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	<title>Portal Cultura PE &#187; mapeamento</title>
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		<title>NaPerifa: Secult-PE lança formulário para mapear produção cultural nas comunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias da Região Metropolitana do Estado. Este é o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo, projeto &#8211; em formação -, que pretende oferecer experiências gastronômicas e criativas, apoiando a produção local e promovendo o intercâmbio entre diferentes públicos. Como primeiro passo, a Secretaria de Cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/NaPerifa_Arte_Divulgacao.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-117930" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/NaPerifa_Arte_Divulgacao-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Um movimento que valoriza a riqueza cultural e a criatividade das periferias da Região Metropolitana do Estado. Este é o NaPerifa: Circuito Gastronômico e Criativo, projeto &#8211; em formação -, que pretende oferecer experiências gastronômicas e criativas, apoiando a produção local e promovendo o intercâmbio entre diferentes públicos. Como primeiro passo, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) convoca uma consulta pública e lança um formulário para mapear a produção cultural destas comunidades. As contribuições já podem ser feitas através do <a href="https://qualtricsxm7x898lkqw.qualtrics.com/jfe/form/SV_eQCp2arDWqdyMGa">link</a>.</p>
<p dir="ltr">Em primeiro momento, o preenchimento do formulário servirá para ajudar a coleta de maiores informações sobre estabelecimentos, organizações, coletivos, centros culturais e pessoas que movimentam a cena artístico-cultural em diferentes frentes, como Gastronomia, Artes Visuais, Música, Design e Moda, em cada comunidade.</p>
<p dir="ltr">A coordenadora de Música da Secult-PE, Isaar, destaca que a ação deverá fortalecer o empreendedorismo e geração de renda na área da economia criativa, além de ampliar o pertencimento e a compreensão do papel social e simbólico das mais diversas  linguagens e expressões culturais da periferia. “O NaPerifa, além de identificar as potencialidades das comunidades, é um projeto que aproxima essas potências entre si e das propostas de incentivo, inclusive. Acreditamos que a ação funcionará como uma forma de ampliação da visão da periferia sobre possibilidades de desenvolvimento. É isso que estamos buscando trazer”, detalha.</p>
<p dir="ltr">Para tirar dúvidas e/ou saber mais sobre as inscrições, um canal foi criado e já está disponível. Os contatos poderão ser feitos através do e-mail dedicado exclusivamente ao projeto: <a href="mailto:naperifa@secult.pe.gov.br">naperifa@secult.pe.gov.br</a>.</p>
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		<title>Pesquisa faz mapeamento das quadrilhas juninas do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 17:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Será apresentado nesta terça-feira (30), a partir das 18h30, no Auditório Capiba da Uninassau (Rua Fernando Lopes, 778 &#8211; Graças &#8211; Recife/PE), o resultados da pesquisa &#8220;Mapeamento das Quadrilhas Juninas do Recife&#8221;. Comandada pelo pesquisador Ailson Barbosa, a inciativa entrevistou 17 grupos recifenses, a fim de compreender as características, estratégias de sobrevivência e dificuldades enfrentadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/convite-mapeamento-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-96402" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/convite-mapeamento-1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Será apresentado nesta terça-feira (30), a partir das 18h30, no Auditório Capiba da Uninassau (Rua Fernando Lopes, 778 &#8211; Graças &#8211; Recife/PE), o resultados da pesquisa &#8220;Mapeamento das Quadrilhas Juninas do Recife&#8221;. Comandada pelo pesquisador Ailson Barbosa, a inciativa entrevistou 17 grupos recifenses, a fim de compreender as características, estratégias de sobrevivência e dificuldades enfrentadas pelos grupo quanto à manutenção das atividades.</p>
<p>Os resultados serão apresentados ao público com a participação de liderança culturais, agentes públicos e fazedores de quadrilhas juninas. O acesso é gratuito. Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/pernambuco.producoes/" target="_blank"><strong>@pernambuco.producoes</strong></a>.</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, projeto mapeia obra do fotógrafo Wilson Carneiro da Cunha</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-projeto-mapeia-obra-do-fotografo-wilson-carneiro-da-cunha/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 14:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Wilson Carneiro da Cunha: Do Instantâneo de Rua aos Registros Caseiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Procura-se o Recife de Wilson Carneiro da Cunha, o fotógrafo que dedicou 40 anos a registrar a vida recifense a partir do Centro da cidade, local onde montou seu estúdio escritório-comércio, o Kiosque do Wilson, e fez da venda dos ‘instantâneos’ o seu negócio. Milhares de pessoas entre as décadas de 1950, 1960 e 1970 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/kisosque.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-95929" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/kisosque-365x486.png" width="365" height="486" /></a></p>
<p>Procura-se o Recife de Wilson Carneiro da Cunha, o fotógrafo que dedicou 40 anos a registrar a vida recifense a partir do Centro da cidade, local onde montou seu estúdio escritório-comércio, o Kiosque do Wilson, e fez da venda dos ‘instantâneos’ o seu negócio. Milhares de pessoas entre as décadas de 1950, 1960 e 1970 procuraram os serviços oferecidos por Wilson: fotos para documentos, casamento, imagens turísticas. Mas o posto de observação estratégico do Kiosque, no oitão da igreja de Santo Antônio, na movimentada Rua Nova, rendeu ao fotógrafo flagrantes inusitados, quase impossíveis, como uma foto já famosa de um batedor de carteiras em ação e até um desfile de elefantes. Wilson também ficou conhecido pelos chamados instantâneos de rua, cujos protagonistas eram passantes elegantemente vestidos, famílias em momento de lazer, um costume da época.</p>
<p>E agora, passados mais de 30 anos do fechamento do Kiosque e da sua morte, em 1986, um projeto liderado pela arte educadora Bia Lima, neta de Wilson, procura rastrear em acervos particulares as fotos feitas pelo fotógrafo que hoje podem estar em caixas e álbuns de família, guardando as memórias felizes de seus milhares de clientes e, consequentemente, da vida privada no Recife do século XX. É relativamente fácil reconhecer uma foto de Wilson. Depois de reveladas, todas eram devidamente creditadas com assinatura Wilson ou Foto Instantâneo Wilson ou ainda Kiosque do Wilson em marca d’água no canto inferior. O fotógrafo também adotou carimbos no verso. E são essas marcas de assinatura ou carimbo, em vários modelos, que a equipe do projeto procura.</p>
<p>O chamamento é abrangente, assim como a atuação do fotógrafo. Wilson trabalhou para todos os jornais da época, revistas, fez muitos instantâneos de rua sem distinção de classe social, fotografou moradores de rua, trabalhadores e comerciantes ambulantes. Não deixou de fora a arquitetura da cidade, as pontes, a destruição promovida por prefeitos e os acontecimentos sociais da cidade, como concursos de misses e festas em clubes. Para os jornais, cobriu as visitas da Rainha Elizabeth II e dos presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart ao Recife.</p>
<p><em>“Meu avô registrava todo seu cotidiano. Até para ir à padaria levava a câmera pendurada no pescoço. Eu não o conheci pessoalmente. Desde que eu tomei conhecimento do acervo, foi uma surpresa ver a importância que ele tem para a história da cidade. Está sendo um processo bem intenso para mim, de confrontar as imagens e poder conhecer meu avô por meio das escolhas fotográficas que ele fez. Eu também trabalho com imagens e me identifico com o olhar dele, entendo os enquadramentos e as escolhas que ele fez. De certa forma me reconheço”</em>, destaca Bia Lima.</p>
<p><strong>Mapeamento -</strong> &#8221;Wilson Carneiro da Cunha: Do Instantâneo de Rua aos Registros Caseiros&#8221; é um projeto de pesquisa fotográfica que, com incentivo do Funcultura, pretende mapear e sistematizar o acervo produzido durante 30 anos de profissão de Wilson, também conhecido como “o fotógrafo da cidade”, e depois devolver esse material ao público em forma de acervo digital de acesso gratuito. A produção fotográfica urbana de WCC é grande. A maior parte, mais de 1.000 imagens, está disponível para pesquisa na Fundação Joaquim Nabuco desde a década de 1970. Já no acervo da família, sob a guarda da filha mais velha, Olegária Carneiro da Cunha, estão mais 700 imagens, entre fotografias de papel e negativos, onde são encontrados os registros do cotidiano dos Carneiro da Cunha, como viagens, passeios e cenas que revelam modos e lugares que hoje só podemos ter acesso através desses importantes fragmentos.</p>
<p><em>“O que podemos aprender sobre o campo da fotografia a partir da prática singular de Wilson Carneiro da Cunha, num cruzamento entre suas fotografias de registro urbano e fotografias de um cotidiano privado?”. Esta é uma das motivações da neta, Bia Lima, ao defender o projeto, que foi aprovado junto ao Fundo de Incentivo Cultural de Pernambuco, o Funcultura, na área de Fotografia. “Ao nos debruçarmos sobre acervos particulares de fotografias de Wilson, seja o de sua própria família ou daquelas que contrataram seus serviços, encontramos um universo imagético desconhecido fora de cada núcleo familiar e, portanto, ainda não trabalhado em análises e estudos que referenciam o fotógrafo. Assim, uma contribuição das mais relevantes dessa pesquisa é revelar um acervo inédito e analisá-lo, frente ao universo mais amplo do acervo público de Wilson Carneiro da Cunha”</em>, Bruna Rafaella Ferrer, pesquisadora de acervo fotográfico, integrante do projeto. A orientação da pesquisa é da historiadora Fabiana Bruce.</p>
<p><strong>Revelação -</strong> Wilson Carneiro da Cunha nasceu em 1919 e começou a fotografar profissionalmente aos 24 anos. Trabalhou em outros serviços, mas foi na fotografia que estabeleceu sua renda familiar. Em 1950, aproximadamente, inaugurou o Kiosque do Wilson, seu comércio e expositor de fotografias. A ideia de escrever Kiosque com K foi de sua esposa, Maria Conceição, que desde o início ajudava Wilson no processo de revelação das fotografias no quintal de casa. O Kiosque do Wilson se tornou um espaço incomum em meio aos comércios populares ali encontrados. Dentro do Kiosque havia uma exposição de suas fotos que chamava atenção das pessoas que paravam para admirar e/ou acertar ali mesmo a contratação dos serviços.</p>
<p>Para entrar em contato com o projeto &#8220;Wilson Carneiro da Cunha: Do Instantâneo de Rua aos Registros Caseiros&#8221; e colaborar com a preservação da memória do Recife, o contato é via e-mail: <strong>projetowcc@gmail.com</strong> e/ou mensagem direta pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/kiosquedowilson/" target="_blank"><strong>@kiosquedowilson</strong></a>.</p>
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		<title>Iniciativa mapeia e registra iniciativas dedicadas ao livro e a leitura em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 19:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Projeto ‘Ler pra Ser&#8217;, coordenado pela empresa Liga Criativa, deu início ao processo de pesquisa e registro de iniciativas dedicadas ao livro e à leitura, em Pernambuco. A ação, dedicada à promoção, preservação e mapeamento das ações de literatura popular, tem como proposta documentar 12 iniciativas, promovidas por artistas e instituições sociais e culturais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90325" aria-labelledby="figcaption_attachment_90325" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jennyfhem Mendonça/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Projeto-Ler-pra-Ser_Passira_Fotos_Jhennyfhem-Mendonça-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-90325" alt="Jennyfhem Mendonça/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Projeto-Ler-pra-Ser_Passira_Fotos_Jhennyfhem-Mendonça-8-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Ler pra Ser&#8221; vai circular por várias cidades do Estado</p></div>
<p>O Projeto ‘Ler pra Ser&#8217;, coordenado pela empresa Liga Criativa, deu início ao processo de pesquisa e registro de iniciativas dedicadas ao livro e à leitura, em Pernambuco. A ação, dedicada à promoção, preservação e mapeamento das ações de literatura popular, tem como proposta documentar 12 iniciativas, promovidas por artistas e instituições sociais e culturais, incluindo comunidades tradicionais, distribuídas nas quatro Regiões de Desenvolvimento do Estado: Agreste, Zona da Mata Sul, Sertão e Região Metropolitana do Recife. A iniciativa faz parte da 2ª edição do Projeto ‘Ler pra Ser’, com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Dentro desta proposta o projeto irá contemplar quatro cidades pernambucanas. São elas: Palmares (Zona da Mata Sul), Olinda (Região Metropolitana), Limoeiro (Agreste) e Santa Maria da Boa Vista (Sertão). Em cada município serão entrevistadas pessoas ou representantes de entidades previamente definidas, como educadores que desenvolvem práticas de leitura nas suas escolas, contadores(as) de histórias, mestres de tradição oral, bibliotecas comunitárias, realizadores de eventos literários, além de ações dedicadas à leitura popular em comunidades quilombolas, entre outros.</p>
<p>A produtora cultural e coordenadora da pesquisa, Eliz Galvão, afirma que o estudo visa contribuir para a visibilidade cultural dos que fazem o trabalho literário nas comunidades e que não são reconhecidas. <em>“Este é um canal muito importante para darmos vez e voz às pessoas que contribuem para o conhecimento de suas comunidades, por meio da leitura. Queremos ajudar no reconhecimento e valorização dos mestres e mestras de tradição, arte-educadores, contadores de histórias, por exemplo. Eles são fundamentais na transformação das localidades em que atuam. Isso tem um significado muito especial”</em>, destaca.</p>
<p>Todas as histórias pesquisadas serão transformadas em uma revista. A publicação trará depoimentos e registros fotográficos dos entrevistados. O lançamento está previsto para outubro deste ano, e será realizado simultaneamente nas quatro cidades contempladas pelo projeto. Como forma de garantir acessibilidade às pessoas com deficiência, a revista contará com fontes ampliadas para facilitar a leitura. A edição será distribuída gratuitamente para público, na versão impressa e on-line, através do site da <a href="https://www.ligacriativa.com.br/" target="_blank"><strong>www.ligacriativa.com.br</strong></a> e do <strong><a href="http://www.culturape.gov.br" target="_blank">www.culturape.gov.br</a></strong>, página gerenciada pela Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><strong>Projeto ‘Ler pra Ser&#8217; -</strong> É uma ação que atua no fortalecimento e inclusão de comunidades pernambucanas na política pública de fomento à leitura, por meio de formação de contação de histórias, rodas de leitura para estudantes e professores de escolas públicas. Além disso, contribui para o acesso às produções literárias, com distribuição gratuita de livros e institucionalização de bibliotecas ambulantes, para acesso livre de comunidades carentes.</p>
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		<title>Livro sobre pífanos é lançado em Caruaru</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 20:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de ter sido lançado no Recife, o livro “Pífanos do Agreste” chega à região onde foi originado. A publicação é lançada neste domingo (21/06), a partir das 16h no Museu de Barro de Caruaru. O livro é resultado de uma pesquisa e um mapeamento, que contribui para o processo de registro dessa forma de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/DSC00313.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26493" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/DSC00313-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Depois de ter sido lançado no Recife, o livro “Pífanos do Agreste” chega à região onde foi originado. A publicação é lançada neste domingo (21/06), a partir das 16h no Museu de Barro de Caruaru. O livro é resultado de uma pesquisa e um mapeamento, que contribui para o processo de registro dessa forma de expressão como bem cultural imaterial, sob o acompanhamento técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan). A publicação tem incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.e faz parte das ações da produtora Página 21 sobre o tema, que podem ser conhecidas no portal<strong> <a href="tocandopifanos.com" target="_blank">tocandopifanos.com</a></strong>. O acesso ao evento é gratuito, aberto a qualquer pessoa interessada.</p>
<p>Na ocasião haverá uma mesa de debate com os pesquisadores da Página 21, além dos músicos João do Pife e Marcos do Pífano. Após a palestra, é hora de ouvir o som da Banda de Pífanos Vitoriano Jovem, formada por crianças e adolescentes da cidade de Caruaru, e terá a participação especial de Marcos de Pífano e do mestre João do Pife.</p>
<p>O livro é uma imersão no universo das bandas de pífanos no agreste central pernambucano, região das mais férteis nesse tipo de expressão musical. Por meio da coleta de dados com base em documentos históricos, acervos das bandas e depoimentos de músicos e mestres, a edição mostra a formação tradicional das bandas e como elas adaptam-se aos novos tempos.</p>
<p>O livro tem textos de Daniel Magalhães (músico e pesquisador), Eduardo Monteiro (historiador), Carlos Malta (consultoria e transcrição de partituras), José Claudio Lino (transcrição da música, baião do espaço de João do Pife) Giorge Bessoni e Romero Oliveira (técnicos do Iphan), Amaro Filho (produtor cultural), Maria do Carmo Caldas (museóloga), Luiz Queiroga (compositor), fotos de Claudia Moraes, e edição de Rafael Coelho, design de Vladimir Barros e produção gráfica da Bagaço.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong> Lançamento do livro &#8220;Pífanos do Agreste&#8221;</strong><br />
Domingo (21/06), às 16h<br />
Museu do Barro de Caruaru -Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru.<br />
Acesso gratuito.</p>
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		<title>MinC mapeará grupos de dança no país</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/minc-mapeara-grupos-de-danca-no-pais/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 15:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa iniciativa inédita, o Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), vai fazer um mapeamento da dança no país. O levantamento terá início em novembro, dentro de um projeto piloto que abrange todas as cinco regiões do Brasil. Neste primeiro momento, serão levantados dados quantitativos e qualitativos sobre dança [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12106" aria-labelledby="figcaption_attachment_12106" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/coreologicas-recife-com-o-acupe-grupo-de-danca-foto-ricardo-maciel.jpg"><img class="size-medium wp-image-12106 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/coreologicas-recife-com-o-acupe-grupo-de-danca-foto-ricardo-maciel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Levantamento será feito em parceria com a UFBA (Foto: Ricardo Maciel/Divulgação)</p></div>
<p>Numa iniciativa inédita, o Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), vai fazer um mapeamento da dança no país. O levantamento terá início em novembro, dentro de um projeto piloto que abrange todas as cinco regiões do Brasil. Neste primeiro momento, serão levantados dados quantitativos e qualitativos sobre dança nas seguintes capitais: Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e Goiânia.</p>
<p>Serão coletadas informações sobre artistas, professores, técnicos, espaços, organizações, projetos sociais, fontes de informação e estabelecimentos de ensino, entre outras. Essa base de dados servirá para pesquisa, elaboração e divulgação de vários projetos. A primeira fase, que deve levar um ano para ser concluída, terá o custo de R$ 1 milhão.</p>
<p>O projeto será realizado em três etapas. Num segundo momento, o levantamento será feito nas demais capitais do país. A terceira fase será feita um levantamento dos dados obtidos. Todo o projeto deverá levar dois anos e meio para ser concluído.</p>
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		<title>Território das Mãos cria mapa da escultura popular contemporânea</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 18:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lúcia Padilha Cardoso]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural &#8220;Território das Mãos&#8221;, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12559" aria-labelledby="figcaption_attachment_12559" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Adriana-miniaturas-Caruaru-IMG_0325.jpg"><img class="size-medium wp-image-12559 " alt=" Leo Santos Gonzaga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Adriana-miniaturas-Caruaru-IMG_0325-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa registrou as esculturas em miniatura da artista Adriana, de Caruaru.</p></div>
<p>Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural &#8220;Território das Mãos&#8221;, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento da escultura popular contemporânea do Estado, a partir de entrevistas com os escultores, revisão bibliográfica e registros em vídeo e fotografia. O resultado é um mapa com a localização dos artistas em Pernambuco, impresso em formato de folder, distribuído gratuitamente em centros de artesanato, escolas e pontos de cultura.</p>
<p>O projeto  pretende retraçar fronteiras ao construir o mapeamento dos novos conceitos presentes na atual escultura popular pernambucana, valorizando heranças culturais, fortalecendo o patrimônio do Estado e contribuindo para a inclusão sócio-cultural. Uma série de fotografias e textos sobre o processo da pesquisa podem ser conferidos através do blog <strong><a href="http://territoriodasmaos.wordpress.com" target="_blank">territoriodasmaos.wordpress.com</a></strong>. Já os vídeos com as entrevistas podem ser acessados através do canal do Youtube <a href="https://www.youtube.com/user/territoriodasmaos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/user/territoriodasmaos</strong></a>.</p>
<div id="attachment_12592" aria-labelledby="figcaption_attachment_12592" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Luiz-Gonzaga.jpg"><img class=" wp-image-12592       " alt=" Leo Santos Gonzaga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Luiz-Gonzaga-324x486.jpg" width="134" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga é herdeiro de Severina Batista na arte de moldar em Tracunhaém.</p></div>
<p>O projeto &#8220;Território das Mãos&#8221; percorreu, ao longo de dez meses, as quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco: Região Metropolitana (Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu); Zona da Mata (Goiana e Tracunhaém); Agreste (Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque) e Sertão (Petrolina). Nesses 12 municípios, foram entrevistados escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas.</p>
<p>Em Caruaru, famílias como a do Mestre Vitalino trabalham o barro como uma tradição familiar, de geração a geração. As crianças da família aprendem a esculpir logo cedo e o ofício permanece como uma herança daquele clã. Mas, nem sempre há um mestre para ensinar a atividade e alguns dos artistas entrevistados iniciaram seus trabalhos de forma inusitada. É o caso, por exemplo, de José Bezerra que, através de um sonho recebeu a mensagem de que seria artista. Acreditando na mensagem onírica, adentrou na caatinga e passou a “retirar” da madeira animais e objetos como tatus, cobras e cabeças.</p>
<p>“A escultura popular é um universo rico em experiências estéticas e conhecimentos culturais. Lançar um olhar sensível para este mundo nos leva a perceber significados e visualidades. A pesquisa nasceu da vontade de conhecer os artistas que transformam com suas mãos materiais disponíveis em suas regiões e comunicam através da sua arte. O mapeamento realizado identificou diferentes materiais para cada região: na Zona da Mata, o barro predomina; no Agreste, madeira e barro dividem espaço na produção artística; no Sertão, a madeira é a matéria principal; na Região Metropolitana, temos uma diversidade de materiais como coqueiro, galhos e reciclados”, explica a coordenadora da pesquisa Lúcia Padilha Cardoso.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, a escultura popular é uma arte que se renova, que não está estagnada aos modelos tradicionais dos antepassados. A escultura continua a ser feita abordando temas atuais, como a relação do homem com o trabalho e questões de gênero. “Observar esses temas revelam outras percepções através da arte popular. A pesquisa procurou incluir o maior número possível de escultores para entender essa cartografia da escultura popular do Estado. O projeto pretende não somente mostrar os caminhos para conhecer esses territórios, mas também divulgar o trabalho dos artistas e convidar o público para vivenciar novas experiências perceptivas e cognitivas a partir da atual escultura popular em Pernambuco. O mapeamento realizado também será conteúdo para futuros projetos educativos que serão desenvolvidos pela equipe do projeto”, esclarece Lúcia.</p>
<p><strong>Blog: <a href="http://territoriodasmaos.wordpress.com" target="_blank">territoriodasmaos.wordpress.com</a></strong><br />
<strong>Youtube: <a href="http://www.youtube.com/user/territoriodasmaos" target="_blank">www.youtube.com/user/territoriodasmaos</a></strong></p>
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