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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mercado Público</title>
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		<title>Espetáculo CicloFrevo É Brega celebra a dança nas ciclofaixas e mercados públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 18:22:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Lúden Cia. de Dança, companhia pernambucana, conclui a temporada do espetáculo CicloFrevo É Brega, neste sábado (8) com apresentações autorais de dança e música brega, nos mercados públicos de Casa Amarela e da Boa Vista, ambos no Recife. Esta vivência de arte, cotidiano, cultura e lazer sempre começa pelo desfile de bicicletas nas ciclofaixas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116118" aria-labelledby="figcaption_attachment_116118" class="wp-caption img-width-528 alignnone" style="width: 528px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Wanderley Aires/ Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Wanderley-Aires-foto-crédito-A-apresentação-que-é-itinerante-inicia-se-num-desfile-bicicletivo.-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-116118" alt="Foto: Wanderley Aires/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Wanderley-Aires-foto-crédito-A-apresentação-que-é-itinerante-inicia-se-num-desfile-bicicletivo.-1-528x486.jpg" width="528" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação, que é itinerante, inicia-se num desfile bicicletivo</p></div>
<p>A Lúden Cia. de Dança, companhia pernambucana, conclui a temporada do espetáculo <em>CicloFrevo É Brega</em>, neste sábado (8) com apresentações autorais de dança e música brega, nos mercados públicos de Casa Amarela e da Boa Vista, ambos no Recife. Esta vivência de arte, cotidiano, cultura e lazer sempre começa pelo desfile de bicicletas nas ciclofaixas e ruas da cidade, destacando as vertentes do brega funk e romântico, a sua resistência e a inovação das periferias.</p>
<p>A programação é gratuita, e acontece às 10h50 e às 12h30, com classificação livre e intérpretes de libras para comunidade surda. O CicloFrevo acontece em parceria com a Conviva Mercados e Feiras &#8211; Autarquia Municipal, além de ter o incentivo público do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Governo de Pernambuco e a direção geral do produtor cultural pernambucano Jose Valdomiro, mais conhecido por Minininho. O circuito também tem o apoio da Associação Defensora da Ilha de Joaneiro (Recife) e da Escola de Frevo do Recife.<br />
<b><br />
</b>“A apresentação, que é itinerante, inicia-se num desfile bicicletivo. Ao som de uma diversidade de bregas, executado por uma bicicleta sonora, oito intérpretes representando ícones da dança e música do respectivo gênero desfilam pelas ruas da cidade do Recife, realizando paradas nos mercados públicos dançando, contando e cantando histórias do povo recifense”, explica Minininho, também responsável pelo roteiro e concepção do espetáculo.</p>
<p>O espetáculo tem sido realizado com duas apresentações por data: 31/1 (Mercado de Água Fria, às 10h50; Mercado da Boa Vista, às 12h30); 01/02 (Mercado da Encruzilhada, às 10h50; Boa Vista, às 12h30); 2/2 (Boa Vista, às 10h30 e 12h30); 8/02 (Mercado de Casa Amarela, às 10h50; Boa Vista, às 12h30).</p>
<p>A celebração da vida e o motivo do sorriso, da descontração, da leveza e da brincadeira, a partir da dança e da música brega, são momentos proporcionados pelo <em>CicloFrevo É Brega</em>. Suas inspirações estão nas performances do gênero, nas referências das próprias comunidades e nos modos das relações com a periferia. O espetáculo dialoga diretamente com temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa.</p>
<p>“Danças, poesias, gírias, sonoridades, vestuário e redes sociais são formas onde o brega expressa a maneira de vida da maioria da população das comunidades do Recife, que dança, canta e conta suas dores, superações, desilusões e amores numa diversidade de expressões, entre elas força, resistência, ostentação, felicidade e tudo mais que envolve o movimento brega. Essas menções aparecem no <em>CicloFrevo É Brega</em> e são representadas por figurinos, maquiagens, cenários, coreografias e muita música durante as ações do circuito”, declara.</p>
<p>O <em>CicloFrevo É Brega</em> é feito por muitas mãos pernambucanas, com a seguinte equipe técnica: Minininho (concepção, roteiro, direção geral, assistência de coreografia e produção geral); Quiercles Santana (direção artística); Inaê Silva (assistência de direção); Wanderley Aires (coreografias); TomBC (direção musical); Salatiel Bernardo (bicicleta sonora); Djalma Rabêlo (figurino); Altino Francisco (cenografia); Bruna Renata (assistência de produção); Elaine Alves, Mônica Moraes e Victória Moraes (apoio); Wanderley Aires (imagens e vídeos); Paulo Ranulfo (caminhão); Daniel Lima (assessoria de imprensa); Adriano Alves (mídias sociais); Marcela Rabelo (identidade visual); Paulo Maciel (administração e contabilidade); Adrielly Carla, Deyvson Vicente, Maria Lucrécia, mais conhecida como Fia Cachinhos, Moisés Jeferson, Neline Silvia, Patrícia Fernandes, Paulo Fernando e Tadashy Miguel (intérpretes-criadores); Eliseu Nascimento (intérprete convidado); Léo Ramos (intérprete de libras).</p>
<p>A companhia existe desde 2008, com o objetivo de contribuir, por meio das expressões da cultura popular, especialmente das danças, para o fortalecimento, divulgação e  preservação dos patrimônios culturais e imateriais da humanidade, tais como o Frevo e agora o Brega. Com o “CicloFrevo”, que começou a circular via Lei Aldir Blanc 2020, a Lúden tem conquistado espaço de atuação no cenário cultural pernambucano. Este projeto consiste em apresentações itinerantes de passistas-ciclistas em vias cicláveis. De 2022 até agora, realizou apresentações com diversas temáticas: <em>Onde Está o Boi do CicloFrevo</em>, encenado no período de natal; <em>Junino no São João da Capital</em>, apresentado no ciclo junino do Recife e de Caruaru.</p>
<p><b>PREMIAÇÕES - </b>Entre as produções gerais da Lúden, desde seu surgimento, estão: coreografia <em>Compasso Biomecânico</em>; espetáculo <em>Efervescência</em>; videoarte <em>(in)VISIBILIDADE</em>; <em>Lúden: a MuDança para a Juventude da Periferia</em> e <em>Lúden Cia. de Dança</em>, essas duas últimas premiadas pelo Agente Jovem de Cultura (2012) e pela Culturas Populares Leandro Gomes de Barros (2017), ambos os prêmios vinculados ao Ministério da Cultura. “As circulações realizadas junto aos ciclos culturais carnavalesco, junino e natalino, por meio das convocatórias de chamamento público lançadas anualmente pelo governo, para diferentes linguagens artísticas, são os instrumentos que garantem a manutenção da companhia, com criações autorais”, pontua.</p>
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		<title>Marcos do Pífano e Batalhão 21 esquentam almoço no Mercado Público de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 19:53:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do Pífano e o Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano.</p>
<p>A história recente do veterano Marcos do Pífano já contamos faz pouco tempo, aqui no Cultura PE, mas nunca é demais relembrar. É surpreendente que apenas agora, aos 62 anos de idade e 53 de carreira, o instrumentista esteja fazendo sua estreia na carreira solo. Marcos passou os últimos quarenta anos tocando com outros músicos, principalmente João do Pife e a Banda de Pífanos de Barra de Carapotós, e só este ano está fazendo suas primeiras apresentações autorais.</p>
<p>A tradição de mais de meio século dedicado a soprar no canudinho Marcos divide com seu terno de pifes, formado principalmente por garotos, seus alunos. O repertório traz temas próprios e alguns outros de Sebastião Biano. No Mercado Público de Buíque, o grupo fez o roteiro tradicional começando a apresentação no palco do pátio principal e em seguida desfilando entre feirantes e clientes do centro comercial popular do município.</p>
<p>Logo depois foi a vez do Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano fazer o mesmo percurso, ao som de seu próprio trio pé de serra com sanfona, zabumba e triângulo. Fundado em 1922, o grupo trouxe para Buíque 24 de seus 30 componentes. Assim como em outros grupos similares, há participantes de todas as idades.</p>
<p>No 21, a mais jovem é Esmerala Eronice da Silva, de 17 anos; o mais experiente em atividade é Miguel da Silva, 78. Em atividade. Porque o grupo, agora sob o comando de José Gilson, 62 (bacamarteiro desde os 12), continua sob a égide de um dos cofundadores do batalhão, José Mandu, 102 anos. Após a performance por dentro do mercado, o Batalhão 21 encerrou sua participação em Buíque com os tradicionais tiros dos bacamartes nos fundos do centro comercial.</p>
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