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	<title>Portal Cultura PE &#187; maré</title>
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		<title>Cinema São Luiz celebra 10 anos da Mostra MARÉ com programação especial neste final de semana</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 16:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste sábado e domingo (6 e 7/7), o Cinema São Luiz abre as cortinas para receber a 10ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife – MARÉ, que chega à sua primeira década reafirmando o compromisso de unir cinema e educação ambiental como ferramentas de conscientização, encontro e transformação social. A programação especial e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120075" aria-labelledby="figcaption_attachment_120075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-04-125257.png"><img class="size-medium wp-image-120075" alt="Foto: Divulgação/ Tobias Costa" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-04-125257-607x403.png" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Tobias Costa/Divulgação</p></div>
<p>Neste sábado e domingo (6 e 7/7), o Cinema São Luiz abre as cortinas para receber a 10ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife – MARÉ, que chega à sua primeira década reafirmando o compromisso de unir cinema e educação ambiental como ferramentas de conscientização, encontro e transformação social. A programação especial e gratuita do final de semana, com exceção de uma sessão, traz filmes que convidam à reflexão crítica e sensível sobre o mundo, propondo novas formas de se relacionar com o meio ambiente e com o outro.</p>
<p dir="ltr">Criada em 2014, a MARÉ já ocupou escolas, ruas, universidades, praças e plataformas digitais, e se mantém como um gesto contínuo de provocação e inspiração por meio do audiovisual. Com curadoria assinada por André Dib, esta edição levanta a pergunta “O que pode o cinema?”, reunindo curtas e longas-metragens, debates, oficinas, experiências em realidade virtual, homenagens e um manifesto artístico-cultural. Cada sessão é pensada como um espaço de memória, formação e ação política, conectando Pernambuco ao Brasil e ao mundo.</p>
<p dir="ltr">“O São Luiz tem a honra de receber um evento incrível, com sessões gratuitas, que tratam de temas importantes da luta indígena em defesa do meio ambiente, a questão dos impactos da mineração, além de filmes também infantis como o novo filme Bambi, que faz uma releitura do clássico do desenho animado, só que agora em ação real com animais. Todos podem conferir a programação no nosso perfil oficial do Instagram”, detalha e convida para o <a href="http://instagram.com/cinemasaoluizpe">@cinemasaoluizpe</a>, o programador e curador do Cinema São Luiz, Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">A programação no São Luiz começa no sábado, às 14h, com o documentário “Cobra Canoa”, de Enio Staub, que apresenta a trajetória do líder indígena Doéthiro Álvaro Tukano, importante nome do movimento indígena no Brasil. Às 16h, a sessão traz os filmes “O Sonho de Anú”, de Vanessa Kypá, e “Diamantes”, de Daniela Thomaz, Sandra Coverloni e Beto Amaral. A partir das 19h30, a Sessão Curtas PE exibe cinco produções pernambucanas contemporâneas com diferentes abordagens sobre a relação do corpo e a cidade, imaginação de futuro e fabulação do real: Surfbúrbio, de Nino do Espírito Santo; Metroréquiem, de Adalberto Oliveira; Kiv, de Cezar Maia; Nova Aurora, de Victor Jiménez; Escavações, de Celso Costa e Daniela Câmara. Debates com os realizadores estão programados.</p>
<div id="attachment_120076" aria-labelledby="figcaption_attachment_120076" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-04-125329.png"><img class="size-medium wp-image-120076" alt="Programação também traz a Sessão Curtas PE, que exibirá cinco produções pernambucanas contemporâneas com diferentes abordagens sobre a relação do corpo e a cidade, imaginação de futuro e fabulação do real: Surfbúrbio, de Nino do Espírito Santo; Metroréquiem, de Adalberto Oliveira; Kiv, de Cezar Maia; Nova Aurora, de Victor Jiménez; Escavações, de Celso Costa e Daniela Câmara I Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-04-125329-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Programação também traz a Sessão Curtas PE, que exibirá cinco produções pernambucanas contemporâneas com diferentes abordagens sobre a relação do corpo e a cidade, imaginação de futuro e fabulação do real: Surfbúrbio, de Nino do Espírito Santo; Metroréquiem, de Adalberto Oliveira; Kiv, de Cezar Maia; Nova Aurora, de Victor Jiménez; Escavações, de Celso Costa e Daniela Câmara I Foto: Leopoldo Conrado Nunes/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">No domingo, às 14h, a programação traz uma exceção com o clássico brasileiro “A Marvada Carne” – em cópia restaurada –, com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Às 16h, a sessão Marezinha, voltada ao público infantil, exibe “Bambi, uma Aventura na Floresta”, animação francesa que reconta a clássica história do cervo que cresce aprendendo sobre os ciclos da vida na natureza. Encerrando o final de semana, às 19h, o documentário “O Gigantesco Ímã”, de Petrônio de Lorena, leva o público ao sertão pernambucano para conhecer a inventividade de Evangelista Ignácio de Oliveira e suas criações que misturam arte, ciência e poesia.</p>
<p dir="ltr"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:</strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><em>Sábado (06/07/2025)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>14h I Cobra Canoa (AM, 100’) &#8211; Gratuita, 12 anos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: Enio Staub</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A trajetória de Doéthiro Álvaro Tukano, um dos líderes dos povos Iepá-Mahsã do Alto Rio Negro, estado do Amazonas, e um dos principais articuladores do movimento indígena no Brasil. Sua infância e o sonho de ser um pajé foram interrompidos pelos internatos Salesianos que se instalaram na região amazônica com a missão de “embranquecer” o povo indígena. Depois de anos morando em Brasília, ele volta para o lugar onde nasceu e encontra os internatos em ruínas e, junto com seu povo, retoma pouco a pouco os rituais sagrados que a máquina do esquecimento tentou apagar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>16h I O Sonho de Anú (PB, 16’) + Diamantes (MG, 77’) &#8211; Gratuita, Livre </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>O Sonho de Anú</em></p>
<p dir="ltr">Direção: Vanessa Kypá</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Através da ciência do sonho e guiada pela memória da água, Anu, uma jovem originária do continente africano, refaz os passos dos seus ancestrais pelo território paraibano, lugar onde três reencontros pretendem plantar uma nova memória da presença indígena e negra no imaginário brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Diamantes</em></p>
<p dir="ltr">Direção: Daniela Thomaz, Sandra Coverloni e Beto Amaral</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Três mulheres de São João da Chapada, distrito de Diamantina, Minas Gerais, narram a si mesmas na cidadezinha que foi uma das maiores produtoras de diamantes do Brasil.</p>
<p dir="ltr"><strong>19h30 I Sessão Curtas PE &#8211; Gratuita, 12 anos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Surfbúrbio (14’55’’)</em></p>
<p dir="ltr">Direção: Nino do Espírito Santo</p>
<p dir="ltr">Gênero: Doc-ficção</p>
<p dir="ltr">Sinopse: O documentário Surfbúrbio, dirigido por Nino do Espírito Santo, com o Coletivo Ficcionalizar, conta a trajetória do surf na comunidade do Ibura, subúrbio da cidade do Recife, nas décadas de 80 e 90, trazendo, durante a narrativa, alguns dos seus principais pioneiros, como Léo Matias, Léo Marreco, Josuel Salvador, Eduardo Vasconcelos, Luiz Lula, Henrique Alexandre, Lenilson Lacerda, José Eduardo e Marcílio Cobra. Chamados, entre outras atitudes preconceituosas, de “surfistas de maré”, o filme mostra como o elemento de resistência sociocultural dos surfistas transformou o movimento num fenômeno social na comunidade do Ibura. O filme ultrapassa o umbral das entrevistas de documentário ao reconstruir cenas como a travessia, pelos surfistas, do rio para chegar até o mar ou, durante a época em que o surf foi proibido pelo Estado, o ataque dos bombeiros aos surfistas para lhes tirar a prancha. A prancha incendiando-se na praia, destino de muitas pranchas na época, marca o símbolo da resistência do movimento e se apresenta como o final redentor do filme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Metroréquiem (12’26”)</em></p>
<p dir="ltr">Direção: Adalberto Oliveira</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: O cotidiano no metrô do Recife retrata as mais diversas e diferentes camadas sociais, mas o corpo que cai é sempre o marginal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Kiv (25’) </em></p>
<p dir="ltr">Direção: Cezar Maia</p>
<p dir="ltr">Gênero: Ficção</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Num futuro próximo, ambientado no Recife, Santiago é um escritor que obteve sucesso com seu primeiro Romance, mas atualmente acumula fracassos editoriais. Ele ganha a vida escrevendo literatura pornográfica num universo ocupado pela Inteligência artificial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Nova Aurora (17’43’’) </em></p>
<p dir="ltr">Direção: Victor Jiménez</p>
<p dir="ltr">Gênero: Animação</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Nova Aurora é uma animação em rotoscopia ambientada na cidade do Recife, onde acompanhamos de perto Rosa, uma adolescente surda que está em fase de autoconhecimento. Enquanto se descobre como artista, Rosa enfrenta o desafio de conviver com um pai solteiro que não fala Libras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Escavações (7’)</em></p>
<p dir="ltr">Direção: Celso Costa e Daniela Câmara</p>
<p dir="ltr">Gênero: Ficção</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Uma velha ancestral volta ao seu território para denunciar a memória e a realidade atual dos abusos sofridos pelas mulheres nativas, que sobrevivem da pesca no litoral do Cabo de Santo Agostinho, indagando a sustentabilidade negligenciada pelo Complexo Portuário de Suape.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>Domingo (07/07/2025)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>14h I A Marvada Carne (1985, 77’) &#8211; R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), 10 anos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: André Klotzel</p>
<p dir="ltr">Gênero: Comédia</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Nhô Quim sai pelo mundo para conquistar duas coisas: uma mulher para cuidar de si e comer carne de boi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>16h I Marezinha (sessão infantil) &#8211; Bambi, uma Aventura na Floresta (FRA, 85’) &#8211; Gratuita, Livre</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: Michel Fessler</p>
<p dir="ltr">Gênero: Animação</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Desde seus primeiros passos, o jovem cervo Bambi se encanta com o mundo à sua volta, guiado pela ternura e sabedoria de sua mãe, que lhe ensina as lições essenciais para sobreviver na floresta. Bambi descobre a amizade com os outros animais e se apaixona por Faline, mas sua vida muda drasticamente quando perde a mãe para os caçadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>19h I O Gigantesco Ímã (2015, 73’) &#8211; Gratuita, 12 anos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Direção: Petrônio Lorena e Tiago Scorza</p>
<p dir="ltr">Gênero: Documentário</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Fios, bobinas, pólvora, máquinas de voar e outras armações.  Rodado no sertão pernambucano, o cotidiano criativo de Evangelista Ignácio de Oliveira é a matéria-prima para o documentário.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mostra Ambiental de Cinema do Recife divulga programação completa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 15:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no ar a programação completa da 7ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife &#8211; MARÉ. O evento teve início na última terça (29), em Fernando de Noronha, e segue no Recife, entre os dias 5 a 10 de dezembro. A mostra traz programação gratuita com formato híbrido e conta com exibições, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/mare-recife.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97679" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/mare-recife-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Está no ar a programação completa da 7ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife &#8211; MARÉ. O evento teve início na última terça (29), em Fernando de Noronha, e segue no Recife, entre os dias 5 a 10 de dezembro. A mostra traz programação gratuita com formato híbrido e conta com exibições, além de oficinas, encontros, debates e intervenções nos espaços públicos. Confira as sessões no site: <a href="https://www.mare.rec.br/" target="_blank"><strong>www.mare.rec.br</strong></a>.</p>
<p>Com três eixos estruturadores: Cidades e Conflitos, Ecossistemas e Biodiversidade, Povos e Territórios, voltados para acontecimentos urgentes, entre eles, a COP27 e as mudanças climáticas, a 7ª edição da MARÉ acontece em momento político de mudanças. <em>“Esta edição da mostra chega em um momento ímpar na sociedade brasileira, onde temos a oportunidade de pensar em uma perspectiva de um novo paradigma social. Há muitos anos vivemos uma estafa planetária, em que o planeta não consegue absorver tudo que a humanidade consome durante o ano. A edição foi pensada de como a nova geração e a população em geral atual pode pensar a sua relação com o meio ambiente a partir da experiência da pandemia, sendo possível a ressignificação de valores, de enxergar o mundo e um meio ambiente sustentável, economicamente correto e que todos possam ter as mesmas oportunidades”</em>, conta Rafael Buda, coordenador-geral da mostra.</p>
<p>Entre os filmes que serão exibidos, estão os documentários “Quando Falta o Ar&#8221;, de Ana Petta e Helena Petta, e “Amazônia, A Nova Minamata?”, de Jorge Bodanzky que estreiam no Recife com sessão especial, e &#8221; Antes do Prato”, de Carol Quintanilha, com pré-estreia. A curadoria da 7ª edição da MARÉ é composta por Priscila Urpia, Amanda Ramos e Felipe Redó que apresenta ao público farta colheita do que foi plantado no cinema brasileiro nos últimos tempos e dialoga com os três eixos estruturantes da mostra.<em>“Na trajetória do colher e degustar filmes, alumiamos caminhos por um mosaico de reflexões sobre as nossas existências enquanto parte do universo que está organizado hegemonicamente de determinada forma, mas que nos faz pensar que outras formas de organização são possíveis, mais equilibradas e respeitosas com as vidas, sejam elas humanas ou não-humanas. Os filmes nos ajudam a refletir sobre outros mundos plurais que são possíveis”</em>, completa Amanda Ramos.</p>
<p><em>“Estamos saindo de um ambiente de ódio político, destruição da Amazônia e de uma crise sanitária para um momento de esperança. A partir de uma curadoria primorosa, debates e oficinas, a sétima edição da MARÉ traz um retrato de um país plural, onde é necessário falar sobre corpos e lugares. Um dos filmes mais aguardados é “Quando Falta o Ar&#8221;, de Ana Petta e Helena Petta, vencedoras do Festival É Tudo Verdade e exibido pela primeira vez no Recife&#8221;</em>, explica Tiago Delácio, coordenador de programação da MARÉ.</p>
<p><strong>Oficinas -</strong> Estudantes do Recife terão a oportunidade de participar da Oficina de De grão em grão &#8211; Stop Motion com sementes, que vai de 5 a 7 de dezembro, na Escola João Barbalho, ministrada por Renata Claus, diretora, roteirista e animadora <em>stop motion</em>. A oficina propõe pensar questões de segurança alimentar e agroecologia a partir da técnica de cinema stop motion. Também integra a programação a Oficina O oposto do invisível, realizada pelo artista alagoano Paulo Accioly, a oficina utiliza a técnica de foto colagem e lambe para compartilhar mensagens ambientais e sustentáveis. Também integra a programação duas intervenções artísticas com lambe-lambe, nos dias 7 e 8.</p>
<p><strong>Sessões -</strong> Três sessões compõem a programação presencial da etapa Recife da MARÉ na terça (6) e na quarta (7), ambas iniciam às 16h, no Cinema da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A sessão ao ar livre acontece no sábado (10) às 10h, no Parque Estadual Dois Irmãos, zoológico também conhecido como Horto Florestal. Além das exibições de filmes, as sessões contam com debates. A mostra também conta com filmes online, compondo a programação de exibições.</p>
<p>Debates on-line &#8211; Compondo os eixos da MARÉ , a edição apresenta nos dias 6, 7 e 8 de dezembro, três debates on-line: &#8220;Cidades e Conflitos &#8211; Os Desafios da reciclagem e o consumo sustentável nas grandes cidades&#8221;; &#8220;Ecossistemas e Biodiversidade &#8211; Mata Atlântica: por que preservar e restaurar?&#8221;; &#8220;Povos e Territórios &#8211; O papel das comunidades tradicionais na preservação ambiental&#8221;.</p>
<p><strong>Cuidados sanitários </strong>- A 7ª edição da MARÉ seguirá todos os protocolos sanitários no combate e prevenção em todas as atividades presenciais. Será obrigatório o uso de máscaras e o distanciamento social. A mostra disponibilizará álcool (gel/líquido) e máscaras descartáveis para substituição.</p>
<p>A MARÉ é uma realização da Bonsucesso Comunicação e Cultura, produção A saga Audiovisual e Cidadania, com incentivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, CPRH &#8211; Agência Estadual de Meio Ambiente, Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, Administração de Fernando de Noronha, patrocínio do Greenpeace, Reeecicle, Prolata e Eu Reciclo, conta com apoio da Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE e do Instituto Caminhos da Sustentabilidade &#8211; ICS.</p>
<p>Confira a programação da MARÉ &#8211; Etapa Recife:</p>
<p><strong>5 a 7/12 | 9h às 12h</strong><br />
Oficina de De grão em grão &#8211; Stop Motion com Renata Claus<br />
Local: Escola João Barbalho</p>
<p><strong>5 a 7/12 | 9h às 12h</strong><br />
Oficina O oposto do invisível &#8211; Foto Colagem/Lambe Lambe com Paulo Accioly<br />
Local: Escola João Barbalho</p>
<p><strong>6/12 | 14h às 16h | On-line</strong><br />
Debate 1<br />
Cidades e Conflitos &#8211; Os Desafios da reciclagem e o consumo sustentável nas grandes cidades</p>
<p><strong>7/12 | 14h às 16h | On-line</strong><br />
Debate 2<br />
Ecossistemas e Biodiversidade &#8211; Mata Atlântica: por que preservar e restaurar?</p>
<p><strong>8/12 | 14h às 16h | On-line</strong><br />
Debate 3<br />
Povos e Territórios &#8211; O Papel das comunidades tradicionais na preservação ambiental</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>5 a 10/12</strong></span></p>
<p><strong>MOSTRA VIRTUAL</strong><br />
Aluísio, o silêncio e o mar, direção: Luiz Carlos Vasconcelos / 19 min / 2022<br />
Lixo Mutante, direção: Dani Minussi &amp; Adriano Caron / 67 min / 2022<br />
Normandia, direção: Marlom Meirelles / 15 min / 2022<br />
Sirinhaém, direção: Natália Santoro e iezu kaeru / 25 min / 2022<br />
Ultravioleta, direção: Dhiones Congo / 12 min / 2018<br />
Memórias submersas, direção: William Tenório / 15 min / 2020<br />
Eu Sou Raiz, direção: Cíntia Lima e Lílian Alcântara / 07 min / 2021<br />
Lamento de Força Travesti, direção: Renna Costa / 04 min / 2021<br />
Nem o Mar tem Tanta Água, direção: Mayara Valentim / 20 min / 2022<br />
O Prazer de Matar Insetos, direção: Leonardo Martinelli / 10 min / 2020<br />
Paola, direção: Ziel Karapotó / 16 min / 2022<br />
Da Boca da Mata à Barra do Dia, direção: Tiago Delácio / 18 min / 2021<br />
Abscesso, direção: Bianca Iatallese / 16 min / 2022<br />
Sethico, direção: Wagner Montenegro / 14min / 2021<br />
Obaobarco, direção: André Martins / 13 min / 2022</p>
<p><strong>6/12 | 16h</strong><br />
SESSÃO Cinema da UFPE<br />
Antes do prato, direção: Carol Quintanilha / 53 min / 2022<br />
Amazônia, a nova minamata?, direção: Jorge Bodanzky / 70 min / 2022</p>
<p><strong>7/12 | 16h</strong><br />
SESSÃO Cinema da UFPE<br />
Quando falta o ar, direção: Ana Petta e Helena Petta / 81 min / 2021</p>
<p>10/12 | 10h<br />
SESSÃO Parque Estadual Dois Irmãos<br />
Limolaygo Toype &#8211; Agricultura que Cuida, direção: Diego Xukuru e Kleber Xukuru / 14 min / 2021<br />
Nonna, direção: Maria Augusta Vilalba Nunes / 10 min / 2021<br />
Muda, direção: Renata Claus e estudantes da escola municipal Chefe Leandro / 02 min / 2022<br />
Canários x Canalhas, direção: Leonardo Gonçalves / 05 min / 2021<br />
Umah, a Pequena Sardinha, direção: Shoayb Khattab / 8 min / 2021<br />
Obaobarco, direção: André Martins / 13 min / 2022</p>
<p><strong>7 a 8/12 | 9h</strong><br />
Intervenções Urbana de Colagem de lambe-Lambe</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
7ª Mostra Ambiental de Cinema do Recife &#8211; MARÉ<br />
Etapa Recife &#8211; 5 a 10 de dezembro<br />
Locais: Cinema da UFPE, Parque Estadual Dois Irmãos, Escola João Barbalho<br />
Gratuito</p>
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		<title>5ª Mostra Ambiental de Cinema do Recife (MARÉ) ganha versão virtual</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 22:03:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 5ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife (MARÉ) ganha um novo formato neste ano e, entre os dias 8 e 13 de dezembro, acontece por meio de plataformas digitais. A mostra é incentivada pela Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SMAS), e tem o objetivo de oferecer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80347" aria-labelledby="figcaption_attachment_80347" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/MARÉ.jpeg"><img class="size-medium wp-image-80347" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/MARÉ-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A programação conta com curtas e longas-metragens que dialogam com temáticas ambientais</p></div>
<p>A 5ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife (MARÉ) ganha um novo formato neste ano e, entre os dias 8 e 13 de dezembro, acontece por meio de plataformas digitais. A mostra é incentivada pela Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SMAS), e tem o objetivo de oferecer uma programação de curtas e longas-metragens que dialogam com temáticas ambientais à disposição de todos, sem precisar sair de casa, e de graça.</p>
<p>A sessão de abertura será realizada na terça-feira (8), às 18h, através do site da MARÉ (<strong><a href="http://www.mare.rec.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.mare.rec.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1607025696994000&amp;usg=AFQjCNEm1TaIuaIA98a3TODwRwm4I9bwHA">www.mare.rec.br</a></strong>), com a participação do secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, José Neves Filho, e do coordenador da MARÉ, Rafael Buda. A primeira sessão será marcada pela exibição do documentário “A jangada de Welles”, que narra memórias da ditadura do Estado Novo, da Segunda Guerra, da luta de pescadores cearenses por direitos trabalhistas e por moradia no seu espaço tradicional &#8211; alvo de especulação imobiliária.</p>
<p>A programação será diária, tendo um longa-metragem disponível por 24 horas. Dentre as novidades deste ano estará a exibição de uma retrospectiva de curtas na Arena Arbor do Jardim Botânico do Recife, com lotação máxima de 13 pessoas por sessão, respeitando as regras do Jardim Botânico do Recife em relação ao cumprimento dos protocolos de convivência com a covid-19. As sessões acontecem no domingo (13) e têm classificação livre e os ingressos ficarão disponíveis na portaria do espaço, de forma gratuita.</p>
<p><em>“Com a crise climática que vivemos e a velocidade da destruição e queimadas da natureza, trazer essas temáticas para as produções audiovisuais levanta uma consciência e relevância do cinema para as questões ambientais e estimula a sensação de pertencimento do meio ambiente. Tanto os curtas quanto os longas podem ter o poder de sensibilizar o espectador ao mesmo tempo em que informam direta ou indiretamente”</em>, destaca o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade, José Neves Filho. Para o coordenador da MARÉ, Rafael Buda, a pandemia nos fez refletir sobre diversas coisas, mas repensar nossa relação com o meio ambiente é uma das principais. <em>“Como diz Ailton Krenak, adiar o fim do mundo é sempre poder contar mais uma história. Chegamos a 5ª edição com uma programação provocadora, que reflete nossa ancestralidade e ao mesmo tempo aponta perspectivas para o futuro”</em>, reflete Rafael.</p>
<p>A programação e curadoria foram desenvolvidas pelo crítico e pesquisador André Dib, a partir de três eixos estruturadores:  Cidades e Conflitos, Ecossistemas e Biodiversidade, Povos e Territórios. No total, serão exibidos onze produções brasileiras: os longas A jangada de Welles (CE), Castelos de Terra (MG/França), Yãmīyhex: as mulheres-espírito (MG) e Virou Brasil (MA/PE) e Beco (PE), do cineasta pernambucano Camilo Cavalcante, vencedor do último Festival de Gramado com o filme Kink Kong en Asuncíon; e uma retrospectiva de curtas com Fazenda Rosa (PE), O malabarista (GO), Enraizada (PE), Exília (PE), Viagem na chuva (GO), Yá, me conte histórias (PB).</p>
<p>No dia seguinte, quarta-feira (9), às 16h, acontece o Encontro Nacional de Festivais de Cinema Ambiental com uma reflexão sobre a junção entre a sétima arte e o meio ambiente, divulgando e promovendo a mensagem pela sustentabilidade, o respeito à natureza e a preservação. O encontro contará com Chico Guariba (Mostra Ecofalante &#8211; SP), Fellipe Redó (Cinema do Mar &#8211; RJ), Tania Caju (Cine.Ema &#8211; ES),) Marcelo Cordero (Festival Pachamama &#8211; AC) e Solange Arboleda (Rede Latino Americana de Cinema Ambiental / SescTV – SP).</p>
<p>Ao longo da programação, serão realizados diversos debates virtuais com o objetivo de aprofundar as discussões propostas pelos filmes e reforçar as temáticas envolvidas na edição. Estão confirmados os realizadores Camilo Cavalcante (PE) e Oriane Descout (França), além de Chico Guariba (Mostra Ecofalante), Cida Pedrosa (advogada, ambientalista e escritora), Graci Guarani (cineasta, produtora e formadora audiovisual, Mãe Beth de Oxum (ialorixá, mestra do Coco de Umbigada e embaixadora de Matrizes Africanas no Brasil), entre outros.</p>
<p>Desde 2014, a Mostra Ambiental do Recife procura levar através do audiovisual as questões ambientais para o público em geral e aos estudantes das escolas públicas do Recife, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade da cidade. Dentro do circuito nacional de festivais ambientais, Recife já está no roteiro dos principais com a execução da MARÉ. Neste ano, devido à pandemia do novo coronavírus, a programação está sendo realizada de forma virtual. A última edição atingiu mais de cinco mil pessoas em sessões nas escolas municipais, Econúcleo Jaqueira, Cais do Imperador, Jardim Botânico, Cinema São Luiz, além de ação que espalhou 120 adesivos de QR Code com filmes ambientais por toda a cidade.</p>
<p dir="ltr">A programação completa está disponível em: <strong><a href="http://www.mare.rec.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.mare.rec.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1607025696994000&amp;usg=AFQjCNEm1TaIuaIA98a3TODwRwm4I9bwHA">www.mare.rec.br</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
5ª Mostra Ambiental de Cinema do Recife<br />
Quando: de 8 a 13 de dezembro de 2020<br />
Onde:<strong><a href="http://www.mare.rec.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.mare.rec.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1607025696994000&amp;usg=AFQjCNEm1TaIuaIA98a3TODwRwm4I9bwHA"> www.mare.rec.br</a></strong><br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Cinema São Luiz exibe &#8220;Terra em Transe&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Aug 2017 17:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz exibe nesta segunda-feira (14), às 19h30, o filme Terra em Transe (1967), grande clássico do cinema novo, dirigido pelo diretor baiano Glauber Rocha. A exibição integra a programação da 3ª Mostra Ambiental do Recife (MARÉ), que desde a última segunda-feira (7) tem ocupado vários espaços da capital pernambucana, como Jardim Botânico, UFPE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52377" aria-labelledby="figcaption_attachment_52377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/terra-em-transe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-52377" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/terra-em-transe-607x375.jpeg" width="607" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2015, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema elegeu o longa de Glauber Rocha como um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos</p></div>
<p>O Cinema São Luiz exibe nesta segunda-feira (14), às 19h30, o filme <strong>Terra em Transe (1967)</strong>, grande clássico do cinema novo, dirigido pelo diretor baiano Glauber Rocha<strong>. </strong>A exibição integra a programação da <a href="https://www.facebook.com/MostraAmbientalRecife" target="_blank"><strong>3ª Mostra Ambiental do Recife (MARÉ)</strong></a>, que desde a última segunda-feira (7) tem ocupado vários espaços da capital pernambucana, como Jardim Botânico, UFPE e a comunidade da Ilha de Deus, com filmes, saraus, oficinas, debates e atividades culturais.</p>
<p>Segundo o coordenador da mostra e produtor cultural Rafael Buda, neste ano a MARÉ pretende trazer à tona questões que, apesar de urgentes, não são debatidas com profundidade. &#8220;<em>A 3ª MARÉ se consolida com um debate urgente sobre a cidade que temos e a cidade que queremos. Seus conflitos, a interação do homem com o meio ambiente e as lutas políticas atuais são fios condutores para uma reflexão que permeia toda a programação. Assim, como o fluxo da maré, apresentamos filmes que traduzem esse sentimento e escancaram nossas contradições&#8221;</em>, afirmou.</p>
<p>Até a próxima quarta-feira (14), o Cinema São Luiz será a casa da MARÉ, numa programação com mesas de debate e filmes exibidos no padrão profissional DCP, com entrada ao preço único de R$ 5 (a bilheteria abre às 18h). Seis filmes serão exibidos, quatro deles inéditos no Recife: os curtas <i>Em busca da terra sem males</i> (RJ), de Anna Azevedo (lançado no último Festival de Berlim); <i>Dia de pagamento</i> (PE), de Fabiana Moraes; <i>Nanã,</i> de Rafael Amorim; e os longas <i>O botão de pérola (El botón de nacár)</i>, de Patricio Guzmán (vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim); <i>Cidades Fantasmas</i>, de Tyrell Spencer (vencedor do Festival É Tudo Verdade 2017); e a <b>sessão comemorativa de 50 anos de <i>Terra em Transe (1967)</i>, de Glauber Rocha.</b> Antes de cada sessão será formada uma mesa com debatedores que tratarão sobre os temas: “Terra em Transe &#8211; 50 anos depois num país em transe”; “A contradição do capital tem gênero, cor e orientação sexual”; e “O colapso ambiental e a segunda natureza”.</p>
<p style="text-align: right;">Confira <a href="https://www.mare.rec.br/programacao" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa da 3ª MARÉ.</p>
<p><b>Terra em Transe – </b>Cinquenta anos após seu lançamento, o filme <strong><i>Terra em Transe</i></strong>, de Glauber Rocha, que refletia sobre a sociedade brasileira da década de 60, continua muito atual dentro da conjuntura política do país. Após ser restaurado em 2007 por Paloma Rocha, cineasta e filha do Diretor do filme, a obra voltou as salas de cinema nesse ano de 2017. A MARÉ será a responsável pela primeira exibição no Recife, no dia 14 de agosto, as 19h30. A sessão será precedida pelo debate: “Terra em Transe &#8211; 50 anos depois num país em transe”, que contará com a participação de Alexandre Figueiroa, que é professor e crítico de cinema, e com mediação de Luiz Joaquim, também professor e crítico de cinema.</p>
<p><b>Eixos temáticos </b>- Nessa edição, a MARÉ não abordará uma única temática, como em edições anteriores. Três temas guiarão as sessões de exibição, assim como os debates e demais atividades. Os desafios da mobilidade urbana, a luta pelo direito à moradia, o desmonte dos espaços públicos coletivos e outros tópicos estarão reunidos no debate acerca das <b>Cidades &amp; Conflitos</b>. Já o processo de homogeneização das tradições e culturas, provocadas pela globalização, serão refletidas no eixo <b>Povos &amp; Territórios</b>, que discutirá a busca por um equilíbrio entre o desenvolvimento e a valorização da cultura popular, o respeito pelas diferentes etnias e a manutenção dos povos tradicionais.  E como não poderia deixar de ser em uma mostra ambiental, problemáticas atuais envolvendo <b>Ecossistemas &amp; Biodiversidade </b>serão discutidas<b>.</b></p>
<p><b>Atividades Formativas</b> - A MARÉ será dividida em duas etapas. A primeira, de 07 a 11 de agosto, com a realização das oficinas de Sensibilização Ambiental (com Daniele Carvalho, bióloga, professora, educadora ambiental e coordenadora de formação da MARÉ) e Vídeo ambiental (com Lilian Alcântara, cineasta), na <b>Escola Professor José da Costa Porto</b>, localizada na Ilha de Joana Bezerra (comunidade do Coque) e na <b>Escola Poeta Jonatas Braga</b>, em Campo Grande. A segunda etapa acontece entre os dias 12 e 18 de agosto, com a apresentação da mostra audiovisual, debates e atividades culturais no Jardim Botânico do Recife, no Cinema São Luiz, na UFPE e na Ilha de Deus.</p>
<p><b>Jardim Botânico</b> - Seis curtas-metragens abrem a MARÉ no Jardim Botânico do Recife: <i>História Natural</i> (PE), de Júlio Cavani; <i>Retratos da Alma</i> (DF), de Leo Bello; <i>Ruínas </i>(PE), do coletivo Jacaré Vídeo; <i>Frequências</i> (PE), de Adalberto Oliveira; <i>Disforia Urbana</i> (PE), de Lucas Simões; e <i>Da margem do rio o mar</i> (GO), de Rei Souza. Nesse dia, também será ofertada uma oficina de Sensibilização Ambiental. Já no segundo dia, a MARÉ continua no Jardim botânico e apresenta mais quatro curtas-metragens: a ficção paulista <i>Animais </i>(SP), de Guilherme Alvernaz; <i>Exília</i> (PE), de Renata Claus; <i>Lá do alto</i> (RJ), de Luciano Vidigal; e <i>Em busca da terra sem males</i> (RJ), de Anna Azevedo. O Sarau Poético Cordel Animado fecha a programação do Jardim Botânico.</p>
<p><b>Sessão guerrilha + debate na UFPE</b> - Na quinta-feira (17) a MARÉ chega ao Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (CAC-UFPE), com o SLAM Poético do coletivo recifense “Controverso Urbano” e a Sessão Guerrilha, seguida do debate “A produção e o espaço de gentrificação da cidade”.</p>
<p><b>Encerramento</b> - No último dia de atividades, a MARÉ chegará na comunidade da Ilha de Deus, que fica localizada no bairro da Imbiribeira. Os presentes participarão de uma visita guiada e ao chegar na comunidade, serão recepcionados pelo Sarau Poético “As Cumade”. Logo após, será formada uma mesa com o tema “Fissura no capital e o turismo de base comunitária” e serão exibidos, na sequência, cinco curtas: os pernambucanos <i>Pequena área</i>, de Tiago Martins Rêgo e Sebba Cavalcante; <i>Fora Presídio</i>, do Coletivo Ficcionalizar; <i>Fotograma</i>, de Luís Henrique Leal e Caio Zatti; Iluminadas, de Gabi Saegesser; e o baiano <i>Latosolo</i>, de Michel Santos.</p>
<p><b>Saraus</b> – Nessa edição, a MARÉ contará com três saraus. No domingo (13) acontece o<b> “<i>Cordel Animado”</i></b>, pensado para crianças e famílias se deleitarem nas rimas e sinas da autêntica Literatura de Cordel. O projeto é integrado pela escritora e contadora de histórias Mariane Bigio, e sua irmã, a musicista Milla Bigio. A dupla prepara um repertório de histórias autorais em Cordel, permeadas por música e sonoplastia, trazendo textos como &#8220;Uma Menina Vestida de Jardim&#8221;, que traduz o encantamento do encontro com a natureza, além de outros textos em cordel, como o sucesso da dupla: &#8220;Marmelo, o Jacaré Banguelo”, que se mantém como carro chefe do espetáculo, e ainda introduz a estética do Mamulengo à criançada.</p>
<p>Já na quinta-feira (17), acontece o <b>SLAM da MARÉ</b>, no Centro de Artes e Comunicação da UFPE. O SLAM será comandado pelo Coletivo recifense Controverso Urbano e consiste numa batalha poética em que pessoas leem ou recitam textos autorais. Estas apresentações são julgadas por jurados selecionados da plateia, e um ou mais vencedores são escolhidos ao final. O SLAM tem virado febre nas grandes cidades do Brasil, como espaço livre de expressão da cena artística alternativa e jovem, principalmente da periferia. Os poemas trazem temas polêmicos e as performances são contagiantes.</p>
<p>E, na sexta-feira (18), haverá o espetáculo “<b>As Cumade</b>”, formado pelas poetas Anaíra Mahin e Lu Rabelo, que desenvolvem um trabalho hibrido com poesia, teatro e música. Com apresentações performáticas e temáticas com grande viés político de conscientização, trazem à tona a relação com os saberes femininos obscurecidos pela hegemonia patriarcal e tecnicista.</p>
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		<title>Mostra Ambiental do Recife leva filmes sobre o tema ao Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 15:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com foco na mobilidade urbana, a segunda edição da Mostra Ambiental do Recife – MARÉ tem início nesta segunda-feira (14) e segue até o próximo sábado (19), numa programação espalhada em vários espaços da cidade. Nesta segunda, (14) dois filmes e uma curta serão exibidos no Cinema São Luiz dentro da programação da MARÉ: o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/12832448_1711282569140953_7946574500713668160_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-34635 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/12832448_1711282569140953_7946574500713668160_n-607x224.jpg" width="607" height="224" /></a></p>
<p>Com foco na mobilidade urbana, a segunda edição da <a href="https://www.facebook.com/events/957389360976949/" target="_blank">Mostra Ambiental do Recife – MARÉ</a> tem início nesta segunda-feira (14) e segue até o próximo sábado (19), numa programação espalhada em vários espaços da cidade. Nesta segunda, (14) dois filmes e uma curta serão exibidos no Cinema São Luiz dentro da programação da MARÉ: o documentário sueco <strong>BikesvsCarros</strong>, de Fredrik Gerten; a produção <strong>Índios Zoró – antes, agora e depois?</strong>, do realizador baiano Luiz Paulino dos Santos; e o curta pernambucano <strong>Sobre a faixa</strong>, da Jacaré Vídeo. A sessão começa às 17h e a entrada é gratuita.</p>
<p>Além do Cinema São Luiz, a MARÉ ocupa com diversas atividades outros espaços da cidade, como o Teatro do Parque, Jardim Botânico, UFPE, Estação Central do Recife e Recife Antigo.</p>
<p>Para facilitar o acesso de quem for ao Cinema São Luiz nesta segunda-feira (14), a organização da mostra, em parceria com a AMECICLO, instalou um bicicletário no equipamento cultural. A questão do uso de bicicletas no dia a dia é tratada no filme <strong>BikevsCarros</strong>, que teve première internacional em março de 2015 e está pautando discussões em vários países. Entre os participantes do longa está a arquiteta e urbanista brasileira Raquel Rolnik e a jornalista Aline Cavalcante (blog Vá de Bike).</p>
<p>Inédito no Recife, o longa <strong>Índios Zoró – antes, agora e depois?</strong> estreou em janeiro no Festival de Tiradentes, com ótima repercussão. Após a sessão haverá debate com Vincent Carelli (Vídeo nas Aldeias), Tiago Melo (produtor do longa) e Luiz Paulino, 83 anos, ele próprio um patrimônio do cinema brasileiro, tendo sido um dos roteiristas do seminal “Barravento” (1961), de Glauber Rocha.</p>
<p>Além dos filmes a serem exibidos no São Luiz, a programação completa da Mostra Ambiental do Recife conta com 34 curtas-metragens, cinco deles inéditos no Recife e espalhados nos outros espaços que recebem a mostra.</p>
<p><strong>Discussões sobre a mobilidade</strong></p>
<p>Na quarta-feira (16), na área externa do Centro de Artes e Comunicação/UFPE, haverá um sarau ambiental com exibição de filmes e debate com o tema “A cidade que queremos: os desafios da mobilidade urbana”. Participam do encontro Cida Pedrosa, secretária de Meio Ambiente da Prefeitura do Recife, o arquiteto Luiz Carvalho, do InCiti &#8211; Pesquisa e Inovação para as Cidades/Parque Capibaribe, Ricardo Rogo, do projeto Ecobike, e Pedro Paes Barreto dos Santos, da Ameciclo.</p>
<p>O sarau na UFPE vai contar com a presença do trio de poetas Gleison Nascimento, Luna Vitrolira e Thiago Martins, que &#8220;performiza&#8221; poemas autorais e de escritores consagrados no corpo, na música e na voz, para brindar a cidade, refletir sobre o caos e as mazelas urbanas e evocar a sustentabilidade.</p>
<p>No dia 17, na Estação Central, o poema de Manoel de Barros, Pássaro de Barro vai servir de inspiração para os poetas Adélia Oliveira, Rafael Ferraz e os músicos Serafim Neto e Idaiane dos Santos. A performance traz reflexões sobre desvios e aprendizados na natureza humana. No dia 18, ainda na Estação Recife, Mariane Bigio, Susana Morais e os músicos Diego Gibran e Milla Bigio entram no clima da Literatura de Cordel, com reflexões e críticas sociais sobre o Recife, o Capibaribe, a vida citadina e o meio ambiente.</p>
<p><strong>Cineclube RuaPE</strong></p>
<p>Em parceria com a MARÉ, o cineclube preparou programa especial com quatro curtas que dialogam com o tema da mostra, dois deles inéditos no estado. Esta é a primeira ação continuada do movimento #CineRuaPE, fundado em novembro de 2015 no ensejo de reunir esforços, promover atividades, estratégias e a conscientização da importância de se preservar os poucos cinemas de rua que restam no Estado. A sessão será na terça (15), às 18h30 em frente ao Cineteatro do Parque, na Rua do Hospício, seguida de debate com os realizadores Petrônio Lorena e Antônio Carrilho.</p>
<p><strong>Hora do Planeta</strong></p>
<p>No sábado (19), a MARÉ participa da Hora do Planeta, ato simbólico organizado pela World Wildlife Fund (WWF), que busca alertar as pessoas do mundo sobre a importância de proteger o planeta contra os impactos ambientais.</p>
<p>Às 18h, haverá sessão especial cineclubista no Inciti (Rua do Bom Jesus, 191 – Recife Antigo), seguida pela Hora do Planeta, com Pedalada Sustentável e exibição de curtas, entre eles o resultado das oficinas de sensibilização ambiental e animação stop-motion, respectivamente ministradas por Daniele Carvalho e Bruno Cabús.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>II Mostra Ambiental do Recife – MARÉ</em><br />
Segunda (14/03) | 17h<br />
Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175, Boa Vista, Recife-PE)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Programação da II Mostra Ambiental do Recife – MARÉ</strong></p>
<p><strong>Segunda-feira (14/03)</strong></p>
<p>17h &#8211; Sobre a faixa (doc, PE, 2015, cor, HD, 2’18), de Jacaré Vídeo<br />
Bike vs. Carros (doc, Suécia, 2015, cor, HD, 90’), de Fredrik Gerten + debate<br />
19h30<br />
Índios Zoró – antes, agora e depois? (doc, PE, 2016, cor, HD, 70’), de Luiz Paulino dos Santos*estreia no Recife; debate com diretor, o produtor Tiago Melo e o realizador Vincent Carelli (Vídeo nas Aldeias)</p>
<p><strong>Terça-feira (15/03)</strong></p>
<p>Jardim Botânico do Recife (Curado)<br />
Mostra de curtas e bate papo<br />
9h &#8211; Vrruummm!! (fic, SP, 2003, cor, 5’), de Paula Dager<br />
A ilha (fic, ,SP, 2009, cor, digital, 8’48’’), de Alê Camargo<br />
Carreto (fic, BA, 2009, cor, 35mm, 12’), de Cláudio Marques e Marília Hughes<br />
Miss&amp;Grubs  (fic, SP, 2015, cor, HD, 9’), de Jonas Faria Brandão e Camila Kamimura<br />
Dia Estrelado (fic, PE, 2011, cor, 35mm, 17’), de Nara Normande<br />
Não custa nada (fic, RJ, 2014, cor, HD, 13’), de Edu Pereira *estreia no Recife<br />
10h &#8211; A cena e a cana (PE, 2014, animação, cor, digital, 2’22’’), resultado da oficina de animação stop-motion da 4ª Mostra Canavial de Cinema, ministrada por Bruno Cabús e Paulo Leonardo<br />
Poesia Animada (fic, PE, 2014, cor, HD,3’13’’), resultado da oficina de stop-motion da 1ª Mostra Cinema na Mata, ministrada por Quiá Rodrigues e Gabi Saegesser<br />
Cordilheira de amora II (doc, MS, 2015, cor, HD, 12’), de Jamille Fortunato*estreia no Recife<br />
Olinda limpeza (fic, PE, 2014, cor, HD, 6’), de Lula Gonzaga<br />
Dia Estrelado (fic, PE, 2011, cor, 35mm, 17’), de Nara Normande<br />
Não custa nada (fic, RJ, 2014, cor, HD, 13’), de Edu Pereira*estreia no Recife<br />
Vrruummm!! (fic, SP, 2003, cor, 35mm, 5’)<br />
A ilha (fic, ,SP, 2009, cor, digital, 8’48’’), de Alê Camargo</p>
<p>Cineclube CineRua<br />
(Rua do Hospício, em frente ao Teatro do Parque)<br />
18h30 &#8211; Homem na estrada (fic, SP, 2015, cor, digital, 13’), de Felipe Terra*estreia no Recife<br />
Calma Monga, Calma! (fic, PE, 2011, cor, 16mm, 18’24’’), de Petrônio de Lorena<br />
Poeta Urbano (fic, PE, 2012, cor, 35mm, 16’31’’), de Antônio Carrilho<br />
João Batista (doc, MG,2015, cor, HD, 23’), de Rodrigo Resende Meirelles*estreia no Recife</p>
<p><strong>Quarta-feira (16/03)</strong></p>
<p>Área externa do CAC / UFPE(Cidade Universitária)<br />
17h &#8211; Sarau Ambiental<br />
18h &#8211; Mostra de Curtas &#8211; 24’15’’<br />
Ciclo Ativo (doc, PE, 2016, cor, HD, 6’), de Jacaré Vídeo<br />
Cidade Líquida (doc, AL, 2015, cor, HD, 12’), de Laís Araújo<br />
Capibaribe (doc, PE, 1981, cor, super8, 6’15’’), de Fernando Spencer<br />
18h30- Debate “A cidade que queremos: os desafios da mobilidade urbana” com participação de Cida Pedrosa (Secretária de Meio Ambiente da Prefeitura do Recife), o arquiteto Luiz Carvalho (InCiti &#8211; Pesquisa e Inovação para as Cidades / Parque Capibaribe), Ricardo Rogo (Ecobike) ePedro Paes Barreto dos Santos (Ameciclo).</p>
<p><strong>Quinta-feira (17/03)</strong></p>
<p>Estação Central do Recife (São José)<br />
17h &#8211; Sarau Ambiental<br />
18h &#8211; Mostra de Curtas &#8211; 92’<br />
Centro, organismo vivo (doc, AL, 2013, cor, HD, 10’34’’), de Aldemir dos Reis, Diogo Cardoso, Eduardo Pereira, Elias Gonzaga, Laysa Menezes, Paulo Luna*estreia no Recife<br />
Bike Gelo Baiano (doc, PE, 2015, cor, HD, 2’18), de Jacaré Vídeo<br />
O paradoxo da espera do ônibus (fic, RJ, 2007, cor, digital, 3’), de Christian Caselli<br />
O fim dos carros (doc, PE, 2015, cor, HD, 3’40’’), de Jacaré Vídeo<br />
A Copa do Mundo no Recife (doc, PE, 2014, cor, HD, 15’), de Kleber Mendonça Filho<br />
Engano (fic, RJ, 2008, cor, digital, 11’), de Cavi Borges<br />
Eficiência sobre rodas (doc, PE, 2015, cor, HD, 5’51), de Jacaré Vídeo<br />
Miró – preto, pobre, poeta e periférico (doc, PE, 2008, cor, digital, 19’), de Wilson Freire<br />
Dia de fúria (PE, 2015, documentário, cor, HD, 3’), de Jacaré Vídeo<br />
Fragmentos de uma cronologia inerte (doc, PE, 2013, cor, HD, 8’), de Lucas Simões<br />
Linear (SP, 2014, animação, cor, digital, 6’), de Amir Admoni<br />
No caminho do bem (PE, 2015, documentário, cor, digital, 3’24’’), de Jacaré Vídeo</p>
<p><strong>Sexta-feira (18/03)</strong></p>
<p>Estação Central do Recife (São José)<br />
17h- Sarau Ambiental<br />
18h &#8211; Mostra de Curtas &#8211; 90’<br />
Ciclo Ativo (doc, PE, 2016, cor, HD, 6’), de Jacaré Vídeo<br />
Linear (fic, SP, 2014, cor, HD, 6’), de Amir Admoni<br />
Clave dos Pregões (doc, PE, 2015, cor, HD, 15’), de Pablo Nóbrega<br />
Bike Gelo Baiano (doc, PE, 2015, cor, HD, 2’18), de Jacaré Vídeo<br />
Cidade Líquida (doc, AL, 2015, cor, HD, 12’), de Laís Araújo<br />
Andarilho (doc, PE, 2015, cor, HD, 5’08), de Jacaré Vídeo<br />
Praça Walt Disney (doc, PE, 2011, cor, HD, 21’), de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira<br />
Travessia (doc, PE, 2015, cor, HD, 3’15’’), de Jacaré Vídeo<br />
Recife de dentro pra fora (doc, PE, cor, 35mm, 15’30’’), de Kátia Mesel<br />
No caminho do bem (doc, PE, 2015, cor, HD, 3’24’’), de Jacaré Vídeo</p>
<p><strong>Sábado (19/03)</strong></p>
<p>Recife Antigo<br />
INCITI (Rua do Bom Jesus, 191)<br />
18h – Sessão cineclubista</p>
<p>Marco Zero<br />
20h30 &#8211; Hora do Planeta: Pedalada Sustentável com exibição de curtas + resultado das oficinas de sensibilização ambiental e animação stop-motion<br />
22h &#8211; Festa no Café Castro Alves (Rua do Lima, 280 &#8211; Santo Amaro)</p>
<p>&nbsp;</p>
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