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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mariana Aydar</title>
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		<title>Poesia e lirismo musical marcaram apresentações no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 13:38:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Lenne Ferreira Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51942" aria-labelledby="figcaption_attachment_51942" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51942" alt="Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro</p></div>
<p style="text-align: right;">por Lenne Ferreira</p>
<p>Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na penúltima noite do Palco Pop, ela não só rendeu graças ao forrozeiro pernambucano, como apresentou uma música inédita feita em sua homenagem, &#8220;Vem Domingar&#8221;. Para alegria do público, Mariana montou um show embalado no ritmo do forró, que também contou com sucessos de Dominguinhos e outras joias da produção musical nordestina.</p>
<p>Um dos principais nomes da nova MPB, Mariana Aydar estava emocionada. A nostalgia e a saudade foram elementos da performance que contou com as companhias dos músicos Léo Rodrigues (percussão), Elton Moraes (triângulo), Cosme Vieira (sanfona) e Feeh Silva (zabumba) . Foi um show de memórias e afeto. Entre uma música e outra, a cantora fazia uma pausa para relembrar momentos vivenciados com Dominguinhos, a influência dele na sua produção artística. Uma relação que começou ainda na infância, quando acompanhava a mãe Bia Aydar, que produziu nomes como Luiz Gonzaga, a quem Mariana conheceu quando ainda tinha seis anos de idade.</p>
<p>Desde muito nova, Mariana teve o forró como principal referência musical. Iniciou sua trajetória como backing vocal de Miltinho Ediberto, montou uma banda de forró chamada Caruá e se aventurou em experiências estéticas que nunca se distanciaram muito do ritmo nordestino. O resultado dessas andanças pôde ser visto durante o show que ela levou para o Festival, mesmo que &#8220;meio ressabiada&#8221;, como definiu. Além de canções clássicas do mestre Dominguinhos, como “Lamento Sertanejo” e “Gostoso demais”, ousou interpretações de músicas consagradas como “Tenho sede”, de Gilberto Gil e “Forró do Xenhenhém”, de Elba Ramalho.</p>
<p>Como fazem as divas de verdade, Mariana é generosa no palco e convidou para a sua apresentação o cantor pernambucano Almério. Juntos, cantaram e dançaram “São João do Carneirinho”, da caruaruense Isabela Moraes, e “Frevo-mulher”, de Amelinha. Mas o momento mais emblemático do show foi protagonizado pelos versos dedicados a Dominguinhos.<em> “Fiz essa música para Dominguinhos há dois anos e acabei ela quando estava entrando em Garanhuns. Foi muito emocionante tocar ela aqui pela primeira vez, na cidade dele, porque essa música diz tudo o que eu queria ter dito pra ele e não consegui”</em>, declarou a cantora, que fez a plateia conjugar Dominguinhos em coro: <em>“Todos os dias tem gente querendo domingar”.</em></p>
<div id="attachment_51943" aria-labelledby="figcaption_attachment_51943" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51943" alt="O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, 'Líquido&quot;" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, &#8220;Líquido&#8221;</p></div>
<p>“A vida pede mais abraço”, declarou o pernambucano Tibério Azul assim que pisou no Palco Pop. Terceira atração da noite, o cantor levou o show do seu segundo trabalho solo, “Líquido” (ou <em>a vida pede mais abraço que razão) </em><em>para o FIG 2017 com</em> uma performance inspirada em elementos da natureza. Para reforçar a apresentação, o músico pegou Rogério Samico emprestado da banda Marsa, que antecedeu seu show, para fazer o baixo. Ao lado dele, um time de feras: Lucas Araújo (bateria), Samuel Nóbrega (piano e sanfona), Arthur Dossa (guitarra), Rogério Samico (baixo), Nilsinho Amarante (Arranjos de Metais e Trombone) Gilmar Black (sax) e Alexandre Lima (trompete).</p>
<p>Veterano no Festival de Inverno de Garanhuns, esta foi a quinta vez que Tibério teve presença na grade da programação. Antes, participou do Festival com os projetos Mula Manca &amp; A Fabulosa Figura, Rádio Orquestra (coletivo formado por Ylana Queiroga, Lucas dos Prazeres, entre outros músicos pernambucanos) e duas vezes com trabalhos solos. A animação do cantor antes de subir ao palco demostrava a sua satisfação em retornar ao Festival com um disco bem recebido pela crítica e pelo público. Além de canções novas como “Chover”, gravada com Clarice Falcão, e “Líquido”, o repertório também teve espaço para músicas como “Veja só”, do primeiro álbum do cantor, “Bandarra” (2011).</p>
<p>Durante o show, o público demonstrava intimidade com o repertório e interagiu com a performance do artista, que atualmente vive no Rio de Janeiro. “<em>A minha sensação de tocar em Garanhuns é a mesma sensação de estar em casa. Principalmente agora que estou morando fora de Pernambuco, me sinto muito mais acolhido</em>”, comentou o cantor, que fez questão de  autografar todos os discos dos fãs que formaram fila após o seu show.</p>
<div id="attachment_51944" aria-labelledby="figcaption_attachment_51944" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51944" alt="Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop</p></div>
<p>Antes de Tibério Azul, a banda recifense Marsa, representou a nova cara da produção musical pernambucana. Com um show de composições próprias que compõem seu primeiro disco, “Circular movimento”, gravado pela Mills Records, o grupo tinha fãs à espera e ainda conquistou a atenção do público que não conhecia seu trabalho. O quinteto de músicos afinados apresentou letras que falam do cotidiano e suas relações cíclicas de forma poética. As experimentações sonoras, com texturas da MPB em canções autorais como “Serpente”, “Vermelhos” e “Tarcísio” demonstraram a riqueza da nova safra de música pernambucana. O grupo tocou o público com uma performance intensa e visceral, típica de artistas com múltiplas influências.</p>
<p>A abertura da noite ficou por conta do músico, compositor e poeta natural de Garanhuns, Alexandre Revoredo. Com mais de 10 anos de carreira, o artista, que também desenvolve trabalhos na área de literatura e teatro, apresentou seu trabalho com influência de ritmos brasileiros como o forró pé de serra e o samba. O show do garanhuense contou com várias participações especiais de artistas locais, entre eles Thiago Martins, vocalista da banda Marsa.</p>
<div id="attachment_51945" aria-labelledby="figcaption_attachment_51945" class="wp-caption img-width-571 aligncenter" style="width: 571px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51945" alt="Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z-571x486.jpg" width="571" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais</p></div>
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		<title>Instigação marcou a noite de sexta em Gravatá</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 14:09:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5297" aria-labelledby="figcaption_attachment_5297" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5297" alt="Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Por Duda Martins</p>
<p>Nando Reis sempre se fez presente nas suas músicas. Ele é metalinguagem. Está para suas composições assim como elas estão para ele. Mas é bom ver quando alguém, de repente, sai de si para ser outros. Na noite de ontem (14/9), o Palco Nação Cultural viu muitos artistas em um só. Sem dúvida, Nando foi uma das grandes atrações da noite, com parte do show “Bailão do ruivão”, o seu primeiro de músicas não autorais. No mesmo palco, a paulista Mariana Aydar fez sua estreia no interior de Pernambuco, ainda representado pelo projeto local Canta Gravatá e pela cantora Chris Nolasco, que nasceu na Bahia, mas veio morar em Pernambuco aos 2 anos.</p>
<div id="attachment_5298" aria-labelledby="figcaption_attachment_5298" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg"><img class="size-full wp-image-5298" alt="Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg" width="500" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Treze cantores, além de músicos e vocais de apoio, estavam entre o <em>casting</em> do Canta Gravatá, projeto de artistas locais que procurou agradar a todos os gostos, com apresentações de MPB, rock pop, forró, balada e até reggae. Nos intervalos, o DJ Dolores era um show à parte, ora interagindo com o rap de Zé Brown, que estava na locução do palco; ora colocando o povo para dançar com seu repertório de vanguarda.</p>
<p>Palmas para a cantora Chris Nolasco, que chegou em seguida com sua voz suave, presença de palco e ótimo repertório. Uma boa combinação para a noite de ontem. Sem contar o afinado time de músicos, que mandou bem nos arranjos de jazz, samba e música afro. “Pele negra” é o nome do disco. Muita qualidade.</p>
<div id="attachment_5299" aria-labelledby="figcaption_attachment_5299" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg"><img class="size-full wp-image-5299" alt="Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>De cantoras o Brasil está bem servido. Mariana Aydar veio com tudo para Gravatá. Antes de entrar no palco, nos confessou: “Há duas semanas, fiz meu primeiro show no Recife, no incrível Teatro de Santa Isabel. De coração, foi um dos melhores shows da minha vida. Minha expectativa é que aqui seja igual ou melhor”. E se cumpriu. Charmosíssima do começo ao fim do show, Mariana estava solta no palco: dançou, pulou, fez caras e bocas, tocou triângulo e cantou, o que sabe fazer de melhor.</p>
<p>Enquanto isso, o público gritava seu nome, pedia músicas  e cantava junto em várias delas, como o samba “Vai vadiar”, o forró (que é uma de suas especialidades) “Tá?” e a composição em parceria com o seu grande amigo Dominguinhos, intitulada “Preciso do seu sorriso”. Uma das maiores qualidades da paulista é que olha nos olhos da plateia. Amor que dá pra ver e ouvir.</p>
<div id="attachment_5300" aria-labelledby="figcaption_attachment_5300" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5300" alt="Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Ansiosa pela entrada do “ruivão”, Assíria Lima, 17, segurou o cartaz: “Nando, me dá teu All Star”, mas não segurou as lágrimas ao ver o ídolo entrar cantando a primeira: “Sou dela”. Não sabia se cantava, tirava foto, gritava ou chorava. “Eu vim de Caruaru, sou muito fã dele. Por favor, deixa eu entrar aí”, insistindo por um lugar no <em>frontstage</em>. De boina e jaqueta jeans lá se foi Nando Reis, tocando em um show espetacular. “O mundo é bão Sebastião”, “All star”, “Do seu lado”, e numa roupagem rock’n’roll incrível, fez um pout-pourri de Wando, com “Fogo e paixão”, e Michael Sullivan e Paulo Massadas, com “Whiski a gogo”.</p>
<p>Foi quando se transformou em muitos. Foi quando Assíria não aguentou e pulou a cerca que dava acesso ao<em>frontstage</em> e teve que ser retirada aos prantos. Com “Frevo mulher” e “Marvin” encerraria o show, não fosse os gritos de “mais um” e “Bichos escrotos” dar o adeus a uma noite inesquecível.</p>
<div id="attachment_5302" aria-labelledby="figcaption_attachment_5302" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5302" alt="Nando Reis fechou a noite com &quot;Bichos escrotos&quot; (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando Reis fechou a noite com &#8220;Bichos escrotos&#8221; (Foto: Costa Neto)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
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		<title>FPNC em clima de bailão</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Sep 2012 19:09:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5364" aria-labelledby="figcaption_attachment_5364" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DJ-Dolores_Foto-Clara-Gouvêa.jpg"><img class="size-medium wp-image-5364" alt="DJ Dolores comanda os intervalos (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DJ-Dolores_Foto-Clara-Gouvêa-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Dolores comanda os intervalos (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
<p><em>A partir desta quinta-feira (13/9), a música movimenta a programação do festival com atrações dançantes </em></p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural de Gravatá dá início nesta quinta-feira (13/9) à programação do Palco Nação Cultural, instalado no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, que recebe grandes nomes do cenário musical pernambucano e nacional para movimentar ainda mais a 14ª Festa da Estação da cidade. Os shows seguem até o próximo sábado (15/9), sempre a partir das 22h.</p>
<p>O centenário de Luiz Gonzaga vem sendo homenageado em todas as etapas do FPNC e nesta edição não poderia ser diferente. O cantor Galeguinho de Gravatá abre a grade de shows do palco principal, com a noite de homenagens ao Rei do Baião, na quinta (13/9). Ele promete colocar todo mundo para dançar ao som do forró, assim como Toinho do Baião, que se apresenta logo em seguida. Depois é a vez de Anastácia subir ao palco. Quem encerra a primeira noite é o músico <a title="Cezzinha" href="http://fpnc.org/mergulhe/gravata-luiz-gonzaga-e-a-trilha-sonora-do-meu-filme-diario/" target="_blank">Cezzinha do Acordeon</a>, discípulo de Dominguinhos e uma das grandes revelações da música pernambucana.</p>
<p>Na segunda noite de shows, quem sobe ao palco é o projeto Canta Gravatá, que vem fortalecendo a cena musical local através de um CD que reúne artistas novos e veteranos da cidade. Na sequência, as cantoras Chris Nolasco e a paulista Mariana Aydar, que levam para o FPNC shows baseados nos seus últimos álbuns, seguem esquentando a noite gravataense. Quem fecha a programação da sexta é Nando Reis e os Infernais,  com o show da turnê “Bailão do ruivão”, nascido do projeto MTV ao Vivo.</p>
<p>Na noite de sábado (15/9), os pernambucanos do grupo Dunas do Barato, da Orquestra Contemporânea de Olinda e da banda Eddie garantem shows empolgantes e dançantes para o último dia do Palco Nação Cultural. O cantor, compositor e ator Seu Jorge encerra a noite com todo o seu swing carioca, apresentando o show do disco “Músicas para churrasco – volume 1”.</p>
<p>Em todas as noites, ninguém menos que o DJ Dolores assume os intervalos e os encerramentos dos shows. A programação é aberta ao público. Gravatá fica no Agreste Central do estado, a 85 km do Recife.</p>
<p>Confira abaixo a programação completa:</p>
<p><strong>Shows | Palco Nação Cultural</strong><br />
Parque de Eventos Chacre Mussa Zarzar, sempre a partir das 22h</p>
<p><strong>Quinta-feira, 13/9</strong><br />
– Galeguinho de Gravatá<br />
– Toinho do Baião<br />
– Anastácia<br />
– Cezzinha do Acordeon</p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong><br />
– Canta Gravatá<br />
– Chris Nolasco<br />
– Mariana Aydar<br />
– Nando Reis</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
– Dunas do Barato<br />
– Orquestra Contemporânea de Olinda<br />
– Eddie<br />
– Seu Jorge</p>
<p>&gt;&gt; Nos intervalos e encerramento dos shows: DJ Dolores</p>
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		<title>Show de Zeh Rocha e Mariana Aydar no FIG 2011</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/show-de-zeh-rocha-e-mariana-aydar-no-fig-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 19:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2011]]></category>
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		<description><![CDATA[Enviado em 19/07/2011. Trechos do show de Zeh Rocha e Mariana Aydar no Palco Pop e do espetáculo teatral O Coração de Um Boxeador, no FIG 2011.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado em 19/07/2011. Trechos do show de Zeh Rocha e Mariana Aydar no Palco Pop e do espetáculo teatral O Coração de Um Boxeador, no FIG 2011.</p>
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