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	<title>Portal Cultura PE &#187; luiz kleber queiroz</title>
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		<title>Ópera &#8216;Domitila&#8217; cumpre temporada gratuita no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 19:42:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O romantismo e sensibilidade de Domitila de Castro Canto e Melo, mais conhecida como a Marquesa de Santos, norteiam a ópera de câmara Domitila, de autoria do músico carioca João Guilherme Ripper. Ao longo de sete anos, a marquesa e Dom Pedro I viveram um romance e trocaram várias cartas entre si – documentos históricos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42604" aria-labelledby="figcaption_attachment_42604" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Domitila-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-42604" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Domitila-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A soprano carioca Neti Szpilmann foi cedida pelo Theatro Municipal do Rio de Janeiro para participar da ópera no Recife</p></div>
<p>O romantismo e sensibilidade de Domitila de Castro Canto e Melo, mais conhecida como a Marquesa de Santos, norteiam a ópera de câmara <strong>Domitila</strong>, de autoria do músico carioca João Guilherme Ripper. Ao longo de sete anos, a marquesa e Dom Pedro I viveram um romance e trocaram várias cartas entre si – documentos históricos que inspiraram a criação do espetáculo.</p>
<p>No Recife, a peça será encenada a partir desta quinta (1º), e seguirá em cartaz nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de dezembro, no Teatro Hermilo Borba Filho. As sessões do dia 8 e 9 poderão ser plenamente vivenciadas por pessoas com deficiência, pois contarão com recursos de acessibilidade comunicacional. As sessões acontecem de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h. A entrada é gratuita.</p>
<p>João Guilherme Ripper atualmente ocupa o cargo de presidente da Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que cedeu a soprano carioca Neti Szpilmann para participar da ópera. Ela revezará com a pernambucana Tarcyla Perboire nas oito récitas, sempre acompanhadas por piano, violoncelo e clarinete. A direção cênica e idealização são de Luiz Kleber Queiroz e a direção musical de Antonio Nigro. A também carioca Marisa Avellar, graduada em dança pela Faculdade Angel Vianna, é responsável pela Direção de Movimento.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pHiAa9KaDgM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A ópera foi desenvolvida por Ripper a partir do livro Cartas de Pedro I à Marquesa de Santos, de Alberto Rangel, e conta o último dia de Domitila na corte, no dia em que ela escreve sua despedida comovida a Pedro I. Na época, a Casa dos Bragança impuseram ao jovem imperador e viúvo uma nova esposa, D. Amélia, de estirpe real.</p>
<div id="attachment_42605" aria-labelledby="figcaption_attachment_42605" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PA130018.jpg"><img class="size-medium wp-image-42605" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PA130018-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">As cartas trocadas entre Domitila e Dom Pedro I formam o cenário do espetáculo</p></div>
<p>De acordo com Luiz Kleber Queiroz, a personagem se apresenta carregada de emoção ao reviver seu último dia na corte.<em> “Presa em suas próprias lembranças, Domitila, através das cartas que guardou em seu subconsciente, revive repetidamente seus amores, angústias, alegrias e decepções, criando uma atmosfera densa”</em>, explica o diretor Queiroz, que também é barítono e professor de Canto do Departamento de Música da UFPE.</p>
<p><em>“Esta montagem, encenada em 2010 e reapresentada em 2012 e 2014, recebeu o Prêmio Funarte de Circulação de Música de Concerto e já foi assistida por mais de 1.500 pessoas. Durante esses anos passamos por várias cidades, como Porto Alegre, Joinville, Cuiabá, Campo Grande e Dourados, com sucesso de público e crítica”</em>, revela.</p>
<p><strong>Acessibilidade Comunicacional<br />
</strong>As sessões do dia 8 e 9 de dezembro poderão ser plenamente vivenciadas por pessoas com defiência, pois contarão com recursos de acessibilidade comunicacional</p>
<p><strong>Sobre a vida de Domitila<br />
</strong>Em 1822, dias antes da proclamação da Independência do Brasil, ela e o Imperador Dom Pedro I se conheceram, e um ano depois já compartilhavam uma casa no bairro do Estácio, no Rio de Janeiro. Após alguns anos recebeu de presente a &#8220;Casa Amarela&#8221;, como ficou conhecida sua mansão, perto da Quinta da Boa Vista.</p>
<div id="attachment_42606" aria-labelledby="figcaption_attachment_42606" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Músicos.jpg"><img class="size-medium wp-image-42606" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Músicos-607x418.jpg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Neti Szpilmann revezará com a pernambucana Tarcyla Perboire nas oito récitas, sempre acompanhadas por Antonio Nigro (piano), Pedro Huff (violoncelo) e Gueber Santos (clarinete)</p></div>
<p>Domitila teve cinco filhos com D. Pedro I e os dois romperam em 1829, por conta das segundas núpcias de D. Pedro I com Amélia de Leuchtenberg. Uma das cláusulas do contrato nupcial dizia que ele deveria afastar-se para sempre de Domitila e bani-la da corte.</p>
<p>Em 1829, a marquesa muda-se para São Paulo onde viveu a última fase de sua vida. Sua casa tornou-se o centro da sociedade paulistana, que lá se reunia para confraternizações em bailes de máscaras e saraus literários. Ela faleceu no dia 3 de novembro de 1867.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Ópera Domitila</strong><br />
Quinta (1º), 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de dezembro (Quintas a sábado, às 20h | Domingos, às 19h)<br />
Teatro Hermilo Borba Filho (Av. Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife)<br />
Gratuito</p>
<p><strong></strong><strong>Ficha Técnica</strong><br />
Idealização: Luiz Kleber Queiroz<br />
Elaboração do Projeto e Coordenação Geral: Maria Aida Barroso<br />
Direção Musical: Antonio Nigro<br />
Direção Cênica: Luiz Kleber Queiroz<br />
Direção de Movimento: Marisa Avellar<br />
Elenco/músicos: Neti Szpilmann (dias 1° / 3 / 9 / 11), Tarcyla Perboire (dias 2 / 4 / 8 / 10), Antonio Nigro (piano), Gueber Santos (Clarinete) e Pedro Huff  (Violoncelo)<br />
Cenário: Thiago Luna<br />
Figurino: Marcondes Lima<br />
Direção de Arte: Marcondes Lima<br />
Iluminação: João Guilherme de Paula<br />
Maquiagem: Geraílton Sales<br />
Audiodescrição: Acessibilidade Comunicacional &#8211; Liliana Tavares<br />
Assessoria de Imprensa: Mila Portela/VERBO Assessoria<br />
Designer Gráfico: Letícia Matos / Azul Pavão<br />
Produção: Aymara Almeida e Alice Alves<br />
Apoio: UFPE, Departamento de Música da UFPE, Azul Pavão e Acessibilidade Comunicacional<br />
Patrocínio: Funcultura, FUNDARPE e Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco</p>
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