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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maracatu de Baque Virado</title>
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		<title>Maracatus de Baque Solto e Baque Virado terão várias apresentações durante o Carnaval</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 19:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Patrimônios Imateriais do Brasil, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), alguns Maracatus de Baque Solto e Baque Virado pernambucanos também são reconhecidos como Patrimônios Vivos do estado: os Maracatus Leão Coroado, Estrela de Ouro da Aliança, Estrela Brilhante de Igarassu e Cambinda Brasileira. Todos terão agenda de apresentações durante o Carnaval [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42402" aria-labelledby="figcaption_attachment_42402" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Maracatu-Leao-Coroado-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-42402" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Maracatu-Leao-Coroado-Foto-Costa-Neto-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Leão Coroado é uma das mais antigas Nações de Baque Virado de Pernambuco</p></div>
<p>Patrimônios Imateriais do Brasil, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), alguns Maracatus de Baque Solto e Baque Virado pernambucanos também são reconhecidos como Patrimônios Vivos do estado: os Maracatus Leão Coroado, Estrela de Ouro da Aliança, Estrela Brilhante de Igarassu e Cambinda Brasileira. Todos terão agenda de apresentações durante o Carnaval de Pernambuco, seja em encontros de grupos, no Concurso de Agremiações do Recife, ou nos diversos polos da folia espalhados pelo estado.</p>
<p>Fundado no dia 8 de dezembro de 1863 (apesar de a memória oral indicar a possibilidade de o Leão já existir desde 1852), o Maracatu Leão Coroado, a mais antiga Nação de Baque Virado pernambucana em atividade, se apresentará em Olinda, no Polo Varadouro, nesta sexta-feira (21), às 21h. Quem também passa pelo Polo Varadouro, em Olinda, é o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, criado em 1966. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2011, o Estrela de Ouro de Aliança se apresenta no local na segunda-feira (24), às 16h40.</p>
<div id="attachment_57639" aria-labelledby="figcaption_attachment_57639" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Spencer/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/4351059533_94cb28f719_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-57639 " alt="Renato Spencer/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/4351059533_94cb28f719_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Também um dos mais antigos em atividade no estado, o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu é uma das agremiações que se apresenta no Carnaval de Pernambuco</p></div>
<p>Registrado como Patrimônio Vivo desde 2009, o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu participa, nesta sexta-feira (21), da abertura do Carnaval de Igarassu, na Passarela Cultural, a partir das 19h. Na terça-feira (25), se apresenta no mesmo local, desta vez às 16h.</p>
<p>Considerado o mais antigo Maracatu de Baque Solto de Pernambuco em atividade, o Maracatu Cambinda Brasileira estará neste sábado (22), no Marco Zero do Recife, às 17h40, do desfile das agremiações. Em 2019, a agremiação foi a vice-campeã 2019 do concurso, no grupo especial.</p>
<div id="attachment_69836" aria-labelledby="figcaption_attachment_69836" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Sampaio/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Maracatu-Cambinda-Brasileira_Foto-André-Sampaio.jpg"><img class="size-medium wp-image-69836" alt="André Sampaio/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Maracatu-Cambinda-Brasileira_Foto-André-Sampaio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira tem mais de cem anos de história</p></div>
<p>No domingo (23), às 11h, o maracatu se apresenta na sede do grupo, no Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata. Na segunda-feira (24), o grupo participa, às 9h, da 30ª Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, em Olinda. No dia seguinte, na terça-feira (25), viaja para Aliança para participar do encerramento do mesmo encontro e, em seguida, às 18h15, estará no Recife para o Concurso das Agremiações – Grupo Especial.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<strong>Maracatu Leão Coroado</strong><br />
Sexta-feira (21), às 21h<br />
Polo Varadouro do Carnaval de Olinda</p>
<p><strong>Maracatu Estrela de Ouro de Aliança</strong><br />
Segunda-feira (23), às 16h40<br />
Polo Varadouro do Carnaval de Olinda</p>
<p><strong>Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu</strong><br />
Sexta-feira (21), às 19h<br />
Passarela Cultural de Igarassu</p>
<p><strong>Maracatu Cambinda Brasileira</strong></p>
<p>Sábado (22), às 17h40<br />
Marco Zero do Recife</p>
<p>Domingo (23), às 11h<br />
Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata</p>
<p>Segunda-feira (24), às 9h<br />
30ª Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco<br />
lumiara Zumbi, na Cidade Tabajara, Olinda</p>
<p>Terça-feira (25), às 9h<br />
30ª Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco<br />
Terreiro Lêda Alves, na sede da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS/PE), em Aliança</p>
<p>Terça-feira (25), às 18h15<br />
Concurso de Agremiações do Recife</p>
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		<item>
		<title>Maracambuco celebra 25 anos de revolução sociocultural em Peixinhos</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 20:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[25 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Há 25 anos um grupo tem mudado para melhor a realidade sociocultural do bairro de Peixinhos, em Olinda. Fundado no dia 9 de junho de 1993, o Maracambuco, maracatu de baque virado da região, celebra neste próximo sábado (9) suas bodas de prata – um marco que traz um significado especial diante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61315" aria-labelledby="figcaption_attachment_61315" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867482280_62837d0482_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61315" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867482280_62837d0482_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O brincante Nilo Oliveira, presidente do Maracambuco, foi quem deu início ao grupo, em 1993</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Há 25 anos um grupo tem mudado para melhor a realidade sociocultural do bairro de Peixinhos, em Olinda. Fundado no dia 9 de junho de 1993, o <a href="http://maracambuco.com.br" target="_blank"><strong>Maracambuco</strong></a>, maracatu de baque virado da região, celebra neste próximo sábado (9) suas bodas de prata – um marco que traz um significado especial diante do potencial e importância que o folguedo exerce junto aos outros maracatus de Pernambuco. A comemoração deste um quarto de século será restrita aos integrantes do Maracambuco, com uma confraternização em Aldeia, mas é só o início de uma série de atividades previstas para marcar a data especial.</p>
<p>Mesmo com a pouca idade, o grupo conquistou títulos importantes, a exemplo do Ponto de Cultura, recebido recentemente pelo Ministério da Cultura, e os Prêmio de Cultura Populares (2007) e a Medalha Ordem do Mérito Cultural (2013), ambos também concedidos pelo MinC. Além disso, foi um dos grandes incentivadores durante o processo que resultou no título de Patrimônio Imaterial do Brasil dado aos maracatus de baque virado pelo IPHAN, em 2014.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/klCRUsLUjXQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>História -</strong> Nilo Oliveira, o fundador e presidente do Maracambuco, recebeu a equipe do Cultura.PE na própria sede do Maracambuco, um sala pequena, mas aconchegante, localizada em plena Av. Presidente Kennedy. <em>“Gosto de espaços pequenos porque assim consigo ter o controle da garotada”,</em> brinca ele, para depois contar que foi em 1989 que tudo começou, quando ele criou um fã clube da Nação Pernambuco.</p>
<p><em>“Esse grupo encantava a geração da época e inspirou ícones da música, como Chico Science. Me apaixonei quando os conheci, foi impactante. Eu era de Jaboatão dos Guararapes e na época vim morar em Olinda, no beco do Pavão Misterioso (Vila Popular, Olinda). Tinha vontade de montar um projeto dentro do bairro, foi quando percebi no maracatu essa possibilidade. Ai em 1993 fundamos o Maracambuco, e no começo fazíamos apresentações mais simples, em feiras de ciências, aberturas de jogos escolares, essas coisas”,</em> explica Nilo.</p>
<div id="attachment_61312" aria-labelledby="figcaption_attachment_61312" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867438420_373922f657_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61312 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867438420_373922f657_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A Sede do Maracambuco funciona no endereço Av. Pres. Kennedy, 1228, Peixinhos, e serve, além de ponto de encontro para as reuniões da Noite Para os Tambores Silenciosos de Olinda, como base de apoio a outros grupos que precisem de uma assessoria jurídica para editais e contratações</p></div>
<p>Sobre a ligação religiosa do maracatu, o presidente do Maracambuco despista e tenta ser discreto sobre o assunto. “<em>A minha sócia é católica e eu sou espírita. O zelador do maracatu sou eu, e sou filho de Iemanjá. Eu prezo muito pela privacidade em relação a isso. Quem chega aqui sabe que tem que respeitar. Eu respeito a religião do próximo, mas eles sabem que aqui tem que acender uma velinha pra Iemanjá, porque ela é nossa mãe”,</em> conta ele, que revelou ter esperado a chegada da sua calunga, feita pelo Mestre Roberto, para fazer o primeiro cortejo em 1998.</p>
<p><strong>Elo com Peixinhos -</strong> Desde sua gênese, mas com ainda mais força a partir dos anos 2000, o Maracambuco atua durante todo o ano oferecendo no bairro oficinas de percussão e danças populares para jovens da região. Além das aulas, os participantes podem participar dos cortejos do maracatu, dependendo do comportamento e da regularidade nos ensaios.</p>
<div id="attachment_61314" aria-labelledby="figcaption_attachment_61314" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867476610_6ae711642c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61314 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867476610_6ae711642c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“O maracatu pra mim é isso. Não é só arte e espiritual. Eu prezo muito pelo social, é algo importante dentro do trabalho”, reforça Nilo Oliveira</p></div>
<p><em>“O maracatu pra mim é isso. Não é só arte e espiritual. Eu prezo muito pelo social, é algo importante dentro do trabalho”,</em> reforça Nilo, detalhando que os encontros acontecem toda quinta-feira, das 18h às 19h30. <em>“São oficinas de percussão e danças populares, e quem quiser participar deve nos procurar porque existe um cadastro. Se for menor de idade, precisa de autorização de um responsável, apresentar a frequência da escola e ter um bom comportamento. É ainda onde entra a parte espiritual. Iemanjá é mãe e quer saber como os filhos estão. Não adianta ser bonzinho aqui e lá fora não, e isso vai acabar repercutindo contra todo mundo“,</em> explica o presidente do maracatu, enquanto que do lado de fora da sede do Maracambuco cerca de vinte jovens se preparavam para começar um ensaio.</p>
<p><em>“Uma das bases da cultura é o envolvimento com a comunidade, não vejo de outra forma. Às vezes os meninos chegam aqui e me pedem um padrão de time de futebol pra eles jogarem bola, e a gente investe nisso. E vou lá assisti-los, porque ali é uma extensão do maracatu”,</em> pontua Nilo, explicando que o Maracambuco reserva uma parte do seu orçamento para patrocinar eventos esportivos dos jovens que participam do grupo. <em>“Eu gosto que os meninos estejam bem vestidos. Eles tem blusão, esquente, tudo que vocês imaginarem. Adoro padronização e aprendi isso com o pessoal do Olodum. Você chega lá na Bahia e eles são completamente organizados neste sentido, conseguem sobreviver com a renda de um trabalho sem depender tanto da iniciativa pública”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_61316" aria-labelledby="figcaption_attachment_61316" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42627688312_ff0424e9f6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61316 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42627688312_ff0424e9f6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“Não gosto quando chamam eles de vulneráveis. Eles são artistas também. Sabem tocar de um jeito que deixa muitos de queixo caído”, ressalta o presidente do grupo</p></div>
<p>Uma das ordens dentro deste maracatu é que os integrantes não podem usar nenhum instrumento que não seja do grupo. “<em>Na verdade, eles trazem nada. Aqui eles só recebem. Ainda tem um pagamento pra cada um, como artista. Fora isso tem a alimentação, estrutura, todas essas coisas. É um incentivo pra que eles vejam que a cultura é também uma profissão. Queria poder dar mais, mas tem que dividir bem pra quantia sobrar pra todo mundo”,</em> revela Nilo. <em>“Não gosto quando chamam eles de vulneráveis. Eles são artistas também. Sabem tocar de um jeito que deixa muitos de queixo caído”,</em> ressalta. Ao todo, 146 pessoas fazem parte do grupo, entre dançarinos e percussionistas.</p>
<p>Dentro desta lógica de disciplina e respeito ao grupo, 60 jovens foram selecionados para participar de uma confraternização no próximo domingo (10), numa chácara em Aldeia. <em>“Vamos ter uma programação com brincadeiras, gincanas, bingo, um monte de coisas, e a ideia é fazer com que quem não foi, fique em casa querendo muito ir na próxima vez”,</em> conta Nilo. Ainda em junho, segundo ele, o grupo entra num ritmo de ensaios preparativos para eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns (o Maracambuco é uma das atrações que passaram pela habilitação artística do Festival e pode ser contratado).</p>
<div id="attachment_61313" aria-labelledby="figcaption_attachment_61313" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867471760_52dffd1aad_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61313 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867471760_52dffd1aad_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Os ensaios abertos ao público do Maracambuco acontecem sempre às quintas-feiras, a partir das 18h, na sede do grupo</p></div>
<p>Uma das mais recentes apresentações públicas do grupo foi durante a última Noite para os Tambores Silenciosos em Olinda, evento realizado há 18 anos com apoio da Fundarpe e que, segundo Nilo, as reuniões de organização acontecem na sede do Maracambuco. <em>“Juntar maracatus antigos e novos é um processo complexo, mas somos transparentes, e acho que é isso que fez a gente ser reconhecido. Além deste trabalho, muitos grupos vêm até nós para tirar certidões, e a gente dá toda a assistência e assessoria nessa parte jurídica. E por que eu faço isso? Porque se um grupo desses cair, a gente cai juntos. Não foi à toa, por exemplo, que indicamos alguns maracatus para também receberem o prêmio da Ordem de Mérito Cultural, através do MinC”</em>.</p>
<p>Outros títulos que o Maracambuco recebeu foram o Troféu Abebé de Prata Mãe Dadá, em 2015; Troféu Cabeça de Galo em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017; Titulo de Cidadão de Olinda em 2007, dedicado ao presidente do Maracambuco; e a Homenagem do Carnaval 2014 de Olinda.</p>
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		<title>Filme ‘Maracatu Nação’</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2016 14:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O filme ‘Maracatu Nação’, produzido com base nas pesquisas do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus Nação de Pernambuco entre 2011 e 2013, apresenta referências históricas do surgimento dessa manifestação cultural no Estado, e ainda apresenta registros contemporâneos da forma de organização dos grupos de Maracatus Nação na Região Metropolitana do Recife. Com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O filme ‘Maracatu Nação’, produzido com base nas pesquisas do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus Nação de Pernambuco entre 2011 e 2013, apresenta referências históricas do surgimento dessa manifestação cultural no Estado, e ainda apresenta registros contemporâneos da forma de organização dos grupos de Maracatus Nação na Região Metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base em depoimentos de pesquisadores, mestres e mestras de nações de maracatu participantes da pesquisa, o documentário explora os principais registros documentais referentes às origens dessa expressão cultural desde as coroações dos Reis do Congo no século XVIII e XIX, até a participação dos maracatus nas novas configurações do carnaval do Recife, a exemplo da Noite dos Tambores Religiosos, que acontece no Pátio do Terço, sempre na segunda-feira de carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto relevante é a evidenciação das dificuldades e desafios para manutenção das tradições, que os Maracatus Nação de Pernambuco enfrentam mesmo nos seus bairros de origem, no enfrentamento à intolerância e preconceito religiosos.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário conta com a participação de Ivaldo Marciano (pesquisador), Itaiguara (fundador do Maracatu Nação Raízes de Pai Adão), Clovis Cosme (presidente do Maracatu Nação Encanto da Alegria), Elizabete Sabrina (rainha do Maracatu Nação Encanto do Dendê), Vilma Moura (diretora da ONG Daruê Malungo), Adriano Carlos (mestre da Nação Cambinda Estrela), Marivalda Maria dos Santos (rainha da Nação Estrela Brilhante), Antônio Roberto (mestre da Nação de Luanda), Júnior Afro (produtor cultural), Anna Beatriz (pesquisadora), Chacon Viana (mestre da Nação Porto Rico), Fábio Sotero (diretor da Nação Aurora Africana), entre vários personagens atuantes na manutenção da tradição, também conhecida no Estado como Maracatu de Baque Virado.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dos Maracatus Nação de Pernambuco faz parte do programa de identificação, reconhecimento e salvaguarda da diversidade cultural de Pernambuco, mantido pela Secult e Fundarpe, iniciado em 2011, e que já inventariou mais cinco bens culturais: Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Caboclinhos, Ciranda e Reisado. Ente os desdobramentos, os respectivos INRC compuseram os pedidos, ao Iphan, da candidatura desses bens culturais para o título de Patrimônio Imaterial Cultural Brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O Maracatu Nação, assim como o Maracatu de Baque Solto e Cavalo Marinho foram reconhecidos com o título em dezembro de 2014. As candidaturas dos demais bens culturais ao referido título segue em análise pelo Iphan.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário ‘Maracatu Nação’,foi produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, foi realizado pelo Centro Técnico de Assessoria e Planejamento Comunitário (Cetap) e a Primeiro Plano Produções Audiovisuais.</p>
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		<title>Inscrições abertas para oficinas com mestres de patrimônios imateriais</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2015 20:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural Recife]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro – Celebração Viva da Cultura dos Povos]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu de Baque Solto]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu de Baque Virado]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Oficinas-Patrimonio-divulgacao.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-24960" alt="Oficinas - Patrimonio - divulgacao" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Oficinas-Patrimonio-divulgacao-607x444.png" width="607" height="444" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estão abertas as inscrições para oficinas de maracatu, cavalo-marinho e mamulengo, além de seminário sobre o processo de reconhecimento dos patrimônios imateriais de Pernambuco. As atividades são gratuitas e fazem parte da programação da exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro – Celebração Viva da Cultura dos Povos, que fica em cartaz na Caixa Cultural Recife até o próximo dia 31 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar, os interessados devem se inscrever pelo e-mail <strong>oficinaspatrimonioimaterial@gmail.com</strong> informando nome, endereço, telefone e qual oficina deseja fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades possuem como facilitadores o Mestre Afonso do Maracatu Leão Coroado, Mestres de Mamulengo Biu de Dóia e Luiz Preto, além do Mestre Borges de Lucas do Cavalo Marinho Boi Teimoso. A etapa educativa busca envolver o público com os bens culturais registrados recentemente pelo Iphan, com a participação da Fundarpe. Nas oficinas, os participantes terão aulas de dança, música e história do Maracatu Nação, de confecção e manipulação de Mamulengos e de dança e encenação do Cavalo Marinho. Já o seminário, que será conduzido por técnicos do Iphan e da Fundarpe, visa apresentar o processo de registro do Maracatu de Baque Virado, do Maracatu de Baque Solto e do Cavalo-Marinho.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong><em>Oficina de Maracatu</em></strong><br />
Mestre Afonso do Leão Coroado.<br />
Data: 19 e 20 de março, às 15h.</p>
<p><strong><em>Oficina de Manipulação de Mamulengo</em></strong><br />
Mestres Biu de Dóia e Luiz Preto.<br />
Data: 21 e 22 de maio, às 15h.</p>
<p><strong><em>Oficinas de Cavalo-Marinho</em></strong><br />
Mestre Borges de Lucas.<br />
Data: 28 e 29 de maio, às 15h.</p>
<p><strong><em>Seminário sobre o Processo de Registro dos Patrimônios Imateriais de Pernambuco.</em></strong><br />
Técnicos do Iphan e Fundarpe<br />
Data: 27 de maio, às 19h.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Caixa Cultural Recife</strong><br />
<strong>Endereço:</strong> Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife<br />
<strong>Mais informações:</strong> (81) 3425 1900<br />
<strong>Inscrições gratuitas e limitadas:</strong> oficinaspatrimonioimaterial@gmail.com</p>
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