciano Magno<br />
Sábado (19), às 19h, online ao vivo, no canal do Youtube do Paço do Frevo (www.youtube.com/pacodofrevomuseu).</p>
<p>Roda de conversa Guitarra Blues x Guitarra Frevo<br />
Domingo (20), às 10h, com exibição no canal do Youtube do Paço do Frevo e de forma presencial, com vagas limitadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-prepara-programacao-especial-para-comemorar-seus-oito-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Descubra Pernambuco promove Festival Palco em Casa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/descubra-pernambuco-promove-festival-palco-em-casa/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/descubra-pernambuco-promove-festival-palco-em-casa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2020 15:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[@descubrapernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[André Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Cezzinha]]></category>
		<category><![CDATA[descubra pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Elba Ramalho]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Palco em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Gerlane Lops]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[maestro Spok]]></category>
		<category><![CDATA[nena queiroga]]></category>
		<category><![CDATA[Quinteto Violado]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo novaes]]></category>
		<category><![CDATA[santana o cantador]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=76459</guid>
		<description><![CDATA[Neste final de semana, o perfil @DescubraPernambuco inaugura uma ação cultural em conjunto com artistas do Nordeste. A primeira edição do Festival Palco em Casa, reunindo grandes nomes da cena musical da região, acontece nesta sexta-feira (27), sábado (28) e domingo (29). O evento contará com a participação de nove artistas e grupos, que farão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33086" aria-labelledby="figcaption_attachment_33086" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Andre-Rio-Marcelo-Lyra.jpg"><img class="size-medium wp-image-33086" alt="Marcelo Lyra/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Andre-Rio-Marcelo-Lyra-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor André Rio idealizou o projeto, que foi abraçado pela Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco</p></div>
<p>Neste final de semana, o perfil <a href="https://www.instagram.com/descubrapernambuco/" target="_blank"><strong>@DescubraPernambuco</strong></a> inaugura uma ação cultural em conjunto com artistas do Nordeste. A primeira edição do <strong>Festival Palco em Casa</strong>, reunindo grandes nomes da cena musical da região, acontece nesta sexta-feira (27), sábado (28) e domingo (29). O evento contará com a participação de nove artistas e grupos, que farão <em>pocket shows</em>, sempre a partir das 19h.</p>
<p>A ação é uma parceria da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco e da Empetur com o cantor pernambucano André Rio.<em> “Recebemos a ideia de André Rio e de imediato acreditamos na ação. Queremos levar alegria aos nossos seguidores, pernambucanos e todos aqueles que gostam do nosso Estado e seguem o <a href="https://www.instagram.com/descubrapernambuco/" target="_blank"><strong>@DescubraPernambuco</strong></a> neste momento tão delicado. O turismo, que é uma atividade tão importante para a nossa economia, para o nosso desenvolvimento, hoje é vilão da pandemia. Nada melhor que usar da rica cultura nordestina para oferecer um momento de lazer e alegria a todos que estão reclusos em casa”</em>, comenta o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes.</p>
<p>Quem abre a primeira noite do Festival Palco em Casa é André Rio às 19h. Na sequência, a paraibana Elba Ramalho assume o comando do <a href="https://www.instagram.com/descubrapernambuco/" target="_blank"><strong>@DescubraPernambuco</strong></a>, a partir das 20h30. A noite será encerrada com apresentação do guitarrista e arranjador Luciano Magno. <em>“Idealizei esse projeto e logo ele foi abraçado pela Empetur, que colocou a plataforma à disposição para levar a todos o dom que recebemos de Deus, a nossa arte musical, para os lares, as casas das pessoas, nesta hora tão difícil”</em>, destaca André Rio.</p>
<p>No sábado, a animação fica a cargo de Santana, o Cantador, que promete muito xote online. O Maestro Spok e a cantora Nena Queiroga apresentam-se na sequência, garantindo a dose do bom frevo pernambucano.</p>
<p>No último dia do primeiro fim de semana do festival &#8211; a ideia é fazer outras edições ao longo do período de quarentena -, o domingo, o sanfoneiro Cezzinha dá o tom do começo de noite. Logo após, às 20h30, haverá uma apresentação do Quinteto Violado e, encerrando o fim de semana de música online, Gerlane Lops solta a voz com muito samba. O Festival Palco em Casa não tem fins lucrativos e conta com o apoio dos artistas participantes.</p>
<p><strong>:: PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL PALCO EM CASA ::</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (27)</strong></span><br />
19h &#8211; André Rio<br />
20h30 &#8211; Elba Ramalho<br />
22h &#8211; Luciano Magno</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado (28)</strong></span><br />
19h &#8211; Santana, o Cantador<br />
20h30 &#8211; Maestro Spok<br />
22h &#8211; Nena Queiroga</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo (29)</strong></span><br />
19h &#8211; Gerlane Lops<br />
20h30 &#8211; Quinteto Violado<br />
22h &#8211; Cezzinha</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/descubra-pernambuco-promove-festival-palco-em-casa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Esse é pra tocar no rádio?</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/esse-e-pra-tocar-no-radio/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/esse-e-pra-tocar-no-radio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 18:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[César Michiles]]></category>
		<category><![CDATA[dia do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Cabral]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[Passadisco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=21120</guid>
		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Que o frevo é um ritmo popular, todo mundo já sabe. Mas em que medida o termo “popular” pode ser utilizado? Para ser popular é preciso tocar nas rádios? É preciso viralizar na internet? Fazer o folião enlouquecer durante quatro dias de festa basta para ser popular? Pois bem, o que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Que o frevo é um ritmo popular, todo mundo já sabe. Mas em que medida o termo “popular” pode ser utilizado? Para ser popular é preciso tocar nas rádios? É preciso viralizar na internet? Fazer o folião enlouquecer durante quatro dias de festa basta para ser popular? Pois bem, o que parece ocorrer é que o frevo sempre teve seus altos e baixos no quesito divulgação/difusão, e que toda a explosão que ele irrompe durante quatro dias parece arrefecer durante os outros 361 do ano. Além disso, o frevo também parece não se sustentar nacionalmente como outro gênero tão popular, o samba, apesar de ser reverenciado por milhões e de ostentar o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, desde 2012. Momentos de glória e de ocaso, desafio e novas alternativas para difundir o nosso mais autêntico ritmo é o mote na fala dos entrevistados nesta última matéria da série em homenagem ao Dia do Frevo.</p>
<div id="attachment_21123" aria-labelledby="figcaption_attachment_21123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/pernambuco-frevando-para-o-mundo.jpg"><img class="size-medium wp-image-21123" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/pernambuco-frevando-para-o-mundo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A coletânea &#8220;Pernambuco Frevando para o mundo&#8221; chega à sua edição e é material farto em composições</p></div>
<p>O frevo nasceu nas ruas, no meio do povo, assim como o samba, como o funk. Esses têm espaço garantido o ano inteiro nas rádios e TVs, além de shows Brasil afora. O frevo, não. Na verdade, o frevo passou por momentos de grande prestígio, mas que foram eternos apenas enquanto duraram. Os dois principais auges – em termo de massificação e generoso espaço midiático – se deram quando do advento da Rozenblit e durante o projeto Asas da América, de Carlos Fernando. Em ambos, o frevo teve espaço robusto no mercado fonográfico e em execução nas rádios. Após isso, o cenário mudou um pouco e o frevo passou a contentar-se com sua sazonalidade. “<em>Boa parte do que se ouvia nas rádios daqui era o frevo. Infelizmente, ele não tem mais o mesmo respaldo midiático que tinha antes. As rádios continuam sendo sazonais e o frevo continua encapsulado, preso no período carnavalesco</em>”, atesta Silvério Pessoa.</p>
<p>Além das rádios, outro ambiente importante para popularização do frevo foram os festivais de música carnavalesca, a exemplo do Frevança e o do Recifrevo, que tiveram seu auge na década de 1980. Eram espaço para que o público se familiarizasse com as novas músicas que surgiam anualmente, e, por consequência, um estímulo para os compositores. “<em>Esses festivais eram transmitidos pelas TVs daqui. A Rede Globo transmitiu (Frevança), a TV Jornal transmitiu (Recifrevo). E eram transmitidos ao vivo, depois da novela das oito, em horário nobre&#8230; Tinha plateia torcendo. Ou seja, era algo que ajudava a massificar o frevo</em>”, lembra Fábio Cabral, da Passadisco. Posteriormente, o Festival de Músicas Carnavalescas, realizado pela Prefeitura do Recife – rebatizado, há cerca de dois anos, de “Frevo da Humanidade”, continuou acontecendo (com interrupções de dois anos não consecutivos), mas, mesmo assim, parece não mais contar com o interesse da mídia e dos veículos de comunicação para sua repercussão.</p>
<p>Então, além do espaço que há durante o período carnavalesco, como manter o frevo em evidência ao longo do ano? Do campo de vista da oferta de novos trabalhos, algumas iniciativas podem servir como alternativa para que o gênero ultrapasse fronteiras estabelecidas equivocadamente, uma vez que música boa não carece de época do ano para ser tocada. Fábio Cabral, da Passadisco, não se furtou em colaborar e, além da loja Passadisco, fez da marca uma chancela para lançar as coletâneas <em>Pernambuco cantando para o mundo</em>, <em>Pernambuco forrozando para o mundo </em>e, nessa mesma linha, <em>Pernambuco frevando para o mundo</em>, que, no ano passado, teve prensada sua segunda edição, que saiu com uma tiragem de mil cópias.</p>
<p>Um disco duplo, totalizando 36 faixas, que traz de nomes mais clássicos, como Alceu Valença, Antonio Nóbrega, Coral Edgard Moraes, Geraldo Azavedo, Elba Ramalho, Moraes Moreira, até gerações mais recentes, a exemplo de China, Siba, DJ Dolores, Mundo Livre S/A, Herbert Lucena, esses, artistas que, de certa forma, não têm ligação direta com o frevo, mas que, em um dado momento, flertaram com esse caminho musical, o que também é o caso de Genival Lacerda, Maria Alcina, Arlindo dos Oito Baixos, entre outros que estão lá. “<em>Quando eu fiz essa coletânea, me preocupei em trazer também gente nova, que tivesse uma identificação com o público jovem. Pois é através do jovem que a música pode se renovar. São esses artistas que podem alcançar essa juventude. São poucos, na música contemporânea, que utilizam o frevo com freqüência. Imagina só se Lenine lançasse um frevo em seus discos, se a Nação Zumbi lançasse</em>”, destaca Fábio, ao lembrar que boa parte das músicas desse repertório veio de discos não necessariamente voltados para o frevo. Ou seja, não são discos sazonais, e podem muito bem ser rodados em qualquer época do ano.</p>
<p><strong>Na rede</strong></p>
<div id="attachment_21124" aria-labelledby="figcaption_attachment_21124" class="wp-caption img-width-330 alignright" style="width: 330px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/c-michilles-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-21124 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/c-michilles-2-330x486.jpg" width="330" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">César Michiles utiliza o facebook até para publicar partituras de frevo</p></div>
<p>Outra ferramenta que pode ser utilizada a favor é, sem dúvida, a internet. Conscientes do alcance que a rede tem, os artistas se utilizam dela para divulgar seus trabalhos, formar redes de contatos e difundir o frevo. O instrumentista, compositor, produtor e arranjador César Michiles deu o pontapé a uma iniciativa no seu facebook. Há cerca de três semanas, ele lançou o “Desafio do frevo de rua”, uma brincadeira em que ele escolhe o frevo de um compositor e desafia esse compositor a tocar um frevo dele e passar a brincadeira pra frente, desafiando outro. O alcance disso, segundo Michiles, tem sido grande, tendo receptividade até mesmo fora do país. “<em>O mundo inteiro se comunica pele facebook. Então, nada mais natural que eu, querendo divulgar o meu trabalho e o frevo, também utilize a internet pra isso. Já recebi mensagens dos E.U.A., França, Portugal, de pessoas querendo conhecer melhor meu trabalho. Além disso, eu também tenho disponibilizado partituras das minhas músicas, incluindo os frevos, pra que gente do outro lado do mundo possa tocar. E há um interesse muito grande do público do exterior com relação ao frevo. E a internet tem ajudado nesse sentido, aproximado ainda mais esse público do que a gente faz aqui</em>”, considera.</p>
<p>O guitarrista e produtor Luciano Magno também faz usufruto do alcance das redes para difundir sua música, carregada também de frevos. Seu novo disco, “Estrada do tempo” está à venda online. “<em>Eu procurei priorizar o álbum digital, dei carga total na distribuição, em plataformas como iTunes Store, além das de streaming, como Spotify e Deezer. Ou seja, as pessoas baixam e ouvem muito mais coisas na rede, é natural que o caminho para divulgação desse trabalho seja pela internet</em>”, explica. Mas, para ele, ainda há ressalvas, que exigem tempo. “<em>É um novo caminho que a gente tá aprendendo a utilizar. Com a internet, você tem um alcance gigantesco de um determinado conteúdo, mas é muita coisa ao mesmo tempo em circulação, as coisas vão se diluindo no meio desse mar de informações. O interessante, agora, o próximo passo é saber como prender, como focar a atenção para conteúdos de forma mais profunda. Esse é o nosso dilema daqui pra frente</em>”, conclui.</p>
<p>No passo marcado de ponta de pé e calcanhar, o frevo vira e se revira como pode: na TV, na rádio, na internet, mas o seu lugar mais adequado, sem dúvida, é nas ruas do Recife, ou subindo e descendo as ladeiras de Olinda, e no coração de todo o folião que não se cansa quando chega a Quarta-feira, e já vislumbra o Carnaval do ano seguinte, levando o frevo dentro de si pra onde quer que vá!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/esse-e-pra-tocar-no-radio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frevo: dos velhos aos novos carnavais</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/frevo-dos-velhos-aos-novos-carnavais/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/frevo-dos-velhos-aos-novos-carnavais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 16:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Valença]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Maria]]></category>
		<category><![CDATA[Capiba]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Fernando]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2015]]></category>
		<category><![CDATA[César Michiles]]></category>
		<category><![CDATA[claudionor germano]]></category>
		<category><![CDATA[dia do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[J. Michiles]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[Maciel Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Ferreira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=20979</guid>
		<description><![CDATA[ por Leonardo Vila Nova Em cima do trio elétrico, o coro canta “Ai, que calor ô ô! Ai, que calor ô ô!&#8230;”. Por entre o bailar dos flabelos, se ouve “Madeeeira do Rosariiinho”. Nos ataques das orquestras, as sete primeiras notas de Vassourinhas e o já previsível “Heeeei!!!”. Nas ladeiras de Olinda, o “Hino do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20982" aria-labelledby="figcaption_attachment_20982" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/discos-de-frevo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20982" alt="A cada ano, novos discos com frevos inéditos são lançados. É preciso conhecer essas novidades da nossa música" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/discos-de-frevo-costa-neto-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">A cada ano, novos discos com frevos inéditos são lançados. É preciso conhecer essas novidades da nossa música</p></div>
<p style="text-align: right;"><b><i> </i></b><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>Em cima do trio elétrico, o coro canta “<em>Ai, que calor ô ô! Ai, que calor ô ô!&#8230;</em>”. Por entre o bailar dos flabelos, se ouve “<em>Madeeeira do Rosariiinho</em>”. Nos ataques das orquestras, as sete primeiras notas de <em>Vassourinhas</em> e o já previsível “<em>Heeeei!!!</em>”. Nas ladeiras de Olinda, o “Hino do Elefante” é repetido à exaustão, várias vezes ao dia e em todos os dias de folia. E no palco, Alceu Valença, mais uma vez, canta “<em>Biiiicho maluco beleeeza no Largo do Amparo</em>”. Essas músicas estão na boca e na ponta do pé do folião pernambucano. É assim todos os anos. Clássicos do frevo, que atravessou mais de um século e foi consagrado por nomes de envergadura inconteste no cancioneiro popular pernambucano, entre autores e intérpretes: Nelson Ferreira, Capiba, Antonio Maria, Claudionor Germano, Carlos Fernando, Alceu Valença, J. Michiles. Isso, só para citar apenas alguns. O frevo, no entanto, não ficou congelado no passado. Ele continua sendo vívida fonte de inspiração para novas criações que surgem ano após ano. Mas&#8230; onde estão os novos frevos? Quem são os novos compositores?</p>
<p>Novos artistas vêm botando a mão na massa da criação e ajudando ampliar o repertório carnavalesco pernambucano, com músicas e trabalhos dedicados ao frevo. Basta procurar. Fábio Cabral, proprietário da Loja Passadisco, que fica no Shopping Sítio da Trindade, zona Norte do Recife, é um apreciador de música e vem acompanhando de perto esse processo. O espaço possui um acervo invejável de obras musicais pernambucanas, desde as antológicas até as novidades recém-saídas do forno. E, óbvio, o frevo tem lugar garantido no estabelecimento. Ele enumerou os artistas com lançamentos que se deram do fim do ano passado pra cá, e que têm o frevo como protagonista. Quinze foram os nomes citados por ele à reportagem, sejam discos autorais ou coletâneas, que já se encontram nas lojas, à disposição do público. “<em>A quantidade de lançamentos de discos de frevo que acontecem, anualmente, eu creio que seja basicamente a mesma, algo nessa média de 10 discos por ano</em>”, destaca Fábio.</p>
<div id="attachment_20983" aria-labelledby="figcaption_attachment_20983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/fabio-passadisco-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20983" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/fabio-passadisco-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sempre antenado, Fábio Cabral, da Loja Passadisco acompanha as novidades que surgem no frevo</p></div>
<p>André Rio, Benil, Som da Terra, Geraldinho Lins, Um Bloco em Poesia estão entre os que foram lembrados por ele. Boa parte dos trabalhos traz composições inéditas. Mas, ainda assim, a busca pelo novo ainda encontra certa resistência. “<em>Eu vejo muito disso aqui na loja: a maioria das pessoas não vem procurando algo novo, mas sempre os clássicos. Às vezes, eu até tento estimular, mostro um disco legal, aí a pessoa olha e diz: ‘Ué, mas essas músicas eu não conheço!’, e não leva o disco. Mas, claro, ainda há aqueles, os colecionadores de frevo de verdade, que sempre marcam presença aqui, especialmente nesse período, e compram de tudo, inclusive as novidades! Mas são minoria, ainda”</em>.</p>
<p>No entanto, o universo de novos compositores que, nos dias de hoje, vêm dando sua contribuição ao frevo é ainda maior. Na lista, músicos como Bráulio Araújo, Luciano Magno, Henrique Albino, Beto Hortiz, César Michiles, Dudu do Acordeon e, mais recentemente, o cantor Maciel Melo, estão nesse hall. Conversamos com três deles.</p>
<p><strong>Do matulão para a sombrinha colorida</strong><br />
Quando a reportagem chegou à Passadisco para a entrevista com Fábio Cabral, um CD tocava no aparelho de som da loja. Era <em>Perfume de Carnaval</em>, o novíssimo e surpreendente álbum de Maciel Melo. O “caboclo sonhador”, conhecido pela sua trajetória de décadas calcada no forró, resolveu, dessa vez, cair no frevo! O novo trabalho tem direção musical do Maestro Spok e traz 11 canções inéditas – duas compostas solo, sete parcerias e duas canções de amigos. Todas são frevos!</p>
<div id="attachment_20980" aria-labelledby="figcaption_attachment_20980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20980" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Acostumado ao forró, Maciel Melo surpreende com &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;, disco totalmente dedicado ao frevo</p></div>
<p>Mesmo que timidamente, Maciel já havia composto alguns frevos ao longo de sua carreira. <em>Frever</em>, em parceria com Valmar Belarmino, conquistou, em 1991, o segundo lugar no concurso Recifrevo, promovido pela TV Jornal do Recife. O hino do jornal anárquico Papa-figo também foi composto por Maciel. E essa vontade de fazer frevos encontrava-se latente em Maciel, mas ainda quieta. “<em>Eu, como artista e compositor pernambucano, sentia a necessidade de ter um disco dedicado ao frevo. Não tinha feito antes porque não havia amadurecido essa ideia ainda</em>”, conta.</p>
<p>O principal incentivador foi o compositor e produtor musical Carlos Fernando (falecido em 2013), a quem <em>Perfume de Carnaval</em> é dedicado. Foi o boêmio amigo quem, por vezes, jogou a semente dessa ideia em Maciel. Porém, o gatilho detonador se deu no Carnaval de 2014, a partir de um ligeiro incômodo, enquanto acompanhava o desfile do Galo da Madrugada. “<em>Quando vi o primeiro trio, tocava alguns frevos daqueles conhecidos. O segundo tocava as mesmas músicas do primeiro. O terceiro, as mesmas dos dois primeiros. Eu fiquei pensando como é que podia uma coisa dessas. Daí, quando cheguei em casa, me tranquei na sala onde eu trabalho e só saí na quinta depois do carnaval, com 11 músicas prontas</em>”, relembra.</p>
<p>Nessa empreitada, Maciel teve a colaboração de nomes do quilate de Maestro Spok, Geraldo Azevedo, Rogério Rangel, que lhe enviaram músicas para que ele colocasse as letras. Saiu do processo de composição determinado a gravar um disco. Maciel, então, se cercou dos melhores músicos e arranjadores e pôs a mão na massa, de forma independente, bancando tudo. “<em>Eu não vim brincar de fazer frevo. Tudo o que eu faço no meu trabalho é valendo. Foi um disco feito de corpo e alma, bem arranjado</em>”, diz Maciel. O resultado que se ouve em <em>Perfume de Carnaval</em> é digno de um veterano do frevo. Maciel parece que gostou da ideia e já vai botar o seu frevo na rua, com apresentações no polo de Campo Grande, no dia 16 de fevereiro, e na cidade de Surubim, dia 21. E já prometeu que, a partir de agora, irá fazer frevo todos os anos.</p>
<p><strong>Confira o clipe &#8220;Davanira&#8221;, do novo disco de Maciel Melo, &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;.</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hKNTtcsi66k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Frevo que vem no sangue</strong><br />
Um dos parceiros de Maciel em <em>Perfume de Carnaval</em> é o instrumentista, compositor, produtor e arranjador César Michiles. O jovem músico, virtuoso na flauta, traz no sangue o DNA do frevo. Filho do compositor J. Michiles (autor de clássicos carnavalescos famosos na voz de Alceu Valença), desde muito cedo César se interessou em seguir o caminho da música. Ele se dedicou aos estudos no Conservatório Pernambucano de Música e seguiu se aperfeiçoando em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O menino prodígio, então com 12 anos, chegou a fazer duas apresentações acompanhando Luiz Gonzaga, no ginásio Geraldão. Não demoraria muito para que fosse morar fora do país, residindo em Nova York (E.U.A.) por três anos. Lá, acompanhou nada menos que Naná Vasconcelos, Toninho Horta, Manolo Badrena, Bill O’Connel, entre outros. De volta ao Brasil, passou pelo Rio de Janeiro, e passou a trabalhar com produção musical e arranjos para vários artistas.</p>
<div id="attachment_20981" aria-labelledby="figcaption_attachment_20981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/César-Michilles-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20981" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/César-Michilles-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">César Michiles foi um dos músicos que trouxe sofisticação ao frevo, com novas composições</p></div>
<p>Apesar da herança paterna, o frevo só chegou na sua vida bem depois. Sua primeira composição no gênero data de 2008. “Pega Ladrão” ganhou o primeiro lugar no Festival de Músicas Carnavalescas, da Prefeitura do Recife (PCR), em 2008/2009. Depois, outros frevos foram surgindo. Mais um primeiro lugar, em 2011/2012, com “Pipocando” e, pelo festival Frevo da Humanidade, também da PCR, em 2013/2014, o segundo lugar com “Esse é o tom”, que ganhou letra de Maciel Melo para entrar no seu disco. <em>“Minhas músicas têm sido bem aceitas nesse universo dos músicos, compositores e críticos. Maestros como Edson Rodrigues e Spok têm elogiado o meu trabalho. Isso tem sido muito bom e me incentiva a criar ainda mais”.</em></p>
<p>Se ambientando nesse universo dos festivais de música carnavalesca, César teve um <em>insight</em> e captou um novo conceito para o frevo de rua, chamado “frevo concerto”. A nova estética traz o solista executando seu frevo à frente da orquestra. <em>“Passou a se tornar muito frequente nos festivais esse novos autores/instrumentistas defendendo, em palco, suas músicas”</em>. Outros compositores compartilham da mesma ideia de César: Bráulio Araújo, Beto Hortiz e Luciano Magno. Não por acaso, também profícuos compositores de frevo e competidores de festivais de música.</p>
<p><strong>Ouça &#8220;Pega Ladrão&#8221;, primeiro frevo composto por César Michiles</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/111388530&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Virtuoso da guitarra no ritmo do frevo</strong><br />
Também habitué de festivais de música carnavalesca, o guitarrista Luciano Magno tem uma trajetória longa com o frevo. Nascido em Paulo Afonso (BA), entrou em contato com a música pernambucana através das rádios que retransmitiam os sons daqui até lá. Mas, ao mesmo tempo, absorveu toda a sonoridade do rock’n’roll, gênero forte na década de 1980. Começou a tomar gosto pela música e passou a tocar entre os anos de 1985 e 86. E, ao se apresentar com uma orquestra de frevo, se deparou com os clássicos, as músicas mais tradicionais, que, de certa forma, foram uma escola.</p>
<p>“<em>Já cheguei no Recife praticamente pronto pra essa coisa do carnaval</em>”, diz Luciano, que veio morar na capital pernambucano em 1989, então, com 17 anos, para prestar o vestibular em Engenharia. Em 1990 já se apresentava no carnaval daqui, pela primeira vez. Daí não parou mais. Abandonou a faculdade, passou a cursar o Conservatório Pernambucano de Música e decidiu que essa seria a sua estrada a partir de então. No batente, passou a trabalhar como instrumentista e compositor de artistas como Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos, André Rio, entre outros. No seu currículo, ele também traz a participação em praticamente todas as edições da coletânea “Recife Frevoé”.</p>
<p>O primeiro frevo – de tantos que já fez – ele não lembra qual foi, nem quando compôs. <em>“Eu tinha muitas músicas, que eu utilizava mais como estudo mesmo, e que foram se dispersando”</em>, conta. Mas ele lembra que começou a inserir frevos em seus discos a partir do segundo, <em>Sotaque</em>, de 2003. Ele entrou de cabeça e passou a compor ainda mais, participando de seis festivais de música carnavalesca, entre 2006 e 2011. <em>Pisando em brasa</em> é um dos frevos que ele inscreveu, sagrando-se campeão em 2011. <em>Esquentadinho</em> é outro frevo que, recentemente, ganhou letra de Moraes Moreira, e está no novo disco de André Rio, <em>Um abraço do frevo</em>. Luciano também teve participação ativa nas composições do mais recente disco de 15 anos do “Um Bloco em Poesia”, que o homenageia no carnaval deste ano.</p>
<p>Mas, segundo Luciano, seu frevo de maior alcance é <em>Frevo Mágico</em>, finalista do concurso de 2008. Mesmo não tendo faturado o prêmio, ele conta que chegou aos ouvidos de várias partes do mundo, por ser uma música cuja execução é mais complexa e tem atraído a atenção de vários estudiosos. <em>“É um dos frevos que mais me traz alegria em ter feito, por ele ser um dos mais interpretados pelos novos instrumentistas. É um frevo diferente, que traz influências das fugas de Bach, e que soa bem no rock’n’roll. Está sendo muito acessada por quem quer estudar guitarra no frevo”</em>, revela, orgulhoso.</p>
<p><strong>Ouça abaixo &#8220;Frevo Mágico&#8221;, de Luciano Magno</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/27950437&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Muito mais do que se apresentar através das vozes e dos acordes de novos compositores, ao longo de seus 108 anos de existência, o frevo também deu conta de se renovar, dialogando com outros elementos musicais, ganhando novas caras e novos ares. Foi relido, repaginado, reprocessado. Nesta terça (10), a segunda matéria da série de reportagens em homenagem ao Dia do Frevo! Não perca!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/frevo-dos-velhos-aos-novos-carnavais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um Bloco em Poesia lança CD comemorando 15 anos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/um-bloco-em-poesia-lanca-cd-comemorando-15-anos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/um-bloco-em-poesia-lanca-cd-comemorando-15-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 20:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caboclinho]]></category>
		<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[paço do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[Um Bloco em Poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=19248</guid>
		<description><![CDATA[Em 2016, a trupe lírico-musical Um Bloco e Poesia completa 15 carnavais de existência. Mas as comemorações já começam a partir de agora. Neste sábado (10), eles lançam o CD “Um Bloco em Poesia – 15 anos”, com um show, às 16h, no Paço do Frevo (Bairro do Recife). O disco é produzido por João [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/2011-orquest.jpg"><img class="size-full wp-image-19252 alignnone" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/2011-orquest.jpg" width="518" height="357" /></a></p>
<p>Em 2016, a trupe lírico-musical <strong>Um Bloco e Poesia</strong> completa 15 carnavais de existência. Mas as comemorações já começam a partir de agora. Neste sábado (10), eles lançam o CD “Um Bloco em Poesia – 15 anos”, com um show, às 16h, no Paço do Frevo (Bairro do Recife). O disco é produzido por João Araújo e pelo guitarrista Luciano Magno, que é o homenageado do carnaval de 2015 pelo bloco. Na ocasião, também haverá um recital poético.</p>
<p>O CD traz 14 composições, dentre elas, músicas inéditas e um apanhado de canções premiadas em festivais carnavalescos locais. São frevos de bloco, frevos-canção, maracatu e caboclinhos, em arranjos que trazem a tradição para o campo da contemporaneidade. Participam do disco André Rio, Dalva Torres, Nuca Sarmento, Valéria Moraes, Benil, Voz do Capibaribe, Lara Klaus e Kelly Oliveira.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD “Um Bloco em Poesia – 15 anos”</em><br />
Sábado (10), às 16h<br />
Paço do Frevo – Rua da Guia, s/n, Bairro do Recife – Recife/PE<br />
*R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia entrada)</p>
<p><em>* valor da entrada do Paço do Frevo</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/um-bloco-em-poesia-lanca-cd-comemorando-15-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Samba, bossa e jazz entre os atrativos da nova fase de Luciano Magno</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/samba-bossa-e-jazz-entre-os-atrativos-da-nova-fase-de-luciano-magno/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/samba-bossa-e-jazz-entre-os-atrativos-da-nova-fase-de-luciano-magno/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 22:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adelson Viana]]></category>
		<category><![CDATA[CD Estrada do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Fabinho Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Albino]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Magno]]></category>
		<category><![CDATA[maestro Spok]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Resende]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Menescal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=17928</guid>
		<description><![CDATA[Conhecido pelas influências e junções de ritmos como o frevo, o baião e o jazz, Luciano Magno lançou recentemente, no Recife, o seu sexto CD, Estrada do Tempo. O músico já disponibilizou o trabalho em plataformas digitais de venda, como o iTunes. Ele tem planos de lançar o disco, oficialmente, no ano que vem, após o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Capa-Estrada-do-Tempo.jpg"><img class="wp-image-17929 alignleft" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Capa-Estrada-do-Tempo-537x486.jpg" width="338" height="306" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Conhecido pelas influências e junções de ritmos como o frevo, o baião e o jazz, Luciano Magno lançou recentemente, no Recife, o seu sexto CD, <em>Estrada do Tempo</em>. O músico já disponibilizou o trabalho em plataformas digitais de venda, como o iTunes. Ele tem planos de lançar o disco, oficialmente, no ano que vem, após o período carnavalesco.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum traz 11 faixas que passeiam pelo frevo, samba, bossa, choro, baião e jazz, muitas delas  parcerias surgidas durante suas turnês internacionais, entre 2010 e 2014. Segundo Magno, o processo de produção deste álbum foi o trabalho mais longo da sua carreira, desde as composições até as gravações, em estúdios do Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Foram necessários quatro anos para gerar essa minha nova fase musical, contando com parcerias como o saxofonista e flautista Marcio Resende, com quem eu compus quatro faixas de extrema importância para a formação inicial do álbum. Outros destaques em faixas como &#8220;Samba Magno&#8221;, &#8220;Virado à Paulista&#8221;, &#8220;De Olinda a Los Angeles&#8221; e &#8220;Estrada do tempo&#8221;, são as parcerias com o compositor Roberto Menescal, maestro Spok, além do trompetista Fabinho Costa, do acordeonista Adelson Viana e do multi-instrumentista Henrique Albino</em>”, explicou Luciano.</p>
<p style="text-align: justify;">Mixado no estúdio Central da Música, no Recife, o álbum também conta com parceiros de longa data do artista, como Nando Barreto (baixo), Thiago Piupiu (Bateria), Thiago Albuquerque (teclados), Fábio Valois (teclados) e Lara Klaus (percussão).</p>
<p>Na internet, já estão disponíveis os videoclipes <em>De Olinda a Los Angeles</em> e <em>Samba Boat</em>, ambos gravados ao vivo. Confira:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/3_ykPNasCIU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/TxhSpZRIqYg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/samba-bossa-e-jazz-entre-os-atrativos-da-nova-fase-de-luciano-magno/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

