<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Marcos Buccini</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/marcos-buccini/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Crítica: Eu o declaro meu inimigo, de Marcos Buccini e Tiago Delácio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-eu-o-declaro-meu-inimigo-de-marcos-buccini-e-tiago-delacio/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-eu-o-declaro-meu-inimigo-de-marcos-buccini-e-tiago-delacio/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 14:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
		<category><![CDATA[Eu o declaro meu inimigo]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore]]></category>
		<category><![CDATA[luiz joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Buccini]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Delácio]]></category>
		<category><![CDATA[videoclipe]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=65611</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música Eu o declaro meu inimigo – faixa do álbum O fim que nunca acaba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65612" aria-labelledby="figcaption_attachment_65612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724.jpg"><img class="size-medium wp-image-65612" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Música da banda Devotos venceu na categoria videoclipe da Mostra Competitiva Geral</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<p>A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música <i>Eu o declaro meu inimigo</i> – faixa do álbum <i>O fim que nunca acaba, </i>lançado neste 2018 pela banda punk rock hardcore do Alto José do Pinho (Recife), o Devotos.</p>
<p>A partir do efeito da rotoscopia – sobre o qual o animador trabalha tendo como ponto de partida imagens <i>live-action</i> (com pessoas reais gravadas em ambientes reais) -, o videoclipe é resultado de uma labuta coletiva.</p>
<p>Capitaneado por Marcos Buccini, e sob co-direção de Tiago Delácio, o projeto que deu origem ao videoclipe campeão da Mostra Competitiva Geral do 20º Festcine foi produzido pelo ‘Ponto de Cultura Cinema de Animação’. A obra arregimentou nada menos que 127 parceiros que se debruçaram, cada um, sobre seis frames do filme, ou seja, cerca de apenas 0,5 segundo do que é visto no total de imagens que cobrem o pouco mais de um minuto da duração da música.</p>
<p>O grupo reúne tanto veteranos da animação de todo o Brasil (César Coelho, Aída Queiroz, Fábio Yamaji, Cata Preta) como também artistas plásticos (João Lin, Lourival Cuquinha, Galo de Souza), passando por designers, artistas gráficos, ilustradores e até o filhote de Cannibal (voz e baixo do Devotos), de apenas 5 anos de idade</p>
<p>O resultado é um caleidoscópio de estilos que se fundem em cores e propostas das mais diversas. Impossível, em sua velocidade, de relacionar a cria com qualquer um de seus 127 pais. É um excelente exemplo de projeto em que o coletivo tem mais força do que o indivíduo. Aqui, o indivíduo se apaga. Não tem sentido se não integrado no todo.</p>
<p>Por esse aspecto, parece não haver melhor representação visual daquilo que vemos no experimento ordenado por Buccini e Delácio para dar conta da nervosa sonora que é expurgada pelo Devotos na música escolhida.</p>
<p>O curioso é que, aparentemente, nem é preciso uma imagem bruta muito sofisticada para chegarmos a tal atração visual, como a conferida no produto finalizado em que se tornou este videoclipe.</p>
<p>O próprio <i>Eu o declaro meu inimigo </i>registra, de maneira tradicional, apenas uma performance de Cannibal com Cello Brown (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) tocando no estúdio da casa deste último; e, ainda, com algumas poucas imagens do trio caminhando pelo icônico Alto José do Pinho.</p>
<p>O luxo do videoclipe está acima disso. Vem do bom devaneio visual de 127 cabeças criativas, da precisão de Bruno Cabús na edição e da sacada coletiva de Buccini e Delácio.</p>
<p>No mais, o que temos é punk rock hardcore animado.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oD8jhCTHHl4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-eu-o-declaro-meu-inimigo-de-marcos-buccini-e-tiago-delacio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

