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	<title>Portal Cultura PE &#187; Magdale Alves</title>
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		<title>Magdale Alves fala sobre o 7º Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 18:32:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atriz homenageada da sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo, Magdale Alves conversou com o Cultura.PE sobre a retomada do cinema nacional, o papel de destaque que o cinema pernambucano ocupa atualmente e desejou vida longa ao festival. Confira no vídeo. Perfil - Magdale Alves Atriz que começou a carreira no teatro, em Pernambuco, onde atuou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Atriz homenageada da sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo, Magdale Alves conversou com o Cultura.PE sobre a retomada do cinema nacional, o papel de destaque que o cinema pernambucano ocupa atualmente e desejou vida longa ao festival. Confira no vídeo.</p>
<p><strong>Perfil</strong> - <strong>Magdale Alves</strong><br />
Atriz que começou a carreira no teatro, em Pernambuco, onde atuou como atriz e diretora. No cinema participou de curtas importantes, como “Conceição”, de Heitor Dhalia, e “Eletrodoméstica”, de Kléber Mendonça e Daniel Bandeira. A atriz marca importante presença no vigoroso cinema pernambucano, a estreia em longas foi em “Amarelo manga”, de Cláudio Assis, dele fez também “Baixio das Bestas”. Atuou ainda em “Deserto Feliz”, de Paulo Caldas, “Árido Movie” de Lírio Ferreira, além de produções em outros estados do país, como “Gonzaga, de pai para filho”, de Breno Silveira. Na televisão, dentre outros trabalhos, fez as minisséries “Amores Roubados” e “Amazônia”, e recentemente a novela “Em Família”, da Rede Globo.</p>
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		<title>Bate-papo reúne Magdale Alves e realizadores de &#8220;Amor, plástico e barulho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 18:40:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Teve início, nesta terça (5), a série de bate-papos com realizadores e convidados, no 7º Festival de Cinema de Triunfo. A proposta é reunir, todas as manhãs, até o próximo sábado (9), aqueles que participaram das mostras no dia anterior. Neste primeiro encontro, participaram a homenageada do festival, a atriz Magdale Alves, além de Renata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/triunfo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12055" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/triunfo-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Teve início, nesta terça (5), a série de bate-papos com realizadores e convidados, no 7º Festival de Cinema de Triunfo. A proposta é reunir, todas as manhãs, até o próximo sábado (9), aqueles que participaram das mostras no dia anterior. Neste primeiro encontro, participaram a homenageada do festival, a atriz Magdale Alves, além de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, roteiristas e ela também diretora do longa &#8220;Amor, plástico e barulho&#8221;.</p>
<p>Magdale abriu a conversa, contando um pouco da sua relação com o cinema e de sua inserção no universo fílmico, quando, em 1988, pelas mãos de Paulo Caldas, participou do curta &#8220;O chá&#8221;, interpretando a mítica monga (uma personagem de circo, a mulher que se transforma em macaco). Daí, 10 anos depois, veio &#8220;Conceição!, de Heitor Dália, também um curta. &#8220;O cinema sempre me encantou muito, sempre quis fazer filmes&#8221;, contou a pernambucana. Magdale também falou sobre as diferenças de se trabalhar em teatro, cinema e TV. &#8220;Todas três têm em comum o fato de trabalharem a arte da interpretação, mas elas são distintas entre si. Transitar por essas três vertentes exige muita disciplina, amor e muita ralação&#8221;, afirmou a atriz, que começou no teatro, em 1980, e, de lá pra cá, já participou de mais 30 espetáculos, dezenas de filmes (pernambucanos, nacionais e um longa estrangeiro, ainda a ser lançado), duas minisséries de TV e uma telenovela.</p>
<p>Na sequência, Renata Pinheiro (diretora e roteirista) e Sérgio Oliveira (roteirista), ambos de &#8220;Amor, plástico e barulho&#8221; contaram sobre como foi o processo de feitura do filme, que foi exibido ontem, na noite de abertura do 7º Festival de Cinema de Triunfo, dentro da Mostra competitiva de longa-metragem. Renata destacou &#8220;Esse filme tem um olhar muito forte para os personagens, que são pessoas que sonham e desejam sair do anonimato. Eu quis fazer um filme que humanizasse o máximo possível esses personagens&#8221;. Para isso, não somente as falas foram priorizadas ao longo do filme, mas toda a estrutura visual e cênica, como as letras das músicas, as danças, os elementos que remetem à cidade do Recife e a realidade em que estão inseridas estas personagens. &#8220;Há momentos em que a <em>mise-èn-scene</em> acaba construindo a narrativa do filme&#8221;.</p>
<p>Além disso, o aspecto político e ideológico do filme, que traz o movimento brega à tona como a realidade cultural de uma determinada parcela da sociedade, que quer ser reconhecida. &#8220;Muitas vezes não sabemos o que se passa no shows business desse universo, e temos uma visão estereotipada. No filme há um olhar sobre a atualidade. Por mais que não se goste de brega, é a realidade dessa população, e como o capitalismo selvagem ganha com tudo isso&#8221;, explicou. Sérgio Oliveira, também roteirista do filme, comparou o brega ao punk. &#8220;O brega é também muito subversivo e punk, no sentido &#8216;do it yourself&#8221;, do cara compor sua música, gravar no mesmo dia, num buraco qualquer, no outro dia já estar vendendo os discos nas carrocinhas&#8221;, lembrou. Chegando à conclusão de que o brega é &#8220;acessível a todos os públicos&#8221;, a dupla fez compreender o alcance de &#8220;Amor, plástico e barulho&#8221; como um retrato da atualidade do Recife, com todos os seus sonhos e melancolias.</p>
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