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	<title>Portal Cultura PE &#187; memorial de grandes ausências</title>
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		<title>Aluízio Falcão lança o livro &#8220;Memorial de grandes ausências&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2021 20:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>Exemplos históricos mostram grandes talentos e personalidades que passaram a vida quase invisíveis, anônimos, incompreendidos por seus contemporâneos. O pintor holandês Van Gogh (1853 – 1890), por exemplo, só vendeu um único quadro em toda a sua atribulada existência, <i>A videira vermelha</i>, por 400 francos. Injustiças históricas como essa inspiraram o escritor pernambucano Aluízio Falcão a escrever <i>Memorial de grandes ausências</i>, publicado este mês pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe Editora). O lançamento do título será feito através de uma live, nesta sexta-feira (14), às 19h, no canal da Cepe no Youtube: <strong><a href="http://youtube.com/cepeoficial" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/cepeoficial&amp;source=gmail&amp;ust=1621021968883000&amp;usg=AFQjCNEHQ-FGowHui3Y54RbTHnWgPMhVmw">youtube.com/<wbr />cepeoficial</a></strong>.</p>
<p>Participarão da live, junto com o autor, o escritor e jornalista Homero Fonseca, que será mediador do bate-papo; e Antônio Torres, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras.</p>
<p>Nas 290 páginas, o autor perfilou 15 personagens, definidos pelo prefaciador, o jornalista e escritor Fernando Portela, como anônimos, malditos e quase malditos das épocas em que viveram. Foram eles: os poetas Augusto dos Anjos, Fernando Pessoa e Paulo Leminski; os escritores Lima Barreto, Franz Kafka, o padre poeta Daniel Lima, a cangaceira Maria Bonita, as militantes comunistas Olga Benário e Iara Iavelberg, os pintores Van Gogh e Amedeo Modigliani, a escritora Hilda Hilst, o cientista Oswaldo Cruz, o diplomata Sérgio Vieira de Mello e o ativista Nelson Mandela.</p>
<p>Mas foi o holandês, pós-impressionista, que despertou no escritor o desejo de explorar o tema. “A ideia do memorial me veio à cabeça quando assisti um ótimo filme sobre Van Gogh. Houve uma cena em que ele dialogava com um padre, capelão do hospício em que estava internado. O padre dizia que os seus quadros jamais seriam vendidos porque eram absurdos e de má qualidade artística. Ele respondeu que as ideias de Cristo somente foram reconhecidas 40 anos depois de sua morte. Saí do cinema com esta frase na cabeça: Glória depois da vida. Chegando em casa comecei a fazer uma lista com muito mais que 15 personagens. Fui ajustando até chegar ao volume planejado para um novo livro”, conta.</p>
<p>Mais do que uma boa ideia, Aluízio quis fazer uma evocação e resgate da memória dessas personalidades. Muitos outros nomes poderiam ter se juntado à lista do autor, cujo critério de representatividade foi a diversificação. Para perfilar cada um deles, o escritor adotou um trabalho de pesquisa que exigia a leitura de, no mínimo, três livros por perfil, além da investigação em sites e outras mídias. Em um ano, Aluízio Falcão já tinha lido quase 60 livros.</p>
<p>Augusto dos Anjos recebe a definição de poeta dos anjos e demônios, no capítulo destinado à sua história tão curta quanto intensa. O autor, que parecia carregar todas as dores do mundo, morreu de pneumonia aos 30 anos e em seu único livro publicado, <i>Eu e outras poesias</i>, um dos versos retrata bem o peso existencial que carregava: “Acostuma-te à lama que te espera! / O homem que, nesta terra miserável / Mora, entre feras, sente, inevitável / Necessidade de também ser fera!”.</p>
<p>Lima Barreto é outro que bem sabia, glória não teria. “Eu, mulato ou negro, como queiram, estou condenado a ser sempre tomado por contínuo.” Sobre o escritor, falecido em 1922, Aluízio lembra a homenagem feita em 2018 na Feira de Parati. No entanto, vítima do racismo, alcoolismo e loucura morreu ignorado pela crítica da época.</p>
<p>Sobre todos os 15 nomes o autor faz uma triste conexão que os liga ao esquecimento e à incompreensão. Será que hoje a história se repete? Não estaríamos cometendo os mesmos erros do passado?  Afinal, olhar para trás a partir do memorial nos faz ter mais atenção e cuidado com os talentos que transitam no presente.</p>
<p>Por isso o autor ressalta que há grandes talentos por aí que não afloram porque é difícil o acesso aos grandes canais de comunicação, e provoca: “Quem sabe, depois de 2022, surgirá um ministro da Cultura que organize um comitê de busca, encarregado de identificar novos talentos?”</p>
<p><b>SOBRE O AUTOR</b><br />
Aluízio Falcão é autor de dois livros editados pela Cepe: <i>Contos da era das canções e outros escritos</i> e <i>Pernambucanos imortais e mortais – Trinta perfis e outras palavras</i>. Como jornalista trabalhou no Diario de Pernambuco, na Rádio Olinda, Última Hora – Nordeste, presidiu o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Recife. Integrou o Conselho de Direção do Movimento de Cultura Popular (MCP) na gestão municipal de Miguel Arraes, de quem veio a ser secretário particular quando o então prefeito do Recife elegeu-se governador de Pernambuco. Em São Paulo, onde mora desde 1964, dirigiu a Discos Marcus Pereira e a Gravadora Eldorado, ambas voltadas para a documentação cultural. Por sua atuação nesta área, recebeu o Prêmio APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte (1974) e o Prêmio Personalidade do ano – Música Popular – da Editora Abril (1979). Chefiou o Departamento de Programação da Rádio Eldorado e colaborou regularmente no Caderno 2 do Jornal O Estado de S. Paulo. Foi comentarista de música popular brasileira da TV Justiça (Supremo Tribunal Federal). Aposentou-se e, hoje, dono de seus horários, é redator freelancer nas áreas de produção cultural e comunicação.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Lançamento: <i>Memorial de grandes Ausências, </i>da Editora Cepe na live do dia 14 de maio, às 19h, no canal da Cepe no Youtube: <a href="http://youtube.com/cepeoficial" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/cepeoficial&amp;source=gmail&amp;ust=1621021968883000&amp;usg=AFQjCNEHQ-FGowHui3Y54RbTHnWgPMhVmw">youtube.com/<wbr />cepeoficial</a><br />
Valor de venda do livro impresso: R$ 45<br />
E-book: R$ 18</p>
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