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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maestro Formiga</title>
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		<title>Instituto Brasileiro do Frevo exalta o centenário ritmo pernambucano</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 14:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro do Frevo (IBF) nasce com a tarefa de unir os fazedores deste ritmo, visando promover ações de valorização do Frevo por meio da concepção, produção e realização de ações nas diversas áreas da educação, cultura e arte. Na direção, alguns nomes bastante representativos: Eduardo Araújo, coordenador do grupo Guerreiros do Passo; Ademir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63609" aria-labelledby="figcaption_attachment_63609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Maestro-Formiga_-Rodrigo-Ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-63609" alt="Rodrigo Ramos/ Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Maestro-Formiga_-Rodrigo-Ramos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Instituição nasceu por iniciativa de alguns nomes do frevo, a exemplo do Maestro Formiga, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>O Instituto Brasileiro do Frevo (IBF) nasce com a tarefa de unir os fazedores deste ritmo, visando promover ações de valorização do Frevo por meio da concepção, produção e realização de ações nas diversas áreas da educação, cultura e arte. Na direção, alguns nomes bastante representativos: Eduardo Araújo, coordenador do grupo Guerreiros do Passo; Ademir Araújo, o Maestro Formiga, Patrimônio Vivo de Pernambuco; Adriana Lisboa, musicista e advogada; Júlio Vila Nova, diretor do Bloco Cordas e Retalhos, Nilo Otaviano, produtor da Orquestra Arruando; e Fabiano Medeiros, criador e maestro da Orquestra Marafreboi, de Brasília (DF). Como sócios fundadores, encontram-se dezenas de maestros, músicos, passistas e dirigentes de agremiações de frevo.</p>
<p>A principal ideia é reforçar o Frevo e os seus pilares: o Frevo-Música, de forma ampla, com todas as interfaces de suas manifestações; o Frevo-Dança, que é o Passo, e todos os seus atores – passistas, porta-estandartes, flabelistas, bonequeiros, escolas e mestres da arte do passo que atuam na sua transmissão, em especial para as novas gerações; as orquestras de frevo, instrumentistas, compositores, arranjadores, intérpretes, coralistas, mestres e maestros do gênero; e, também, as entidades ligadas diretamente com o fazer o Frevo, em especial as agremiações carnavalescas &#8211; clubes, blocos, troças, coletivos, grupos carnavalescos e associações congêneres.</p>
<p>O evento vai ser dividido em duas partes. Primeiro, os diretores da entidade farão uma apresentação formal dentro da Casa do Carnaval. Em seguida, uma orquestra formada por músicos parceiros fará um ato simbólico apresentando frevos antológicos no Pátio de São Pedro, realizando uma celebração na ocasião. O momento reunirá também representantes de agremiações, carnavalescos, passistas e amantes do frevo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Lançamento do IBF – Instituto Brasileiro do Frevo<br />
Data: 14 de setembro (quarta-feira), 10h</p>
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		<title>Maestro Duda e Maestro Formiga apresentam-se no Carnaval do Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 14:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem for curtir o Carnaval no Recife, na próxima segunda-feira (24), terá a oportunidade de assistir aos shows de dois Patrimônios Vivos de Pernambuco ligados de corpo e alma ao frevo. Maestro Duda e Maestro Ademir Araújo (Formiga) se apresentam, respectivamente, na Praça do Arsenal, às 17h, e no Pátio de São Pedro, às 17h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75544" aria-labelledby="figcaption_attachment_75544" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/158220877570297.jpg"><img class="size-medium wp-image-75544" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/158220877570297-607x353.jpg" width="607" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Duda é Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2010; Já o Maestro Ademir Araújo, desde 2013</p></div>
<p>Quem for curtir o Carnaval no Recife, na próxima segunda-feira (24), terá a oportunidade de assistir aos shows de dois Patrimônios Vivos de Pernambuco ligados de corpo e alma ao frevo. Maestro Duda e Maestro Ademir Araújo (Formiga) se apresentam, respectivamente, na Praça do Arsenal, às 17h, e no Pátio de São Pedro, às 17h, durante a folia de Momo.</p>
<p>Filho da terra de músicos, Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco, <strong>Maestro Duda</strong> nasceu em 23 de dezembro de 1935. Aos oito anos, começou a estudar música, aos dez, já era integrante da Banda Saboeira e logo escreveu sua primeira composição, o frevo “Furacão”.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/83vxYTjsqYg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Regente, compositor, arranjador e instrumentista, Maestro Duda é referência no cenário cultural do frevo. Recebeu o título de Patrimônio Vivo em 2010.</p>
<p><strong>Maestro Formiga</strong>, como é mais conhecido, lidera a Orquestra Popular do Recife, um dos mais importantes grupos musicais do nordeste brasileiro, e é incansável defensor das tradições da cultura recifense.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/UxNBFgNXzBc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Tem se dedicado à música a mais de cinquenta anos, tornando-se conhecido pela habilidade no processo de composição e na criação de arranjos em diversos gêneros. Em 2013, recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Show de Maestro Duda e Orquestra<br />
Segunda-feira (24), 17h<br />
Praça do Arsenal</p>
<p>Show de Maestro Ademir Araújo e Orquestra Popular do Recife<br />
Segunda (24), 21h<br />
Pátio de São Pedro</p>
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		<title>Declarações de amor à música brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 20:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Trio 363]]></category>

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		<description><![CDATA[Homenagens a Pixinguinha e aos maestros pernambucanos Moacir Santos e Severino Araújo marcaram o Palco Instrumental desta sexta (20/7). Os responsáveis foram o Trio 363, Ademir Araújo e Henrique Annes, que, cada um à sua maneira, fizeram declarações de amor à tradicional música brasileira. Surgido em 2009, o Trio 363 foi uma das principais atrações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6273" aria-labelledby="figcaption_attachment_6273" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-31.jpg"><img class="size-full wp-image-6273" alt="Trio 363 rendeu homenagem a Moacir Santos (Foto:Edmar Melo/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-31.jpg" width="599" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Trio 363 rendeu homenagem a Moacir Santos (Foto:Edmar Melo/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Homenagens a Pixinguinha e aos maestros pernambucanos Moacir Santos e Severino Araújo marcaram o Palco Instrumental desta sexta (20/7). Os responsáveis foram o Trio 363, Ademir Araújo e Henrique Annes, que, cada um à sua maneira, fizeram declarações de amor à tradicional música brasileira.</p>
<p>Surgido em 2009, o Trio 363 foi uma das principais atrações do Palco Instrumental do 22 FIG. O grupo formado por Andréa Ernest, Paulo Braga e Marcos Suzano trouxe a Garanhuns uma homenagem ao maestro pernambucano Moacir Santos, um dos mais importantes e renomados músicos do mundo. Parte do repertório  foi de composições inéditas de Santos, como “Love go down”, criada nos anos 1970, quando vivia na Califórnia.</p>
<p>“Moacir é o maestro mais importante para qualquer percussionista”, diz Marcos Suzano. Em entrevista antes do show, ele disse que o desprendimento de estilos é um dos pontos de aproximação entre ele e o mestre. “Ele criou ritmos sem se importar com estilos, mas com o resultado. Talvez por isso ele tenha sido aceito mundialmente. Por mais que sua base seja a música brasileira ele criou células rítmicas em que buscava o “mojo”, a sensação, o sentimento. Por isso ele conseguiu imprimir sua assinatura a agrupamentos simples de notas. Ele é um híbrido, talvez por isso tenha chegado tão longe. Os músicos americanos viram nele o elemento que faltava nas grandes orquestras”.</p>
<p>A flautista Andréa Ernst se interessou tanto por Moacir Santos que desenvolveu uma tese de doutorado sobre o músico. No mês que vem, ela lançará o material em formato de livro biográfico, intitulado “Moacir Santos ou os caminhos de um músico brasileiro” (Editora Verbena Francis). Para tanto, ela refez a trajetória do artista, do sertão pernambucano onde nasceu aos Estados Unidos, onde morreu em 7 de julho de 2006.</p>
<p>Andréia conta que outro projeto que vem trabalhando com Paulo e Suzano é a produção do Festival Moacir Santos, que será realizado no Rio de Janeiro . “Queremos convidar músicos brasileiros e norte-americanos que foram contemporâneos ou influenciados por ele, como a Clare Fish Band e Marc Levine, um dos grandes expoentes da teoria do jazz”.</p>
<p>Pixinguinha – A orquestra de Ademir Araújo, também conhecido como Maestro Formiga, fez dupla homenagem , uma para o gênio Pixinguinha e outra para Severino Araújo, fundador da Orquestra Tabajara. Na regência de Formiga, frevo e choro se uniram na mesma peça musical, gerando um inebriante efeito de beleza e alegria.</p>
<p>Completando nada menos do que 50 anos de carreira, Henrique Annes fez um show com valsas, choros, frevos e outras vertentes e gêneros nacionais, entre as composições que interpretou estão Carinhoso e Berimbau.</p>
<p>Pela oitava vez no FIG, a banda Kleber Blues Band abriu a programação com um repertório de blues elétrico em tributo aos clássicos do gênero. Natural de Garanhuns, Kleber morou no Recife por uma década  enquanto estudante, época em que tocava em bares e descobriu a paixão pelo blues. “Ouvindo o blues, percebi que o mesmo sentimento une o sertanejo nordestino e os negros das plantações de algodão dos Estados Unidos. Acredito que com arte e educação podemos mudar essa realidade”, disse o músico.</p>
<p>Virtuosi – Na Igreja de Santo Antônio, o 8º Virtuosi na Serra deu continuidade a sua programação com apresentação do Coro de Câmara Campina Grande, regido pelo maestro Vladimir Silva. A performance vocal e rítmica do grupo emocionou o público, assim como a ideia de realizar concertos na igreja.</p>
<p>“A acústica é muito boa, o projeto é lindo”, disse Sheila Brito, de Juazeiro do Norte, Ceará. Ela passava por acaso pela igreja quando percebeu que havia um concerto. Encerrando a noite, Daniel Guedes &amp; Marcos Ullôa apresentaram o concerto “O violão e o violino na música brasileira”. O Virtuosi na Serra fecha sua programação neste sábado (20/7), com o Duo de piano Gastezzi-Bezerra.  Já o Palco Instrumental encerra a programação do 22º FIG com Cláudio Lins, Camerata Brasileira, Luíz Brasil e Banda e Roger Canal.</p>
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