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	<title>Portal Cultura PE &#187; manguebeat</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País abre o Carnaval 2026 exaltando a força da música pernambucana</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 12:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O Festival Pernambuco Meu País abriu oficialmente o Carnaval 2026 do Estado de Pernambuco com uma grande celebração da música pernambucana, marcada por homenagens a ícones da cultura local e pela presença de milhares de pessoas na noite desta sexta-feira (6), no Terminal Marítimo do Recife. A cerimônia contou com a presença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-9.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122834" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (9)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-9-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O <strong>Festival Pernambuco Meu País</strong> abriu oficialmente o Carnaval 2026 do Estado de Pernambuco com uma grande celebração da música pernambucana, marcada por homenagens a ícones da cultura local e pela presença de milhares de pessoas na noite desta sexta-feira (6), no Terminal Marítimo do Recife.</p>
<p dir="ltr">A cerimônia contou com a presença da governadora Raquel Lyra, da vice-governadora Priscila Krause, da secretária de Cultura, Cacau de Paula, da presidente da Fundarpe, Renata Borba, do presidente da Empetur, Eduardo Loyo, de Carla Pereira, diretora de Ações Culturais da Fundarpe, além de outras autoridades e representantes do setor cultural. A noite foi atravessada por momentos simbólicos de reconhecimento a artistas celebrados no Carnaval 2026: Nena Queiroga, Maestro Duda e João Gomes receberam placas de homenagem entregues pela governadora. Já Chico Science foi lembrado em um dos momentos mais emocionantes da abertura: antes do show da Nação Zumbi, um vídeo com depoimento de sua filha, Louise França, foi exibido no telão, comovendo o público e reafirmando a permanência do legado do manguebeat na cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">A noite inaugural apresentou um line-up composto exclusivamente por artistas pernambucanos, em uma escolha curatorial que celebrou a história e a influência do manguebeat. Subiram ao palco Alessandra Leão, Buhr, Mestre Ambrósio, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi, com participação especial de Maciel Salú, e João Gomes, em uma sequência de shows que percorreu diferentes gerações e estéticas da música feita em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Com programação gratuita, o Festival Pernambuco Meu País reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a democratização do acesso à cultura, a valorização dos artistas da terra e o fortalecimento da economia criativa, reunindo públicos diversos e evidenciando a pluralidade de linguagens e territórios sonoros que fazem do estado um dos polos culturais mais pulsantes do país.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Hesíodo-Góes-Secom.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122836" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Hesíodo-Góes-Secom-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Hesíodo Góes/Secom</p>
<p dir="ltr">“Não existe outro lugar no Brasil, e arrisco dizer no mundo, com tantos artistas extraordinários por metro quadrado como Pernambuco. Estar aqui hoje é celebrar essa força, homenageando em vida nomes como o Maestro Duda, Nena Queiroga e o nosso querido João Gomes, que se tornou uma unanimidade nacional, sem nunca deixar de lado o legado eterno de Chico Science. Pernambuco sempre teve um elenco impressionante de talentos, mas reunir e reconhecer esses artistas em um mesmo palco não é para qualquer lugar. A cultura pulsa nas veias do nosso estado, do Sertão ao Litoral, passando pela Zona da Mata, pelo Agreste e pela nossa capital”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p dir="ltr">Em sintonia, a secretária de Cultura, Cacau de Paula, celebrou o caráter democrático da iniciativa e o protagonismo da produção local. “O palco do Pernambuco Meu País é o espaço onde essa potência cultural se encontra: diferentes gerações da música pernambucana dividindo a mesma cena, dialogando entre si e com o público. É uma programação gratuita, democrática e diversa, que reafirma nosso compromisso de garantir acesso à cultura e de valorizar quem constrói, todos os dias, a identidade sonora de Pernambuco”, destacou.</p>
<p dir="ltr">O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, ressaltou o impacto econômico da iniciativa, que antecipou em uma semana a abertura do Carnaval no estado. “O Governo de Pernambuco está ampliando o calendário carnavalesco, trazendo para a Região Metropolitana grandes atrações nacionais e, sobretudo, pernambucanas, e impulsionando a nossa economia. Não é por acaso que as companhias aéreas ampliaram em 10% a oferta de voos em relação ao ano passado. É Pernambuco em movimento, fortalecendo o turismo, gerando empregos e criando oportunidades para a nossa população”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Para Carla Pereira, diretora de Ações Culturais da Fundarpe, a edição de Carnaval amplia ainda mais o alcance da iniciativa. “Este ano, o Carnaval de Pernambuco ganha uma extensão ainda mais potente, celebrando a música pernambucana e aquilo que temos de mais rico no nosso solo sagrado: a nossa cultura. É um movimento que fortalece, valoriza e fomenta a produção cultural do estado em toda a sua diversidade”, pontuou.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122827" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO DE SHOWS</strong></p>
<p dir="ltr">A programação musical da noite teve início às 18h, com Alessandra Leão e Buhr, duas artistas fundamentais da música pernambucana contemporânea. Com trajetórias marcadas pela experimentação, pelo diálogo com as tradições populares e por uma postura autoral, ambas apresentaram repertórios que atravessam discos como <em>Macumbas e Catimbós, Acesa, Folia de Santo</em>, no caso de Alessandra, e <em>Eu Menti pra Você</em> e <em>Longe de Onde</em>, de Buhr.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122835" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o Mestre Ambrósio levou ao público um repertório que reafirma sua importância histórica na fusão entre maracatu, ciranda, coco e sonoridades contemporâneas. “Essa noite faz a gente lembrar de um passado muito forte, lá do Abril Pro Rock, quando dividimos o palco com o Mundo Livre S/A, Chico Science e a Nação Zumbi. Poder reviver isso hoje, nesse contexto, é um marco enorme para todos nós”, relembrou Éder Rocha, integrante do grupo.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o Mundo Livre S/A subiu ao palco trazendo a energia e a verve crítica que marcaram o manguebeat desde os anos 1990. Com clássicos do seu repertório, a banda reafirmou seu papel central na construção de uma música urbana, política e profundamente ligada à identidade recifense.</p>
<p dir="ltr">“A gente já vem participando do Pernambuco Meu País, tocamos em Pesqueira e em Caruaru, e é muito importante ver essa iniciativa promovendo a circulação da nossa cultura. Em Caruaru, fizemos um show e vimos jovens da idade do meu filho cantando as músicas. Isso é muito gratificante. Hoje, participar de uma abertura como essa, marcada pelo manguebeat, é ainda mais especial”, destacou Fred 04, vocalista da banda.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122832" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Um dos pontos altos da noite foi o show da Nação Zumbi, que celebrou o álbum <em>Da Lama ao Caos</em>, um dos discos mais influentes da história da música brasileira. Com participação especial de Maciel Salú, o espetáculo reforçou a atualidade da obra de Chico Science e a potência estética e política do manguebeat, emocionando o público em um momento de forte conexão simbólica com a memória do artista.</p>
<p dir="ltr">Antes da apresentação, Louise França, filha de Chico Science, surgiu no telão do palco para uma homenagem ao pai. Em vídeo, ela destacou a permanência simbólica do artista no cotidiano da cidade. “São 60 anos de um homem que vive nos lugares por onde passou, nos muros grafitados da cidade, no copo de cerveja antes do almoço. Ele vive aqui e agora, com vocês, esperando a Nação Zumbi subir a este palco”, afirmou. Em seguida, entoou versos do clássico <em>Mateus Enter</em>: “Cheguei com meu universo / e aterrizo no seu pensamento / trago a luz dos postes nos olhos / rios e pontes no coração / Pernambuco embaixo dos pés / e minha mente na imensidão”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122830" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, João Gomes subiu ao palco e transformou o Terminal Marítimo em um grande coro popular. Fenômeno nacional, o artista levou ao público sucessos que dialogam com o forró, o piseiro e a música nordestina contemporânea.</p>
<p dir="ltr">Antes de subir ao palco, o cantor se encontrou com a governadora Raquel Lyra, que, além da placa de homenagem do Carnaval deste ano, o presenteou com um conjunto de redes. O artista agradeceu o gesto entoando versos da canção <em>De Mala e Cuia</em>, de Flávio José: “Na minha casa tá sobrando rede / sobra torno na parede / amor pra dar e vender”.</p>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundarpe e da Empetur, o Festival Pernambuco Meu País ganhou uma edição especial de Carnaval, que passa a integrar um calendário contínuo de ocupação cultural em todo o estado.</p>
<p dir="ltr">No sábado (7), o público confere o Cortejo Gigantes de Pernambuco, com o Homem da Meia-Noite, o Galo da Madrugada e os Bonecos Gigantes de Olinda, além do concerto da Orquestra do Maestro Duda, com participações de Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro. A programação inclui ainda o espetáculo Frevo Mulheres, comandado por Nena Queiroga, ao lado de Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna, além dos shows de Priscila Senna e Raphaela Santos, em homenagem ao brega pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a edição, no domingo (8), a programação é dedicada ao pagode, ao samba, à música romântica e ao pop brasileiro, com apresentações do Bloco de Samba A Turma do Saberé e do encontro Mulheres no Samba, que reúne a Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops. O dia conta ainda com shows de Alcione, Belo e Glória Groove.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival realizou uma edição de verão, passando por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Já em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e ampliando a visibilidade dos territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o Pernambuco Meu País reforça seu papel como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>07/02 (sábado)</strong></p>
<p dir="ltr">16h30 &#8211; Cortejo Gigantes de Pernambuco com O Homem da Meia Noite, Galo da Madrugada e Bonecos Gigantes<br />
18h30 &#8211; Orquestra do Maestro Duda, com Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro<br />
20h30 &#8211; Frevo Mulheres: Nena Queiroga,Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna<br />
22h30 &#8211; Priscila Senna<br />
0h30 &#8211; Raphaela Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>08/02 (domingo)</strong></p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Bloco de Samba A Turma do Saberé<br />
18h30 &#8211; Mulheres no Samba: Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops<br />
20h &#8211; Alcione<br />
22h &#8211; Gloria Groove<br />
0h &#8211; Belo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco abre exposição que revisita a efervescência dos anos 1990</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122718" alt="Foto: Valentine Herold" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a></p>
<p dir="ltr">
Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) convoca o público a revisitar na exposição homônima aberta nesta terça-feira (28), no Hall Cícero Dias.</p>
<p dir="ltr">Com obras que integram o acervo do próprio museu, mas que estão reunidas de forma inédita, a mostra propõe uma viagem pela década de 1990 em Pernambuco, período marcado por paradoxos: instabilidade econômica, transformações políticas no pós-redemocratização e, ao mesmo tempo, uma efervescência cultural que reposicionou o Estado no mapa artístico brasileiro. A exposição tem curadoria do diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto ao artista plástico Márcio Almeida, reunindo obras de artistas que já atuavam naquele contexto, muitos deles premiados nos Salões de Arte de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Nas artes visuais, os anos 90 representaram um momento de transição decisiva. Pernambuco ainda dialogava fortemente com seu legado modernista, tendo nomes como Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora como referências estruturantes, enquanto uma nova geração buscava romper com narrativas consagradas e se aproximar de questões contemporâneas como identidade, urbanização, violência e memória. O período marca o início mais consistente da arte contemporânea no Estado, com o surgimento de linguagens híbridas que misturavam pintura, instalação, fotografia e performance.</p>
<p dir="ltr">Instituições como o Mepe tiveram papel fundamental na legitimação e difusão dessas produções, ao mesmo tempo em que iniciativas independentes, ocupações artísticas e exposições coletivas ampliaram o debate estético e político. O Recife começava a se afirmar como um polo de experimentação no Nordeste, articulando tradição regional e discurso contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">Esse mesmo impulso de reinvenção atravessava a música e essa forte relação entre as duas linguagens artísticas também se faz presente na exposiação. Nos anos 90, o surgimento do Movimento Manguebeat colocou o Recife no centro da cena musical brasileira e internacional. Liderado por nomes como Chico Science &amp; Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Mestre Ambrósio, o Manguebeat propôs uma fusão ousada entre ritmos tradicionais — maracatu, coco, ciranda, embolada — e influências globais como rock, hip hop, funk e música eletrônica. O mangue, símbolo do ecossistema recifense, tornou-se metáfora de diversidade, fertilidade cultural e resistência.</p>
<p dir="ltr">Ao revisitar esse período, “Isso é bem anos 90!” evidencia um legado que ultrapassa a década. Ao final dos anos 1990, Pernambuco havia consolidado uma identidade cultural mais afirmada, conectada ao mundo e profundamente enraizada em suas tradições. Participam da exposição, entre outros, os artistas José Patrício, Rodrigo Braga, Betânia Corrêa de Araújo, José Paulo, Dantas Suassuna, Romero Andrade, Lorani e Gil Vicente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong><br />
Exposição: Isso é bem anos 90!<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)<br />
Em cartaz até 28 de fevereiro<br />
Entrada gratuita<br />
Terça a sexta: 9h às 17h<br />
Sábados e domingos: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122728" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122722" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122721" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122719" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122729" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122727" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Celebração ao Manguebeat no último dia de palco Pernambuco Meu País no Carnaval de Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 18:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última noite (05) do palco Pernambuco Meu País em Olinda foi uma celebração ao legado e a trajetória do Movimento Manguebeat com apresentações de alguns dos principais representantes da cena Mangue na praça do Carmo. Antes da reverência ao Manguebeat, e como já é tradição do palco a noite começou com frevo. Maestro Duda, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A última noite (05) do palco Pernambuco Meu País em Olinda foi uma celebração ao legado e a trajetória do Movimento Manguebeat com apresentações de alguns dos principais representantes da cena Mangue na praça do Carmo.</p>
<p>Antes da reverência ao Manguebeat, e como já é tradição do palco a noite começou com frevo. Maestro Duda, referência no cenário cultural do ritmo no país deu o pontapé inicial na noite com sua orquestra embalada pelas mais clássicas e mais modernas composições do gênero.</p>
<p>Do hino de Vassourinhas a ciranda de maluco, a orquestra tocou canções que fazem o carnaval de Pernambuco e foi acompanhada em uníssono pelo público do polo Erasto Vasconcelos. Maestro Duda aqueceu a plateia e deixou a temperatura do palco lá em cima para a celebração aos caranguejos com cérebro.</p>
<p>Em seguida, diretamente de Peixinhos, a banda Carranza trouxe toda a energia e a ancestralidade da segunda geração do manguebeat para o Pernambuco Meu País. A banda teve sua formação inicial em 1999 e após um hiato de 12 anos, retornou a cena em 2015 com o disco &#8220;Santa Morte&#8221; que venceu o Prêmio de Música Pernambucana 2017.</p>
<p>No palco, a Carranza combina elementos da música pernambucana com DJ e naipe de metais para desenvolver um som autêntico e visceral. A banda mesclou músicas autorais com clássicos do manguebeat. Logo depois, punk rock hardcore do Alto José do Pinho. A banda Devotos, parte importante da cena underground e autoral do Recife desde o final da década de 1980, com suas raízes fincadas na Zona Norte da cidade criou uma roda punk no Carmo.</p>
<p>Cannibal (voz e baixo), Neilton Carvalho (guitarra) e Celo Brown (bateria) tocaram músicas de todas as fases da carreira, desde o primeiro álbum, passando pelo mais recente “Punk Reggae” até algumas músicas inéditas, como “Vladimir Herzog” e “Será o Benedito?’.<br />
“Se apresentar em Olinda é uma satisfação muito grande pra gente, e no polo principal é muito especial mesmo. Só temos a agradecer”, disse<br />
Cannibal. Depois da Devotos, o manguebeat em toda a sua pluralidade continuou dando o tom da noite com a Mundo Livre S/A.</p>
<p>Em um show que passeou por todas as fases da banda, com um enfoque especial ao primeiro disco “Samba Esquema Noise” (1994), e com a participação especial da cantora Doralyce. O grupo liderado por Fred Zero Quatro demonstrou porque é um dos mais autênticos conjuntos musicais do Brasil.</p>
<p>“É uma grande responsabilidade encerrar o carnaval de Olinda, eu acho que esse palco do Carmo tem uma dimensão enorme e isso traz um impacto gigantesco. Estamos muito felizes”, afirmou o vocalista e líder da Mundo Livre S/A.</p>
<p>Em uma praça do carmo lotada, a Nação Zumbi entrou no palco com a temperatura elevadíssima e não deixou ninguém parado. Foi um desfile de hits de diferentes fases do grupo.</p>
<p>“É uma realização. Você se sente realizado de estar fazendo o seu trabalho em um espaço como esse. É um eterno aprendizado, mas é diversão levada a sério. Então, estamos muito gratos com esse show”, disse Jorge Du Peixe, vocalista da banda.</p>
<p>Foram mais de uma hora de show que passaram em um piscar de olhos, o público cantou junto em todas as músicas e demonstrou porque o Manguebeat é um movimento vivo, pulsante e mais atual do que nunca.</p>
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		<title>Em comemoração aos 30 anos do Manguebeat, Fenearte abre as portas ao público</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 14:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[30 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a expectativa de receber mais de 200 mil visitantes até o dia 17 de julho, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) – um dos maiores eventos do setor no País – abriu as portas ao público nesta última quarta-feira (6) homenageando os 30 anos do Movimento Manguebeat. Esta 22ª edição da feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95078" aria-labelledby="figcaption_attachment_95078" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hélia Scheppa/SEI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Fenearte-2-Hélia-Scheppa-SEI-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-95078" alt="Hélia Scheppa/SEI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Fenearte-2-Hélia-Scheppa-SEI-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Feira Nacional de Negócios do Artesanato teve início nesta quarta-feira e segue até o dia 17, com previsão de atrair mais de 200 mil pessoas</p></div>
<p>Com a expectativa de receber mais de 200 mil visitantes até o dia 17 de julho, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) – um dos maiores eventos do setor no País – abriu as portas ao público nesta última quarta-feira (6) homenageando os 30 anos do Movimento Manguebeat. Esta 22ª edição da feira conta com cerca de cinco mil expositores, distribuídos em 700 espaços.</p>
<p>Com a imagem-símbolo de uma antena parabólica fincada na lama e outra no que acontecia ao redor do mundo, o Manguebeat eclodiu em Pernambuco na década de 1990, misturando o regional ao que havia de mais pop, articulou as manifestações culturais da periferia do Grande Recife e conseguiu conectar a cultura popular com expressões globais.</p>
<p>Neste ano, serão criados cerca de 2,5 mil postos de trabalho temporário na Fenearte. Com um investimento de R$ 7 milhões, espera-se que o evento movimente R$ 40 milhões nos 12 dias de realização. A programação é extensa, com salões de arte, desfiles de moda, oficinas gratuitas, rodas de conversas, shows, decoração, gastronomia, atividades infantis, entre outros. Confira a programação completa no site: <a href="https://www.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/programacao-cultural" target="_blank"><strong>www.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/programacao-cultural</strong></a>.</p>
<p><strong>Aulas com chefs e as rodadas de conversas no espaço Janete Costa -</strong> O segundo dia da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), nesta quinta-feira (7), chega com uma série de atividades programadas, dando continuidade ao sucesso que foi o primeiro dia. O espaço Janete Costa inicia hoje as rodadas de conversas com especialistas. O tema será &#8220;Artesanato e Arte Popular”, a partir das 16h. Comandando os debates estarão o antropólogo e curador de artesanato popular, Ricardo Gomes Lima, e a jornalista, crítica em design e Doutora Honório pela Unesp, Adelia Borges. Completando o time, Bel Juruna, designer indígena da etnia Juruna.</p>
<p>Para os que gostam de gastronomia e querem aprender ao lado de chefs, a novidade desta quinta-feira é o início das aulas na Cozinha Fenearte. A partir das 16h30, as chefs Negralinda e Natália (Bar do Cabo) vão compartilhar receitas com o público. Às 15h, a programação cultural chega com tudo, com apresentações de maracatu e coco.</p>
<p>A programação continua com as oficinas, que seguem com temas como xilogravura, olaria, ráfia, renda renascença, mamulengos e serigrafia. No espaço infantil, às 17h, a garotada poderá participar da rodada de contação de histórias. Junto a todas essas atividades, claro, a presença dos 5 mil expositores distribuídos em 700 espaços, além dos mestres em seus estandes disputados.</p>
<p>Confira aqui a programação completa:</p>
<p><strong><a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/oficinas">Oficinas</a></strong><br />
<strong> <a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/conversas-instigantes">Conversas instigantes</a></strong><br />
<strong> <a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/programacao-cultural">Programação cultural</a></strong><br />
<strong> <a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/som-da-rural">Som na Rural</a></strong><br />
<strong> <a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/passarela-fenearte">Passarela Fenearte</a></strong><br />
<strong> <a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/cozinha-fenearte">Cozinha Fenearte</a></strong><br />
<strong> <a href="http://edicao2022.fenearte.pe.gov.br/site/programacao/rodada-de-negocios">Rodada de negócios</a></strong></p>
<p><strong><em>**Programação sujeita a alterações**</em></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Data: 6 a 17 de julho de 2022<br />
Horário de abertura: das 14h às 22h, de segunda a sexta, e das 10h às 22h, aos sábados e domingos<br />
Ingressos: Segunda a quinta: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada) e sexta, sábado e domingo: R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada)</p>
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		<item>
		<title>Live: Chico Science, Josué de Castro e João Cabral de Melo Neto na pauta do Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que seria a poética do mangue? E onde encontrar elementos dela nas obras de Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science? É com esses questionamentos em mente que a Secult-PE/Fundarpe, por meio do Espaço Pasárgada, promovem a edição de maio do projeto Quintal do Bandeira. Com o título &#8220;Antenas no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94065" alt="Quintal do Bandeira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>O que seria a poética do mangue? E onde encontrar elementos dela nas obras de Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science? É com esses questionamentos em mente que a Secult-PE/Fundarpe, por meio do Espaço Pasárgada, promovem a edição de maio do projeto Quintal do Bandeira. Com o título &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;, o encontro virtual será transmitido nesta quinta (26), às 19h, no canal <a href="youtube.com/secultpe" target="_blank">youtube.com/secultp</a>e e ficará disponível para consulta posterior.</p>
<p>A conversa vai reunir o poeta e ensaísta Francisco K. e o designer h.d. Mabuse &#8211; uma das cabeças pensantes por trás da formulação do manguebit. O coordenador de Literatura da Secult-PE, Roberto Azoubel, participa como mediador.</p>
<p>Responsável pela apresentação, Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada, diz que trazer a poética do mangue para o Quintal do Bandeira era um sonho antigo. O desejo surgiu quando, há dois anos, ela conheceu o livro &#8220;Mangue-mundo&#8221;, de Francisco K. A obra seria lançada no centro cultural, mas surgiu a pandemia e &#8220;a ideia foi deixada dormindo como um poema que se faz aos poucos&#8221;, explicou ela.</p>
<p>&#8220;Agora, com os 30 anos do Movimento Mangue, os 25 anos de encantamento de Chico, a chegada de Azoubel, que é especialista no assunto, e parceiro no projeto, e com a presença luxuosa dos dois convidados, parece que tudo se encaixa e vem no tempo certo. Há um rio na Aurora e um mangue no nosso Quintal&#8221;, diz Marília.</p>
<p><strong>Sobre os convidados</strong></p>
<p><strong>Francisco K</strong></p>
<p>Poeta e crítico, nascido no Recife em 1961 e, desde a infância, morador de Brasília. Fez graduação em letras e mestrado em comunicação na UnB, com dissertação sobre o filme &#8220;Limite&#8221;, de Mário Peixoto. Realizou criações multimídia com o Grupo Heleura, de 1982 a 1987, e em outros projetos e eventos. Publicou, entre seus oito livros, &#8220;Aresta/Hagoromo&#8221;, &#8220;Eu Versus&#8221;, &#8220;Poesia e Outras Perguntas &#8211; textos críticos&#8221;, &#8220;Error&#8221; e &#8220;Mangue-Mundo &#8211; poéticas do mangue em Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science&#8221;. Seu último trabalho criativo, O Rei Revém dos Infernos, foi lançado em 2021 no site <a href="https://franciscok.com.br" target="_blank">https://franciscok.com.br</a>.</p>
<p><strong>h.d. Mabuse</strong></p>
<p>Consultor em design no CESAR e professor de Filosofia do Design no mestrado do programa MPD da CESAR School. Mestre em Design pelo PPGDesign da UFPE, onde cursa o doutorado. Tem trabalhado desde 1990 com colaboração, comportamentos emergentes e remix de várias linguagens nas áreas das artes visuais, design, música e filosofia. Nos últimos anos tem mergulhado nas transformações nas pessoas humanas e não-humanas que se dão por meio do design, bem como no entendimento do seu potencial emancipador, do vivo e do não-vivo.</p>
<p><strong>Sobre o Quintal da Bandeira</strong></p>
<p>O Quintal do Bandeira é um encontro virtual, transmitido sempre nas últimas quintas-feiras do mês. Nas conversas, convidados e convidadas trocam ideias a respeito de temas literários, realizando interlocuções com outras áreas artísticas, com foco no universo cultural de Pernambuco.</p>
<p>Escrita pelo poeta pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), a crônica “O quintal” (1965) inspirou o nome do projeto. Na obra, o autor descreve sua vivência infantil no quintal da casa dos seus avós maternos – local onde hoje funciona o Espaço Pasárgada, na rua da União, centro do Recife.</p>
<p>(…) “As horas que eu passava no quintal eram de treino para a poesia. Na rua, com os meninos da minha idade eu brincava ginasticamente, turbulentamente; no quintal sonhava na intimidade de mim mesmo. Aquele quintal era o meu pequeno mundo dentro do grande mundo da vida”.</p>
<p>O projeto Quintal do Bandeira é uma realização do Espaço Pasárgada (Fundarpe) em parceria com a Coordenadoria de Literatura (Secretaria de Cultura de Pernambuco).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Quintal do Bandeira – &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;<br />
Quando: 26 de maio de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <a href="youtube.com/SecultPE" target="_blank">youtube.com/SecultPE</a></p>
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		<item>
		<title>Saraus em Pasárgada homenageia a memória de Chico Science</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/saraus-em-pasargada-homenageia-a-memoria-de-chico-science/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2022 19:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Saraus em Pasárgada, iniciativa da Secult-PE/Fundarpe, celebra nesta sexta-feira (13), um dos maiores talentos da cultura pernambucana e nacional. Com o tema &#8220;Rios, Pontes e Overdrives- Homenagem a Chico Science e poetas que cantam o Recife&#8221;, o projeto lembra os 25 anos da partida do maior expoente do movimento manguebit. Para participar da ação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-11-at-16.34.49.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93621" alt="WhatsApp Image 2022-05-11 at 16.34.49" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-11-at-16.34.49-485x486.jpeg" width="485" height="486" /></a></p>
<p>O Saraus em Pasárgada, iniciativa da Secult-PE/Fundarpe, celebra nesta sexta-feira (13), um dos maiores talentos da cultura pernambucana e nacional. Com o tema &#8220;Rios, Pontes e Overdrives- Homenagem a Chico Science e poetas que cantam o Recife&#8221;, o projeto lembra os 25 anos da partida do maior expoente do movimento manguebit.</p>
<p>Para participar da ação virtual, as pessoas interessadas podem gravar um poema, cantando ou declamando, postar no próprio perfil do Instagram e marcar os canais oficiais do Espaço Pasárgada (@manuelbandeira.pasargada) e Secretaria de Cultura (@culturape). Serão bem-vindos poemas que falam do Recife, do rio e da poética do mangue. Na sexta, a partir das 18h, eles serão repostados.</p>
<p>&#8220;A ideia desta edição é homenagear Chico Science e seu legado, aproveitando para lançar uma luz em toda a cena que se construiu com ele e durante estes mais de 30 anos do movimento mangue. A partir daí, lançar um olhar para os poemas que falam da nossa cidade. Para a poesia que veio antes, durante e depois. Que vê a cidade a partir do rio, do mangue, e das suas múltiplas relações&#8221;, explica Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada.</p>
<p>Francisco de Assis França nasceu em Olinda, no dia 13 de março de 1966. Sob a alcunha de Chico Science, gravou os aclamados álbuns &#8220;Da lama ao caos&#8221; e &#8220;Afrociberdelia&#8221; com a Nação Zumbi.</p>
<p>Chico Science foi considerado um dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, em votação com especialistas organizada, em outubro de 2008, pela revista Rolling Stone. O malungo ocupou o 16ª lugar. O artista faleceu no dia 2 de fevereiro de 1997, em um acidente de carro.</p>
<p><strong>ESPAÇO PASÁRGADA –</strong> Foi no sobrado nº 263 da Rua da União, hoje Espaço Pasárgada, onde o poeta Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O casarão em estilo neoclássico, de propriedade do avô de Bandeira, inspirou vários de seus poemas.</p>
<p>Em 19 de abril de 1986, dia do centenário de nascimento do poeta, a já conhecida Casa de Manuel Bandeira foi inaugurada com o nome de Espaço Pasárgada.</p>
<p>O prédio, construído em 1825 e tombado pelo Governo do Estado, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em 1983, passou a funcionar como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Saraus em Pasárgada: &#8221;Rios, Pontes e Overdrives- Homenagem a Chico Science e poetas que cantam o Recife&#8221;<br />
Quando: 13 de maio (sexta-feira), às 18h<br />
Envie seu poema e marque os perfis: @culturape e @manuelbandeira.pasargada</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Livro traz estudo comparado entre Tropicalismo e Manguebeat</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-faz-estudo-comparado-entre-tropicalismo-e-manguebeat/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 22:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Canções Iluminadas de Sol]]></category>
		<category><![CDATA[carlos gomes]]></category>
		<category><![CDATA[manguebeat]]></category>
		<category><![CDATA[tropicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59542" aria-labelledby="figcaption_attachment_59542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59542" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Livro é fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois cenários, explorando seus contextos políticos, sociais e culturais, sem determinar influência de um movimento sobre o outro.  Com apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, o material é lançado neste sábado (14), às 19h, na Galeria MauMau, onde o autor promove um debate com as participações de Jormard Muniz de Brito, Paulo Marcondes e H.d. Mabuse, que também fará um show na ocasião.</p>
<p>“A partir do meu desejo de pesquisar sobre canção brasileira de forma mais profunda, fui me aproximando de temas que circundavam entre ‘canção’ e ‘crítica’. Eu percebia, ainda que embrionariamente, que no Tropicalismo e no Manguebeat haviam terrenos poucos explorados sobre essa relação”, explica Carlos, ao falar que entre as motivações para a pesquisa também estavam leituras da produção acadêmica de Santuza Cambraia Naves, onde era o empregado o conceito da “canção crítica”, em que defendia a canção como veículo do debate intelectual.</p>
<p>Não é à toa que, ao invés de investigar sobre os artistas e álbuns, o autor se dedicou principalmente à análise de canções isoladas dos dois períodos. “Eu vinha pensando em tratar as canções, em abordá-las com uma escrita entre o ensaio e a análise mais formal, de forma mais fragmentada. Pensando mais as canções e menos nos álbuns fechados, me levava a exercer essa forma de pesquisa. Não se trata de achá-la a melhor para esse tipo de trabalho, mas me pareceu a mais apropriada para o livro que eu estava fazendo, para o que eu estava intuindo das relações entre as próprias canções e os temas que eu ia construindo”, justificou ele o caminho seguido.</p>
<div id="attachment_59543" aria-labelledby="figcaption_attachment_59543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59543" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Beatriz Melo, Mabuse, Paulo Marcondes, Fernanda Maia, Carlos Gomes e Jomard Muniz de Britto, que participam do lançamento</p></div>
<p>No entanto, Carlos Gomes destaca que o estudo não tem o objetivo de apresentar um movimento como influência do outro, pelo contrário. “Comparar artistas e canções de períodos distintos não determina que o que vem depois seja necessariamente influenciado ou tenha algum tipo de débito artístico com o que veio antes. É possível articular movimentos, movimentações e coletivos sem necessariamente enquadrar os artistas envolvidos num mesmo caminho estético. É possível inventar coletivamente e manter a individualidade de suas vozes. Esse é um tipo de conquista que me parece revelador tanto do tropicalismo quanto do manguebeat”, observa ele, que também editor da revista Outros Críticos, ao avaliar o legado dos seus objetos de estudo no cenário atual.</p>
<p>Entre as novas percepções que o livro traz também está a relação entre o jornalismo e a crítica na construção dos cenários. “A transformação da ‘tropicália’ em ‘tropicalismo’ e do ‘manguebit’ em ‘manguebeat’, o entre ‘ismos e beats’ a que me refiro no livro, também foi um terreno que não havia sido abordado, pelo menos na relação que trago, com a noção de ‘movimento’, ‘coletivo’”, adianta Carlos. Além do debate, o evento de lançamento também contará com exposição de Beatriz Melo, que venderá seus originais na ocasião. O livro “Canções Iluminadas de Sol” custará R$ 15 e, a partir da segunda-feira, também estará disponível na loja PassaDisco e no site <a href="http://www.outroscriticos.com">www.outroscriticos.com</a>.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><i>Lançamento do livro “Canções iluminadas de sol”, de Carlos Gomes<br />
</i>Quando: Neste sábado (14), às 19h<br />
Onde: Galeria MauMau (Rua Nicarágua, 173 – Espinheiro/Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
<div id="attachment_59544" aria-labelledby="figcaption_attachment_59544" class="wp-caption img-width-447 alignnone" style="width: 447px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59544" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k-447x600.jpg" width="447" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Canções Iluminadas de Sol</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Exposição sobre Chico Science fica em cartaz até 13 de março</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-sobre-chico-science-fica-em-cartaz-ate-13-de-marco/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[chico science]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu da Cidade do Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem ainda não foi visitar terá agora mais tempo para conhecer a exposição MangueBeat, instalada no Museu da Cidade do Recife. O encerramento da mostra, previsto para o último domingo (28), foi prorrogado para o dia 13 de março, data em que Chico Science daria 50 anos. Criada com a proposta de marcar o cinquentenário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34044" aria-labelledby="figcaption_attachment_34044" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34044 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra apresenta 28 fotografias que retratam universo criado por Chico Science, um dos fundadores do movimento Manguebeat</p></div>
<p>Quem ainda não foi visitar terá agora mais tempo para conhecer a exposição MangueBeat, instalada no Museu da Cidade do Recife. O encerramento da mostra, previsto para o último domingo (28), foi prorrogado para o dia 13 de março, data em que Chico Science daria 50 anos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/mostra-inspirada-em-chico-science-segue-no-museu-da-cidade-do-recife/">Criada com a proposta de marcar o cinquentenário do líder do movimento Manguebeat,</a> a exposição apresenta 28 fotografias que retratam o universo temático criado pelo &#8220;caranguejo com cérebro&#8221;, como o cotidiano das ruas e dos mangues da capital pernambucana.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25106350162_cc77b38125_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34041 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25106350162_cc77b38125_z-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a></p>
<p>A mostra é uma realização do museu em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e já contou com mais de 2.500 visitas, entre escolas públicas e privadas, ONGs e grupos especiais. As fotos foram produzidas por 22 alunos concluintes do curso de fotografia da Unicap, e tiveram a curadoria da diretora do Museu, Betânia Corrêa, e das professoras da Unicap, Renata Victor e Germana Soares.</p>
<p>As imagens contam com impressão fine art e variação de tamanho entre 60&#215;40 e 20&#215;30, e são inspiradas nos elementos estéticos presentes no movimento cultural liderado por Chico Science, como a lama e o mangue, o vestuário do folguedo cavalo-marinho e, claro, o famoso chapéu de palha.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34040 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z-607x336.jpg" width="607" height="336" /></a></p>
<p>Além das fotografias, ‘Manguebeat’ conta com alguns recursos multimídia. Num dos telões são projetados mais de 40 clipes de bandas que de alguma forma tem envolvimento com o manguebeat, como Sheik Tosado, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi e Eddie. Noutro, o público poderá assistir ao documentário Manguebeat – 10 anos de efervescência cultural, lançado em 2003 e dirigido por Alessandro Guedes e Juliano Domingues, e que conta um pouco sobre como surgiu um dos movimentos culturais mais importantes do país nos últimos anos.</p>
<p>A visitação ao Museu da Cidade do Recife pode ser feita de terça a domingo, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição Manguebeat</em><br />
Até o dia 13 de março<br />
Local: Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas), São José<br />
Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h<br />
Entrada Gratuita<br />
Informações: 3355.3106 / 3107</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra inspirada em Chico Science segue no Museu da Cidade do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-inspirada-em-chico-science-segue-no-museu-da-cidade-do-recife/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 14:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias Criada com a proposta de comemorar os cinquenta anos de nascimento de Chico Science, um dos artistas mais instigantes das últimas décadas, a exposição ‘Manguebeat’, instalada no Museu da Cidade do Recife, segue aberta ao público até o próximo domingo (28). A mostra é uma realização do museu em parceria com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34043" aria-labelledby="figcaption_attachment_34043" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224614075_a20baee7b5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34043 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224614075_a20baee7b5_z-607x423.jpg" width="607" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição inspirada no universo criado por Chico Science já foi visitada por cerca de 2.500 pessoas</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>por Marcus Iglesias<br />
</strong></p>
<p>Criada com a proposta de comemorar os cinquenta anos de nascimento de Chico Science, um dos artistas mais instigantes das últimas décadas, a exposição <em>‘Manguebeat’</em>, instalada no <a href="https://www.facebook.com/MuseudaCidadedoRecife/?fref=ts">Museu da Cidade do Recife</a>, segue aberta ao público até o próximo domingo (28). A mostra é uma realização do museu em parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), e apresenta 28 fotografias que retratam o universo temático criado pelo &#8220;caranguejo com cérebro&#8221;, como o cotidiano das ruas e dos mangues da capital pernambucana.</p>
<p><em>‘Manguebeat’</em> foi produzida por 22 alunos concluintes do curso de fotografia da Unicap, e teve curadoria da diretora do Museu, Betânia Corrêa, e das professoras da Unicap, Renata Victor e Germana Soares. As imagens, com impressão fine art e variação de tamanho entre 60&#215;40 e 20&#215;30, são inspiradas nos elementos estéticos presentes no movimento cultural liderado por Chico Science, como a lama e o mangue, o vestuário do folguedo cavalo-marinho e, claro, o famoso chapéu de palha.</p>
<div id="attachment_34040" aria-labelledby="figcaption_attachment_34040" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34040 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24929017590_665408858c_z-607x336.jpg" width="607" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Manguebeat&#8217; apresenta 28 fotografias de alunos concluintes do curso de Fotografia da Universidade Católica de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com Jadson Barros, gerente de educação patrimonial do Museu da Cidade do Recife, cerca de 2.500 pessoas já visitaram a mostra desde sua abertura, no dia 17 de janeiro desde ano.<em> “Como a inauguração aconteceu na semana pré-carnavalesca, a gente teve uma visitação muita boa nesse período, principalmente de turistas. Só no dia da abertura tinham quase 300 pessoas pelo museu. No geral, tivemos também muita visita de estudantes do ensino público e privado, bem como ONG, projetos sociais ou grupos específicos, como pessoas da terceira idade”</em>, explica.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34044 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/25224637005_64c9059ec9_z-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><br />
Além das fotografias, a mostra<em> ‘Manguebeat’</em> conta com recursos multimídia. Num dos telões são projetados mais de 40 clipes de bandas que de alguma forma tem envolvimento com o manguebeat, como Sheik Tosado, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi e Eddie. Noutro, o público poderá assistir ao documentário Manguebeat – 10 anos de efervescência cultural, lançado em 2003 e dirigido por Alessandro Guedes e Juliano Domingues, e que conta um pouco sobre como surgiu um dos movimentos culturais mais importantes do país nos últimos anos.</p>
<p>Ainda segundo Jadson Barros, no dia 12 de cada mês o museu oferece oficinas e atividades formativas que dialoguem com o equipamento cultural e que tenham alguma relação com a exposição em vigência.<em> “No caso da mostra inspirada em Chico Science e no Manguebeat,  realizamos a Oficina de Ecobrinquedo, em parceria com a Lixiki, que teve a participação de alunos da Escola Municipal Edite Braga, do bairro de Afogados. A atividade estimulou as crianças a utilizarem garrafas PET para criarem seus próprios brinquedos”</em>, comenta Jadson.</p>
<p>Um ponto interessante é que a exposição ‘Manguebeat’ dialoga diretamente com outra mostra, a<em> ‘Capibaribe, meu rio’</em>, numa interação tão sutil que os dois trabalhos parecem ter sido feitos em conjunto. Esta segunda, criada com 50 imagens do acervo próprio do museu, muitas da década de 40 do século passado, retrata o rio em seu curso pelo Recife, desde seus arrabaldes até sua região central. Após um ano em cartaz, seu encerramento também está marcado para o próximo domingo (28).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24856910849_8148074663_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34039 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/24856910849_8148074663_z-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p><em>“Nosso próximo passo agora é preparar a montagem da próxima exposição, intitulada ‘Doce Recife’. Esta terá como ponto central a relação da capital pernambucana com o açúcar, desde o engenho até o escoamento pelo porto, e está prevista para ser inaugurada no dia 12 de março que vem”,</em> revela Jadson Barros. Quem quiser visitar o Museu da Cidade do Recife pode ir ao local de terça a domingo, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Exposição &#8216;Manguebeat</em>&#8216;</strong><br />
Local: Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas), São José<br />
Até domingo (28/02)<br />
Gratuito<br />
Informações: (81) 3355.3106 / 3107</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/UVab41Zn7Yc" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Encontro de culturas e possibilidades sonoras no FPNC Sertão Central</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-de-culturas-e-possibilidades-sonoras-no-fpnc-sertao-central/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-de-culturas-e-possibilidades-sonoras-no-fpnc-sertao-central/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 May 2013 19:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[banda Cascabulho]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Magrão]]></category>
		<category><![CDATA[manguebeat]]></category>
		<category><![CDATA[rock pernambucano]]></category>

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		<description><![CDATA[Convidada para encerrar a programação do Palco Garagem em Salgueiro, neste sábado (1/6), a banda Cascabulho é uma das que melhor representam o rock pernambucano em seu estilo original incrementado com o manguebeat. Os shows começam nesta sexta-feira (31/5), a partir das 21h, no Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade. A programação completa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4597" aria-labelledby="figcaption_attachment_4597" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho.-Foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-4597" alt="Cascabulho encerra a noite (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho.-Foto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Cascabulho encerra a noite (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p><em>Convidada para encerrar a programação do Palco Garagem em Salgueiro, neste sábado (1/6), a banda Cascabulho é uma das que melhor representam o rock pernambucano em seu estilo original incrementado com o manguebeat. Os shows começam nesta sexta-feira (31/5), a partir das 21h, no Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade. A programação completa você pode conferir após a entrevista. Formado em 1995, o Cascabulho já sofreu algumas mudanças na formação, mas assegura que seu ritmo “contaminado” de influências das músicas rurais e urbanas continua bem vivo. Confira agora uma entrevista com Kleber Magrão, vocalista do grupo, que também conta com Alex Ferreira (guitarra, flauta e vocais), Léo Lira (guitarra), Jackson Rocha Jr. ( baixo), Do Jarro (bateria) e Orosca (percussão).</em></p>
<p><b>FPNC.org – Se ouve muito que a banda surgiu com uma identidade própria, unindo elementos rurais à cultura urbana. Hoje, 18 anos depois, qual seria o traço marcante da música feita pelo Cascabulho?<br />
</b><strong>Kleber Magrão - </strong>Após esses 18 anos na estrada com o Cascabulho, nossa música se encontrou com todas as referências sonoras da música brasileira que escutamos enquanto músicos (pop, jazz, rock e música popular moderna do Brasil) e isso nos deu um equilíbrio para encontrar nossa sonoridade. Ou seja, esse mosaico sonoro como principal marca.</p>
<p><b><b>FPNC.org -</b> Ao longo dos anos, a banda passou por algumas alterações na formação. Essas mudanças promoveram uma alteração no estilo musical? Por quê?</b><b><br />
</b><strong>Kleber Magrão - </strong>Sim, naturalmente novos integrantes trazem nova energia e novas possibilidades sonoras em qualquer trabalho. No entanto, o Cascabulho tornou-se mais vigoroso e criativo com essas mudanças em sua formação, até porque estamos bem integrados agora.</p>
<p><em></em><b>FPNC.org – O que caracteriza a “música Cascabulho”?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong><em> </em>A música Cascabulho caracteriza-se por um encontro de culturas e possibilidades sonoras. O pop flertando com a música rural e o jazz sendo acariciado com a música dos tambores do Brasil.</p>
<p><b>FPNC.org – Qual a expectativa da banda para a apresentação em Salgueiro neste sábado? Vocês já haviam tocado na cidade antes?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong> Estamos bem animados para mostrar esse novo show em Salgueiro, pois estamos gravando um novo CD que será lançado no segundo semestre e novas canções serão apresentadas ao público da cidade. No mais, será se divertir com nossa música nessa primeira passagem por esta bela cidade de nosso estado.</p>
<p><b>FPNC.org – Tocar para o público do Sertão tem alguma característica particular?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong> Cada público se comporta de maneira diferente nos diferentes lugares. Espero que nossa música possa ser bem recebida em Salgueiro, já que é uma música que representa uma geração que levou o nome e a música de Pernambuco para o mundo, apesar de não ser executada nas rádios de nosso estado.</p>
<p><b>FPNC.org – O Cascabulho está alcançando a maioridade esse ano. Vocês têm projetos novos para comemorar a data ou alguma ideia visando os 20 anos?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong> Sim, isso já está sendo pensado com muito carinho e profissionalismo. No momento, estamos focados na finalização desse novo CD que será lançado em breve.</p>
<p><b>FPNC.org: Quais as músicas não podem faltar repertório do show que vocês estão preparando para Salgueiro? Existe alguma surpresa em mente? Algum convidado especial?</b><b><br />
</b><strong>Kleber Magrão – </strong>Iremos tocar um mix de músicas dos discos anteriores e coisas do novo CD. Também preparamos uma surpresa para o público de Salgueiro, que gosta da boa música que se faz em Pernambuco e para todos que curtem o som que veio a se chamar de “manguebeat”.</p>
<p><b>FPNC.org: Por que o público não pode perder esse show?<br />
Kleber Magrão - </b>Porque estamos levando toda a nossa energia, nossa música e nosso desejo que Salgueiro conheça o som do Cascabulho. Com certeza será a primeira de muitas vezes que tocaremos lá.</p>
<p><strong><br />
Confira abaixo a programação completa do Palco Garagem em Salgueiro:</strong></p>
<p><strong>Palco Garagem</strong><br />
Local: Centro de Cultura, Turismo e Lazer<br />
Horário: a partir das 21h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 31 de maio</strong><br />
- 48 Graus<br />
- Ressonância<br />
- Rogério e os Cabras</p>
<p><strong>Sábado, 1º de junho</strong><br />
- Gory Scream<br />
- Black Out<br />
- Raciocinética<br />
- Cascabulho</p>
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	</channel>
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