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	<title>Portal Cultura PE &#187; lumiar</title>
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		<title>Paisagens Oníricas investiga relação corpo-natureza em comunidades ribeirinhas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paisagens-oniricas-investiga-relacao-corpo-natureza-em-comunidades-ribeirinhas/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:02:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106594" aria-labelledby="figcaption_attachment_106594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Paisagens-Oníricas.-Fotos-divulgação-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-106594" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Paisagens-Oníricas.-Fotos-divulgação-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Paisagens Oníricas</p></div>
<p>Com o propósito de ressignificar, de forma investigativa e lúdica, a relação corporal e afetiva da população pernambucana com as águas dos rios que cortam comunidades ribeirinhas, a artista da dança, produtora cultural e idealizadora do projeto itinerante Paisagens Oníricas, Marina Mahmood, ao lado do fotógrafo e músico Iezu Kaeru, ministraram oficinas multimídia que mesclam audiovisual, dança e performance em três localidades do interior do Estado: Ilha de Assunção, território indígena situado em Cabrobó; e Itacuruba, ambas cidades do Sertão, além de Limoeiro, município do Agreste. A circulação das atividades joga luz na urgência da preservação ambiental.<br />
O público beneficiado é formado por estudantes do ensino médio que habitam as comunidades ribeirinhas onde foram realizadas as residências artísticas nos meses de agosto e setembro deste ano. Cada turma contou com 20 alunos da Escola Indígena Capitão Dena (território Truká, Ilha de Assunção, Cabrobó), da Erem Professora Maria de Menezes Guimarães (Itacuruba) e da Erem Professora Jandira de Andrade Lima (Limoeiro).<br />
O resultado da imersão desses participantes com o processo investigativo e criativo proposto pelo projeto Paisagens Oníricas pode ser apreciado em programação aberta ao público, de 5 a 12 de dezembro, em cada cidade contemplada. A iniciativa tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e apoio do Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA).<br />
A Ilha de Assunção, em Cabroró, abre a programação na terça-feira (5), no Centro Cultural de Artesanato da Ilha de Assunção da Aldeia Jatobazeiro, que é uma área de retomada indígena. Em seguida, na quinta-feira (7), o grupo segue para a Praça Matriz Nossa Senhora do Ó, no centro do município de Itacuruba. Encerrando as apresentações do projeto Paisagens Oníricas, a Praça da Bandeira, na cidade de Limoeiro, recebe o evento na terça-feira seguinte (12).<br />
As atividades realizadas em cada território têm a mesma dinâmica, a começar com a performance <em>Lumiar</em>, da artista da dança Marina Mahmood, às 19h, acompanhada por uma banda ao vivo, dança com o manuseio do fogo e outros artifícios – na Ilha de Assunção acontece às margens do Rio São Francisco e, em Limoeiro e Itacuruba, nas praças públicas. A exibição das obras multimídias realizadas pelos estudantes beneficiados pelo projeto Paisagens Oníricas acontece sempre às 20h, na sessão audiovisual. Logo em seguida, às 21h, há debate entre os arte-educadores Marina Mahmood e Iezu Kaeru e os participantes das oficinas. Às 21h30, fechando as intervenções de cada dia, é exibida a videodança <em>Corpo Onírico</em>. Na apresentação de Limoeiro há a presença de um intérprete em libras.</p>
<p><strong>OFICINAS MULTIMÍDIAS -</strong> A partir do projeto Paisagens Oníricas os estudantes de ensino médio que passaram pelo processo formativo das oficinas multimídias tiveram o primeiro contato com câmeras profissionais aprendendo o básico do manuseio para filmagem e fotografia. As turmas também participaram de atividades de sensibilização corporal, dança e performance. A ideia era utilizar as paisagens naturais do território para realizar obras de audiovisual criadas pelos próprios estudantes, que filmaram e performaram nos vídeos a serem exibidos em cada território durante a programação.<br />
“Partimos do olhar de uma comunidade indígena banhada pelo Rio São Francisco (na Ilha de Assunção); de uma cidade realocada de suas margens (em Itacuruba), devido à construção da barragem de Itaparica, e que é alvo de um projeto de construção de usina nuclear; e de uma cidade cortada pelo Rio Capibaribe (Limoeiro)&#8221;, destaca Marina Mahmood. &#8220;Por meio da realização de oficinas multimídia nesses locais convidamos estudantes de ensino médio de escolas públicas a expressarem suas subjetividades e visões sobre a natureza contida em seus territórios. Incitamos o protagonismo da juventude como agente de transformação da realidade valorizando e promovendo a troca cultural e artística entre comunidades tradicionais indígenas e cidades pernambucanas durante o escoamento dos vídeos em cada localidade, durante a programação que será realizada agora em dezembro, e pela publicação do material num site, que será lançado em breve, facilitando o acesso ao conteúdo.”<br />
Os vídeos produzidos pelos alunos também serão publicados no perfil do <a title="peixes__voadores" href="https://www.instagram.com/peixes__voadores/" target="_blank">Instagram</a>, além do site que será divulgado após as apresentações nos territórios. Uma parte desse conteúdo on-line receberá audiodescrição e janela de libras.<br />
Para o aluno Giovane Matheus Pereira de Souza, 17 anos, nativo do território indígena Ilha de Assunção, em Cabrobó, foi uma experiência nunca antes vivenciada. &#8220;Foi muito legal quando eles chegaram aqui na ilha. Primeiro apresentaram o projeto, nos mostraram algumas imagens e pediram para cada um falar sobre o que achava daquela imagem. Depois fizemos um mapa aqui da aldeia, dos locais sagrados. Em seguida começamos a visitar esses lugares, a pegar na câmera fotográfica, aprender a mexer no foco, a direcionar o olhar, os ângulos. Fizemos um álbum de fotos. Também fomos para um lugar muito sagrado daqui, a Ilha da Onça, onde fizemos um trabalho corporal, dançamos, aprendemos movimentos, cantamos e brincamos. Foi muito divertido&#8221;, expressa Giovane Matheus. Ainda segundo o estudamnte, cada estudante fez uma performance em vídeo. A dele aconteceu interagindo com uma cobra que eles acharam na hora de gravar sua participação. O sonho de Giovane Matheus é ser veterinário, mas diz que é o “fotógrafo oficial” da família e que a oficina o ajudou nessa empreitada.<br />
O projeto abrange ainda o conceito de ecologia, porque inclui a expressão das subjetividades como forma de trabalhar a questão ambiental relacionando a natureza interna de cada estudante (instintos, emoções, sentimentos, intuição) com a natureza externa (elementos naturais e paisagens). Assim como inspira os participantes a repensarem as diversas relações com as águas dos rios que cortam seus territórios. A performance e as oficinas buscam o diálogo do movimento corporal com as paisagens e elementos da natureza. Ambas interagem com a ferramenta audiovisual.</p>
<p><strong>PERFORMANCE LUMIAR -</strong> A performance <em>Lumiar</em> é acompanhada pela trilha sonora ao vivo e composta em tempo real por dois músicos &#8211; Iezu Kaeru e Diego Drão, que criam “tons de cena” e transmitem sensações. A performer Marina Mahmood transita pelas paisagens de cada localidade portando instrumentos como bambolê, asas de ferro, cuia e pó de serra para manipular o fogo e a água.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Coordenação do projeto e produção executiva: Marina Mahmood<br />
Educadores: Marina Mahmood e Iezu Kaeru<br />
Produção executiva da etapa performática nos territórios (performance ao vivo): Marina Mahmood e Paloma Granjeiro<br />
Assistência de produção: Maria Aparecida da Conceição Barros, Josivania da Silva Cavalcanti e Ricardo Bruno Rodrigues da Silva<br />
Performance ao vivo: Marina Mahmood<br />
Banda: Iezu Kaeru e Diego Drão<br />
Administração do projeto: Hudson Wlamir<br />
Comunicação: Alcateia Comunicação e Cultura (Dea Almeida)<br />
Arte gráfica: Nathalia Queiroz<br />
Edição audiovisual: Zé Diniz<br />
Site: Jazz Agência Digital<br />
Acessibilidade: VouSer Acessibilidade<br />
Apoio: Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA)<br />
Patrocínio: Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura)</p>
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		<title>Ilha de Deus recebe apresentação do espetáculo &#8220;Lumiar&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2023 13:15:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Crédito-da-fotógrafa-Flora-Negri-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100330" alt="Flora Negri/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Crédito-da-fotógrafa-Flora-Negri-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Depois da estreia no Parque 13 de Maio, em abril, o espetáculo de dança contemporânea Lumiar será encenado gratuitamente na Ilha de Deus, localizada entre os bairros da Imbiribeira e Pina, no próximo dia 20 de maio (sábado), a partir das 19h30. Com acesso livre e gratuito, a montagem conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e busca resgatar a essência humana estimulando o acesso a memórias ancestrais através do movimento do corpo, da interação com o elemento fogo e de estímulos sonoros que dançam junto. Marina Mahmood é a responsável pela direção da performance que o público irá assistir, com trilha sonora executada ao vivo pelos músicos iezu kaeru, Diego Drão e Daniel Fino, e assistência de direção de Lau Veríssimo.</p>
<p>O ambiente criado vai, aos poucos, convidando o público a imergir em suas realidades internas, instintos e intuições, materializando e transmitindo sensações a partir da alquimia desenvolvida pela intérprete. A dançarina Marina Mahmood utiliza materiais como bambolê, ferros e pó de serra para criar a relação com o fogo, em uma performance que inspira a potência que há dentro de todos nós, o amor, o autoamor, a magia de viver.</p>
<p>“Durante os processos de criação buscamos trazer à tona a ritualística do fogo, elemento de transmutação que nos reconecta com o inconsciente e com a força ancestral. Permanecer ou dançar ao redor do fogo nos conecta com a natureza e nos lembra que, apesar de humanos, somos divinos. O ritual nos remete ao universo dos sonhos, ao que palpita verdadeiramente dentro de nós e à mágica dos encontros verdadeiros. É o que chamamos de ‘entrelugar’ imaterial, onde acessamos esse ‘eu’ que é humano-animal e divino. Essa ‘fresta’ é um campo de permissão, nela podemos ser quem quisermos sem as limitações sociais, culturais, julgamentos e ‘nós’ psicológicos que impedem que sejamos verdadeiros conosco e com os outros. Para desatar essas amarras é necessário reconhecer e exercitar diariamente essa natureza instintiva e intuitiva que nos torna vulneráveis e, portanto, abertos”, detalha Mahmood.</p>
<p>Um dos recursos para acessar esse “campo de permissão” é a utilização da música no processo de montagem e apresentações: a partir de texturas sonoras e tons de cena em ápices, quebras e continuidades, a trilha – realizada ao vivo – é pensada enquanto proposta rítmica para ativar o movimento e emoções da performer e do público. Os músicos iezu kaeru, Diego Drão e Daniel Fino têm um papel ativo tanto no processo de montagem como também estando presentes em cena, propondo a interação entre essas linguagens.</p>
<p>Após a apresentação da performance<em> Lumiar</em>, a programação segue, às 20h30, com um debate que irá promover uma interação entre o público e a equipe criativa do espetáculo. Às 21h, haverá a exibição de um pequeno videodança realizado pelos moradores da comunidade durante oficina ministrada por Marina Mahmood (uma ação educativa também prevista no projeto).</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
19h30 &#8211; Apresentação de Lumiar<br />
20h30 às 21h – Debate sobre processo de criação<br />
21h – Exibição de videodanças</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Lumiar</em><br />
Quando: 20 de maio de 2023 (sábado), às 19h30<br />
Onde: Marco Zero da Ilha de (Rua São José, s/n, Imbiribeira &#8211; Recife/PE). O acesso é feito pela Ponte Vitória das Mulheres. Fica próximo à Estação de Metrô da Imbiribeira<br />
Aberto ao público<br />
Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/marinabmahmood/" target="_blank"><strong>@marinabmahmood</strong></a></p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Lumiar&#8221; estreia no Parque 13 de Maio, no centro do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 12:59:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Crédito-da-fotógrafa-Flora-Negri-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100330" alt="Flora Negri/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Crédito-da-fotógrafa-Flora-Negri-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>No coração do Recife, o Parque Treze de Maio será palco, na próxima sexta-feira (14), às 19h30, da estreia do espetáculo de dança contemporânea <em>Lumiar</em>. Com direção e performance da artista Marina Mahmood, acompanhada da trilha sonora desenhada ao vivo pelos músicos iezu kaeru, Diego Drão e Daniel Fino, e assistência de direção de Lau Veríssimo, a apresentação é inédita e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Com acessibilidade em audiodescrição, <em>Lumiar</em> é um espetáculo que busca resgatar a essência humana estimulando o acesso a memórias ancestrais através do movimento do corpo, da interação com o elemento fogo e de estímulos sonoros que dançam junto. O ambiente criado vai, aos poucos, convidando o público a imergir em suas realidades internas, instintos e intuições, materializando e transmitindo sensações a partir da alquimia desenvolvida pela intérprete. A dançarina Marina Mahmood utiliza materiais como bambolê, ferros e pó de serra para criar a relação com o fogo, em uma performance que inspira a potência que há dentro de todos nós, o amor, o autoamor, a magia de viver.</p>
<p>“Durante os processos de criação buscamos trazer à tona a ritualística do fogo, elemento de transmutação que nos reconecta com o inconsciente e com a força ancestral. Permanecer ou dançar ao redor do fogo nos conecta com a natureza e nos lembra que, apesar de humanos, somos divinos. O ritual nos remete ao universo dos sonhos, ao que palpita verdadeiramente dentro de nós e à mágica dos encontros verdadeiros. É o que chamamos de ‘entrelugar’ imaterial, onde acessamos esse ‘eu’ que é humano-animal e divino. Essa ‘fresta’ é um campo de permissão, nela podemos ser quem quisermos sem as limitações sociais, culturais, julgamentos e ‘nós’ psicológicos que impedem que sejamos verdadeiros conosco e com os outros. Para desatar essas amarras é necessário reconhecer e exercitar diariamente essa natureza instintiva e intuitiva que nos torna vulneráveis e, portanto, abertos”, detalha Marina Mahmood, quem assina a idealização, direção e performance de Lumiar.</p>
<p>Um dos recursos para acessar esse &#8220;campo de permissão&#8221; é a utilização da música no processo de montagem e apresentações: a partir de texturas sonoras e tons de cena em ápices, quebras e continuidades, a trilha &#8211; realizada ao vivo &#8211; é pensada enquanto proposta rítmica para ativar o movimento e emoções da performer e do público. Os músicos iezu kaeru, Diego Drão e Daniel Fino têm um papel ativo tanto no processo de montagem como também estando presentes em cena, propondo a interação entre essas linguagens.</p>
<p>Após a apresentação da performance Lumiar, a programação segue, às 20h30, com um debate que irá promover uma interação entre o público e a equipe criativa do espetáculo, contando com intérprete em libras para pessoas com deficiência auditiva. Às 21h haverá, ainda, a exibição da videodança Corpo Onírico.</p>
<p><strong>ILHA DE DEUS -</strong> Procurando criar novas formas de (r)existir nas grandes cidades e ainda lançando o olhar sob a natureza que insiste em desabrochar mesmo cerceada pelo concreto e hábitos culturais e sociais não salutares, o projeto Lumiar propõe ações educativas e de intervenção urbana, tendo enquanto território a ser trabalhado (posterior a estreia no Parque Treze de Maio) a comunidade da Ilha de Deus – ainda sem data definida. A ilha é uma Zona Especial de Interesse Social&#8221; (ZEIS) e representa uma das maiores áreas de mangue em zona urbana do Brasil.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia do espetáculo Lumiar<br />
Quando: 14 de abril de 2023 (sexta-feira), às 19h30<br />
Local: Alameda Central do Parque Treze de Maio, bairro Boa Vista, centro do Recife/PE</p>
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