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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maria do Carmo Nino</title>
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		<title>Mostra “Completely Knocked Down” será inaugurada no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 18:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87924" aria-labelledby="figcaption_attachment_87924" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562.jpg"><img class="size-medium wp-image-87924" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/CKD_Foto_Roberta_Guimaraes_6C5A9562-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">“Completely Knocked Down” reúne obras de artistas do Recife e de Bremen (Alemanha)</p></div>
<p>O Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães) inaugura, nesta quinta-feira (23), a exposição “Completely Knocked Down”, que conta com obras de cinco artistas recifenses e quatro artistas alemães em uma realização colaborativa. Entre os participantes, estão: Paulo Bruscky, Marcio Almeida, Maria do Carmo Nino, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Silvio Hansen, Tobias Heine, e os idealizadores do projeto Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>Organizada pelo Relicário Produções Culturais, “Completely Knocked Down” tinha planos de ser iniciada em março de 2020, quando todos os artistas estiveram juntos na cidade para a concepção da exposição no MAMAM. Com a chegada da pandemia no Brasil e o início das medidas restritivas, todos os planos foram afetados e não só o cronograma mudou, mas também a forma de realização do projeto.</p>
<p><em>&#8220;Tivemos que mudar muita coisa já que o tempo de 21 dias para montar a exposição e ter essa colaboração entre artistas internacionais foi encurtado para uma semana, quando tivemos que voltar às pressas no último voo do Recife para a Europa&#8221;</em>, conta Francisco Vaz, artista e idealizador do projeto que atualmente mora na Alemanha. Na ocasião, os artistas ficaram sete dias confinados no museu trabalhando conceitos, discutindo as obras e montando toda exposição sem entender o que iria acontecer dali adiante.</p>
<p>O conceito da “Completely Knocked Down” (CKD) consistia em uma realização bilateral, sendo programada para acontecer de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021 no Recife e em setembro de 2022 em Bremen (Alemanha). O título se refere a um termo técnico que define um conjunto de partes completamente desmontadas de um único produto. <em>“A ideia é a de juntar gerações diferentes. Como todos os artistas também são curadores, vamos desconstruir um pouco a estrutura de uma exposição”</em>, explica Francisco Vaz. <em>&#8220;A exposição é uma construção coletiva com obras dos artistas locais e fragmentos de obras dos artistas alemães que vieram em um container da Alemanha&#8221;</em>, complementa ele.</p>
<p>A exposição que vai entrar em cartaz no MAMAM é fruto da colaboração de todos os artistas envolvidos. <em>&#8220;Assumindo a exaustão, começamos a trabalhar pensando em formas de refletir essa situação e construímos um paredão de frases com a estrutura de conversas repartidas de SMS e que não propõem uma narrativa ou leitura dinâmica. Procuramos expor a descomunicação e a quebra de negociações ocasionadas pelo momento que estávamos vivendo&#8221;</em>, revela.</p>
<p>Seguindo o protocolo CKD, as obras foram desmontadas e acondicionadas em caixas que correspondem a um décimo de um contêiner de vinte pés. Nesta curadoria compartilhada, até os objetos que transportaram as obras também fazem parte da exposição. As caixas utilizadas para o deslocamento dentro do contêiner são apresentadas para amplificar ou refutar as nove diferentes posições dos/das artistas, buscando assim, tecer um leque aberto de proposições.</p>
<p>O processo de transporte entre Bremen e Recife tornou-se assim, uma metáfora para a estreita colaboração entre artistas de ambas as cidades, misturando suas propostas individuais em um trabalho de exposição conjunta. Além disso, “Completely Knocked Down” se refere diretamente ao impacto físico de um mundo globalizado e que dentro de processos cada vez mais virtuais, uma coexistência política e artística, acaba por se tornar mais fragmentada.</p>
<p>Nesse intervalo de um ano de pandemia e de reformulação da CKD, o projeto sofreu uma grande perda. O artista plástico e poeta visual Silvio Hansen faleceu depois de lutar contra um câncer. Silvio foi uma das lideranças ativas da Mail Art (Arte Postal), uma prática artística corrente e intensa nas décadas de 70 e 80, antes da propagação da internet como meio de comunicação. <em>“Silvio foi o fio condutor para o projeto no Recife, iniciando nossas primeiras comunicações com o MAMAM e com a nossa produção. Ele oferece aqui uma interpretação onde a troca de postais e seu conteúdo artístico se transformou em uma das bases desta exposição”</em>, lembra Vaz.</p>
<p><strong>Catálogo -</strong> Ao final do período de exposição, será lançado um livro como resultado adicional da colaboração entre os artistas brasileiros e alemães, contendo textos de teóricos da arte de ambos os países. Este nível analítico-artístico é importante para dissecar em detalhe as semelhanças e diferenças das posições dos artistas. Além disso, o livro proporcionará a oportunidade de criação de um conteúdo independente do material exposto.</p>
<p>Além destes textos, o catálogo apresentará fotografias da exposição junto com fotografias do processo de montagem tiradas pela brasileira Roberta Guimarães e da Alemanha, Hannah Wolf. Na Alemanha, a fotógrafa Hannah Wolf registrou a entrada do container no porto e o empacotamento das caixas com as obras. Em Recife, a fotógrafa Roberta Guimarães registrou a chegada das caixas no MAMAM. Esse material será usado também com a documentação do conteúdo apresentado na exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
EXPOSIÇÃO “CKD &#8211; COMPLETELY KNOCKED DOWN”<br />
Artistas participantes: Márcio Almeida, Paulo Bruscky, Christian Haake, Wolfgang Hainke, Sílvio Hansen (in memorian), Tobias Heine, Rebekka Kronsteiner, Maria do Carmo Nino e Francisco Valença Vaz<br />
Fotógrafas: Hannah Wolf e Roberta Guimarães<br />
Local: MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista – Recife – PE<br />
Início da exposição: de 23 de setembro a 11 de dezembro de 2021<br />
Visitação: terça&#8211;feira a sábado, das 12h às 17h</p>
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		<title>MAMAM vira ateliê aberto da exposição &#8220;Completely Knocked Down&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 15:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos próximos cinco dias, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) está com as portas abertas para o público enveredar pelos bastidores da arte e conhecer de perto os processos por trás dos conceitos, participando desde a concepção das obras à montagem de uma exposição de arte. Até domingo (8), o museu funcionará como um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75893" aria-labelledby="figcaption_attachment_75893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Completely-Knocked-Down.jpg"><img class="size-medium wp-image-75893" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Completely-Knocked-Down-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Numa espécie de work in progres, a mostra &#8220;Completely Knocked Down &#8211; Recife Bremen&#8221; será construída de maneira coletiva por artistas recifenses e alemães, a partir de peças de artistas locais e fragmentos de objetos trazidos num container</p></div>
<p>Nos próximos cinco dias, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) está com as portas abertas para o público enveredar pelos bastidores da arte e conhecer de perto os processos por trás dos conceitos, participando desde a concepção das obras à montagem de uma exposição de arte. Até domingo (8), o museu funcionará como um atelier aberto para o projeto <em>Completely Knocked Down &#8211; Recife Bremen Connection</em>, que congrega artistas, de Bremen, na Alemanha, e do Recife. Juntos, eles irão construir coletivamente obras de arte a partir de peças de artistas locais e fragmentos de objetos trazidos num <em>container</em>.</p>
<div id="attachment_75894" aria-labelledby="figcaption_attachment_75894" class="wp-caption img-width-592 alignnone" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/artistas-mamam-Rebekka-Kronsteiner-Francisco-Valenca-Vaz-Márcio-Almeida-Paulo-Bruscky.jpg"><img class="size-medium wp-image-75894" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/artistas-mamam-Rebekka-Kronsteiner-Francisco-Valenca-Vaz-Márcio-Almeida-Paulo-Bruscky-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Rebekka Kronsteiner, Francisco Valenca Vaz, Márcio Almeida e Paulo Bruscky são alguns dos artistas que integram a exposição</p></div>
<p>Participarão da mostra ensejada no gerúndio da arte nove grandes nomes da cidade e de outros horizontes artísticos, como Paulo Bruscky, Sílvio Hansen, Márcio Almeida (coordenador de Artes Visuais da Secult-PE/Fundarpe), Christian Haake, Wolfgang Hainke, Tobias Heine, Maria do Carmo Nino e os idealizadores do projeto, Francisco Valença Vaz e Rebekka Kronsteiner.</p>
<p>A visitação é gratuita e está aberta das 14h às 17h. A abertura oficial da exposição será no dia 18 de março. O MAMAM fica na Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista &#8211; Recife/PE. Mais informações: (81) 3355-6870.</p>
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		<title>MEPE oferece curso de História da Arte Brasileira e Latino-Americana</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 17:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) dá início, na próxima segunda-feira (18), às 18h30, ao novo seu novo curso de História da Arte Brasileira e Latino-Americana. Sob a tutela da professora Maria do Carmo Nino (UFPE), a atividade tem como objetivo proporcionar reflexões sobre contextos históricos e sociais relacionados à produção artística, além de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) dá início, na próxima segunda-feira (18), às 18h30, ao novo seu novo curso de <strong>História da Arte Brasileira e Latino-Americana</strong>. Sob a tutela da professora Maria do Carmo Nino (UFPE), a atividade tem como objetivo proporcionar reflexões sobre contextos históricos e sociais relacionados à produção artística, além de exemplificar, através de obras, especificidades e interações entre países latino-americanos e produções de artistas brasileiros.</p>
<div id="attachment_53440" aria-labelledby="figcaption_attachment_53440" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/maria-do-carmo-nino-mepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-53440" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/maria-do-carmo-nino-mepe-607x365.jpg" width="607" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">A professora Maria do Carmo Nino será a responsável pelas aulas</p></div>
<p>Dentre os tópicos do curso, que terá dois meses de duração, serão abordados: o modernismo, arte feminista, micropolíticas da arte e a reivenção do corpo. O investimento é de R$ 200 por mês, e as inscrições poderão ser realizadas através do telefone: (81) 3184.3170 ou (81) 3184.3178. As aulas acontecerão sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 20h30. Confira a ementa:</p>
<p>Aula 1 | 18/09 | <strong>Brasil: Antropofagia e Construção</strong><br />
Aula 2 | 25/09 |<strong> Início do Ciclo Modernista</strong><br />
Aula 3 | 02/10 | <strong>A identidade como fim em si mesma</strong><br />
Aula 4 | 09/10 | <strong>A Reinvenção do Corpo</strong><br />
Aula 5 | 16/10 | <strong>Arte feminista e o Feminismo na Arte</strong><br />
Aula 6 | 23/10 | <strong>De Modernistas e Pós-modernistas</strong><br />
Aula 7 | 30/10 | <strong>Os anos recentes</strong><br />
Aula 8 | 06/11 | <strong>Micropolíticas na Arte</strong></p>
<p><strong>Maria do Carmo Nino</strong><br />
Graduação em Arquitetura, pela Universidade Federal de Pernambuco e o doutorado em Artes Plásticas e Ciências da Arte pela Universidade de Paris 1 &#8211; Panthéon Sorbonne (1995). É professora da Universidade Federal de Pernambuco desde 1997, locada no Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística, onde ministra disciplinas como Estética, Fotografia e Arte, Leitura de Obras. Atua na Pós-Graduação de Letras da mesma Universidade (PPGL) desde 1999, com pesquisas que versam sobre a confluência da Literatura com outras formas de expressão, além de atuar como curadora e artista plástica. Foi coordenadora do Instituto de Arte Contemporânea – IAC / UFPE, curadora adjunta do Itaú Cultural SP pelo programa Rumos Visuais (2001-2003), coordenadora de Artes Visuais pela FUNDAJ em 2008/2009, ministra palestras sobre Arte em vários Estados e é autora de diversos textos em catálogos de artistas, livros e revistas, além de ter participado de varias exposições coletivas e individuais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Curso de História da Arte Brasileira e Latino-Americana, com Maria do Carmo Nino<br />
Quando: de 18/9 a 6/11 (8 aulas), das 18h30 às 20h30 (às segundas-feiras)<br />
Investimento: R$ 200/mês<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Inscrições : 3184.3170 ou 3184.3178</p>
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		<title>Curso sobre o belo e o feio na história da arte recebe inscrições</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 13:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) promove, entre os dias 3 de abril a 29 de maio, o curso O Belo e Feio através da História da Arte. A atividade acontecerá uma vez por semana, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 20h30, e terá duração de dois meses. As aulas serão ministradas pela professora Maria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) promove, entre os dias 3 de abril a 29 de maio, o curso <strong><em>O Belo e Feio através da História da Arte</em></strong>. A atividade acontecerá uma vez por semana, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 20h30, e terá duração de dois meses. As aulas serão ministradas pela professora Maria do Carmo Nino,  que atua no Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da UFPE. Os interessados podem se inscrever através do telefone (81) 3184.3170. O valor do investimento é de R$ 200,00 por mês.</p>
<p>Promovido pela Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (SAMPE), o curso irá apresentar temas ligados aos conceitos estéticos do Belo e do Feio através da História da Arte, abordando diferentes formas de expressão nas artes visuais, passando pela literatura, até o audiovisual. Confira a ementa completa, baseada nos livros História da Beleza e História da Feiúra, organizados pelo escritor e filósofo italiano Umberto Ecco.</p>
<p>Dia 1 (03 de abril) – O Ideal Estético da Grécia Antiga entre o Belo e o Feio<br />
Dia 2 (10 de abril) &#8211; A Beleza dos Monstros<br />
Dia 3 (17 de abril) – O Feio, o Cômico e o Obsceno<br />
Dia 4 (24 de abril) – A Razão e a Beleza<br />
Dia 5 (08 de maio) – O Sublime<br />
Dia 6 (15 de maio) – A Beleza Romântica e o Resgate Romântico do Feio<br />
Dia 7 (22 de maio) – O Inquietante<br />
Dia 8 (29 de maio) – A Vanguarda e o Triunfo do Feio<br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/17309521_1790952977596874_1101022441832531427_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-46320 alignright" alt="17309521_1790952977596874_1101022441832531427_n" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/17309521_1790952977596874_1101022441832531427_n-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a></p>
<p><strong>Maria do Carmo Nino</strong><br />
Graduação em Arquitetura, pela Universidade Federal de Pernambuco e o doutorado em Artes Plásticas e Ciências da Arte pela Universidade de Paris 1 &#8211; Panthéon Sorbonne (1995). É professora da Universidade Federal de Pernambuco desde 1997, locada no Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística, onde ministra disciplinas como Estética, Fotografia e Arte, Leitura de Obras. Atua na Pós-Graduação de Letras da mesma Universidade (PPGL) desde 1999, com pesquisas que versam sobre a confluência da Literatura com outras formas de expressão, além de atuar como curadora e artista plástica. Foi coordenadora do Instituto de Arte Contemporânea – IAC / UFPE, curadora adjunta do Itaú Cultural SP pelo programa Rumos Visuais (2001-2003), coordenadora de Artes Visuais pela FUNDAJ em 2008/2009, ministra palestras sobre Arte em vários Estados e é autora de diversos textos em catálogos de artistas, livros e revistas, além de ter participado de varias exposições coletivas e individuais.</p>
<p><strong>Curso: O BELO E O FEIO ATRAVÉS DA HISTÓRIA DA ARTE</strong><br />
Professora: Maria do Carmo Nino<br />
<em id="__mceDel">Local: Museu do Estado – PE Horário: 18:30 às 20:30 Duração: dois meses<br />
</em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Valor individual: R$ 200, 00 / mês<br />
</em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Inscrições: 3184.3170</em></em></em></em></em></p>
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		<title>Livro reúne ensaios sobre o acervo fotográfico do Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 15:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29622" aria-labelledby="figcaption_attachment_29622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-29622" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/livro-607x329.jpg" width="607" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">O livro traz ensaios de Rebeka Monita, Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D&#8217;Arc Lima, Maria do Carmo Nino e Beth da Matta</p></div>
<p>Vencedor do <a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=10&amp;data=23/10/2014" target="_blank"><strong>14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia</strong></a>, o livro <em>Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães</em>, que apresenta uma reflexão sobre o acervo de fotografias do Mamam, através de ensaios que tematizam os aspectos expositivos, políticos e poéticos da coleção de obras de arte, será lançado nesta sexta-feira (28), no equipamento cultural, às 19h. Concebido e organizado pela professora e historiadora Rebeka Monita, a obra reúne escritos dos pesquisadores Georgia Quintas, Eduardo Romero, Joana D’Arc Lima e Maria do Carmo Nino, além dos ensaios da diretora do museu, Beth da Matta, e de Rebeka Monita, que junto com Eduardo Romero, Maria do Carmo Nino e Joana D&#8217;Arc Lima, comandarão uma roda de diálogo no dia do lançamento. Na ocasião, os livros serão distribuídos gratuitamente.</p>
<p>Um dos elementos mais ousados da publicação o é trazer reflexões críticas sobre a formação do acervo fotográfico do Mamam. No ensaio “Entre mapeamento, hiatos”, Rebeka Monita mostra que não só o conjunto de fotografias do Mamam formou-se de maneira praticamente aleatória, como a coleção de uma forma geral. “Na realidade, grande parte do acervo do Mamam, sobretudo o de fotografias, é proveniente da Galeria Metropolitana de Arte do Recife (em 1982, batizada de Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães, e, em 1997, instituída Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães). A Galeria recebia obras como tapeçarias, quadros, esculturas e litografias, herdadas de vários equipamentos da Prefeitura do Recife”, explica Rebeka. “Era uma espécie de solo que tudo abrigava&#8221;, como fala a pesquisadora Maria Cecília Lourenço ao se referir a coleções de museus que nascem sem crítica, critérios ou direcionamentos”, acrescenta a historiadora.</p>
<p>No ensaio “Um museu de arte moderna na contra mão da utopia modernista”, a historiadora Joana D&#8217;Arc Lima reflete mais amplamente sobre um tipo muito particular de política pública de aquisição de obras que se fazia legítima na década de 1980. “(&#8230;) Era o modelo das relações de influência, das relações pessoais e de amizade, das relações de afinidades eletivas e afetividades proclamadas”, escreve. No entanto, ainda que o contexto local tenha sido voltado para uma espécie de “política pública afetiva”, já existiam, em alguns Estados do País, políticas públicas de formação de acervo por edital ou por um plano de aquisição de obras de artistas brasileiros para museus públicos, segundo a pesquisadora.</p>
<p>Ainda que tenha sido formado através de políticas de aquisição bastante flexíveis e heterodoxas, o acervo de fotografia do Mamam é, hoje, bastante reduzido. São cerca de 70 fotografias de um acervo de 1.500 obras. No entanto, embora reduzido, ele é composto por obras da autoria de artistas do naipe de Rodrigo Braga, Vicente Mello, Vik Muniz, Albano Afonso, Rivane Neuenschwander, Rosângela Rennó, Brígida Baltar, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Gil Vicente e Josenildo Tenório. “A primeira fotografia incluída na coleção foi do artista Osmar Villar, intitulada “Composição”, de 1983, mas não se sabe como ela foi adquirida”, revela Rebeka Monita.</p>
<p>Para a diretora do Mamam, Beth da Matta, o livro se mostra uma oportunidade para refletir sobre as fraturas do acervo. “Temos em mente que o acervo do museu tem muitas qualidades, tanto que chegamos a trabalhá-lo com profundidade na pesquisa &#8216;Contido não Contido&#8217; em 2009, mas também é importante parar para refletir sobre as fragilidades da coleção para tentarmos criar estratégias para resolvê-las”, justifica Beth. No livro, estão as imagens de todas as fotografias que compõem o acervo atualmente.</p>
<p><strong>Exposições e poéticas das fotografias</strong><br />
Além de enfatizar o aspecto político da formação do acervo do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, a obra também se volta para reflexões acerca da poética e da exposição da coleção. No ensaio sobre o acervo fotográfico do Mamam, a antropóloga e pesquisadora Georgia Quintas conta a sua experiência de curadoria nos dois recortes da exposição “Da fotografia, dos conceitos”, exibidas em 2010 e 2011 respectivamente. Na primeira montagem, houve a exibição de obras fotográficas como “Eu e Agnaldo Farias” (2003), de Gil Vicente, “Homenagem a Marcel Duchamp” (1982), de Paulo Bruscky, e “Cachorro em pé” (1979), de Aloisio Magalhães.</p>
<p>Já na segunda montagem contou com “Sócrates” (1998), de Vik Muniz, “Parede cega” (2000), de Rosângela Rennó, “Recife” (2003), de Rivane Neueschwander, entre outras fotografias. No ensaio “Especulações curatoriais e desvelos de argumentação: reflexão sobre possíveis diálogos contidos na coleção de fotografias do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães”, Georgia Quintas mergulha nos caminhos curatoriais que percorreu para realizar a dupla montagem de uma só exposição. “A exposição &#8220;Da fotografia, dos conceitos&#8221;considerou a construção crítica dos matizes criativos no campo fotográfico, proporcionando, assim, alguns pensamentos, certa rede de interlocução entre obras. Promovendo, portanto, o vislumbramento de significados, os quais partem de discursos para alinhavar outros”, pondera a pesquisadora no ensaio. Já Eduardo Romero traz reflexões sobre o imaginário, a memória e o realismo na obra “Eflúvios artificiais de mulheres abstratas”, de Daniel Santiago. A obra consiste em uma série de 10 fotografias realizadas por artistas convidados por Santiago e foi exibida no Mamam na primeira individual do artista. Por último, no ensaio “Da poética fotográfica no Mamam: fotografia e a conquista do pátrio poder”, a crítica de arte e professora da UFPE Maria do Carmo Nino faz uma análise das fotografias encontradas no acervo do museu, em interpretações profundas sobre as suas poéticas. As reflexões sobre a política, a poética e as exposições do Mamam, desenvolvidas de maneira autocrítica por pesquisadores vinculados direta ou indiretamente ao museu, tornam-se a base teórica e crítica para a defesa da importância de se formar um acervo mais coerente.</p>
<p><strong>Atividades paralelas</strong><br />
No dia do lançamento, o museu receberá mais uma edição do<em> Sexta da Pesada</em>, a partir das 16h. A diretora do museu, Beth da Matta, que também tem formação em gastronomia, convidará a chef Mariana Sarjado e o artista Marcelo Silveira para dividir as caçarolas na cozinha do Mamam. Durante a noite, até as 20h, também estarão abertas ao público as exposições <em>Inimigos</em>, de Gil Vicente, e <em>Moderna Para Sempre: Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú Cultural</em>.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro Fotografia: discussões e discursos no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães<br />
Quando: sexta-feira (28), às 19h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam). Rua da Aurora, 265, Boa Vista.<br />
Informações: (81) 3355-6870.</p>
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