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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maracatu</title>
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		<title>Maracatu de baque solto chega pela primeira vez a aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123629" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, um dos mais importantes grupos em atividade na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">As apresentações acontecem nos dias 5 (terça-feira), 6 (quarta-feira) e 7 de maio (quinta-feira), nos territórios Kapinawá, em Buíque, Fulni-ô, em Águas Belas, e Xukuru, em Pesqueira. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa faz parte do projeto “Quando uma Estrela Chegar no Seu Terreiro &#8211; Conexão com os Territórios Indígenas”, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco. A proposta leva o maracatu rural para além da Zona da Mata Norte e amplia o acesso à manifestação em outras regiões do estado.</p>
<p dir="ltr">Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o maracatu rural nasce do encontro de matrizes africanas, indígenas e europeias. A tradição se mantém pela oralidade. Mestres ensinam no fazer. Brincantes aprendem no cortejo. As loas, a música e a dança formam o espetáculo.</p>
<p dir="ltr">As apresentações serão realizadas nos terreiros das aldeias, espaços de convivência e transmissão de saberes. Em cena, cerca de 25 brincantes conduzem o cortejo, com a presença de personagens como o caboclo de lança, Mateus e Catita, além da corte real. O público acompanha de perto cada gesto, cada movimento e cada símbolo do maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Estamos muito contentes em poder promover esse encontro de culturas intergeracionais. O maracatu tem em seu DNA as tradições indígenas. Mesmo sem a presença dessas comunidades na Zona da Mata Norte, vivenciar esse momento é algo que ficará na história”, disse o presidente da agremiação carnavalesca, Nailson Vieira.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o Estrela Brilhante reúne mais de 150 integrantes. Para essa circulação, o grupo será representado por cerca de 25 brincantes. A formação reduzida mantém os principais elementos estéticos e simbólicos do maracatu de baque solto.</p>
<p dir="ltr">A circulação prevê deslocamentos de até cinco horas por trecho, totalizando mais de 12 horas de viagem ao longo da agenda. O grupo atravessa a Zona da Mata e segue até o Sertão, em um percurso que amplia o alcance da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O projeto também valoriza a troca de saberes entre mestres, brincantes e comunidades indígenas. A proposta reforça a cultura como prática viva, que circula entre territórios e fortalece a memória e a identidade dos povos.</p>
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		<title>Bloco Rural Estrelinha inicia Circulação do Primeiro Álbum almejando difundir o Frevo da Mata Norte Pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123381" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_0088.JPG-607x383.jpeg" width="607" height="383" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p>Um dos últimos representantes de uma brincadeira tradicional da Zona da Mata Norte do Estado, o bloco rural Estrelinha irá circular neste mês de abril com o espetáculo celebrativo &#8220;Cantos do Estrelinha&#8221;, baseado nas composições do álbum homônimo. A turnê começa no próximo sábado (4) na sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante em Nazaré da Mata.</p>
<p>A circulação passará pela Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana de Pernambuco, sempre com cortejos, apresentações e rodas de diálogo com diferentes representantes da cultura popular após as apresentações. Nesta primeira apresentação, a conversa vai ser com os membros do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante. O Bloco circula se encontrando também com o Coco de Mano de Baé em Limoeiro e a Orquestra Henrique Dias em Olinda, em um diálogo com o Frevo de Olinda, o Maracatu e o Coco de Roda.</p>
<p>Fundado em 1962, o Bloco Rural Estrelinha é uma agremiação festiva com uma estrutura que tem referências diversas, com elementos do maracatu rural, do frevo e do congado presentes no cortejo. Manifestação cultural da zona rural que foi criada para incluir a mulher no carnaval da zona da Mata. Com apenas três representantes da manifestação em atividade ( Bloco Rural Caravana Andaluza e Boneca Janaína da Alegria ), o Estrelinha é um verdadeiro testemunho de uma festividade rural que hoje habita o urbano de Nazaré. A ideia da circulação é contribuir para a manutenção da memória e da preservação do folguedo, através da difusão da musicalidade do Bloco Rural.</p>
<p>A Família Vieira é quem está à frente do bloco, o atual mestre de apito é Narciso Vieira, filho de Manoel Vieira (1932-2024). A presidente é Paula Vieira, neta do mestre Manoel e primeira mulher a ocupar a posição. Estrelinha é uma família. Nailson Vieira assina a Direção musical do Disco e do Espetáculo Cantos do Estrelinha, contribuindo com o amor de seu avô e o apego de seu pai a tradição dos blocos rurais.</p>
<p>O projeto promove inclusão sociocultural, diálogo com expressões musicais que compõem parte da identidade cultural de Pernambuco, a formação de novas plateias nas diferentes localidades do Estado e a salvaguarda do ritmo do “Bloco Rural Estrelinha”. Toda a circulação será registrada, através de imagens de vídeos e fotografias a fim de compor o acervo do bloco, ficando disponível nas redes sociais do projeto.</p>
<p>O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, FUNDARPE, FUNCULTURA e Governo do Estado de Pernambuco. A realização é do Bloco Rural Estrelinha, O Maracatu, Azulyne Correntes Culturais e Arruda Conexões Culturais,</p>
<p><strong>Horários:</strong></p>
<p><strong>04 de abril 20h</strong> &#8211; Nazaré da Mata &#8211; Sede do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante &#8211; participação Maracatu Estrela Brilhante</p>
<p><strong>12 de abril 16h -</strong> Limoeiro &#8211; Galpão das Artes &#8211; participação Coco Mano de Bae</p>
<p><strong>18 de Abril 18h -</strong> Olinda &#8211; Grêmio Musical Henrique Dias (saída do cortejo do Bar de Ró) &#8211; participação Orquestra Henrique Dias</p>
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		<title>Maracatu, frevo e rock dividem o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval em último dia de shows no Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 02:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9835.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122928" alt="IMG_9835.JPG" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9835.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Fotos: Ray Evllyn/Divulgação</p>
<p dir="ltr">A diversidade de ritmos que molda o Carnaval de Pernambuco tomou conta do Jardim do Cais do Sertão, nesta terça-feira (17), durante mais uma noite do Palco Pernambuco Meu País no Carnaval. Em sua quinta e última noite de programação, o espaço reuniu manifestações da cultura popular e sonoridades contemporâneas, reafirmando a pluralidade que define a paisagem sonora do Estado.</p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), o palco recebeu milhares de pessoas ao longo da tarde e da noite, em uma programação que atravessou o Sertão, a Região Metropolitana e o Agreste.</p>
<p dir="ltr">Quem abriu os trabalhos, às 15h30, foi o Boi Fantástico, de Arcoverde. Fundado em 2004, o grupo desfilou em frente ao palco, embalando e interagindo com as famílias que chegavam ao espaço com a força da cultura popular sertaneja e a tradição do boi.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o batuque ancestral do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu tomou conta do público. Patrimônio Imaterial de Pernambuco desde 2009, o maracatu de baque virado carrega 201 anos de história. Seu toque singular é marcado pela zabumba (alfaia), tarol, mineiro e gonguê. Os tambores, antes feitos com barricas de bacalhau e hoje talhados no tronco de macaíba, são tocados com uma baqueta e uma vareta conhecida como “bacalhau”, conferindo identidade própria ao baque do Estrela. Entre coroas, cores e ancestralidade, o grupo reafirmou a potência das tradições afro-brasileiras no Carnaval.</p>
<p dir="ltr">No fim da tarde, às 17h, foi a vez do frevo tomar o palco com o Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda, fundado em 1975. Com estandartes dourados e fantasias vibrantes, o bloco transformou o espaço em um verdadeiro baile a céu aberto, celebrando a energia contagiante do ritmo símbolo da festa.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9763.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122927" alt="IMG_9763.JPG" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9763.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Fotos: Ray Evllyn/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Às 18h, a potência afro-religiosa do Afoxé Filhos de Dandalunda levou ao público o encanto do orixá Oxum, divindade ligada às águas doces, à fertilidade e ao amor. Fundado em 2000 e sediado na Imbiribeira, na Zona Sul do Recife, o grupo está ligado ao Abassá Omim Asè de Dandalunda, de tradição Bantu, sob liderança do sacerdote Pai Moacir de Angola.</p>
<p dir="ltr">Às 19h, o multiartista Ciel Santos, natural de Bezerros, apresentou um espetáculo que dialoga com tradição e contemporaneidade. Bailarino, cantor e ator, Ciel revisitou canções do álbum Enraizada (2019), além de clássicos do Carnaval e da cultura popular em novas roupagens instrumentais. Dono de uma voz andrógina e marcante, o artista mescla referências nordestinas a ritmos latinos, jazz e música erudita, criando uma atmosfera que transita entre o clássico e o contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">“O palco do Pernambuco Meu País é fundamental para os artistas pernambucanos apresentarem sua música autoral. Eu sou do Agreste e tô muito feliz de estar fazendo parte do carnaval daqui”, celebrou o cantor antes do seu show.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a noite, às 20h30, a Banda Eddie levou o público ao delírio com sua fusão característica de frevo, surf music, reggae, samba e punk rock. Com sucessos dos álbuns Carnaval no Inferno e Original Olinda Style, além de composições mais recentes, o grupo reafirmou sua relevância na cena musical recifense ao longo das últimas décadas.</p>
<p dir="ltr">“O festival representa bem toda nossa cultura, a cultura mais de raiz, a cultura mais urbana, a cultura techno, entre outras mais, como a banda Eddie, por exemplo. Eu digo também que o Pernambuco Meu País é bacana porque ele é o ano inteiro. Ele percorre várias cidades que às vezes não tem a oportunidade de ver tantas atrações reunidas tocando juntas: do afoxé, frevo, rock n’ roll, reggae até o samba”, destacou Fábio Trummer, vocalista da banda.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9865.JPG.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122930" alt="IMG_9865.JPG" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/IMG_9865.JPG-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Fotos: Ray Evllyn/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Mais do que um espaço de shows, o Palco Pernambuco Meu País no Carnaval se consolidou como território de encontro entre tradições, linguagens e gerações. Ao reunir no mesmo dia boi, maracatu, frevo, afoxé, experimentações contemporâneas e fusões entre rock e ritmos populares, o palco reafirmou a multiversidade da música pernambucana e garantiu visibilidade a expressões que constroem, de forma coletiva, a identidade cultural do Estado.</p>
<p dir="ltr">Ao oferecer estrutura, público e destaque institucional para esses grupos e artistas, a iniciativa fortaleceu cadeias criativas, valoriza mestres e mestras da cultura popular e projeta novas vozes, assegurando protagonismo a quem mantém viva e em constante transformação a paisagem sonora de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), o evento consolida-se como uma política pública de valorização cultural e desenvolvimento regional.</p>
<p dir="ltr">Com edições no Carnaval, no Verão e no Inverno, o projeto leva programação gratuita e de grande porte a diferentes municípios do Estado, descentralizando ações culturais e ampliando o acesso da população a shows e manifestações artísticas.</p>
<p dir="ltr">Presente em cidades do Litoral ao Sertão, o festival fortalece a cadeia produtiva da cultura, movimenta setores como turismo, comércio e serviços e reafirma seu papel como motor de geração de renda, emprego e transformação social em Pernambuco.</p>
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		<title>Carnaval de Aliança celebra tradição e fortalece identidade cultural na Mata Norte</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/carnaval-de-alianca-celebra-tradicao-e-fortalece-identidade-cultural-na-mata-norte/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Boi Pintado/Divulgação O Carnaval de Aliança – O Carnaval das Tradições consolida o município, localizado na Mata Norte de Pernambuco, como um dos territórios mais representativos da cultura popular do Estado. A cerca de 70 quilômetros do Recife, a cidade se transforma em um grande espaço de vivência cultural, onde o maracatu, os cortejos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Boi-Pintado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122885" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Boi-Pintado-519x486.jpg" width="519" height="486" /></a><br />
Foto: Boi Pintado/Divulgação</p>
<p>O Carnaval de Aliança – O Carnaval das Tradições consolida o município, localizado na Mata Norte de Pernambuco, como um dos territórios mais representativos da cultura popular do Estado. A cerca de 70 quilômetros do Recife, a cidade se transforma em um grande espaço de vivência cultural, onde o maracatu, os cortejos, a música e os encontros comunitários expressam um patrimônio vivo, construído e preservado no cotidiano da população. A iniciativa conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), fortalecendo as políticas de valorização e difusão da cultura popular no interior do Estado.</p>
<p>Realizado pela Prefeitura Municipal de Aliança, com produção da Afonso Oliveira Produções e da Roda Produções, e patrocínio do Governo de Pernambuco, do Banco do Nordeste e do Governo Federal, o Carnaval se destaca por valorizar as tradições locais e os saberes ancestrais que atravessam gerações.</p>
<p>O ponto alto da programação acontece no domingo (15). A partir das 13h, moradores e visitantes participam das visitas às sedes dos maracatus e acompanham a chegada dos grupos que se preparam para os cortejos. O momento funciona como um ritual coletivo de fé, pertencimento e afirmação cultural, especialmente nos distritos de Chã de Camará e Upatininga, onde o maracatu é parte estruturante da vida comunitária e da memória das famílias.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/orquestra-zeze-correa-upatininga-fotos-ederlan-fabio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122886" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/orquestra-zeze-correa-upatininga-fotos-ederlan-fabio-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a></p>
<p>Ainda no domingo, o Pátio da Cultura recebe, a partir das 16h, a Orquestra Zezé Correia, seguida pelo tradicional Encontro dos Maracatus, reunindo grupos como o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, importante patrimônio cultural do município. Encerrando a noite, às 20h, o show de Maciel Salú amplia o diálogo entre tradição e contemporaneidade, evidenciando a força da música de raiz pernambucana.</p>
<p>A programação tem início no sábado (14), com shows da Família Salu, André Rio e Raphaela Santos, e segue ao longo dos dias com blocos, apresentações culturais e atrações para públicos de todas as idades. Além das manifestações artísticas, o Carnaval de Aliança também valoriza a gastronomia local, com destaque para o tradicional Restaurante A Traíra, cujo preparo do peixe integra a memória afetiva e cultural da cidade.</p>
<p>Mais do que um evento festivo, o Carnaval de Aliança se afirma como espaço de salvaguarda, celebração e renovação da cultura popular, fortalecendo vínculos comunitários e reafirmando a identidade cultural da Mata Norte pernambucana.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Sábado – 14/02</strong><br />
20h – Família Salu<br />
22h – André Rio<br />
00h20 – Raphaela Santos</p>
<p><strong>Domingo – 15/02</strong><br />
10h – Encontro dos Bois<br />
13h – Visita às sedes dos maracatus<br />
16h – Orquestra Zezé Correia<br />
17h – Encontro dos Maracatus<br />
17h – Polo Infantil<br />
20h – Maciel Salú<br />
21h – Encontro dos Maracatus</p>
<p><strong>Segunda-feira – 16/02</strong><br />
10h – Bloco do Povo com André Marreta<br />
12h – Cintia Barros<br />
19h – Bloco O Sambaço<br />
22h – Os Talhas<br />
00h – Andrielly</p>
<p><strong>Terça-feira – 17/02</strong><br />
10h – Encontro dos Maracatus na sede da Associação dos Maracatus de Pernambuco<br />
17h – MC Tróia<br />
19h – Thayk<br />
21h – Carina Lins</p>
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		<item>
		<title>Mestre Anderson Miguel segue com turnê de lançamento em janeiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-anderson-miguel-segue-com-turne-de-lancamento-em-janeiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 13:06:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois do lançamento oficial do seu novo álbum, Encanto e Poesia, o cirandeiro e mestre de maracatu Anderson Miguel segue em turnê de divulgação, com uma agenda de shows movimentada em Pernambuco e em outros estados. Assim, no dia 10 de janeiro, Mestre Anderson se apresenta no terreiro do Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do lançamento oficial do seu novo álbum, Encanto e Poesia, o cirandeiro e mestre de maracatu Anderson Miguel segue em turnê de divulgação, com uma agenda de shows movimentada em Pernambuco e em outros estados. Assim, no dia 10 de janeiro, Mestre Anderson se apresenta no terreiro do Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, como parte da celebração dos 108 anos do Maracatu Cambinda Brasileira, o maracatu rural (de baque solto) mais antigo em atividade no país, do qual, inclusive, ele é mestre.</p>
<p>O disco foi lançado pelo selo Terno da Mata e incentivado pelo Funcultura, Lei Paulo Gustavo, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federal. Na obra, o artista explora temas que dialogam com experiências humanas, cotidiano e vivências que ultrapassam a Zona da Mata, sempre com a ciranda como linguagem central.</p>
<p>A festa também contará com a presença do Cavalo Marinho Boi Estrela, a Ciranda Raiz da Mata Norte e ticiqueiros. A realização é da Terno da Mata Produções, com incentivo do Funcultura, Fundarpe e Ministério da Cultura, por meio do Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A agenda movimentada vem na esteira de uma circulação que começou no Sudeste e seguiu por Pernambuco. No início de dezembro, Anderson se apresentou no Sesc Vila Mariana (dias 4 e 6) e no Sesc Bauru (dia 7), levando o maracatu rural para o público paulista. De volta ao estado natal, o mestre cirandeiro participou da Festa da Padroeira, em Ferreiros, no dia 8, dos festejos natalinos da Avenida Rio Branco, no dia 12, se apresentou em Murupé, em Vicência, no dia 13, e ainda marcou presença, no dia 14, em shows realizados nos municípios de Nazaré da Mata e Lagoa do Carro.</p>
<p>Com apenas 30 anos, Anderson Miguel vive um momento de destaque, reafirmando-se como um dos grandes nomes de sua geração na cultura popular. O novo álbum, Encanto e Poesia, já disponível nas principais plataformas de streaming, reforça essa fase. O trabalho reúne participações de Lia de Itamaracá, Mestre Canarinho e Laís de Assis, com direção musical de Guilherme Otávio e Jorge Klebeson — professores e músicos de sopro da Ciranda Raiz da Mata Norte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança inicia projeto de salvaguarda do patrimônio imaterial</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 17:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121386" aria-labelledby="figcaption_attachment_121386" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/maracatu.jpg"><img class="size-medium wp-image-121386" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/maracatu-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança</p></div>
<p>O Maracatu Infantil de Baque Solto Sonho de Criança, criado em 1997, e que está em atividade há pelo menos 27 anos em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado, deu início a um novo projeto anual de manutenção e salvaguarda que coloca crianças e adolescentes no centro da preservação de uma das tradições mais antigas do patrimônio cultural imaterial pernambucano. O projeto é realizado pela Coco da Mata Produções Artísticas e pela Azulyne Correntes Culturais, e conta com incentivo da Fundarpe e da Secretaria de Cultura de Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Formado por estudantes do ensino fundamental, o grupo reúne meninos e meninas de 7 a 16 anos que ocupam lugar de protagonismo dentro da brincadeira, aprendendo na prática os saberes que estruturam o maracatu rural, como o toque dos instrumentos, o canto improvisado, a dança, os personagens e a confecção das indumentárias.</p>
<p>O projeto vem sendo realizado na sede provisória da agremiação carnavalesca instalada dentro do Espaço Cultural Mauro Mota, equipamento público da Prefeitura, e prevê a realização de uma série de atividades ao longo de um ano, com o objetivo de fortalecer a continuidade da tradição, garantir a transmissão de saberes e estruturar ações de salvaguarda capazes de documentar, difundir e sustentar a memória do maracatu mirim.</p>
<p>Entre as ações programadas estão uma aula-espetáculo, a formação de mestres mirins, a promoção do Sambadinha Mirim, o restauro completo das indumentárias do grupo e um cortejo no período carnavalesco, momento em que as crianças se apresentam em sua plenitude, reafirmando o elo entre a tradição e as novas gerações.</p>
<p>A manutenção das indumentárias é uma etapa fundamental. Ao longo do ano, serão restauradas golas, chapéus, vestidos das baianas, o sombreiro da corte e o estandarte principal do maracatu. O processo envolve artesãos, bordadeiras e costureiras locais, fortalecendo também a economia criativa ligada ao maracatu rural.</p>
<p>Cada peça recuperada carrega valor estético e simbólico, permitindo que as crianças vivenciem integralmente o ritual da brincadeira e compreendam o significado cultural de cada elemento que vestem. Vestir o maracatu é, para elas, tanto um aprendizado quanto uma forma de pertencimento.</p>
<p>A oficina de formação de mestres possui um significado especial dentro do projeto. O responsável por conduzir as aulas é o mestre Anderson Miguel, um dos primeiros integrantes do próprio Maracatu Sonho de Criança. Ainda criança, ele recebeu sua formação de base dentro da cultura popular expressa no grupo, aprendendo canto, ritmo, improviso e condução de cortejo ao lado de mestres e brincantes mais velhos.</p>
<p>Hoje, retorna ao maracatu mirim como formador, ministrando uma oficina de 12 horas destinada a crianças e adolescentes, na qual ensina técnicas de puxada, afinação, liderança e expressão vocal. Sua presença reforça a dimensão geracional do projeto e evidencia que a salvaguarda do patrimônio imaterial depende da continuidade desses laços entre mestres, aprendizes e comunidade.</p>
<p>A dimensão educativa também se manifesta na realização de uma aula-espetáculo na Universidade de Pernambuco (UPE), ação que aproxima o universo do maracatu mirim de espaços formais de ensino e pesquisa.</p>
<p>Ao apresentar seu trabalho diante de professores, estudantes e público em geral, as crianças ampliam a compreensão sobre o valor cultural da brincadeira e evidenciam a potência educativa da tradição.</p>
<p>A iniciativa fortalece vínculos entre universidade e comunidade, estimulando pesquisas, intercâmbios e novas formas de aproximação entre saberes populares e instituições de ensino.</p>
<p>Com função semelhante, o Sambadinha Mirim promove o encontro entre a comunidade e os jovens brincantes, criando um ambiente de celebração e reafirmação cultural. A atividade ocorre nas imediações do Espaço Cultural Mauro Mota e oferece aos participantes a oportunidade de transformar em performance o que aprenderam durante as oficinas.</p>
<p>A prática reforça laços comunitários, incentiva a participação das famílias e contribui para ampliar o reconhecimento do maracatu mirim como expressão legítima e estruturante do território.</p>
<p>O cortejo de Carnaval, programado para o dia 16 de fevereiro de 2026, no centro de Nazaré da Mata, é a culminância do projeto anual de manutenção. O desfile marca o fortalecimento do maracatu mirim como expressão comunitária e reafirma que a tradição segue viva graças ao empenho das crianças e adolescentes que a conduzem.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Aula-espetáculo</strong><br />
18 de novembro de 2025 – 15h30 às 17h30<br />
Universidade de Pernambuco (UPE) – 1ª Semana da Excelência Negra</p>
<p><strong>Oficina de Formação de Mestres Mirins</strong><br />
27 a 30 de janeiro de 2026 – 9h às 11h30<br />
Com o mestre Anderson Miguel<br />
Espaço Cultural Mauro Mota – Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Sambadinha Mirim</strong><br />
31 de janeiro de 2026 – 15h<br />
Espaço Cultural Mauro Mota – Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Cortejo de Carnaval</strong><br />
16 de fevereiro de 2026 – Centro de Nazaré da Mata</p>
<p><strong>Realização</strong><br />
Coco da Mata Produções Artísticas, Maracatu Sonho de Criança e Azulyne Correntes Culturais</p>
<p><strong>Incentivo</strong><br />
Funcultura, Fundarpe, Secult-PE e Governo do Estado de Pernambuco</p>
<p><strong>Mais informações:</strong> www.instagram.com/maracatusonhodecriança</p>
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		<title>Maracatu Leão de Ouro lança 1º livro de fotografia e celebra a cultura de Baque Solto</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 16:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Maracatu de Baque Solto Leão de Ouro, da cidade de Condado-PE, anuncia o lançamento de seu primeiro livro de fotografia &#8220;O Olhar do Leão&#8221;. O evento de lançamento ocorrerá no dia 25 de outubro de 2025, na sede do maracatu, localizada no Loteamento São Roque. A celebração contará ainda com o show &#8220;Sou, estou&#8221; [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120833" aria-labelledby="figcaption_attachment_120833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Adriano Sobral</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Adriano-Sobral-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120833" alt="Foto: Adriano Sobral" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Adriano-Sobral--607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto teve como objetivo geral a produção deste livro para expandir e valorizar a arte<br />do maracatu de baque solto,</p></div>
<p>O Maracatu de Baque Solto Leão de Ouro, da cidade de Condado-PE, anuncia o lançamento de seu primeiro livro de fotografia &#8220;O Olhar do Leão&#8221;. O evento de lançamento ocorrerá no dia 25 de outubro de 2025, na sede do maracatu, localizada no Loteamento São Roque. A celebração contará ainda com o show &#8220;Sou, estou&#8221; do artista Nailson Vieira. O projeto &#8220;O Olhar do Leão&#8221; teve como objetivo geral a produção deste livro para expandir e valorizar a arte do maracatu de baque solto, registrando suas expressões culturais e promovendo o acesso a esse patrimônio imaterial. O trabalho é um registro visual que documenta as diversas expressões artísticas do grupo, desde a confecção dos adereços, passando por ensaios, sambadas, até as apresentações. O projeto &#8221;O Olhar do Leão&#8221; tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p>O livro reúne imagens que captam a essência e a força do Maracatu Leão de Ouro, incluindo fotografias do carnaval de 2025, no qual o maracatu foi campeão. O projeto buscou a participação da comunidade e de admiradores da manifestação cultural, por meio de uma chamada pública para envio de registros fotográficos do Maracatu.</p>
<p><strong>Além do registro fotográfico, a obra oferece um aprofundamento na cultura do maracatu, apresentando:</strong></p>
<p>- Textos detalhados sobre cada um dos personagens que compõem o cortejo, como o Caboclo de Lança, a Dama do Paço, o Porta-Estandarte, a Catita e a Corte Real.</p>
<p>- Uma loa inédita composta pelo atual Mestre do maracatu, Letinho, para o prefácio do livro.</p>
<p>Demonstrando um compromisso com a acessibilidade e a democratização cultural, foi produzida uma versão digital acessível do livro em PDF, que inclui audiodescrição e tradução das legendas para o espanhol. Além disso, exemplares impressos serão distribuídos gratuitamente para a comunidade, brincantes, escolas estaduais e bibliotecas públicas da Zona da Mata Norte e outras regiões.</p>
<p><strong>Formação e Envolvimento Comunitário</strong></p>
<p>Como parte da execução do projeto, foi realizada uma Oficina de Fotografia ministrada pelo fotógrafo oficial da obra, Adriano Sobral, durante os dias 06, 07 e 08 de dezembro de 2024, na sede do Maracatu. A oficina, que contou com 16 horas de carga horária, teve como público-alvo brincantes e moradores da comunidade interessados. Os participantes tiveram contato com técnicas de fotografia e uso de câmeras profissionais e aplicativos de edição em celulares, e suas produções foram incorporadas ao livro.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
O quê: Lançamento do livro de fotografia &#8220;O Olhar do Leão&#8221;<br />
Quando: 25 de outubro de 2025<br />
Onde: Sede do Maracatu Leão de Ouro, Loteamento São Roque, Condado-PE.<br />
Atração: Show &#8220;Sou, estou&#8221; de Nailson Vieira</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fundarpe e Secult-PE celebram o Dia das Crianças com ilustrações inéditas para colorir</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120720" alt="CAPA_ILUSTRA(2)(2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/CAPA_ILUSTRA22-409x486.png" width="409" height="486" /></a></p>
<p>Em terra de Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, La Ursas, frevo e muita cultura popular, não poderia haver melhor momento para celebrar o Dia das Crianças do que promovendo uma atividade divertida e educativa valorizando nosso patrimônio cultural. Para comemorar o Dia das Crianças, a Fundarpe e Secult-PE lançam ilustrações inéditas para serem coloridas. Afinal, Pernambuco é feito de cores, ritmos e histórias únicas. De cada canto do Estado brotam personagens, tradições e símbolos que formam um grande mosaico cultural vivo, diverso e cheio de encantamento.</p>
<p>Ao colorir estas páginas, você também faz parte dessa tradição! Vai conhecer figuras como Lia de Itamaracá, Luiz Gonzaga, os Caretas de Triunfo, os Caiporas de Pesqueira, Caboclos de Lança, La Ursa, do Palácio Campo das Princesas e do Cinema São Luiz. Mais do que um passatempo, este é um convite para celebrar nossas raízes e descobrir, brincando, o orgulho de ser pernambucano em todas as idades.  Essa ação convida crianças e famílias a conhecerem mais  desse universo, mergulhando em expressões que fazem parte do nosso cotidiano. Aqui, cada traço e cada cor ajudam a contar a história de um povo criativo, alegre e cheio de imaginação.</p>
<p>Baixe <a title="aqui" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-1-1.pdf" target="_blank">aqui</a>, <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-2.pdf">aqui</a> e<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/bobbie-cults-compactado-páginas-3.pdf"> aqui</a> todas as ilustrações para imprimir e colorir do seu jeito.</p>
<p><strong>Caretas de Triunfo</strong><br />
Em Triunfo, Serão do Pajeú, vivem os Caretas, figuras grandiosas que desfilam pelas ladeiras da cidade com suas máscaras e roupas coloridas. A gente sabe que eles estão chegando porque de longe se escuta os chocalhos pendurados nas tabuletas que usam como cinto e dos relhos, nome dado aos chicotes. Tradição única no Estado, os Caretas de Triunfo existem há mais de 100 anos. Em 1917 um home foi excluído de uma festa de Reisado porque tinha bebido demais. Irritado com a situação, ele colocou uma máscara e saiu pelas ruas fazendo barulho e sem ser reconhecido. A moda pegou e outras pessoas começaram a se vestir de forma extravagante saindo pela cidade de forma anônima, criando grupos e transformando ao longo dos anos um fato que poderia ter sido isolado em uma das maiores tradições culturais do Carnaval de Pernambuco.</p>
<p><strong>Lia de Itamaracá</strong><br />
Na Ilha de Itamaracá, Lia canta e o mar responde. Seu nome verdadeiro é Maria Madalena Correia do Nascimento, mas o mundo a conhece como Lia, uma artista cirandeira que fez da beira da praia um palco e da ciranda um símbolo da cultura pernambucana. Desde os anos 1960, sua voz único ecoa entre o som das ondas e o batuque dos tambores, convidando todos a darem as mãos e girarem juntos. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2005, Lia de Itamaracá viaja o Brasil e o mundo, sendo uma embaixadora da cultura popular pernambucana. Dona de uma força ancestral, ela já atua há mais de seis décadas na música e transformou a ciranda em símbolo da identidade pernambucana, levando sua arte dos terreiros de areia à cena internacional, sem nunca deixar de ser filha da ilha e guardiã de sua cultura.</p>
<p><strong>Cinema São Luiz</strong><br />
Inaugurado em 1952, o Cinema São Luiz é um dos maiores ícones arquitetônicos e culturais do Recife. Localizado no coração da cidade, às margens do Rio Capibaribe, é um dos equipamento culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe. O Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, elerepresenta um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p><strong>Luiz Gonzaga</strong><br />
Do sertão de Exu para o mundo, Luiz Gonzaga levou o som da sanfona e o coração do Nordeste. De chapéu de couro e sorriso aberto, cantou o amor, a seca, o baião e a vida do povo sertanejo com uma verdade que atravessa gerações e continua influenciando todos nós até hoje, mais de 30 anos após sua morte. Conhecido como Mestre Lua e Rei do Baião, Gonzaga fez o Brasil dançar ao som de “Asa Branca”, &#8220;O Xote Das Meninas&#8221; e &#8220;Numa Sala de Reboco&#8221;, só para citar algumas de suas músicas mais mais conhecidas Ele foi, e continua sendo, umas das mais poderosas vozes do Nordeste e mostrou que nossa Região é resistência, poesia e música.</p>
<p><strong>A La Ursa</strong><br />
&#8220;A La ursa quer dinheiro, quem não dá é pirangueiro&#8221;. Quem nunca ouviu essa musiquinha, sendo cantada por crianças e adultos fantasiados de ursos? Personagem brincalhão que sai às ruas do Recife e Região Metropolitana na época do Carnaval, a La Ursa é um dos símbolos da cultura pernambucana. A tradição vem das antigas, com origem nas folias de reis, da cultura cigana e nas festas populares do interior. Fantasiado com roupa peluda e máscara de urso, o personagem mistura medo e riso. No meio da multidão, a La Ursa é o lembrete de que o Carnaval de Pernambuco é, acima de tudo, invenção e liberdade.</p>
<p><strong>Caboclo de Lança</strong><br />
Brilho, força e ancestralidade. O Caboclo de Lança é um dos personagens mais marcantes do Maracatu Rural. Com sua lança adornada de fitas, a gola colorida e o rosto coberto por uma máscara, ele desfila com imponência, guardando os segredos e a mística de sua tradição nascida no início do século 20 na Zona da Mata de Pernambuco, entre os trabalhadores das plantações de cana-de-açúcar. Cada passo é ritual, cada gesto tem peso e beleza. O som dos metais e o canto do mestres abrem caminho para esses guerreiros do campo, que dançam e enfrentam o cansaço com o mesmo orgulho de quem carrega séculos de história e resistência. Muito presentes na época do Carnaval, os Caboclos de Lança são um dos maiores símbolos culturais do Estado.</p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong><br />
A Torre Malakoff é um importante monumento localizado no Bairro do Recife. Ele foi construído no século 19 (com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus) para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São cinco salas de exposição, além de espaços educativas e administrativos. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. A Torre Malakoff é um monumento tombado e um dos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco através da Fundarpe.</p>
<p><strong>Caiporas de Pesqueira</strong><br />
Os Caiporas de Pesqueira também são uma manifestação cultural popular do carnaval. Brincalhões e dançantes, eles são conhecidos por andarem vestidos de paletós coloridos, cabeças grandes feitas com estopa e um visual divertido e misterioso, que brinca com as proporções do corpo. Fazendo alusão às caiporas, figuras indígenas protetoras das matas, esse personagem nasceu nos anos 1960 em Pesqueira, na entrada do Sertão pernambucano, se tornou um símbolo de irreverência e resistência cultural no agreste do estado.</p>
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		<title>Maracatu Feminino Coração Nazareno promove aulas-espetáculo em escolas públicas de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 13:43:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<description><![CDATA[O Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, primeiro e único grupo formado exclusivamente por mulheres, promove entre esta terça (26/08) e quinta-feira (28) uma rodada de aulas-espetáculo na Mata Norte, Agreste e Sertão de Pernambuco. Intitulado “A Resistência Feminina no Maracatu Rural”, o projeto será desenvolvido de forma integrada com estudantes de quatro escolas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119923" aria-labelledby="figcaption_attachment_119923" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Maracatu Feminino Coração Nazareno/Divulgaçã</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-25-at-10.40.21.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119923" alt="Foto: Maracatu Feminino Coração Nazareno/Divulgaçã" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-25-at-10.40.21-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Feminino Coração Nazareno</p></div>
<p>O Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, primeiro e único grupo formado exclusivamente por mulheres, promove entre esta terça (26/08) e quinta-feira (28) uma rodada de aulas-espetáculo na Mata Norte, Agreste e Sertão de Pernambuco. Intitulado “A Resistência Feminina no Maracatu Rural”, o projeto será desenvolvido de forma integrada com estudantes de quatro escolas da Rede Estadual de Ensino. O projeto é uma realização da Usina Produções, em parceria com o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno, com incentivo do Governo do Estado através do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>Ao longo da programação, os alunos terão contato com a história e os bastidores dessa importante manifestação cultural pernambucana por meio de abordagens teóricas e práticas. As aulas serão conduzidas pela Mestra do Apito, Mestra Cabocla, pelo Terno (conjunto de músicos de sopro e percussão) e pelas brincantes, entre elas as tradicionais caboclas de lança.</p>
<p>Como encerramento, haverá um grande arrastão com a participação dos estudantes, que poderão brincar, dançar e interagir diretamente com o grupo. Fundado e idealizado em 8 de março de 2004, Dia Internacional da Mulher, pela Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (AMUNAM), o Maracatu Coração Nazareno celebra nesta turnê 21 anos de resistência, lutas e conquistas.</p>
<p>“Circular com esse projeto em diferentes regiões do Estado e dentro de escolas públicas é fomentar a formação de novas plateias e fortalecer a ideia de que a igualdade de gênero pode e deve acontecer também dentro das manifestações culturais. Esse grupo é um grande exemplo disso, ao mostrar que o Maracatu de Baque Solto também é das mulheres”, destaca Clébio Marques, coordenador-geral e Diretor da Usina Produções.</p>
<p>Como contrapartida social, no dia 1º de setembro, o projeto promove uma apresentação especial na UPE – Campus Mata Norte, à noite, com arrecadação de alimentos destinados à AMUNAM. Todas as atividades terão acessibilidade comunicacional garantida com intérpretes de Libras, conforme a demanda de cada localidade.</p>
<p><strong>A manifestação cultural</strong></p>
<p>O Maracatu de Baque Solto, também chamado de Maracatu Rural, é uma das expressões mais marcantes do Carnaval pernambucano. Tendo o Caboclo de Lança como figura central, reúne música, dança e performances coreográficas ligadas ao ciclo canavieiro da Zona da Mata Norte e às regiões sob sua influência cultural. Durante as apresentações, o(a) Mestre(a) do Apito conduz loas em marchas, sambas e galopes, acompanhado pelo Terno (orquestra de sopro e percussão), enquanto caboclos, baianas e arreiamás exibem suas manobras no terreiro.</p>
<p>Em reconhecimento à sua riqueza estética e força simbólica, o Maracatu de Baque Solto foi registrado, em dezembro de 2014, como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O título reafirma sua importância na preservação da identidade cultural pernambucana e brasileira.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Terça-feira (26/08/2025) – 10h30</strong></p>
<p>Nazaré da Mata (Mata Norte) &#8211; Escola Dom Carlos Coelho</p>
<p><strong>Terça-feira (26/08/2025) – 16h30</strong></p>
<p>Lagoa do Carro (Mata Norte) &#8211; EREM Dr. Francisco Siqueira Carneiro da Cunha</p>
<p><strong>Quarta-feira (27/08/2025) – 10h30</strong></p>
<p>Caruaru (Agreste Central) &#8211; EREM Professor Mário Sette</p>
<p><strong>Quinta-feira (28/08/2025) &#8211; 10h30</strong></p>
<p>Arcoverde (Sertão do Moxotó) &#8211; EREM Carlos Rios</p>
<p><strong>Segunda-feira (01/09/2025) – 19h30</strong></p>
<p>Apresentação Especial – contrapartida social</p>
<p>Nazaré da Mata &#8211; UPE Campus Mata Norte</p>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País celebra manifestações afro-brasileiras em noite dedicada às culturas populares e ao samba</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2025 19:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119913" aria-labelledby="figcaption_attachment_119913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119913" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p><strong>Na palma da mão e no gingado dos pés</strong> – Neste sábado (23), em Gravatá, o palco Pernambuco Meu País celebrou as manifestações afro-brasileiras ao dedicar sua programação às culturas populares e ao samba. Com shows do Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires, a noite foi marcada por ritmos tradicionais, fazendo o público do Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar cair na dança e cantar junto.</p>
<p>Abrindo os caminhos do segundo dia de atividades no coração do festival, diretamente de Recife, o Afoxé Omim Sabá encantou os espectadores ao trazer a cultura afro-religiosa ao palco, ecoando os sons dos agbês, atabaques, agogôs e mais. Com um figurino em tons de azul, verde, branco e prata, em referência à Iemanjá, o grupo apresentou faixas que trabalham temas como a ancestralidade, as lendas dos Orixás e a luta do povo negro por igualdade.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País se torna um marco de valorização da cultura popular e coloca o nosso Estado à frente de todo o processo de luta contra a discriminação racial e a intolerância religiosa”, destacou o babalorixá Marcos Silva, fundador do afoxé, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, hasteando a bandeira “Pernambuco Nação Percussiva”, do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba, além de reverenciar grandes nomes, como Solano Trindade, Aurinha do Coco, Conceição dos Prazeres, matriarca da sua família, e Naná Vasconcelos, um dos homenageados na edição 2024 do festival.</p>
<p>“Nós vivemos uma noite de celebração à diversidade cultural. Acredito e sinto o palco Pernambuco Meu País como um espaço do ineditismo, onde as surpresas acontecem, revelando um futuro ancestral de novas possibilidades. Por isso, vida longa!”, desejou Lucas dos Prazeres, em entrevista à imprensa.</p>
<div id="attachment_119914" aria-labelledby="figcaption_attachment_119914" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119914" alt="Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Do Morro da Conceição, no Recife, Lucas dos Prazeres emocionou ao incorporar no seu show diferentes manifestações da cultura popular local. Com grande orquestra – também montada com agbês, atabaques, percussão e metais – e um corpo de canto e baile único, a apresentação convidou todo mundo para entrar na roda em um passeio em ritmos como o ijexá, coco, maracatu e o samba</p></div>
<p>No meio da noite, a virada do pandeiro se deu com o show da intérprete, compositora e percussionista pernambucana, Gerlane Lops, representando a influência e força do samba em Pernambuco. Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco.</p>
<p>Em sequência ritmada, foi a vez do cantor e compositor Diogo Nogueira abrilhantar a noite. Homenageando grandes artistas do ritmo, como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Alcione e seu próprio pai, João Nogueira, o artista carioca emocionou e chamou o público para cantar junto. No setlist, faixas de sucesso nacional, como “Andanças”, “Será Que É Amor”, “Meu Lugar”, “Maneiras”, “Não Deixe o Samba Morrer” e mais. Destaque para demais canções em versão de samba, como “Sangrando”, de Gonzaguinha, e a homenagem a Pernambuco, ao entoar “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho.</p>
<div id="attachment_119915" aria-labelledby="figcaption_attachment_119915" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119915" alt="Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com um repertório recheado de clássicos, como “Conselho”, de Almir Guineto, e autorais, a apresentação de Gerlane Lops encantou por diversos momentos de coro do público e por trazer passistas ao palco</p></div>
<p><em><strong>Em entrevista ao Cultura PE</strong></em>, o sambista destacou a importância da cultura comunitária, popular e ancestral – pilares que atravessam sua trajetória e se conectam diretamente com os valores do festival, como a valorização, a imersão e o resgate das diferentes manifestações culturais.</p>
<p>“Reverenciar os ancestrais é de uma importância imensa. Acredito que, se eu estou aqui, é porque os ancestrais construíram toda uma história para estarmos aqui. Então, para mim, a força ancestral é o que faz a diferença para a gente ter o povo cantando, feliz, curtindo todo o nosso trabalho e tudo aquilo que a gente faz. A importância é gigantesca, maior de todas!”, destacou.</p>
<p>Questionado sobre a sua relação com Pernambuco – que inclui a sua participação no Festival Pernambuco Meu País na edição 2024, em Pesqueira –, Diogo foi enfático: “Pernambuco é um país maravilhoso, multicultural! Um lugar mais lindo de se ver, estar presente. Eu amo Pernambuco e espero voltar todo ano!”, finalizou, com emoção.</p>
<p>Encerrando com chave de ouro, o show de Alexandre Pires foi um verdadeiro espetáculo de celebração ao samba. Logo na abertura, o público entoou em coro a clássica “Domingo”. Na sequência, o repertório passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim.</p>
<div id="attachment_119916" aria-labelledby="figcaption_attachment_119916" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119916" alt="Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-24-at-13.35.33-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Pires trouxe um repertório que passeou por grandes sucessos da carreira solo e da época do Só Pra Contrariar (SPC), com hits como “Essa Tal Liberdade”, “Tá Por Fora” e “Quando É Amor”, fazendo a plateia cantar do início ao fim</p></div>
<p>Alexandre também apresentou o projeto Pagonejo Bão, que mistura o samba com influências sertanejas. A apresentação contou com uma formação afiada, incluindo três backing vocals que, além de cantar, dançavam em sintonia com o cantor – destaque também para as trocas de figurino que acompanharam cada bloco musical. O ponto alto da noite foi a participação especial de Gerlane Lops, que voltou ao palco para cantar “Não Deixe o Samba Morrer”, em uma emocionante homenagem a Alcione, finalizando a noite em reverência ao samba e às suas grandes vozes.</p>
<p>Neste domingo (24), terceiro e último dia de programação do palco Pernambuco Meu País, sobem ao palco a Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini e Marcelo Falcão, além do DJ 440 com o Som na Rural nos intervalos. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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