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	<title>Portal Cultura PE &#187; Luiz Gonzaga.</title>
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		<title>Forró pode receber título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 14:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122185" aria-labelledby="figcaption_attachment_122185" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122185" alt="Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999-607x418.jpeg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró</p></div>
<p dir="ltr">O Dia Nacional do Forró, comemorado neste sábado (13), reacende a importância de uma expressão cultural reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Em Pernambuco, a data ganha um sentido especial por ser o aniversário de Luiz Gonzaga, referência maior do gênero musical característico do Nordeste, principalmente durante a maior festa da cultura popular brasileira, o Ciclo Junino (ou São João). A novidade em relação ao Forró é que, para além das terras pernambucanas e do País, existe a possibilidade de ser reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
<p dir="ltr">No campo mais simbólico e afetivo, celebrar o Dia Nacional do Forró é, antes de tudo, reconhecer a dimensão de um patrimônio que ultrapassa música e dança. O forró — ou forrobodó — é uma manifestação de um povo que envolve modos de viver, festejar, migrar, cozinhar e contar histórias. A decisão do Iphan, em 2021, ao registrá-lo como bem imaterial, deu nome formal ao que todo nordestino já sabia: trata-se de uma matriz viva, enraizada no Brasil inteiro por força das migrações e da potência inventiva de seus fazedores.</p>
<p dir="ltr">13 de dezembro carrega o nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, no Sertão do Araripe — território fundamental para entender o surgimento do forró. Gonzagão não só popularizou ritmos como baião, xote, xaxado e arrasta-pé, como ajudou a moldar o imaginário nacional sobre o Nordeste. Seu legado atravessa gerações e artistas contemporâneos que continuam renovando o super gênero com respeito à tradição, mas sem medo de olhar para o presente e para o futuro.</p>
<div id="attachment_122187" aria-labelledby="figcaption_attachment_122187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122187" alt="Gonzagão e Marinês" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003-607x415.jpeg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Gonzagão e Marinês</p></div>
<p dir="ltr">“Pernambuco encerra o ano como um dos principais articuladores das políticas de salvaguarda do Forró no Brasil. O fato mais recente ocorreu em novembro deste ano, quando foi realizada a 111ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura/Iphan, fórum do qual a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco faz parte e que debate diretrizes, processos e avanços ligados à preservação das expressões culturais brasileiras”, explica Lana Monteiro, gerente de Preservação do Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">O processo de avaliação de uma candidatura a Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, como foi o caso do frevo, geralmente leva cerca de um ano a partir do momento em que o dossiê é submetido formalmente.</p>
<p dir="ltr"><strong> PATRIMÔNIO IMATERIAL</strong> &#8211; O processo internacional se soma a uma agenda extensa de reconhecimento construído ao longo dos últimos anos. Em 2021, o Iphan registrou as Matrizes Tradicionais do Forró no Livro de Registro das Formas de Expressão, reconhecendo-o como um complexo cultural que envolve música, dança, modos de fazer, redes comunitárias, transmissão de saberes, festas tradicionais e práticas sociais que atravessam gerações.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-122186" alt="IMG_4002" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Em Pernambuco, o fortalecimento dessa política ganhou impulso com o Inventário do Forró Tradicional no Interior do Estado, realizado pela Associação Respeita Januário com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A pesquisa percorreu municípios do Agreste e do Sertão, registrando memórias, técnicas, repertórios e espaços simbólicos que sustentam a continuidade da tradição.</p>
<p dir="ltr">O processo também evidencia a relevância dos mestres e guardiões da tradição que mantêm viva a prática do forró pé-de-serra por meio da oralidade, do aprendizado coletivo e da preservação dos repertórios tradicionais. Em Pernambuco, cinco Patrimônios Vivos do Estado seguem firmes neste propósito de manter acesa a chama da fogueira forrozeira. “Em Pernambuco, temos mestres, mestras e grupos culturais que estão diretamente ligados à essa expressão artística: Assisão, Benedito da Macuca, Terezinha do Acordeão e Quadrilha Raio de Sol”, pontua Lana Monteiro.</p>
<p>Cantor, compositor e sanfoneiro nascido em Serra Talhada (PE), Assisão é um dos nomes centrais do forró pernambucano. Com carreira iniciada nos anos 1960, construiu uma obra marcada pela fidelidade às matrizes do baião, xote e xaxado, sem abrir mão de experimentações sonoras. Sua música circula entre o popular e o autoral, dialogando com gerações distintas. É referência na preservação e difusão do forró como linguagem cultural viva.</p>
<p dir="ltr">Músico pernambucano ligado às tradições do forró, Benedito da Macuca construiu sua trajetória a partir da vivência comunitária e do repertório popular nordestino. Seu trabalho está associado à transmissão de saberes musicais que atravessam gerações, mantendo práticas e estilos ligados à sanfona e aos ritmos tradicionais. Atua como referência cultural em seu território, sendo reconhecido pela consistência e continuidade de sua contribuição artística.</p>
<p dir="ltr">Nascida em Salgueiro (PE), Terezinha do Acordeão é sanfoneira, cantora e compositora, com mais de seis décadas de atuação na música nordestina. Reconhecida como pioneira feminina no forró em Pernambuco, iniciou a carreira ainda jovem e consolidou uma discografia marcada pelo diálogo entre tradição e protagonismo autoral. Sua trajetória inclui parcerias, gravações e circulação nacional. É nome fundamental na história da sanfona no estado.</p>
<p dir="ltr">Fundada no Recife, a Quadrilha Junina Raio de Sol é um dos grupos mais longevos e estruturados da cultura junina pernambucana. Com mais de três décadas de atuação, desenvolve espetáculos que articulam dança, música, narrativa e pesquisa de tradição popular. O grupo mantém atividades contínuas de formação, memória e criação artística ao longo do ano. Sua atuação ultrapassa o calendário junino e se firma como referência cultural permanente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Canta Luiz comemora aniversário do Rei do Baião no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:50:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 13 de dezembro é celebrado o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que se estivesse vivo, completaria 113 anos. O dia também é considerado o Dia Nacional do Forró. Gonzagão, como ficou conhecido, foi responsável pela popularização dos ritmos nordestinos que compõem o forró por todo o Brasil, como o xote, xaxado, baião, o arrasta-pé e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de dezembro é celebrado o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que se estivesse vivo, completaria 113 anos. O dia também é considerado o Dia Nacional do Forró. Gonzagão, como ficou conhecido, foi responsável pela popularização dos ritmos nordestinos que compõem o forró por todo o Brasil, como o xote, xaxado, baião, o arrasta-pé e o pé-de-serra. O Projeto Canta Luiz tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Para celebrar, o Festival Canta Luiz, idealizado pelos produtores Milena Gomes e Odilon Lima, acontecerá no próprio dia 13, sábado, no bairro do Poço da Panela, a partir das 19h. A Banda Regente Joaquim será anfitriã da grande celebração musical, recebendo Forró Rabecado, Forró Dona Rebeca e Arthuzinho dos 8 Baixos — três forças vivas do forró pernambucano que se unem em um espetáculo de homenagem ao Rei do Baião.</p>
<p>O público acompanhará três arrastões simultâneos pelas ruas do bairro, conduzidos pelos grupos convidados, até o palco principal no Largo da Igreja de Nossa Senhora da Saúde, onde todos se encontram para a apoteose musical do Festival Canta Luiz. Será o nascimento simbólico do Dia de Luiz Gonzaga no Recife — uma celebração feita pelo povo e com o povo.</p>
<p>Durante o mês de novembro, o Festival realizou três ensaios/shows abertos, para divulgar e esquentar o público para a grande apoteose do dia 13/12. Os ensaios ocorreram no Morro da Conceição, no município de Goiana e em Arcoverde, e contaram com a participação de músicos locais e mestres da cultura popular como os mestres de coco Assis Calixto, Damião Calixto e Cícero Gomes e os sanfoneiros Regis Moreira, Yago Santana e Orlandinho Melo.</p>
<p>O Canta Luiz nasceu do desejo de celebrar a vida e a obra de Luiz Gonzaga com uma programação popular e gratuita. “Nosso objetivo é criar em Recife um dia dedicado ao Rei do Baião e manter viva a tradição do pé-de-serra e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural, além, claro de comemorar a data de nascimento de Gonzagão, tão importante para a divulgação da cultura pernambucana e que se eternizou com suas músicas que falam da vida do povo pobre nordestino, com seu sotaque e sua sanfona”, afirma o produtor Odilon Lima.</p>
<p><strong>Festival Canta Luiz &#8211; Aniversário do Rei do Baião</strong></p>
<p>13/12/2025 (sábado)</p>
<p>Horário: 19h às 22h</p>
<p>Local: Largo do Poço da Panela (Estrada Real do Poço, Poço da Panela, Recife-PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundarpe e Secult-PE celebram o Dia das Crianças com ilustrações inéditas para colorir</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120720" alt="CAPA_ILUSTRA(2)(2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22-409x486.png" width="409" height="486" /></a></p>
<p>Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, Pernambuco é feito de cores, ritmos e histórias únicas. De cada canto do Estado brotam personagens, tradições e símbolos que formam um grande mosaico cultural vivo, diverso e cheio de encantamento.</p>
<p>Ao colorir estas páginas, você também faz parte dessa tradição! Vai conhecer figuras como Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, os Caretas de Triunfo, os Caiporas de Pesqueira, Caboclos de Lança, La Ursa, do Palácio Campo das Princesas e do Cinema São Luiz. Mais do que um passatempo, este é um convite para celebrar nossas raízes e descobrir, brincando, o orgulho de ser pernambucano em todas as idades.  Essa ação convida crianças e famílias a conhecerem mais  desse universo, mergulhando em expressões que fazem parte do nosso cotidiano. Aqui, cada traço e cada cor ajudam a contar a história de um povo criativo, alegre e cheio de imaginação.</p>
<p>Baixe <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-1-1.pdf" target="_blank">aqui</a>, <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-2.pdf">aqui</a> e<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-3.pdf"> aqui</a> todas as ilustrações para imprimir e colorir do seu jeito.</p>
<p><strong>Caretas de Triunfo</strong><br />
Em Triunfo, Serão do Pajeú, vivem os Caretas, figuras grandiosas que desfilam pelas ladeiras da cidade com suas máscaras e roupas coloridas. A gente sabe que eles estão chegando porque de longe se escuta os chocalhos pendurados nas tabuletas que usam como cinto e dos relhos, nome dado aos chicotes. Tradição única no Estado, os Caretas de Triunfo existem há mais de 100 anos. Em 1917 um home foi excluído de uma festa de Reisado porque tinha bebido demais. Irritado com a situação, ele colocou uma máscara e saiu pelas ruas fazendo barulho e sem ser reconhecido. A moda pegou e outras pessoas começaram a se vestir de forma extravagante saindo pela cidade de forma anônima, criando grupos e transformando ao longo dos anos um fato que poderia ter sido isolado em uma das maiores tradições culturais do Carnaval de Pernambuco.</p>
<p><strong>Lia de Itamaracá</strong><br />
Na Ilha de Itamaracá, Lia canta e o mar responde. Seu nome verdadeiro é Maria Madalena Correia do Nascimento, mas o mundo a conhece como Lia, uma artista cirandeira que fez da beira da praia um palco e da ciranda um símbolo da cultura pernambucana. Desde os anos 1960, sua voz único ecoa entre o som das ondas e o batuque dos tambores, convidando todos a darem as mãos e girarem juntos. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005, Lia de Itamaracá viaja o Brasil e o mundo, sendo uma embaixadora da cultura popular pernambucana. Dona de uma força ancestral, ela já atua há mais de seis décadas na música e transformou a ciranda em símbolo da identidade pernambucana, levando sua arte dos terreiros de areia à cena internacional, sem nunca deixar de ser filha da ilha e guardiã de sua cultura.</p>
<p><strong>Cinema São Luiz</strong><br />
Inaugurado em 1952, o Cinema São Luiz é um dos maiores ícones arquitetônicos e culturais do Recife. Localizado no coração da cidade, às margens do Rio Capibaribe, é um dos equipamento culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe. O Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, elerepresenta um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p><strong>Luiz Gonzaga</strong><br />
Do sertão de Exu para o mundo, Luiz Gonzaga levou o som da sanfona e o coração do Nordeste. De chapéu de couro e sorriso aberto, cantou o amor, a seca, o baião e a vida do povo sertanejo com uma verdade que atravessa gerações e continua influenciando todos nós até hoje, mais de 30 anos após sua morte. Conhecido como Mestre Lua e Rei do Baião, Gonzaga fez o Brasil dançar ao som de “Asa Branca”, &#8220;O Xote Das Meninas&#8221; e &#8220;Numa Sala de Reboco&#8221;, só para citar algumas de suas músicas mais mais conhecidas Ele foi, e continua sendo, umas das mais poderosas vozes do Nordeste e mostrou que nossa Região é resistência, poesia e música.</p>
<p><strong>A La Ursa</strong><br />
&#8220;A La ursa quer dinheiro, quem não dá é pirangueiro&#8221;. Quem nunca ouviu essa musiquinha, sendo cantada por crianças e adultos fantasiados de ursos? Personagem brincalhão que sai às ruas do Recife e Região Metropolitana na época do Carnaval, a La Ursa é um dos símbolos da cultura pernambucana. A tradição vem das antigas, com origem nas folias de reis, da cultura cigana e nas festas populares do interior. Fantasiado com roupa peluda e máscara de urso, o personagem mistura medo e riso. No meio da multidão, a La Ursa é o lembrete de que o Carnaval de Pernambuco é, acima de tudo, invenção e liberdade.</p>
<p><strong>Caboclo de Lança</strong><br />
Brilho, força e ancestralidade. O Caboclo de Lança é um dos personagens mais marcantes do Maracatu Rural. Com sua lança adornada de fitas, a gola colorida e o rosto coberto por uma máscara, ele desfila com imponência, guardando os segredos e a mística de sua tradição nascida no início do século 20 na Zona da Mata de Pernambuco, entre os trabalhadores das plantações de cana-de-açúcar. Cada passo é ritual, cada gesto tem peso e beleza. O som dos metais e o canto do mestres abrem caminho para esses guerreiros do campo, que dançam e enfrentam o cansaço com o mesmo orgulho de quem carrega séculos de história e resistência. Muito presentes na época do Carnaval, os Caboclos de Lança são um dos maiores símbolos culturais do Estado.</p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong><br />
A Torre Malakoff é um importante monumento localizado no Bairro do Recife. Ele foi construído no século 19 (com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus) para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São cinco salas de exposição, além de espaços educativas e administrativos. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. A Torre Malakoff é um monumento tombado e um dos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe.</p>
<p><strong>Caiporas de Pesqueira</strong><br />
Os Caiporas de Pesqueira também são uma manifestação cultural popular do carnaval. Brincalhões e dançantes, eles são conhecidos por andarem vestidos de paletós coloridos, cabeças grandes feitas com estopa e um visual divertido e misterioso, que brinca com as proporções do corpo. Fazendo alusão às caiporas, figuras indígenas protetoras das matas, esse personagem nasceu nos anos 1960 em Pesqueira, na entrada do Sertão pernambucano, se tornou um símbolo de irreverência e resistência cultural no agreste do estado.</p>
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		<title>País Matrizes do Forró leva raízes do ritmo à Feira Livre de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 12:53:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (1º), a manhã da Feira Livre de Buíque começou ainda mais animada. O País Matrizes do Forró desembarcou em um dos principais pontos de comércio do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025, levando as raízes do ritmo para comerciantes, clientes e visitantes que circulavam. Marcando a estreia do polo nesta edição, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119410" aria-labelledby="figcaption_attachment_119410" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-14.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119410" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-14-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Nesta sexta-feira (1º), a manhã da Feira Livre de Buíque começou ainda mais animada. O País Matrizes do Forró desembarcou em um dos principais pontos de comércio do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025, levando as raízes do ritmo para comerciantes, clientes e visitantes que circulavam. Marcando a estreia do polo nesta edição, a programação contou com apresentações da Banda de Pífano Fulni-ô, de Severino dos 8 Baixos e As Fulô.</p>
<p>Segundo a coordenadora de Música da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Isaar, o polo objetiva proporcionar uma conexão direta da música popular nordestina e o público presente. “Aqui, a gente encontra apresentações que remetem às origens do forró, com artistas que têm o estilo como essência, promovendo uma conexão local com o público, em um momento de música, dança, história e preservação de uma linguagem que é tão importante para nós, para Pernambuco e todo o país”, ressaltou.</p>
<p>Abrindo a sequência de shows, às 10h, diretamente da região do rio Ipanema, próximo ao município de Águas Belas, a Banda de Pífano Fulni-ô apresentou as influências do forró e a mistura com os elementos culturais da cultura originária, entoando canções na língua tradicional do povo Fulni-ô – o “Ia-tê” – e o português. “Nós trouxemos a diversidade de estilos que tocamos, como o coco, o forró, o arrasta-pé e o xote. Aqui, a nossa proposta é mostrar um pouco de cada cultura, com a influência da nossa identidade junto aos ritmos”, destacou o líder do grupo, o Mestre Matinho.</p>
<p>Em seguida, foi a vez do forró pé de serra ecoar pela feira, com a apresentação de Severino dos 8 Baixos, que trouxe o trio mais conhecido do estilo, a sanfona, a zabumba e o triângulo, para não deixar ninguém parado. No repertório, clássicos como “É Proibido Cochilar” e “Pagode Russo”, ambas do Rei do Baião, o cantor e compositor pernambucano, Luiz Gonzaga.</p>
<p>Encerrando o primeiro dia do polo, As Fulô convidou todo o público para dançar e cantar junto. Primeira banda de pé de serra formada por mulheres de Caruaru, a atração também prestou homenagem à Gonzaga ao entoar “Sebastiana”, “Qui Nem Jiló” e “Pau de Arara”, grandes sucessos do artista.</p>
<div id="attachment_119411" aria-labelledby="figcaption_attachment_119411" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-15.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119411" alt="O forró pé de serra ecoou pela feira, com a apresentação de Severino dos 8 Baixos, que trouxe o trio mais conhecido do estilo, a sanfona, a zabumba e o triângulo, para não deixar ninguém parado." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-15-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O forró pé de serra ecoou pela feira, com a apresentação de Severino dos 8 Baixos, que trouxe o trio mais conhecido do estilo, a sanfona, a zabumba e o triângulo, para não deixar ninguém parado</p></div>
<p>Para os comerciantes, além de ter alegrado quem trabalha e chegou à feira, o polo se tornou um atrativo por conectar música e o comércio popular. “Nunca tinha visto uma ação que trouxesse um clima de festa aqui para dentro da feira. Vi todo mundo animado, curtindo, comprando e aproveitando o forró. Isso é bom demais! Nós adoramos!”, avaliou Jorge Luiz, trabalhador local há 10 anos.</p>
<p>A programação do País Matrizes do Forró na Feira Livre de Buíque segue no sábado (2) e no domingo (3), com apresentações começando sempre às 10h. Na grade, atrações como a Banda Fole de Ouro, Banda de Pífanos Riacho do Meio, Aécio dos 8 Baixos e mais. Todas as informações sobre o polo estão disponíveis no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Exposição “Trajetos Poéticos” chega ao Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2025 18:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O universo ferroviário e a arte da poesia pernambucana se unem na exposição “Trajetos Poéticos”. A mostra visa rememorar a história do transporte sobre trilhos no Estado, preservando elementos que o caracterizam, relacionando com a vida e obra dos artistas pernambucanos Manuel Bandeira, Ascenso Ferreira, Luiz Gonzaga e Solano Trindade. Em caráter itinerante, a ação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118032" aria-labelledby="figcaption_attachment_118032" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Trajetos-Poeticos-_-Simon-Filmes-_-Divulgacao-2-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-118032" alt="Foto: Simon Filmes / Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/Trajetos-Poeticos-_-Simon-Filmes-_-Divulgacao-2-2-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Simon Filmes / Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">O universo ferroviário e a arte da poesia pernambucana se unem na exposição “Trajetos Poéticos”. A mostra visa rememorar a história do transporte sobre trilhos no Estado, preservando elementos que o caracterizam, relacionando com a vida e obra dos artistas pernambucanos Manuel Bandeira, Ascenso Ferreira, Luiz Gonzaga e Solano Trindade. Em caráter itinerante, a ação colaborativa, idealizada pela Estação Capiba – Museu do Trem (MUTRE), chega à Galeria Tereza Costa Rêgo, anexa ao Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), nesta quinta-feira (22), a partir das 15h. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">Com visitas abertas de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, a ação propõe a reflexão sobre a passagem do tempo, induzindo à observação de quatro realidades distintas, vividas paralelamente pelos poetas, relacionando com temáticas que envolvem a dinâmica do transporte e seus bens preservados expostos. Ao todo, o acervo reúne poemas, biografias, canções e ensaios, que se misturam com objetos ferroviários catalogados e disponibilizados pelo MUTRE, como apito, farol a querosene da Maria Fumaça (locomotiva a vapor), relógio, sino e mais.</p>
<p dir="ltr">“Trajetos Poéticos” segue em cartaz no MAC-PE até o próximo dia 31 de julho. Mais informações sobre a exposição podem ser encontradas no <a href="https://www.instagram.com/culturape/#">@culturape</a> e na página oficial do Museu no Instagram, <a href="https://www.instagram.com/mac.pe.oficial/">@mac.pe.oficial</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>&gt; Exposição “Trajetos Poéticos” no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE)</strong></p>
<p dir="ltr">Período: 22/05/25 até 31/07/25</p>
<p dir="ltr">Horário: Segunda a sexta-feira, das 9h às 16h</p>
<p dir="ltr">Endereço: Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco &#8211; Galeria Tereza Costa Rêgo (Anexo) I Rua Treze de Maio, nº 123, Varadouro &#8211; Olinda/PE</p>
<p dir="ltr"><em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Teatro do Parque recebe cordel homenageando Luiz Gonzaga</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 14:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando a circulação pelo estado para apresentar a vida e obra de Luiz Gonzaga, o “Cordel Operístico Lula Alegria” chega à capital pernambucana. O poeta, pesquisador e cantador Paulo Matricó vai apresentar o tema neste sábado (20), no Teatro do Parque, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, e em parceria com o Sesc [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Cordel-Operístico-Lua-Alegria_-creditoAdalberto-Oliveira.-@aofilmes-9.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107735" alt="Cordel Operístico Lua Alegria_ creditoAdalberto Oliveira. @aofilmes (9)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Cordel-Operístico-Lua-Alegria_-creditoAdalberto-Oliveira.-@aofilmes-9-607x335.jpg" width="607" height="335" /></a></p>
<p>Continuando a circulação pelo estado para apresentar a vida e obra de Luiz Gonzaga, o “Cordel Operístico Lula Alegria” chega à capital pernambucana. O poeta, pesquisador e cantador Paulo Matricó vai apresentar o tema neste sábado (20), no Teatro do Parque, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, e em parceria com o Sesc Pernambuco e incentivo do Funcultura.</p>
<p>“A gente precisa falar sempre de Luiz Gonzaga. Ele é eterno pela sua representatividade cultural, importância na música, legado das obras e das parcerias que perduram”, defende Paulo. Nascido em Tabira, ele compartilha com o Velho Lua as raízes sertanejas e a forma de enaltecer e contar a vida e costumes das pessoas de forma simples e popular. Gonzaga, com a música e Paulo, com o cordel.</p>
<p>E foi por meio desta linguagem literária que Paulo decidiu homenagear o cantor. Primeiro, com a produção de um cordel, que foi publicado em livro na primeira bienal do livro de Brasília em 2012. Depois, com a transformação da obra em um espetáculo. “Quis fazer uma homenagem a ele, mas de uma forma diferente dos tributos já realizados. Temos uma narrativa própria, autoral, que conta o caminho de Luiz saindo do Nordeste para conquistar o mundo, mostrando vida e obra”, explica.</p>
<p>O espetáculo tem duração média de 1h, é dirigido por Luiz Manuel, com produção geral de Pedro Castro. Ele é dividido em três atos costurados por trilha musical executada ao vivo. No palco, voz, sanfona, violoncelo, viola, percussão e flauta acompanham a narrativa, que, por vezes, se conectam a algumas das mais conhecidas músicas cantadas por Gonzaga. Além de Paulo Matricó e Elis Mariana, sua filha, como intérpretes, mais cinco músicos compõem a peça, que aposta nas projeções de xilogravuras e imagens como cenário.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Cordel-Operístico-Lua-Alegria_-creditoAdalberto-Oliveira.-@aofilmes-12.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107736" alt="Cordel Operístico Lua Alegria_ creditoAdalberto Oliveira. @aofilmes (12)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Cordel-Operístico-Lua-Alegria_-creditoAdalberto-Oliveira.-@aofilmes-12-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p><b>Sobre Paulo Matricó:</b> Poeta e cantador de Tabira, Sertão de Pernambuco. Lançou os CDs Outro Verso (com Manassés de Sousa), Junho Também, Em Cantoria (também espetáculo), Maria Pereira (ritmos brasileiros e pop europeu), Forrozeio (concerto), Paulo Matricó em Canto do Sertão, Matricó no Pé de Serra, Claro – O Coração no Cerrado (com Ocelo Mendonça, Genaro e Dércio Marques em DVD) e Lavradores. Realizou turnê em 30 cidades alemãs, em Birgminghem (Inglaterra), no Café Hann, em Koblenz e Harmonie (Bonn), transmitido pela TV alemã SWR e representou o Brasil na Espanha com concertos e ministrando oficinas de forró. No Brasil, participou do Projeto Seis e Meia, com Xangai. Lançou o livro-cordel Luiz Lua Alegria. Participou do Programa SR BRASIL, do Rolando Boldrin. Produziu o Espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria, na Sala Funarte. No Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo fez turnê pelo Projeto Dandô (vencedor do Prêmio Brasil Criativo – MINC). Produziu o espetáculo Ópera Cordelista Lua Alegria, pelo FUNCULTURA | PE. Transmissão do Especial do DVD CLARO CORAÇÃO DO SERRADO, pela TV Universitária. A Rede Globo Nordeste apresentou o especial ÓPERA CORDELISTA LUA ALEGRIA na grade da emissora. Atualmente, Paulo Matricó faz ponte artística em cidades da Europa, sendo uma forte referência no cenário musical, presença em importantes palcos e festivais do Recife, Caruaru, Gravatá, Garanhuns e Circuito do Frio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Programação – <b>“Cordel Operístico Lua Alegria”<br />
</b><b>20/01: Teatro do Parque<br />
</b>19h30 &#8211; espetáculo<br />
Endereço: Rua do Hospício, 81, Boa Vista, Recife<br />
Entrada: R$ 40 inteira; R$ 20 meia-entrada</p>
<p><b>25/01: Cine Teatro Samuel Campelo<br />
</b>19h30 &#8211; espetáculo<br />
Endereço: Praça Nossa Sra. do Rosário, 510 – Centro, Jaboatão dos Guararapes<br />
Entrada: R$ 15 inteira; R$ 8 meia-entrada</p>
<p><b>28/01: Teatro Rui Limeira Rosal (Sesc Caruaru)<br />
</b>15h – workshop Literatura de Cordel<br />
20h &#8211; espetáculo<br />
Endereço: Rua Rui Limeira Rosal, s/nº, Petrópolis<br />
Entrada:  R$ 30 inteira; R$ 15 meia-entrada</p>
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		<title>Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro são temas da live Conexão Cais</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2021 22:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faltando menos de um mês para o feriado de São João, o Centro Cultural Cais do Sertão encerra as atividades virtuais de maio exaltando os músicos locais e nacionais. Na live desta semana do quadro Conexão Cais, o músico-educador do museu, Diogo do Monte, debate “A identidade Vocal de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84967" aria-labelledby="figcaption_attachment_84967" class="wp-caption img-width-512 alignnone" style="width: 512px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/deneil-laranjeira.jpg"><img class="size-full wp-image-84967" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/deneil-laranjeira.jpg" width="512" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Deneil Laranjeira vai falar sobre Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga</p></div>
<p>Faltando menos de um mês para o feriado de São João, o Centro Cultural Cais do Sertão encerra as atividades virtuais de maio exaltando os músicos locais e nacionais. Na <em>live</em> desta semana do quadro Conexão Cais, o músico-educador do museu, Diogo do Monte, debate “A identidade Vocal de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em performance&#8221;. O bate-papo conta com a participação do mestre em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Deneil Laranjeira, e será transmitido via Instagram <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a>, nesta quinta-feira (27), às 20h. Posteriormente, a<em> live</em> ficará disponível para reprodução na rede social do museu.</p>
<p><em>“Em sua trajetória pelos estudos de música no âmbito Nordeste, Deneil tem muito a nos ensinar sobre técnica vocal e performatividade. Por esse viés, será possível analisar com mais afinco o trabalho desempenhado por grandes artistas da nossa música, a exemplo de Gonzagão e Jackson do Pandeiro”</em>, pontua Diogo.</p>
<p><strong>LIVE -</strong> O Conexão Cais é um quadro quinzenal e on-line dedicado ao estudo e reflexão da produção cultural, sociedade e legados artísticos. Ao longo de mais de um ano em atividades no Instagram do Cais do Sertão, o programa já trouxe uma infinidade de artistas, músicos e pensadores. Desta vez, Deneil Laranjeira, na sua vasta experiência como músico instrumentista, arranjador e compositor, apresentará aos internautas os processos interpretativos e as performances de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. A conversa visa constatar as semelhanças e dessemelhanças dos caminhos estéticos que cada um dos artistas seguiu.</p>
<p>Além das lives, o internauta pode navegar na cultura local por meio das playlists temáticas agregadas ao Spotify do Cais. Há seleções para todos os gostos: desde repertórios dedicadas ao Rei do Baião, como “Luiz Gonzaga”, “Gonzaga em Outras Vozes” e “O Sertão cantado por Gonzaga”, a listas com sucessos de músicos da cena local, a exemplo de Cristina Amaral e Quinteto Violado. Destaque para as homenagens ao Recife, como a lista “Saudade do Recife”, proposta por Johnny Hooker, além de um tributo a Naná Vasconcelos.</p>
<p>O Cais do Sertão é um equipamento administrado pela Empetur e segue fechado para visitação presencial, em respeito às medidas de controle ao novo coronavírus determinadas pelo Governo de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live Conexão Cais “A identidade Vocal de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em performance&#8221;, com Deneil Laranjeira<br />
Quando: 27 de maio de 2021 (quinta-feira), às 17h<br />
Transmissão pelo perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a></p>
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		<title>Centenário do compositor Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga, tem programação especial em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/centenario-do-compositor-ze-dantas-parceiro-de-luiz-gonzaga-tem-programacao-especial-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 23:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Há cem anos nascia um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga, o compositor Zé Dantas, que, ao lado de Humberto Teixeira, compôs boa parte do universo da música gonzaguiana &#8211; canções como Xote das meninas e Imbalança. Para celebrar o centenário deste importante artista da música brasileira, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Secretaria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81932" aria-labelledby="figcaption_attachment_81932" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/ze_dantas_e_luiz_gonzaga_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-81932" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/ze_dantas_e_luiz_gonzaga_2-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Dantas foi um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga</p></div>
<p>Há cem anos nascia um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga, o compositor Zé Dantas, que, ao lado de Humberto Teixeira, compôs boa parte do universo da música gonzaguiana &#8211; canções como <em>Xote das meninas</em> e <em>Imbalança</em>. Para celebrar o centenário deste importante artista da música brasileira, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), a Secretaria de Cultura do Recife, a Fundação de Cultura Cidade do Recife, o Memorial Luiz Gonzaga, o Museu Cais do Sertão, a TV Pernambuco e a Rádio Frei Caneca se uniram para realizar ações em torno da obra do compositor ao longo de 2021.</p>
<p>Para começar, essas instituições estão lançando uma programação inicial, de 26 de fevereiro a 6 de março, na qual se destaca produções audiovisuais e fonográficas sobre o “Dotô do Baião”. A programação será realizada durante os 10 dias com transmissões na TV Pernambuco, Rádio Frei Caneca, e nos canais no Youtube do Museu Cais do Sertão (<strong><a href="http://www.youtube.com/caisdosertao" target="_blank">www.youtube.com/caisdosertao</a></strong>) e Secult-PE (<strong><a href="http://www.youtube.com/secultpe">www.youtube.com/secultpe</a></strong>).</p>
<p>O centenário também será festejado no Instagram do Memorial Luz Gonzaga (@memorialluizgonzaga), com a divulgação, durante todo o mês de março, de conteúdos sobre a vida e obra do compositor, poeta e folclorista, que ajudou a apresentar o Nordeste ao Brasil, celebrando raízes profundas da cultura sertaneja.</p>
<p>“Quando tivemos essa ideia de homenagear Zé Dantas, pensamos em possíveis parceiros como o Museu Cais do Sertão, que, como o próprio nome já anuncia, tem seu acervo voltado para o universo de Zé Dantas. A Fundação de Cultura Cidade do Recife seria uma parceria natural, tendo em vista possuir o Memorial Luiz Gonzaga. No caso da TV Pernambuco e da Rádio Frei Caneca, a parceria se consolidou na proposta de divulgação de produções audiovisuais e fonográficas que envolvem a obra de Zé Dantas”, explica Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE e um dos responsáveis pela programação.</p>
<div id="attachment_82319" aria-labelledby="figcaption_attachment_82319" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/1_ze_dantas___materia_2020_1-16231500.jpg"><img class="size-medium wp-image-82319" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/1_ze_dantas___materia_2020_1-16231500-607x333.jpg" width="607" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">José de Sousa Dantas Filho, compositor e poeta, nasceu no município pernambucano de Carnaíba (27/2/1921)</p></div>
<p>Para o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, José Manoel Sobrinho, homenagear Zé Dantas é uma forma de confirmar a força de um modo nordestino de existir e resistir no mundo pela arte. &#8220;A arte sobrevive ao tempo e ultrapassa qualquer limite da geografia humana. Zé Dantas fez de sua arte o seu modo de falar com o mundo. Comemorar os 100 anos de seu nascimento é motivo de orgulho para qualquer povo. Carnaíba deu ao mundo a voz potente deste mestre da poesia sertaneja, pernambucana. Para o Recife, é uma honra festejar sua existência. Um poeta que escreve A Volta da Asa Branca, Acauã, Sabiá, Riacho do Navio conhece com  profundidade a alma humana. Zé Dantas é  um artista de infinitas dimensões&#8221;, celebra.</p>
<p>“Desde que fomos procurados pela Secult-PE nos engajamos no projeto, até porque divulgar a cultura pernambucana é uma das missões da TVPE. Zé Dantas foi um compositor que marcou toda uma geração musical. Diante de um artista tão grande e que contribuiu tanto para a música nordestina e brasileira, precisamos passar o ano de 2021 destacando o trabalho deste grande parceiro de Luiz Gonzaga”, destaca Ivan Júnior, diretor de Programação e Produção da TV Pernambuco.</p>
<p>“O Cais do Sertão produziu, neste mês de fevereiro, uma série de conteúdos que foram veiculados nas nossas redes socais com o objetivo de divulgar a música e o legado de Zé Dantas. Desde o começo do mês, publicamos pelo Instagram, Facebook e Spotify uma série de homenagens para ele. E chegamos agora com uma grande comemoração conjunta, com a Secult-PE, Rádio Frei Caneca e TV Pernambuco, que vão vincular, a partir do dia 26, uma extensa programação webnários e  produtos audiovisuais e fonográficos”, ressalta Maria Rosa, gerente do Museu Cais do Sertão.</p>
<p>A programação conta com a transmissão de dois webnários gravados e editados pela TV Pernambuco, com debates sobre o legado artístico de Zé Dantas: O primeiro é o “Um Dedo de Prosa &#8211; 100 Anos de ZéDantas”, com a participação de Lêda Dias, gerente de Políticas Culturais da Secult-PE; José Dantas, filho de Zé Dantas; Paulo Vanderley, pesquisador e colecionador da obra do Rei do Baião; e Anselmo Alves, documentarista, colecionador e pesquisador.</p>
<p>O segundo, “Um Dedo de Prosa &#8211; A Poética de Zé Dantas” tem a presença de Diviol Lira, assistente de Música da Secult-PE. Padre Luiz Marques Ferreira, pároco de Carnaíba; Cacá Malaquias, músico e educador musica; e Daniel Bueno, cantor, compositor e escritor.</p>
<p>Dentre outros destaques da programação, haverá também a exibição do show Duetos, de Marina Elali, neta de Zé Dantas, que fará uma homenagem ao legado do avô. Já a partir de sábado (27), e ao longo de todo o ano, serão exibidos os programas “Pílulas do Zé”, na TV Pernambuco, Rádio Frei Caneca e redes sociais da Secult-PE e Cais do Sertão, contando um pouco sobre a vida e obra deste artista.</p>
<p>Também está prevista, no sábado (27), uma sessão do curta-documentário pernambucano “Psiu!”, trabalho autobiográfico sobre Zé Dantas dirigido por Antonio Carrilho, e com produção e codireção de Juliana Lima. O filme será exibido na TV Pernambuco, às 18h.</p>
<p>Com duração de 20 minutos, “Psiu!” retrata a vida e a obra de José de Souza Dantas Filho, nascido em Carnaíba, no Sertão do Pajeú pernambucano. No documentário, a trajetória dele é revista e conta com o suporte de imagens e gravações inéditas com a voz do compositor, além de depoimentos de nome como Ariano Suassuna, Marina Elali, Yolanda Dantas (viúva), Geraldo Azevedo e demais parentes.</p>
<p>Ainda neste sábado (27), das 11h às 12h30, um debate ao vivo na Rádio Jornal, conduzido pelo comunicador Wagner Gomes e organizado em parceria com a Fundação de Cultura Cidade do Recife e o Memorial Luiz Gonzaga, reunirá especialistas para tratar sobre a importância e perpetuidade da obra de Zé Dantas, que tão bem retratou toda beleza e dureza da vida no Sertão Nordestino.</p>
<p><b>QUEM FOI? -</b> José de Sousa Dantas Filho, compositor e poeta, nasceu no município pernambucano de Carnaíba (27/2/1921) e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) (11/3/1962). Em 1947, conheceu Luiz Gonzaga, de quem se tornou um dos principais parceiros musicais, ao lado do também compositor Humberto Teixeira. Três anos depois, em 1950, Luiz Gonzaga gravou algumas de suas composições, como Vem, Morena, A Dança da Moda, o xote Cintura Fina, entre outros, dando início a uma das parceiras musicais mais exitosas da música brasileira.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO ZÉ DANTAS</span></b></p>
<p>(De 26 de fevereiro a 6 de março)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira (26/02)<br />
</span></b>15h &#8211; Quadro Poética &#8211; Salada Pop / Especial ZéDantas<br />
(O poética é um quadro veiculado diariamente no programa Salada Pop, apresentando um(a) poeta e alguma de suas obras declamadas na Rádio Frei Caneca).<br />
Rádio Frei (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado (27/02)<br />
</span></b>10h – Lançamento dos webnários ‘Um Dedo de Prosa – 100 anos de ZéDantas’ e “Um Dedo de Prosa &#8211; A Poética de ZéDantas”<br />
YouTube da Secult-PE (<a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/secultpe</strong></a>)</p>
<p>11h – Mesa de Bar,  programa de rádio conduzido pelo comunicador Wagner Gomes e organizado pela Fundação de Cultura da Cidade do Recife/Memorial Luiz Gonzaga, com pesquisadores/especialistas da obra de ZeDantas.<br />
Rádio Jornal (90.3 FM, <a href="http://www.radiojornal.ne10.uol.com.br/ao-vivo/recife " target="_blank"><strong>www.radiojornal.ne10.uol.com.br/ao-vivo/recife</strong></a> ou pelo app)</p>
<p>18h &#8211; Transmissão de ‘Um Dedo de Prosa &#8211; 100 Anos de ZéDantas’<br />
Rádio Frei (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app) e Youtube do Cais do Sertão (<strong><a href="http://www.youtube.com/caisdosertao">www.youtube.com/caisdosertao</a></strong>)</p>
<p>18h – Exibições do curta-metragem “PSIU!” e do show Duetos da Marina Elali<br />
TV Pernambuco (RMR: 46.1; Caruaru: 12.1; Petrolina: 13.1)</p>
<p>19h – Programação musical ZéDantas<br />
Rádio Frei Caneca (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Domingo (28/02)</span><br />
</b>Lançamento da playlist ‘ZéDantas’ no Spotify do Cais do Sertão</p>
<p>15h – Exibição de ‘Um Dedo de Prosa &#8211; 100 Anos de ZéDantas’<br />
TV Pernambuco (RMR: 46.1; Caruaru: 12.1; Petrolina: 13.1)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quarta-feira (3/03)<br />
</span></b>18h &#8211; Exibição de ‘Um Dedo de Prosa – 100 anos de ZéDantas’<br />
Youtube do Cais do Sertão (<a href="http://www.youtube.com/caisdosertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/caisdosertao</strong></a>)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado (6/03)<br />
</span></b>18h &#8211; Transmissão de ‘Um Dedo de Prosa – A Poética de ZéDantas’<br />
Rádio Frei Caneca (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p>19h – Programação musical ZéDantas<br />
Rádio Frei Caneca (101.5 FM, <a href="http://www.freicanecafm.org" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a> ou pelo app)</p>
<p><b>ATIVIDADES EXTRAS<br />
</b>*A partir do dia 27/02 e ao longo do ano: Exibições das Pílulas do Zé, na TV Pernambuco, Rádio Frei Caneca e redes sociais da Secult-PE, Museu Cais do Sertão. Publicações também nas redes do Memorial Luiz Gonzaga, sobre a vida e obra do compositor</p>
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		<title>Legado de Luiz Gonzaga é lembrado em webinário no YouTube do Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 13:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga.]]></category>
		<category><![CDATA[webinário]]></category>

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		<description><![CDATA[Recife, 14 de dezembro de 2020 - Se estivesse vivo, o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, teria completado 108 anos no último domingo, 13 de dezembro. Ele, que foi quem mais cantou o sertão e a vivência do povo nordestino, é o grande homenageado do museu. Para exaltar a sua vida e obra, o Centro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Luiz-Gonzaga.jpg"><img class="size-full wp-image-32276 aligncenter" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Luiz-Gonzaga.jpg" width="324" height="239" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Recife, 14 de dezembro de 2020 -</strong> Se estivesse vivo, o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, teria completado 108 anos no último domingo, 13 de dezembro. Ele, que foi quem mais cantou o sertão e a vivência do povo nordestino, é o grande homenageado do museu. Para exaltar a sua vida e obra, o Centro Cultural Cais do Sertão dedica faixa semanal online à reflexão do legado do músico.</p>
<p dir="ltr">O webinário terá a participação do biógrafo Climério de Oliveira, da pesquisadora de música brasileira Dominique Dreyfus e do maior colecionador da obra de Gonzaga, Paulo Vanderley. Os três vão analisar aspectos da musicalidade e da narrativa sertaneja cantada pelo pernambucano. O seminário virtual  acontece nesta quarta (16),  ao vivo, a partir das 18h, pelo canal do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCZhfnCCdEV5JoHK6czpmbCQ" target="_blank"><strong>Cais do Sertão no YouTube</strong></a>.</p>
<p dir="ltr">“Refletir sobre as nuances que permeiam a vida e obra do saudoso Luiz Gonzaga lança luz sobre a missão do Cais, cujo espaço está situado no coração do Recife: promover e integrar os visitantes e os admiradores do museu quanto à odisseia nordestina. O Cais do Sertão torna-se como equipamento cultural que incita a lembrança e importância de Gonzaga”, reflete a gestora do Cais, Maria Rosa Maia.</p>
<div id="attachment_69400" aria-labelledby="figcaption_attachment_69400" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Andrade/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-17-at-11.38.47.jpeg"><img class="size-medium wp-image-69400" alt="Chico Andrade/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/WhatsApp-Image-2019-06-17-at-11.38.47-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Visitação no Cais do Sertão está aberta nas quintas e sextas-feiras, das 10h às 16h; e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h</p></div>
<p dir="ltr">Com espaço dedicado ao Sertão cantado por Gonzaga, o Cais do Sertão é um equipamento turístico e cultural situado no coração do Recife. Gerido pela Secretaria de Turismo e Lazer e a Empetur, tem funcionado, atualmente, nos seguintes horários: quintas e sextas-feiras, das 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong><br />
Webinário sobre o centenário de Luiz Gonzaga, às 18h.<br />
Quarta (16) | 18h<br />
Transmissão no canal do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCZhfnCCdEV5JoHK6czpmbCQ" target="_blank"><strong>YouTube do Cais do Sertão</strong></a><br />
Visitação ao museu:<br />
Quintas e sextas-feiras, das 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h.<br />
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)</p>
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		<title>A obra de Luiz Gonzaga foi o tema da última live do Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 19:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[@culturape]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[José Mário Austregésilo]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga.]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Outras Palavras, por conta das recomendações de isolamento social para o combate à Covid-19, tem ampliado o debate entre literatura e ensino-aprendizagem por meio de uma série de lives que ocupam quinzenalmente o perfil da Secult-PE/Fundape no Instagram, o @culturape. O convidado da transmissão realizada na última segunda-feira (29) foi o escritor José Mário Austregésilo, autor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <strong>Outras Palavras</strong>, por conta das recomendações de isolamento social para o combate à Covid-19, tem ampliado o debate entre literatura e ensino-aprendizagem por meio de uma série de lives que ocupam quinzenalmente o perfil da Secult-PE/Fundape no Instagram, o <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>. O convidado da transmissão realizada na última segunda-feira (29) foi o escritor José Mário Austregésilo, autor do livro “Luiz Gonzaga: o Homem, sua Terra e sua Luta”.</p>
<p>A conversa contou com a mediação da historiadora Leda Dias, gestora da Política Cultural da Secult-PE, que também é uma especialista em sanfona e na vida e obra de Luiz Gonzaga. José Mário Austregésilo aproveitou o momento para debater questões como identidade e o imaginário social diante do patrimônio artístico e cultural de Luiz Gonzaga.</p>
<p>Ao longo do bate-papo, Leda Dias leu algumas perguntas envidadas por alunos de várias regiões do Estado de Pernambuco. As lives do Outras Palavras funcionam como uma espécie de fórum, onde discentes e docentes, além de lerem as obras dos escritores entrevistados, podem apresentar suas considerações a respeito dos livros lidos e conhecerem mais de perto quem está por trás de todas aquelas histórias narradas nas publicações.</p>
<p>A cada edição, o projeto busca expandir o conhecimento e a visão crítica de mundo dos alunos, não só por intermédio da prática da leitura, mas, tendo a literatura como ferramenta e aliada.</p>
<p>“Luiz Gonzaga – O homem, sua terra e sua luta” apresenta a linguagem popular presente na oralidade das canções de Gonzaga e os símbolos típicos da cultura nordestina. O livro discute a influência do rei do baião em movimentos artísticos e sua interferência decisiva na trajetória da música brasileira ao introduzir no cenário nacional os ritmos do Nordeste.</p>
<p>Para quem não assistiu à última edição da live ou quer revê-la, basta apertar o play abaixo e conferir:</p>
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<div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;"> Ver essa foto no Instagram</div>
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CCCcz3sgaAI/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">Outras Palavras com José Mário Austregésilo e mediação de Leda Dias, Gerente de Política Cultural da Secult-PE/ Fundarpe.</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/culturape/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Secretaria de Cultura &#8211; PE</a> (@culturape) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-06-29T23:59:14+00:00">29 de Jun, 2020 às 4:59 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
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<p><b>OUTRAS PALAVRAS -</b> Realizado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação e Esportes (SEE-PE) e apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o <b>Outras Palavras</b> em formato digital tem sido utilizado como material didático pelos professores que atendem aos alunos da rede pública de ensino.</p>
<p>Em quatro anos, o Outras Palavras beneficiou mais de <b>25 mil joven</b>s de <b>658 escolas</b>, que receberam mais de<b> 7.100 livros</b> nas <b>113 edições</b> realizadas até aqui, sempre levando escritores, artistas e patrimônios de Pernambuco para dialogar com os jovens dentro das instituições de ensino.</p>
<p><strong>- Leia mais</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/a-obra-de-luiz-gonzaga-foi-o-tema-da-ultima-live-do-outras-palavras/" target="_blank"><strong>Versão digital do Outras Palavras amplia debate entre literatura e ensino-aprendizagem</strong></a></p>
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