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	<title>Portal Cultura PE &#187; marcela lins</title>
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		<title>Projeto Museus Domiciliares promove lançamento de websérie e livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:37:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116293" aria-labelledby="figcaption_attachment_116293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúcia Padilha/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116293" alt="Lúcia Padilha/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Cavalo Marinho, no município de Glória do Goitá</p></div>
<p>Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre os espaços e suas coleções, e ocorre a distribuição gratuita do livro com os resultados da investigação. O público também pode conhecer mais sobre o processo e as experiências da iniciativa em uma conversa com a equipe.</p>
<p>O projeto Museus Domiciliares tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2023 e 2024, a partir de uma vasta pesquisa bibliográfica e de campo, com uma série de entrevistas realizadas, o projeto nasceu do desejo de entender mais sobre esses espaços pouco ou não reconhecidos por uma ideia convencional de museu. A investigação, conduzida pelos pesquisadores Bruna Rafaella Ferrer, Guilherme Benzaquen e Marcela Lins, conceituou os museus domiciliares como locais dedicados à construção e organização de acervos, que são residências de seus fundadores/gestores e têm uma vocação aberta ao público, de partilha de memória, e com a hospitalidade e o diálogo como práticas fundamentais.</p>
<p>Esses parâmetros, no entanto, não desconsideram a heterogeneidade de cada iniciativa, acolhendo e ressaltando também suas particularidades. O projeto mapeou oito museus domiciliares, por meio de entrevistas e filmagens, da Zona da Mata Norte ao Sertão de Pernambuco: CSA Yvy Porã (Paudalho); Marco Zero (Carpina); Biblioteca José Ayres dos Prazeres (Vitória de Santo Antão); Museu Ivo Lopes e Riso da Terra (Arcoverde); Zé Bezerra (Buíque), Museu do Cavalo Marinho Tira-Teima de Zé de Bibi (Glória do Goitá); e Casa de Seu Chagas (Ilha do Massangano, em Petrolina).</p>
<p>“Alguns dos espaços já estão no processo de incorporação da noção de museu para suas práticas, em diálogo com a museologia, enquanto outros não, porque não abraçam essa definição, por acharem que se trata de uma ideia mais específica, tradicional, histórica, de guardar coisas antigas. Também se busca disputar essa ideia mais tradicional de museu, pensar como essas práticas de musealização, construção de memória, podem ser diversas. Essa é uma contribuição interessante da pesquisa: auxiliar no processo de valorização de práticas que são muito importantes em seus âmbitos locais e conseguem se transformar em centros de diálogo e disseminação”, pontua Guilherme Benzaquen.</p>
<p>A equipe do projeto considera que a pesquisa irá contribuir de forma significativa para revelar e difundir os museus domiciliares como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento acerca das manifestações e memória da cultura popular do Estado. As visitas aos museus domiciliares revelaram um aspecto fundamental que une essas iniciativas: a fusão entre práticas cotidianas e o compromisso com a memória e a cultura. Seja na preservação de sementes crioulas no CSA Yvy Porã (Casa das Sementes Temity Jara) e Riso da Terra; na celebração do coco no Museu Ivo Lopes; ou na curadoria de objetos históricos no Marco Zero, esses espaços não apenas guardam acervos, mas também operam como locais vivos de produção cultural em que histórias individuais e coletivas estão em constante diálogo.</p>
<p>“Fomos em busca de espaços fora dos grandes centros urbanos e observamos que são práticas de vida nesses territórios, com diferentes maneiras de organizar, produzir, manter coleções e uma mediação, um contato com o público. Um modo de partilha que borra um pouco as fronteiras entre público e privado. Procuramos observar o que há em comum com a prática museal tradicional, mas o projeto parte do que diferencia. A intenção não é, a partir desse estudo, definir ou classificar essas casas como museus domiciliares. Queremos mais questionar e refletir sobre um conceito eurocêntrico na concepção de museu vigente”, aponta Bruna Rafaella Ferrer.</p>
<p>Nesse processo as coleções encontradas revelam as inúmeras possibilidades dos museus domiciliares: passam não só por objetos pessoais e/ou sagrados, fotografias, obras de arte, itens que estão nas famílias por gerações, pela dança, música, como também, no caso das sementes, pela ecologia – cujo prefixo vem do grego <em>oikos</em>, que significa casa ou lugar onde se vive.</p>
<p>“São espaços que fazem pensar outras formas de se elaborar uma expografia, uma curadoria, uma mediação. Acho que esses espaços trazem uma força e uma riqueza para o debate da museologia por nos apresentar outras soluções nessas três grandes frentes. Esse movimento de conceber outras formas de museu não é uma novidade; está muito bem sedimentado na própria museologia, mas acho que o grande trunfo desse projeto é trazer esse olhar a partir desses espaços que também são casas. É uma ideia diferente da casa-museu (ou museu-casa), como as de Rui Barbosa ou Getúlio Vargas, por exemplo, que não são mais residências. Nós temos olhado para esses espaços que têm a hospitalidade como traço definidor”, reforça Marcela Lins.</p>
<p>O projeto resultou em uma websérie de oito episódios, com foco em cada um dos museus domiciliares, e um livro – em formato impresso e digital – com as entrevistas e o processo da pesquisa, no intuito de difundir essas iniciativas como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento. Tanto a websérie qaunto a publicação (digital) estão disponíveis nas redes sociais do projeto (YouTube e Instagram). O projeto conta ainda com a participação de Leonardo Lacca na direção de fotografia, Isabela Stampanoni na edição dos vídeos e Lúcia Padilha na coordenação de produção.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do projeto Museus Domiciliares, com websérie e livro –</strong> <em>quarta-feira (26), às 15h, no Memorial da Democracia de Pernambuco (Sítio Trindade – Estrada do Arraial, nº 3.259, Casa Amarela, Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Fórum de Mulheres de Pernambuco lança a publicação &#8220;Imagens de Luta&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 16:56:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fruto da pesquisa Rastros e Levantes em Pernambuco, projeto realizado com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Fórum de Mulheres de Pernambuco lança, no próximo dia 10 de maço (sexta-feira), às 18h, a publicação FMPE: IMAGENS DE LUTA, composta de um livreto, 22 cartões-postais e um cartaz, que, juntos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/02-8-de-Março-Recife-1991.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-99314 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/02-8-de-Março-Recife-1991-607x430.png" width="607" height="430" /></a></p>
<p dir="ltr">Fruto da pesquisa <em>Rastros e Levantes em Pernambuco</em>, projeto realizado com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Fórum de Mulheres de Pernambuco lança, no próximo dia 10 de maço (sexta-feira), às 18h, a publicação <em>FMPE: IMAGENS DE LUTA</em>, composta de um livreto, 22 cartões-postais e um cartaz, que, juntos, contam a história dos levantes em Pernambuco sob a perspectiva do movimento das mulheres ao longo das três décadas. O lançamento será na sede da ONG SOS Corpo, localizada no bairro da Madalena (Recife).</p>
<p>De autoria de Marcela Lins e Guilherme Benzaquen, a pesquisa teve como inspiração as noções de “levante” concebida por Georges Didi-Huberman e de “rastro” formulada por Walter Benjamin. Fisgada por estas ideias, a dupla de pesquisadores buscou inicialmente “vestígios de resistências na história local” em acervos maiores, como do Museu da Cidade do Recife e a Fundação Joaquim Nabuco. A imersão no arquivo do Fórum de Mulheres de Pernambuco foi feita pelo desejo de dialogar com os movimentos sociais e para se aproximar dos seus processos memorialísticos.</p>
<p>Para editar a história de um movimento tão atuante em 22 registros, Marcela Lins e Guilherme Benzaquen contaram com a parceria da Comissão de Memória do FMPE, coautores da pesquisa iconográfica e editorial, e a orientação da pesquisadora Fabiana Bruce. O grupo elegeu, como prioridade, representar as mulheres em coletividade, participando de manifestações públicas reivindicatórias e em atividades de organização e formação.</p>
<p>“Foi uma decisão coletiva que o conjunto disposto aparecesse na forma de cartões-postais, correspondências que, por dispensarem o uso de envelope, têm fácil circulação e deixam visível seu conteúdo. O caráter sucinto dessa modalidade de carta ao mesmo tempo que simplifica, remete a uma realidade mais complexa”, destaca a equipe de pesquisadores no texto Rastros e Levantes no Acervo do FMPE, que compõe o livreto, junto com o texto Memórias em Imagens, do FMPE. “A publicação é parte de um esforço memorialístico contínuo do FMPE. Ao longo de nossas conversas, ficou evidente que o rememorar é um ato político e afetivo que constitui o movimento”, destacam.</p>
<p>A seleção dos postais foi feita coletivamente a partir de uma oficina de memória realizada pelo FMPE em 2022, que teve como objetivo pinçar as imagens que melhor representam a trajetória do movimento. “Aqui, a proposta é que a forma da correspondência funcione como um convite à difusão e exploração da história do FMPE, pois, quando distribuídas, as imagens fazem circular os desejos, os levantes e as vidas dessas mulheres em luta”.</p>
<p>A publicação<em> FMPE: IMAGENS DE LUTA</em> foi impressa na Companhia Editora de Pernambuco &#8211; CEPE com tiragem de 200 exemplares. O material será distribuído gratuitamente. Além do público interessado, a distribuição será feita para movimentos sociais e instituições públicas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da publicação <em>Fórum de Mulheres de Pernambuco &#8211; Imagens de Luta</em><br />
Quando: 10 de março de 2023 (sexta-feira), às 18h<br />
Local: Sede do SOS Corpo (R. Real da Torre, 593 – Madalena – Recife/PE)</p>
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		<title>Pesquisa sobre fotografia, cidade e memória encerra-se com oficina e debate gratuitos</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 17:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto de pesquisa em fotografia Recife, memória inventada encerra-se agora em novembro, com a realização de uma oficina de criação fotográfica e a apresentação de um debate, ambos gratuitos. Idealizada por Marcela Lins e Guilherme Benzaquen e orientada por Ana Lira, a pesquisa teve incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80083" aria-labelledby="figcaption_attachment_80083" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Divulgação-Lins-e-Benzaquen.jpg"><img class="size-medium wp-image-80083" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Divulgação-Lins-e-Benzaquen-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa investiga espaços na cidade que se transformaram em farmácias </p></div>
<p>O projeto de pesquisa em fotografia<em> Recife, memória inventada</em> encerra-se agora em novembro, com a realização de uma oficina de criação fotográfica e a apresentação de um debate, ambos gratuitos. Idealizada por Marcela Lins e Guilherme Benzaquen e orientada por Ana Lira, a pesquisa teve incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e se debruçou sobre questões concernentes à cidade, ao patrimônio e à memória. Por mais de um ano, a equipe buscou refletir sobre a constituição de uma memória coletiva a partir das rápidas transformações do espaço construído. Neste processo, as inúmeras e frequentes farmácias foram compreendidas como imagens-síntese de uma paisagem em mudança.</p>
<p>Como culminância do projeto, a equipe realizará um debate aberto, intitulado <em>A imagem e as políticas de apagamento na cidade</em>, dia <strong>25 de novembro (quarta-feira)</strong>, às 19h, na página de YouTube da pesquisa. Na conversa, os pesquisadores e a orientadora apresentarão as questões que conduziram o <em>Recife, memória inventada</em>, como as políticas de apagamento e as desigualdades constituintes da paisagem a partir da perspectiva da produção de imagem. Além disso, a equipe lançará uma publicação gratuita, derivada do processo.</p>
<p>Outra ação que está prevista é a realização de uma oficina gratuita intitulada<em> Cidade e memória: oficina de criação</em>, que acontece de <strong>28 de novembro a 5 de dezembro</strong>. Ofertada de modo remoto, a ação visa fornecer ferramentas e repertórios visuais para a criação fotográfica a partir das questões urbanas. Durante oito dias, os participantes serão incentivados à produção de narrativas fotográficas em um ambiente de trocas. A oficina será realizada na plataforma Google Classroom, para os momentos assíncronos, e no aplicativo Zoom, para momentos síncronos. Todas as ações &#8211; debate e oficina &#8211; contarão com recursos de acessibilidade para a comunidade de surdos e ensurdecidos. As inscrições seguem até dia<strong> 20 de novembro</strong>.</p>
<p>Marcela Lins e Guilherme Benzaquen são uma dupla de artistas que vive e trabalha em Recife. Marcela é artista e mestre em Comunicação pela UFPE. Guilherme é artista e doutor em sociologia pela UFPE. Ambos tem desenvolvido projetos artísticos conjuntamente nos últimos anos, participando de exposições coletivas e individuais. Suas pesquisas têm debatido temas relativos à história e à memória. Atualmente também desenvolvem o projeto de residência Jogo da Memória, sobre processos de resistência na Zona da Mata pernambucana no final da década de 1970, pela Fundação Joaquim Nabuco.</p>
<p>Ana Lira é artista visual, fotógrafa, curadora, radio host, escritora e editora baseada em Recife. É especialista em teoria e crítica de cultura, observa a (in)visibilidade como forma de poder e dedica atenção à dinâmicas envolvendo sensibilidades cotidianas. Sua prática é baseada em processos coletivos e parcerias, tendo trabalhado com eles por mais de duas décadas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p>Debate <em>A imagem e as políticas de apagamento na cidade</em>, com Marcela Lins, Guilherme Benzaquen e Ana Lira + lançamento de publicação<br />
Quando: 25 de novembro de 2020, às 19h<br />
Onde: <strong><a href="http://www.instagram.com/memoriainventada">www.instagram.com/memoriainventada</a></strong></p>
<p><em>Cidade e memória: oficina de criação fotográfica</em>, com Marcela Lins e Guilherme Benzaquen<br />
Quando: 28 de novembro até 5 de dezembro de 2020<br />
Inscrições até 20 de novembro de 2020<br />
Formulário para inscrição: <strong><a href="https://forms.gle/4XRzP33Z53AKzXbQ9">forms.gle/4XRzP33Z53AKzXbQ9</a></strong></p>
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		<title>Site &#8220;Recife, memória inventada&#8221; investiga transformações da cidade</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 13:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no ar o blog e uma página no Instagram do Recife, Memória Inventada, um projeto de pesquisa em fotografia autoral, realizado por Marcela Lins e Guilherme Benzaquen, sob orientação de Ana Lira. Os artistas têm se centrado em questões relativas à construção da memória coletiva da cidade e à ideia de patrimônio, a partir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73643" aria-labelledby="figcaption_attachment_73643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcela Lins/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/IMG_Marcela-Lins.jpg"><img class="size-medium wp-image-73643" alt="Marcela Lins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/IMG_Marcela-Lins-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a pesquisa, os fotógrafos Marcela Lins e Guilherme Benzaquen têm realizado um ensaio fotográfico das farmácias locais e, a partir delas, buscam retratar o caráter efêmero destas lojas e, por outro lado, a perenidade de suas ruínas</p></div>
<p>Está no ar o blog e uma página no Instagram do <a href="https://recifememoriainventada.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Recife, Memória Inventada</strong></a>, um projeto de pesquisa em fotografia autoral, realizado por Marcela Lins e Guilherme Benzaquen, sob orientação de Ana Lira. Os artistas têm se centrado em questões relativas à construção da memória coletiva da cidade e à ideia de patrimônio, a partir da investigação de uma determinada estrutura arquitetônica: as numerosas farmácias que têm tomado conta de boa parte do território da cidade – sobretudo nos bairros de maior renda. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Durante a pesquisa, a dupla tem realizado um ensaio fotográfico das farmácias locais. Nele, buscam retratar o caráter efêmero destas lojas e, por outro lado, a perenidade de suas ruínas. Utilizando técnicas diversas, os artistas têm se deslocado na busca do registro de uma cidade em transformação. Além disso, também faz parte do processo uma pesquisa nos acervos iconográficos locais, com o intuito de tomar como referência as fotografias de farmácias e boticas do começo do século XX.</p>
<p>O processo da pesquisa pode ser conferido no blog e página de Instagram, onde são divulgadas algumas das imagens realizadas, referências artísticas e reflexões a partir dos acervos e das discussões que vêm realizando. O projeto prevê ainda a realização de um debate e uma oficina gratuita para compartilhamento de questões relacionadas à memória, à cidade, ao patrimônio e à imagem, com data ainda a ser divulgada.</p>
<p><strong>Sobre os artistas</strong><br />
A dupla trabalha junta há três anos, durante os quais já desenvolveu algumas obras e projetos de pesquisa e participaram de exposições individuais e coletivas. Vivem e trabalham em Recife (PE). Marcela Lins é comunicadora social e desenvolve pesquisas sobre cidade e subjetividade. Guilherme Benzaquen é sociólogo e suas pesquisas se centram principalmente em questões relacionadas à crítica do existente.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Recife, memória inventada</strong><br />
Blog: <a href="https://recifememoriainventada.wordpress.com/" target="_blank"><strong>www.recifememoriainventada.wordpress.com</strong></a><br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/memoriainventada/" target="_blank"><strong>@memoriainventada</strong></a></p>
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