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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mamam</title>
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		<title>Modelo Vivo tem primeira sessão no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 15:17:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113703" aria-labelledby="figcaption_attachment_113703" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Walton Ribeiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-113703" alt="Walton Ribeiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/atelier-risco-foto___waltonribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Modelo Vivo, do Atelier Risco!</p></div>
<p>Está de volta à cena cultural do Recife um projeto artístico que mobiliza artistas de todas as linguagens desde 2013 e que vem mudando o olhar para uma prática tradicional do desenho: o Modelo Vivo. O Atelier Risco! está de volta e a primeira sessão é nesta quarta-feira (2), das 19h às 21h, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), no bairro da Boa Vista (Centro do Recife). Para o primeiro encontro, após uma pausa de um ano, a modelo é a multiartista Vi Brasil com a performance <em>Equilíbrio Precário</em>, com a participação especial, na trilha sonora, de D Mingus. A sessão de estreia é seguida de debate com o desenhista Philipe Sidartha, pesquisador integrante do grupo.</p>
<p>O projeto contempla a realização de 16 sessões, todas gratuitas, das quais dez em 2024 e seis em 2025, com oito debates, processo de formação e uma exposição no fim. Todas as sessões e debates são transmitidos por videoconferência.</p>
<p>A retomada do Atelier Risco! foi possível graças ao edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, tendo sido contemplado na categoria Manutenção de Coletivo de Produção Artística. A proponente do projeto e diretora artística do Risco!, Bruna Rafaella Ferrer, também investiga as ações do grupo no estágio de pós-doutoramento da pesquisa Situações Artísticas e Pedagógicas na Prática Criativa com Modelo Vivo, tendo como instituição base a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Em uma década de atividades, o grupo vem arriscando passos novos fora da tradicional visão acadêmica para a prática do Modelo Vivo.</p>
<p>Quando comenta a novidade que o projeto Atelier Risco! promove, Bruna pontua: ​“Desde o início da trajetória do Risco! entendemos que existia uma demanda de investigação do corpo, que não estava só no desenho, na pintura e na fotografia, mas na performance do corpo que traz consigo uma investigação ilimitada de estar no mundo, ligada também a outras linguagens e outras formas de se colocar no mundo. Transformações no corpo como lugar de investigação estética passaram a ser objetos de estudo da prática do Modelo Vivo. Essa é a única novidade possível”.</p>
<p>ORIGENS &#8211; Criado por professores do curso de artes visuais da faculdade Aeso, entre os quais a própria Bruna Rafaella Ferrer, além de Eduardo Souza e André Aquino, o Atelier Risco! também está de volta ao primeiro equipamento cultural que o acolheu após se tornar independente de instituições acadêmicas. O grande instigador e mentor do grupo foi Eduardo Souza, artista que faleceu em 2018. O Risco! surgiu na academia, mas migrou para o Atelier Peligro, de Eduardo, e depois para o Mamam.</p>
<p>A diretora do museu, Mabel Medeiros, comemora a volta do Risco!, que considera uma etapa importante na formação dos jovens artistas e dos que já estão num caminho longo de sua trajetória. “Há mais de uma década, o Risco! vem movimentando o pensamento sobre o desenho e sobre o performar para o desenho em modelo vivo no Recife. E também promovendo discussões enriquecedoras para as artes visuais, sobretudo o desenho. Somos um museu que trabalha com arte contemporânea e, como todo museu, tem interesse em formação, discussões e debates acerca das artes visuais de forma ampla”, enfatiza.</p>
<p>Diferentemente do que muita gente pensa, não há pré-requisitos técnicos nem necessidade de inscrição prévia para participar de uma sessão de desenho com modelo vivo, mas cada participante tem que levar seu material artístico. Os encontros são gratuitos e abertos ao público, a partir do dia 2 de outubro, todas as quartas-feiras, das 19h às 21h, no jardim do Mamam (entrada pela Rua da União, nº 88, Boa Vista).</p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO -</strong> Modelo vivo é a prática e o estudo da representação artística da figura humana por meio de exercícios com desenho de observação. Esse é um método de aprendizado artístico formalizado em academias de arte europeias, a partir da segunda metade do século 17, que perdura no ensino de arte no Brasil desde as primeiras décadas do século 19, com a implementação da Academia Imperial de Belas Artes. Atualmente, com o surgimento de uma série de grupos de modelo vivo como o Atelier Risco!, sem vínculo institucional ou acadêmico, observa-se o avanço desse campo de estudos para além do desenho como mero registro criativo, levando em conta também os aspectos poéticos e autorais contidos nas performances dos modelos.</p>
<p><strong>ATELIER RISCO! -</strong> Surgiu em 2013 para democratizar a prática criativa com modelo vivo fora de um programa estritamente acadêmico. O Risco! acolhe semanalmente diferentes modelos valorizando seus repertórios como base para a produção artística e discussão. Acredita-se que todos podem usar suas subjetividades nas sessões, o que enriquece a criação coletiva de imagens, celebrando a diversidade e o potencial criativo de cada participante e reforçando que todos são capazes de desenhar e/ou atuar como modelo vivo.</p>
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		<title>Milena Travassos apresenta trabalhos e recebe público para bate-papo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/milena-travassos-apresenta-trabalhos-e-recebe-publico-para-bate-papo/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:48:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106433" aria-labelledby="figcaption_attachment_106433" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106433" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Linguagens, videoarte de Milena Travassos</p></div>
<p>A artista Milena Travassos retoma os encontros com o público para as apresentações de suas últimas produções. Nas ocasiões Milena mostra o projeto <em>Sobre Linguagens</em>, desenvolvido a partir de pesquisas, experimentos e encontros dela com a artista Kilma Coutinho sobre as múltiplas variações da linguagem. O resultado é uma videoperformance e uma videoarte que podem ser conferidas neste sábado (18), às 15h, no auditório do Museu Aloísio Magalhães (Mamam &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista). Outro encontro acontece em Caruaru (Agreste), na quinta-feira (23), às 14h30, no Armazém da Criatividade (Rodovia BR-104, km 92, Nova Caruaru). E no dia 30, às 19h, na Garrido Galeria (Rua Samuel de Farias, 245, Santana), de volta ao Recife, a artista apresenta a performance inédita Sala de Jejum, desenvolvida em diálogo com o jardim da galeria.<br />
O projeto conta com a colaboração da audiodescritora Liliana Tavares, responsável pela gravação e inclusão da audiodescrição nos dois trabalhos. O trabalho de Milena Travassos tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo do Estado e da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR).<br />
A videoperformance <em>Relâmpago-Trovão</em> é um desdobramento de um trabalho que Milena já havia feito com Kilma, em 2022, no Mamam. Kilma Coutinho é uma artista surda que se comunica por meio de libras fazendo com que essa língua fosse incorporada à poética do trabalho, além dos outros elementos explorados como luzes, pinturas, figurino, objetos e sons.<br />
Já na videoarte <em>Linguagens</em>, Milena escolheu trabalhar com fotografias antigas mantendo como ponto focal a ideia de linguagem expandida. Nas filmagens ela utilizou iluminação pontual e lentes de aumento para destacar partes das imagens, recortes afetivos de uma época passada da vida da artista. A artista trabalha a fala por meio de uma narrativa poética dando possibilidades de interpretações diversas. Aqui ela também traz como inspiração as reflexões de Giorgio Agamben sobre fogo, mistério, relato e literatura presentes no texto <em>O fogo e o relato</em>.<br />
A performance <em>Sala de Jejum</em> acontece no jardim da Garrido Galeria. O espaço acolhe uma diversidade de plantas e árvores que permearam o processo criativo do trabalho. A ação propõe uma experiência envolvendo elementos visuais, sons, luzes e narração. A ideia do jejum remete a um estado limiar entre o sono e o despertar, estado que provocaria uma atenção dilatada.<br />
Milena Travassos é artista visual, pesquisadora e professora. Doutora em comunicação (UFRJ-ECO), configuradora de imagens e criadora de correspondências. Sua produção envolve fotografia, videoarte, performance, instalação, videoperformance, videoinstalação, objeto e desenho. A cada nova pesquisa seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. As ideias de narração, experiência e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas.</p>
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		<title>Catálogo da exposição “Na Cidade da Ressaca” será lançado no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 15:06:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jonathas de Andrade lança o catálogo da exposição Na Cidade da Ressaca, dia 8 de junho (quinta-feira), às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Com projeto gráfico assinado por Priscila Gonzaga, o livro registra as obras presentes na mostra retrospectiva que celebra os 15 anos de produção do artista visual. Na ocasião, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Jonathas-de-Andrade_2022_Photo_UHGO_Courtesy-of-the-artist-and-Nara-Roesler_3b-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-102073" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Jonathas-de-Andrade_2022_Photo_UHGO_Courtesy-of-the-artist-and-Nara-Roesler_3b-1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Jonathas de Andrade lança o catálogo da exposição<em> Na Cidade da Ressaca</em>, dia 8 de junho (quinta-feira), às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Com projeto gráfico assinado por Priscila Gonzaga, o livro registra as obras presentes na mostra retrospectiva que celebra os 15 anos de produção do artista visual. Na ocasião, o artista e o curador da exposição, Moacir dos Anjos, recebem para uma mesa redonda Alexandro de Jesus, professor do Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco; Cibele Barbosa, historiadora e pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco; e Gleyce Kelly Heitor, educadora, museóloga e diretora de educação e pesquisa na Oficina Francisco Brennand.</p>
<p>Sucesso de público, com mais de quatro mil visitantes desde sua abertura,<em> Na Cidade da Ressaca</em> registra eixos importantes da obra de Jonathas de Andrade: a ligação com Pernambuco (o clima histórico, político e afetivo do território), o poder transformador da educação, a pulsão erótica e a insurreição contra o <em>status quo</em>. A mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, ocupa os três andares do MAMAM e propõe uma jornada por esse universo criativo, através de trabalhos produzidos ao longo dos últimos 15 anos e agrupados a partir de afinidades temáticas.</p>
<p>No catálogo da exposição, que será distribuído de forma gratuita, estão registradas as obras presentes na retrospectiva, assim como os textos curatoriais sobre elas. A curadoria de Moacir dos Anjos ressalta a ligação de Jonathas de Andrade com o Recife, cidade onde vive e desenvolve parte significativa de sua obra. Trabalhos em vídeo, fotografia e instalação convidam o visitante a trabalhar com vários sentidos, através de uma expografia que se constrói, também, a partir de uma sensualidade que emerge da mistura, do encontro dos diferentes.</p>
<p>Junto ao lançamento do catálogo, o artista visual e o curador promovem uma conversa em torno da mostra, com a participação de convidados de diferentes áreas, que contribuirão com olhares plurais sobre a obra de Jonathas. O encontro é aberto ao público, com vagas limitadas à capacidade do auditório do MAMAM.</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO -</strong> Entre os projetos presentes em<em> Na Cidade da Ressaca</em> estão o vídeo de <em>O Levante</em> (2012-2014), com imagens de uma corrida de cavalos organizada pelo artista no centro do Recife, <em>Ressaca Tropical</em> (2009) e <em>Recenseamento moral da cidade do Recife</em> (2008), obras da fase inicial do artista. As ideias de pertencimento, do que é o Nordeste e o que ele evoca permeiam<em> Museu do Homem do Nordeste</em> (2013) e <em>Nostalgia</em>, sentimento de classe (2012). O conhecimento como instrumento de insurreição e luta se manifesta também nas séries <em>Educação para Adultos</em> (2010) e <em>ABC da Cana</em> (2014), que, a partir do pensamento de Paulo Freire, entendem a emancipação do sujeito através da educação como um ato revolucionário.</p>
<p>Com forte interesse por processos colaborativos e as questões de autorrepresentação, Jonathas desenvolveu junto às integrantes do Teatro das Heroínas de Tejucupapo, de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que há 30 anos encenam a famosa batalha que resultou na derrota dos holandeses, no século 17, a partir dos esforços e organização das mulheres locais, o que deu origem à Teatro das Heroínas de Tejucupapo e A Batalha de Todo Dia de Tejucupapo (2022), também presentes na exposição.</p>
<p>O desejo, o erotismo &#8211; e o homoerotismo, mais especificamente, se apresentam como chaves para entender, também, a potência dos afetos e do corpo, a exemplo das esculturas de barro queimado, vestidas com sungas, de <em>Achados e Perdidos</em> (2020). O que se reflete, também, no olhar de Jonathas de Andrade para a intimidade, como nas obras <em>Amor e Felicidade no Casamento</em> (2008), que marcou sua estreia artística, e <em>2 em 1</em> (2010), que, cada uma à sua maneira, discutem as dinâmicas das relações, os esforços conjuntos, aproximações e distanciamentos que a vida a dois implica. Entre a ficção e o documental, o artista tensiona o olhar do espectador e lança indagações, mais do que afirmações.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Jonathas de Andrade é considerado um dos principais nomes da arte contemporânea no Brasil. Natural de Alagoas, reside e produz no Recife há cerca de 15 anos. Com trabalhos apresentados em vários países, recentemente representou o Brasil na 59ª Bienal de Arte de Veneza, na Itália. Ao longo de sua carreira, já participou das bienais de São Paulo (2016 e 2010), Istambul (2019 e 2011), Lyon (2013), Sharjah, nos Emirados Árabes (2017 e 2011), entre outras.</p>
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		<title>Com nova exposição no Mamam, Jonathas de Andrade celebra 15 anos de carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 19:29:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99629" aria-labelledby="figcaption_attachment_99629" class="wp-caption img-width-485 alignnone" style="width: 485px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jonathas de Andrade/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/2em1_jonathas.jpg"><img class="size-medium wp-image-99629" alt="Jonathas de Andrade/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/2em1_jonathas-485x486.jpg" width="485" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra 2 em 1 estará presente na mostra, que tem acesso gratuito no Mamam</p></div>
<p>Radicado há duas décadas no Recife, o alagoano Jonathas de Andrade comemora, em 2023, 15 anos de carreira. Artista com um projeto criativo reconhecido nacional e internacionalmente, ele inaugura, no próximo dia 23 de março (quinta-feira), às 19h, a exposição “Na Cidade da Ressaca”, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Com curadoria de Moacir dos Anjos, a mostra conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e segue em cartaz até o dia 18 de junho. O acesso é gratuito.</p>
<p>A exposição está dividida nos seguintes eixos: a ligação com Pernambuco (o clima histórico, político e afetivo do território), o poder transformador da educação, a pulsão erótica e a insurreição contra o <em>status quo</em>. A mostra ocupa os três andares do Mamam e propõe uma jornada por esse universo criativo, através de trabalhos produzidos ao longo dos últimos 15 anos e agrupados a partir de afinidades temáticas.</p>
<p>Trabalhos em vídeo, fotografia e instalação convidam o visitante a trabalhar com vários sentidos, através de uma expografia que se constrói, também, a partir de uma sensualidade que emerge da mistura, do encontro dos diferentes. Do coletivo ao íntimo, há caminhos diversos a serem explorados na exposição. Logo na entrada do museu, por exemplo, no lado da Rua da Aurora, o vídeo de <em>O Levante</em> (2012-2014), com imagens de uma corrida de cavalos organizada pelo artista no centro do Recife, promove uma espécie de “entrada” na cidade, ou melhor, de localização no território, ideia complementada pela presença das obras <em>Ressaca Tropical</em> (2009) e <em>Recenseamento moral da cidade do Recife</em> (2008), obras da fase inicial do artista.</p>
<p>Esse movimento fluído entre o público e o privado vai se desenhando ao longo dos andares do museu, com obras que repensam a ideia de pertencimento, do que é o Nordeste e o que ele evoca. São temas pulsantes em trabalhos como Museu do Homem do Nordeste (2013), um questionamento da idealização da memória colonial perpetuada pela coleção da instituição homônima, criada em 1979 por Gilberto Freyre; e <em>Nostalgia</em>, sentimento de classe (2012). A ideia de insurreição e luta se manifesta também nas séries <em>Educação para Adultos</em> (2010) e <em>ABC da Cana</em> (2014), que, a partir do pensamento de Paulo Freire, entendem a emancipação do sujeito através da educação como um ato revolucionário.</p>
<p>Também presente na exposição está <em>Olho da Rua</em> (2022), vídeo que conta com a participação de 100 pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade social ligadas a abrigos públicos e iniciativas não governamentais, como o Movimento População de Rua de Pernambuco. Gravado durante dois dias na Praça do Hipódromo, no Recife, o filme propõe exercícios do olhar, a partir do protagonismo de seu elenco, com ações como olhar-se no espelho, improvisar uma assembleia e promover uma festa coletiva no espaço público.</p>
<p>Com forte interesse por processos colaborativos e as questões de autorrepresentação, Jonathas desenvolveu junto às integrantes do Teatro das Heroínas de Tejucupapo, de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, que há 30 anos encenam a famosa batalha que resultou na derrota dos holandeses, no século 17, a partir dos esforços e organização das mulheres locais. A permanência do episódio no imaginário pernambucano enquanto símbolo de força e resistência, mantém-se não só através da história oficial, mas também pelo engajamento das moradoras locais e sua relação com a arte, elementos que fomentaram os projetos Teatro das Heroínas de Tejucupapo e A Batalha de Todo Dia de Tejucupapo (2022), também presentes na exposição.</p>
<p>O desejo, o erotismo &#8211; e o homoerotismo, mais especificamente, se apresentam como chaves para entender, também, a potência dos afetos e do corpo, a exemplo das esculturas de barro queimado, vestidas com sungas, de<em> Achados e Perdidos</em> (2020). O que se reflete, também, no olhar de Jonathas de Andrade para a intimidade, como nas obras <em>Amor e Felicidade no Casamento</em> (2008), que marcou sua estreia artística, e <em>2 em 1</em> (2010), que, cada uma à sua maneira, discutem as dinâmicas das relações, os esforços conjuntos, aproximações e distanciamentos que a vida a dois implica.</p>
<p><strong>ARTISTA -</strong> Jonathas de Andrade é considerado um dos principais nomes da arte contemporânea no Brasil. Natural de Alagoas, reside e produz no Recife há cerca de 15 anos. Com trabalhos apresentados em vários países, recentemente representou o Brasil na 59ª Bienal de Arte de Veneza, na Itália. Ao longo de sua carreira, já participou das bienais de São Paulo (2016 e 2010), Istambul (2019 e 2011), Lyon (2013), Sharjah, nos Emirados Árabes (2017 e 2011), entre outras.</p>
<p>Seu trabalho está presente em importantes coleções privadas e públicas, entre elas: Centre Georges Pompidou, em Paris; Museo del Barrio, Museum of Modern Art (Moma) e Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova York; Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (MNCARS), Madri, Espanha; Tate Modern, em Londres; e na Pinacoteca do Estado de São Paulo, espaço onde, no final de 2022, ganhou uma mostra retrospectiva por seus 15 anos de trajetória artística.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição “Na Cidade da Ressaca”, de Jonathas de Andrade<br />
Abertura: 23 de março de 2023 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação: de 24 a 18 de junho, de quarta a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 16h, no Mamam (Rua da Aurora, 265, Boa Vista, Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Trajetória de mulheres cisterneiras é apresentada no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 20:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a artista Ana Lira apresenta no próximo dia 12 de janeiro (quinta-feira), a partir das 15h, o conjunto final de narrativas visuais e vivências do projeto &#8220;Terrane&#8221;, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM). A iniciativa apresenta o cotidiano de Cláudia Oliveira, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/005_terrane_analira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98256" alt="Ana Lira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/005_terrane_analira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a artista Ana Lira apresenta no próximo dia 12 de janeiro (quinta-feira), a partir das 15h, o conjunto final de narrativas visuais e vivências do projeto &#8220;Terrane&#8221;, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM).</p>
<p>A iniciativa apresenta o cotidiano de Cláudia Oliveira, Luzia Simões e Lurdes da Silva, três mulheres envolvidas com atividades de construção de cisternas, no Sertão do Pajeú. Os diálogos e vivências resultaram em uma narrativa visual e nas publicações virtuais &#8220;Terrane&#8221; e &#8220;Avise que está tudo bem&#8221;, que serão lançadas oficialmente e disponibilizadas ao público gratuitamente como e-book.</p>
<p>&#8220;Terrane&#8221; começou a ser materializado como uma pesquisa em fotografia para desenvolvimento de projetos autorais. A convivência com as cisterneiras, contudo, extrapolou a pesquisa fotográfica, tornando-se uma narrativa visual que agregou vivências, mapeamentos, diversas práticas de edição, criações a partir de acervos das participantes, experiências têxteis e serigráficas, produção de publicações e artesanias do imaginário.</p>
<p>As vivências, também, promoveram uma reavaliação dos enredos que fixavam papéis das diversas mulheridades nas relações de gênero, trabalho, renda, migração, ação política, liberdades individuais e coletivas no semiárido. Isso fez com que, nas materializações da pesquisa, fossem criadas novas estratégias de comunicação e o desenvolvimento de um acordo ético e de colaboração entre as participantes, que rompe com as tradicionais relações entre fotógrafa e fotografadas existentes na hierarquia da fotografia documental.</p>
<p>A narrativa visual e suas materializações em publicações, exposições e livro de artista passaram a ser apresentadas com créditos compartilhados entre a artista e as cisterneiras. Além disso, as participantes foram consultadas sobre a manutenção ou a retirada de trechos das suas vivências e sobre a permanência ou não de fotos de seus acervos e dos seus filhos em cada uma das etapas realizadas.</p>
<p>O e-book &#8220;Terrane&#8221; conta com fotografias feitas por Ana Lira, imagens dos acervos de Cláudia Oliveira, Luzia Simões e Lurdes da Silva e experiências visuais realizadas ao longo da pesquisa. O segundo &#8220;Avise que está tudo bem&#8221; é a materialização das artesanias do imaginário, que a artista criou a partir da conexão entre áudios gravados durante as visitas e trechos de manuais de construção de cisternas.</p>
<p>As publicações que serão lançadas tiveram coordenação editorial de Ana Lira e projeto gráfico de Clara Simas. O projeto contou, ainda, com orientação do fotógrafo Eustáquio Neves, no mapeamento realizado no norte de Minas Gerais, que faz parte do semiárido brasileiro e onde o fotógrafo coordena a ENA Residência.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> O resultado dessas articulações vai ser apresentado no Mamam em uma programação gratuita e aberta ao público. A programação inicia às 15h, com a recepção das pessoas e uma mostra dos processos criativos das vivências realizadas em &#8220;Terrane&#8221;. Às 16h, inicia-se a roda de conversa e compartilhamento da trajetória do projeto e seus desdobramentos nacionais e internacionais. Às 17h, serão exibidas as publicações virtuais e oficializado o lançamento para o público. O evento contará com tradução de Libras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Apresentação dos processos criativos e lançamento dos e-books &#8220;Terrane&#8221; e &#8220;Avise que está tudo bem&#8221;<br />
Quando: 12 de janeiro de 2023 (quinta-feira), às 15h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (R. da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Evento gratuito, aberto ao público e com tradução em Libras</p>
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		<title>Mamam abre a mostra coletiva &#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 15:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221; é a nova exposição coletiva no Aquário Oiticica, sediado no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Prevista para o dia 2 de julho, das 12h às 17h, a inauguração da mostra reúne os trabalhos dos artistas Kaísa Lorena, Mitsy Queiroz e Sumaya Nascimento que, a partir de reuniões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Sumaya-Espelho-dágua-2022-Técnica-mista.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94791" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Sumaya-Espelho-dágua-2022-Técnica-mista-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>&#8220;Isto é um roçar de mãos?&#8221; é a nova exposição coletiva no Aquário Oiticica, sediado no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Prevista para o dia 2 de julho, das 12h às 17h, a inauguração da mostra reúne os trabalhos dos artistas Kaísa Lorena, Mitsy Queiroz e Sumaya Nascimento que, a partir de reuniões iniciadas em janeiro deste ano, apresentam 23 obras-híbridas, nas quais a mistura de linguagens, processos criativos, afetos, materiais, técnicas, suportes e conceitos serviram enquanto mote expositivo. Após a inauguração, a mostra colaborativa fica aberta para visitação até 30 de julho, de terça-feira a sábado, das 12h às 17h. Ao todo, somam-se 23 obras, entre elas, 12 fotografias, uma instalação, 4 esculturas e 2 livros-objetos.</p>
<p>A exposição contou com a curadoria de Guilherme Moraes, editor da Revista Propágulo e pesquisador no Programa Associado de pós-graduação em Artes Visuais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Ana Gabriella Aires, professora, escritora e pesquisadora associada ao Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Em conjunto, a dupla de co-curadores atuou enquanto testemunhas, ouvintes e conversadores dentro dos encontros, contribuindo com interrogações e observações que se transformavam, gradativamente, em debates metalinguísticos sobre os processos de curadoria, socialização e criação coletiva desenvolvidos ao longo dos últimos seis meses.</p>
<p>“Isto é um roçar de mãos?&#8221; foi incentivado pela Prefeitura do Recife, por meio do edital de fomento à cultura Recife Virado, e é um desdobramento da pesquisa de Mestrado de Kaísa, intitulada <em>“O entretecer estético-político para criação poética de imagens híbridas: um estudo teórico e prático de criar em rede tecendo junto a corpos dissidentes”. Dentro da pesquisa, a artista-proponente da mostra pretende investigar processos criativos dentro de dinâmicas de criação em rede, herança de uma auto-observação: “comecei a pensar sobre como era mais estimulada a criar quando estava com outras pessoas”</em>, explica em uma das reuniões.</p>
<p>Partindo da observação da bricolagem como forma de produção, isto é, um trabalho manual feito de improviso e que aproveita materiais diferentes, o ponto de partida para a reunião dos três artistas foi o ato de entretecer, que significa vamos tecer juntos. Por isso, durante o período de imersão, os artistas compartilharam uma espécie de diário de campo coletivo, em que foram estimulados a incorporar o imprevisível dos percursos de produção artística ao diálogo e dinâmicas de produção construídas entre eles em cada encontro.</p>
<p><em>“Pudemos ver Mitsy Queiroz, artista e arte-educador, desafiar suas colegas a partir de produções suas, solicitando, para o encontro seguinte, a realização de imagens fotográficas arranjadas em frase. Em um encontro seguinte, após a socialização e conversa sobre o exercício posto por Mitsy, a artista Sumaya Nascimento foi propositora de uma nova partida que se sucederia: cada um dos outros dois artistas deveria, em uma semana, apresentar-lhe uma produção tridimensional. Desses entrecruzamentos foi-se criando um processo de socialização de inquietações e vontades relativas a cada investigação individual em curso, como também sendo propostos, paulatinamente, pontos de contato e contaminação entre poéticas dispostas a se parearem no espaço-tempo desta ação”</em>, explicou Guilherme Moraes no comentário curatorial da exposição.</p>
<p>A exposição “Isto é um roçar de mãos?&#8221;, pergunta retirada do poema de Carlito Azevedo, crítico e poeta brasileiro, não deve ser pensada enquanto produto final, mas enquanto processo de constante construção. <em>“As reuniões foram momentos de andanças em direção aos outros”, escreve Euana, autora do texto curatorial. “Entretecidos entre si e entre as obras – que em dado momento têm a autoria contaminada – ficamos todos. Como não ficar, no aqui e no agora? [...] Eis, pois, a mostra de diálogos, afetos, a mostra do contato que para acontecer sempre tiveram e continuam tendo os próprios afetos enquanto guia, um roteiro errante”</em>, pontua em outro trecho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os artistas</strong></span></p>
<p><strong> Kaísa</strong> é artista visual e pesquisadora. Nascida em Aracaju, vive e trabalha em Recife. Sua pesquisa artística atualmente investiga processos de criação em rede, a partir de práticas colaborativas, utilizando o caderno de artista compartilhado como dispositivo para registro e socialização desses processos criativos coletivos. Mestranda (2021) em Artes Visuais pelo PPGAV UFPE/UFPB. Especialista (2019) em Fotografia e Audiovisual pela UNICAP. Graduada (2018) em Publicidade e Propaganda pela UFPE. Atuou como arte-educadora no Museu Paço do Frevo (2019-2020). Realizou a Exposição Individual Mulheres: Corpo Afora (Centro Cultural Correios Recife, Recife, 2018) e participou de diversas exposições coletivas, dentre elas: Confluências (Hotel Globo, João Pessoa e Museu Murillo La Greca, Recife, 2022); Tramações (Galpón Gráfico, Argentina, 2020); Quarentena Projetada (Instituto Moreira Salles e Mídia Ninja em 5 estados do Brasil, 2020); Propágulo 3 (Galeria Capibaribe e Museu Murillo La Greca, Recife, 2019).</p>
<p><strong>Mitsy Queiroz</strong> é artista-pesquisador Mestre em Artes Visuais e pedagogo, interessado no corpo a corpo com a fotografia e no mergulho das epistemologias e ontologias que negam o projeto de modernidade baseado no espaço-tempo linear, no binarismo entre mente/corpo e no controle dos corpos nas questões de raça e gênero. Reflete em sua dissertação o sobre o atravessamento do tempo em programações fotográficas que encarnem a experiência do corpo trans no mundo. E desde a condução metodológica do seu gesto fotográfico, tem pensado as temporalidades curvas, a percepção de corporalidades em transformação e os encantamentos de uma cosmovisão afro-indígena. Suas participações mais recentes são no projeto de residências artísticas SESC Confluências 2018-2019; nas feiras SP-Arte e SP-Foto 2020; o filme “Primeiras Contrações” na plataforma Práticas Desviantes; texto e vídeo arte “Domingo de packer e calcinha” no projeto Salivas; artista convidado para Revista Propágulo edição 7 impressa e a participação no programa “Atos Modernos” de comissionamento de obra pela Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo desenvolvendo a pesquisa “As Ilhas do Pina”.</p>
<p><strong>Sumaya Nascimento</strong>, nasceu em 1994, na cidade do Conde, no estado da Paraíba. Vive e trabalha em Recife. A artista transdisciplinar é formada pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) no curso técnico de Artes Visuais. Também cursou publicidade e propaganda na AESO, mas não concluiu. Começou a produzir em 2014. Seus primeiros trabalhos foram em pinturas e esculturas. Ao longo dos anos seguintes, fez de tudo um pouco: Gravura (pelo coletivo GRAVOSs), modelagem em argila, livro de artista, instalação (O peso dos afetos &#8211; 2019); Videoarte (Ensaio sobre a permanência e o tempo &#8211; 2021); Assistência de criação de adereço (para campanha ao combate à dengue, da prefeitura do recife em 2022); Idealização, organização e colaboração do projeto Além-Mar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os co-curadores</strong></span></p>
<p><strong> Guilherme Moraes</strong> é curador, educador e editor da revista-espaço Propágulo, licenciado em artes visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É pesquisador da curadoria enquanto práxis educativa e do curatorial enquanto metodologia de aprendizado. Foi curador das mostras Desculpas Pelas Quais, na Garrido Galeria, e Disfarce ou Dissimulação, na Galeria Esporo, em 2021. Neste ano, foi curador da mostra A Beleza da Lagoa É Sempre Alguém, na Galeria Janete Costa. É pesquisador pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB na linha de processos educativos.</p>
<p><strong>Ana Gabriella Aires</strong> (1997) é poeta e pesquisadora-educadora. Publica e recita poesias de maneira autônoma desde 2016. Graduou-se em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (2019), onde aprofundou-se nas questões estéticas e políticas do poema. Em 2021 iniciou pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, quando vai caminhando às questões dos trânsitos, das errâncias, das translínguas, das transfronteiras, das transculturações. Coidealizou o Selo Além-Mar, que tem por principal desdobramento a Zine ALÉM-MAR, da qual é autora do editoriais e outros textos (poesias). Tem se descoberto curadora e produtora cultural a partir do exercício de tais funções (desde 2019), principalmente em espaços autônomos, que se articulam ao (ou partem do) trabalho feito junto às palavras.</p>
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		<title>MAMAM inaugura a exposição &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 17:51:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94358" aria-labelledby="figcaption_attachment_94358" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Tereza-Costa-Rêgo-Ofélia-do-Capibaribe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-94358" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Tereza-Costa-Rêgo-Ofélia-do-Capibaribe-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pintada por Tereza Costa Rêgo, o quadro &#8220;Ofélia do Capibaribe&#8221; será uma das obras que o público poderá conferir na exposição do MAMAM</p></div>
<p>Refletindo sobre representatividade de gênero na construção de seu acervo, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) reúne obras de artistas mulheres na exposição &#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221;, com abertura marcada para a próxima quinta-feira (9), a partir das 19h. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Realizada a partir do acervo do MAMAM, a exposição traz obras de artistas de diferentes gerações, com técnicas e estilos diversos, e discute a presença e ausência desses corpos e sua representatividade em um acervo importante, apresentando obras de Tereza Costa Rêgo, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Adriana Varejão, Oriana Duarte, entre outras.</p>
<p>A mostra surge a partir de uma pesquisa do grupo de estudos curatoriais do projeto &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;, formado por pesquisadoras e pesquisadores que compõem a equipe curatorial da exposição, coordenados por Ana Luisa Lima, crítica de arte, natural de Pernambuco.</p>
<p>Segundo Mabel Medeiros, diretora do MAMAM, a exposição marca uma celebração: <em>&#8220;Consideramos ainda muito importante discutir a trajetória dos 25 anos do MAMAM, a partir das obras, da formação do acervo, suas representações e ausências. Apontar a presença destas mulheres &#8211; e tensionar a ausência de tantas outras &#8211; é repensar esse lugar de apagamentos dentro do sistema das artes visuais, e apontar possibilidades de novas referências e representações&#8221;</em>.</p>
<p>&#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221; ainda contempla a doação de duas obras das artistas Ana Lira e Milena Travassos para o acervo do MAMAM. A iniciativa, em seu catálogo impresso, assim como na criação da mostra, tem a intenção de acentuar e refletir sobre as perguntas necessárias sobre as ausências de artistas e suas representatividades de gênero, classe social, etnia e racialidade na construção de acervo do Museu.</p>
<p>A mostra contará com recursos de inclusão, como acesso para cadeirantes, e audiodescrição, realizada pela COM Acessibilidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;<br />
Abertura: 9 de junho de junho de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação até 30 de julho. De terça-feira a sábado, 12h às 17h<br />
Endereço: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 256, Boa Vista &#8211; Recife/PE<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>MAMAM inaugura série de exposições para celebrar centenário da Semana de Arte Moderna</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 14:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) estreia besta quinta-feira (24) uma programação superlativa para celebrar, em todos os seus ambientes e andares e com variadas linguagens e provocações, o centenário da Semana de Arte Moderna, considerada o marco inaugural do movimento que baliza e batiza o museu, gerido pela Prefeitura do Recife, por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/card_divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92131" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/card_divulgação-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) estreia besta quinta-feira (24) uma programação superlativa para celebrar, em todos os seus ambientes e andares e com variadas linguagens e provocações, o centenário da Semana de Arte Moderna, considerada o marco inaugural do movimento que baliza e batiza o museu, gerido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife.</p>
<p>A partir das 19h, serão abertas, simultaneamente, quatro exposições, que repercutem e refletem sobre a estética e as temáticas modernas. Uma delas é a mostra que reúne obras escolhidas no acervo do próprio museu, a partir da negativa que lhe serve de título: “Nunca fomos modernos”. Abordando o movimento em Pernambuco e reivindicando outras percepções do discurso de modernidade, a partir de um olhar mais crítico, o acervo conta com obras de artistas como Ladjane Bandeira, Francisco Brennand, Guita Charifker, Vicente do Rêgo Monteiro, Maria Carmem, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora, expostas no térreo do MAMAM. A curadoria é de Ana Luisa Lima, Joana D’Arc de Souza Lima e Wagner Nardy.</p>
<p>Também no térreo do museu, a exposição “Ofício” apresentará o trabalho da Marcenaria Olinda, projeto do artista e restaurador mineiro Fernando Ancil. Residente na Zona da Mata pernambucana, o artista aponta desde usos ancestrais da madeira até as interferências e inovações viabilizadas pela tecnologia, refletindo sobre o material como um dos mais antigos veículos de expressão artística, com trânsito livre entre o contemporâneo, o design e o popular.</p>
<p>No primeiro andar, a exposição “Semana de Vídeo-Arte Contemporânea de 22 de Pernambuco”, do cineasta e curador Jura Capela, revisita a história do modernismo no Brasil através da linguagem videográfica. A mostra faz uma linha do tempo, desde os primeiros videoartistas que realizaram trabalhos experimentais no início do século XX, seguindo pelas primeiras manifestações brasileiras nos anos 1980, até criações atuais. Estão contemplados na exposição desde Marcel Duchamp e Man Ray a Letícia Parente, Daniel Santiago, Paulo Bruscky, Formiga Sabe que Roça Come, Grupo Camelo, Telephone Colorido, Juliana Notari e Lourival Cuquinha, Fernando Peres, Gentil Porto Filho e Marcio Almeida.</p>
<p>“Todo Trânsito é uma Escuta” ocupará o segundo andar do MAMAM. Assinada por Abiniel João Nascimento e Letícia Barbosa, reunirá um conjunto de obras diversas, que evocam o trânsito como lugar inacabado, constante, em movimento. Recorrendo ainda ao fazer-agir artístico da performance, a mostra é construída a partir de um olhar retrospectivo e em movimento, partindo de trânsitos pessoais distintos e, por vezes, confluentes.</p>
<p><strong>Quinta mostra -</strong> Também está em cartaz no museu, desde o último dia 19, a mostra “Filtro”, que celebra as tradições artesanais, reunindo obras do artista Carlos Carvalho, que manifesta sua crença, em forma de contemplação, nas tradições artesanais, nos fazeres e na materialidade do gesto que conecta o corpo a uma experiência de produção física.</p>
<p>As exposições ficarão abertas à visitação até o próximo dia 30 de abril, de terça a sexta, das 12h às 17h. O acesso é gratuito. O MAMAM fica na Rua da União, 88, Boa Vista.</p>
<p>Serviço<br />
Exposições “Nunca fomos modernos”, “Semana de Vídeo-Arte Moderna de 22 de Pernambuco”, “Ofício”, “Todo Trânsito é uma Escuta” e “Filtro”<br />
Salão térreo, 1º e 2º andar e Salão Aquário Oiticica<br />
Visitação: terça-feira a sábado, 12h às 17h<br />
Período: Até 30 de abril<br />
Acesso gratuito<br />
Onde: MAMAM (Rua da Aurora, 256, Boa Vista &#8211; Recife/PE)</p>
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		<title>Mamam lança a exposição virtual &#8220;Inquietudes-Vagalumes&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 18:38:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães]]></category>

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		<description><![CDATA[Para marcar o lançamento da exposição virtual &#8220;Inquietudes-Vagalumes&#8221;, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) promove uma roda de diálogo nesta quinta-feira (15), a partir das 19h, com sua equipe a fim de mostrar o processo de execução da mostra e as principais questões abordadas no decorrer da sua criação. O evento é on-line [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Inquietudesvagalumes.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86247" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Inquietudesvagalumes-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Para marcar o lançamento da exposição virtual &#8220;Inquietudes-Vagalumes&#8221;, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) promove uma roda de diálogo nesta quinta-feira (15), a partir das 19h, com sua equipe a fim de mostrar o processo de execução da mostra e as principais questões abordadas no decorrer da sua criação. O evento é on-line e gratuito. Para participar, é preciso realizar a inscrição através do link: <a href="https://www.sympla.com.br/roda-de-dialogo---lancamento-exposicao-inquietudes-vagalumes__1277367" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/roda-de-dialogo&#8212;lancamento-exposicao-inquietudes-vagalumes__1277367</strong></a>. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>O projeto, fruto de uma parceria de curadores, reúne trabalhos presentes no catálogo da instituição museológica e realiza conexões com a produção de outros artistas, considerando que o acervo da instituição está em diálogo com outras referências, que não necessariamente integram o conjunto de obras presentes nele. A exposição se divide em três núcleos: Invenção-Espelho, Corpo-Continente e Passagem-Encontro.  Saiba mais no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/mamamrecife/" target="_blank"><strong>@mamamrecife</strong></a>.</p>
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		<title>Mamam oferece oficinas gratuitas no YouTube</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 11:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLT7avOFPID_qhImTdoCOuy1vCfJNB1aSm" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Proporcionando um espaço formativo de compartilhamento e valorização do design brasileiro, o projeto “Formação Aloísio Magalhães” lança nesta quarta-feira, 30 de junho, sua série de vídeos sobre Aloísio Magalhães, um dos mais importantes designers brasileiros. O conteúdo tem mediação da arte educadora Maria do Carmo e do técnico em design Victor Hugo e aborda a trajetória de Aloísio propondo oficinas que dialogam com suas múltiplas atuações profissionais. A ação é contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e todos os vídeos contam com tradução em LIBRAS, produzida pela intérprete Poliana Alves.</p>
<p><strong>PROJETO RESPIRO ARTE, CANTO PAPEL</strong><br />
O projeto “Respiro Arte, Canto Papel” também está disponível no YouTube e apresenta uma oficina sobre técnicas de encadernação e estamparia artesanal, facilitada pela arte educadora Mariama Luz e pelo artista do movimento cartonero Pacha Martinez. A ação, contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, possibilitou um espaço de trabalho e trocas entre os profissionais da cultura e o público. Além disso, a iniciativa também tornou possível que os profissionais compartilhassem com o público sobre suas trajetórias e áreas de atuação, expandindo as perspectivas de caminhos profissionais para o público jovem interessado no setor criativo. Todos os vídeos contam com tradução em LIBRAS, produzida pela intérprete Poliana Alves. Aperte o <em>play</em> abaixo e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PL-DD-cViZFv3DxL8mv8ijEHSLg6gSfYVX" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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