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	<title>Portal Cultura PE &#187; Luzir é negro!</title>
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		<title>No Mês da Consciência Negra, dois espetáculos tratam da negritude no Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 18:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41293" aria-labelledby="figcaption_attachment_41293" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lucas Emanuel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/OMBELA_10_credito_lucas-emanuel_curinga-comunique.jpg"><img class="size-medium wp-image-41293" alt="Lucas Emanuel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/OMBELA_10_credito_lucas-emanuel_curinga-comunique-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Ombela&#8221; utiliza a água como mote para despertar na plateia o resgate de nossa ancestralidade</p></div>
<p>Durante o Mês da Consciência Negra dois espetáculos que tratam da negritude estarão em cartaz durante todo o mês de novembro no Espaço o Poste, no Recife. Um deles é o <strong>Ombela</strong>, do grupo O Poste Soluções Luminosas, nesta sexta (18), às 20h. A outra é a montagem <strong>Luzir é negro!</strong>, do Teatro de Fronteira, neste sábado (19), às 19h, e domingo (20), às 18h.</p>
<p>A montagem teatral<strong> Ombela</strong> é um mergulho do grupo de teatro O Poste Soluções Luminosas na busca pela ancestralidade africana a partir do universo do escritor Manuel Rui. Ombela é uma palavra na língua umbundo, que em português significa ‘chuva’, e todo o texto é falado em português e nesta língua dos povos ancestrais de Angola.</p>
<div id="attachment_17027" aria-labelledby="figcaption_attachment_17027" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/20141105134259773921a.jpg"><img class="size-medium wp-image-17027" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/20141105134259773921a-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o processo de investigação, o grupo realizou uma pesquisa com incentivo do Funcultura, intitulada O corpo ancestral dentro da cena contemporânea</p></div>
<p><em>“Conhecemos o autor em 2013, quando ele veio ao Recife participar de um seminário sobre escritores africanos, promovido pelo SESC Santa Rita. Nós já estávamos numa pesquisa sobre religiões de matrizes africanas tendo como meta a produção de um novo espetáculo, e coincidiu com o encontro com Manuel Rui, que nos cedeu este texto”,</em> comenta Samuel Santos, que assina a encenação, cenografia e plano de luz da montagem.</p>
<p>Para a montagem da peça, o grupo teve que realizar uma oficina com um angolano que os ensinou a forma correta de falar a língua. <em>“É bem inusitado ter um texto falado em outra língua, ainda mais numa que poucas pessoas conhecem. É interessante também o estranhamento e depois o encantamento que acontece no público por conta disso”</em>, opina Samuel Santos.</p>
<p>Após a oficina, a companhia realizou um contato com a antropóloga francesa Daniele Rocha Pitta, que tem uma pesquisa sobre a relação da água com os países africanos e toda a simbologia envolvida. Em seguida, iniciou uma pesquisa com incentivo do Funcultura, intitulada O corpo ancestral dentro da cena contemporânea.<em> “Nesta fase passamos uma temporada no terreiro de Mãe Amara, em Dois Unidos, e fizemos uma pesquisa sobre a relação de orixás, como Iemanjá e Oxum, com a água”.</em></p>
<p>A cantora pernambucana Isaar assina a direção musical da peça, e a maioria dos instrumentos remetem aos sons de águas de diferentes formas, como da chuva e do mar. Nesta sexta (18), a peça terá um áudio descritor e um intérprete em libras.</p>
<div id="attachment_41475" aria-labelledby="figcaption_attachment_41475" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/luzi-e-negro.png"><img class="size-medium wp-image-41475" alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/luzi-e-negro-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O ator Marconi Bispo assina o solo &#8220;Luzir é Negro!&#8221;, do Teatro de Fronteira</p></div>
<p>Já <strong>Luzir é negro!</strong> é o mais novo espetáculo  do Teatro de Fronteira, um dos grupos de teatro mais atuantes do Recife. A montagem é um solo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo, dirigido por Rodrigo Dourado, e investiga o racismo e suas manifestações na vida de um homem negro, gay, candomblecista e periférico.</p>
<p>“<em>O que nos mobilizou a fazer este espetáculo foi uma queixa minha em relação a como o racismo estava afetando minhas relações afetivas. A ideia era tratar o racismo dentro de uma questão mais íntima, pois eu sabia que o fato de ser negro e de candomblé estava tendo um impacto direto na forma que eu me relacionava com outras pessoas”,</em> explica Marconi Bispo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4DwETdqrf-w" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Com a presença de uma banda ao vivo, executando a trilha sonora, sua construção parte das memórias familiares, da sua trajetória no teatro e como filho-de-santo, praticante do candomblé. O texto traz referências teatrais sobre o negro e o debate público sobre as questões raciais contemporâneas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em> Espetáculo Ombela</em><br />
Sexta (18) | 20h (Todas as sextas de novembro, às 20h, e no dia 13 dezembro, mesmo horário)<br />
Espaço o Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista)<br />
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
Classificação: 16 anos</p>
<p><em>Espetáculo Luzir é Negro!</em><br />
Sábado (19), às 19h | Domingo (20), às 18h<br />
Espaço o Poste (Rua da Aurora, 529, Boa Vista)<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).<br />
Classificação: 14 anos.</p>
<p><strong>Ficha técnica do Ombela</strong></p>
<p>Realização: O Poste Soluções Luminosas.<br />
Atuação: Agrinez Melo e Naná Sodré.<br />
Encenação, cenografia e plano de luz: Samuel Santos.<br />
Figurino: Agrinez Melo<br />
Plano de maquiagem: Naná Sodré<br />
Desenho de cenografia: Douglas Duan.<br />
Texto: Manuel Rui.<br />
Consultoria/estudos em antropologia: Daniele Perin Rocha Pitta<br />
Preparação musical e composição de trilha sonora: Isaar França.<br />
Professor de umbundo: Alcides Pedro Matuza.<br />
Fotos e vídeos: Lucas Emanuel/Curinga Comuniquê.<br />
Identidade Visual: Java Araújo<br />
Produção: O Poste Soluções Luminosas.<br />
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.</p>
<p><strong>Ficha técnica do Luzir é Negro!</strong></p>
<p>Realização: Teatro de Fronteira.<br />
Atuação: Marconi Bispo.<br />
Direção: Rodrigo Dourado.<br />
Dramaturgia: Marconi Bispo e Rodrigo Dourado.<br />
Preparação Corporal: Pollyanna Monteiro.<br />
Direção de Arte: Marcondes Lima (figurinos) e Plínio Maciel (elementos cenográficos e adereços).<br />
Coreografias: Edson Vogue.<br />
Iluminação: João Guilherme de Paula.<br />
Edição de trilha: Rodrigo Porto.<br />
Músicos: Kiko Santana (guitarra e direção musical) e Basílio Queiroz (contrabaixo).<br />
Fotos e vídeo: Ricardo Maciel.<br />
Identidade Visual: Arthur Canavarro.<br />
Assistência de Produção: Rodrigo Cavalcanti.<br />
Assessoria de Imprensa: Cleyton Cabral.</p>
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