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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maria Alice Amorim</title>
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		<title>Maria Alice Amorim lança o livro &#8220;Erre AuroraErre&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 14:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poeta, escritora, pesquisadora e editora, Maria Alice Amorim lança, na próxima terça-feira (29), seu livro-poema “Erre Aurora Erre”, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Profunda estudiosa sobre as poéticas de tradição oral, principalmente o cordel, ela transformou em versos parte da história de sua tataravó [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85625" aria-labelledby="figcaption_attachment_85625" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/maria-alice-amorim-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-85625" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/maria-alice-amorim-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Alice Amorim vai promover um lançamento virtual do seu novo livro, na terça-feira (29), por meio da plataforma Zoom</p></div>
<p>Poeta, escritora, pesquisadora e editora, Maria Alice Amorim lança, na próxima terça-feira (29), seu livro-poema “Erre Aurora Erre”, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Profunda estudiosa sobre as poéticas de tradição oral, principalmente o cordel, ela transformou em versos parte da história de sua tataravó e sua bisavó, ambas ciganas, ambas “Aurora”. <em>“Não chega a ser um texto autobiográfico, mas há, claro, referências familiares”</em>, reconhece. O livro tem um acabamento primoroso e é trilíngue, além do português, foi traduzido para o espanhol e francês. O lançamento será virtual, por meio da plataforma Zoom, às 19h.</p>
<p>A publicação foi concebida como um longo poema surgido a partir de descobertas, experiências e fantasias em torno das figuras femininas. Maria Alice explica que as personagens são mulheres fortes, exuberantes e determinadas. <em>“Empoderadas muito antes de esse termo assumir o contexto que tem hoje”</em>, observa. Afinal, ambas viveram no século 19. Aurora, a tataravó, foi “raptada” por uma paixão avassaladora.<em> “Um português, meu tataravô, ficou perdidamente apaixonado por ela, que era belíssima. Aurora, a bisavó, manteve-se fiel à cultura cigana. “E isso se espalhou por toda a nossa família até hoje. Temos um gosto muito grande pela música, pela dança”</em>, complementa.</p>
<p>O livro impresso tem 160 páginas, com ilustrações da artista visual pernambucana Simone Mendes, projeto gráfico de Patrícia Cruz Lima e publicação da Zanzar Edições. Também vem acompanhado de código de acesso (QR Code) para a versão em audiolivro, cuja música (composição e execução em contrabaixo acústico) tem a assinatura de Walter Areia e edição, Caetano Mendes.</p>
<p>Para as traduções, a autora trabalhou em conjunto com dois amigos, nativos de cada um dos dois idiomas: a francesa Dominique Berthé e o cubano Ciro Uría Cruz. A própria autora gravou o poema em português. Quem registrou em francês foi Dominique Berthé; e em espanhol, a argentina Paula Castagnet.</p>
<p>A<em> live</em> de lançamento terá a participação da escritora Bet Moreira e, ainda, dos integrantes do processo de edição do livro impresso e audiolivro. O lançamento contará com a tradução simultânea na linguagem de sinais (Libras). Na ocasião, também haverá sessão virtual de autógrafos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro “Erre Aurora Erre”, de Maria Alice Amorim<br />
Quando: 29 de junho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Plataforma Zoom: <a href="https://us02web.zoom.us/j/84273971691?pwd=VmIwY0tya0FWUm9DUWRYSk5MdkZHZz09" target="_blank"><strong>us02web.zoom.us/j/84273971691?pwd=VmIwY0tya0FWUm9DUWRYSk5MdkZHZz09</strong></a><br />
ID da reunião: 842 7397 1691<br />
Senha de acesso: 432752<br />
Valor do livro: R$ 25 (mais postagem para aqueles que quiserem adquirir a publicação).</p>
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		<title>&#8220;Mediação de leitura&#8221; é o tema da próxima edição do webnário Conexões Literárias</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mediacao-de-leitura-e-o-tema-da-proxima-edicao-do-webnario-conexoes-literarias/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 17:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O webinário Conexões Literárias deste mês vai debater a mediação da leitura. O encontro, que é uma parceria entre a Secult-PE e a Cepe Editora, será transmitido na próxima terça-feira (20), a partir das 19h, pelos canais do YouTube dos organizadores. Sob o tema “Mediação de Leitura: os agentes, os leitores e as palavras&#8221;, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-16-at-09.28.08.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83647" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-16-at-09.28.08-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O webinário Conexões Literárias deste mês vai debater a mediação da leitura. O encontro, que é uma parceria entre a Secult-PE e a Cepe Editora, será transmitido na próxima terça-feira (20), a partir das 19h, pelos canais do YouTube dos organizadores. Sob o tema “Mediação de Leitura: os agentes, os leitores e as palavras&#8221;, a <em>live</em> tratará da importância da leitura e dos mediadores, de forma geral, e tomará o exemplo do projeto “A Gente da Palavra” parceria entre as entidades como um bom exemplo de ação de mediação.</p>
<p>O acesso será livre e gratuito. Participam da transmissão ao vivo <strong>Alexandre Revoredo</strong> (cantautor e poeta, nascido em Garanhuns, autor de livros infantis e desenvolve trabalhos de musicalização infantil em escolas); <strong>Carminha Bandeira</strong> (mediadora de leitura, foi coordenadora da Gerência de Bibliotecas e Formação de Leitores/Programa Manuel Bandeira, responsável pela formação do projeto “A Gente da Palavra”); <strong>Maria Alice Amorim</strong> (poeta, ensaísta, pesquisadora, jornalista, editora, agente articuladora do “A Gente da Palavra” e também autora do texto do livro do projeto); e <strong>Muriel Prado</strong> (assistente social, educador e mediador de leitura na Biblioteca Comunitária de Comportas &#8211; Heleno Veríssimo  em Jaboatão dos Guararapes e mediador de leitura no “A Gente da Palavra”).</p>
<p><em>“Essa é das pautas mais importantes no universo da literatura. Mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. No entanto, esse encontro não deve ocorrer como algo mecânico. O bom mediador de leitura é aquele que, além de leitor dos livros, é, paralelamente, um leitor de gente. Ele lê seus leitores, vislumbrando neles obras que podem corresponder as suas inquietações”</em>, definiu Roberto Azoubel, coordenador de literatura da Secult-PE e mediador do encontro. Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-qegX-XhpV4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Conexões Literárias &#8220;Mediação de Leitura: os agentes, os leitores e as palavras&#8221;<br />
Quando: 20 de abril de 2021 (terça-feira), 19h<br />
Transmissão pelos canais da Cepe (<strong><a href="http://bit.ly/canalcepe" target="_blank">bit.ly/canalcepe</a></strong>) e da Secult-PE (<a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/SecultPE</strong></a>)</p>
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		<item>
		<title>Maria Alice Amorim lança “Pelejas em rede”, um ensaio sobre cordelistas e repentistas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maria-alice-amorim-lanca-pelejas-em-rede-um-ensaio-sobre-cordelistas-e-repentistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2019 14:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pesquisadora e escritora Maria Alice Amorim lança, neste sábado (4), o seu mais novo livro intitulado &#8220;Pelejas em rede&#8221;. A obra, que estuda as relações das poéticas de oralidade nos meios impressos e na web, foi publicada pela Zanzar Edições, da própria autora, e recebeu incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68459" aria-labelledby="figcaption_attachment_68459" class="wp-caption img-width-345 aligncenter" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa do livro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Pelejas-em-rede.jpg"><img class="size-medium wp-image-68459" alt="Reprodução/Capa do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Pelejas-em-rede-345x486.jpg" width="345" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro, que estuda as relações das poéticas de oralidade nos meios impressos e na web, foi publicado pela Zanzar Edições, da própria autora, e recebeu incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura</p></div>
<p>A pesquisadora e escritora Maria Alice Amorim lança, neste sábado (4), o seu mais novo livro intitulado &#8220;Pelejas em rede&#8221;. A obra, que estuda as relações das poéticas de oralidade nos meios impressos e na web, foi publicada pela Zanzar Edições, da própria autora, e recebeu incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. O lançamento acontece no Canto Sertanejo, Box 15 do Mercado da Madalena, às 11h, com sessão de autógrafos e microfone aberto. Quem comanda o recital poético é o músico e poeta Allan Sales. A entrada é gratuita.</p>
<p>Pelejas em rede é uma obra ensaística em que o mote é a peleja de cordelistas e repentistas que, há séculos, guardam variados códigos e simultaneamente entrelaçam elementos poéticos em processo de atualização, combinando formas fixas, ritmo, temas, em desafios, seja ao vivo, impressos ou mediados pela web.</p>
<div id="attachment_68458" aria-labelledby="figcaption_attachment_68458" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/14740481253_82fd5ed25a_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-68458 " alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/14740481253_82fd5ed25a_b-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Como contrapartida social ao incentivo promovido pelo Funcultura, Maria Alice Amorim irá realizar conferências nas quatro macrorregiões do Estado, com o objetivo de falar a respeito da temática do livro a públicos diversos, sobretudo estudantes de escolas pública</p></div>
<p style="text-align: left;">“São metáforas do mundo em continuidades e descontinuidades de espaço-tempo, em comunicação poética que, mesmo obedecendo a repertórios temáticos e regras formais, instaura novos modos do fazer poético e, simultaneamente, restabelece memórias seculares acionadas pela memória longa”, explica Maria Alice Amorim.</p>
<p>O trabalho é resultado de pesquisas sobre as poéticas de tradição oral que Maria Alice Amorim vem desenvolvendo desde os anos 80. O tema foi, inclusive, aprofundado durante o mestrado e o doutorado, ambos cursados no programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica, na PUC-SP.</p>
<div id="attachment_68457" aria-labelledby="figcaption_attachment_68457" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/10053648333_005d7015b4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-68457" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/10053648333_005d7015b4_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Allan Sales vai comandar um recital poético durante o lançamento de “Pelejas em rede”, neste sábado (4).</p></div>
<p style="text-align: left;">Ao todo, 320 páginas ilustradas se debruçam sobre o assunto. Há, ainda, ao final da publicação, uma síntese preparada pela autora e traduzida para o espanhol e inglês, para que o conteúdo da obra possa ser acessado mais amplamente. A tradução para o espanhol foi realizada pelo professor e tradutor cubano Ciro Uría. A versão em inglês ficou a cargo dos tradutores John Holtappel e Geraldo Maia.</p>
<p>Outras pessoas participam da produção deste livro. A pesquisadora e professora universitária Mônica Rebecca Ferrari Nunes escreveu o prefácio. O projeto gráfico e diagramação são assinados por Patrícia Cruz Lima. A impressão foi feita no parque gráfico da Cepe. A capa é do poeta, editor e gravurista Marcelo Soares.</p>
<p>Como contrapartida social ao incentivo promovido pelo Funcultura, Maria Alice Amorim irá realizar conferências nas quatro macrorregiões do Estado, com o objetivo de falar a respeito da temática do livro a públicos diversos, sobretudo estudantes de escolas públicas. Até meados de maio, a escritora cumpre agenda de palestras nas cidades de Petrolina, Arcoverde, Garanhuns, Caruaru, Nazaré da Mata, Tamandaré, Recife e Olinda.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong> </span><br />
<em>LANÇAMENTO DO LIVRO &#8220;Pelejas em rede&#8221;, de Maria Alice Amorim</em><br />
Editora Zanzar Edições/ Recife, 2019<br />
Sábado (4) | 11h<br />
Canto Sertanejo/ BOX 15 (Mercado da Madalena)<br />
Evento gratuito | Preço do livro: R$ 20<br />
Mais informações: (81) 99774.1554 | vozdadeusa@gmail.com</p>
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		<title>Outras Palavras fortalece a relação entre escolas e patrimônios do estado</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2017 18:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Marcus Iglesias Uma das melhores formas de contar e preservar a história de um povo, sem dúvidas, é através dos seus patrimônios. É por essa razão que o projeto Outras Palavras tem a preocupação de construir com as escolas públicas de Pernambuco uma relação com Patrimônios Vivos do estado, proporcionando que os jovens alunos tenham [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52633" aria-labelledby="figcaption_attachment_52633" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36614195176_dd4cffd167_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52633" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36614195176_dd4cffd167_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">José Costa Leite, Patrimônio Vivo de Pernambuco e morador do município de Condado, esteve presente nesta edição</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong> Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Uma das melhores formas de contar e preservar a história de um povo, sem dúvidas, é através dos seus patrimônios. É por essa razão que o projeto <strong>Outras Palavras</strong> tem a preocupação de construir com as escolas públicas de Pernambuco uma relação com Patrimônios Vivos do estado, proporcionando que os jovens alunos tenham um contato direto com sua identidade e com mestres da cultura popular. Na última sexta-feira (18), dentro da programação da 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o projeto da Secult-PE e Fundarpe realizou uma edição especial voltada para o tema na EREM Antonio Correia de Oliveira Andrade, no município de Condado, Mata Norte de Pernambuco. A ocasião contou com a presença da jornalista e pesquisadora Maria Alice Amorim, especialista no assunto, além do cordelista José Costa Leite, e da Banda Musical Curica – os dois últimos detentores do título de Patrimônios pernambucanos.</p>
<p><em>“O <strong>Outras Palavras</strong> não existe apenas porque a Secretaria de Cultura e Fundarpe têm como objetivo promover a integração entre a cultura e a educação. O que de fato move este projeto é nosso desejo de garantir à juventude o acesso aos bens culturais que, regra geral, não existe nas escolas públicas. A iniciativa vem sendo tocada por uma equipe que acredita que é possível intervir na realidade para transformá-la e contribuir para que os estudantes possam aguçar seu senso crítico. Ontem, por exemplo, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/pernambuco-celebra-titulacao-dos-seis-novos-patrimonios-vivos-do-estado/" target="_blank">nós diplomamos mais seis Patrimônios Vivos</a>, eleitos pelo Conselho de Preservação Cultural do estado, e é um orgulho saber que em Pernambuco temos tanta gente que faz a sua cultura ser difundida e fortalecida há décadas. Isso precisa ser trazido para dentro do ambiente escolar”,</em> explicou Antonieta Trindade, gestora da ação e vice-presidente da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_52632" aria-labelledby="figcaption_attachment_52632" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522127441_2adb93e365_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52632 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522127441_2adb93e365_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O Outras Palavras vem sendo tocado por uma equipe que acredita que é possível intervir na realidade para transformá-la e contribuir para que os estudantes possam aguçar seu senso crítico&#8221;, explica Antonieta Trindade, gestora do projeto</p></div>
<p>De 2015 pra cá, o <strong>Outras Palavras</strong> já promoveu 42 edições, que atingiram mais de 300 escolas e 7 mil estudantes pelo estado, e dais quais mais de 30 tiveram a presença de Patrimônios Vivos do estado. Participaram mestres, mestras e grupos como Lia de Itamaracá, Mestre Galo Preto, Maracatu Leão Coroado, Maestro Duda, Troça Cariri Olindense, Dedé Monteiro, Orquestra Capa Bode, José Costa Leite, Lula Vassoureiro, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Caboclinho Sete Flechas, Banda Musical Curica, Mestre Zé Lopes e Clube de Boneco Seu Malaquias – alguns já marcaram presença mais de uma vez.</p>
<p>O debate desta vez começou com depoimentos da jornalista e pesquisadora Maria Alice Amorim, responsável pela criação do <a href="https://issuu.com/echeverriama/docs/patrimoniosvivos_" target="_blank">catálogo dos Patrimônios Vivos de Pernambuco</a>, que conversou detalhadamente com os jovens sobre como foi o processo de apuração para a realização de suas obras, boa parte delas voltadas para a pesquisa na área cultural. Ela contou que nos anos 80 frequentava bastante a Mata Norte para realizar pesquisas sobre os Maracatus de Baque Virado e Baque Solto – considerados atualmente Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil. Nesse período, esteve muito próxima de grupos e mestres da cultura popular local, e imersa naquele universo teve a ideia de escrever sobre o assunto.</p>
<div id="attachment_52630" aria-labelledby="figcaption_attachment_52630" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491226542_c7958e2807_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52630 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491226542_c7958e2807_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Conversa com Maria Alice Amorim e José Costa Leite teve a mediação do jornalista Marcos Lopes e contou com a participação dos estudantes da escola</p></div>
<p>Durante sua fala, o aluno Bruno Roberto, do 3º ano, aproveitou para perguntar como surgiu a primeira obra da autora. <em>“Foi sobre a poesia improvisada dos mestres de maracatu rural. Eu gosto muito de ir a campo, fazer as entrevistas e manter uma relação próxima para que o trabalho possa ficar mais rico. No final das contas são pessoas, e a gente estabelece relações interpessoais, e isso é o mais importante. Esse livro teve uma ótima aceitação e eu fiquei muito feliz porque não havia até então algo tão aprofundado sobre o assunto”,</em> disse a pesquisadora.</p>
<div id="attachment_52631" aria-labelledby="figcaption_attachment_52631" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522052391_68eb0289f1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52631 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522052391_68eb0289f1_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes fizeram perguntas a Maria Alice Amorim sobre, por exemplo, como foi construir sua primeira obra literária no campo da pesquisa cultural</p></div>
<p>O professor Paulo Henrique, da EREM Antonio Correia de Oliveira Andrade, quis saber de Maria Alice Amorim qual o sentimento que ela tem em colaborar na difusão das riquezas da cultura pernambucana. <em>“A formação da opinião neste sentido é um papel importante, e eu modestamente considero que contribuo de alguma maneira, mas só isso. Nossa cultura tem uma dinâmica própria e sempre em processo de readaptação e permanência no nosso meio, mas considero importante sim este trabalho de divulgar e semear. Porém, é bom destacar que o mais importante são os mestres e grupos que são os protagonistas dessa história”.</em></p>
<p>Levar ate o município de Condado o poeta da região José Costa Leite é simbólico por proporcionar aos estudantes a oportunidade de conhecerem um mestre que mora tão perto deles – praticamente a alguns quarteirões de distância, na Rua Júlio Correia, 223, onde também funciona o atelier do mestre. Com mais de 90 anos, Costa Leite mantém a mente afiada e o ofício de cordelista. Segundo ele, ainda escreve um por dia pra não perder o costume nem enferrujar.</p>
<div id="attachment_52628" aria-labelledby="figcaption_attachment_52628" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851211903_d36c0c9b36_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52628 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851211903_d36c0c9b36_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">José Costa Leite contou aos alunos que aprendeu a ler graças à literatura de cordel e deu detalhes sobre como é sua rotina como cordelista</p></div>
<p>Quando criança, numa época que a educação era de ainda mais difícil acesso, não teve condições de frequentar a escola e aprendeu a ler graças à literatura de cordel. <em>“Eu ia até a Feira de Itabaiana e ficava ouvindo os cantadores cantando versos sobre Lampião. Depois eu lia os cordeis que eles usavam para cantar, e assim fui aprendendo a ler também. Foi quando comprei meu primeiro livrinho, e passei a prestar mais atenção nas palavras cantadas e escritas. Não demorou pra eu escrever meus primeiros versos”.</em> Era então amor à primeira vista. Desde 1947, de acordo com as contas do próprio José Costa Leite, que ele vende cordéis mundo afora – alguns considerados clássicos como <strong>A carta misteriosa do Padre Cícero Romão</strong> e <strong>O dicionário do amor e os dez mandamentos</strong>.</p>
<p><em>“O que mais vende, não tem jeito, é o hilariante. E eu tenho o dom de fazer as pessoas rirem. Para a criançada, a gente procura um enredo diferente, com fábulas”,</em> revela José Costa Leita, que reclama da queda na venda dos livros nos últimos anos e diz que só tem conseguido levar o trabalho adiante graças ao incentivo que ganha como Patrimônio Vivo do estado. Apesar da falta de recursos, não mede elogios aos ofício que defende. <em>“O cordel educa, ensina, diverte. Tem gente que pensa que ele não é arte e trata como uma coisa inferior. Algo como esse verso que diz: &#8216;Conheci um fazendeiro / que vivia endinheirado / tinha cem léguas de terra / dez mil cabeça de gado / findou com duas sacolas / na feira pedindo esmola / de tanto vender fiado&#8217;. Pode ver que tendo métrica, não falha”,</em> comentou ele, que tem a vantagem, como cordelista, de saber fazer o cordel, a xilogravura e ainda cantar. <em>“Eu faço tudo, só não tenho a quem vender”,</em> brinca aos risos, pra diversão da garotada.</p>
<div id="attachment_52635" aria-labelledby="figcaption_attachment_52635" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36660485295_3cdb1cfe61_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52635  " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36660485295_3cdb1cfe61_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fundada em 1848 com o nome Sociedade Musical Curica é um dos grandes patrimônios de Goiana</p></div>
<p>Após a conversa, foi a vez da Banda Musical Curica ocupar o salão da escola e realizar sua apresentação, e antes de começarem era visível a cara de curiosidade no rosto dos estudantes, empolgados com o que aconteceria na sua escola. Fundada em 1848 com o nome <a href="https://sociedademusicalcurica.wordpress.com/historico/">Sociedade Musical Curica</a> é um dos grandes patrimônios de Goiana. Sempre marca presença em solenidades cívicas e religiosas e conta com 60 a 70 músicos jovens com idades que variam entre nove e 18 anos. Por lá, passaram músicos como o Maestro Duda e Maestro Guedes Peixoto.</p>
<div id="attachment_52629" aria-labelledby="figcaption_attachment_52629" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491141032_712792597a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52629 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491141032_712792597a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O corpo musical da Banda Musical Curica é bastante jovem, formado por integrantes com idades que variam entre nove e 18 anos</p></div>
<p>Segundo Edson Júnior, presidente da Sociedade Musical Curica e trompetista da banda, o título de Patrimônio Vivo é de fundamental importância porque é através deste incentivo, que não é apenas financeiro, mas também de ações, que a banda se mantém reconhecida e atuante no estado. <em>“Aproveito para também fazer um convite e chamar a todos a visitarem nossa sede na cidade de Goiana, na Rua 5 de Maio, onde acontecem atividades de formação musical de segunda a sábado”.</em></p>
<div id="attachment_52627" aria-labelledby="figcaption_attachment_52627" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851186913_5e4bdfc03c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52627 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851186913_5e4bdfc03c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo atualmente conta com a regência do Maestro Everton, que se formou em música na própria escola da Sociedade Musical Curica</p></div>
<p>O grupo atualmente conta com a regência do Maestro Everton, oriundo da escola de música da Curica. A apresentação foi marcada pelas músicas tradicionais da banda, que de acordo com registro históricos chegou a tocar para o Imperador Dom Pedro II, em 6 de dezembro de 1859. Além desrtas canções, a apresentação animadíssima contou no seu repertório com vários clássicos da música pernambucana e nacional, como <strong>Como Dois Animais</strong> (Alceu Valença) e <strong>Do seu lado</strong> (Jota Quest), que fizeram a garotada entrar no clima e se divertir bastante. No clima da valorização dos bens culturais pernambucanos, a Curica finalizou com os frevos <strong>Cabelo de Fogo</strong> e <strong>Voltei Recife</strong> – Desde 2011, o Frevo tem o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, dado pela Unesco.</p>
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		<title>Seminário discutiu protagonismo das mulheres na cultura pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 14:33:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32187" aria-labelledby="figcaption_attachment_32187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/20151202_151314.jpg"><img class="size-medium wp-image-32187" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/20151202_151314-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Na mesa de abertura, Elton Rodrigues (Caixa Cultural Recife), Márcia Chamixaes (Fundarpe), Sílvia Cordeiro (secretária estadual da Mulher); Fernando Augusto (Iphan-PE), e Nicole Costa (Paço do Frevo).</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por: Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O seminário &#8220;Gênero e Patrimônio Cultural&#8221;, aberto na tarde de quarta-feira (2/12), no auditório da Caixa Cultural Recife, abordou com representantes de entidades públicas pernambucanas uma série de aspectos relacionados à liderança feminina em segmentos como música, artesanato, circo, teatro e cultura popular. As políticas públicas de cultura  voltadas à atuação das mulheres também surgiram no debate.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Em pleno 2015, ainda temos homens que fazem cultura sem reconhecer o fundamental papel das mulheres em suas expressões artísticas. A cultura é o lugar da gente expressar abertamente esta situação, colocando homens e mulheres no mesmo patamar&#8221;</em>, frisou a secretária estadual da Mulher, Sílvia Cordeiro. <em>&#8220;Desde 1938 que a história das mulheres tem sido uma constante batalha para alcançar esta possibilidade. Nos segmentos da cultura, a luta não pode ser diferente&#8221;</em>, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesa de abertura contou ainda com as participações de Márcia Chamixaes, gerente geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe; Fernando Augusto de Souza Lima, representante do Iphan-PE; Nicole Costa, gerente de conteúdo do Paço do Frevo; e Elton Rodrigues, supervisor da Caixa Cultural Recife.</p>
<div id="attachment_32188" aria-labelledby="figcaption_attachment_32188" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/20151202_153231.jpg"><img class="size-medium wp-image-32188" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/20151202_153231-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá, uma das sete mulheres homenageadas durante o evento.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após a explanação dos palestrantes, o seminário rendeu homenagens a mulheres ícones da cultura pernambucana. Detentoras do título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, a cantora e compositora Lia de Itamaracá e a multiartista circense Índia Morena, emocionaram o público falando brevemente sobre suas trajetórias. <em>&#8220;São 62 anos dentro de um circo e se tirarem ele de mim, eu irei morrer antes do tempo. É lá que eu vivo minhas alegrias e é por causa daquele espaço que alcancei vários títulos como cidadã e como artista. Hoje, o meu grande sonho é ver todo o acervo que possuo da carreira exposto ao público em um centro cultural&#8221;</em>, comentou Índia Morena.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Lia, o momento foi de agradecer ao público pelos 59 anos dedicados a carreira artística, iniciada ainda na adolescência.<em> &#8220;Todo o meu amor e carinho a vocês por esta homenagem. É pela continuidade da ciranda que levo o conhecimento do meu trabalho de norte a sul deste país. Eu sou Lia&#8221;</em>, disse a rainha da ciranda. A ceramista de Tracunhaém e também Patrimônio Vivo de Pernambuco, Maria Amélia, foi uma das sete mulheres homenageadas durante o evento. Por problemas de saúde, Maria Amélia não pode comparecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Em memória de Selma do Coco, falecida em maio deste ano, e de Juracy Simões, presidente do Clube Indígena Canindé, que faleceu no mês de junho, Adriana Ferreira (neta de Selma) e Iaci Silva (filha de Juracy), representaram as duas homenageadas. <em>“Agradeço às entidades realizadoras do evento por proporcionarem este reconhecimento à minha avó. Nós, suas netas, estaremos seguindo com o coco e não vamos deixar o legado de Selma ser esquecido”</em>, ressaltou Adriana. <em>“A Deus e a todos os integrantes do Clube Canindé, dedico este momento representando a minha mãe. Vou citar uma coisa que ela sempre dizia: sou guerreira, sou mulher, sou da Tribo do Canindé”</em>, recordou Iaci. Ana das Carrancas também foi lembranda durante a cerimônia.</p>
<p style="text-align: justify;">A atriz, pedagoga e encenadora Arary Marrocos, também foi homenageada. Representando o Teatro Experimental de Arte (TEA), de Caruaru, que desde 2008 é reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco e também é ponto de cultura, Arary falou um pouco da trajetória do coletivo, no qual já passaram cerca de 1.500 atores e atrizes, e lembrou de sua atuação para torná-lo possível: <em>“Surgiu para que implementássemos na cidade uma maneira diferente de fazer teatro. Por isso minha luta foi intensa e hoje acredito no potencial que as mulheres possuem para enfrentar iniciativas culturais como a do TEA. Não podemos desistir diante do machismo e de outras barreiras que se fazem presentes”</em>.</p>
<div id="attachment_32189" aria-labelledby="figcaption_attachment_32189" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/20151202_161115.jpg"><img class="size-medium wp-image-32189" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/20151202_161115-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Alice Amorim, abrindo a conferência &#8216;Mulheres Patrimônios Vivos de Pernambuco&#8217;.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente, a escritora e pesquisadora Maria Alice Amorim abriu a conferência ‘Mulheres Patrimônios de Vivos de Pernambuco’, ressaltando cada uma das sete mulheres homenageadas e o papel enquanto referências culturais e expressões e hibridismos culturais, contextualizados através do coco, do maracatu, das danças e dos vários folguedos existentes na cultura pernambucana. <em>“Estas grandes mulheres são porta-vozes de memórias e expressões tradicionais que necessitam ser levadas adiante, para as próximas gerações. Vocês representam o nosso esteio e é com vocês que reverenciamos a vida”</em>, ressaltou Maria Alice Amorim.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a patrimonialização, um ponto bastante debatido durante o seminário, especialmente no tocante à sua forma de utilização, a pesquisadora afirmou que o título não serve para <em>“institucionalizar as atividades culturais. Mas sim, para dar voz própria aos Patrimônios Vivos, pelo que estes simbolizam enquanto expressões do estado”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A conferência também abriu espaço para que os convidados e o público presente pudessem debater temas como invisibilidade, lacunas em relação ao suporte que o título Patrimônio Vivo visa garantir, e ações efetivas que entidades públicas ainda precisam adotar.</p>
<p style="text-align: justify;">O seminário continua nesta quinta-feira (3), e o tema principal será ‘<em>Os Desafios do Protagonismo da Mulher na Salvaguarda do Patrimônio Cultural’</em>, contando com a participação de lideranças atuantes em bens culturais imateriais, reconhecidos como patrimônio cultural do Brasil, como o Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Frevo, a Capoeira e o Mamulengo. As inscrições para o evento já estão encerradas.</p>
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