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	<title>Portal Cultura PE &#187; Marco Polo</title>
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		<title>Com participação de Marco Polo, Marília Parente apresenta-se no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 21:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com estética marcada pela influência da psicodelia nordestina produzida nos anos 1970, a cantora e compositora pernambucana Marília Parente recebe nesta sexta-feira (1º), a partir das 21h, no palco do Teatro Hermilo Borba Filho, o vocalista e compositor da lendária banda Ave Sangria, Marco Polo Guimarães, que protagonizou a cena udigrudi local. A apresentação foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG_2330.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92429" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG_2330-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com estética marcada pela influência da psicodelia nordestina produzida nos anos 1970, a cantora e compositora pernambucana Marília Parente recebe nesta sexta-feira (1º), a partir das 21h, no palco do Teatro Hermilo Borba Filho, o vocalista e compositor da lendária banda Ave Sangria, Marco Polo Guimarães, que protagonizou a cena udigrudi local. A apresentação foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>A artista apresentará canções de seu primeiro disco, “Meu Céu, meu Ar, meu Chão e Seus Cacos de Vidro” (2019), singles e inéditas. O repertório inclui ainda sucessos do Ave Sangria e uma parceria com Marco Polo. <em>“Um dia desses, comecei uma canção na craviola, que me lembrava muito as coisas dele e de Flaviola, que é outra grande referência musical para mim. Eu mandei a canção para Polo, que terminou a letra em 15 minutos. Para mim, ele é um dos maiores poetas de sua geração”</em>, diz Marília Parente.</p>
<p>No espetáculo, a artista canta e toca violão e craviola. Ela é acompanhada por Juvenil Silva, na guitarra, Diego Gonzaga, no baixo, e Caio Wallerstein, na bateria.<em> “Por esse motivo, conseguimos vender ingressos a preços populares, o que é ótimo. Os ingressos já estavam esgotados no início da semana, mas com a mudança das normas sanitárias de convívio com a covid-19 em Pernambuco, passamos a poder contar com o aumento da capacidade do Teatro Hermilo. Assim, as vendas foram reabertas”</em>, comemora Marília.</p>
<p>Os ingressos podem ser garantidos através da plataforma online Sympla, pelos valores de R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira). Para acessar o teatro, é necessário apresentar comprovante de vacinação. O uso da máscara é obrigatório.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show de Marília Parente, com participação Marco Polo<br />
Quando: 1º de abril de 2022 (sexta-feira), às 21h<br />
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife)<br />
Ingressos: R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira), via Sympla (<strong><a href="https://www.sympla.com.br/evento/show-marilia-parente-part-marco-polo/1512777" target="_blank">www.sympla.com.br/evento/show-marilia-parente-part-marco-polo/1512777</a></strong>)</p>
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		<title>Ave Sangria ressurge com novas canções no palco da música psicodélica</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 14:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66844" aria-labelledby="figcaption_attachment_66844" class="wp-caption img-width-536 aligncenter" style="width: 536px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg"><img class="size-full wp-image-66844 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/marcopolo1.jpg" width="536" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’ foram as músicas inéditas tocadas no palco do GTR</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p>Quarenta e cinco anos depois de ter lançado o intrigante disco homônimo, a Ave Sangria ressurgiu no palco da música psicodélica apresentando canções do novo disco batizado de ‘Vendavais’ . No último sábado (9), durante o Festival Guaiamum Treloso Rural, em Camaragibe, o grupo &#8211; atualmente formado por Marco Polo (vocal), Paulo Rafael (guitarra), Almir Oliveira (violão), Juliano Holanda (baixo), Júnior do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) – cantou e tocou para seus fãs cinco das onze músicas inéditas que estarão no álbum a ser lançado em abril deste ano.</p>
<p>‘O poeta’, ‘Sete minutos’, ‘Ser’, ‘Vendavais’ e o single ‘Dia a dia’, segundo Almir, foram as músicas inéditas apresentadas no palco do GTR. Sobre o novo single, que conta com um lyric vídeo disponível na internet, o violonista do Ave Sangria explica que é a primeira vez que a música foi gravada em estúdio, “mas em 1974 tocamos ela no Perfumes y Baratchos, no Teatro de Santa Isabel, e o registro daquele show ficou gravado numa fita k-7, transformado posteriormente em LP e CD, que foi até o Marco da Lata e o pessoal do Anjo Gabriel quem organizou pra gente”. A ilustração do single e da capa é assinada por Neilton Carvalho, ilustrador e guitarrista do Devotos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RxNSEBVT1l4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“Naquela época, em 1974, nos éramos jovens e os mais velhos encarceraram nossa obra musical. Agora, em 2019, nós somos os mais velhos e os jovens nos libertaram desse cárcere. Foram eles que trouxeram a gente de volta. Então o que estamos fazendo é retribuir o que fizeram pela gente. Não houve mídia, empresário, nada disso. Foi a juventude, através da internet, que, fez isso aqui acontecer: um segundo disco, 45 anos depois de lançado o primeiro”, comemora o violonista do Ave.</p>
<p>Depois de anos sem tocar tantas músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação à aceitação deste novo disco. “Você sempre fica, né? Eu acho que a reação foi muito boa. Lembro que quando a gente cantava uma música nova, as pessoas ficavam paradas, prestando atenção. E aos poucos elas iam começando a repetir vocalmente o que era um refrão de volta. Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada. E isso é muito bom, porque é uma das poucas bandas que quando canta alguma coisa todo mundo canta junto”, opina Marco Polo.</p>
<div id="attachment_66829" aria-labelledby="figcaption_attachment_66829" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231.jpg"><img class="size-medium wp-image-66829 " alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-231-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de anos sem tocar com frequência músicas inéditas, havia uma expectativa por parte do público &#8211; e da própria banda &#8211; em relação às músicas desse novo disco</p></div>
<p>“Ave Sangria é isso, uma banda que interage com as pessoas ao mesmo tempo em que brinca e critica tudo. A gente está num mundo extremamente reacionário, e a primeira vez que lançamos um disco foi em plena ditadura militar. Agora voltamos com um novo CD em pleno empoderamento da extrema-direita. Parece uma sina, uma necessidade da gente de quebrar o pau e dizer que a gente merece coisa melhor. É isso que o Ave Sangria faz”, filosofa o vocalista da banda, fazendo uma comparação entre os momentos políticos e sociais dos dois discos.</p>
<p>O convite para realizar a produção musical deste novo trabalho, conta Juliano Holanda, surgiu por conta da relação íntima que ele que tem com a banda enquanto músico e pessoa. “Sou amigo deles. Meu pai dividiu casa com Almir e Ana, que é filha de Almir, e minha amiga de infância. Brinco que Almir me cevou durante esse tempo, porque sempre convivi com a música do Ave Sangria. E quando houve convite, a princípio, era pra que eu me apresentasse apenas em um show no Teatro de Santa Isabel pra tocar baixo. Aquilo foi tomando um caminho natural de seguir fazendo as apresentações, mas não era a ideia do início”.</p>
<div id="attachment_66842" aria-labelledby="figcaption_attachment_66842" class="wp-caption img-width-460 aligncenter" style="width: 460px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Instagram</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir.jpg"><img class="size-medium wp-image-66842 " alt="Reprodução/Instagram" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Almir-460x486.jpg" width="460" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem&#8221;, explica Almir, sobre a atual formação da banda</p></div>
<p>A formação atual, com três músicos da expoente cena pernambucana (Juliano Holanda, Júnior do Jarro e Gilú Amaral) também foi se constituindo de forma natural. “(Júnior) Do Jarro já tocava bateria com eles, quando o Anjo Gabriel se apresentava antes do Paulinho voltar para a banda. Na verdade, era uma formação com o Anjo Gabriel, Almir e Marco Polo. E foi natural manter Júnior do Jarro na história. Gilú tem uma história bem diversa e conhecia bem o som deles. No final são três fãs que dão o sangue em cima do palco”.</p>
<p>Hoje, além de ter produzido o novo álbum, Juliano Holanda conta que, assim como Jarro e Gilú, também se sente parte da banda. ”Não é aquela coisa de músicos contratados. Todo mundo interage, e há uma cumplicidade e respeito e admiração mútua. Acho que esse show e o disco são muito fruto disso”. A mesma opinião é compartilhada pelo músico Almir. “Somos a mesma banda. O entrosamento é fundamental, tanto fora do palco com dentro. Há uma sintonia e felicidade muito grande. É na cozinha que está o tempero e a sustância”.</p>
<div id="attachment_66830" aria-labelledby="figcaption_attachment_66830" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marlon Diego/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283.jpg"><img class="size-medium wp-image-66830" alt="Marlon Diego/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Guaiamum2019-283-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Acho que o Ave Sangria cria um instrumento de conexão entre o público e o palco. Não é uma coisa solta, isolada. É conectada&#8221;, opina Marco Polo, vocalista do Ave</p></div>
<p>Almir detalha que não foram realizados tantos ensaios antes do show no Guaiamum Treloso Rural porque reunir a banda é uma verdadeira engenharia. E que o entrosamento visto entre os seis músicos no palco se dá simplesmente por conta da sintonia entre eles. “Há uma identificação musical e pessoal. Assim as coisas fluem de uma maneira muito singular, porque todo mundo participa das ideias que surgem. Uns tem mais experiência, outros estão vindo como novo gás e novas ideias. A mola propulsora está mais vibrante”, ressalta Almir.</p>
<p>Sobre o disco, Juliano explica que ele surgiu a partir de dois caminhos espontâneos: uma necessidade criativa dos artistas e também uma demanda do mercado fonográfico. “Quando a gente começou a se apresentar havia sempre o interesse de tocar músicas novas. E depois que estabelecemos uma parceria com a Sunset Produções, tivemos que ter um disco novo para justificar uma nova turnê”. Ainda segundo ele, o selo de lançamento está em negociação, mas a produção do novo CD foi feita de forma independente.</p>
<p>Na pré-produção, o Ave Sangria não sabia por onde começar. Havia em mãos um material de composições dos anos 80 e 90, e em paralelo o problema dos universos pós Ave Sangria: os antigos integrantes evoluíram para lugares muito distintos. “Ficamos um mês tentando harmonizar os três artistas até chegar numa opção. Depois de feito, parece que foi fácil, mas não foi. Descobrimos que eles tinham musicas inéditas não gravadas da época que eram uma banda e ensaiavam juntos na década de 70. Principalmente umas composições conjuntas de Almir e Marco Polo. Fomos atrás delas, e Marco tinha várias gravadas em k-7”, lembra Juliano Holanda.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddDmEKE8ADU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Depois de um tempo discutindo sobre quais trilhas percorrer, a banda entendeu que seria interessante que o novo disco tivesse uma estrutura parecida com a do primeiro. “Criei então um processo que chamamos de Leis e Diretrizes, e a diretriz básica era que só teria no segundo disco o que tivesse no primeiro. Como se estivéssemos em 1974. E quando a gente viu o material era muito bom. Podia ter gravado um disco com 30 músicas, se quisesse”, brinca Holanda.</p>
<p>O disco foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio de Carlos Trilha, para criar uma situação que fosse semelhante a do primeiro. As músicas foram gravadas e mixadas de forma analógica, usando uma mesa SSL, no estúdio que foi do Legião Urbana. Todos os músicos gravaram as músicas juntos, cada um numa sala, e em dez dias o álbum estava pronto. “Acho que tem uma tônica muito forte em relação à produção do primeiro para esse, porque o anterior não teve muito tempo pra ser produzido, nem tanto cuidado e carinho como esse”, avalia o produtor musical. “Gravamos, na verdade, 13 músicas, e duas serão lançadas posteriormente como outros singles”, conclui Juliano Holanda.</p>
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		<title>Espetáculo de teatro de rua circula por oito cidades pernambucanas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 11:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após realizarem vários ensaios abertos no Recife e em Olinda, o Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel dá início à terceira etapa do projeto de circulação estadual da peça Pólo Marginal – Opereta de Rua, conhecida por usar músicas do Ave Sangria durante a encenação. A temporada gratuita levará o espetáculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35518" aria-labelledby="figcaption_attachment_35518" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Miguel Igreja/|Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-foto-miguel-igreja-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-35518" alt="Miguel Igreja/|Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-foto-miguel-igreja-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8216;Pólo Marginal &#8211; Opereta de Rua&#8217; volta a circular pelo Estado, deste vez com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Após realizarem vários ensaios abertos no Recife e em Olinda, o Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel dá início à terceira etapa do projeto de circulação estadual da peça <strong>Pólo Marginal – Opereta de Rua</strong>, conhecida por usar músicas do Ave Sangria durante a encenação. A temporada gratuita levará o espetáculo a oito municípios, contemplando comunidade quilombola e distritos, já a partir deste sábado (16), às 19h, em São José do Belmonte. No dia seguinte, no domingo (17), segue para Triunfo, com sessão às 17h.</p>
<p>A montagem em teatro de rua é baseada na obra do poeta e jornalista pernambucano Marco Polo, vocalista do Ave Sangria, com roteiro e encenação de Carlos Salles (<em>in memoriam</em>) e assistência de direção de Rodrigo Torres. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, e é realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Social (IDS).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MxP8Us_rgD0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O enredo apresenta a história de um grupo de poetas-piratas-saltimbancos que resolve ocupar as praças das cidades para levar o poder da palavra, a poesia como forma de alimentar a alma das pessoas de sentimento, sensibilidade e emoção. Dentro deste ambiente lúdico, as músicas da Ave Sangria executadas ao vivo dão um tom especial à apresentação. “<em>Sem dúvida a parte musical é um dos pontos altos da montagem, que existe antes mesmo de Marco Polo retomar a banda. Inclusive ele próprio recentemente comentou numa entrevista que a gente foi importante pra estimular ele a voltar a com a Ave Sangria”,</em> festeja Rodrigo Torres, ator e produtor da montagem.</p>
<p>Além de Rodrigo, outros oito artistas participam da peça: Cris Santos, Maria Dias, Pedro Félix, Roberta Lúcia, Sandro Sant’na, Celso José e Walgrene Agra. Com versos livres, por vezes rimados, os piratas declaram sua paixão com poemas fortes e lancinantes, dramatizando monólogos que abordam várias facetas do poeta como a solidão, tristeza, fugacidade e o vazio existente em cada um de nós.</p>
<p><em>“A escrita de Marco Polo é bem rebuscada, e é verdade que são poemas muito simbólicos, mas as músicas são bem empolgantes. Mesmo que as pessoas não se prendam pela palavra, elas se prendem pelo visual. Temos uma direção de arte bem bacana, com figurinos e maquiagem bem elogiados”</em>,  detalha Rodrigo .</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-fotografia-miguel-igreja-1.jpg"><img class=" wp-image-35519 alignright" alt="pólo marginal - opereta de rua fotografia miguel igreja (1)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/pólo-marginal-opereta-de-rua-fotografia-miguel-igreja-1-607x404.jpg" width="425" height="283" /></a></p>
<p>De acordo com o produtor da peça, <strong>Pólo Marginal – Opereta de Rua</strong> existe desde 2010, e de lá pra cá não parou de circular em nenhum momento. <em>“Nesses seis anos participamos de mostras, festivais, e fomos contemplados com dois editais, um deles da Funarte e outro do Funcultura. Já estamos com outro projeto aprovado também pelo Funcultura voltado pra circulação urbana, que seria pra Região Metropolitana do Recife, e estamos aguardando apenas o recurso pra começar a produção”</em>, revela.</p>
<p>A atual circulação estadual conta com apoio das prefeituras municipais e do SESC Garanhuns. A equipe técnica é ainda formada por Felipe Santos (registro de imagens), Josi Rodrigues (contrarregra), Rodrigo Torres (coordenação de produção), Celso José (produção executiva), além de Josi Rodrigues, Maria Dias e Walgrene Agra (assistência de produção).</p>
<p>O Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel está em atividade desde 2007 e já levou às ruas montagens como <strong>Do Moço e do Bêbado Luna</strong>, inspirada na obra do saudoso poeta Erickson Luna, e desenvolveu o projeto <strong>Trupe do Patrimônio</strong>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Espetáculo Pólo Marginal – Opereta de Rua</em><br />
Sábado (16) | 19h<br />
Pátio de Eventos Cacau do Banco, em São José do Belmonte<br />
Domingo (17) | 17h<br />
Pátio de Eventos Maestro Madureira, em Triunfo<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação completa da circulação estadual do espetáculo Pólo Marginal – Opereta de Rua:</strong></p>
<p>30 de abril de 2016 | 17h<br />
Largo da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, na Comunidade Quilombola Timbó, em Garanhuns</p>
<p>1º de maio de 2016 | 17h<br />
Praça Estácio Coimbra (Praça da Fonte), em São Caetano</p>
<p>14 de maio de 2016 | 20h<br />
Quadra do Morro da Conceição, no bairro de Casa Amarela, no Recife</p>
<p>15 de maio de 2016 | 17h<br />
Praça do Carmo, em Olinda</p>
<p>21 de maio de 2016 | 20h<br />
Praça Abelardo Sena (Praça do Surfista), em Ribeirão</p>
<p>22 de maio de 2016 | 17h<br />
Praça Central de Chã de Sapé, em Itaquitinga</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Polo Marginal &#8211; Opereta de Rua&#8221; será encenado em Olinda e no Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 15:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Funcultura, o Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel vai ampliar o raio de ação do espetáculo “Pólo Marginal – Opereta de Rua”, levando-o a vários espaços abertos em todo o estado de Pernambuco. O projeto, realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Social (IDS), começa neste mês [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com incentivo do Funcultura, o Grupo de Teatro de Rua Loucos e Oprimidos da Maciel vai ampliar o raio de ação do espetáculo “Pólo Marginal – Opereta de Rua”, levando-o a vários espaços abertos em todo o estado de Pernambuco. O projeto, realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Social (IDS), começa neste mês de dezembro, a partir deste sábado (5), com ensaios abertos da obra por vários pontos do Recife e Olinda, e ganha outros municípios em 2016 (veja a programação completa abaixo).</p>
<div id="attachment_32095" aria-labelledby="figcaption_attachment_32095" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Miguel Igreja/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/polo-marginal-opereta-de-rua-fotografia-miguel-igreja.jpg"><img class="size-medium wp-image-32095" alt="Miguel Igreja/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/polo-marginal-opereta-de-rua-fotografia-miguel-igreja-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem é inspirada na obra do poeta e jornalista pernambucano Marco Pólo Guimarães</p></div>
<p>A montagem, em teatro de rua, é baseada na obra do poeta e jornalista pernambucano Marco Pólo Guimarães, com roteiro e encenação de Carlos Salles (in memoriam), e conta a história de um grupo de poetas-piratas-saltimbancos que aportam nas praças do centro do Recife para levar o poder da palavra, a poesia como forma de alimentar a alma das pessoas de sentimento, sensibilidade e emoção em meio às músicas da banda Ave Sangria, tocadas ao vivo. Os personagens falam da relação do homem com o mar, rios, o cheiro do mangue, a vida, e abordam várias facetas do poeta como solidão, tristeza, fugacidade e o vazio existente em cada um de nós, além dos problemas observados nos grandes centros urbanos, a prostituição, a religiosidade do povo, os meninos em situação de rua, ou seja, o homem contemporâneo, suas angústias e seus medos.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>Dia 05/12 (neste sábado), às 20h, na Pracinha de Boa Viagem (Recife);</p>
<p>Dia 06/12 (neste domingo), às 16h, no Alto da Sé (Olinda);</p>
<p>Dia 09/12 (quarta-feira), às 20h, na Rua Vespasiano, 107, no Alto José do Pinho (Recife), em frente ao Espaço Poésis;</p>
<p>Dia 10/12 (quinta-feira), às 20h, na Praça do Amaro Branco, Amaro Branco (Olinda) na programação do 9º ATO Ambulante, realização da Associação de Teatro de Olinda e Movimento de Teatro Popular de Pernambuco;</p>
<p>Dia 12/12 (sábado), às 16h, na Praça Maciel Pinheiro, Boa Vista (Recife), em frente à Igreja Matriz da Boa Vista/Paróquia do Santíssimo Sacramento.</p>
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		<title>Literatura e cosmopolitismo no Sarau Plural 51</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 15:09:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Sarau Plural promove mais um encontro de poesia e música, nesta quarta (27), a partir das 19h. Sob o tema “Literatura e Cosmopolitismo”, a 51ª edição do evento, que acontece na Galeria Arte Plural (Bairro do Recife), no Recife, trará os escritores Homero Fonseca e Marco Polo, além do músico Geraldo Maia. O convidado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25346" aria-labelledby="figcaption_attachment_25346" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/everardo.jpg"><img class="size-medium wp-image-25346" alt="O poeta e contista Everardo Norões, ganhador do Prêmio Jabuti 2014, é o convidado desta edição" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/everardo-607x350.jpg" width="607" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta e contista Everardo Norões, ganhador do Prêmio Jabuti 2014, é o convidado desta edição</p></div>
<p>O <strong>Sarau Plural</strong> promove mais um encontro de poesia e música, nesta quarta (27), a partir das 19h. Sob o tema “Literatura e Cosmopolitismo”, a 51ª edição do evento, que acontece na Galeria Arte Plural (Bairro do Recife), no Recife, trará os escritores Homero Fonseca e Marco Polo, além do músico Geraldo Maia. O convidado da noite é o poeta e contista Everardo Norões.</p>
<p>Nesta edição, o Sarau Plural vai passear, através da leitura de poemas de Everardo Norões, por universos cosmopolitas e, ao mesmo tempo, fincados em suas raízes. Na trilha sonora do Sarau Plural 51, haverá a degustação de sons de Geraldo Maia, Everardo Norões, John Holtappel, Luiz Gonzaga, Tom Jobim e Vinicius de Morais.</p>
<p>A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Sarau Plural 51 apresenta “Literatura e Cosmopolitismo”</em><br />
<em> com Homero Fonseca, Marco Polo e Geraldo Maia | convidado especial: Everardo Norões</em><br />
Quarta (27), a partir das 19h<br />
Galeria Arte Plural | Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife – Recife/PE<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Noites psicodélicas no Estelita</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 20:17:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este fim de semana será de muito rock’n’roll e psicodelia na casa de shows Estelita (Cabanga), no Recife. As bandas Ave Sangria, Anjo Gabriel e Caapora se apresentam nesta sexta (16) e sábado (17), a partir das 22h. A entrada custa R$ 50 e está à venda no site Ripohlandya e na Loja Passadisco. Lenda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19715" aria-labelledby="figcaption_attachment_19715" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rapha Oliveira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111.jpg"><img class="size-medium wp-image-19715" alt="Rapha Oliveira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Ave Sangria se reúne novamente para mais um show no Recife</p></div>
<p>Este fim de semana será de muito rock’n’roll e psicodelia na casa de shows Estelita (Cabanga), no Recife. As bandas <strong>Ave Sangria</strong>, <a href="https://soundcloud.com/anjogabriel" target="_blank"><strong>Anjo Gabriel</strong></a> e <a href="https://soundcloud.com/caapora" target="_blank"><strong>Caapora</strong></a> se apresentam nesta sexta (16) e sábado (17), a partir das 22h. A entrada custa R$ 50 e está à venda no site Ripohlandya e na Loja Passadisco.</p>
<p>Lenda maior do udigrudi pernambucano, a Ave Sangria reúne, mais uma vez, Marco Polo (voz), Almir de Oliveira (violão), Ivinho (guitarra) e Paulo Rafael (violão), com o auxílio luxuoso de Juliano Holanda (baixo), Junior Do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão). No repertório do show, as canções dos clássicos “Ave Sangria” e “Perfumes y Baratchos”, relançados em vinil e CD, no ano passado. Já a Anjo Gabriel vem com as mais profundas “viagens” psicodélicas, ao som dos seus dois discos, “Anjo Gabriel” e “Lucifer Rising”, baseado no filme homônimo, de 1962.</p>
<p>A abertura fica por conta da banda Caapora, que apresenta, em mais um show, o seu CD “Verde Vingança”, lançado no fim do ano passado, num trabalho que mescla os pífanos do Agreste do estado, a música jamaicana, passando pelo afrobeat nigeriano e o rock progressivo europeu.<br />
<b><br />
SERVIÇO<br />
</b><i>Ave Sangria, Anjo Gabriel e Caapora no Estelita<br />
</i>Sexta (16) e sábado (17), às 22h<br />
Estelita – Rua Saturnino de Brito, 385, Cabanga – Recife/PE<br />
R$ 50 – à venda no site <span style="text-decoration: underline;"><a href="www.ripohlandya.com.br" target="_blank">www.ripohlandya.com.br</a> </span>e na Loja Passadisco (Shopping Sítio Trindade)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ave Sangria voa alto novamente!</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2014 19:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Há quatro décadas, os corações do Recife sangravam ao som de uma música que soava meio que entre o rock&#8217;n'roll e o baião nordestino. Seis jovens &#8211; Marco Polo, Paulo Rafael, Ivson Wanderley, Almir de Oliveira, Agrício Noya e Israel Semente Proibida &#8211; subiam ao palco do pomposo Teatro de Santa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><em><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave+Sangria2.jpg"><img class="alignnone  wp-image-12987" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave+Sangria2.jpg" width="450" height="427" /></a></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Há quatro décadas, os corações do Recife sangravam ao som de uma música que soava meio que entre o rock&#8217;n'roll e o baião nordestino. Seis jovens &#8211; Marco Polo, Paulo Rafael, Ivson Wanderley, Almir de Oliveira, Agrício Noya e Israel Semente Proibida &#8211; subiam ao palco do pomposo Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de dezembro de 1974, para o que seria o derradeiro voo da Ave Sangria. Sob o nome de <em>Perfumes Y Baratchos</em>, aqueles foram os dois últimos shows da banda, uma das pontas de lança do udigrudi pernambucano. Quase quarenta anos depois, a Ave Sangria se reencontra, nesta terça (02), no mesmo Teatro de Santa Isabel, para realizar um show que, por toda a carga histórica que possui, já promete ser antológico. O show faz parte de um projeto incentivado pelo Governo do Estado, através do Funcultura, que prevê também o relançamento do primeiro álbum da banda, homônimo, de 1974, e lançamento oficial, em disco, do show <em>Perfumes Y Baratchos</em>. Ambos, em CD e vinil. A apresentação, que começa às 20h, vai reunir um numeroso público, ávido por rememorar &#8211; ou ver, pela primeira vez &#8211; essas lendas da música pernambucana juntas novamente.</p>
<p>Da formação original, sobem ao palco Marco Polo (voz), Almir (violão), Paulo Rafael (guitarra) e Ivinho (guitarra) &#8211; Israel Semente faleceu em 1995 e Agrício não participará devido a problemas de saúde. A expectativa é grande, não apenas por parte do público &#8211; que esgotou todos os ingressos &#8211; mas também da banda. Marco Polo, vocalista e responsável pela maioria das letras do Ave Sangria, conta que o clima de reencontro nos ensaios tem sido prazeroso. &#8220;<em>É muito gratificante pra gente fazer esse show. Pelo fato de estarmos juntos novamente e, mesmo depois de tanto tempo, percebermos que ainda existe uma química musical entre nós</em>&#8220;, conta.</p>
<div id="attachment_12976" aria-labelledby="figcaption_attachment_12976" class="wp-caption img-width-480 aligncenter" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/ave-sangria-1271x1280.jpg"><img class="size-full wp-image-12976 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/ave-sangria-1271x1280.jpg" width="480" height="483" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do primeiro e único disco do Ave Sangria, de 1974</p></div>
<p>O repertório desta apresentação terá como base a set list do <em>Perfumes Y Baratchos</em>, além de algumas músicas do disco &#8220;Ave Sangria&#8221;, de 1974, que não estiveram nesse show, a exemplo de <em>Seu Waldir</em>. E, ao observar o álbum quarentão, percebe-se que é um disco recheado de canções que se tornaram hits entre o público alternativo, e que transcendem décadas a fio. Por isso, não faltarão grandes clássicos, que, com certeza, serão cantados a plenos pulmões, como <em>Geórgia, a carniceir</em>a, <em>Por quê?</em>, <em>O pirata</em>, <em>Hei, man!</em>, entre outras. &#8220;Q<em>uando a gente voltou a se encontrar para os ensaios (um total de oito), fluiu tudo muito bem. Tinham algumas poucas coisas de arranjos das músicas que um não lembrava, mas o outro lembrava. Parecia que a gente tinha acabado de fazer o último show! Tudo ainda bem vivo na mente! No final das contas, a gente vai fazer tudo muito próximo do original, com um detalhezinho ou outro diferente</em>&#8220;, adianta Marco Polo. Completando o time que se apresenta com o Ave Sangria, nesta terça, estão os músicos Júnior do Jarro (bateria), Juliano Holanda (contrabaixo) e Gilú Amaral (percussão). &#8220;<em>Com os meninos foi bacana. Eu já tinha tocado com o Juliano e com o do Jarro. Por isso, foi bem espontâneo. Todos já chegaram sabendo o que tinha que fazer</em>&#8220;.</p>
<p>A Ave Sangria é, atualmente, uma das bandas mais cultuadas na memória de fãs pernambucanos e de todo o Brasil. Com uma trajetória relâmpago &#8211; tendo lançado apenas um disco -, eles irromperam no cenário musical em meio ao turbulento período da ditadura militar no Brasil. Começaram com o nome &#8220;Tamarineira Village&#8221; &#8211; numa referência à Vila dos Comerciários (próxima ao bairro da Tamarineira), onde morava parte dos integrantes. Acabaram se tornando uma das mais emblemáticas bandas do udigrudi &#8211; uma corruptela &#8220;aportuguesada&#8221; de &#8220;underground&#8221; &#8211; que reunia diversos músicos &#8220;cabeludos e malucos do Recife&#8221;, como Alceu Valença, Marconi Notaro, Flaviola, Lailson e Lula Côrtes. O som era o bom e velho rock&#8217;n'roll e a psicodelia, com elementos regionais. As letras eram poesia com generosas doses de sarcasmo e sujeira. As performances em palco eram algo provocador e subversivo, com seus integrantes usando batons e se beijando na boca. Algo acintoso naquela época onde a repressão ideológica, social e comportamental era impiedosa.</p>
<div id="attachment_12977" aria-labelledby="figcaption_attachment_12977" class="wp-caption img-width-363 aligncenter" style="width: 363px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave-sangria-cartaz.jpg"><img class="size-medium wp-image-12977 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave-sangria-cartaz-363x486.jpg" width="363" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do cartaz do show &#8220;Perfumes Y Baratchos&#8221;, em 28 e 29 de dezembro de 1974</p></div>
<p>Apesar de tamanha bagunça no coreto que eles causaram &#8211; inclusive, com a música <em>Seu Waldir</em> proibida pelo Departamento de Censura da Polícia Federal -, o Ave Sangria saiu de cena muito rapidamente. O que significa também uma escassez de registros da banda, seja em áudio, vídeo e fotos. No entanto, essa curta carreira acabou alimentando mais ainda o mito que ela veio a se tornar anos depois. O interesse do público pelo som da banda, passados 40 anos, ainda é vivo e pulsante, principalmente entre os mais jovens, fãs ardorosos que ainda não haviam nem nascido quando a banda fez sua última apresentação. &#8220;<em>Acho que esse interesse pelo Ave Sangria foi facilitado pela internet, que fez com que os jovens redescobrissem o nosso som. Isso aliado a um certo interesse que há pela música psicodélica feita naquela época. E acredito também que isso é a comprovação de que fizemos um bom trabalho, por isso, não ficou algo datado, no passado. E, a cada época, vai ser cada vez mais lembrado. Pra gente, isso é maravilhoso!</em>&#8220;, declara Marco Polo.</p>
<p><strong>Relançamentos</strong></p>
<p>O show do Ave Sangria, que acontece nesta terça (02), na verdade, é a culminância de um projeto bem maior, capitaneado pela produtora/selo Ripohlandya, que contou com o incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura. Além da apresentação, como parte dos festejos pela passagem dessas quatro décadas de história da banda, acontece a reedição do disco &#8220;Ave Sangria&#8221;, de 1974, e o lançamento oficial, em disco, do show <em>Perfumes Y Baratchos</em>, que é o único registro ao vivo da banda. Ambos, tiveram os áudios totalmente remasterizados e estão sendo lançados em CD e em vinil.</p>
<p>A Ripohlandya é composta pelos músicos da banda pernambucana Anjo Gabriel, conhecida pelo seu som fincado nas raízes da psicodelia. &#8220;<em>A proposta do selo sempre foi de lançar os discos da gente, além da iniciativa de relançar discos de artistas que nós curtimos. E aí tem o Ave Sangria, que foi uma banda antológica da música pernambucana, nos anos 1970, e pensamos em fazer algo além de relançar os discos, mas também de fazer esse show, como uma grande celebração desse momento</em>&#8220;, conta o músico André Sette, da Ripohlandya, e integrante da Anjo Gabriel.</p>
<p><strong>Abaixo, a canção <em>Por quê?</em>, versão original do show Perfumes Y Baratchos.</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/163967949&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Serão mil cópias em CD e 500 cópias em vinil de cada um dos trabalhos. Segundo André, o processo de remasterização dos discos &#8211; que foi realizado no estúdio Fábrica, na Várzea -, apesar de trabalhoso, acabou sendo divertido. &#8220;<em>Foi interessante trabalhar redescobrindo detalhes do som de uma banda que a gente curte muito. Teve um processo de resgate muito grande de algumas frequências que acabavam sendo perdidas com o tempo. Procuramos discos que tivessem o mínimo de ruído, de chiado. Principalmente no caso do </em>Perfumes Y Baratchos<em>, que acabou tendo um resultado muito bom, uma sonoridade mais equilibrada, mais nítida</em>&#8220;, explica André.</p>
<p>Quanto a um possível &#8220;retorno&#8221; da banda após esse show, o cenário fica, ainda, em aberto. &#8220;<em>Isso vai depender muito mais deles, do Ave Sangria. Nós fizemos apenas jogar a sementinha</em>&#8220;, diz André. Já Marco Polo, perguntado sobre lembranças dos tempos idos da banda, respondeu: <em>&#8220;A gente quer mais é viver o presente</em>&#8220;. Então, que venha o amanhã, para que o coração do Recife possa sangrar novamente, em forma de música e poesia.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Show do Ave Sangria</strong><br />
Terça (02), a partir das 20h<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n, Santo Antônio &#8211; Recife/PE<br />
Ingressos esgotados</p>
<p><strong>Informações:</strong> (81) 3355-3323</p>
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		<title>Rock, reggae e pop em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Julya Vasconcelos Nesta sexta-feira (25/5), a expressão “bandas de garagem” ampliou o seu alcance e abarcou, em uma mesma noite, pop, reggae e rock dos mais variados estilos. O palco montado ao lado da estação ferroviária de Salgueiro foi marcado pela diversidade. A noite foi para todos os gostos: do mangue beat ao grunge, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7414" aria-labelledby="figcaption_attachment_7414" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271423572_f5a83bf19b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7414" alt="Marco Polo tocou clássicos do Ave Sangria (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271423572_f5a83bf19b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marco Polo tocou clássicos do Ave Sangria (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Nesta sexta-feira (25/5), a expressão “bandas de garagem” ampliou o seu alcance e abarcou, em uma mesma noite, pop, reggae e rock dos mais variados estilos. O palco montado ao lado da estação ferroviária de Salgueiro foi marcado pela diversidade. A noite foi para todos os gostos: do mangue beat ao grunge, do heavy metal a Legião Urbana, passando por Batuquetos, uma banda cover de Edson Gomes, que abriu a noite abusando dos metais e das coreografias no palco.</p>
<p>Lobo Mauz, Black Out, 12 Anjos e Irradiação Fóssil mostraram um pouco da cena underground salgueirense. Covers de Nação Zumbi, Nirvana, Red Hot Chili Peppers, Black Sabath e Iron Maiden agradaram ao publico presente, composto em sua maioria por adolescentes.</p>
<p>Fechando a noite, Marco Polo trouxe um ótimo show, abrindo com “Lá fora” e passando por todas as 12 músicas do álbum clássico do Ave Sangria, lançado em 1974, um marco do rock experimental brasileiro. Acompanhado de baixo, guitarra e bateria, o cantor fez uma apresentação com energia do início ao fim.</p>
<div id="attachment_7415" aria-labelledby="figcaption_attachment_7415" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271107788_4173e2e1d4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7415" alt="Irradiação Fóssil no Encontro de Bandas de Garagem (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271107788_4173e2e1d4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Irradiação Fóssil no Encontro de Bandas de Garagem (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>FPNC</strong></p>
<p><em id="__mceDel">Severino Pessoa, Presidente da Fundarpe, e Leo Antunes, Coordenador Geral dos Festivais, subiram ao palco enfatizando a satisfação de levar ao Sertão Central e a todas as 12 regiões de desenvolvimento do estado, o Festival Pernambuco Nação Cultural. Pessoa também ressaltou que além dos shows, os festivais atendem, por princípio, a todas as linguagens artísticas através de oficinas, apresentações, debates e palestras. “Tem sido uma festa muito bonita. Salgueiro é uma cidade que respira cultura”, diz o presidente.</em></p>
<p>Leo Antunes explicita seu desejo de que as atividades das bandas não parem, e que a noite seja uma forma de fomentar a cena local. “Nós queremos ser parceiros dessa cena musical”, afirmou o coordenador.</p>
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