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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maracatu Cruzeiro do Forte</title>
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		<title>Na Marcha do Terno promove celebração cultural com Maracatu Cruzeiro do Forte e incentivo do Funcultura</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 18:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Projeto-Na-Marcha-do-Terno-com-o-Maracatu-Cruzeiro-do-Forte.-Fotos-Junior-Teles-4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116168" alt="Foto: Junior Teles/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Projeto-Na-Marcha-do-Terno-com-o-Maracatu-Cruzeiro-do-Forte.-Fotos-Junior-Teles-4-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">O universo visual, sonoro e tátil do Maracatu de Baque Solto, também conhecido como Maracatu Rural, é fonte infinita de inspiração artística. As cores, texturas, estampas e a música produzidas na brincadeira secular são um verdadeiro encantamento para quem ama a cultura popular, como é o caso da designer Mariá Vilar. Foi justamente dessa paixão pelo maracatu que nasceu o projeto Na Marcha do Terno, através do qual ela desenvolveu desenhos exclusivos a partir de um trabalho coletivo com integrantes do Maracatu Cruzeiro do Forte, grupo de Maracatu de Baque Solto mais antigo do Recife, em atividade há 95 anos, para estampar a camiseta oficial do grupo no Carnaval deste ano. O trabalho final será apresentado ao público no dia 23 de fevereiro, em uma grande celebração festiva e musical na sede do Cruzeiro do Forte, no bairro do Cordeiro, a partir das 18h.</p>
<p dir="ltr">Executado com recursos do Funcultura, o projeto de Mariá nasceu a partir do seu TCC em Design, em 2020, mas a linha do tempo de sua relação com a imagética do maracatu rural é bem mais antiga. Filha de brincantes, ela cresceu indo às sambadas e vendo seus pais tocando e dançando no Maracatu Piaba de Ouro, de Olinda, fundado pelo saudoso Mestre Salustiano nos anos 1970. Uma relação da vida toda, estimulada no ambiente familiar e continuada por vontade própria. Um encantamento que nunca se apagou e que virou referência de pesquisa acadêmica pois assim parecia óbvio e natural.</p>
<p dir="ltr">“A cultura da gente sempre foi pra mim um norte nos meus trabalhos, nas minhas inspirações, desde a faculdade de Design. Eu tenho uma marca de moda autoral e esse universo também é o mote das minhas roupas. Faço estampas com significados, que contam histórias. Quando chegou o momento de fazer o TCC eu percebi que queria unir as duas coisas que eu mais gostava, que é essa minha relação com o maracatu e o design. E poder contribuir com melhorias através do que chamamos de estamparia participativa”, explica Mariá.</p>
<p dir="ltr">Assim nasceu Na Marcha do Terno, que logo cresceu e se transformou em um projeto cultural em que a designer pode colocar em prática toda a teoria desenvolvida na universidade. O nome faz alusão à marcha, um improviso cantando pelo mestre de maracatu na abertura das sambadas, e ao terno, termo usado para designar o conjunto de músicos do Maracatu Rural. Em outubro passado ocorreu a oficina “Estampando o Brinquedo”, na sede do Maracatu Cruzeiro do Forte, um grupo com o qual Mariá já tinha aproximação e admiração. A atividade foi facilitada por ela e pela também designer Joana Velozo e consistiu em experimentações gráficas realizadas por integrantes do maracatu e moradores do entorno que resultaram na estampa final.</p>
<p dir="ltr">O Maracatu Cruzeiro do Forte tem uma vasta e importante história na cultura pernambucana. Fundada em 7 de setembro de 1929, na comunidade dos Torrões, no Cordeiro, Zona Oeste do Recife, a agremiação inicialmente se chamava Clube Carnavalesco Misto Cruzeiro do Forte, assumindo o nome atual em 1980, mesmo ano em que Dona Netinha assumiu a presidência, tornando-se a primeira mulher a presidir um maracatu na capital pernambucana.</p>
<p dir="ltr"><strong>Coletividade e artesania</strong></p>
<p dir="ltr">Todo o processo só foi possível graças ao forte senso de coletividade e de parceria inerente às brincadeiras populares. “O maracatu é uma manifestação cultural que depende de várias mãos para acontecer. Porque é uma brincadeira popular, uma manifestação popular que depende da tradição para se manter viva. Os saberes são transmitidos de geração em geração nas famílias e é assim que eles têm continuidade. Então a coletividade é muito importante para a sua manutenção, seja na música, na dança, no cortejo e na confecção dos figurinos”, ressalta a designer.</p>
<p dir="ltr">Na oficina foram realizados exercícios usando recortes de papel, giz, hidrocor, nanquim e colagens. Todo o resultado foi então fotografado e foram feitos murais de referência com o trabalho. “A partir daí pude realizar as estampas num trabalho pós-oficina, em arquivo digital para ser impresso nas camisetas. Cheguei em três estampas finais, eles escolheram uma que não só vai para as os músicos e a diretoria como também será comercializada no dia do evento”, complementa Mariá.</p>
<p dir="ltr">As estampas finais deram origem a uma camisa de botão para os músicos, que será utilizada por eles no dia do evento; uma camisa polo pra diretoria do maracatu e uma ⁠camiseta para venda ao público, a exemplo dos modelos dos blocos de rua.</p>
<p dir="ltr">A culminância do projeto acontece no próximo dia 23 de fevereiro, em um evento na sede do Cruzeiro do Forte, no bairro do Cordeiro, no Recife. O público vai poder conferir uma exposição com as estampas da oficina, uma exibição das fotografias e dos registros em vídeo. Além da mostra haverá o tradicional ensaio do grupo, transformando o lançamento das camisas em uma grande festa da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O Na Marcha do Terno tem incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O projeto tem elaboração, design de estampas, design gráfico e organização de Mariá Vilar, que também fez a facilitação da oficina, ao lado de Joana Velozo. A coordenação de produção e expografia foi feita por Arthur Braga e a produção cultural e executiva por Cecília Pessôa. A produção audiovisual é de Júnior Teles, enquanto a montagem da exposição é assinada por Sara Régia e a interpretação de Libras e acessibilidade é da Jaks Interpretações.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:<br />
</strong>Culminância do projeto Na Marcha do Terno, com lançamento da camisa e apresentação artística<br />
Local: Sede do Maracatu Cruzeiro do Forte (Rua Taió, 43, Cordeiro<br />
Data: 23 de fevereiro de 2025<br />
Horário: 18h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Sambada no Pátio de São Pedro leva maracatu ao centro do Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 14:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Cruzeiro do Forte]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73139" aria-labelledby="figcaption_attachment_73139" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Pastich/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/32300436373_ae5d2283aa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73139" alt="Marcos Pastich/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/32300436373_ae5d2283aa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Cruzeiro do Forte completou no último dia 7 de setembro 90 anos de atividades</p></div>
<p>No próximo domingo (24) o Pátio de São Pedro, no centro do Recife, recebe a “Sambada no Pátio de São Pedro” é a primeira oportunidade do público do Recife conhecer o que é uma sambada. Com o apoio da Prefeitura do Recife e do Governo de Pernambuco, através da Secretaria Estadual de Cultura e Fundarpe, a “Sambada no Pátio de São Pedro” celebra os 30 anos da Associação e vai acontecer entre os Maracatus Cruzeiro do Forte, do Recife, e o Pavão Dourado, de Tracunhaém.</p>
<p>O evento é realizado pela Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS/PE) para “unir as brincadeiras” que restavam. Hoje, completando 30 anos de história, a associação conta com 106 Maracatus associados em atividade e 13 Maracatus que estão “dormindo”.</p>
<p>O Maracatu Cruzeiro do Forte completou no último dia 7 de setembro 90 anos de atividades. Ambos os Maracatus fazem parte do Grupo Especial no Concurso das Agremiações Carnavalescas do Recife organizado pela Prefeitura.</p>
<p>Após o ritual de chegada de cada um dos grupos, é dada a largada à peleja entre os dois mestres poetas de cada Maracatu. Os dois mestres passam a alternar versos em samba, marcha e galope mostrando uma competitividade acirrada para o deleite do público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
“Sambada no Pátio de São Pedro” entre os Maracatus de Baque Solto Cruzeiro do Forte do Recife e o Pavão Dourado de Tracunhaém<br />
Domingo (24), às 16h<br />
Pátio de São Pedro (Centro do Recife)<br />
Gratuito<br />
Informações: (81) 99969-9965</p>
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