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	<title>Portal Cultura PE &#187; márcio almeida</title>
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		<title>Mostra “Completely Knocked Down” será inaugurada no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 18:53:23 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87924" aria-labelledby="figcaption_attachment_87924" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562.jpg"><img class="size-medium wp-image-87924" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">“Completely Knocked Down” reúne obras de artistas do Recife e de Bremen (Alemanha)</p></div>
<p>O Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães) inaugura, nesta quinta-feira (23), a exposição “Completely Knocked Down”, que conta com obras de cinco artistas recifenses e quatro artistas alemães em uma realização colaborativa. Entre os participantes, estão: Paulo Bruscky, Marcio Almeida, Maria do Carmo Nino, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Silvio Hansen, Tobias Heine, e os idealizadores do projeto Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>Organizada pelo Relicário Produções Culturais, “Completely Knocked Down” tinha planos de ser iniciada em março de 2020, quando todos os artistas estiveram juntos na cidade para a concepção da exposição no MAMAM. Com a chegada da pandemia no Brasil e o início das medidas restritivas, todos os planos foram afetados e não só o cronograma mudou, mas também a forma de realização do projeto.</p>
<p><em>&#8220;Tivemos que mudar muita coisa já que o tempo de 21 dias para montar a exposição e ter essa colaboração entre artistas internacionais foi encurtado para uma semana, quando tivemos que voltar às pressas no último voo do Recife para a Europa&#8221;</em>, conta Francisco Vaz, artista e idealizador do projeto que atualmente mora na Alemanha. Na ocasião, os artistas ficaram sete dias confinados no museu trabalhando conceitos, discutindo as obras e montando toda exposição sem entender o que iria acontecer dali adiante.</p>
<p>O conceito da “Completely Knocked Down” (CKD) consistia em uma realização bilateral, sendo programada para acontecer de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021 no Recife e em setembro de 2022 em Bremen (Alemanha). O título se refere a um termo técnico que define um conjunto de partes completamente desmontadas de um único produto. <em>“A ideia é a de juntar gerações diferentes. Como todos os artistas também são curadores, vamos desconstruir um pouco a estrutura de uma exposição”</em>, explica Francisco Vaz. <em>&#8220;A exposição é uma construção coletiva com obras dos artistas locais e fragmentos de obras dos artistas alemães que vieram em um container da Alemanha&#8221;</em>, complementa ele.</p>
<p>A exposição que vai entrar em cartaz no MAMAM é fruto da colaboração de todos os artistas envolvidos. <em>&#8220;Assumindo a exaustão, começamos a trabalhar pensando em formas de refletir essa situação e construímos um paredão de frases com a estrutura de conversas repartidas de SMS e que não propõem uma narrativa ou leitura dinâmica. Procuramos expor a descomunicação e a quebra de negociações ocasionadas pelo momento que estávamos vivendo&#8221;</em>, revela.</p>
<p>Seguindo o protocolo CKD, as obras foram desmontadas e acondicionadas em caixas que correspondem a um décimo de um contêiner de vinte pés. Nesta curadoria compartilhada, até os objetos que transportaram as obras também fazem parte da exposição. As caixas utilizadas para o deslocamento dentro do contêiner são apresentadas para amplificar ou refutar as nove diferentes posições dos/das artistas, buscando assim, tecer um leque aberto de proposições.</p>
<p>O processo de transporte entre Bremen e Recife tornou-se assim, uma metáfora para a estreita colaboração entre artistas de ambas as cidades, misturando suas propostas individuais em um trabalho de exposição conjunta. Além disso, “Completely Knocked Down” se refere diretamente ao impacto físico de um mundo globalizado e que dentro de processos cada vez mais virtuais, uma coexistência política e artística, acaba por se tornar mais fragmentada.</p>
<p>Nesse intervalo de um ano de pandemia e de reformulação da CKD, o projeto sofreu uma grande perda. O artista plástico e poeta visual Silvio Hansen faleceu depois de lutar contra um câncer. Silvio foi uma das lideranças ativas da Mail Art (Arte Postal), uma prática artística corrente e intensa nas décadas de 70 e 80, antes da propagação da internet como meio de comunicação. <em>“Silvio foi o fio condutor para o projeto no Recife, iniciando nossas primeiras comunicações com o MAMAM e com a nossa produção. Ele oferece aqui uma interpretação onde a troca de postais e seu conteúdo artístico se transformou em uma das bases desta exposição”</em>, lembra Vaz.</p>
<p><strong>Catálogo -</strong> Ao final do período de exposição, será lançado um livro como resultado adicional da colaboração entre os artistas brasileiros e alemães, contendo textos de teóricos da arte de ambos os países. Este nível analítico-artístico é importante para dissecar em detalhe as semelhanças e diferenças das posições dos artistas. Além disso, o livro proporcionará a oportunidade de criação de um conteúdo independente do material exposto.</p>
<p>Além destes textos, o catálogo apresentará fotografias da exposição junto com fotografias do processo de montagem tiradas pela brasileira Roberta Guimarães e da Alemanha, Hannah Wolf. Na Alemanha, a fotógrafa Hannah Wolf registrou a entrada do container no porto e o empacotamento das caixas com as obras. Em Recife, a fotógrafa Roberta Guimarães registrou a chegada das caixas no MAMAM. Esse material será usado também com a documentação do conteúdo apresentado na exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
EXPOSIÇÃO “CKD &#8211; COMPLETELY KNOCKED DOWN”<br />
Artistas participantes: Márcio Almeida, Paulo Bruscky, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Sílvio Hansen (in memorian), Tobias Heine, Rebekka Kronsteiner, Maria do Carmo Nino e Francisco Valença Vaz<br />
Fotógrafas: Hannah Wolf e Roberta Guimarães<br />
Local: MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista – Recife – PE<br />
Início da exposição: de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021<br />
Visitação: terça&#8211;feira a sábado, das 12h às 17h</p>
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		<title>Live: Juliana Notari debate sobre a criação de “Diva” e a relação entre arte e liberdade</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 18:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-14.08.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83312" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-05-at-14.08.27-480x486.jpeg" width="480" height="486" /></a></p>
<p>Poucos assuntos ligados à arte tiveram a força de ocupar a mídia desde 2020, quando o assunto cotidiano são as agruras advindas de uma pandemia que já ceifou tantas vidas. “Diva”, criação da pernambucana Juliana Notari, uma vulva de 33 metros aberta no solo da Usina de Arte, galeria de arte à céu aberto em Água Preta, na Mata Sul de Pernambuco, furou essa barreira e suscitou debates por todo o Brasil e pelo mundo. Essa repercussão, às vezes negativa, às vezes positiva, será o tema da conversa “Diva: Arte e Liberdade”, que será transmitida nesta terça-feira (6), às 19h, no canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>.</p>
<p>Juliana Notari vai conversar com Bruna Pessoa de Queiroz, gestora da Usina da Arte, com mediação de Marcio Almeida, coordenador de Artes Visuais da Secult-PE. A apresentação será feita pela jornalista Michelle Assumpção.</p>
<p><em>“A despeito de toda revolução feminista e de avanços nas ciências, a vulva ainda é um tabu em nossa sociedade. Sua representação em espaços públicos &#8211; geralmente a partir de criações de artistas mulheres &#8211; sempre chocou, provocou ofensas e discussões misóginas e bizarras. ‘Diva’, de Juliana Notari, ainda despertou debates a respeito da exploração e invisibilização da mão-de-obra negra na execução da arte contemporânea”</em>, destaca Michelle Assumpção.</p>
<p>A reflexão sobre a repercussão do trabalho, dentro do contexto das artes plásticas produzidas em Pernambuco, deve nortear o diálogo. <em>“Vamos conversar sobre as polêmicas que aconteceram em torno da obra e ouvir de Juliana Notari sobre o processo de produção da ‘Diva’, que é um trabalho de vinte anos de pesquisa. Também queremos tratar da importância da instalação da Usina de Arte na Zona da Mata Sul de Pernambuco, que estimula um turismo que não surge no centro capital de Pernambuco, mas em um espaço de fronteira entre Pernambuco e Alagoas, com fluxo grande de pessoas dos dois estados”</em>, detalha Marcio Almeida.</p>
<p>Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FN3dcujqnPA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Diva: Arte e Liberdade&#8221;, com Juliana Notari, Bruna Pessoa de Queiroz, Márcio Almeida e Michelle Assumpção<br />
Quando: 6 de abril de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		<title>MAMAM vira ateliê aberto da exposição &#8220;Completely Knocked Down&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 15:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos próximos cinco dias, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) está com as portas abertas para o público enveredar pelos bastidores da arte e conhecer de perto os processos por trás dos conceitos, participando desde a concepção das obras à montagem de uma exposição de arte. Até domingo (8), o museu funcionará como um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75893" aria-labelledby="figcaption_attachment_75893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Completely-Knocked-Down.jpg"><img class="size-medium wp-image-75893" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Completely-Knocked-Down-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Numa espécie de work in progres, a mostra &#8220;Completely Knocked Down &#8211; Recife Bremen&#8221; será construída de maneira coletiva por artistas recifenses e alemães, a partir de peças de artistas locais e fragmentos de objetos trazidos num container</p></div>
<p>Nos próximos cinco dias, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) está com as portas abertas para o público enveredar pelos bastidores da arte e conhecer de perto os processos por trás dos conceitos, participando desde a concepção das obras à montagem de uma exposição de arte. Até domingo (8), o museu funcionará como um atelier aberto para o projeto <em>Completely Knocked Down &#8211; Recife Bremen Connection</em>, que congrega artistas, de Bremen, na Alemanha, e do Recife. Juntos, eles irão construir coletivamente obras de arte a partir de peças de artistas locais e fragmentos de objetos trazidos num <em>container</em>.</p>
<div id="attachment_75894" aria-labelledby="figcaption_attachment_75894" class="wp-caption img-width-592 alignnone" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/artistas-mamam-Rebekka-Kronsteiner-Francisco-Valenca-Vaz-Márcio-Almeida-Paulo-Bruscky.jpg"><img class="size-medium wp-image-75894" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/artistas-mamam-Rebekka-Kronsteiner-Francisco-Valenca-Vaz-Márcio-Almeida-Paulo-Bruscky-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Rebekka Kronsteiner, Francisco Valenca Vaz, Márcio Almeida e Paulo Bruscky são alguns dos artistas que integram a exposição</p></div>
<p>Participarão da mostra ensejada no gerúndio da arte nove grandes nomes da cidade e de outros horizontes artísticos, como Paulo Bruscky, Sílvio Hansen, Márcio Almeida (coordenador de Artes Visuais da Secult-PE/Fundarpe), Christian Haake, Wolfgang Hainke, Tobias Heine, Maria do Carmo Nino e os idealizadores do projeto, Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>A visitação é gratuita e está aberta das 14h às 17h. A abertura oficial da exposição será no dia 18 de março. O MAMAM fica na Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista &#8211; Recife/PE. Mais informações: (81) 3355-6870.</p>
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		<title>Márcio Almeida inaugura a exposição “Nheë Nheë Nheë” no Sesc Santo Amaro</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jul 2019 13:57:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um olhar reflexivo e inquietante sobre as relações de trabalho desde a época de colonização brasileira e o paralelo com o cenário atual. Com um questionamento sobre os novos e velhos modelos de escravidão, o artista pernambucano Márcio Almeida leva para a Galeria de Artes Corbiniano Lins, no Sesc Santo Amaro, a exposição “Nheë Nheë [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69788" aria-labelledby="figcaption_attachment_69788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/exposicao-marcio-almeida-sesc-santo-amaro1.jpg"><img class="size-medium wp-image-69788" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/exposicao-marcio-almeida-sesc-santo-amaro1-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Assinada pelo artista pernambucano Márcio Almeida, a mostra traz quatro instalações</p></div>
<p>Um olhar reflexivo e inquietante sobre as relações de trabalho desde a época de colonização brasileira e o paralelo com o cenário atual. Com um questionamento sobre os novos e velhos modelos de escravidão, o artista pernambucano Márcio Almeida leva para a Galeria de Artes Corbiniano Lins, no Sesc Santo Amaro, a exposição “Nheë Nheë Nheë”, tem início nesta quarta-feira (10/7), às 17h, com acesso gratuito e curadoria de Beano de Borba.</p>
<p><em>“É um paralelo em relação à questão do trabalho ocidental e ócio tropical e tem como base a interferência das religiões e as estratégias que os colonizadores usavam para catequizar os povos indígenas”</em>, define o artista, que, durante residência no Usina de Arte Santa Terezinha, concebeu a exposição. O nome vem do tupi-guarani “Nhe”, que significa “fala”, e se amplia para acompanhar a mudança de significado que teve no decorrer do tempo e que, hoje, define “quem fala muito”.</p>
<p>Serão quatro instalações, e duas delas são inéditas. Uma das novidades é “Nheë Nheë Nheë”, que leva o mesmo nome da mostra, e traz 13 peças criadas com galhos de oliveira, pás e ferro de cova que dão forma a ferramentas de trabalho. Na tarde de abertura, a artista e performer Flávia Pinheiro vai ungir com óleo de urucum as peças de uma ânfora de 1,5 metro quebrada para mostrar a soma de elementos religiosos e versar sobre a disrupção sobre entendimento de trabalho e cultura.</p>
<p>A outra que será apresentada pela primeira vez ao público é “Nosso descanso é carregar pedras”, que utiliza cartões de ponto pintados com aquarela em formato de pedras. As duas demais são “Waiting for work” com uma série de dez fotografias reais retratando o descanso de funcionários após o intervalo do almoço, e “Truck Sistem”, que lança luz sobre a servidão por dívida. Por meio de mais de 30 papeis carbono coletados e grafados, Márcio pretende atentar para uma escravidão que se dá a partir de débitos da classe trabalhadora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição “Nheë Nheë Nheë” &#8211; Márcio Almeida<br />
Quando: de 10 de julho a 28 de setembro<br />
Horário: 9h às 17h<br />
Informações: (81) 3216-1728<br />
Entrada: gratuita<br />
Endereço: Sesc Santo Amaro (Rua 13 de Maio, 455, Santo Amaro)</p>
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		<title>Diversidade e liberdade criativa norteiam a programação de Artes Visuais do FIG 2018</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 17:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto & Archeos]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Flávia Mendonça]]></category>
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		<description><![CDATA[  Seja através dos materiais escolhidos ou até dentro do processo da liberdade criativa, a programação de Artes Visuais do 28º Festival de Inverno de Garanhuns dialoga diretamente com a diversidade de ideias. Este ano, a Galeria Galpão irá reunir, de 21 a 28 de julho, cinco atrações que trazem importantes debates sobre a arte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61967" aria-labelledby="figcaption_attachment_61967" class="wp-caption img-width-564 aligncenter" style="width: 564px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/76ef1e8414d8343040706bd7f478bd55.jpg"><img class="size-full wp-image-61967 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/76ef1e8414d8343040706bd7f478bd55.jpg" width="564" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Performance &#8216;Bombril&#8217;, da artista mineira Priscila Rezende, é uma das atrações do FIG e traz uma reflexão sobre a piada depreciativa feita com os cabelos negros</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong> </strong></em></p>
<p>Seja através dos materiais escolhidos ou até dentro do processo da liberdade criativa, a programação de Artes Visuais do 28º Festival de Inverno de Garanhuns dialoga diretamente com a diversidade de ideias. Este ano, a <strong>Galeria Galpão</strong> irá reunir, de 21 a 28 de julho, cinco atrações que trazem importantes debates sobre a arte contemporânea, através de performances, instalações ou exposições.</p>
<p>De acordo com Márcio Almeida, coordenador de Artes Visuais do Festival,<em> “nos cinco selecionados para a grade artística a gente consegue perceber uma diversidade em relação ao suporte. Seja através do desenho, instalação sonora, peças de cerâmica ou performance, teremos várias possibilidades. Mais uma vez a Galeria Galpão traz reflexões muito pertinentes e atuais para o circuito da arte contemporânea”.</em></p>
<div id="attachment_61971" aria-labelledby="figcaption_attachment_61971" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vaginas-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-61971    " alt="Olga Wanderley/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vaginas-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Ana Flávia Mendonça, para o FIG estão separadas 45 peças de vaginas diferentes</p></div>
<p>Segundo ele, um debate interessante que pode surgir é a partir do suporte escolhido pelos artistas Ana Flávia Mendonça (<strong>Vaginas-Flores</strong>) e Tonfil (<strong>Memorial de mãos sem memória</strong>).<em> “A argila, o barro em si, sofre uma discriminação na arte contemporânea e é bom trazer o debate sobre esse material porque traz uma reflexão sobre a artesania. Este é um preconceito que existe dentro das Artes Visuais, mas que não é discutido, e a ideia é também trazer isso à tona”,</em> reforça Márcio Almeida.</p>
<p>Estudante de Artes Visuais da UFPE, Ana Flávia Mendonça participa da programação do FIG com a sua mostra individual &#8211; que já esteve em exposição durante a 9ª edição do UNICO – Salão Universitário de Arte Contemporânea do SESC. <em>“Em Pernambuco a gente tem esse festival, o UNICO, que é voltado pra produção universitária. No final do ano passado fui uma das premiadas pelo SESC, que levou minha exposição para passar um tempo na unidade de Casa Amarela, no Recife, e depois em Petrolina”,</em> detalha a jovem artista.</p>
<p><em>“Quando expus na mostra do SESC, eu tinha 21 peças. Para o Festival de Inverno, irei levar 45 unidades. Espero ter um dia 100, 200, 500 vaginas. Quem sabe até fechar uma galeria com essa exposição”, </em>sonha alto Ana Flávia, que conta que o projeto nasceu a partir de mulheres admiráveis que tinha por perto.<em> “Seja uma avó ou uma professora, por exemplo, partiu da admiração por mulheres próximas. À medida em que a ideia foi crescendo, começaram a participar pessoas desconhecidas, e foi incrível essa troca. Também teve gente que viu a primeira versão da mostra e quis participar. Com o tempo perdi o controle disso, e passaram a me procurar bastante”,</em> revela.</p>
<div id="attachment_61970" aria-labelledby="figcaption_attachment_61970" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Relatos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-61970 " alt="Olga Wanderley/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Relatos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição conta também com os espelhos utilizados pelas participantes para se olharem, junto aos relatos emocionantes de cada uma</p></div>
<p>Para ela, a proposta da mostra é quebrar o tabu sobre o corpo feminino. <em>“Que a gente possa discutir e falar sobre o assunto, trazer a tona a discussão sobre vaginas. E o retorno do processo de criação das peças foi algo muito interessante porque se revelaram coisas incríveis. A mostra tem um poder grande nas entrelinhas, através dos relatos, da voz feminina que ecoa, seja através dos preconceitos e abusos sofridos, ou através da cura. E o projeto tem também a intenção de engradecer a força da diversidade, exaltar a beleza da diferença. Quando a gente vê uma parede com várias vaginas, diversos detalhes, a força do conjunto passa uma mensagem que cada uma, com sua singularidade, faz parte de um universo muito bonito”,</em> descreve Ana Flávia Mendonça.</p>
<p>Além das 45 peças, que retratam a vagina feminina numa comparação à espécies de flores, a exposição apresenta também os relatos das mulheres participantes. <em>“Quando elas eram convidadas recebiam junto à carta de convite um espelhinho, que era para se olharem e se conhecerem ou reconhecerem. Foi um processo bem mágico. Os relatos de cada mulher estarão pendurados juntos aos espelhos de cada uma. Já as peças são feitas de cerâmica, e para elas utilizei barros e pastas de cores diferentes, na tentativa de encontrar as várias tonalidades do corpo humano &#8211; uns mais claros, intermediários e mais escuros”,</em> pontua a artista.</p>
<p>Outra discussão que merece destaque vem com a performance <strong>Bombril</strong>, da mineira Priscila Rezende. A inserção e presença do indivíduo negro na sociedade brasileira atuam como principais norteadores e questionamentos levantados no trabalho de Priscila, e nesta performance não é diferente. Durante a apresentação e por um período de aproximadamente uma hora, a artista esfrega algumas panelas com seus próprios cabelos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tsfErSKpunc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>No ano passado, Priscila Rezende esteve na mostra coletiva <strong>Negros Indícios</strong>, na Caixa Cultural SP, com curadoria de Roberto Conduru. <em>&#8220;Em janeiro e fevereiro deste ano participei de uma residência artística em Londres que fez parte de uma parceria entre o Sesc de São Paulo e uma universidade de artes da capital inglesa. Fui sozinha e passei quase um mês pesquisando o processo escravagista realizado pela Inglaterra, que enriqueceu bastante com a produção de açúcar em diversas regiões. Fui, por exemplo, em Liverpool conhecer de perto o Museu da Escravidão Internacional. Agora eu estou em Nova York finalizando um intercâmbio na Art Omi, centro de artes local, onde participei de uma pesquisa junto a outros 30 artistas do mundo inteiro&#8221;,</em> cita ela.</p>
<p>A artista, nascida em 1985, conta também que nunca esteve em Pernambuco.<em> &#8221;É a primeira vez e fico feliz pela oportunidade de levar meu trabalho a esse Festival. É muito bom poder circular pelos vários lugares possíveis, porque uma coisa é o espectador ver através de vídeos e fotos a performance, outra é ele ver acontecer. É outra percepção”,</em> fala com empolgação a artista.</p>
<div id="attachment_61972" aria-labelledby="figcaption_attachment_61972" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Bombril2_PriscilaRezende.jpg"><img class="size-medium wp-image-61972" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Bombril2_PriscilaRezende-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Por um período de aproximadamente uma hora, a artista esfrega algumas panelas com seus próprios cabelos para criar a imagem da piada feita em relação ao cabelo negro</p></div>
<p><em>“Vejo meu trabalho como uma possibilidade de mudança, de fazer as pessoas perceberem como somos de verdade. Perceber que quem tem privilégios é realmente livre. Os que estão à margem não gozam dessa liberdade, e ai nem falo apenas dos negros, incluo também homossexuais, trans, pessoas que não são totalmente libertas quando frequentam lugares”,</em> opina.</p>
<p>Sobre a performance <strong>Bombril</strong>, que será realizada às 19h do dia 28 de julho, na Praça da Palavra, Priscila reflete que busca também provocar uma reflexão sobre esse lugar da piada estética que as pessoas fazem de forma depreciativa com o cabelo negro. <em>“Eu quero tornar visível essa imagem que a piada remete, que as pessoas vejam, entendam o que é isso, e logo em seguida não quero ficar ali. Vou sair daquele lugar”,</em> afirma.</p>
<div id="attachment_61969" aria-labelledby="figcaption_attachment_61969" class="wp-caption img-width-568 aligncenter" style="width: 568px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Memorial-de-Mãos-Sem-Memórias.jpg"><img class="size-full wp-image-61969 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Memorial-de-Mãos-Sem-Memórias.jpg" width="568" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Memorial de mãos sem memória, de Tonfil, que apresenta 100 mãos de cerâmica em estilo hiper-realista</p></div>
<p>Além da exposição e da performance, outras três atrações integram a programação do FIG. Uma delas é <strong>Agosto &amp; Archeos</strong>, de Thelmo Cristovam, uma instalação sonora que terá duas obras desenvolvidas a partir de princípios e modelos matemáticos (Agosto) e biológicos (Archeos) e em aspectos de bioacústica &#8211; ou seja, a transmissão de informação através da produção de som.</p>
<div id="attachment_61968" aria-labelledby="figcaption_attachment_61968" class="wp-caption img-width-320 aligncenter" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Meditação.jpg"><img class="size-full wp-image-61968 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Meditação.jpg" width="315" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Meditação&#8217;, de França Bonzion, é segunda exposição do artista e é uma série de desenhos em caneta esferográfica e Kraft</p></div>
<p>Duas exposições completam a programação na Galeria Galpão. Uma delas é a já citada <strong>Memorial de mãos sem memória</strong>, de Tonfil, que apresenta 100 mãos de cerâmica em estilo hiper-realista; e <strong>Meditação</strong>, de França Bonzion, segunda exposição do artista que é uma série de desenhos em caneta esferográfica e Kraft. A obra escoa temas relevantes da contemporaneidade como violência, repressão sexual e a pressão das instituições.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DE ARTES VISUAIS DO 28º FIG</strong></p>
<p><em>Galeria Galpão</em><br />
De 21 a 28 de julho | 16h às 22h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 120<br />
EXPOSIÇÕES:<br />
De 21 a 28 de julho | 16h às 22h</p>
<p><strong>Agosto &amp; Archeos</strong><br />
Thelmo Cristovam<br />
Instalação sonora imersiva composta por duas obras desenvolvidas e construídas com base em princípios e modelos matemáticos (Agosto) &amp; matemáticos biológicos (Archeos) e em aspectos de bioacústica.</p>
<p><strong>Memorial de mãos sem memória</strong><br />
Tonfil<br />
100 mãos de cerâmica em estilo hiper-realista estarão dispostas no chão, como se brotassem, trazendo suas memórias da terra onde trabalharam e onde foram enterradas aludindo àqueles que não tiveram direito a imprimir suas próprias memórias pessoais na construção da vida em sociedade no nordeste do Brasil.</p>
<p><strong>Meditação</strong><br />
França Bonzion<br />
Segunda exposição do artista, uma série de desenhos em caneta esferográfica e Kraft são o canal por onde escoam espontaneamente sentimentos, tensões e sonhos sobre temas relevantes de nossa contemporaneidade como: violência, repressão sexual e a pressão das instituições.</p>
<p><strong>Vaginas-Flores</strong><br />
Ana Flávia Mendonça<br />
Partindo da semelhança estética entre a estrutura de uma vagina humana e a de uma orquídea da espécie Cattleya, a artista a partir de relatos de 45 mulheres desenvolveu o projeto que além de ressaltar a beleza dessa repetição estética da natureza, exalta a força da diversidade, assimetrias e peculiaridades da anatomia feminina.</p>
<p><strong>PERFORMANCE:</strong><br />
Sábado, 28/7 (Praça da Palavra)</p>
<p><strong>&#8220;Bombril”</strong><br />
Priscila Rezende;<br />
Além de uma conhecida marca de produtos para limpeza e de uso doméstico, faz parte de uma extensa lista de apelidos pejorativos para se referir à uma característica do indivíduo negro, o cabelo. Em “Bombril” o corpo da artista se apropria da posição pejorativa a ele atribuída, transformando-se em imagem de confronto à fala discriminatória, presente no discurso de nossa sociedade.</p>
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		<title>Duas exposições abrem temporada 2017 no MAMAM</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 21:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Mamam]]></category>
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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria Sala de Jogar e outros Campos Minados, do artista visual Márcio Almeida, e Onde estão as minhas Obras, de Bruno Faria, inauguram em alta a temporada 2017 de exposições no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM. A partir desta quinta-feira (19), as duas mostras poderão ser conferidas pelo público. Com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria</em></p>
<p><strong>Sala de Jogar e outros Campos Minados,</strong> do artista visual Márcio Almeida, e <strong>Onde estão as minhas Obras</strong>, de Bruno Faria, inauguram em alta a temporada 2017 de exposições no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM. A partir desta quinta-feira (19), as duas mostras poderão ser conferidas pelo público.</p>
<p style="text-align: left;">Com &#8220;Sala de Jogar e Outros Campos Minados”, Márcio celebra 30 anos de trabalho, apresentando um recorte dos últimos anos de sua intensa produção artística. Os trabalhos foram desenvolvidos em  suportes diversos, desde desenhos, grandes e pequenos objetos até fotografias, vídeos e instalações. Na mostra, o artista explora temas do comportamento humano ligados à noção de deslocamento, transitoriedade e pertencimento, naturais da condição humana, bem como, questões de geopolítica e de ocupação do espaço urbano. O trabalho tem como base conceitual uma pesquisa que Márcio desenvolve desde 2003, a qual chamou de “Deslocamentos Compulsórios”, que ele define como situações nas quais os indivíduos são levados a deixarem os locais onde vivem por força de agente externos, sejam eventos climáticos, políticas habitacionais, asilos políticos, conflitos afetivos entre outros.</p>
<div id="attachment_44374" aria-labelledby="figcaption_attachment_44374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Márcio Almeida</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MARCIO-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-44374" alt="Márcio Almeida" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/MARCIO-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição celebra 30 anos de carreira de Márcio Almeida</p></div>
<p>Em “Onde Estão as Minhas Obras”, Bruno Faria lança um olhar sobre a história e memória da própria instituição, MAMAM, que antes de ser museu era uma galeria de arte. A exposição parte de um acontecimento presenciado pelo próprio artista em 1999, quando no dia da inauguração da mostra individual do artista Arthur Ohmar, as obras deste não chegaram a tempo para a abertura, se perdendo no trajeto Rio de Janeiro &#8211; Recife por um erro da transportadora, que terceirizou o transporte das obras em um caminhão de transporte de galinhas. Arthur Ohmar, revoltado, causou uma grande euforia pichando as paredes do Museu. Para a exposição, Bruno Faria retoma esse fato apresentando uma instalação desenvolvida especialmente para a mostra, que ocupará todo o piso térreo do Mamam.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/sala_de_jogar_-_convite.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-44375" alt="card divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/sala_de_jogar_-_convite.jpg" width="570" height="380" /></a></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Exposições: “Sala de Jogar e Outros Campos Minados” e “Onde Estão as Minhas Obras”</strong><br />
Abertura: quinta-feira, dia 19 de janeiro<br />
Horário: 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista<br />
Período de visitação: 20 de janeiro a 5 de março de 2017<br />
Horário: segunda a sexta, das 12h às 18h, sábados e domingos, das 13h às 17h<br />
Informações: 3355.6870/6871​</p>
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		<title>Márcio Almeida inaugura nova exposição na Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 17:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Amparo 60]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[márcio almeida]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[VER-DE-VIR - Caminhos de um bicho geográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Márcio Almeida abre, na terça-feira (9), sua mais nova mostra na Amparo 60: VER-DE-VIR &#8211; Caminhos de um bicho geográfico, que marca o retorno do artista plástico à galeria, após um período de nove anos. Na exposição, serão apresentadas 25 obras &#8211; nos mais variados suportes, desenhos, objetos, fotografias, performance e instalações &#8211; desenvolvidas pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Márcio Almeida abre, na terça-feira (9), sua mais nova mostra na Amparo 60: <em>VER-DE-VIR &#8211; Caminhos de um bicho geográfico</em>, que marca o retorno do artista plástico à galeria, após um período de nove anos. Na exposição, serão apresentadas 25 obras &#8211; nos mais variados suportes, desenhos, objetos, fotografias, performance e instalações &#8211; desenvolvidas pelo artista entre 2012 e 2014 e ainda inéditas na cidade.</p>
<div id="attachment_25756" aria-labelledby="figcaption_attachment_25756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Robson Lemos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/exposicao-marcio-almeida-galeria-amparo-60.jpg"><img class="size-medium wp-image-25756" alt="Robson Lemos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/exposicao-marcio-almeida-galeria-amparo-60-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição segue em cartaz até o dia 11/7, na Amparo 60</p></div>
<p>Em <em>VER-DE-VIR &#8211; Caminhos de um bicho geográfico</em>, o olhar e interesse do artista se concentram em temas do comportamento humano, ligados à noção de deslocamento, transitoriedade e pertencimento &#8211; naturais da própria condição humana. As obras sugerem ainda um debate sobre questões de geopolítica e de ocupação do espaço urbano. “Desde o início de minha carreira, no final dos anos 1980, esses temas percorrem meus trabalhos. Ainda como estudante de Zootecnia, interessei-me por Etologia (Estudo do comportamento Animal), em especial os estudos dos processos migratórios. Hoje, o tema é muito explorado na arte contemporânea, devido ao crescimento no número de descolamentos, principalmente externos, entre países e continentes, ainda que o número de deslocamentos internos também ocorra em larga escala”, contextualiza.</p>
<p>Márcio Almeida iniciou a pesquisa Deslocamentos Compulsórios, em 2003, e, desde então, vem se acercando de situações nas quais os indivíduos são levados a deixarem os locais onde vivem por força de agente externos, sejam eventos climáticos, políticas habitacionais, asilos políticos, conflitos afetivos, entre outros. “Os trabalhos têm como ponto de partida a observação das pessoas em seu habitat, suas relações pessoais e com o próprio lugar, as estratégias usadas para adaptar-se ao novo lugar e marcas por elas deixadas nos lugares por onde passam”, detalha.</p>
<p>Das 25 obras que serão exibidas, a única já apresentada ao público é JET LAG (2014), criada pela Equipe S/A (Daniel Santiago e Márcio Almeida), exposta em Londres, este ano, porém com outra montagem. Todo essa produção mantém um diálogo forte com as últimas mostras realizadas pelo artista, tanto no Recife, em 2012, na mostra Contra Uso, no Santander Cultural, quanto na sua participação em O Abrigo e o Terreno, realizada no Museu de Arte do Rio de Janeiro – MAR, em 2013. Inclusive, a obra Where to?, que foi adquirida para compor o acervo dessa instituição.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição VER-DE-VIR – Caminhos de um bicho geográfico, do artista Márcio Almeida<br />
Abertura: terça-feira (9), às 19h<br />
Visitação de 10 de junho a 11 de julho de 2015.<br />
Segunda a sexta, das 9 às 13h e das 14h às 19h.<br />
Sábados das 10 às 14h (Com agendamento prévio)<br />
Galeria Amparo 60<br />
Av. Domingos Ferreira, 92-A &#8211; Pina, Recife &#8211; PE<br />
+55 81 3033 6060</p>
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