<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; memória</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/memoria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 13:32:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Projeto resgata histórias de mulheres perseguidas pela DOPS em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-resgata-historias-de-mulheres-perseguidas-pela-dops-em-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-resgata-historias-de-mulheres-perseguidas-pela-dops-em-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Público]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[DOPS]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=122283</guid>
		<description><![CDATA[O projeto de pesquisa “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” será lançado hoje (16), das 10h às 11h30, no auditório do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), no Recife. O lançamento apresenta um e-book gratuito que reúne os resultados de uma pesquisa sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de pesquisa “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” será lançado hoje (16), das 10h às 11h30, no auditório do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), no Recife. O lançamento apresenta um e-book gratuito que reúne os resultados de uma pesquisa sobre mulheres fichadas pela extinta DOPS/PE durante o Estado Novo. O projeto foi contemplado no Edital de Ações Criativas – Lei Paulo Gustavo (LPG) e conta com o apoio do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, além do incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.</p>
<p>O acervo da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco, órgão repressivo criado com a instauração do Estado Novo, reúne milhares de prontuários policiais produzidos entre 1935 e 1946. A maioria desses registros refere-se a homens, mas cerca de 400 prontuários dizem respeito a mulheres. A pesquisa parte de uma pergunta central: quem eram essas mulheres e por que foram perseguidas pelo Estado?</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2025, o projeto resultou em uma revista eletrônica que sistematiza e amplia o acesso a informações sobre esse recorte específico do acervo da antiga DOPS-PE. A publicação reúne ensaios das sociólogas Anita Pequeno e Sophia Branco, autoras dos textos que compõem o e-book. Também participam da conversa a jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, idealizadora do projeto e responsável pela sistematização dos dados dos prontuários analisados, e Marcos Dornelas, coordenador de acervos digitais do APEJE.</p>
<p>O lançamento será marcado por uma roda de diálogo, mediada por Maria Betânia Ávila, uma das fundadoras do SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia. Durante o encontro, o público poderá conhecer trajetórias de mulheres negras e brancas, jovens e idosas, intelectuais e operárias, classificadas nos registros policiais como comunistas, anarquistas ou sindicalistas.</p>
<p>Além da roda de diálogo, prontuários sistematizados ao longo da pesquisa estarão em exibição no espaço do Arquivo Público. O acervo da extinta DOPS-PE é uma fonte central para estudos sobre o estado de suspeição, vigilância e repressão que marcou períodos ditatoriais do Brasil republicano, oferecendo subsídios para a reflexão sobre democracia, direitos humanos e cidadania.</p>
<p>Para democratizar o acesso aos resultados da pesquisa, o e-book será disponibilizado gratuitamente por meio de links nos perfis @mulhereseresistencias e @arquivopublicodepernambuco, no Instagram. Todas as imagens do livro eletrônico contam com audiodescrição, garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual. A roda de diálogo contará ainda com intérpretes de Libras, assegurando a participação de pessoas com deficiência auditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-resgata-historias-de-mulheres-perseguidas-pela-dops-em-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e Cinema São Luiz integram a programação da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe-e-cinema-sao-luiz-integram-a-programacao-da-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-art-pe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe-e-cinema-sao-luiz-integram-a-programacao-da-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-art-pe/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ART.PE]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos culturais]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120601</guid>
		<description><![CDATA[Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120603" aria-labelledby="figcaption_attachment_120603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004.png"><img class="size-medium wp-image-120603" alt="Imagem: Mepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-08-102004-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Mepe/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Traçando um elo entre preservação e modernidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e o Cinema São Luiz participam da 4ª edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco – ART.PE, que acontece de 8 a 12 de outubro, no Recife Expo Center. Os equipamentos, geridos pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentam programações especiais que reafirmam o compromisso do Estado com a valorização da arte e da cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">“A presença do Museu do Estado de Pernambuco e do Cinema São Luiz na ART.PE reforça o papel dos equipamentos culturais do Governo de Pernambuco como espaços de convergência entre a memória e a criação contemporânea. São instituições que dialogam com o passado, mas também olham para o futuro da arte produzida no estado, estimulando novas linguagens, públicos e conexões. Participar da feira é reafirmar o compromisso do Governo com a valorização da arte pernambucana e com o fortalecimento da nossa presença no circuito nacional das artes visuais e audiovisuais”, destaca a gerente de Ações Culturais dos Equipamentos da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr">A ART.PE tem como objetivo refletir o desenvolvimento e a consolidação do mercado das artes visuais no estado, que, nos últimos anos, registrou o crescimento de galerias, circulação de artistas e ampliação das vendas de obras. O evento reúne galerias, artistas e agentes do setor, fortalecendo o intercâmbio entre a produção local e o cenário nacional.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto de diálogo entre tradição e contemporaneidade, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) marca presença como um dos pilares da preservação e difusão da arte no estado. Com um perfil voltado para a história e a arte, o museu é um dos mais importantes equipamentos públicos do Governo de Pernambuco e desempenha papel essencial na valorização da produção artística local — acolhendo tanto nomes consagrados quanto novas vozes das artes contemporâneas, que trazem novas linguagens e perspectivas para o cenário cultural.</p>
<p dir="ltr">“Ao se integrar à ART.PE, ao lado de instituições de destaque como o MASP, Inhotim, MAMAM, Instituto Francisco Brennand, e importantes galerias do Nordeste, do Rio de Janeiro e de São Paulo, o MEPE reafirma seu compromisso com o fortalecimento da cena artística regional e sua conexão com os grandes circuitos da arte brasileira”, destaca o gestor do Museu, Rinaldo Carvalho.</p>
<p dir="ltr">Durante a feira, o Mepe apresenta ao público uma seleção de livros e catálogos que documentam exposições e ações realizadas no museu, além de vídeos institucionais sobre os equipamentos culturais da Fundarpe. O estande também contará com a venda de objetos com reproduções das coleções do acervo, elaborados pela Sociedade dos Amigos do Museu do Estado de Pernambuco (Sampe).</p>
<p dir="ltr">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira.</p>
<p dir="ltr">Dividida em dois blocos, a mostra reúne obras audiovisuais de artistas pernambucanos de diferentes gerações, sob curadoria de Pedro Severien, com trabalhos de Bárbara Wagner (em parceria com Benjamin de Burca), biarritzzz, Bruno Vilela, Dea Ferraz, Juliana Notari, Júlio Cavani, Kalor Pacheco, Lia Letícia, Priscila Nascimento, Renata Pinheiro, Sergio Oliveira e Telephone Colorido.</p>
<p dir="ltr">O segundo bloco é dedicado à Mostra Paulo Bruscky, com curadoria de Yuri Bruscky, filho do artista, apresentando registros de performances e obras audiovisuais do artista, pioneiro na experimentação entre cinema, vídeo e performance. O material foi recentemente digitalizado a partir de mídias originais como super 8, 16mm e VHS, com imagens captadas entre 1971 e 2015 — exibidas agora em conjunto pela primeira vez.</p>
<div id="attachment_120605" aria-labelledby="figcaption_attachment_120605" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-120605" alt="A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54788390307_01f0f50c5b_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A programação da feira também contará com a “Mostra Arte Cinema São Luiz”, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe. As exibições acontecem nos dias 10 e 11 de outubro (sexta e sábado), das 18h30 às 21h, com projeções ao ar livre na fachada lateral do Recife Expo Center, ao lado da entrada da feira. I Foto: Simon Filmes/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“O que está em operação nesta mostra é a forma livre e inventiva que cineastas e artistas visuais construíram em Pernambuco. Os trabalhos fogem das convenções narrativas para experimentar com as imagens, os sons e os próprios corpos no espaço. O programa &#8216;A imagem e os mundos daqui&#8217; privilegia variações dos gêneros da videoarte e do cinema experimental contemporâneo, enquanto &#8216;Entre os corpos da terra&#8217; explora mais a performance e a intervenção. Mas não há linhas divisórias, tudo se mistura e se contagia”, afirma o curador Pedro Severien.</p>
<p dir="ltr">A programação completa e cobertura das ações podem ser conferidas pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a> e no Instagram oficial da feira, <a href="https://www.instagram.com/art__pe">@art__pe</a>. Aos interessados, os ingressos por dia estão disponíveis através da plataforma <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MEPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema São Luiz</strong></p>
<p dir="ltr">Inaugurado em 6 de setembro de 1952, às margens do Rio Capibaribe, o Cinema São Luiz é um dos últimos cinemas de rua em atividade no Brasil e um dos mais emblemáticos por preservar, até hoje, o seu projeto original em estilo cine-teatro. Contando com uma rica concepção artística e arquitetônica, o São Luiz representa um marco na história cultural de Pernambuco e segue em melhorias para continuar sendo um espaço de referência.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><em>&gt;Serviço: </em></p>
<p dir="ltr"><strong>ART.PE | Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: 8 a 12/10</p>
<p dir="ltr">Local: Recife Expo Center (Cais Santa Rita, 156 &#8211; São José, Recife &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Horários de funcionamento: 8 de outubro &#8211; só para convidados / 9 a 11 de outubro &#8211; 13h às 20h, aberto ao público / 12 de outubro &#8211; 13h às 18h, aberto ao público</p>
<p dir="ltr">Ingressos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.google.com">Sympla</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe-e-cinema-sao-luiz-integram-a-programacao-da-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-art-pe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas” resgata a sabedoria ancestral das ervas sagradas no Candomblé Nagô de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-ewe-o-a-cura-pelas-folhas-resgata-a-sabedoria-ancestral-das-ervas-sagradas-no-candomble-nago-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-ewe-o-a-cura-pelas-folhas-resgata-a-sabedoria-ancestral-das-ervas-sagradas-no-candomble-nago-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 18:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Paulo Gustavo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[dcoumentário]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[folhas]]></category>
		<category><![CDATA[iorubá]]></category>
		<category><![CDATA[lpg]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[nagô]]></category>
		<category><![CDATA[Pai Amaro]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=118663</guid>
		<description><![CDATA[Neste domingo (6), o Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá, no bairro da Guabiraba, no Recife, será palco para a estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) 2023/2024 – disponibilizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) –, a obra celebra o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118664" aria-labelledby="figcaption_attachment_118664" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Domar-Divulgacao.png"><img class="size-medium wp-image-118664" alt="Foto: Domar / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Domar-Divulgacao-607x338.png" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Domar / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Neste domingo (6), o Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá, no bairro da Guabiraba, no Recife, será palco para a estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”. Com incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) 2023/2024 – disponibilizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) –, a obra celebra o poder das ervas sagradas como elemento essencial de cura, fé, identidade e resistência nos terreiros do Candomblé Nagô de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Protagonizado pelo Babalorixá José Amaro, o filme é um mergulho sensível e potente na sabedoria ancestral passada de geração em geração. Com quase 40 anos de iniciação, Pai Amaro é um dos maiores guardiões vivos dos saberes do culto nagô em Pernambuco. Para além da sua atuação espiritual, é professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), musicólogo, etnomusicólogo e autor de importantes pesquisas e publicações sobre o Candomblé e a fitoterapia sagrada. Sua trajetória une prática religiosa, ciência e educação, cruzando oralidade, rituais, tradição e universidade.</p>
<p dir="ltr">Com duração de 22 minutos e classificação livre, o documentário se desenvolve a partir de uma imersão no cotidiano do terreiro Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá. Por meio de caminhadas guiadas por Pai Amaro pelo sítio do Ilê, o espectador é apresentado às diversas folhas utilizadas nos ritos e práticas do Candomblé, suas propriedades medicinais e simbólicas, os orixás aos quais pertencem e os saberes que carregam.</p>
<div id="attachment_118665" aria-labelledby="figcaption_attachment_118665" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-01-150519.png"><img class="size-medium wp-image-118665" alt="Foto: Domar / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-01-150519-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da dimensão espiritual, o filme também propõe um diálogo com o campo da saúde e da ciência I Foto: Domar / Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">“Kò sí ewé, kò sí òrìsà” — sem folhas, não há orixá. Esta máxima iorubá sustenta a narrativa e guia o documentário como um manifesto de resistência, educação e memória. A obra reafirma o papel dos terreiros como espaços de cura e conhecimento, e de líderes, como Pai Amaro, como pilares vivos da cultura afro-brasileira.</p>
<p dir="ltr">Além da dimensão espiritual, o filme também propõe um diálogo com o campo da saúde e da ciência, reconhecendo a medicina das folhas como saber legítimo e eficaz, forjado na ancestralidade dos povos africanos e indígenas em solo brasileiro.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenagem</strong></p>
<p dir="ltr">O filme também presta homenagem à Yalorixá Mãe Betinha, do Ilê de Iemanjá Sabá, no bairro do Brejo – Recife. Foi com ela que Pai Amaro se iniciou e que herdou grande parte dos conhecimentos que hoje perpetua com seus filhos e filhas de santo. O documentário dá continuidade a essa linhagem de conhecimento e cuidado, agora preservada em audiovisual para as futuras gerações.</p>
<p dir="ltr">A estreia de “Ewê ô! A cura pelas folhas”, a partir das 11h, será acompanhada de uma roda de conversa com Pai Amaro e integrantes do Ilê, e será também o marco de lançamento do canal no YouTube que hospedará o documentário por tempo determinado.</p>
<p><em><strong>SERVIÇO</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Estreia do documentário “Ewê ô! A cura pelas folhas”</strong><br />
Onde: Ilê Obá Xangô Aganju-Ayrá I Travessa Chalé, Guabiraba (em frente ao nº 2600), Recife/PE<br />
Quando: 06/07/25 (domingo)<br />
Horário: 11h<br />
<em>Entrada gratuita</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-ewe-o-a-cura-pelas-folhas-resgata-a-sabedoria-ancestral-das-ervas-sagradas-no-candomble-nago-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Brincantes nas Escolas”: cultura popular, inclusão e festejo chegam às instituições públicas de ensino em PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/brincantes-nas-escolas-cultura-popular-inclusao-e-festejo-chegam-as-instituicoes-publicas-de-ensino-em-pe-2/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/brincantes-nas-escolas-cultura-popular-inclusao-e-festejo-chegam-as-instituicoes-publicas-de-ensino-em-pe-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 16:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Brincantes nas Escolas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[mestres]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[são joão]]></category>
		<category><![CDATA[Secult]]></category>
		<category><![CDATA[seduc]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=118464</guid>
		<description><![CDATA[Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118465" aria-labelledby="figcaption_attachment_118465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118465" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que une educação, arte e memória, levando a magia da cultura popular para o âmbito educacional. Em clima junino, a edição conta com 9 dias de programação e contempla 150 escolas da rede estadual de ensino. A programação acontece entre os dias 10 e 26 de junho.</p>
<p dir="ltr">O projeto, em seu segundo ano de execução, está de volta, espalhando cultura e memória em 82 municípios de todas as regiões do Estado. Ao todo, a atividade conta com 91 atrações culturais típicas do ciclo junino, como bacamarteiros, quadrilhas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois. Entre os grupos participantes deste ano estão nomes como a Quadrilha Junina Raio de Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Balé Popular de Triunfo, Boi Calemba Pernambucano, Cia Soul Dance, Reisado do Inhanhum e mais.</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, todas as regiões do Estado serão contempladas, viabilizando a participação no projeto na Região Metropolitana do Recife (RMR), Mata Sul e Norte, Sertão e Agreste. Para evitar grandes deslocamentos, as atrações contratadas se apresentam em escolas localizadas na mesma região em que estão sediadas. A estratégia facilita a logística e reforça a valorização das expressões culturais locais.</p>
<p dir="ltr">Com um investimento total de R$1,5 milhão, esta edição marca também a consolidação do projeto no calendário anual. Em seu segundo ano de execução, o “Brincantes nas Escolas” já teve presença marcante no ciclo carnavalesco, em fevereiro e março deste ano, quando levou mais de 100 apresentações para escolas de todas as regiões do Estado.</p>
<p dir="ltr">A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, ressalta que a iniciativa é uma oportunidade para valorizar a cultura pernambucana, especialmente ligada às grandes festividades, neste caso o São João. “O Brincantes nas Escolas é um projeto que proporciona a transmissão dos saberes dos nossos mestres de cultura popular às novas gerações que estão surgindo. Assim, o Estado cumpre seu papel de preservar, fomentar e difundir a cultura pernambucana através de uma ação linda de educação patrimonial, transmitida de forma leve dentro de nossas escolas, em todas as regiões do Estado”.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira, a ação é motivo de orgulho e se mostra como um pilar para manter a cultura popular viva. “Do sertão ao litoral, os brincantes que se apresentam nesta edição deixam para os alunos o seu legado, despertando ali novas plateias e, até mesmo, novos integrantes. É gratificante ouvir os relatos e ver o brilho no olhar dos alunos e professores que vivenciam essa ação. A gente se emociona e fica feliz ao perceber que vem fazendo a diferença na vida desses jovens. Isso significa que estamos no caminho certo, fazendo política pública com compromisso”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>Diversidade e inclusão</strong></p>
<p dir="ltr">Além da valorização dos saberes e fazeres populares, o projeto investe em acessibilidade, inclusão e respeito às diversidades, com ações voltadas para o público com deficiência e para a representatividade LGBTQIAPN+. Um exemplo é a apresentação da Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde, que recebeu adaptação para estudantes sensíveis ao som. A tradicional salva de bacamarte será suprimida na apresentação em Petrolândia. No Recife, a Escola Carmela Dutra, que atende estudantes com Síndrome de Down e TEA, recebe a Cia de Dança Giselly Andrade. Em Olinda, a escola Carlos Gonçalves, no bairro de Salgadinho, recebe o grupo Chão de Estrelas – Trans no Frevo, com um cortejo junino protagonizado por artistas trans.</p>
<p dir="ltr">Já em Caruaru, o projeto contempla a Escola Professor José Bione de Araújo, com a quadrilha junina caruaruense Molecodrilha. A atração surgiu em 2007, dando oportunidade a crianças que não tinham condições de realizar o sonho de dançar.</p>
<p dir="ltr">A programação completa já está disponível através do <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1zfQSJy1NpbGNhY_kLStuiQZK5gCeUSGA">link</a>. Mais informações e acompanhamento da cobertura das atividades poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/brincantes-nas-escolas-cultura-popular-inclusao-e-festejo-chegam-as-instituicoes-publicas-de-ensino-em-pe-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe a exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-recebe-a-exposicao-orixamba-do-fotografo-paulinho-filizola/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-recebe-a-exposicao-orixamba-do-fotografo-paulinho-filizola/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Oiá]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[ORIXAMBÁ]]></category>
		<category><![CDATA[pai ivo de xambá]]></category>
		<category><![CDATA[paulinho filizola]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Lody]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Correia de Brito]]></category>
		<category><![CDATA[terreiro de xambá]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=118210</guid>
		<description><![CDATA[No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57-607x466.jpeg" width="607" height="466" /></a></p>
<p dir="ltr">No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o MEPE realiza a exposição “ORIXAMBÁ” – de 05 a 29 de junho –, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p dir="ltr">Instalada no Espaço Cícero Dias, a mostra apresenta registros sensíveis e potentes da vida religiosa e cotidiana no Terreiro, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição. Além da exposição, uma série de comemorações estão sendo programadas, como palestras e atividades educativas.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá na época, à rua da Mangueira, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança firme e acolhedora do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<p dir="ltr">Ao homenagear o Terreiro de Xambá, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. Com isso, “ORIXAMBÁ” é mais que uma exposição, é um gesto de reconhecimento e gratidão a uma casa sagrada que, há 95 anos, planta raízes profundas no solo da história pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Para o diretor do MEPE, Rinaldo Carvalho, “essa celebração conjunta, do Museu e do Terreiro, fortalece os laços entre cultura, fé e memória, e inspira o respeito às tradições que nos formam”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Palestra e apresentação cultural</strong></p>
<p dir="ltr">Seguindo as atividades comemorativas, no próximo sábado (7), das 14h às 16h, a mostra traz a palestra “Preservando a História – Manutenção dos acervos de Terreiro”. A atividade contará com a participação do Dr. Hildo Leal, Pai Ivo de Xambá e o fotógrafo Paulinho Filizola. Uma apresentação das Yabás, com os Tambores Sagrados do Terreiro de Xambá, encerra a programação especial.</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição &#8220;ORIXAMBÁ&#8221;</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Abertura: 05 de junho, às 19h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Visitação: De 05 a 29 de junho de 2025</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Palestra e apresentação cultural: 07 de junho, a partir das 14h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Endereço: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) – Espaço Cícero Dias I Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife &#8211; PE</p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-de-pernambuco-recebe-a-exposicao-orixamba-do-fotografo-paulinho-filizola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cia de Dança Artefolia apresenta resultado do projeto de memória Corpos Inscritos no Tempo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-de-danca-artefolia-apresenta-resultado-do-projeto-de-memoria-corpos-inscritos-no-tempo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-de-danca-artefolia-apresenta-resultado-do-projeto-de-memoria-corpos-inscritos-no-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 19:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cia de dança artefolia]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[muafro]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114805</guid>
		<description><![CDATA[Em celebração aos 30 anos de existência, a Cia de Dança Artefolia encerra o ano de 2024 com a apresentação do resultado do projeto de memória Corpos inscritos no Tempo: Cia. Artefolia 30 anos, incentivado pelo Funcultura. No dia 03 de dezembro, às 19 horas, no Muafro &#8211; Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro horas, os artistas-pesquisadores da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cia-Artefolia-_-roda-de-Terreiro-Vanessa-Alcantara-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114807" alt="Foto: Vanessa Alcântara/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cia-Artefolia-_-roda-de-Terreiro-Vanessa-Alcantara-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em celebração aos 30 anos de existência, a Cia de Dança Artefolia encerra o ano de 2024 com a apresentação do resultado do projeto de memória Corpos inscritos no Tempo: Cia. Artefolia 30 anos, incentivado pelo Funcultura. No dia 03 de dezembro, às 19 horas, no Muafro &#8211; Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro horas, os artistas-pesquisadores da Companhia e equipe do projeto compartilharão com o público a trajetória do extenso e minucioso trabalho realizado sobre as memórias do grupo na organização do próprio acervo.</p>
<p>O primeiro passo para estruturação do acervo foi a formação de 40h/a sobre história, memória e práticas de acervo, com os pesquisadores Marcelo Sena e Luiz Vinícius. A formação foi fundamental não apenas para o desenvolvimento do projeto, mas também para que todos os envolvidos aprendessem a preservar seus próprios acervos pessoais, podendo, a partir de agora, aplicar métodos adequados de organização e preservação de materiais e documentos acerca das suas trajetórias individuais.</p>
<p>Na residência imersiva, foram mais de 300 documentos físicos manuseados e digitalizados, além de 5 HDs de documentos virtuais, categorizados entre Criações, Projetos, Pesquisas e Outras Ações nas quais a Cia. Artefolia participou. Para além do volume do material, debruçar-se sobre os arquivos oportunizou reflexões sobre o momento histórico em que a Cia está inserida, dentre eles sobre as transformações tecnológicas, que provocaram a transição dos registros impressos para os arquivos digitais. Para a Cia, foi possível observar, como essa passagem impactou a forma de lidar com suas criações e registros, especialmente, refletir sobre a prática de preservação realizada de forma autônoma ao longo desses 30 anos.</p>
<p>A compreensão de que a história da Cia. Artefolia, em grande parte, também a história pessoal e artística de cada um dos artistas-pesquisadores que compõem a equipe do Corpos Inscritos no Tempo, e de tantas outras que também fizeram parte do grupo, potencializa o efeito do projeto. Capilariza-se o conhecimento e reflexão crítica sobre a importância da memória e a salvaguarda das obras artísticas produzidas e do legado que a pedagogia de um grupo em atuação por tanto tempo consegue implementar.</p>
<p>A notoriedade e vanguarda desse projeto está no processo da autogestão das memórias. O grupo como detentor de sua própria história, narrativa e identidade artística, preserva e compartilha as memórias de forma autônoma, em busca de garantir a continuidade e o legado da Artefolia. Realizar este projeto é também afirmação da abordagem colaborativa, coletiva e consciente que a Cia. vem se propondo na construção de sua trajetória. A última etapa do projeto foi a curadoria do material organizado para ser disponibilizado no site da Cia Artefolia. Estão inseridos também materiais com recursos acessíveis produzidos pelo grupo: audiodescrição do layout do site, conteúdos com Audiodescrição, PDFs acessíveis, alguns vídeos com tradução em libras e audiodescrição, imagens com legendas descritivas. Além disso, todos os textos disponibilizados terão tradução em inglês e espanhol. Dessa maneira, o site reafirma-se como fonte de pesquisa e o público interessado pode ter amplo acesso à história e ao legado do grupo, que guarda, em certa medida, parte da história recente da dança no Recife.</p>
<p>Compõem a Cia. Artefolia: Marília Rameh, Anne Costa, Jefferson Figueiredo, Marcela Rabelo, Henrique Braz, Daniel SemSobrenome e Gabriela Carvalho.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Lançamento do Acervo Corpos Inscritos no Tempo: Cia Artefolia 30 anos</strong><br />
Dia 03 de dezembro (terça), às 19 horas<br />
Local: Sala Naná Vasconcelos, no MUAFRO &#8211; Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro<br />
Endereço: R. Mariz e Barros &#8211; Bairro do Recife.<br />
Entrada gratuita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-de-danca-artefolia-apresenta-resultado-do-projeto-de-memoria-corpos-inscritos-no-tempo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cinema Guarany tem programação itinerante em Triunfo neste sábado (9)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-guarany-tem-programacao-itinerante-em-triunfo-neste-sabado-9/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-guarany-tem-programacao-itinerante-em-triunfo-neste-sabado-9/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 15:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cineteatro Guarany]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114322</guid>
		<description><![CDATA[Fechado para reforma desde o dia 26 de outubro, o Theatro Cinema Guarany contará com programação itinerante neste mês de novembro. Enquanto o equipamento cultural dá continuidade às obras do projeto de acessibilidade, iluminação cênica e modernização dos equipamentos de projeção fílmica, a gestão do cinema-teatro traz ao público a lúdica “Sessão Loré: 100 anos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/27.08-Sessão-Loré-Foto-André-Amorim_1-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114323" alt="Foto: André Amorim/ DIvulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/27.08-Sessão-Loré-Foto-André-Amorim_1-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Fechado para reforma desde o dia 26 de outubro, o Theatro Cinema Guarany contará com programação itinerante neste mês de novembro. Enquanto o equipamento cultural dá continuidade às obras do projeto de acessibilidade, iluminação cênica e modernização dos equipamentos de projeção fílmica, a gestão do cinema-teatro traz ao público a lúdica “Sessão Loré: 100 anos do Theatro Cinema Guarany&#8221;. A atividade será comandada pela arte-educadora Bruna Florie, nos dias 9 e 23 de novembro, das 9h às 11h, na Praça Carolino Campos, em frente ao centro cultural. As duas mediações serão gratuitas.</p>
<p>Concebido por Bruna Florie e dirigido por Gabriel Andrade, o espetáculo “Sessão Loré: 100 anos de Theatro Cinema Guarany” estreou em Triunfo-PE, em abril de 2022, e, desde então, caiu na graça da criançada. Sucesso de público, a atração segue o conceito do teatro de lambe-lambe: por meio de uma caixa cênica, a narrativa de curta duração atende um espectador por vez. Com o auxílio de imagens e ilustrações, a história apresenta o equipamento cultural, os seus feitores e reafirma a sua importância para a manutenção das tradições culturais da cidade.</p>
<p>O gestor do cinema-teatro, Bruno Santana, destaca que todas as atrações que compõem a programação do Guarany são pensadas para atrair todos os públicos. “Essas ações refletem o compromisso do estado com o processo de preservação e promoção de sua rica herança cultural, garantindo que as tradições locais sejam fortalecidas e que a cultura continue a florescer, de modo especial, na região do sertão. Os equipamentos culturais desempenham um papel crucial neste processo, quando oferecem à população e aos visitantes, oportunidades para vivenciarem e apreciarem em completude toda a diversidade artística”, comenta.</p>
<p>O Theatro Cinema Guarany é um equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe.</p>
<p><strong>Sobre Bruna Florie</strong> – Atriz, brincante, arte-educadora e produtora cultural. Atua em Triunfo, no Sertão de Pernambuco, e encabeça os projetos “Brincanças”, “Cor, Arte e Cidadania”, “Sessão Loré”, “Bruffa” e “Sarau Pantim”. Ela também é membro dos coletivos artísticos Pantim e Mãe Chiquinha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-guarany-tem-programacao-itinerante-em-triunfo-neste-sabado-9/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Janeiro é palco para Tempo e Memória em filme e processo de espetáculo, com acesso gratuito, na Caixa Cultural do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/janeiro-e-palco-para-tempo-e-memoria-em-filme-e-processo-de-espetaculo-com-acesso-gratuito-na-caixa-cultural-do-recife/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/janeiro-e-palco-para-tempo-e-memoria-em-filme-e-processo-de-espetaculo-com-acesso-gratuito-na-caixa-cultural-do-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 19:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=107766</guid>
		<description><![CDATA[Nos dias 23 (terça) e 24 (quarta) de janeiro, sempre às 20h, a Caixa Cultural do Recife recebe, com acesso gratuito, a estreia do documentário “Ensaio da memória” e o ensaio aberto do espetáculo documental “Ensaio do agora” que abordam tempo e memória a partir de histórias de mulheres com mais de 60 anos. Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02580.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107767" alt="DSC02580" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02580-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">Nos dias 23 (terça) e 24 (quarta) de janeiro, sempre às 20h, a Caixa Cultural do Recife recebe, com acesso gratuito, a estreia do documentário “Ensaio da memória” e o ensaio aberto do espetáculo documental “Ensaio do agora” que abordam tempo e memória a partir de histórias de mulheres com mais de 60 anos. Os dois trabalhos integram o projeto “Contornos do tempo”, da artista e comunicadora Natali Assunção que, a partir de conversas com nove mulheres da terceira idade sobre o tema indicado, vem realizando quatro obras: um ensaio fotográfico (Ensaio do efêmero), um livro (em construção), o filme e o espetáculo em questão.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pessoa idosa é toda aquela com mais de 60 anos nos países em desenvolvimento e com mais de 65 nos países desenvolvidos e o Brasil é o sexto país do mundo no que se refere à quantidade de pessoas com mais de 60 anos, sendo o envelhecimento da população a principal característica demográfica do planeta. Ainda assim, é comum que essa parcela da população seja vista como descartável no ocidente, especialmente por estar no limite do que se considera uma pessoa economicamente produtiva em uma sociedade capitalista. Dessa maneira, presenciamos, com frequência, o apagamento direcionado aos idoses por meio do abandono e do recorrente olhar que insiste em dar a vida desse grupo como acabada, ainda que esse comportamento seja um retrocesso já que descarta conhecimento, experiência e vivência de pessoas que atendem por muitos nomes, localidades, sonhos, desejos, tristezas, dores e histórias formando o tecido social e trazendo consigo perspectivas únicas, como todes nós.</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02554PH.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107768" alt="DSC02554PH" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02554PH-603x486.jpg" width="603" height="486" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O filme “Ensaio da memória”, dirigido por Natali Assunção, apresenta mulheres que falam, sentem e pensam tempo e memória partilhando experiências em um tecer conjunto que aborda questões referentes a vivências, amor, sofrimento, sonhos e sociedade. Esse é um encontro entre a artista e essas mulheres em um processo de fala e escuta em um desvelar de camadas que diz sobre elas, mas também sobre nós.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Já o espetáculo “Ensaio do agora” apresenta três atores que se encontram com as narrativas dessas mulheres e vivem uma experiência com direção e dramaturgia construídas pelo elenco que é composto por Analice Croccia, Domingos Júnior e Natali Assunção. A apresentação na Caixa cultural do Recife possibilita uma abertura de processo propondo a realização de um ensaio aberto dessa construção a fim de estabelecer uma troca entre público e artistas fomentando a formação de público, o debate sobre criação e temáticas abordadas e a partilha de uma pesquisa em diferentes linguagens que vem sendo desenvolvida na cidade. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Para que esse processo de troca se estabeleça o evento conta ainda com uma roda de diálogo após cada apresentação. Na terça, quem media a conversa é a pesquisadora, documentarista e mestra em Educação, Juliana Lima. Ela é realizadora audiovisual desde 2010, integra a Associação dos Profissionais no Audiovisual Negro (APAN) e o coletivo Negritude Audiovisual Pernambuco e, atualmente, trabalha no desenvolvimento de roteiros de longa-metragens e séries para tv e streaming.</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02522.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107769" alt="DSC02522" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02522-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"> No dia 24, quem media o diálogo é a atriz, pesquisadora, dramaturga e produtora cultural HBlynda Morais, bixa, preta, gorda e não-binária. Mestranda em Educação Contemporânea (UFPE), licenciada em História (UPE), Membro do grupo de Estudos de História e Gênero da UPE e GT de Gênero da Associação Nacional de Pesquisa em História (ANPUH), atuando principalmente nos seguintes temas: Identidades, Gênero e Sexualidades, Teoria Queer, Relações étnico-raciais, Direitos Humanos e Ensino de História.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O documentário se apresenta como uma possibilidade de revisitar memórias e propagar histórias valorizando nossas vivências e bagagens pessoais, além de servir como lupa para a sociedade da qual fazemos parte com suas belezas e feridas expostas, trata-se de um “testemunho de existências”. (SOLER, 2010, p. 10). Este trabalho pretende possibilitar, portanto a propagação de narrativas de mulheres cujas narrativas, muitas vezes, são ignoradas. </span></p>
<p><b><span style="font-size: medium;"><br />
</span></b><b><span style="font-size: medium;">SERVIÇO  – CONTORNOS DO TEMPO</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: medium;">FILME &#8211; Ensaio da memória<br />
</span></b><span style="font-size: medium;">Mediação: Juliana Lima<br />
</span><span style="font-size: medium;">Data: 23.01</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><b>TEATRO &#8211; Ensaio</b> <b>do </b><b>agora<br />
</b></span>Mediação: HBlynda Morais<br />
<em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Data: 24.01</span></em></p>
<p><span style="font-size: medium;"><b>Sempre</b> às 20h &#8211; Entrada gratuita – Retirada dos ingressos no local, uma hora antes de cada apresentação<br />
</span><em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Local: Caixa Cultural do Recif<wbr />e - Av. Alfredo Lisboa, 505, R<wbr />ecife Antigo<br />
</span></em><em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Realização: Memória em chamas (@memoriaemchamas)</span></em></p>
<div>
<p><b><span style="font-size: medium;">Folder online:</span></b></p>
<p><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1YXmfLRi22GDCwX4n1DaKC5vIJHF_lN_5" target="_blank" rel="nofollow" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://drive.google.com/drive/folders/1YXmfLRi22GDCwX4n1DaKC5vIJHF_lN_5&amp;source=gmail&amp;ust=1705432687481000&amp;usg=AOvVaw1-WE61tCYVFeDU4hzMDXLz"><span style="font-size: medium;">CONTORNOS DO TEMPO &#8211; FOLDER ONLINE &#8211; Google Drive</span></a></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/janeiro-e-palco-para-tempo-e-memoria-em-filme-e-processo-de-espetaculo-com-acesso-gratuito-na-caixa-cultural-do-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Arquivo Público dedica um mês de programação a Pereira da Costa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/arquivo-publico-dedica-um-mes-de-programacao-a-pereira-da-costa/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/arquivo-publico-dedica-um-mes-de-programacao-a-pereira-da-costa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivo Público]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Jordão Emerenciano]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[Pereira da Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106546</guid>
		<description><![CDATA[A partir desta terça-feira, 21 de novembro, até o dia 21 de dezembro, o Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, da Secretaria de Comunicação do Estado de Pernambuco, celebra com toda a comunidade cultural a memória do maior historiador e um dos grandes intelectuais de Pernambuco: Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923). O ciclo, que lembra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106547" aria-labelledby="figcaption_attachment_106547" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Pereira-da-Costa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106547" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Pereira-da-Costa-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pereira da Costa</p></div>
<p>A partir desta terça-feira, 21 de novembro, até o dia 21 de dezembro, o Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, da Secretaria de Comunicação do Estado de Pernambuco, celebra com toda a comunidade cultural a memória do maior historiador e um dos grandes intelectuais de Pernambuco: Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923).<br />
O ciclo, que lembra o centenário da morte do jornalista, recebem principalmente a exposição Pereira da Costa Hoje, com extensa programação cultural e pedagógica, envolvendo escolas, universidades, instituições. O intuito é debater a importância de Pereira da Costa na atualidade.<br />
O mês é marcado por ainda por debates, palestras, mesas-redondas e exibição de documentários, sobre essa contemporaneidade, com especialistas, antropólogos, professores e pesquisadores.<br />
Durante a exposição Pereira da Costa Hoje ocorrem visitas guiadas, diárias, para estudantes da rede pública de Pernambuco e são lançados os três documentários audiovisuais, com direção do escritor e editor Sidney Rocha, diretor do Arquivo Público: <em>Pereira da Costa Hoje: Arredores do Recife</em> (10 minutos); <em>Pereira da Costa Hoje: Folk-lore Pernambucano</em> (10 minutos); <em>Pereira da Costa Hoje: sua Vida É sua Obra</em> (10 minutos). A expografia e direção-geral é de Sidney Rocha. A curadoria acadêmica é de Helder Remigio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 21/11</strong></p>
<p>9h &#8211; Abertura da exposição<br />
9h30 &#8211; Mesa-redonda Pereira da Costa: Vida e Obra, com o professor dr. George Felix Cabral de Souza (UFPE)</p>
<p><strong>Dia 29/11</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Mesa-redonda Os Anais Pernambucanos e a Confederação do Equador, com o professor dr. Flavio Cabral (Unicap)</p>
<p><strong>Dia 6/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Palestra Folk-Lore Pernambucano: Pereira da Costa em Diálogo com a Cultura, com a professora dra. Rita de Cássia Araújo (Fundaj)</p>
<p><strong>Dia 13/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Debate Pereira da Costa e o Tempo Presente: Pesquisas e Possibilidades do Fazer Histórico, com o pesquisador Hildo Leal da Rosa (Apeje) e a professora dra. Maria Rosário da Silva (Unicap)</p>
<p><strong>Dia 20/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Lançamento do livro <em>Os Bispos de Olinda</em> (1676-1910), de F.A. Pereira da Costa (Cepe Editora). Organização e notas: Bruno Almeida de Melo (Cepe)</p>
<p><strong>PERNAMBUCANIA -</strong> Pereira da Costa é autor de obras indispensáveis para o conhecimento da história e da cultura pernambucana. O folclore, o vocabulário, os heróis &#8211; tudo o que diz respeito ao Estado foi pesquisado pelo autor. Como escritor publicou 192 trabalhos, entre livros, periódicos e artigos. Os <em>Anais Pernambucanos</em>, sua obra principal, foi publicada em 1951 e conta com cerca de cinco mil páginas que narram a história pernambucana de 1493 a 1850. Outras obras também tiveram grande destaque, como <em>Folk-Lore Pernambucano</em>, editado em 1974; <em>Vocábulos Pernambucanos</em>, de 1976; <em>Enciclopédia Brasileira</em>, de 1889; e <em>Dicionário Biográfico de Pernambucanos Célebres</em>.<br />
Há diversas definições sobre Pereira da Costa, entretanto, a mais brilhante veio do punho do poeta João Cabral de Melo Neto em seu poema <em>A Pereira da Costa</em>: &#8220;Quando no barco a linha da água era baixa, quase naufrágio, ele foi quem mais ajudou o Pernambuco necessário, porque com sua aplicação, não de artista, mas de operário, foi reunindo tudo, salvando tanto o perdido quanto o achado. Sem o sotaque de escritor, nem o demônio do missionário, só quis de pernambucania, ser simples professor primário&#8221;.<br />
Francisco Augusto Pereira da Costa foi historiador, folclorista e escritor. Filho de Manuel Brandão Pereira Costa e Maria Augusta Pereira Costa, nasceu no dia 16 de dezembro de 1851, na antiga Rua Bela, nº 10 (atualmente Rua Uchôa Cintra, nº 40), bairro de Santo Antônio.<br />
Começou a trabalhar muito cedo. De família pobre, mal terminou o curso primário no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho e aos 16 anos de idade começou a trabalhar como funcionário de uma livraria na Rua Imperatriz em que tomou gosto pelos livros, objetos que nunca mais abandonou.<br />
Aos 20 anos trabalhou como amanuense na Repartição de Obras Públicas, depois na Conservação dos Portos e na Secretaria do Governo. Iniciou-se no jornalismo aos 21 anos colaborando com o jornal Diario de Pernambuco, do Recife.<br />
Em 1880 foi encarregado pelo presidente da Província de coligir documentos para figurar na Exposição de História do Brasil, realizada no Rio de Janeiro em dezembro de 1881); em 1886 apresentou relatório sobre a situação dos livros e documentos existentes nos mosteiros e conventos de Olinda e do Recife; em 1884 transferiu-se, por curto período, para a Província do Piauí, onde passou a exercer as funções de secretário-geral, atendendo ao convite do governador F. Theodorico de Castro e Silva; integrou o Conselho Municipal do Recife no período de 1884 a 1891. Foi também professor de colégios tradicionais, entre eles o Ginásio Pernambucano e o Liceu de Artes e Ofícios.<br />
Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, em que se tornou bacharel em ciências jurídicas e sociais, em 20 de maio de 1891. Em 15 de dezembro de 1900 Pereira Costa ingressou na política sendo eleito pela primeira vez deputado estadual do 2º Distrito, cargo que ocupou por oito legislaturas, vindo a falecer, ainda no cargo, em 21 de novembro de 1923.<br />
Membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), recebeu o título de sócio benemérito. Segundo ele, o IAHGP foi sua escola e sua tenda de trabalho em que encontrou grandes mestres.<br />
Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e atuou como membro em várias instituições brasileiras, como os Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Ceará, Paraíba, Bahia e São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/arquivo-publico-dedica-um-mes-de-programacao-a-pereira-da-costa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Biografias de Montez Magno e Tereza Costa Rêgo serão lançadas no MEPE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/biografias-de-montez-magno-e-tereza-costa-rego-serao-lancadas-no-mepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/biografias-de-montez-magno-e-tereza-costa-rego-serao-lancadas-no-mepe/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 18:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[bruno albertim]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[coleção]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[Montez Magno]]></category>
		<category><![CDATA[Montez Magno: Poeta Artista Camaleão]]></category>
		<category><![CDATA[Olívia Mindêlo]]></category>
		<category><![CDATA[tereza costa rego]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=59574</guid>
		<description><![CDATA[Dando continuidade à série da coleção Memórias (selo sobre personagens da vida cultural pernambucana), a Cepe Editora lança nesta quarta-feira (18), às 19h, duas biografias no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE): Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão, assinada pela jornalista Olívia Mindêlo; e Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos, escrita pelo também jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59578" aria-labelledby="figcaption_attachment_59578" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/CEPE-TEREZA-E-MONTEZ-MAGNO.jpg"><img class="size-medium wp-image-59578" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/CEPE-TEREZA-E-MONTEZ-MAGNO-607x319.jpg" width="607" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">A trajetória dos artistas Montez Magno e Tereza Costa Rêgo é recontada nas obras da Cepe</p></div>
<p>Dando continuidade à série da coleção <em>Memórias</em> (selo sobre personagens da vida cultural pernambucana), a Cepe Editora lança nesta quarta-feira (18), às 19h, duas biografias no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE):<em> Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão</em>, assinada pela jornalista Olívia Mindêlo; e<em> Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em>, escrita pelo também jornalista e filiado à Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), Bruno Albertim.</p>
<p>Defensor da liberdade de experimentação, o pernambucano de Timbaúba Montez Magno, 83 anos, sempre foi avesso a movimentos e grupos, mas nunca indiferente a tudo o que o cerca. Acabou por se tornar um colecionador, um acumulador de objetos, livros, papéis… Tudo o que esse poeta-pintor viu e leu já virou arte ou poesia.</p>
<p>A também artista e pernambucana Tereza Costa Rêgo, 89, passou muitos anos da vida resguardando a liberdade &#8211; a sua própria, a de seu grande amor, um dos líderes do Partido Comunista Brasileiro Diógenes Arruda Sampaio, e por que não dizer a dos ‘camaradas’ a quem ela ajudou nos tempos de exílio durante a Ditadura Militar.</p>
<p>Nas 240 páginas da biografia <em>Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em>, desnuda-se ao apreciador a prolífica e, por muito tempo, conturbada vida de uma mulher que foi três: Terezinha, na infância e adolescência cercada pelos mimos e rigidez patriarcal herdados da aristocracia açucareira, quando seguia “enfeitando o piano da sala” &#8211; assim se definia. Na clandestinidade largou tudo para ser Joanna, fugitiva política ao lado do amado Diógenes. Só mais tarde, já confortavelmente aboletada em seu sobrado em Olinda, onde vive até hoje, tem sido Tereza, a artista do vermelho, dos gatos e dos corpos femininos. Conta Bruno Albertim, em trecho do livro, que certa vez disse o escritor Raimundo Carrero: <em>“(Em Tereza) não se constrói uma obra de arte com plumas e lantejoulas, mas com dor e sangue”</em>.</p>
<p>Em prosa e muita poesia, na biografia Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão (256 páginas), assinada pela jornalista Olívia Mindêlo, e com prefácio da curadora do Museu de Arte do Rio (Mar), Clarissa Diniz, o leitor encontrará a trajetória de Montez até aqui, colhida em 11 entrevistas gravadas com cerca de duas horas e meia, cada, além de incontáveis conversas em um ano de convivência, e ainda leitura de correspondências trocadas entre Montez e nomes como o escritor Osman Lins e os poetas Carlos Drummond de Andrade, Augusto de Campos e Ferreira Gullar.</p>
<p>Assim foi se desenhando o perfil do homem de juventude boêmia, que se metia em brigas e já chegou a ser preso por isso. A bebedeira, diz ele, era para curar a timidez. O indivíduo corajoso o bastante para viajar pela Europa só com a passagem de ida para uma residência artística, ou percorrer de fusca dez mil quilômetros do Recife a Buenos Aires. Mas um ser temeroso da morte. <em>“Todo dia eu acordo e sopro minhas duas mãos para me certificar de que estou vivo”</em>, declarou o artista em trecho da publicação.</p>
<p>Aliás, segundo Olívia, suas publicações de poesia <em>“dizem mais sobre sua personalidade e vida do que a produção visual de pinturas, objetos, instalações e um sem-número de invenções, ainda que, claro, todo poeta seja ‘um fingidor’, para citar Fernando Pessoa, que, neste caso, seria melhor lembrado pela frase ‘eu sou muitos’, que se aplica bem ao espírito de Montez”</em>.</p>
<p>Tanto na publicação sobre Tereza quanto na de Montez, destaque para um capítulo dedicado apenas às fotografias e reproduções de obras dos artistas. Ele, abstracionista; ela, figurativista.</p>
<p>Bruno cita quadros de Tereza <em>“responsáveis por cravar fendas na memória do público pernambucano”</em>, como <em>A ceia larga</em> ou <em>A pátria nua</em> (4,8m x 2,2m, 1999), em que <em>“(&#8230;) a pátria é materializada numa grande e curvilínea dama nua, servida à mesa diante de vultos proeminentes da política brasileira. De Dom Pedro a Collor, passando por Vargas, a tela mostra cenas da execução de Frei Caneca, os conflitos gerados pelo Estado Novo e pelo Golpe Militar de 1964”</em>, escreve Albertim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de dois títulos da coleção Memórias, da Cepe Editora: <em>Montez Magno: Poeta, Artista, Camaleão</em> (Olívia Mindêlo) e<em> Tereza Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos</em> (Bruno Albertim)<br />
Quando: quarta-feira (18), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Preço dos livros: R$ 80 (cada) e R$ 19,90 (e-book)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/biografias-de-montez-magno-e-tereza-costa-rego-serao-lancadas-no-mepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

