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	<title>Portal Cultura PE &#187; Margarida Cantarelli</title>
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		<title>Secult-PE debate sobre monumentos históricos e a disputa pela memória em live</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2021 20:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-03-at-13.54.08.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87587" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/WhatsApp-Image-2021-09-03-at-13.54.08-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O programa Cultura em Rede, uma produção da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), vai ao ar, excepcionalmente, na quarta (8), no canal da Secult-PE no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>), às 19h. “Memórias em disputa” é o tema da live, que vai debater os atuais questionamentos que envolvem as representações simbólicas da história em placas, estátuas e monumentos.</p>
<p>Os convidados para o encontro virtual são Margarida Cantarelli, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e membro do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), e Antônio Motta, antropólogo, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Conselho Consultivo do Patrimônio Histórico Nacional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Cibele Barbosa, historiadora e pesquisadora da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), é a mediadora.</p>
<p>Em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil, monumentos históricos e estátuas, associados à escravidão, colonialismo, repressão e racismo vêm sendo derrubados, pichados ou incendiados em manifestações sociais. No Recife, há também homenagens questionáveis. No entanto, projetos como “História em placas” (iniciativa do IAHGP), que conta, de maneira sucinta, a história da cidade e de personalidades através de placas colocadas em ruas, ou o “Circuito da Poesia”, que homenageia poetas e cantores com esculturas em tamanho real, são acolhidos no afeto de grande parte da população. Mas as questões são muitas. A quem devemos homenagear? Quais os significados dessas homenagens? Qual a história que esses monumentos e placas representam? Aliás, existe uma única forma de contar a história?</p>
<p>Para Margarida Cantarelli, é preciso tranquilidade para fazer esse debate, já que fatos históricos não podem ser analisados através de nosso olhar de hoje. Cantarelli cita o exemplo dos bandeirantes, que foram os responsáveis, entre outras coisas, pela expansão territorial do Brasil no século 16 e pelo extermínio e escravização de índios e negros. Borba Gato, cuja estátua foi incendiada em julho em São Paulo, era um dos mais proeminentes participantes do grupo.<em> “Aos olhos de hoje, é um absurdo. À época deles, era o papel que recebiam. Não se apaga o passado. Você pode diminuir o tamanho da homenagem, mas você não apaga o passado. Falta educação patrimonial, visão correta da História e analisar de acordo com o tempo”</em>. Segundo Margarida, quanto mais conhecimento histórico tem-se, menos sujeitos a repetir os erros da História estamos.</p>
<p><em>“É importante salientar que, ao se desconstruir o passado, em torno da discussão sobre monumentos públicos controversos, possamos igualmente reconstruir e ressignificar novas narrativas que possam traduzir culturalmente a pluralidade de experiências identitárias e dramas sociais vivenciados no presente, possibilitando, deste modo, exercitar de forma ética e comprometida debates públicos sobre cidadania e direitos fundamentais de grupos sociais que são frequentemente marginalizados”</em>, analisa Antônio Motta. Para ele, é importante gerar contrapontos críticos e que possam provocar confrontos com outras percepções da realidade, de forma a se alinhar a uma agenda pública comprometida com os direitos das minorias.</p>
<p><em>&#8220;Talvez a grande crítica hoje na sociedade seja a invisibilidade das histórias de populações negras, de populações indígenas e de outros grupos e ao mesmo tempo um excesso de valorização imagética de uma determinada versão da História. O que vemos ainda, na maioria das estátuas, são pessoas brancas ou colonizadoras, contando apenas uma versão da história. As sociedades estão reavaliando a sua própria construção, contestando esse modelos hegemônicos de visualidade, de História e de memória. É legítimo que as pessoas reivindiquem esses espaços simbólicos”</em>, analisa Cibele Barbosa, que ficará no papel de mediadora. Para ela, é importante trazer o debate para a arena pública, como vem acontecendo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cultura em Rede</strong></span><br />
O webprograma “Cultura em Rede” é realizado semanalmente pelo Núcleo Digital da Secult-PE e busca trazer debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live  “Memórias em disputa”<br />
Quando: 8 de setembro de 2021 (quarta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a></p>
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		<title>Secult-PE promove a live “1817 &#8211; História de uma Revolução Republicana”</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 22:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[817 - História de uma Revolução Pernambucana]]></category>
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		<category><![CDATA[data magna]]></category>
		<category><![CDATA[George Cabral]]></category>
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		<description><![CDATA[Para marcar as comemorações em torno da Data Magna de Pernambuco, celebrada no dia 6 de março, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) vai transmitir, em seu canal oficial no YouTube (youtube.com/SecultPE), a live “1817 &#8211; História de uma Revolução Pernambucana”. Com as participações de Margarida Cantarelli (presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-04-at-12.10.22.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82554" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-04-at-12.10.22-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Para marcar as comemorações em torno da Data Magna de Pernambuco, celebrada no dia 6 de março, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) vai transmitir, em seu canal oficial no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>youtube.com/SecultPE</strong></a>), a live <strong>“1817 &#8211; História de uma Revolução Pernambucana”</strong>.</p>
<p>Com as participações de <strong>Margarida Cantarelli</strong> (presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco &#8211; IAHGP), <strong>Marcos Casseb</strong> (vice-presidente do IAHGP) <strong>George Cabral</strong> (presidente do Instituto Histórico de Olinda), que também mediará o encontro, o bate-papo será exibido nesta sexta-feira (5), às 17h, e destacará a luta do povo pernambucano à frente da Revolução de 1817, movimento deflagrado em nosso Estado que prenunciou a Independência do Brasil (1822).</p>
<p>Instituída pelo governador Paulo Câmara, em 2017, a data presta uma homenagem à chamada Revolução Pernambucana, quando o estado se tornou uma república independente do resto do Brasil colonial, durante 75 dias. <em>&#8220;A república, apesar de breve, deixou um legado inestimável que inspira o povo até os dias atuais. É para relembrar essa luta que convidamos Margarida Cantarelli, Marcos Casseb e George Cabral para esse bate-papo que, dentre outros temas, vai mostrar o pioneirismo de Pernambuco na emancipação do Brasil e os marcos deixados pela Revolução de 1817&#8243;</em>, adianta Michelle de Assumpção, uma das organizadoras do evento virtual.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> O movimento de libertação contra a opressão da Corte Portuguesa foi liderado por Domingos José Martins, com o apoio de Antônio Carlos de Andrada e Silva e do Frei Caneca. Os revolucionários, inspirados pelas ideias iluministas, instalaram um governo provisório que tinha como propostas a proclamação da República, a extinção de impostos abusivos e a elaboração de uma Constituição que garantisse os direitos dos cidadãos, a exemplo da igualdade de todos perante a lei, a liberdade religiosa e de imprensa. A revolução conseguiu reunir representantes dos mais diversos segmentos da sociedade, como religiosos, militares e intelectuais, que, juntos, desejavam a emancipação política e a implantação de um governo republicano.</p>
<p>Dois meses após seu estopim, o movimento foi sufocado pelas tropas da Coroa Portuguesa, que cercaram a cidade do Recife por terra e mar, culminando na prisão e morte de seus líderes. Mesmo derrotada, a revolução perpetuou ideias e colaborou com a Independência do Brasil, proclamada apenas cinco anos depois do levante pernambucano. Em 1917, no centenário da Data Magna, foi feriado nacional.</p>
<p>Em 2017, ano do bicentenário da Revolução de 1817, Pernambuco organizou uma vasta programação cultural, com debates, palestras e exposições, para marcar as festividades dos 200 anos da eclosão do movimento revolucionário que estabeleceu a primeira república no Brasil.</p>
<p>Para acompanhar, basta apertar o play:</p>
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<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“1817 &#8211; História de uma Revolução Pernambucana”, com as participações de Margarida Cantarelli, Marcos Casseb e George Cabral<br />
Quando: 5 de março de 2021 (sexta-feira), às 17h<br />
Transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>youtube.com/SecultPE</strong></a></p>
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