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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maestro Spock</title>
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		<title>Estudantes participam de aula sobre frevo e música pernambucana no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2018 20:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64715" aria-labelledby="figcaption_attachment_64715" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45959087242_46962e18dd_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64715" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45959087242_46962e18dd_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Líder da banda Spok Frevo Orquestra, o maestro conversou por horas com os estudantes, e fez da oportunidade uma aula sobre música e de incentivo aos estudos e valorização da escola</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Um dos mais atuantes nomes da atual música pernambucana no mundo afora, o Maestro Spok, ou simplesmente Spok (como preferiu ser chamado na ocasião), participou de um bate-papo nesta quinta-feira (22) com estudantes da rede pública, promovido pelo <strong>Outras Palavras</strong>. Desta vez a edição do projeto da Secult-PE e Fundarpe foi realizada dentro do Museu do Estado de Pernambuco, uma forma de levar alguns alunos e alunas a também conhecerem um dos equipamentos culturais do estado.</p>
<p>A atividade dialogou com a exposição <strong>Condenados à vida</strong>, uma homenagem aos 70 anos do escritor pernambucano Raimundo Carrero, amigo de Spok e que também participaria da conversa com os jovens – mas por problemas de saúde teve que se ausentar. Para não deixar o legado de Carrero em branco, o <strong>Outras Palavras</strong> convidou o também escritor Paulo Caldas para ler uns trechos da obra <strong>Tangolomango</strong> e conversar um pouco sobre as técnicas que Raimundo escolhe nos seus livros.</p>
<div id="attachment_64711" aria-labelledby="figcaption_attachment_64711" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45096927425_fbe587ae48_h-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-64711 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45096927425_fbe587ae48_h-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Spock fez questão de mostrar a diferença entre os três tipos de frevo, categorizados por Waldemar de Oliveira: Frevo de Rua, Frevo Canção e Frevo de Bloco</p></div>
<p>Líder da banda Spok Frevo Orquestra, o maestro conversou por horas com os estudantes, e fez da oportunidade uma aula sobre música e de incentivo aos estudos e valorização da escola<i>. “Quando entrei no ginásio, que era a quinta séria na minha época, na Escola Polivalente, de Abreu e Lima, dei a sorte de ter uma turma só de músicos. Era uma escola pública boa, e nossa brincadeira era competir quem tocava mais notas”,</i> relembrou Spok.</p>
<p><i>“Mas o que mais me fortaleceu naquela época mesmo foi ter tido um professor que me ensinou a valorizar os mestres da música pernambucana”, </i>contou aos jovens, ressaltando que muitos destes colegas de escola estão hoje trabalhando profissionalmente com a música.<i> “Isso é algo que muito me emociona”.</i></p>
<div id="attachment_64713" aria-labelledby="figcaption_attachment_64713" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45284364804_bad28cfd53_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64713 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45284364804_bad28cfd53_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu sou capaz de ouvir as orquestras nas ladeiras de Olinda e ruas do Bairro do Recife. Quando toco um frevo, vejo passistas ao meu lado e me sinto protegido pelos que vieram antes de mim, como Nelson Ferreira, Justino Gomes e Maestro Nunes”, disse Spok</p></div>
<p>Questionado por um aluno se ele teve apoio da família quando escolheu ser musico, Spok afirmou que sim e buscou incentivar a garotada com seu exemplo. <i>“Meu pai era louco por música e me incentivou bastante. Mas o recado que eu quero deixar pra vocês é que antes de qualquer coisa devemos preservar e valorizar a nossa história”.</i></p>
<p>Ele citou o reconhecimento por parte do público europeu, um grande apreciador de música instrumental, num dos shows que a Spok Frevo Orquestra fez a convite de um festival na França.<i> “Estávamos nos arrumando para subir ao palco quando percebemos que alguns Pelés da música mundial estavam ali para nos assistir. Nomes como o saxofonista Branford Marsalis e Wynton Marsalis. É como se você fosse convidado a jogar uma pelada com Messi. E quando entramos no palco, tinham mais de 10 mil pessoas nos assistindo”.</i></p>
<div id="attachment_64712" aria-labelledby="figcaption_attachment_64712" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45096928605_1ee3d45225_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64712 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45096928605_1ee3d45225_h-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu tive a sorte de encontrar esse professor na infância que me ensinou e mostrou e apresentou os mestres da linguagem do nosso povo, nossa cultura. E isso nos fortalece”, ressaltou o músico</p></div>
<p><i>&#8220;Tocamos um</i><i> </i><i>pout pourri que batizei de <strong>O que Nelson gostou</strong>, que é uma brincadeira com três músicas dele (</i><i>Gostosão, Gostosinho e Gostosura). </i><i>Quando a gente terminou, todo mundo nos aplaudiu de pé. E não pararam até que começamos a tocar outra música. O que quero pontuar aqui é que só fomos para o mundo porque a gente toca frevo, baião, nossa cultura. Porque se eu tocasse jazz americano, vocês acham que iam me chamar? Tive a sorte de encontrar esse professor na infância que me ensinou e mostrou e apresentou os mestres da linguagem do nosso povo, nossa cultura. E isso nos fortalece”. </i></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lV0jJilHYqk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Antes de subir neste palco, Spok contou que lembrou aos seus companheiros de banda que todos estavam protegidos pelos mestres. <i>“Sou capaz de ouvir as orquestras nas ladeiras de Olinda e ruas do Bairro do Recife. Quando toco um frevo, vejo passistas ao meu lado e me sinto protegido pelos que vieram antes de mim, como Nelson Ferreira, Justino Gomes e Maestro Nunes”,</i> disse Spok, fazendo uma reverência aos grandes nomes deste gênero genuinamente pernambucano.</p>
<div id="attachment_64714" aria-labelledby="figcaption_attachment_64714" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45284365194_d94cd989ef_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64714 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45284365194_d94cd989ef_h-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a conversa Spock convidou alunas e professoras para cantar junto a ele a música Madeira Que Capim Não Rói, de Capiba</p></div>
<p>Spok fez questão de mostrar a diferença entre os três tipos de frevo, categorizados por Waldemar de Oliveira: <i>“Nós temos o Frevo de Rua, que é um frevo instrumental. Um exemplo é a música Cabelo de Fogo, do Maestro Nunes. Temos também o Frevo Canção, que é também seguido da orquestra e, neste caso, tem alguém cantando. Por último, temos o Frevo de Bloco, cujas características principais são os instrumentos de pau e corda e corais femininos”,</i> explicou o músico, convidando em seguida algumas professoras e alunas para cantar junto a ele a música <strong>Madeira que Cupim Não Rói</strong>.</p>
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