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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mariana de Matos</title>
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		<title>Projeto vai mapear produção poética feminina do Pajeú dos últimos 100 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2019 15:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valorizar, divulgar e garantir a visibilidade da produção poética de mulheres que participaram da formação cultural da região do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, é o que move o projeto As Poetas do Pajeú. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, foi idealizada pela poeta e artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68837" aria-labelledby="figcaption_attachment_68837" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-38-of-82.jpg"><img class="size-medium wp-image-68837 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-38-of-82-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">projeto surgiu ao notar a ausência significativa das mulheres do Pajeú nas antologias literárias, evidenciando as implicações históricas, sociais, políticas e culturais que ocultaram o registro de suas obras e presenças na historiografia literária pernambucana</p></div>
<p style="text-align: left;">Valorizar, divulgar e garantir a visibilidade da produção poética de mulheres que participaram da formação cultural da região do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, é o que move o projeto <strong>As Poetas do Pajeú</strong>. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, foi idealizada pela poeta e artista visual Mariana de Matos e pretende destacar a produção dos últimos 100 anos das poetas que contribuíram para a manutenção da literatura local e catalogá-las em um acervo virtual que ficará disponibilizado gratuitamente.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Mariana, o projeto surgiu ao notar a ausência significativa das mulheres do Pajeú nas antologias literárias, evidenciando as implicações históricas, sociais, políticas e culturais que ocultaram o registro de suas obras e presenças na historiografia literária pernambucana e, consequentemente, brasileira. “Para construirmos possibilidades mais democráticas, torna-se impreterível que as vozes não hegemônicas sejam escutadas, que haja mais espaço e legitimidade para o fazer artístico das mulheres”, defende.</p>
<div id="attachment_68838" aria-labelledby="figcaption_attachment_68838" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-48-of-82.jpg"><img class="size-medium wp-image-68838 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-48-of-82-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto vai percorrer os 17 municípios que integram a região do Pajeú</p></div>
<p>O projeto vai percorrer os 17 municípios que integram a região do Pajeú (Quixaba, Iguaracy, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, Brejinho, São José do Egito, Carnaíba, Solidão, Calumbi, Tabira , Itapetim, Tuparetama, Flores, Triunfo , Serra Talhada, Igazeira e Afogados da Igazeira) em busca de diferentes perfis de poetas. São elas: as que já são conhecidas e publicadas; as que ainda são inéditas; de distintas gerações; poetas cantadoras de repente, emboladoras e cantoras de coco, como forma de respeitar a diversidade de formas de conhecimento e saber artístico, e entender que a experiência poética pajeuzeira apenas constata os atravessamentos das várias linguagens artísticas e a diversidade; Poetas vivas ou em memória que, não só nasceram no local, mas que também tiveram sua produção relacionada às vivências do Pajeú, colaboraram para a tradição literária local e que são reconhecidas por outras poetas e pelo público como pertencentes ao panorama literário desse território.</p>
<p><strong>Apoio Popular</strong><br />
O mapeamento das poetas do Pajeú está sendo realizado com pesquisa de campo, e terá algumas ações locais. E a colaboração da população para resgatar a história é essencial na reconstrução desse cenário. Por isso, está sendo disponibilizando alguns canais de comunicação para as pessoas que são ou dispunham de informações de mulheres poetas descritas nos perfis acima possam entrar em contato com a equipe do projeto. O primeiro canal é o e-mail <strong>aspoetasdopajeu@gmail.com</strong>, que deve ser enviado contendo nome, idade, cidade, contatos e pequena descrição de suas produções poéticas. E o segundo canal são as redes sociais no Instagram e no Facebook.</p>
<p>Uma vez mapeadas, as poetas catalogadas estarão em uma plataforma virtual de acesso gratuito. Através dessa área, o público poderá conhecer as produções poéticas de mulheres que contribuíram para a formação do Pajeú, além de desenvolver novas pesquisas acerca das produções individuais das poetas, promover reflexões sobre a condição e contexto de vida dessas mulheres e desenvolver novos conteúdo didáticos para o ambiente educacional, entre outros desdobramentos possíveis.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span>:<br />
Coleta de material até  05 de Junho de 2019 do projeto As Poetas do Pajeú<br />
Cidades envolvidas: Sertão do Pajeú (São José do Egito, Itapetim, Tuparetama, Brejinho, Tabira, Santa Terezinha, Carnaíba,, Ingazeira, Iguaracy, Solidão, Afogados da Ingazeira, Quixaba, Flores, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Calumbi, Serra Talhada)<br />
Mais informações: (87) 99651.7752 | aspoetasdopajeu@gmail.com</p>
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		<title>Grupo Bongar e debate sobre o papel da arte marcam lançamento da Outros Críticos #12</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 19:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista Outros Críticos. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41690" aria-labelledby="figcaption_attachment_41690" class="wp-caption img-width-331 alignright" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa da Outros Críticos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos.jpg"><img class="size-medium wp-image-41690" alt="Reprodução/Capa da Outros Críticos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A capa e a identidade visual da 12ª edição da Outros Críticos é assinada pela artista visual Mariana de Matos</p></div>
<p>Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista <strong>Outros Críticos</strong>. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um ciclo <a href="https://www.facebook.com/events/1234675306605890/?fref=ts" target="_blank">ao lançar a sua 12ª edição</a>, que traz como tema “A arte é a última esperança” &#8211; título de uma obra de Paulo Bruscky.</p>
<p>O evento será realizado no Sexto Andar, no Edifício Pernambuco (Recife), e na ocasião será realizado um debate mediado por Ana Lira (artista visual e fotógrafa), com Guitinho da Xambá (músico), Mariana de Matos (artista visual e escritora), Marcelo Pedroso (cineasta), Iris Regina (educadora e designer do CCJ Recife) e Philippe Wollney (poeta e editor). Em seguida, haverá uma apresentação do Grupo Bongar. A entrada custa R$ 10 e os 100 primeiros compradores receberão uma cópia da revista. Já a versão on-line estará disponível para leitura e download gratuito no site da <strong><a href="http://www.outroscriticos.com" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>.</p>
<div id="attachment_41693" aria-labelledby="figcaption_attachment_41693" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-41693 " alt="Oi Kabum/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Bongar fará uma apresentação durante o lançamento da 12ª edição da revista. Guitinho da Xambá também participa desta edição na seção &#8216;entrevista&#8217;, numa conversa com o editor Carlos Gomes</p></div>
<p>Segundo Carlos Gomes, editor da revista, o próximo passo é fazer uma avaliação sobre os últimos três anos e pensar em como será o projeto daqui pra frente.<em> “Estamos vendo a possibilidade de crowdfunding para financiar a versão impressa ou a mudança da periodicidade. O certo é que ela vai continuar existindo, mesmo se não tiver incentivo financeiro. A expectativa agora é que a Outros Críticos se volte mais para o site, já temos seis colunistas escrevendo em áreas diversas e, para o próximo ano, mais seis pessoas estarão participando&#8221;</em> adianta Carlos.</p>
<p>Na opinião do editor, a guinada na Outros Críticos começou em 2014, quando mudou a perspectiva de ser independente e ligada apenas à internet. <em>“Na época consegui aprovar no Funcultura um projeto de financiamento que garantisse as revistas impressas. Saímos do virtual e aproveitamos os lançamentos destas edições para a realização dos nossos eventos, sempre com debates ou apresentações musicais”</em>, comenta, ressaltando que tais encontros não estavam previstos no projeto inicial, e foram feitos por conta própria, em parceria com os críticos e os músicos envolvidos. Participaram destes eventos nomes como DJ Dolores, Isaar, Jomard Muniz de Britto, Fabiana Moraes e Rodrigo Campos.</p>
<p>Sobre a marca que a Outros Críticos já deixou no jornalismo cultural pernambucano, Carlos Gomes diz que é &#8220;a<em> revista não se fecha numa redoma de que é algo ‘experimental’ e que não conversa com os outros meios. Muitos dos nossos colaboradores trabalham em redações de jornais, e temos de estagiários a professores de pós-graduação. Mais do que deixar um legado, o mais importante é que construímos este diálogo”.</em></p>
<p><strong>12ª edição</strong><br />
O novo número traz a artista visual Mariana de Matos e o Grupo Bongar como os pontos centrais desta edição. O trabalho de Mariana está presente na capa e nos demais textos, enquanto o Bongar figura na seção ‘entrevista’, numa conversa entre o músico Guitinho da Xambá e o editor Carlos Gomes, marcada por um passeio pela trajetória de 15 anos do grupo.<em><br />
</em></p>
<div id="attachment_41691" aria-labelledby="figcaption_attachment_41691" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-41691" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Junto ao Grupo Bongar, o trabalho da artista Mariana de Matos ganha destaque nesta edição</p></div>
<p>A seção ‘crítica de boteco’ conta com Moacir dos Anjos para refletir sobre a arte política, numa conversa com Renata Pimentel e Mery Lemos. O artigo de abertura foi escrito por Ana Lira e compõe um quadro artístico do Recife e suas variadas movimentações que se cruzam. A revista também incluiu ao tema que intitula essa edição uma interrogação e fez a pergunta a diversos autores, nomes como Paulo Marcondes, Priscilla Buhr, Philippe Wollney, Nathalia Queiroz, Roberta Martinelli e Marcelo Coutinho.</p>
<p>A equipe da Outros Críticos presenta textos sobre Elza Soares, Larissa Luz, Karina Buhr, Iara Rennó e Ava Rocha. Em paralelo, os discos de Alessandra Leão, Cosmo Grão, Juliana Perdigão e do duo Walter Areia e Rafael Marques integram a seção de resenhas, escritos, respectivamente, por Carlos Gomes, Fernando Athayde, GGabriel Albuquerque e Bruno Vitorino. O ensaio de encerramento é do cantor e compositor Romulo Fróes.</p>
<p>A Outro Críticos é impressa com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e lançada em versão virtual com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e da Altovolts. O Sexto Andar e a fotógrafa Camila van der Linden também  apoiam  essa edição.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Lançamento da 12ª edição da revista Outros Críticos &#8211; Show do Grupo Bongar mais debate com Ana Lira, Guitinho da Xambá, Mariana de Matos, Marcelo Pedroso, Iris Regina e Philippe Wollney</em><br />
Quinta (10) | 19h<br />
Sexto Andar, Edifício Pernambuco (Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antonio)<br />
R$ 10 (As 100 primeiras pessoas ganham a revista)</p>
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