<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; marcelo silveira</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/marcelo-silveira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 13:32:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Projeto &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221; circula por três comunidades do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-prazer-arte-contemporanea-circula-por-tres-comunidades-do-recife/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-prazer-arte-contemporanea-circula-por-tres-comunidades-do-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 14:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília Teimosa]]></category>
		<category><![CDATA[bruno faria]]></category>
		<category><![CDATA[Entra Apulso]]></category>
		<category><![CDATA[Kilian Glasner]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Pilar]]></category>
		<category><![CDATA[Prazer Arte Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=76053</guid>
		<description><![CDATA[Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221;, que começa nesta terça-feira (10), com o primeiro de uma série inédita de 12 encontros com 45 moradores das comunidades do Entra Apulso, Brasília Teimosa e Pilar, com os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76061" aria-labelledby="figcaption_attachment_76061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/marcelo-silveira.jpg"><img class="size-medium wp-image-76061" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/marcelo-silveira-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Marcelo Silveira é um dos convidados da programação do projeto</p></div>
<p>Trocas e relações estreitas entre adolescentes e artistas pernambucanos consagrados, para um mergulho no mundo da arte. Esta é a proposta central do &#8220;Prazer, Arte Contemporânea&#8221;, que começa nesta terça-feira (10), com o primeiro de uma série inédita de 12 encontros com 45 moradores das comunidades do Entra Apulso, Brasília Teimosa e Pilar, com os artistas pernambucanos Bruno Faria, Kilian Glasner, Marcelo Silveira e arte-educadores do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam). O projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é realizado pela Proa Cultural e apoiado pelo Instituto Memaker, pelo Instituto JCPM de Compromisso Social e pelo Centro Escola Mangue.</p>
<p>Durante os encontros, os adolescentes serão apresentados aos conceitos e territórios da arte, em visitas ao Mamam, à Galeria Amparo 60 e à Galeria Garrido, por meio de conversas sobre portfólios de artistas locais e em vivências de cocriação em suas comunidades.<em> “A ideia é utilizar a arte tanto como ferramenta de desmitificação do que vem a ser a Arte Contemporânea, como instrumento de aproximação territorial, já que temos comunidades as mais diversas no Recife. São várias cidades em uma só”</em>, explica Maria Chaves, sócia-diretora da Proa Cultural, idealizadora do projeto.</p>
<p>Como culminância, será montada na Galeria Amparo 60, uma exposição aberta ao público dos resultados gerados a partir das práticas artísticas, seja uma performance, uma instalação, um ensaio fotográfico ou outro tipo de obra. Isso deve acontecer em junho e, até lá, todas as atividades serão mediadas pelos arte-educadores do Mamam. <em>“Esta parceria é muito importante para o museu porque contribui com a sua missão de formação, divulgação e fruição da produção artística contemporânea de Pernambuco. Muitas vezes essa produção é restrita a certos ambientes, então devemos levá-la até onde outros públicos estão”</em>, pontua Rebeka Monita, gerente de programação e projetos do Mamam.</p>
<p>Os participantes, com idade entre 10 e 17 anos, representam a faixa etária de maior vulnerabilidade na realidade das comunidades em questão. Eles foram selecionados por meio de parcerias com duas entidades: o Centro Escola Mangue &#8211; instalada em Brasília Teimosa e liderada por Lu do Mangue, valoriza o saber ancestral das comunidades ribeirinhas, trabalhando protagonismo, sustentabilidade e cidadania &#8211; e o Instituto Memaker &#8211; idealizador do projeto social homônimo, com metodologia inovadora que une Robótica e Expressão Criativa. Para Monica Bouqvar, coordenadora do Memaker,<em> “a oportunidade de levar os jovens a um museu, muitos deles pela primeira vez, mostrá-los o processo criativo do artista e fazê-los cocriar junto é de uma riqueza sem fim”</em>. Além dos selecionados, jovens surdos das comunidades citadas estão sendo convidados a participar com a mediação e articulação da COMacessibilidade Comunicacional.</p>
<p><strong>Rompendo Fronteiras</strong><br />
As comunidades de Brasília Teimosa, Pilar e Entrapulso são marcadas por uma intensa luta de moradores em defesa de seus anseios, conseguindo resistir em uma área de grande especulação imobiliária. Nesse projeto, a arte contemporânea também pretende ajudar a enxergar o território, e a relação dos indivíduos com ele, em várias camadas: física, conceitual, social e econômica. Tudo isso por meio de diálogos e práticas criativas.</p>
<p><strong>Riqueza das Trocas</strong><br />
No mundo da arte, vive-se um momento importante de reflexões e revisão de conceitos por parte das instituições e do meio artístico, totalmente pertinente à dinamicidade e complexidade do tecido cultural. Prazer, Arte Contemporânea tenta seguir esta tendência por meio da inversão de espaços, deslocamento de papéis, diversificação de cenários e reinvenção dos processos. Nesse sentido, a seleção dos artistas foi balizada pelas suas práticas artísticas envolvendo “o outro”, pela característica da generosidade, e pelas experiências com diferentes suportes, linguagens, pedagogias, metodologias, personagens e lugares. Segundo os realizadores, esses componentes devem garantir a qualidade das trocas com os adolescentes e ampliarão a capacidade de vivenciar uma percepção do outro e de si, uma vez que tudo passará pelo contato pessoal e resultará em uma produção coletiva.</p>
<p>Segundo Marcelo Silveira,<em> “vai ser muito especial me apresentar como artista para um grupo, que, ao mesmo tempo, está se apresentando enquanto futuros apreciadores, produtores e pensadores do mundo arte. Essa relação de encontros e acesso ao pensamento do outro é um grande laboratório que trará muitas descobertas, trabalhará a dúvida e tratará o que está fora da caixa, pois é isso que faz a Arte Contemporânea”</em>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-prazer-arte-contemporanea-circula-por-tres-comunidades-do-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marcelo Silveira inaugura a exposição &#8220;Compacto com Pacto&#8221; em Triunfo e Floresta</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/marcelo-silveira-inaugura-a-exposicao-compacto-com-pacto-em-triunfo-e-floresta/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/marcelo-silveira-inaugura-a-exposicao-compacto-com-pacto-em-triunfo-e-floresta/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 17:22:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Compacto com Pacto]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=69081</guid>
		<description><![CDATA[Não é de hoje que o artista Marcelo Silveira se preocupa em estabelecer diálogos. Em 2017, ele participou de uma residência em Belo Jardim, no Agreste do Estado, durante dois meses, e uma das atividades era receber semanalmente moradores da cidade em torno da mesa para um jantar. Um ano antes, em 2016, apresentava a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69101" aria-labelledby="figcaption_attachment_69101" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bernardo Teshima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/marcelo-silveira-foto-Bernardo-Teshima.jpg"><img class="size-medium wp-image-69101 " alt="Bernardo Teshima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/marcelo-silveira-foto-Bernardo-Teshima-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Silveira fará vernissage nas duas cidades</p></div>
<p>Não é de hoje que o artista Marcelo Silveira se preocupa em estabelecer diálogos. Em 2017, ele participou de uma residência em Belo Jardim, no Agreste do Estado, durante dois meses, e uma das atividades era receber semanalmente moradores da cidade em torno da mesa para um jantar. Um ano antes, em 2016, apresentava a mostra &#8220;Compacto com Pacto&#8221;, na Galeria Amparo 60, no Recife, na qual trazia obras de diversas fases de sua carreira postas em contato com trabalhos de outros artistas convidados. Agora, Marcelo se propôs a dialogar com duas cidades sertanejas e seus universos.</p>
<p>Como fica claro no nome da mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, a proposta é criar pactos, com + pactos.<em> “Enquanto na mostra do Recife, eu colocava minhas próprias obras em diálogo, além de ampliar esse debate relacionando-as com trabalhos de outros artistas, propunha uma conversa entre os agentes do mundo da arte, as duas exposições de agora foram adaptadas, a essência ainda é a conversa, mas agora elas têm como interlocutores as pessoas desses lugares”</em>, explica o artista.</p>
<p>A primeira parada acontece em Triunfo, a cerca de 400 km do Recife, no dia 14 de junho (sexta-feira). Em visita preliminar a cidade, o artista teve contato com alguns elementos que fazem parte do imaginário local. Chamou-lhe a atenção a produção de relhos (espécie de chicotes em couro), realizada há anos por Seu Quadrado que, mesmo cego, tem perpetuado a tradição. Para essa conversa, Silveira buscou uma obra antiga que havia sido produzida por ele com chicotes, há cerca de 10 anos, intitulada de Compêndio de Doutrina. Essa conversa vai ser exposta na sala da base do teleférico da cidade administrada pelo Sesc.</p>
<p>Na sede da galeria que a instituição mantém na cidade, vão ser mostradas as obras que dão título à exposição, que foram produzidas a partir de fragmentos encontrados de cadeiras, quando emaranhadas, fixadas por uma tira de tecido ao teto, elas se movimentam pela movimentação dos visitantes na sala expositiva. Lá também estarão as propostas de troca do artista com a tradição carnavalesca da cidade, os caretas – figuras satíricas que andam mascarados durante o carnaval. Os adornos utilizados nas cabeças e suas tabuletas (placas em que são escritas frases satíricas como as típicas de para-choques de caminhão) vão compor a mostra. <em>“Ao estabelecer essa conversa com essas pessoas estamos falando de arte, de criação, de processo criativo. Tudo isso é muito interessante”</em>, pontua o artista.</p>
<p>A comida também será novamente utilizada pelo artista como ponto de partida para o início de uma troca, afinal é na mesa que muitas conversas acontecem, ou, pelo menos, deveriam acontecer. O arroz vermelho, típico da região, mas muito pouco usado no restante do estado, surge como elemento central. Olhando para a sua história, o plantio desse tipo de arroz era bastante comum na região, mas com a chegada do arroz branco, ele perdeu espaço, chegando, inclusive, a ter seu cultivo proibido. <em>“Todos os pacotes de arroz vermelho que encontrei não tinham a procedência de origem. Tinham tudo, até código de barra, mas não havia registro de onde eles teriam sido produzidos. Por que será? Vamos tentar refletir sobre isso juntando pessoas da região em torno de uma mesa”</em>, explica o artista.</p>
<p>Marcelo Silveira também retomará, tanto em Triunfo como em Floresta, a intervenção sonora &#8220;Tudo Certo&#8221;, produzida durante a residência artística desenvolvida em Belo Jardim. Trata-se de um trabalho sonoro formado pela reprodução ininterrupta de um disco de vinil com gravação de dezenas de vozes de membros do coral da cidade agrestina, em diferentes timbres e entonações, a expressão &#8220;tudo certo&#8221;. Uma escola em cada uma das cidades sertanejas será palco de uma nova experiência para o projeto.</p>
<p>Além do desenvolvimento de Tudo Certo, em Floresta, que fica a 433 km do Recife e 128 km de Triunfo, &#8220;Compacto com Pacto&#8221; será inaugurada no dia 20 (quinta-feira), seis dias após a abertura na cidade vizinha, ficando, ambas em cartaz, concomitantemente. A mostra conta com o apoio da Galeria Casa Pedra Branca, fundada pelo arquiteto Fred Goyanna, que vai receber mais um recorte da série Compacto com pacto, entre outros trabalhos de Silveira.</p>
<p>O diálogo proposto pela mostra será com dois artistas e criadores locais, a pernambucana, natural de Floresta e radicada durante muitos anos em São Paulo: Conceição Cahu, falecida há oito anos. À frente de seu tempo, Conceição desenvolveu um consistente trabalho como chargista e ilustradora durante a década de 1970, se envolvendo em causas feministas e políticas durante o período da ditadura militar. <em>“Apesar de seu trabalho amplamente reconhecido, ela é muito pouco conhecida e falada em Pernambuco. Através dessa mostra, que propõe diálogos e trocas, me interessa muito fazer com que pessoas, trabalhos e nuances pouco vistos possam ser reconhecidos”</em>, diz Silveira. A rede de diálogos se expande e também inclui uma performance do agitador cultural, também natural da cidade, Vavá Schön -Paulino.<em> “Acreditamos que dessa forma vamos conseguir mostrar Floresta de uma maneira diferente”</em>, completa Silveira.</p>
<p>Assim como em Triunfo, um elemento da gastronomia da região foi escolhido para entrar na roda. Ao chegar à cidade na fase de prospecção Marcelo Silveira e sua equipe perceberam, entre as características da cidade, a grande consciência de patrimônio histórico, com o casario sendo conservado, mesmo sem qualquer imposição legal, e a grande quantidade de pés de tamarindo espalhadas pelas ruas. Logo, o fruto foi escolhido como esse elemento gastronômico a representar a cidade. Diferentemente da cidade vizinha, onde será promovido um encontro em torno do arroz vermelho, em Floresta o tamarindo vai entrar enquanto imagem na exposição.</p>
<p>Segundo a curadora, Joana D´Arc, os trabalhos em exposição trazem características marcantes do trabalho de Silveira, que utiliza, habitualmente, coisas e objetos esquecidos, técnicas e procedimentos obsoletos, na construção de sua poética, colocando diversas camadas de tempo em diálogo. <em>“Nossa ideia é que esses pactos que criamos sejam refeitos ao longo do tempo, reposicionando algumas obras, vamos gerar novas conversas, novos ruídos, nossa ideia é brincar com essa ressignificação”</em>.</p>
<p>Para o artista, além de colocar suas obras para conversarem com as duas cidades e seus elementos culturais, ele também está colocando as duas cidades para dialogar entre si, fazendo uma espécie de pacto, de troca, no momento em que ambas vão manter a exposição em cartaz concomitantemente e que gerarão interessantes reflexões.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição &#8220;Compacto com Pacto&#8221;, de Marcelo Silveira<br />
Curadoria: Joana D´Arc<br />
Abertura: Triunfo, 14 de junho de 2019. Floresta, 20 de junho de 2019. Às 19h30<br />
Encerramento: 3 de agosto, em ambas as cidades.</p>
<p>Galeria de Arte &#8211; Triunfo<br />
Praça Dr. Artur Viana Ribeiro, 59, Alto da Boa Vista, Triunfo – PE<br />
Horário aberto ao público: de segunda-feira a sábado, das 8h às 12h e das 13h às 21h<br />
Telefone: (87) 3846-1341<br />
Endereço: R. Antônio Henrique da Silva, s/n &#8211; São Cristóvão, Triunfo &#8211; PE, 56870-000<br />
Telefone: (87) 3846-2800</p>
<p>Floresta &#8211; Casa Pedra Branca<br />
Endereço: Praça Antônio Ferraz, 141 – Centro / Floresta – PE / CEP 56400-000<br />
Instagram: @casapedrabranca</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/marcelo-silveira-inaugura-a-exposicao-compacto-com-pacto-em-triunfo-e-floresta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição de artes visuais &#8220;Caleidoscópio&#8221; chega ao Museu do Trem</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-de-artes-visuais-caleidoscopio-chega-ao-museu-do-trem/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-de-artes-visuais-caleidoscopio-chega-ao-museu-do-trem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 16:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Santiago]]></category>
		<category><![CDATA[Gil Vicente]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo silveira]]></category>
		<category><![CDATA[museu do trem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=61296</guid>
		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria  O Museu do Trem, no Recife, será ocupado a partir deste sábado, 9 de junho, pela exposição Caleidoscópio, que convida o público a conhecer melhor as produções de três artistas pernambucanos que representam diferentes gerações das artes visuais no Estado. Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira despontaram no universo artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61298" aria-labelledby="figcaption_attachment_61298" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4513.jpg"><img class="size-medium wp-image-61298" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4513-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra de artes visuais gratuita fica em cartaz até 29 de julho</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria </em></p>
<p>O Museu do Trem, no Recife, será ocupado a partir deste sábado, 9 de junho, pela exposição <strong>Caleidoscópio</strong>, que convida o público a conhecer melhor as produções de três artistas pernambucanos que representam diferentes gerações das artes visuais no Estado. Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira despontaram no universo artístico em momentos distintos, trabalham com diferentes poéticas, mas conversam entre si. A mostra, que já passou por Petrolina e Garanhuns, tem curadoria de Joana D´Arc Lima e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A visitação é gratuita e pode ser feita até o dia 29 de julho.</p>
<p>Os três artistas guardam entre eles uma conversa, uma proximidade e uma cumplicidade notadamente revelada nessa exposição pelo ato de produzir imagens com base no gesto de criação lúdico e experimental. Em suas trajetórias e experiências de formação, as biografias desses criadores se entrelaçam na dinâmica do campo artístico em Pernambuco, convivem juntos, estabelecem proximidades e distancias, similitudes e diferenças, se tocam em muitos fazeres das artes visuais contemporânea e da história da arte brasileira.</p>
<p>Frequentaram os mesmos espaços de formação da cidade do Recife em épocas diferenciadas, expuseram juntos, ocuparam os espaços de exibição, enfim, habitam o mesmo território. Todos os três, à sua maneira, produziram em alguns dos seus trabalhos invenções lúdicas e maneiras de brincar com os materiais, com formas, espaços e com os participantes, o que a curadora chamou de poética lúdica.</p>
<div id="attachment_61299" aria-labelledby="figcaption_attachment_61299" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4533.jpg"><img class="size-medium wp-image-61299" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/MG_4533-607x338.jpg" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição já circulou por Petrolina e Garanhuns</p></div>
<p>Nessa esteira interpretativa consideramos que o brincar tem uma analogia direta com as imagens produzidas pelo caleidoscópio. &#8220;As múltiplas visões, possibilitadas pela transformação contínua de combinações e encontros de formas, cores e composições, numa rede de relações harmônicas, se assemelham à forma de encarar a vida sob a perspectiva das possibilidades, da sensibilidade, da criação, da invenção e reinvenção do mundo. A ideia de caleidoscópio, como brinquedo de adulto e criança ao mesmo tempo, com suas infinitas combinações, cai bem com a ideia de conhecimento, como algo plural (que também contêm o singular) dos diversos pontos de vista de uma mesma realidade. Brincar – por que não dizer? – é uma forma mais bela de se ver o mundo!”, explica Joana D´Arc.</p>
<p>O mote para a exposição foi a potencialidade do caleidoscópio, que forma imagens virtuais à medida que o objeto é manipulado manualmente. Trata-se de um instrumento óptico que serve para criar efeitos visuais simétricos com o auxílio de um conjunto de espelhos e vidros coloridos. “Imagens fragmentadas, fraturadas, irreais, obtidas por meio da manipulação do outro e ou do gesto dos artistas interessam estar presentes nessa exposição. Juntar, justapor, manipular, inventar, enganar o olhar, construir um fractal – estrutura geométrica complexa cujas propriedades, em geral, repetem-se em qualquer escala – são gestos que resultam em trabalhos que estarão presentes na exposição”, detalha a curadora.</p>
<p>O artista Daniel Santiago criou o seu próprio caleidoscópio (uma escultura de madeira com espelhos, 120 x 50 cm). A obra é um objeto interativo que o público poderá manusear produzindo uma sorte de imagens. Um vídeo apresenta ao público um experimento de Daniel, que colocou uma câmara fotográfica dentro do caleidoscópio e transformou-a no seu personagem central, na sua Câmera Atriz, como foi batizada a obra. Gil Vicente vai expor a série de desenhos recentes Espelho Meu, a série Cartemas (que se inspira em Aloísio Magalhães e traz a ideia do duplo) e uma coleção de pequenos objetos escultóricos. Marcelo Silveira acompanha os colegas e também propõe um trabalho que aposta na variação das imagens, algo que está no cerne do conceito de Caleidoscópio, porém perturbando o espaço físico da mostra. Ele apresenta uma obra inédita composta de 18 portas que se entrelaçam e formam um grande círculo, formando um espaço que só pode ser alcançado pelo olhar que sorrateiramente espreita por meio de brechas. Novamente aqui a força do olhar e do movimento do corpo são colocados em movimento na busca de ver o que não se pode alcançar com os pés.</p>
<div id="attachment_61301" aria-labelledby="figcaption_attachment_61301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/caleidoscopioo.jpg"><img class="size-medium wp-image-61301" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/caleidoscopioo-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação de Marcelo Silveira captura os movimentos dos visitantes</p></div>
<p>Também Marcelo Silveira construirá uma&#8221; espécie de caleidoscópio&#8221; dentro do espaço expositivo. Uma grande parede espelhada será composta por ele, numa tentativa de transformar o espaço físico que abrigará a mostra num grande caleido que captura os movimentos dos visitantes e os demais trabalhos dos artistas presentes. Uma pequena instalação com placas de acrílico (quase um penetrável) será instalada no espaço, provocando sempre o olhar e o movimento do corpo. O formato final dessa montagem é sempre uma surpresa, pois a exposição Caleidoscópio tira partido do espaço físico. Certamente o resultado será diferente das montagens feitas em Petrolina e em Garanhuns.</p>
<p>“As múltiplas visões, possibilitadas pela transformação contínua de combinações e encontros de formas, cores e composições, numa rede de relações harmônicas, se assemelham à forma de encarar a vida sob a perspectiva das possibilidades, da sensibilidade, da criação, da invenção e reinvenção do mundo”, pondera Joana D´Arc. Etimologicamente, a palavra caleidoscópio se originou a partir da junção dos termos gregos kallós (“belo”, “bonito”); eidos (“imagem”); e skopeo (“olhar para”, “observar”). Assim, o significado original da palavra grega seria “ver belas imagens”.</p>
<p>A partir dessas referências, a proposta da mostra é reunir processos criativos e poéticas de três artistas para sobrepô-las em suas identidades comuns e nas suas diferenças. Segundo a curadora, as ideias de sobreposições de poéticas, o fazer junto, a cooperação, o fundir-se, o associar-se e o separar-se serão operados enquanto movimentos de criações coletivas. “Todas essas dimensões que permitem as invenções coletivas e as visibilidades individuais serão ampliadas para o público visitante, que será entendido como participador das obras construídas ampliando, por meio de seu toque e gesto, sentidos de cada um dos trabalhos expostos. Um jogo entre artista, participador, funcionários. Achamos que a arte, em seu horizonte maior, serve para aproximar, juntar, sobrepor, separar e abrir conversas. Por isso Caleidoscópio nos parece importante no contexto atual da contemporaneidade”, detalha Joana D&#8217; Arc.</p>
<p><strong>Caleidoscópio – Daniel Santiago, Gil Vicente e Marcelo Silveira</strong><br />
Curadoria: Joana D´Arc Lima<br />
Vernissage: 9 de junho de 2018, das 10h às 13h<br />
Visitação: 11 de junho a 29 de julho de 2018<br />
Museu do Trem: Rua Floriano Peixoto, s/n, São José<br />
Horário: Terça a sexta, das 9h às 17h, sábados das 10h às 17h, e domingo das 10h às 14h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-de-artes-visuais-caleidoscopio-chega-ao-museu-do-trem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição e livro &#8220;Ouvi Dizer&#8221; estuda a relação entre população de Gravatá e patrimônio público</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-e-livro-ouvi-dizer-estuda-a-relacao-entre-populacao-de-gravata-e-patrimonio-publico/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-e-livro-ouvi-dizer-estuda-a-relacao-entre-populacao-de-gravata-e-patrimonio-publico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 17:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alto do Cruzeiro de Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Huggins]]></category>
		<category><![CDATA[Escada Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Nomes]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvi Dizer]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>
		<category><![CDATA[Você se lembra da Escada da Felicidade?]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=59997</guid>
		<description><![CDATA[Construída em 1953 sob a justificativa de facilitar o acesso da população ao mirante do Alto do Cruzeiro, em Gravatá, a Escada da Felicidade sempre foi objeto de curiosidade para o artista Marcelo Silveira. Não só pela relação ambígua da população com o monumento, como também pelo seu processo de construção e as consequências causadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59998" aria-labelledby="figcaption_attachment_59998" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248498856f76f8d23bddea803bac0e8459034c53.jpg"><img class="size-full wp-image-59998" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248498856f76f8d23bddea803bac0e8459034c53.jpg" width="640" height="459" /></a><p class="wp-caption-text">A Escada da Felicidade, em Alto do Cruzeiro, é tema do livro e exposição &#8220;Ouvi Dizer&#8221;</p></div>
<p>Construída em 1953 sob a justificativa de facilitar o acesso da população ao mirante do Alto do Cruzeiro, em Gravatá, a Escada da Felicidade sempre foi objeto de curiosidade para o artista Marcelo Silveira. Não só pela relação ambígua da população com o monumento, como também pelo seu processo de construção e as consequências causadas na região. Fruto de pesquisas sobre a escada desde 2013, nasceram os projetos “Você se lembra da Escada da Felicidade?” e “Nomes”, assinados por Marcelo e Cristina Huggins, que agora são documentados no livro “Ouvi Dizer&#8230;”, que tem apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, e será lançado no dia 2 de maio, às 19h, na Torre Malakoff.</p>
<p>Na ocasião também será aberta uma mostra de mesmo nome, que ficará em cartaz no local até o dia 27 de maio. Será a primeira vez que a instalação, que conta com fotos, será apresentada no Recife. “A exposição seria o esqueleto e a vestimenta seria o livro”, resumiu Cristina sobre a complementaridade das duas expressões que compõem o projeto “Ouvi Dizer&#8230;”. Evidenciando ainda mais a importância da participação popular no trabalho, os livros terão suas capas feitas através de um processo manual de encadernação por um grupo de pessoas da região. A tiragem reduzida e será distribuída para instituições culturais e educacionais.</p>
<div id="attachment_59999" aria-labelledby="figcaption_attachment_59999" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Um-dedo-de-prosa-autores.jpg"><img class="size-full wp-image-59999" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Um-dedo-de-prosa-autores.jpg" width="320" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Cristina Huggins e Marcelo Silveira são os autores do projeto</p></div>
<p>“Nossa intenção maior era mostrar a relação da população com esse patrimônio, porque ora eles dizem que o monumento é deles e ao mesmo tempo não toma iniciativas para que isso continue existindo. É o que acontece com um monumento, ele chama atenção quando é feito, mas depois é esquecido e perde sua função inicial. A escada era um lugar onde se namorava, o morro não era tão ocupado antes. Hoje em dia, as pessoas sobem a escada de moto, as pedras e vegetação que haviam ao redor foram substituídas por muitas construções”, observa Marcelo que, ao lado de Cristina, ouviu 12 moradores da região, sendo 6 pessoas que viveram o auge da escadaria e outras 6 que chegaram no endereço mais recentemente.</p>
<p>Os depoimentos formam um panorama de sentimentos relativos ao monumento contando com relatos de desde quem viveu todo o período da escada e é feliz ao lado dela até quem chegou depois e gostaria de mudar a paisagem. “Isso talvez se dê pelo fato do monumento ter sido absorvido. E aí, por não se sentir parte dele e achar que é de outro, existe essa vontade de se destruir, porque nem todo mundo viveu aquele momento de construção. A gente tenta levantar essa questão, quais são as relações hoje com o que passou? Vamos destruir o que foi feito ou vamos atualizar essa informações? Sem falar que a relação das pessoas na cidade ao longo dessas décadas mudou muito, então, parte do trabalho está muito centrado nesse diálogo que os habitantes têm com a memoria material e imaterial da cidade”, explica Marcelo.</p>
<div id="attachment_60001" aria-labelledby="figcaption_attachment_60001" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1524850417f99687dd719c4e8bc6a39e946c3d9ef7.jpg"><img class="size-full wp-image-60001" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1524850417f99687dd719c4e8bc6a39e946c3d9ef7.jpg" width="640" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O material conta com a documentação de imagens antigas e recentes</p></div>
<p>Um dos aspectos sobre as relações na comunidade é explorado através de “Nomes”, que investiga como a população do local compreende os nomes escritos em cada um dos 365 degraus da Escada da Felicidade. “Me parece que esses nomes eram colocados por ordem de importância, os mais importantes como o do padre e o do prefeito, estavam lá no topo.  Mas nossa questão era: que nomes são esses, que ‘ilustres’ são esses que não frequentam a escada, que não usam a escada?”, pontua Marcelo. A partir disso, a dupla ouviu mais moradores, reuniu fotos antigas e realizou novas fotos do lugar.</p>
<p>A partir do material coletado, eles discutiram como essas informações poderiam chegar ao público e decidiram por uma escultura constituída por caixas de madeira, inspiradas nos relicários. Quando aberta, cada uma das caixas exibe fotos pessoais e documentais, em sépia. Organizadas em conjunto, e observadas de cima, as caixas formam uma espécie de escada.</p>
<div id="attachment_60000" aria-labelledby="figcaption_attachment_60000" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Silveira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248501489f2a957a39420bcc9dece5bf9e3ae86a.jpg"><img class="size-full wp-image-60000" alt="Marcelo Silveira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/15248501489f2a957a39420bcc9dece5bf9e3ae86a.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">A instalação do material simula uma escada</p></div>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</b>Lançamento do livro e abertura da exposição “Ouvi Dizer”, de Marcelo Silveira e Cristina Huggins<br />
Quando: Dia 2 de maio, às 19h<br />
Visitação de 2 a 27 de maio<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal)<br />
Entrada Gratuita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-e-livro-ouvi-dizer-estuda-a-relacao-entre-populacao-de-gravata-e-patrimonio-publico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dezesseis exposições movimentarão a Casa Galeria Galpão durante o FIG</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dezesseis-exposicoes-movimentarao-a-casa-galeria-galpao-durante-o-fig/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/dezesseis-exposicoes-movimentarao-a-casa-galeria-galpao-durante-o-fig/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 22:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[@figmatik]]></category>
		<category><![CDATA[adones valença]]></category>
		<category><![CDATA[ana caroline de lima]]></category>
		<category><![CDATA[andrey salvador]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[augusto alencar]]></category>
		<category><![CDATA[beth da mata]]></category>
		<category><![CDATA[bruno souza]]></category>
		<category><![CDATA[bruno viera]]></category>
		<category><![CDATA[caio lobo]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Galeria Galpão]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Daaniel Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[desfile]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo ex-positivo]]></category>
		<category><![CDATA[exposição a praia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição contato sonoro]]></category>
		<category><![CDATA[exposição contrafluxo]]></category>
		<category><![CDATA[exposição criador de memórias]]></category>
		<category><![CDATA[exposição dê-bô-tê]]></category>
		<category><![CDATA[exposição estampado a cidade]]></category>
		<category><![CDATA[exposição lendas vivas]]></category>
		<category><![CDATA[exposição no sertão dos gerais]]></category>
		<category><![CDATA[exposição olhar]]></category>
		<category><![CDATA[exposição para vender utopias]]></category>
		<category><![CDATA[exposição sensibicidades]]></category>
		<category><![CDATA[exposição seu abílio]]></category>
		<category><![CDATA[exposição sonhadores]]></category>
		<category><![CDATA[exposição tempo grão]]></category>
		<category><![CDATA[exposição vivências: pernambuco - alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[festival de inverno de garanhuns 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[iezu kaeru]]></category>
		<category><![CDATA[Izidorio Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[katarina barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[leandro olivan]]></category>
		<category><![CDATA[luciana ourique]]></category>
		<category><![CDATA[marcela camelo barros]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo silveira]]></category>
		<category><![CDATA[marina feldhues]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[paulo meira]]></category>
		<category><![CDATA[roberto jaffier]]></category>
		<category><![CDATA[rubens costa]]></category>
		<category><![CDATA[zé lucas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=27144</guid>
		<description><![CDATA[Bruno Souza Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27147" aria-labelledby="figcaption_attachment_27147" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-27147" alt="Edmar Melo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Casa-Galeria-Galpao-Foto-Edmar-Melo-Secult-PE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposições, a Casa Galeria Galpão será ocupada com performances e uma roda de diálogo</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Antiga sede do Fórum de Garanhuns, a Casa Galeria Galpão se transforma, durante o Festival de Inverno, em um grande centro das artes neste período do ano. Na programação do espaço deste ano, o público poderá conferir 16 exposições permanentes, que contemplarão artes visuais, fotografia, design e moda, além de uma série de performances e uma roda diálogo sobre arte contemporânea, com os artistas visuais Beth da Mata e Marcelo Silveira, no primeiro dia de funcionamento. A abertura oficial da Casa acontecerá no dia 19/7,  e as atividades vão seguir até o dia 25/7, das 16h às 21h.</p>
<p><strong>Artes Visuais</strong><br />
&#8220;A maioria dos artistas escolhidos para expor na Galeria Galpão foi ranqueada e pontuada pela Comissão de Análise de Mérito &#8211; criada especialmente para o FIG 2015. Convidamos um ou outro participante, como Paulo Meira, para integrar nossas exposições e, dentro da própria Comissão, surgiu a ideia de promover uma atividade de formação com os artistas, que batizamos de <em>Diálogo Ex-Positivo</em>. Esse bate-papo com os artistas Beth da Mata, Marcelo Silveira e o nosso coordenador, Márcio Almeida, tratará sobre temas ligados à arte contemporânea e, prioritariamente, com questões que são primordiais na produção/proposição de um projeto nessa área&#8221;, disse Ellen Meireles, assistente da Coordenadoria de Artes Visuais, sobre a programação.</p>
<p>Nas salas e nos vãos da Casa Galeria Galpão, os visitantes vão poder ver a exposição <em>Sonhadores</em>, de Daaniel Araújo, que apresenta como eixo temático o sonho e a dimensão do sonhador. No espaço, ele irá apresentar uma mostra que trará representação de pessoas adormecidas, em quatro painéis inéditos, e outros elementos que remetem ao ato de sonhar. Além disso, durante o festival, o artista recolherá, através de arquivos de áudio coletados pelo<em> Whatsapp</em>, com os visitantes do FIG, narrativas de histórias sonhadas, que serão reproduzidas durante os dias em que a instalação estiver montada. &#8220;As pessoas podem enviar, desde já, seus sonhos através deste número (81)99814.7335. Como quero que as pessoas partilhem de uma experiência coletiva, esses áudios serão reproduzidos no meio da sala, tal qual fosse uma conversa entre quem mandou o arquivo e quem irá conferir a mostra&#8221;, disse Araújo.</p>
<p>Outro destaque é o intercâmbio que irá acontecer entre os artistas Adones Valença e Paulo Meira, na instalação <em>work in progress</em> <em>Sesibicidades</em>. Iniciada em 2013, o trabalho surgiu a partir de um mapeamento da área central de Garanhuns, e resultou em diversas criações que, através do universo popular, questionam o entendimento do que é arte na contemporaneidade. &#8220;A presença de Paulo Meira, como convidado dessa experimentação artística, visa promover um dialógo entre a obra de cada um deles e também assegurar o conceito work in progress proposto por Adones à curadoria. Eles adoraram a ideia e já estão trocando ideias sobre o que vão exibir por lá&#8221;, adiantou Ellen.</p>
<p>Já os artistas pernambucanos Marcela Camelo, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins e Bruno Vieira irão mostrar, em <em>Para vender Utopias</em>,  um combo de exposição, performances, instalações e intervenções urbanas que, com elementos da rua, promoverão uma ponte a Casa Galeria Galpão e os espaços públicos de Garanhuns. &#8220;Somos um grupo de quatro artistas que, embora tenhamos propostas de trabalhos completamente diferentes, encontram na rua e no comércio, por isso o nome <em>Para vender Utopias</em>, substrato para suas artes. Queremos estabelecer uma conexão entre o que acontece na rua e a Casa Galeria Galpão&#8221;, contou Marcela Camelo.</p>
<p>Entre as performances e intervenções programadas, estão: a do artista Roberto Jaffier, que, no dia da abertura do espaço (dia 19/7, às 19h), irá mostrar um extrato de sua instalação <em>Criador de Memórias</em>, a partir de dispositivos sonoros e projetivos; a intervenção urbana de Leandro Iván Oliván, <em>Contato Sonoro</em>, que acontecerá no entorno da Casa Galeria Galpão (dia 19/7, às 18h30), e estabelecerá a condutividade dos corpos humanos, através de contatos na mesma frequência; e <em>Não estou aqui</em>, do artista garanhunense Clóvis Teodorico (dia 19/7, às 16h), que realizará várias intervenções pelas ruas e principais polos da cidade. Destaca-se ainda a exposição <em>Olhar</em>, do artista Rubens Costa, de Garanhuns, que fará um passeio por diversos momentos de sua trajetória artística.</p>
<p><strong>Design e Moda<br />
</strong>A Casa Galeria Galpão também abrigará cinco exposições de Design e Moda: <em>Lendas Vivas</em>, do artista potiguar Andrey Salvador;<em> Estampado na Cidade</em>, de Thalita Medeiros (Goaiana/PE); <em>ContraFluxo</em>, de Caio Lobo (Garanhuns/PE); <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, de Zé Lucas (Garanhuns/PE); <em>Tempo Grão</em>, de Katarina Barbosa (Garanhuns/PE). &#8220;Assim como em Artes Visuais, grande parte dos nossos trabalhos selecionados para o FIG 2015 foram escolhidos pela Comissão (de Análise de Mérito Cultural). Para dar uma equilibrada entre moda e design, o único artista que convidamos foi o jovem garanhunense Caio Lobo, que apresentará uns móveis conceituais que produz desde muito novo&#8221;, disse Ana Lira, assistente da Coordenadoria de Design e Moda.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27242 aligncenter" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/design-moda-casa-galeria-galpao-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a></p>
<p>&#8220;Essa é a primeira vez que apresento meu trabalho em Pernambuco. E não vou negar que estou bastante ansioso com a receptividade do público. Espero que os visitantes gostem dos <em>looks</em> que criei inspirados nas lendas contadas no Nordeste&#8221;, disse Andrey Salvador, responsável pela mostra <em>Lendas Vivas</em>. Com dez peças, o designer, que é do Rio Grande do Norte, criou uma exposição baseada em vários contos da cultura popular, como Viúva Machado (RN), a Mulher de Branco, o Carro de Boi, a Coruja da Igreja Matriz (presentes e contadas de diferentes formas em vários Estados nordestinos) e a Cobra da Lagoa de Extremoz (RN). &#8220;Usei penas, tecidos leves e fluídos, como algodão e seda, e tecidos mais estruturados, como organza e camurça, para recriar roupas que, embora não sejam tipicamente características dessas regiões, dialogam bem com o imaginário dos espaços onde essas lendas são contadas&#8221;, disse Salvador.</p>
<p>Em <em>DÊ-BÔ-TÊ</em>, do garanhunense Zé Lucas, os visitantes poderão conferir uma mostra que apresenta a maquiagem não só como uma forma de embelezamento, mas também de adorno e expressão artística. A ação conta com fotos e vídeos das maquiagens criadas para o projeto, assim como uma ferramenta na qual o público poderá interagir.</p>
<p>Também de Garanhuns, a designer Katarina Barbosa criou, para <em>Tempo Grão</em>, uma peça que usa a memória como referência. &#8220;Esse look foi criado a partir de um poema da autora pernambucana Cida Pedrosa, <em>Grace</em>, contido no livro <a href="http://www.interpoetica.com/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1368&amp;catid=0" target="_blank"><strong><em>As Filhas de Lilith</em></strong></a>, que retrata a história de quatro gerações de mulheres, através do café. O café é o link, é o canal da memória afetiva, que liga a vida dessas personagens, desde a colheita do grão ao café expresso servido no copo descartável&#8221;, disse sobre o projeto que pretende transformar numa coleção. &#8220;Essa primeira é parte de um projeto que quero criar e lançar em janeiro do ano que vem. Como sou do interior, pretendo criar um vídeo-fashion do processo de criação dessa coleção e, assim, alcançar mais pessoas e oferecer ao trabalho uma perenidade maior&#8221;, adiantou.</p>
<p>Único convidado da área de Design e Moda, o designer Caio Lobo irá mostrar que é possível misturar artes plásticas à criação de móveis, em <em>ContraFluxo</em>. Com 28 anos, o artista de móveis, como prefere ser definido, exibirá suas peças que utilizam materiais e técnicas pouco comuns ao universo do design de produtos, e mostrará que é possível fugir da convencionalidade quando o assunto é design de produtos.</p>
<p>Na exposição/intervenção<em> Estampado da Cidade</em>, a designer goianense Thalita Medeiros propõe uma ação de vivência em que os participantes poderão observar de maneira mais cuidadosa as peculiaridades e o patrimônio material de Garanhuns, através de uma visita guiada por um morador da cidade. Os participantes irão fotografar os aspectos que lhes chamaram atenção, e que podem ser analisados e transformados em moldes para aplicação em diversas superfícies por meio da técnica de estêncil. Por fim, o resultado desses moldes vão formar um painel que será construído para ser exposto na Casa Galeria Galpão.</p>
<p><strong>Fotografia</strong><br />
Na área de fotografia, a Casa Galeria Galpão receberá três mostras e um projeto interativo: <em>No Sertão dos Gerais</em>, da jornalista e fotógrafa paulista Ana Caroline de Lima; <em>Vivências: Pernambuco &#8211; Alagoas</em>, de Luciana Ourique; <em>A Praia</em>, da pernambucana Marina Feldhues; e o <em><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank"><strong>@FIGmatik</strong></a></em>, do recifense Iezu Kaeru.</p>
<div id="attachment_27246" aria-labelledby="figcaption_attachment_27246" class="wp-caption img-width-546 aligncenter" style="width: 546px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Caroline de Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27246" alt="Ana Caroline de Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/sertao-dos-gerais-exposicao-casa-galeria-galpao-546x486.jpg" width="546" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><em>No Sertão dos Gerais</em> retrata a vida dos moradores de seis municípios mineiros</p></div>
<p>Premiado como melhor Ensaio Documental e Melhor Imagem Individual, no 2º Festival Théo Brandão de Fotografias e Filmes, de Alagoas, <em>No Sertão das Gerais</em>, de Ana Caroline de Lima fez um mapeamento imagético dos moradores das regiões Norte e Noroeste de Minas Gerais, a fim de descobrir como eles têm feito para se desvencilhar da seca que tem ultimamente assolado essas áreas. &#8220;Esses moradores viam, nas veredas que haviam nessas regiões, uma garantia de sobrevivência &#8211; caracterizada por solos pantanosos e cercados de vegetação nativa. As veredas costumavam ser conhecidas como as caixas d&#8217;água do Sertão e, hoje, com essa seca, essas áreas estão cada vez mais raras. Os moradores dos municípios de Januária, Urucuia, Bonito de Minas, Arinos e Riachinho e do vilarejo de Ribeirão de Areia, outrora berços de grandes veredas, atualmente têm de andar longas distâncias à procura de água. Quis percorrer esses vilarejos do sertão mineiro para retratar e conhecer personagens que transmitam o espírito sertanejo de resiliência e a forma que eles encontraram para se adaptar à falta d&#8217;água&#8221;, disse Ana Caroline a respeito das 20 imagens que exibirá no FIG.</p>
<p>Pensado especialmente para essa 25ª edição do Festival de Inverno, o projeto interativo <em><strong><a href="https://instagram.com/FIGmatik" target="_blank">@FIGmatik</a></strong></em>, de Iezu Kaeru, revela/apresenta/discute as mudanças pelas quais a fotografia vem passando nesses últimos anos, graças à popularização dos dispositivos móveis, como smartphones e máquinas digitais, e às redes sociais. &#8220;Através do <em>Instagram</em>, rede de compartilhamento de fotos, o <em>FIGmatik</em> irá fotografar as pessoas de um modo criativo, durante o Festival, tanto moradores quanto turistas, utilizando a técnica do retrato. Os muros de Garanhuns servirão como pano de fundo das imagens que serão publicadas diariamente na nossa conta no Instagram. Utilizando um iPhone 6, irei abordar pessoas nas ruas, criar retratos e estabelecer um diálogo explicativo sobre a obra, bem como estimulá-las a compartilhar seus retratos com a <a href="http://www.portugues.com.br/gramatica/para-que-serve-uma-hashtag.html" target="_blank"><em><strong>hastag</strong></em></a> #FIGmatik. A ideia é estimular essa interação entre os moradores de Garanhuns com sua própria cidade, com sua arquitetura, seus habitantes, seus hábitos e, principalmente, sua cultura e identidade&#8221;, afirmou Iezu. Os retratos do projeto serão materializados num catálogo, que será distribuído gratuitamente no dia do encerramento da Casa Galeria Galpão. &#8220;Queremos materializar numa publicação impressa a memória do Festival retratada por vários olhares&#8221;, finalizou o idealizador.</p>
<div id="attachment_27250" aria-labelledby="figcaption_attachment_27250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Feldhues/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4.jpg"><img class="size-medium wp-image-27250" alt="Marina Feldhues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/serie-1-A-praia4-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Doze imagens comporão a exposição <em>A Praia</em>, da recifense Marina Feldhues</p></div>
<p>Propondo-se a fugir do que estamos acostumados a ver sobre imagens do mar e lugares paradisíacos, a fotógrafa pernambucana Marina Feldhues, na inédita <em>A Praia</em>, criou uma série fotográfica tal qual a praia se apresenta em seus sonhos: &#8220;densa, misteriosa, quase outro planeta, outra dimensão&#8221;. &#8220;Como se trata de uma mostra cuja temática tem um cunho bem pessoal, criei uma atmosfera bem onírica, da qual a localização de tomada das fotos não são reveladas, justamente para não passar a ideia de um ensaio fotográfico de uma praia específica e, sim, um ensaio que estabelecesse um conceito de praia do qual estamos desabituados a ver por aí&#8221;, afirmou sobre as 12 imagens que compõem sua mostra.</p>
<div id="attachment_27438" aria-labelledby="figcaption_attachment_27438" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Amanda Pietra/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436.jpg"><img class="size-medium wp-image-27438" alt="Amanda Pietra/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/DSC_0436-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra <em>Seu Abílio</em> revela o dia a dia de um agricultor</p></div>
<p>A fotógrafa Amanda Pietra, de Garanhuns, apresentará a exposição <em>Seu Abílio</em> que mostra a compreensão da força do agricultor que se expressa tão forte nas marcas absorvidas em pele, no decorrer do seu envelhecimento e trabalho árduo. &#8220;A exposição tem como objetivo levar aos olhos do público além de calos, enxadas, seca e fome, o entendimento de que homem tem com seu mundo e realidade, a sobrevivência, com um olhar que só ele compreende, onde seus calos são relatos da consciência de sua sabedoria&#8221;, disse.</p>
<div id="attachment_27252" aria-labelledby="figcaption_attachment_27252" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luciana Ourique/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique.jpg"><img class="size-medium wp-image-27252" alt="Luciana Ourique/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Vivencias-Pernambuco-Alagoas-Luciana-Ourique-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">Inédita em nosso Estado, a mostra Vivências: Pernambucos-Alagoas já foi exibida no Museu da Imagem e do Som (MISA)</p></div>
<p>Por fim, a pernambucana Luciana Ourique exibirá a exposição <em>Vivências: Pernambucos-Alagoas</em>. Contemplada pelo Funcultura, em 2011, as 34 imagens revelam a produção de dez anos da fotógrafa entre as rodovias BR 101 Sul, PE-60, AL 101 e AL-435, estradas que ligam e entrecortam os dois Estados. &#8220;Como a mostra só foi exibida em Alagoas, no Museu da Imagem e do Som, acho de extrema importância trazer de volta essa riqueza cultural e fotográfica para que os pernambucanos também possam desfrutar. As fotografias reúnem personagem das duas unidades federativas e, através da pesquisa e catalogação das diversidades culturais de PE e AL, contribuem para o fortalecimento, conhecimento e preservação e visibilidade de nossas culturas&#8221;, disse Luciana.</p>
<p>O acesso à Casa Galeria Galpão é gratuito. Confira a programação completa do espaço durante o FIG 2015:</p>
<p><strong>ARTES VISUAIS</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Sonhadores</strong><br />
Daaniel Araújo<br />
Exposição Work in progress</p>
<p><strong>Criador de Memórias</strong><br />
Roberto Jaffier<br />
Instalação/Performance</p>
<p><strong>Sensibicidade</strong><br />
Adones Valença e Paulo Meira<br />
Instalação Work in progress</p>
<p><strong>Para Vender Utopias</strong><br />
Marcela Camelo Barros, Izidorio Cavalcanti, Charles Martins, Bruno Vieira<br />
Instalação, Performance, Interação e Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Diálogo Ex-Positivo</strong><br />
Beth da Mata e Marcelo Silveira</p>
<p><strong>Contato Sonoro</strong><br />
Leandro Oliván<br />
Intervenção Urbana</p>
<p><strong>Olhar</strong><br />
Rubens Costa<br />
Exposição de Pinturas</p>
<p><strong>DESIGN &amp; MODA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>Exposição Lendas Vivas</strong><br />
Andrey Salvador (Natal-RN)</p>
<p><strong>Estampado da Cidade</strong><br />
Thalita Medeiros (Goiana-PE)</p>
<p><strong>DÊ-BÔ-TÊ</strong><br />
Zé Lucas (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>TEMPO GRÃO</strong><br />
Katarina Barbosa (Garanhuns-PE)</p>
<p><strong>Contrafluxo</strong><br />
Caio Lobo (Garanhuns-PE)</p>
<p>Centro de Turismo e Lazer SESC Garanhuns<br />
Rua Manoel Clemente, 185 – Santo Antônio</p>
<p>Sexta-feira, 24/7<br />
19h30 – Desfile do estilista Augusto Alencar</p>
<p><strong>FOTOGRAFIA</strong></p>
<p>Casa Galeria Galpão<br />
De 19 a 25 de julho | 16h às 21h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 34</p>
<p><strong>@FIGmatik</strong><br />
Iezu Kaeru</p>
<p><strong>No Sertão dos Gerais</strong><br />
Ana Caroline de Lima</p>
<p><strong>Vivências: Pernambuco – Alagoas</strong><br />
Luciana Ourique</p>
<p><strong>A Praia</strong><br />
Marina Feldhues</p>
<p><strong>Seu Abílio</strong><br />
Amanda Pietra</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/dezesseis-exposicoes-movimentarao-a-casa-galeria-galpao-durante-o-fig/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

