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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maestro Forró</title>
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		<title>Praça do Frevo, em Nazaré da Mata, celebra o Carnaval com 30 horas dedicadas ao ritmo Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:57:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116376" aria-labelledby="figcaption_attachment_116376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116376" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró</p></div>
<p>A Praça Herculano Bandeira, conhecida como Praça do Frevo, no Centro do município de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte), é palco de uma celebração única durante o Carnaval 2025. Desde 2010, a Praça do Frevo se consolida como um polo cultural dedicado à preservação e valorização do frevo, ritmo que, junto com a cultura centenária do maracatu rural, compõe a identidade cultural da cidade.</p>
<p>Este ano a gestão municipal preparou uma programação especial, que começa no domingo (2) e segue até a terça-feira (4), com atrações que prometem agitar os foliões e celebrar o gênero que é símbolo do Carnaval pernambucano. O polo cultural conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>Destaque para as orquestras de Frevo Capa Bode e Revoltosa, duas instituições que carregam a história e a alma do frevo. A Orquestra Capa Bode, Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura do Estado desde 1888, e a Orquestra Revoltosa, em atividade desde 1915, são verdadeiras guardiãs do gênero, mantendo viva a chama dessa expressão cultural que transcende gerações.</p>
<p>Outro momento aguardado é a estreia do Maestro Forró na programação carnavalesca da Praça do Frevo. Com um repertório que mistura tradição e inovação, o artista promete levar ao público uma apresentação inesquecível marcando sua primeira participação no evento.</p>
<p>Ao todo são 15 atrações ao longo dos três dias de evento somando mais de 30 horas de puro frevo. &#8220;A Praça do Frevo é um espaço que há 14 anos promove a cultura local. Temos muito orgulho de reforçar seu papel como um polo cultural exclusivo para os amantes do ritmo. Enquanto gestão temos o compromisso de preservar e valorizar essa manifestação artística que é orgulho de Nazaré da Mata e de Pernambuco&#8221;, destacou o secretário de Cultura e Turismo municipal, Washington Dário.</p>
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		<title>Frevo, rock e pop dão a tônica do Palco Dominguinhos neste último sábado (23)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/rock-e-pop-dao-a-tonica-do-palco-dominguinhos-neste-sabado-23/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2022 07:05:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95552" aria-labelledby="figcaption_attachment_95552" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/maestro-forro-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-95552" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/maestro-forro-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró comandou o show de abertura do Palco Dominguinhos, neste sábado (23)</p></div>
<p>Celebrando 20 anos, a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério (OPBH) foi a primeira atração deste sábado (23) no Festival de Inverno de Garanhuns. Com formação quase intacta durante os anos de existência, a Orquestra é conduzida pelo Maestro Forró. Se apresentando desde 2008 no FIG, a OPBH também homenageou o Mestre Dominguinhos no aniversário da morte do artista: são nove anos de saudade, completados neste sábado. De óculos escuros, sua marca registrada, o irreverente maestro abriu a nona noite de shows, no Palco Dominguinhos.</p>
<p>De Garanhuns para o mundo, Romero Ferro foi a segunda atração da noite. O artista garanhuense trouxe um show eclético, com músicas autorais e de artistas populares. Esse foi o vigésimo show da turnê #FERRO, iniciada no mês de abril. “Muita emoção hoje. Eu amo Garanhuns, estou sempre por aqui perto da minha família, mas estar no FIG será sempre especial. Passa um filme na minha cabeça se apresentando aqui, no palco que leva o nome do nosso mestre da sanfona. Foi só troca hoje, emoção, e calor. Estou muito feliz!”, comemorou Ferro.</p>
<p>Foi ao som de “Sonífera Ilha”, “Comida”, “Epitáfio”, “Pra dizer Adeus”, “Enquanto houver sol” e muitos outros clássicos que Titãs agitou o público do Festival. A terceira atração da noite se apresentou já com a praça lotada e os acessos fechados. Muito rock no maior público da história do FIG, que contou ainda com a cantora Pitty. Durante o show, a baiana homenageou Seu Domingos cantando, em estilo Rock, “Eu só quero um xodó”. O encerramento dos shows ficou por conta da cantora recifense Duda Beat. Dona do hit “Bixinho” que a projetou para o cenário musical, a rainha da sofrência pop declarou no Instagram, minutos antes de subir ao palco, a expectativa de fazer parte do Festival “Esperei tanto por esse momento, FIG”, declarou.</p>
<p>Confira as fotos:</p>
<div id="attachment_95553" aria-labelledby="figcaption_attachment_95553" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/romero-ferro-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-95553" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/romero-ferro-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Romerro Ferro</p></div>
<div id="attachment_95557" aria-labelledby="figcaption_attachment_95557" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fran/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/titas-foto-fran-silva-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-95557" alt="Fran/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/titas-foto-fran-silva-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Titãs</p></div>
<div id="attachment_95554" aria-labelledby="figcaption_attachment_95554" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/1-duda-beat-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-95554" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/1-duda-beat-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Duda Beat</p></div>
<p><strong>Palco Mestre Dominguinhos -</strong> Neste domingo (24), sobe ao palco Rogério e Os Caba, às 20h; Isabela Moraes &#8211; Estamos Vivos, às 21h; Gal Costa, às 22h; Violivoz &#8211; Chico César e Geraldo Azevedo, às 0h30. Confira a programação do 30º FIG <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Maestro Forró apresenta &#8220;O Auto da Paz&#8221;, no Compaz Eduardo Campos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 20:13:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para celebrar a chegada do Natal, o espírito de paz e solidariedade, o Maestro Forró preparou um espetáculo inédito que será apresentado dentro da programação Natalina do Recife. As escadarias dos Centros Comunitários da Paz – Compaz, no Cordeiro e Alto Santa Terezinha serão os palcos inusitados da Cantata Natalina “O Auto da Paz”, criada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26904" aria-labelledby="figcaption_attachment_26904" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Eric-Gomes_0295.jpg"><img class="size-medium wp-image-26904" alt="Eric Gomes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Eric-Gomes_0295-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró assina a direção do espetáculo, que contará com a participação de diversos convidados</p></div>
<p>Para celebrar a chegada do Natal, o espírito de paz e solidariedade, o Maestro Forró preparou um espetáculo inédito que será apresentado dentro da programação Natalina do Recife. As escadarias dos Centros Comunitários da Paz – Compaz, no Cordeiro e Alto Santa Terezinha serão os palcos inusitados da Cantata Natalina “O Auto da Paz”, criada e dirigida pelo Maestro.</p>
<p>A Cantata pretende avivar sentimentos de amor e união entre as comunidades e contará com a participação da Orquestra AnjosLuz e um coral ecumênico formado por 50 crianças, jovens e adultos da comunidade da Bomba do Hemetério e adjacências. Para quem teve a oportunidade de assistir à cantata no Compaz do Cordeiro, no último dia 12 de dezembro, a apresentação d&#8217;O Auto da Paz com o Maestro Forró, no Alto Santa Terezinha, irá acontecer na próxima quarta-feira (18), a partir das 17h30. O acesso é gratuito.</p>
<p>Outra novidade é que a Orquestra terá em sua formação instrumentos sinfônicos a exemplo de violinos, violas, violoncelos, contra baixos, clarinetes, tímpanos, flautas transversais e Bombo Sinfônico. Mantendo seu espírito irreverente e interativo, por natureza, o Maestro Forró preparou arranjos e orquestrações especificamente criados para o ciclo natalino, tendo como resultado um espetáculo contemporâneo com linguagens que unem competência técnica, alegria, espontaneidade, interação e muito amor. A apresentação incluirá elementos vivos da nossa cultura e trará no repertório temas tradicionais como “Noite Feliz”, “Bom Natal” e outras canções do ciclo natalino com novas roupagens e arranjos musicais.</p>
<p>Para o Maestro Forró, <em>“o desafio nesse espetáculo é manter as características clássicas e os signos tradicionais da musica Natalina misturando – os com vários elementos do cotidiano do nordeste brasileiro ”. O resultando é uma interação perfeita entre o popular e o erudito, que o Maestro Forró chama carinhosamente de “eruditizar o popular e popularizar o erudito”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
O Auto da Paz &#8211; Cantata Natalina com Maestro Forró e convidados<br />
Data: 18 de dezembro (quarta-feira) às 17h30<br />
Local: Compaz Eduado Campos (Avenida Aníbal Benévolo, s/n, Alto Santa Terezinha (ao lado da Academia da Cidade)<br />
Entrada Franca</p>
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		<title>Aos 87 anos, Homem da Meia-Noite sobe o Morro da Conceição</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 17:19:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Pela primeira vez, o Homem da Meia-Noite vai comemorar o seu aniversário no Recife. No dia 2 de fevereiro, o bloco, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, vai subir o Morro da Conceição para cantar parabéns pelos seus 87 anos e provar que tem muito fôlego. A concentração começará às 16h, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66446" aria-labelledby="figcaption_attachment_66446" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/14736048181_738010142b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66446" alt="Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/14736048181_738010142b_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O tema do bloco neste ano é a &#8220;A voz do morro&#8221;.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Pela primeira vez, o Homem da Meia-Noite vai comemorar o seu aniversário no Recife. No dia 2 de fevereiro, o bloco, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco, vai subir o Morro da Conceição para cantar parabéns pelos seus 87 anos e provar que tem muito fôlego. A concentração começará às 16h, no Largo Dom Luiz, em Casa Amarela, onde ficará até às 17h, quando o cortejo será puxado pela orquestra de Lucas dos Prazeres.</p>
<p>O músico é um dos homenageados do bloco neste ano ao lado de Lia de Itamaracá e o grupo Patusco, que também estarão presentes na comemoração. O cortejo também será acompanhado pela orquestra do Maestro Carlos, pelas quadrilhas do Morro da Conceição, pela Galeria do Ritmo e pelos passistas da Cia Brasil por Dança, entre outros. Ao chegar no topo, a banda do CERVAC, composta por crianças com deficiência, cantará os parabéns. Nesse momento, o calunga receberá o seu figurino de 2019, que foi elaborado por três estilistas dos morros de Olinda, sendo elas Rafaela Mendes, Maria Alice e Jéssica Alves.</p>
<p>A escolha do Morro da Conceição para a festa tem ligação como tema “A voz do morro”, que guia o bloco neste ano. “O Homem tem uma relação muito forte com a religiosidade, porque ele nasceu no dia de Iemanjá e por ser o homem do Carnaval. Pensamos que o Morro da Conceição era o lugar ideal para representar a fé que precisamos para reagir a esses tempos difíceis”, observa o presidente do clube, Luís Adolfo, ao adiantar que o evento também contar com a Som na Rural no alto do Morro. Vários shows surpresas devem acontecer, já que muitos artistas, como o Maestro Forró e André Rio, também confirmaram presença no evento.</p>
<div id="attachment_66447" aria-labelledby="figcaption_attachment_66447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/9340509730_ee8c47bb2a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66447" alt="Ricardo Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/9340509730_ee8c47bb2a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A orquestra de Lucas do Prazeres puxará o cortejo. O músico é um dos homenageados do bloco neste ano, ao lado de Lia de Itamaracá e do grupo Patusco, que também estarão presentes.</p></div>
<p>O carnavalesco destaca que o tema não faz alusão a nenhum morro específico, mas usa o termo como símbolo do povo. “Acho que o Homem, mais uma vez, mostra sua força e compromisso com a cidade e com as pessoas. Esse projeto representa o que desejamos: que as pessoas escutem mais umas as outras e que a força do povo esteja acima de tudo. Nesse momento, teria que ser isso, porque o Homem tem uma grande ligação com o povo e não poderia deixar de lado sua essência”, completa o presidente.</p>
<p>O projeto “A voz do morro”, que celebra os 87 anos do Homem da Meia-Noite, envolveu também a instalação de seis esculturas inspiradas no bloco em pontos estratégicos do Recife e de Olinda. A última delas, de autoria do artista Silvio Botelho, foi inaugurada na quinta-feira (24), na Praça do Carmo, em Olinda. As demais são de Dido Pereira, no Alto da Sé (Olinda); do grupo Bongar, na Comunidade de Xambá (Recife); de Sérgio Vila Nova, em frente a sede do Homem da Meia-Noite (Olinda); de Thiago Amorim, no Alto da Mina (Olinda); e de João Andrade, em frente a prefeitura de Olinda. Essa última foi a que abriu o circuito, no dia 20 de novembro, mesmo data em que se celebra o Dia da Consciência Negra.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<strong>Comemoração dos 87 anos do Homem da Meia-Noite</strong><br />
Quando: 2 de fevereiro, a partir das 16h<br />
Onde: Concentração no Largo Dom Luiz, em Casa Amarela<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Maestro Forró e Mário Filipe incentivam a criação artística no Outros Palavras</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2018 23:14:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Cerca de 300 alunos das instituições de ensino EREM Nóbrega, EREM Clóvis Beviláqua, Escola Regueira e ETEPAM se reuniram no auditório da última para participar da edição do Outras Palavras da sexta-feira (11/05), que teve como convidados o escritor Mário Filipe Cavalcanti e o Maestro Forró. Contando com a colaboração dos alunos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60702" aria-labelledby="figcaption_attachment_60702" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071695981_e8ae8e5c6b_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60702" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071695981_e8ae8e5c6b_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 300 alunos de quatro escolas participaram do Outras Palavras no ETEPAM.</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p dir="ltr">Cerca de 300 alunos das instituições de ensino EREM Nóbrega, EREM Clóvis Beviláqua, Escola Regueira e ETEPAM se reuniram no auditório da última para participar da edição do Outras Palavras da sexta-feira (11/05), que teve como convidados o escritor Mário Filipe Cavalcanti e o Maestro Forró. Contando com a colaboração dos alunos da escola anfitriã que comandaram a parte técnica do evento, a edição do projeto, que é uma ação da Secult-PE/Fundarpe, ficou marcada pelo intercâmbio também entre os artistas e os estudantes que participaram ativamente de debates intensos.</p>
<p>O evento foi aberto por Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto. “<em>Como nós achamos que os filhos dos trabalhadores merecem ter o mais amplo acesso ao conhecimento, criamos o Outras Palavras. É uma oportunidade de estar perto daqueles que produzem o que há de melhor na cultura pernambucana</em>”, disse ela na ocasião. “<em>Essa união entre Cultura e Educação já atingiu mais de 300 escolas e é um trabalho reconhecido por vários gestores da Secretaria de Educação, porque tem repercutido postivamente nas instituições. Acredito que essa integração é o que falta para que a gente possa ter uma educação pública de qualidade social e que possa garantir a nossa juventude a chance de ampliar o seu conhecimento e percorrer outros caminhos</em>”, avaliou.</p>
<div id="attachment_60703" aria-labelledby="figcaption_attachment_60703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071710981_14091aedc5_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60703" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071710981_14091aedc5_k-800x580.jpg" width="800" height="580" /></a><p class="wp-caption-text">A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, destacou o sucesso do projeto entre alunos e gestores de educação.</p></div>
<p>Ex-aluno do EREM Nóbrega, escola que participou desta edição, o escritor premiado Mário Filipe Cavalcanti deu um bom exemplo de como a arte não só contribui com qualquer formação como também pode ser uma alternativa profissional possível. “<em>A vida no ambiente jurídico é uma vida burocrática e trabalha com a vida de outras pessoas, então, é um trabalho pesado que exige muito, mas não me rendo totalmente a isso. Como arte é algo que eu gosto de fazer, eu arrumo tempo . O tempo é elástico e você arruma quando quer. Há uma lista de grandes escritores que também tinham outras profissões. O Guimarães Rosa antes de ser diplomata também foi médico… Ele foi o representante do Brasil na Alemanha Nazista e dava passe para cá para quem o procurasse. Então, também há uma vida além da literatura</em>”, exemplificou ele que, aos 26 anos de idade, também atua como advogado.</p>
<div id="attachment_60704" aria-labelledby="figcaption_attachment_60704" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41351936354_90da628f45_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60704" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41351936354_90da628f45_k-800x558.jpg" width="800" height="558" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Filipe reforçou o incentivo à leitura</p></div>
<p>Questionado pela aluna Lívia, do EREM Nóbrega, sobre o que o inspirou para começar a escrever, o autor lembrou da importância da leitura. “<em>Hoje se fala muito em oficina para escrever. Não tenho nada contra isso, mas o problema do Brasil não é de escrita, é de leitura. A leitura é o combustível da escrita</em>”, observou ele que, durante a conversa, tentou levar novas referências para os alunos e citou vários autores, como Joseph Conrad, Mário Quintana, Tolstói, James Joyce, Machado de Assis, dentre outros, além de diferenciar tipos de narrativas como o romance, o conto e a crônica.</p>
<p>O autor ainda falou sobre as múltiplas interpretações que o mesmo texto pode despertar no interlocutor. “<em>‘Alice no País das Maravilhas’, por exemplo, se você ler aos 5 anos, aos 15 e aos 30, ele vai ser coerente para todas essas idades. Mas também já reli várias vezes outros e fui entendendo mais, como ‘Metamorfose’, de Kafka, e ‘A Paixão segundo G.H.’, de Clarice Lispector</em>”, disse ele. Sobre os seus próprios temas, esclareceu: “<em>muita coisa que escrevo são a partir de experiências que eu passo e depois vou começando a mentir</em>”, brincou ao lembrar de um conto inspirado pelas conversas de uma desconhecida ao celular no ônibus.</p>
<div id="attachment_60705" aria-labelledby="figcaption_attachment_60705" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071701241_57c56e0435_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60705" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071701241_57c56e0435_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Os alunos participaram intensamente com muitas perguntas sobre artes e sociedade.</p></div>
<p>Para responder Taciana, do ETEPAM, sobre a pressão da família, aproveitou para encorajar os alunos: “<em>se você quer muito alguma coisa, tem que fazer independente da vontade da família. A família tem disso, às vezes só reconhece o seu trabalho depois. Acho que a maior dificuldade que o artista pode passar mesmo é furar o balão do ego, porque depois que consegue um editor, produtor, muito artista esquece a arte</em>”, disse ele. “<em>Vir em uma edição em que a escola em que cursei o ensino médio estava presente foi fantástico, porque isso mostra que o artista pode vir de onde for e ir longe”</em>, pontuou ele no final.</p>
<div id="attachment_60706" aria-labelledby="figcaption_attachment_60706" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071699091_331530dae2_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60706" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071699091_331530dae2_k-778x600.jpg" width="778" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Ex-aluno do EREM Nóbrega, Mário Filipe doou livros para sua antiga escola, representada pela diretora Andrea Vieira.</p></div>
<p>Dando continuidade ao debate, o Maestro Forró destacou que é preciso focar em maneiras viáveis de fazer arte e não nas dificuldades. “<em>Muita gente se prende no passado ou no futuro. No passado não temos como mexer e o futuro não dá para prever, mas você pode fazer algo agora. A Bomba do Hemetério é um bairro que tem dificuldades como muita gente, então começamos nosso trabalho estudando e com pouco tempo a gente já era uma diferença naquele lugar. O agora é o mais importante. Escute seu coração e faça</em>”, aconselhou ele, ao falar da experiência ao lado da Orquestra da Bomba do Hemetério, que tem 16 anos de atividade e hoje conta com 27 profissionais da comunidade.</p>
<p>“<em>É difícil tirar alguém das drogas depois que ele já entrou lá, mas é possível evitar que jovens entrem nas drogas através de trabalhos como o da Orquestra, porque estamos oferecendo opções. E é da periferia de onde vem os gênios, como Chico Science e Luiz Gonzaga, por exemplo. Já sofremos preconceito pela nossa origem, mas isso é coisa de quem não conhece o trabalho. Se quiserem evitar o preconceito, não emitam opinião sobre o que vocês não conhecem</em>”, disse ele ao falar sobre a repercussão do trabalho, que é bem aceito por onde passa.</p>
<div id="attachment_60707" aria-labelledby="figcaption_attachment_60707" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42026900512_8ab5a55963_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60707" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42026900512_8ab5a55963_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró também também lembrou de referências como Luiz Gonzaga e Hermeto Pascoal no trompete</p></div>
<p>Entre um assunto e outro, o Maestro tocou no trompete músicas de Luiz Gonzaga e Hermeto Pascoal, além de frevos. “<em>Muita coisa não tem apoio, mas acredito que tudo depende primeiro de você, porque tem gente que tem todos os apoios e não faz nada. Apoio é importante, mas não garante nada, a força está na gente</em>”, falou ele, que disse sempre estar planejando algo para a Orquestra da Bomba do Hemetério, que hoje viaja o mundo inteiro para apresentar o trabalho que mescla cultura popular e erudita. “<em>Seguir essa linha artística foi um caminho que encontrei para superar a falta de oportunidades e a pobreza do lugar onde eu morava. O que eu fiz não foi ser rebelde, mas sim inusitado. Viver de arte é muito melhor, mas viver já é uma arte</em>”, resumiu ele, ao responder sobre o que influenciou a sua “rebeldia artística”.</p>
<div id="attachment_60708" aria-labelledby="figcaption_attachment_60708" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071690221_ca3a39a6ac_k.jpg"><img class="size-large wp-image-60708" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42071690221_ca3a39a6ac_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">O professor de matemática, Walter, também aproveitou a ocasião para recitar versos.</p></div>
<p>O músico se despediu do evento convidando o professor de matemática Walter, do ETEPAM, para recitar versos autorais, provando que a arte é imprescindível até mesmo para quem se dedica às ciências exatas. “<em>Acho que foi uma experiência incrível trazer os dois artistas para a escola, porque mostra para os estudantes que o artista é uma pessoa comum e que ele também pode ser. A escola influencia muito o estudante, porque estamos aqui para a formação dele, mas ela tanto pode bloquear como pode incentivar o estudante. Esse projeto é um caso de incentivo muito grande, porque mesmo que o aluno não siga nenhuma arte, abre sua visão de mundo</em>”, opinou a gestora do ETEPAM, Sandra Domitília.</p>
<p>“<em>O dia de hoje foi muito especial, porque a gente teve um ex-aluno como convidado. Hoje Mário cresceu como pessoa, principalmente, e tem uma obra que está inspirando outros meninos. Ele está aí como um produto das escolas de referência, da educação interdimensional e é o resultado do nosso trabalho. Fico feliz de ver que hoje ele está contribuindo positivamente com a sociedade. Foi gratificante estar aqui hoje</em>”, concluiu Andrea Vieira, que é diretora do EREM Nóbrega.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Segunda temporada da série &#8216;Andante&#8217; passeia pela música cubana</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2016 19:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
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		<description><![CDATA[Com passagens por cidades como Havana, Santiago de Cuba e Matanzas, a segunda temporada da série de TV Andante será focada na liberdade da música cubana. O programa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, e é apresentado pelo Maestro Forró, sob a direção de Alessandro Guedes. Na próxima quinta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39286" aria-labelledby="figcaption_attachment_39286" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Héllyda Cavalcanti.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Maetro-Forró-com-grupo-Gigantería.-Foto_Héllyda-Cavalcanti..jpg"><img class="size-medium wp-image-39286 " alt="Héllyda Cavalcanti." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Maetro-Forró-com-grupo-Gigantería.-Foto_Héllyda-Cavalcanti.-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Maetro Forró com o grupo Gigantería durante as gravações da segunda temporada do programa &#8216;Andante&#8217; em Cuba</p></div>
<p>Com passagens por cidades como Havana, Santiago de Cuba e Matanzas, a segunda temporada da <strong>série de TV Andante</strong> será focada na liberdade da música cubana. O programa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, e é apresentado pelo Maestro Forró, sob a direção de Alessandro Guedes. Na próxima quinta (11), às 19h, no <a href="https://www.facebook.com/workspotcoworking/home" target="_blank">Workshop Coworking</a>, haverá uma exibição especial do resumo desta temporada, seguido de debate como Maestro Forró e Alessandro Guedes.</p>
<p>Esta nova temporada conta com 13 episódios e 30 grupos musicais participantes, decorrentes dos 40 dias de imersão cultural e social na ilha.  A ideia de partir para a América Latina começou ainda durante as gravações da primeira temporada da série, em 2012, na Turquia, Bulgária e Romênia.</p>
<p><em>“Naqueles intensos 18 dias de gravação na Europa eu vi que o programa poderia ter desdobramentos. Daí, o Maestro Forró compartilhou a experiência que ele e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério tiveram, em 2010, quando foram a Santiago de Cuba. Daquela conversa veio a ideia de ter a segunda temporada da série, em Cuba”</em>, conta Guedes.</p>
<div id="attachment_39285" aria-labelledby="figcaption_attachment_39285" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Héllyda Cavalcanti.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Bastidores-da-gravação-com-o-Quarteto-de-Saxofone-Sax-Magic.-Foto_Héllyda-Cavalcanti..jpg"><img class="size-medium wp-image-39285" alt="Héllyda Cavalcanti." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/Bastidores-da-gravação-com-o-Quarteto-de-Saxofone-Sax-Magic.-Foto_Héllyda-Cavalcanti.-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto tirada durante os bastidores da gravação com o Quarteto de Saxofone</p></div>
<p>Dentre os 30 grupos artísticos que participaram dessa nova temporada, um dos encontros foi com o artista plástico José Fuster, conhecido por ter espalhado seus ladrilhos com a vizinhança, na década de 1990, para alavancar a esperança dos moradores que enfrentavam um péssimo momento econômico.</p>
<p><em>“Um dos aspectos mais interessantes vistos nesse segundo momento da série Andante foi perceber como a cultura é natural, livre, facilitadora da comunicação e interação entre os cubanos, especialmente na música, o que está bem presente nos 13 episódios”,</em> diz o Maestro Forró.</p>
<p><em>“Há uma grande diversidade religiosa, inclusive, refletindo-se na diversidade cultural. A presença africana nas origens da ilha é percebida na semelhança da cerimônia da santeria com a umbanda brasileira. Com certeza, essa foi uma das minhas maiores experiências de vida. Aprofundei tudo o que venho fazendo desde a década de 1990”</em>, finaliza o maestro.</p>
<p>As filmagens contaram com uma equipe técnico que fez toda a diferença. O técnico de som, por exemplo, é cubano e deu grandes contribuições in loco. Em Santiago, tiveram suporte de produção da Casa do Caribe. E, em Havana, o produtor local foi Humberto Gimenez, brasileiro que vive há 12 anos em Cuba. A equipe de gravação ainda contou com o fotógrafo Roberto Iuri e a coordenadora de produção Héllyda Cavalcanti.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong><em>Lançamento da segunda temporada da série &#8216;Andante&#8217;</em><br />
Quinta (11) | 19h<br />
Workshop Coworking (Rua do Futuro, 564, Aflitos)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Paço do Frevo celebra o Dia do Choro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-celebra-o-dia-do-choro/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 20:22:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dia do choro]]></category>
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		<category><![CDATA[Maestro Marco César]]></category>
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		<category><![CDATA[paço do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[*Com informações da assessoria O sábado (23/4) do feriadão será marcado por um encontro especial de dois dos gêneros musicais mais genuinamente brasileiros: o choro e o frevo, reunidos no Paço do Frevo em celebração ao Dia Nacional do Choro. Marcados pelo improviso, ambos os gêneros se desenvolveram no século XIX em capitais do Brasil [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<div id="attachment_35663" aria-labelledby="figcaption_attachment_35663" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/maestro-spok-forro-marco-cesar.jpg"><img class="size-medium wp-image-35663" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/maestro-spok-forro-marco-cesar-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Os maestros Marco César, Spok e Forró</p></div>
<p>O sábado (23/4) do feriadão será marcado por um encontro especial de dois dos gêneros musicais mais genuinamente brasileiros: o choro e o frevo, reunidos no Paço do Frevo em celebração ao Dia Nacional do Choro. Marcados pelo improviso, ambos os gêneros se desenvolveram no século XIX em capitais do Brasil e têm em sua origem a forte relação entre a cultura popular e a urbanidade. Neste sábado, o Marco César Quarteto será o anfitrião dessa homenagem que contará com as participações de Maestro Forró, Maestro Spok e muitos outros.</p>
<p>O evento, realizado pelo centro cultural da Prefeitura do Recife dedicado à salvaguarda do frevo, acontece às 16h deste sábado e busca trazer ao público a oportunidade de vivenciar o diálogo entre duas músicas tão interligadas historicamente. “O choro é um gênero base que vem alimentar o frevo em seu surgimento”, comenta o coordenador de música do Paço do Frevo, André Freitas. “Ambos são um desdobramento natural da música europeia em espaços colonizados, como o Brasil, e ambos estão tão interligados que, mais do que uma expectativa de diálogo, acredito que existe uma perspectiva de continuidade natural”, completa.</p>
<p>Tanto o frevo quanto o choro são músicas surgidas em centros urbanos, que dialogam com a história e as vivências da população, sempre em movimentos que estimulam a relação entre os bairros centrais dessas cidades e suas periferias. Para celebrar esse gênero, no Paço, o Marco César Quarteto rege a festa com o bandolinista acompanhado por Pepê no violão, Lucas dos Prazeres na percussão e Fernando Rangel no baixo acústico. No sábado, eles recebem Maestro Spok e Maestro Forró como representantes do frevo pernambucano, além da grande voz da dama do choro pernambucano Dalva Torres, a flauta de Rogério Acioli, o acordeon de Beto Hortis e o cavaquinista João Paulo Albertim, além de Valéria Morais, cantora do Coral Edgar Morais, que, especialmente nesta edição, participa também como flautista.</p>
<p>“Marco César é um dos responsáveis pela renovação do choro pernambucano”, define Naara Santos, produtora do centro cultural, “junto com Bozó de 7 Cordas e Beto do Bandolim, ele se tornou uma referência nacional”, completa. “Foi Marco César que colocou a escola de choro pernambucana no mapa do choro brasileiro, junto à Brasília e ao Rio de Janeiro”, complementa André Freitas. No sábado, o público terá a oportunidade de vivenciar o encontro desses gêneros tão passionais. “São duas músicas que não são possíveis sem que o músico esteja apaixonado por elas: o frevo provoca uma manifestação inevitável, inclusive corporal, o chorinho, estimula o encontro das melodias”, define Freitas. O evento está sujeito à lotação do espaço.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Do Choro ao Frevo</em>. Marco César Quarteto e convidados: Maestro Forró, Maestro Spok, Dalva Torres, Rogério Acioli, Beto Hortiz, Valéria Moraes e João Paulo Albertim.<br />
Quando: 23/4 (sábado), às 16h<br />
Onde: Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, s/n &#8211; Bairro do Recife &#8211; Recife-PE)<br />
Acesso: R$8 (inteira) e R$4 (meia)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Maestro Forró é convidado para o Festival Del Caribe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maestro-forro-e-convidado-para-o-festival-del-caribe/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 20:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Del Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Maestro Forró]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago de Cuba]]></category>

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		<description><![CDATA[O “andante” Maestro Forró já está em outro de seus périplos mundo afora. Após incursões por países da Europa e África, ele segue, mais uma vez, para representar a cultura pernambucana fora do país. Na última terça (30), o músico embarcou, mais uma vez, para Cuba, onde fica até o dia 14 de julho. Ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26904" aria-labelledby="figcaption_attachment_26904" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Eric-Gomes_0295.jpg"><img class="size-medium wp-image-26904" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Eric-Gomes_0295-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró estará em Santiago de Cuba té o dia 14 de julho, com oficinas, palestras e apresentações</p></div>
<p>O “andante” Maestro Forró já está em outro de seus périplos mundo afora. Após incursões por países da Europa e África, ele segue, mais uma vez, para representar a cultura pernambucana fora do país. Na última terça (30), o músico embarcou, mais uma vez, para Cuba, onde fica até o dia 14 de julho. Ele foi convidado para participar do Festival Del Caribe (que acontece de 3 a 9 de julho). Aproveitando a ocasião, ele participará de outras atividades no país. Sua passagem por lá, inclui oficinas, palestras e apresentações como solista em bandas locais.</p>
<p>Há mais de 30 anos, o tradicional Festival Del Caribe acontece em Santiago de Cuba e é uma festa realizada pela Casa del Caribe. Seu objetivo é promover o intercâmbio entre os povos da região e de outros lugares em eventos culturais que superam as barreiras de idioma, hábitos e diferenças afins. Na programação, Maestro Forró integrará a tribuna de honra do festival, será solista da banda de metais El Cobre, fará palestras sobre música popular para arranjadores e alunos da Casa del Caribe, ministará oficinas de frevo para músicos da Banda Municipal de Concertos de Santiago de Cuba e encerrará o festival como solista.</p>
<p><strong>Prévia</strong><br />
Nesta quinta (2), antes de sua apresentação no Festival Del Caribe, Forró se apresenta no tradicional restaurante La Flauta Mágica, em Havana. O espaço é de Rember Egües, filho do lendário músico cubano Richard Egües. O restaurante é referência na ilha não só por seu dono, mas por abrir espaço para música do mundo. A apresentação consistirá em um jam session, com “passeio” pela cult.</p>
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		<title>FIG é “a joia de Pernambuco”, declara Alcione</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jul 2012 21:17:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cantora encerro o sábado de shows (14/7) na Guadalajara. Roberta Miranda completou a noite de romantismo. Por Raquel Holanda A noite no Palco Guadalajara foi de grandes emoções para o público e artistas que estiveram no Festival de Inverno de Garanhuns. Os shows começaram às 21 horas e contaram com Hercinho, Orquestra Popular da Bomba [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Cantora encerro o sábado de shows (14/7) na Guadalajara. Roberta Miranda completou a noite de romantismo.</p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_7353" aria-labelledby="figcaption_attachment_7353" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-103.jpg"><img class="size-medium wp-image-7353" alt="A rainha do samba, Alcione, foi a atração que encerrou a noite no Palco Guadalajara" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-103-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">A rainha do samba, Alcione, foi a atração que encerrou a noite no Palco Guadalajara</p></div>
<p dir="ltr">A noite no Palco Guadalajara foi de grandes emoções para o público e artistas que estiveram no Festival de Inverno de Garanhuns. Os shows começaram às 21 horas e contaram com Hercinho, Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, Academia da Berlinda, Roberta Miranda e Alcione.</p>
<p>Alcione fechou a noite de shows e disse estar feliz em participar pela segunda vez do FIG. “Este festival é a joia de Pernambuco, quem passa por aqui tem que voltar e espero que o público que me assistiu tenha sido maior que na última vez que estive aqui”, contou Alcione ao se referir a seu último show no FIG, que reuniu cerca de oitenta mil pessoas.</p>
<div id="attachment_7354" aria-labelledby="figcaption_attachment_7354" class="wp-caption img-width-320 aligncenter" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-104.jpg"><img class="size-full wp-image-7354" alt="Maestro Forró a frente da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-104.jpg" width="299" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró a frente da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)</p></div>
<p dir="ltr">Seguindo as homenagens a Luiz Gonzaga, os músicos da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério mostraram ao público do FIG que também é possível fazer forró e música regional a partir de instrumentos de assopro. “Há oito anos fazemos show com o projeto ‘Fole e Assopro’ e nada mais justo do que tocar músicas de Luiz Gonzaga para demonstrar nossa admiração por esse grande músico que sintetiza a diversidade do povo nordestino”, disse Maestro Forró ao comentar sobre a versatilidade do trabalho do Rei do Baião.</p>
<div id="attachment_7355" aria-labelledby="figcaption_attachment_7355" class="wp-caption img-width-322 aligncenter" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-105.jpg"><img class="size-medium wp-image-7355" alt="Alexandre Urêa da Academia da Berlinda (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-105-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Urêa da Academia da Berlinda (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)</p></div>
<p>A cultura pernambucana ainda foi representada no palco com a Academia da Berlinda que cantou sucessos como “Ivete” e “Fui humilhado”. De acordo com Tiné, vocalista, a cada show, a Academia pretende apenas continuar a fazer a festa para o público que segue os músicos desde 2004, quando os artistas se apresentavam apenas em festas em quintais de Olinda.</p>
<p>O show de Roberta Miranda foi o momento mais romântico da noite. “Há 26 anos apaixonada por vocês”, essa foi a frase de boas-vindas da cantora para o público que gritava durante sua primeira música “Asa Branca”. Roberta Miranda fez um show repleto de grandes sucessos e como ela mesma diz “canto o amor e estou feliz por estar aqui, pois é a admiração do público quem faz o artista”, contou. A artista ainda parabenizou o festival por tornar possível a sua apresentação. “Meu show é uma grande comunhão de amor, o fato de o festival primar pela acessibilidade é algo que deve seguir de exemplo, pois todos devemos poder cantar o amor”, finalizou.</p>
<div id="attachment_7356" aria-labelledby="figcaption_attachment_7356" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-106.jpg"><img class="size-medium wp-image-7356" alt="Roberta Miranda foi a penúltima atração da noite deste sábado (14/7) (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-106-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Roberta Miranda foi a penúltima atração da noite deste sábado (14/7) (Foto: Beto Figueiroa/Secult PE)</p></div>
<p style="text-align: center;">
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