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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mário Rodrigues</title>
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		<title>André Balaio e Mário Rodrigues lançam novos livros em Caruaru</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2018 17:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a proposta de reforçar o potencial cultural de Caruaru, o Encontro Literário Letras em Barro reúne os escritores pernambucanos André Balaio e Mário Rodrigues para o lançamento dos seus livros “Quebranto” (Editora Patuá) e “A Cobrança” (Editora Record), respectivamente, neste sábado, às 17h. O evento acontecerá no Alameda Caruaru e promoverá um debate entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60283" aria-labelledby="figcaption_attachment_60283" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Thiago-Medeiros.jpeg"><img class="size-large wp-image-60283" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Thiago-Medeiros-800x600.jpeg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Thiago Medeiros é o idealizador do projeto Encontro Literário Letras em Barro, que acontece em Caruaru</p></div>
<p>Com a proposta de reforçar o potencial cultural de Caruaru, o Encontro Literário Letras em Barro reúne os escritores pernambucanos André Balaio e Mário Rodrigues para o lançamento dos seus livros “Quebranto” (Editora Patuá) e “A Cobrança” (Editora Record), respectivamente, neste sábado, às 17h. O evento acontecerá no Alameda Caruaru e promoverá um debate entre os autores mediado pelo também escritor Thiago Medeiros, que é o idealizador do Encontro.</p>
<p>“<i>A ideia do evento é humanizar os autores, mostrar que é possível exercer o ofício da literatura e incentivar a formação de novos leitores, mas principalmente incentivo a novos escritores e escritoras</i> ”, explica Thiago, que busca destacar, sobretudo, escritores pernambucanos nas ações do projeto, que neste sábado abrirá espaço para os convidados falarem de suas experiências na linguagem.</p>
<div id="attachment_60289" aria-labelledby="figcaption_attachment_60289" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Fotos_Divulgação_Mário-Rodrigues_A-cobrança-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-60289" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Fotos_Divulgação_Mário-Rodrigues_A-cobrança-1_Easy-Resize.com_-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Mário Rodrigues fará o lançamento do livro &#8220;A Cobrança&#8221;</p></div>
<p>Nascido e criado em Garanhuns, Mário Rodrigues já foi indicado ao Prêmio Jabuti, na categoria de Contos e Crônicas, e venceu o prêmio Sesc de Literatura em 2016, que lhe rendeu o livro “Receitas para se fazer um monstro”, lançado pela editora Record. “<i>No Brasil, como o público leitor é mínimo, esses prêmios acabam sendo a verdadeira chancela do escritor. O número de convites para eventos e antologias, por exemplo, aumenta muito depois de certas premiações</i>”, observa Rodrigues, cujo novo romance traz uma reflexão que visa desconstruir a máxima brasileira de que “futebol, política e religião não se discutem”.</p>
<p>A projeção do garanhuense deverá render tópicos complementares ao conhecimento de André Balaio, que atualmente desponta entre as revelações da literatura do Estado. Vencedor do prêmio Off-Flip com o conto “O Lado de Lá”, Balaio também foi finalista do Prêmio Nacional SESC 2017 de Literatura e do Concurso Literário Nacional CEPE 2017. Diferente de Rodrigues, o autor, que também é roteirista de quadrinhos e editor do site O Recife Assombrado (orecifeassombrado.com), envereda pelo insólito para falar de desajustes na vida de pessoas comuns. “<i>Na literatura fantástica, o sobrenatural pode aparecer como metáfora para culpa, desejo e outros sentimentos. É uma maneira original e instigante de falar dos problemas cotidianos</i>”, ele descreve.</p>
<div id="attachment_60288" aria-labelledby="figcaption_attachment_60288" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Letícia Santiago</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Foto-Letícia-Santiago-8_Easy-Resize.com_1.jpg"><img class="size-large wp-image-60288" alt="Letícia Santiago" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Foto-Letícia-Santiago-8_Easy-Resize.com_1-800x600.jpg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">André Balaio levará a literatura fantástica de &#8220;O Quebranto&#8221;</p></div>
<p>“<i>O lançamento de um escritor pernambucano que já possui certo renome em âmbito nacional, e do primeiro livro de um escritor promissor e inventivo como Balaio, lançado por uma editora que tem estimulado tanto novos nomes, que é a Patuá, em Caruaru, é uma inovação na cena cultural da cidade</i>”, defende Medeiros, sobre a importância de somar nomes de experiências diversas no Encontro.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b>Lançamento simultâneo “A Cobrança”, Mário Rodrigues, e “Quebranto”, André Balaio.<b><br />
</b>Quando: Nesta sábado (5), às 17h<b><br />
</b>Onde: Alamenda Caruaru &#8211; R. Arlindo Pôrto, 127 &#8211; Maurício de Nassau, Caruaru<b><br />
</b>Informações: (81) 99839-1312<b><br />
</b>Entrada franca<b></b></p>
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		<title>Autoficção inquieta e motiva público na Praça da Palavra</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/autoficcao-inquieta-e-motiva-publico-na-praca-da-palavra-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 18:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Praça da Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lísias]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira tarde de atividades da Praça da Palavra no Festival de Inverno de Garanhuns 2015 começou movimentada. Com o espaço lotado, o romancista e contista Mário Rodrigues começou sua conversa com o escritor Ricardo Lísias sob a temática: “Literatura e autoficção: esses espelhos”. A atualidade do termo autoficção foi percebida pelo debate motivado entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira tarde de atividades da Praça da Palavra no Festival de Inverno de Garanhuns 2015 começou movimentada. Com o espaço lotado, o romancista e contista Mário Rodrigues começou sua conversa com o escritor Ricardo Lísias sob a temática: “<em>Literatura e autoficção: esses espelhos</em>”. A atualidade do termo autoficção foi percebida pelo debate motivado entre os escritores e a constante intervenção do público.</p>
<div id="attachment_27642" aria-labelledby="figcaption_attachment_27642" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19825981682_5017abf022_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27642" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19825981682_5017abf022_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Ricardo Lísias em conversa na Praça da Palavra</p></div>
<p>“<em>Estou motivada para ler seus livros e conhecer melhor a sua obra e a autoficção</em>”, comentou a escritora recifense Ivonete Xavier, que não conhecia o escritor e chegou ao debate curiosa pela temática. Mas o público presente se misturava entre os curiosos e aqueles que esperavam a oportunidade de encontrar o escritor pessoalmente. O escritor de Garanhuns, Matheus Rocha, era um deles. “<em>Conheci a autoficção através do livro ‘Divórcio’, de Ricardo Lísias. E estar aqui e acompanhar os comentários dele sobre o tema só me motivam a ver e pesquisar ainda mais sobre essa literatura que muito incomoda o leitor</em>”, revelou Matheus, que acredita ainda que vê “<em>a autoficção como um bom exercício para escrever literatura</em>”, complementou.</p>
<p>A novidade que a autoficção causa na forma de recepção de uma obra é o caráter mais particular da modalidade literária segundo Ricardo Lísias. “<em>Depois do Divórcio não tive mais sossego</em>”, brincou o escritor ao referir-se a seu último romance. “<em>A autoficção é mais aguda e, por isso, a literatura que mais incomoda nos últimos tempos</em>”, esclareceu Lísias ao tentar explicar a estranheza com que o público recebe a obra e a grande diferença entre as recepções de sua obra pela grande massa e pela crítica especializada.</p>
<p>O escritor Ricardo Lísias concedeu ao Cultura.PE uma pequena entrevista, na qual falou um pouco mais sobre seu processo criativo e como compreende o caos que a autoficção gera entre escritores e o público leitor.</p>
<p><strong>Cultura.PE</strong> – A representação é um tema que a autoficção coloca em discussão. O que lhe motivou a trabalhar com este tema ?</p>
<p><strong>Ricardo Lísias</strong> –<em> Era um andamento do projeto que já discutia a questão do narrador, dos limites da ficção. Então esse foi um caminho meio natural. Eu não tinha uma intenção consciente de escrever um romance de autoficção. Não era isso. Aconteceu simplesmente. E somente depois de lançado, quando as pessoas começaram a falar, que comecei a pesquisar e ver do que se tratava. E é um conceito muito difícil, há muitas interpretações diferentes.</em></p>
<p><strong>Cultura.PE</strong> – A sua forma de trabalho se dá no próprio processo. Durante ele, você consegue ter ideia do que o seu texto vai provocar no leitor ?</p>
<p><strong>R.L</strong> – <em>Algumas tensões eu já procuro fabricar, mas eu não posso controlar todas. Muitas me surpreendem. Eu tento causar esse conflito e isso é um ato consciente. Mas para mim, ele também tem um limite, que é quando ele vai estar manjado para as pessoas. Aí é o tempo de eu inventar outra fórmula.</em></p>
<p><strong>Cultura.PE</strong> – Então, a autoficção será o mote de um próximo trabalho ?</p>
<p><strong>R.L</strong> – <em>Não. Para mim, a autoficção vai se esgotar. Para mim, ela está quase se esgotando. Ainda tem coisas que quero trabalhar, mas ela não vai durar muito tempo.</em></p>
<p><strong>Cultura.PE</strong> – Qual a sua impressão do FIG, já que esta é sua primeira participação?<em id="__mceDel"></em></p>
<p><strong>R.L</strong> <em id="__mceDel">– Estou espantado, realmente, com o festival. Eu vi a programação daqui e eu nunca estive num festival dessa dimensão. E também a diversidade, desde a arte popular até a arte erudita, e isso é bastante impressionante.</em></p>
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