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	<title>Portal Cultura PE &#187; Manter em pé o que resta não basta</title>
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		<title>Marcenaria Olinda inaugura exposição &#8220;Manter em pé o que resta não basta&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 29 May 2023 14:21:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/IMG_7115.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101762" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/IMG_7115-499x486.jpeg" width="499" height="486" /></a></p>
<p>Localizada em Chã de Capoeira, no município de Paudalho (Mata Norte), a Marcenaria Olinda inaugura, no próximo sábado (3), a partir das 10h, a exposição <em>Manter em pé o que resta não basta</em>. A mostra, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, fica em cartaz até o dia 9 de julho de 2023 (domingo). O acesso é gratuito. Para visitar a exposição, é preciso agendamento por meio do e-mail: <strong>marcenariaolinda@gmail.com</strong>. No dia do encerramento, será realizada uma roda de conversa aberta ao público, com Fernando Ancil, Ana Carvalho, Maria Silvanete Lermen, Gabriel Bogossian e o artista Carlos Mélo.</p>
<p>A exposição <em>Manter em pé o que resta não basta</em> vai reunir oito obras, a maior parte inéditas, que buscam refletir sobre a madeira em suas múltiplas dimensões: cultural, ecológica, como commodity e como material da produção artística. Em outra frente, as obras refletem também sobre o trabalho de uma marcenaria situada na Zona da Mata de Pernambuco e as trocas que sua oficina estabelece com o rico universo cultural do entorno.</p>
<p>Na exposição, o reaproveitamento de madeiras de segunda mão, que é marca da Marcenaria Olinda, desdobra-se em uma ação agroflorestal realizada com a artista Ana Carvalho. Nela, as mil mudas de pau-brasil que integram a obra <em>Manter de pé o que resta não basta</em>, que dá nome à exposição, vão ser plantadas em Serra dos Paus Dóias, sertão do Araripe. A obra assim configura-se como uma colaboração com a implementação de agricultura de baixa emissão de carbono, coordenada pela agroflorestora e benzedeira Maria Silvanete Lermen.</p>
<p>Com curadoria de Gabriel Bogossian, <em>Manter em pé o que resta não basta</em> toma seu título emprestado dos versos da canção <em>Refazenda</em>, de Gilberto Gil. Como explica Fernando Ancil, responsável pela Marcenaria Olinda, a exposição<em> “se constrói no tempo cíclico da vida, na observação do espaço ao redor e em diálogo com ele, na fricção com a matéria de criação e sua transformação no tempo”.</em></p>
<p>O curador destaca a importância de abordar artisticamente os debates ecopolíticos atuais.<em> &#8220;Nós não vamos resolver nada sozinhos, por isso é importante alimentar o debate público em torno da crise ambiental. A produção da Marcenaria dialoga com essas questões ao mesmo tempo em que mantém um diálogo profundo com a história da arte&#8221;</em>, diz Bogossian.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Abertura: 3 de junho, das 10h às 16h<br />
Em cartaz de 3 de junho a 9 de julho<br />
Roda de conversa: 30 de junho</p>
<p><strong>Marcenaria Olinda</strong><br />
(81) 982051416<br />
Granja Cajueiro de Cima, s/n, Chã de Capoeira, Paudalho – PE (Rua da Fábrica Walter Lopes BR 408, km 93,5)</p>
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