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	<title>Portal Cultura PE &#187; margot monteiro</title>
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		<title>Margot Monteiro, gestora do MEPE, é convidada da live &#8220;Papo de Museu&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 22:32:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A diretora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), Margot Monteiro (@margotmonteiro07), é a convidada especial desta terça-feira (29) do quadro &#8220;Papo de Museu&#8221;, live comandada pela gestora do Cais do Sertão, Maria Rosa Maia, no perfil do Instagram @caisdosertao. No bate-papo, que será transmitido ao vivo a partir das 17h, ela vai compartilhar um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78896" aria-labelledby="figcaption_attachment_78896" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/Margot-Monteiro-Diretora-do-Museu-do-Estado-MEPE-Foto-Rodrigo-Ramos-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-78896" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/Margot-Monteiro-Diretora-do-Museu-do-Estado-MEPE-Foto-Rodrigo-Ramos-Secult-PE-Fundarpe-607x438.jpg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Margot Monteiro será entrevistada pela gestora do Cais do Sertão, Maria Rosa Maia, a partir das 17h</p></div>
<p>A diretora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), Margot Monteiro (<a href="https://www.instagram.com/margotmonteiro07/" target="_blank"><strong>@margotmonteiro07</strong></a>), é a convidada especial desta terça-feira (29) do quadro &#8220;Papo de Museu&#8221;, live comandada pela gestora do Cais do Sertão, Maria Rosa Maia, no perfil do Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank">@caisdosertao</a></strong>. No bate-papo, que será transmitido ao vivo a partir das 17h, ela vai compartilhar um pouco da sua experiência à frente do MEPE, uma das instituições museológicas mais importantes de Pernambuco, além dos desafios que se impõem aos museus neste novo período de convivência com o coronavírus.</p>
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		<title>Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco inicia programação no MEPE e na UFPE</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 19:55:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70532" aria-labelledby="figcaption_attachment_70532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueiroa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_4501b.jpg"><img class="size-medium wp-image-70532" alt="Fernando Figueiroa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/IMG_4501b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os pankararus mediarão oficina no Museu do Estado de Pernambuco na terça-feira (6/8)</p></div>
<p>Começou, nesta segunda-feira (5), o 4º Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco, com programação dividida entre o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, e o auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O encontro, que segue até sexta-feira (9), reúne indígenas de vários povos, pesquisadores, gestores públicos, profissionais, estudantes, militantes e outros interessados no debate a respeito de ações em torno da gestão de coleções etnográficas e acervos de instituições museológicas. Neste ano, o diálogo ganha a contribuição de investigadores de museus e universidades vinculados ao <em>Institut de Recherche pour le Développement </em>(França).</p>
<p>A mesa de abertura do evento foi composta pelo secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, e pela diretora do MEPE, Margot Monteiro, além de Silvana Meireles, secretária-executiva de Cultura do Estado de Pernambuco, Ernani Carvalho, da Pró-Reitoria de Pesquisa da UFPE, José Ronaldo França de Siqueira, da Rede Indígena de Memória e Museologia Social, Marion Fanjat, representante do Instituto França-Brasil, e Fabienne de Pierrebourg, do Musée du Quai Branly, Paris. A coordenação da mesa ficou por conta de Renato Athias, do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE.</p>
<p>Os profissionais franceses que participam do encontro integram o grupo de pesquisa Patrimônios Locais de Governança, baseado no museu que é vinculado ao <em>Institut de Recherche pour le Développement</em>. Participarão dos debates representantes da Universitè Paris III, Sorbonne e Museu Nacional de História Natural. &#8220;Sempre organizamos projetos e recebemos pesquisadores de vários países. Nossa coleção é uma das mais importantes do país e este encontro está marcando um grande momento para nós&#8221;, afirmou Margot Monteiro.</p>
<p>A programação está dividida em duas etapas. Na primeira, até a quarta-feira (7), no MEPE, está prevista a segunda edição das oficinas COLAM (Coleções dos Outros e Memórias de Encontros: Objetos Etnográficos, Plantas e Narrativas). Serão cinco oficinas, cada uma delas mediada por um representante de um povo indígena: Tikuna, Pankararu, Tremembé, Ka’apor e Rankokamekrá. O encerramento, mediado por Renato Athias e Margot Monteiro, trará a divulgação dos resultados preliminares e apresentação das principais discussões dos encontros. Na segunda fase do encontro, haverá quatro mesas de debates, com encerramento na sexta-feira (9) à tarde, na UFPE.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
4º Encontro de Museus Indígenas em Pernambuco<br />
5 a 7 de agosto: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife)<br />
8 e 9 de agosto: Biblioteca Central da UFPE (Av. Reitor Joaquim Amazonas &#8211; Cidade Universitária, Recife)</p>
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		<title>Gestora do Museu do Estado lança o livro “Uma Década para Lembrar”</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 18:18:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma década na existência de um museu histórico pode parecer pouco. Ainda mais, quando se trata de uma das principais instituições culturais de Pernambuco, como o Museu do Estado MEPE, que está em atividade há quase 90 anos. Que poderia ter ocorrido neste período que merecesse destaque tão especial como a edição de um livro? [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59458" aria-labelledby="figcaption_attachment_59458" class="wp-caption img-width-564 alignnone" style="width: 564px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto-da-capa-do-livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59458" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto-da-capa-do-livro-564x486.jpg" width="564" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro foi escrito a quatro mãos: pela jornalista Andréa Franklin e a própria Margot Monteiro</p></div>
<p>Uma década na existência de um museu histórico pode parecer pouco. Ainda mais, quando se trata de uma das principais instituições culturais de Pernambuco, como o Museu do Estado MEPE, que está em atividade há quase 90 anos. Que poderia ter ocorrido neste período que merecesse destaque tão especial como a edição de um livro? É a fim de passar a limpo a última década à frente da gestão do equipamento cultural que Margot Monteiro lança nesta quinta-feira (12), às 19h, a obra <em>Uma Década para Lembrar</em>.</p>
<p>Escrita em parceria com a jornalista Andréa Frankilin, a publicação &#8211; que conta com o patrocínio do Banco Santander e apoio da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE) - mostra o perseverante trabalho imprimido desde o início da gestão de Margot Monteiro no MEPE, em 2007, até os dias atuais. Segundo a gestora, o livro não se trata de uma prestação de contas e, sim, dividir com gestores culturais e o público em geral a preservação da memória, o resgate, a referência aos fatos, valores e elementos que ajudam a registrar a história e falam da cultura de um povo. <em>&#8220;Nosso objetivo foi registrar algo mais didático em livro, para que o pernambucano se atualize com o MEPE, que está interligado com as mais importantes instituições culturais nacionais e até mesmo internacionais&#8221;</em>, diz Monteiro.</p>
<p>A obra conta com a colaboração de vários intelectuais e profissionais ligados à cultura e museologia: José Luiz da Mota Menezes, Frederico Pernambucano, Renato Athias, Marta Freire, Reinaldo Carneiro Leão, Gilberto Freyre Neto, Carlos Calado, Vera Tostes, Maria do Carmo Calado, Maria Digna Pessoa de Queiroz, Nelson Colás, Ana Cristina Carvalho, Ricardo Leitão, Ramires Teixeira, Luciano Pinheiro e Carlos Trevi. A diagramação do livro e projeto gráfico são assinados pela DG Design Gráfico, sob a coordenação de Germana Freire.</p>
<p>O secretário de Cultura, Marcelino Granja, e a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, destacam <em>&#8220;o Museu do Estado como ferramenta estratégica para a construção de uma política que deixa legado para as futuras gerações, e que o lançamento do livro &#8216;Uma Década para Lembrar&#8217; confirma e fortalece a referência nacional que é hoje o MEPE, principalmente, com o seu papel educativo, que é um exemplo exitoso de modelo de gestão&#8221;</em>.</p>
<div id="attachment_59468" aria-labelledby="figcaption_attachment_59468" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/marcia-souto-margot-monteiro-marcelino-granja-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59468" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/marcia-souto-margot-monteiro-marcelino-granja-foto-jan-ribeiro-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Souto (presidente da Fundarpe), Margot Monteiro (gestora do MEPE) e Marcelino Granja (secretário estadual de Cultura)</p></div>
<p>Para o diretor da Cepe, Ricardo Leitão, de 2007 a 2017, o MEPE passou por uma redefinição de seus compromissos quanto à produção cultural do Estado, do Nordeste e do Brasil; modernizou as instalações e estreitou relações com a sociedade, norteando por uma gestão pública da cultura que vai além de expor apenas o histórico. <em>&#8220;Nunca um museu pernambucano se deixou enredar pelas profundas raízes do passado. Mantém-se de olhos abertos para o futuro e é generoso nos espaços para a rica expressão da criação do povo&#8221;</em>, disse Leitão.</p>
<p>Já o antropólogo Renato Athias lembra que o MEPE possui a maior coleção Etnográfica do Brasil, a coleção Carlos Estêvão de Oliveira, com a qual tem trabalhado nesses últimos dez anos. Composta por quase 4 mil objetos, sendo mais de 2.000 etnográficos, inclusive fotografias e documentos referentes aos povos indígenas e os demais, objetos arqueológicos provenientes da região amazônic<em>a. &#8220;Esta coleção colocou o MEPE em um lugar de destaque na pesquisa museológica e de produção de conhecimento no campo disciplinar da Museologia e da Antropologia&#8221;</em>, disse.</p>
<p>O coordenador de Cultura do Santander, Carlos Trevi, ressalta as parcerias do banco com a instituição.<em> &#8220;A partir de 2014, quando a parceria teve início oficialmente, vários projetos foram feitos com o MEPE, além do Ouvindo e Fazendo Música, permitindo vínculos profundos. A arte visual, é outro laço forte entre as instituições, assim como a conservação do patrimônio, com reforma e aquisição de mobiliário da Biblioteca e da Reserva Técnica, investindo em equipamentos para organização, segurança e condicionamento do acervo de mais de 15 mil itens&#8221;</em>, afirmou.</p>
<p>No cenário das artes, o MEPE cumpre muito bem sua função, como testemunha o artista plástico Luciano Pinheiro, que vê na instituição um museu aberto a todas as manifestações das artes visuais e da cultura em geral, sejam elas tradicionais, modernas ou contemporâneas. “<em>O MEPE procura evitar o caráter protecionista e político para a escolha das exposições</em>”, diz ele.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Uma Década para Lembrar (Margot Monteiro e Andréa Frankilin)<br />
Quando: 12/4 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Mais informações: museu.mepe@gmail.com / (81) 3184-3174</p>
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