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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mês da Consciência Negra</title>
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		<title>Fundarpe celebra Mês da Consciência Negra com programação no Theatro Cinema Guarany</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 20:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Mês da Consciência Negra será celebrado no Theatro Cinema Guarany, o centenário equipamento cultural localizado no município de Triunfo, no Sertão do Pajeú. Nesta sexta-feira (7) e sábado (8), o prédio histórico reunirá atividades de música, dança e formação cidadã em torno da valorização da cultura afro-brasileira, reafirmando o Guarany como um ponto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_104140" aria-labelledby="figcaption_attachment_104140" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Coco-de-Roda-Negros-e-Negras-do-Leitão-da-Carapuça.jpg"><img class="size-medium wp-image-104140" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Coco-de-Roda-Negros-e-Negras-do-Leitão-da-Carapuça-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das atrações da programação</p></div>
<p dir="ltr">O Mês da Consciência Negra será celebrado no Theatro Cinema Guarany, o centenário equipamento cultural localizado no município de Triunfo, no Sertão do Pajeú. Nesta sexta-feira (7) e sábado (8), o prédio histórico reunirá atividades de música, dança e formação cidadã em torno da valorização da cultura afro-brasileira, reafirmando o Guarany como um ponto de encontro e reflexão sobre identidade, memória e pertencimento.</p>
<p dir="ltr">Nesta sexta-feira (7), às 19h, o Mestre André Santanna e a Banda Cabaçal abrem a programação, seguidos pelas Cambindas de Triunfo, às 19h30. Já no sábado (8), no mesmo horário, o Guarany será palco do Coco de Roda Tradição Quilombola, do Quilombo Águas Claras de Triunfo. Em seguida, se apresentam o Coco de Roda Negras e Negros do Leitão, grupo que tem o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Já nos dias 24 e 25 de novembro, das 19h às 21h, será realizada uma formação sobre políticas afirmativas, por meio da Gerência de Educação e Direitos Humanos da Secretaria de Cultura de Pernambuco(GEDH/Secult-PE). Durante o evento, serão abordados aspectos históricos e práticos das ações de promoção da igualdade racial.</p>
<div id="attachment_104768" aria-labelledby="figcaption_attachment_104768" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Felipe-Souto-Maior_Secult-PE_Fundarpe2.jpg"><img class="size-medium wp-image-104768" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Felipe-Souto-Maior_Secult-PE_Fundarpe2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Theatro Cinema Guarany é um dos equipamentos culturais geridos pela Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">De acordo com Bruno Santana, gestor do Theatro Cinema Guarany, promover no espaço cultural ações voltadas para o Mês da Consciência Negra é reconhecer a força da arte como instrumento de transformação social e preservação da diversidade.</p>
<p dir="ltr">“Teremos apresentações culturais com a representação da música negra aqui do Sertão, e no final do mês uma ação formativa com a GEDH/Secult-PE, na qual trataremos o tema das políticas afirmativas, bem como seu histórico e aplicação nas leis de incentivo à cultura”, afirma o gestor.</p>
<p dir="ltr"><strong>FESTIVAL DE CINEMA -</strong> Em meados do próximo mês, de 14 a 20 de dezembro, o Theatro Cinema Guarany volta a receber o Festival de Cinema de Triunfo, que chega à sua 16ª edição. Durante sete dias, o festival transformará a cidade sertaneja numa verdadeira vitrine do audiovisual pernambucano e brasileiro, com mostras competitivas, oficinas e ações formativas. Para saber mais, acesse o Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/festivaldecinemadetriunfo/">@festivaldecinemadetriunfo</a></strong>.</p>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Mês da Consciência Negra no Theatro Cinema Guarany<br />
Sexta (7), sábado (8) e dias 24 e 25 de novembro, a partir das 19h<br />
Praça Carolino Campos (Rua Manoel Pereira Lima, 265, Triunfo &#8211; PE)<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (87) 3846-2919</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Sexta-feira (7)</strong><br />
19h &#8211; Mestre André Santanna e a Banda Cabaçal<br />
19h30 &#8211; Cambindas de Triunfo</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (8)</strong><br />
19h &#8211; Coco de Roda Tradição Quilombola, do Quilombo Águas Claras de Triunfo<br />
19h30 &#8211; Coco de Roda Negras e Negros do Leitão, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p>
<p dir="ltr"><strong>24 e 24 de novembro</strong><br />
19h &#8211; Formação sobre políticas afirmativas, da GEDH/Secult-PE</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro divulga programação no Mês da Consciência Negra no Sertão do Pajeú</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/semente-mostra-itinerante-de-cinema-negro-divulga-programacao-no-mes-da-consciencia-negra-em-cidades-do-sertao-do-pajeu/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 18:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira edição da Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro acontece de 22 a 30 de novembro, no Sertão do Pajeú, nas Comunidade Brejo de Dentro e Comunidade Travessão do Caroá, Quilombos do Caroá (Carnaíba); na Comunidade Varzinha dos Quilombolas (Iguaracy); e na Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça (Afogados da Ingazeira). Durante a mostra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106479" aria-labelledby="figcaption_attachment_106479" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúciio Vinícius/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/IMG_2504.jpg"><img class="size-medium wp-image-106479" alt="Lúciio Vinícius/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/IMG_2504-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Inácio Pedro, do Coco de Roda Negras e Negros do Leitão, recém-titulado Patrimônio Vivo de Pernambuco, é personagem do curta Histórias do Quilombo do Leitão da Carapuça</p></div>
<p>A primeira edição da Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro acontece de 22 a 30 de novembro, no Sertão do Pajeú, nas Comunidade Brejo de Dentro e Comunidade Travessão do Caroá, Quilombos do Caroá (Carnaíba); na Comunidade Varzinha dos Quilombolas (Iguaracy); e na Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça (Afogados da Ingazeira). Durante a mostra são exibidas produções dirigidas e/ou codirigidas por pessoas negras, pessoas de comunidades tradicionais e filmes realizados nas comunidades que sediam o evento.<br />
A Semente: Mostra Itinerante de Cinema Negro é uma realização da Pajeú Filmes, com apoio da Comissão Quilombola do Caroá, da Associação da Varzinha dos Quilombolas e da Associação Rural do Umbuzeiro e Leitão e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco.<br />
Entre os 15 filmes que integram a programação estão os obras produzidas durante as oficinas de realização audiovisual que aconteceram nas comunidades de 30 de outubro a 16 de novembro. Ministrada por William Tenório, tanto as oficinas quanto as atividades de exibição acontecem com apoio das associações das comunidades potencializando os encontros e as trocas para o fortalecimento da cadeia audiovisual no Pajeú.<br />
“Ao longo de todo o processo de construção e execução da Semente estamos pensando no fortalecimento das comunidades, criando meios e espaços de trocas que possam perdurar depois do evento, de forma autônoma e consciente. O cinema é um veículo de muitas possibilidades. Nosso desejo é colaborar para a cadeia cultural no Pajeú cada vez maior e mais forte”, explica Rafaela de Albuquerque, produtora da mostra.<br />
Também compõem a programação encontros sobre produção cultural e elaboração de projetos e apresentações culturais de cada comunidade que recebe o projeto. “Temos apresentação dos grupos culturais em cada uma das comunidades abrindo espaço na nossa programação para que elas também apresentem suas riquezas e seus saberes. Desde a última semana estamos circulando com a oficina de realização na qual as próprias comunidades construíram filmes que também são exibidos no evento”, conta Bruna Tavares, curadora e coordenadora pedagógica da Semente.<br />
Ocupar os territórios no Mês da Consciência Negra tem ainda mais significado para o projeto já que todas as ações são voltadas para o fomento e a celebração da arte e cultura negra, seja nas produções locais ou nos filmes selecionados pela curadoria a serem exibidos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Quarta-feira, 22</strong></p>
<p>15h &#8211; Oficina de Elaboração de Projetos Culturais &#8211; Associação do Travessão do Caroá<br />
19h &#8211; Exibição do Programa 1 (71’) &#8211; Comunidade Quilombola Brejo de Dentro/ Carnaíba<br />
- <em>A Farpa</em> (GO, 2022, 2’), de Sara Regina<br />
- <em>Escasso</em> (RJ, 2022, 15’), de Clara Anastacia e Gabriela Gaia Meirelles<br />
- <em>Yakhë: Nossos Corpos</em> (PE, 2021, 15’), de Tayko Fulni-ô<br />
- <em>Bala Perdida</em> (PE, 2023, 2’), de Maria Antônia e Julia Carvalho<br />
- <em>Avôa</em> (PB, 2022, 4´), de Lucas Mendes<br />
- <em>Último Domingo</em> (RJ, 2022, 17’), de Renan Barbosa Brandão e Joana Claude<br />
- <em>Jussara</em> (BA, 2023, 8’), de Camila Cordeiro Ribeiro<br />
- <em>Eu Sou Raiz</em> (PE, 2021, 7’), de Cíntia Lima e Lilian de Alcântara<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Samba de Coco do Caroá.</p>
<p><strong>Quinta-feira, 23</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 2 (83’) &#8211; Comunidade Quilombola Travessão do Caroá/Carnaíba<br />
- <em>TonTon Dente de Leão</em> (SP, 2’), de Ariédhine Carvalho<br />
- <em>Histórias do Quilombo do Leitão da Carapuça</em> (6’), direção coletiva/Quilombolas do Leitão-Umbuzeiro<br />
- <em>Eu Sou Porque Nós Somos</em> (6’), direção coletivaoletiva/Quilombolas da Varzinha dos Quilombolas<br />
- <em>Pedro e Inácio</em> (PE, 2023, 23’), de Caio Dornelas<br />
- <em>Cantigas de Farinhada</em> (PE, 2023, 6’), direção coletivaoletiva/Quilombolas do Caroá<br />
- <em>A Velhice Ilumina o Vento</em> (MT, 2022, 20’), de Juliana Segóvia<br />
- <em>Caminhos Afrodiaspóricos</em> (RJ, 2022, 20’), de Wagner Novais<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Grupo de Dança do Caroá</p>
<p><strong>Segunda-feira, 27</strong></p>
<p>17h &#8211; Oficina de Elaboração de Projetos Culturais &#8211; Associação da Varzinha dos Quilombolas<br />
19h &#8211; Exibição do Programa 1 (71’) &#8211; Comunidade Quilombola de Varzinha dos Quilombolas/Iguaracy</p>
<p><strong>Terça-feira, 28</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 2 (83’) &#8211; Comunidade Quilombola de Varzinha dos Quilombolas/Iguaracy<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Grupo de Coco da Varzinha dos Quilombolas</p>
<p><strong>Quarta-feira, 29</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 1 (71’) &#8211; Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça/Afogados da Ingazeira</p>
<p><strong>Quinta-feira, 30</strong></p>
<p>19h &#8211; Exibição do Programa 2 (83’) &#8211; Comunidade Quilombola do Leitão da Carapuça/Afogados da Ingazeira<br />
20h30 &#8211; Apresentação cultural do Grupo de Coco Negros e Negras do Leitão da Carapuça</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mais informações:</strong></span></p>
<p>Site: https://pajeufilmes.com.br/<br />
Redes sociais: @semente.cinemanegro<br />
E-mail: pajeufilmes@gmail.com<br />
Telefone: (87) 99611-2584</p>
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		<title>Lia de Itamaracá se apresenta e leva exposição Cirandar É Resistir para a 1ª Jornada Alepe Antirracista</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/lia-de-itamaraca-se-apresenta-e-leva-exposicao-cirandar-e-resistir-para-a-1a-jornada-alepe-antirracista/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 15:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mês da Consciência Negra, novembro é marcado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) por um grande ciclo de palestras sobre o racismo na 1ª Jornada Alepe Antirracista 2023, que acontece desta segunda-feira (6) a sexta-feira (10), no Auditório Sérgio Guerra. Além de conferências em torno do tema, há a exposição Cirandar É Resistir, em homenagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106232" aria-labelledby="figcaption_attachment_106232" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior - Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Lia-de-Itamaracá.jpg"><img class="size-medium wp-image-106232" alt="Felipe Souto Maior - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Lia-de-Itamaracá-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Lia de Itamaracá</p></div>
<p>Mês da Consciência Negra, novembro é marcado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) por um grande ciclo de palestras sobre o racismo na 1ª Jornada Alepe Antirracista 2023, que acontece desta segunda-feira (6) a sexta-feira (10), no Auditório Sérgio Guerra. Além de conferências em torno do tema, há a exposição Cirandar É Resistir, em homenagem à maior voz da ciranda e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia de Itamaracá, performances de artistas, escritores, cantores, grupos de maracatu e afoxés, com participação de várias personalidades representativas dos movimentos negros. As atividades se encerram com a Conferência Magna, com a presença da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. As inscrições para a 1ª Jornada Alepe Antirracista são gratuitas e podem ser feitas pelo <a title="1ª Jornada Alepe Antirracista" href="https://www.sympla.com.br/evento/1-jornada-alepe-antirracista-2023/2220048" target="_blank">Sympla</a>.<br />
Buscando promover debates que contribuam para avançar na valorização da luta do povo negro, a Alepe lança durante a jornada, o Selo Alepe Antirracista, rótulo de identidade para várias ações contra o racismo que a Casa pretende promover, permanentemente, dentro e fora da instituição.<br />
Para o presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto, é importante garantir políticas capazes de promover transformações em comportamentos e crenças que alimentam ódio e preconceito. O parlamentar defende que a Jornada Antirracista se incorpore ao calendário de ações do Legislativo.<br />
“A pauta da luta antirracista precisa estar no cotidiano da Assembleia e a realização da primeira Jornada Alepe Antirracista é uma iniciativa muito bem-vinda e necessária para a promoção do debate e a difusão da cultura de combate às práticas racistas tão presentes na estrutura da sociedade”, observou o presidente da Alepe.<br />
Para o primeiro-secretário da Alepe, deputado Gustavo Gouveia, a jornada é mais uma oportunidade de reflexão sobre esse crime intolerável. “Historicamente o racismo tem matado e vulnerabilizado mais da metade da nossa população. Precisamos ter respeito a todas as formas de diversidade, sobretudo porque vivemos em um país tão plural. As diferenças são nossa maior riqueza e o compromisso da Alepe é garantir que todas sejam respeitadas”, ressalta.<br />
Novembro é considerado o Mês da Consciência Negra como forma de provocar reflexões sobre o racismo e suas consequências. A Lei Federal nº 12.519, de 10 de novembro de 2011, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff, instituiu o 20 de novembro como o Dia Nacional da Consciência Negra em homenagem ao líder do maior quilombo do período colonial, Zumbi dos Palmares, que faleceu nessa data.<br />
Parceiro da Alepe na coordenação da Jornada Antirracista, o professor e pesquisador da cultura afro Lepê Correia entende que a iniciativa é “uma convocação aos amantes das lutas libertárias pernambucanas e valorização dos que morreram por serem contrários à opressão”. “Ao se apresentar como uma Casa de propostas e discussões antirracistas, a Alepe empreende um sair do campo das conversas para o campo das ações e parte na frente das várias casas legislativas, unindo forças na construção de políticas de combate ao racismo Brasil afora”, acrescenta.</p>
<p><em>Com informações da Alepe.</p>
<p></em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Segunda-feira, 6</strong></p>
<p>14h – Apresentação do Maracatu Baque Virado Nação Tupinambá<br />
14h15 – Abertura da 1ª Jornada Alepe Antirracista<br />
15h – Conferência Reescrever a Estrutura, Desconstruindo o que nos Faz Subservir – palestra com Lepê Correia<br />
16h – Conferênci Desconstruindo o Racismo Institucional para a Efetiva Implementação da Igualdade Racial – palestra com Bernadete Figueiroa<br />
16h45 – Debate com mediação do deputado João Paulo (PT)<br />
17h30 – Lançamento da exposição Lia de Itamaracá: Cirandar É Resistir! com apresentação musical da cantora<br />
18h – Encerramento</p>
<p><strong>Terça-feira, 7</strong></p>
<p>9h – Apresentação de Orun Santana<br />
9h15 – Conferência Do Sofrimento Psíquico à Política Antirracista nas Instituições – palestra com Maria de Jesus Moura<br />
10h – Conferência Aspectos da Sociogênese do Racismo Estrutural no Brasil: Processo das Desigualdades e Expropriação das Identidades – palestra com Edilson Fernandes de Souza<br />
11h – Debate com mediação do deputado Doriel Barros (PT)<br />
11h45 – Apresentação do Coco dos Pretos<br />
12h – Encerramento</p>
<p><strong>Quarta-feira, 8</strong></p>
<p>9h – Apresentação de Odailta Alves<br />
9h15 – Conferência Mulherismo Africana como um dos Caminhos para Centramento e Restauração do Povo Africano (Continente e Diáspora) – palestra com Lilian Katchaki<br />
10h – Conferência Antirracismo na Educação: uma experiência Quilombola – palestra com Zezito Araújo<br />
11h – Debate com mediação da deputada Rosa Amorim (PT)<br />
11h45 – Show <em>Coisa de Preta</em>, com a cantora Isaar<br />
12h – Encerramento</p>
<p><strong>Quinta-feira, 9</strong></p>
<p>9h – Afoxé Alafin Oyó<br />
9h15 – Conferência Fortalecimento da Identidade: Construindo a Cultura do Antirracismo – palestra com Bernadete Lopes<br />
10h – Conferência Antirracismo e Saúde Mental: Importância das Questões Étnicorraciais na Construção de Políticas Públicas de Atenção à Saúde Mental em Pernambuco – palestra com Guilbert Araújo<br />
11h15 – Debate com mediação da deputada Socorro Pimentel (União)<br />
11h45 – Apresentação da cantora Gabi da Pele Preta<br />
12h – Encerramento</p>
<p><strong>Sexta-feira, 10</strong></p>
<p>9h – Apresentação do cantor Valdi Afonjah<br />
9h15 – Palestra com a ministra da Igualdade Racial do Brasil, Anielle Franco<br />
10h15 – Apresentação da artista Iyadirê Zidanes<br />
10h45 – Debate com mediação da deputada Dani Portela (PSol)<br />
11h45 – Apresentação do Grupo Bacnaré – Balé de Cultura Negra do Recife</p>
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		<title>Mepe inaugura exposição em celebração ao Mês da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 12:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No mês da Consciência Negra, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) abrirá ao público a exposição “Consciência e Resistência: Pernambuco na Última Década do Império&#8221;. Com uma tipologia histórica, a mostra é dividida em painéis temáticos com textos e imagens, resultado de pesquisas realizadas por André Soares, historiador do Mepe, junto à equipe de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24674" aria-labelledby="figcaption_attachment_24674" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MEPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-24674" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MEPE-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu do Estado funciona de terça a sexta, das 11h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">No mês da Consciência Negra, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) abrirá ao público a exposição “Consciência e Resistência: Pernambuco na Última Década do Império&#8221;. Com uma tipologia histórica, a mostra é dividida em painéis temáticos com textos e imagens, resultado de pesquisas realizadas por André Soares, historiador do Mepe, junto à equipe de mediadores e educadores do espaço cultural. A abertura será realizada nesta quarta-feira (23), às 15h, no auditório do museu, com uma roda de diálogo sobre políticas culturais de enfrentamento ao racismo e voltadas para a equidade racial.</p>
<p style="text-align: left;">Participam da conversa Junior Afro, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe); Arthur Danilo de Souza, Doutorando em História pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Jacilene Leandro, Mestrando em História pela UFRPE. “A perspectiva do encontro é poder refletir e dialogar sobre uma perspectiva de políticas estruturadoras, no campo da cultura, de enfrentamento ao racismo e promoção da igualdade racial”, explica Junior Afro. As inscrições devem ser feitas por meio do e-mail <b><a href="mailto:educativo.mepe@gmail.com">educativo.mepe@gmail.com</a></b> e os participantes vão receber certificado digital<b> </b></p>
<p><b>EXPOSIÇÃO -</b> Ao todo, ficarão em exposição 10 painéis e um pequeno recorte de seis documentos do acervo do museu da coleção José Mariano.</p>
<p>A mostra conta com os seguintes eixos temáticos:  Resistência Negra em Pernambuco no Século XIX; O Protagonismo de Negros e Mestiços Livres a Partir dos Grupos e Associações de Trabalhadores Livres no Recife do Século XIX; Sociedade Ave Libertas; Clube do Cupim; Monteiro Lopes, Primeiro Deputado Federal Negro do Brasil; e &#8220;NÃO VEIO DO CÉU NEM DAS MÃOS DE ISABEL A LIBERDADE&#8221;: O Movimento Negro em Pernambuco no Século XIX por Feliciano André Gomes.</p>
<p><b>OCUPAÇÃO PAULO FREIRE –</b> A partir desta sexta-feira (25/11) e até o dia 12 de fevereiro de 2023, o Mepe receberá a Ocupação Paulo Freire. O projeto foi concebido pelo Itaú Cultural de São Paulo em 2021, e agora chega ao Recife com a realização do Sesc em Pernambuco; Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundarpe, e Prefeitura da Cidade do Recife (Secretaria de Educação, Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife).</p>
<p>Além da exposição, será ofertada uma programação composta por círculos de cultura, conferências, apresentações artísticas e culturais, exibição de filmes e lançamento de livros. A grade foi construída com o apoio de instituições parceiras como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Oficina Francisco Brennand; Museu do Estado de Pernambuco; Instituto de Educação e Direitos Humanos Paulo Freire e o Centro Paulo Freire de Estudos e Pesquisas.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Abertura da exposição “Consciência e Resistência: Pernambuco na Última Década do Império”<br />
Quarta-feira (23/11), às 15h<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife-PE)<br />
Inscrições para a roda de diálogo: <b><a href="mailto:educativo.mepe@gmail.com">educativo.mepe@gmail.com<br />
</a></b>Visitação: Terça a sexta, das 11h às 17h | Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
Entrada: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Museu do Barro tem palestra com Babalorixá Pai Ivo de Xambá nesta terça (16)</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 19:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Barro de Caruaru (Mubac), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe nesta terça-feira (16), uma grandiosa palestra, através da ilustre presença do Babalorixá Pai Ivo de Xambá. A importância do povo da Nação Xambá para o fortalecimento da religião de matriz africana em Pernambuco é o tema abordado na palestra que acontecerá no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89265" aria-labelledby="figcaption_attachment_89265" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/pai-ivo-de-xambá-foto-elimar-caranguejo-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg"><img class="size-full wp-image-89265" alt="Palestra do Babalorixá Pai Ivo de Xambá acontecerá nesta terça-feira (16), às 19h, no auditório do Museu do Barro de Caruaru " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/pai-ivo-de-xambá-foto-elimar-caranguejo-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Palestra do Babalorixá Pai Ivo de Xambá acontecerá nesta terça-feira (16), às 19h, no auditório do Museu do Barro de Caruaru</p></div>
<p>O Museu do Barro de Caruaru (Mubac), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe nesta terça-feira (16), uma grandiosa palestra, através da ilustre presença do Babalorixá Pai Ivo de Xambá. A importância do povo da Nação Xambá para o fortalecimento da religião de matriz africana em Pernambuco é o tema abordado na palestra que acontecerá no auditório do museu, a partir das 19h. A atividade integra a programação da Semana Cultural Afro Brasileira, dentro das comemorações do Mês da Consciência Negra.</p>
<p>Além da palestra, o Mubac vai acolher também a exposição “Caminhos Afro&#8221;, que conta com acervo Afro Brasileiro da coleção de Abelardo Rodrigues. O acervo contém peças antigas que representam o universo da religião de matriz africana e do povo negro. Exus, elementos de Ogun, peças de barro, madeira e ferro são alguns dos materiais que compõem a exposição que ficará em exibição de 16 a 30 de novembro.</p>
<div id="attachment_89269" aria-labelledby="figcaption_attachment_89269" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-16-at-16.52.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-89269" alt="Exposição Caminhos afro estará a mostra de 16 à 30 de novembro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/WhatsApp-Image-2021-11-16-at-16.52.29-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Caminhos Afro estará à mostra de 16 à 30 de novembro</p></div>
<p><em>&#8220;O Museu do Barro de Caruaru participa da Semana da Consciência Negra com ações afirmativas, oferecendo ao povo de terreiro de Caruaru e região um espaço de visibilidade e importância, cuja religiosidade ainda é vista com bastante preconceito, exercendo o papel de derrubar os muros da resistência e dar oportunidade aos menos favorecidos, aplicando a Museologia Social, com objetivo de trazer a comunidade para dentro do Museu&#8221;</em>, conta a gestora do Mubac, Amélia Campello.</p>
<p><em>“Hoje estamos recebendo com muita honra, o Pai Ivo de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e uma referência para todas as pessoas da religião de Matriz Africana. Para a sua vinda foi idealizada a exposição: &#8216;Os Caminhos Afro&#8217;, um acervo do Museu do Barro e da Fundarpe, que faz parte da Coleção de Arte Popular de Abelardo Rodrigues. Pai Ivo vai proferir uma palestra no auditório do Museu do Barro e após a palestra teremos um jantar oferecido pelo povo de religião de Matriz Africana”</em>, completou Amélia.</p>
<p>Pai Ivo de Xambá lidera o terreiro de Xambá e o Quilombo do Portão de Gelo. A nação Xambá recebeu, em 2008, do Ministério da Cultura, em conjunto com a Fundação Cultural Palmares e o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) o título de primeiro Quilombo Urbano do Brasil. O quilombo é Patrimônio Vivo de Pernambuco e seu babalorixá recebeu o título de Doutor Honoris Causas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Um dos museus mais visitados de Pernambuco, o Museu do Barro de Caruaru está instalado num prédio moderno, localizado ao lado do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde todos os anos concentram-se as comemorações do São João do município. O horário de funcionamento do Museu é de terça a sábado, das 8h às 17h, e no domingo de 9h às 13h. Mais informações: Telefone: (81) 3727.7839 | 3721.2545 E-mail: museudobarro@fundarpe.pe.gov.br.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>A importância do povo da Nação Xambá para o fortalecimento da religião de matrizes africanas em Pernambuco<br />
Quando: 16, de novembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Barro de Caruaru</p>
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		<item>
		<title>Cais do Sertão dedica programação on-line ao Mês da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 18:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Mês da Consciência Negra]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais integrado com outras instituições culturais, gestores, artistas e acadêmicos, o Cais do Sertão firma boas parcerias neste mês de novembro. Com programação interativa nas redes sociais, todas as atividades no Spotify e Instagram do museu voltam-se ao Mês da Consciência Negra, que tem como ponto alto o 20 de novembro, data celebrada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79631" aria-labelledby="figcaption_attachment_79631" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-ivo-de-xambá-foto-elimar-caranguejo-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79631" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-ivo-de-xambá-foto-elimar-caranguejo-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta quarta-feira (4), o babalorixá e coordenador do Memorial Severina Paraíso da Silva, Pai Ivo de Xambá, é o convidado da faixa Papo de Museu</p></div>
<p>Cada vez mais integrado com outras instituições culturais, gestores, artistas e acadêmicos, o Cais do Sertão firma boas parcerias neste mês de novembro. Com programação interativa nas redes sociais, todas as atividades no <a href="https://open.spotify.com/user/ewps2a0n0gawmvmuqosrq4gsl" target="_blank"><strong>Spotify</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a> do museu voltam-se ao Mês da Consciência Negra, que tem como ponto alto o 20 de novembro, data celebrada como o Dia da Consciência Negra. O calendário de <em>lives</em> e <em>playlists</em> segue acessível e disponível gratuitamente para os seguidores.</p>
<p>E já nesta quarta-feira (4), o internauta poderá conferir bate-papo com o babalorixá e coordenador do Memorial Severina Paraíso da Silva, Pai Ivo de Xambá. A<em> live</em> do Papo de Museu será transmitida via Instagram no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a>, a partir das 15h, e mediada pela museóloga do Cais, Rosélia Adrianna.</p>
<p>A programação ganha bis de bate-papo com o Museu de Seridó, nesta sexta-feira (6), às 15h. A faixa semanal foi lançada pelo Cais durante a pandemia e receberá a historiadora e gestora do Museu do Seridó, Vanessa Spinosa, para contar a missão do museu, os desafios trazidos pela pandemia e as ações culturais desenvolvidas pelo espaço ao longo dos anos. A mediação será novamente de Rosélia Adriana.</p>
<p>Para aprofundar ainda mais as discussões em torno dos encontros entre raça e cultura na sociedade, o Cais do Sertão recebe Moabia Ferreira, uma das coordenadoras do ponto de Cultura Centro Cultural Quilombo do Catucá e do Projeto Cultural e Educativo Baobá. A gestora participa de <em>live</em> do Conexão Cais do dia 11, para discutir a missão dos centros de cultura e do encontro entre corpo, teatro e cultura afro-brasileira. A transmissão ao vivo será no iG do Cais, às 15h, com mediação do músico-educador Diogo do Monte.</p>
<p>Já na na semana seguinte, o Museu da Abolição é o convidado da vez. A museóloga da instituição parceira do Cais, Daiane Carvalho, vai dissertar sobre as atividades que desenvolve no centro cultural, que envolve documentação, planejamento e concepção de exposições e segurança em museus. A <em>live</em> será mediada pelo educador Perácio Gondim, na quarta (18), às 15h.</p>
<p>O mês se encerra com<em> live</em> especial sobre o Sítio de Pai Adão. A instituição cultural é a mais antiga casa de culto nagô de Pernambuco, além de ser uma das mais veneradas do Brasil, considerada uma das matrizes da nação de culto afro-brasileiro. Tombada pelo Governo Estadual em 1985, o espaço é o primeiro terreiro que prezou pela perpetuação de suas raízes e funcionou sempre como uma grande comunidade de negros africanos e de seus descendentes.</p>
<p>Durante a transmissão ao vivo, o educador Sandro Santos conversa com o babalorixá Manoel do Nascimento Costa, mais conhecido como Manuel Papai, sobre o espaço e a missão em continuar lutando pela preservação identitária do seu povo e cultura. A live acontece sempre no perfil do instagram do Cais, às 15h.</p>
<p>O mês da Consciência Negra também será lembrado com muita música. As<em> playlists</em> do <a href="https://open.spotify.com/user/ewps2a0n0gawmvmuqosrq4gsl" target="_blank"><strong>Spotify do Cais</strong></a> contarão com participação de Moabia Ferreira, do Coco de Catucá, que assinará seleção especial sobre o Coxo em Pernambuco. Já a educadora Thalita Mesquita, do time do museu, compartilha com o ouvinte repertório especial de artistas negros dos Estado. Todas as <em>playlists</em> podem ser acessadas facilmente na plataforma de <em>streaming</em>.</p>
<p>Além da programação online, o Centro Cultural Cais do Sertão, equipamento gerido pela Secretaria de Turismo e Lazer e Empetur, encontra-se aberto para visitação de quinta a sexta-feira, das 11h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
4/11 &#8211; Papo de Museu com Memorial Severina Paraíso, às 15h, no perfil IG <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
6/11 &#8211; Papo de Museu com Museu do Seridó, as 15h, no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
11/11 &#8211; Conexão Cais com Centro de Cultura Coco de Catucá, também às 15h, no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
18/11 &#8211; Papo de Museu com Museu da Abolição, às 15h<br />
25/11 &#8211; Conexão Cais com Sítio de Pai Adão, às 15h, no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
Visitação: quinta a sexta-feira, das 11h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
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		<item>
		<title>Museu da Abolição recebe programação especial na semana da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2016 18:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Oya Tokolé]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Fazendo parte das celebrações no Recife entorno do Mês da Consciência Negra, o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, recebe programação especial neste sábado (26), com apresentações culturais e lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’, do escritor Rodrigo Capibe. O evento, que começa às 14h, contará com as apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42372" aria-labelledby="figcaption_attachment_42372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Xire-O-Canto-dos-Orixas-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-42372" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Xire-O-Canto-dos-Orixas-divulgacao-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Xirê: O Canto dos Orixás estará abrindo as apresentações do evento.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo parte das celebrações no Recife entorno do Mês da Consciência Negra, o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, recebe programação especial neste sábado (26), com apresentações culturais e lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’, do escritor Rodrigo Capibe. O evento, que começa às 14h, contará com as apresentações dos grupos Xirê: O Canto dos Orixás, Coco das Estrelas, Coco Chapéu de Palha e Afoxé Oya Tokolê, acompanhado do Balé Nagô.</p>
<p style="text-align: justify;">Formado por estudantes de música da UFPE, o Xirê abre a tarde de festividade demonstrando sua música suave composta por elementos percussivos e instrumentos de corda, a percepção sagrada dedicada aos Orixás. O grupo, que é composto por Edelson Moraes, Esdras Guedes, Gabriela Martinez, Lhaysa Ramos, Luiz Joaquim, Mirty Káthly, Monterrúbio Neto e Tiago Sá, soma os conhecimentos acadêmicos às forças elementares da música de terreiro, em especial o Ilê Obá Aganjú Okoloyá.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, acontece o lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’, com bate papo que contará com a presença de Igor Bandim, crítico literário que assina o posfácio, Rodrigo Capibe, autor da obra, e Leandro César, professor do IFPE. Os três têm passagens pelo curso de Letras da UFPE, estando o autor do posfácio cursando atualmente o doutorado. No romance, o mito urbano do estouro da barragem de Tapacurá, que inunda a cidade, transforma-se em apropriada metáfora do atual momento brasileiro. Boa parte da trama se passa dentro de uma escola, não à toa, chamada Arraial Novo de Canudos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o lançamento, o livro estará disponível a venda no local pelo valor R$ 25, sendo a renda revertida para os custos de edição da obra e da produção da festividade. Confira a programação:</p>
<p><strong>14h</strong> | Xirê: Canto dos Orixás<br />
<strong>15h</strong> | Lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’<br />
<strong>16h30</strong> | Coco das Estrelas<br />
<strong>17h30</strong> | Coco Chapéu de Palha<br />
<strong>18h</strong> | Afoxé Oya Tokolê com o Balé Nagô</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Programação da Consciência Negra no Museu da Abolição</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 26 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 14h<br />
<strong>Local: </strong>Museu da Abolição (Rua Benfica, nº 1150, Madalena &#8211; Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra sobre oferendas aos Orixás entra em cartaz no Museu do Barro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-sobre-oferendas-aos-orixas-entra-em-cartaz-no-museu-do-barro-de-caruaru/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 00:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Mês da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[mubac]]></category>
		<category><![CDATA[museu do barro de caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[Oferendas: Obrigações do Sagrado]]></category>
		<category><![CDATA[orixás]]></category>

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		<description><![CDATA[A comida tem um papel fundamental no universo das religiões afro-brasileiras, estando presente em praticamente todos os momentos, seja durante a oferta sagrada aos Orixás como nos banquetes ou nas festas mais costumeiras. Sugerindo um mergulho no universo das oferendas nessas tradições que a mostra Oferendas: Obrigações do Sagrado entra em cartaz, nesta sexta-feira (18), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42175" aria-labelledby="figcaption_attachment_42175" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/exposicao-oferendas-mubac.jpg"><img class="size-medium wp-image-42175" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/exposicao-oferendas-mubac-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra ressalta a importância das oferendas nos ritos das religiões afro-brasileiras</p></div>
<p>A comida tem um papel fundamental no universo das religiões afro-brasileiras, estando presente em praticamente todos os momentos, seja durante a oferta sagrada aos Orixás como nos banquetes ou nas festas mais costumeiras. Sugerindo um mergulho no universo das oferendas nessas tradições que a mostra <strong>Oferendas: Obrigações do Sagrado</strong> entra em cartaz, nesta sexta-feira (18), no Museu do Barro de Caruaru (Mubac).</p>
<p>&#8220;Quem nunca se deparou com oferendas, comidas, bebidas, perfumes e charutos pelas encruzilhadas das cidades? Quem certamente não ouviu algum tipo de associação pejorativa desses &#8216;despachos&#8217; com &#8216;os batuqueiros&#8217;? A ideia da mostra é justamente ajudar a combater esse preconceito que ainda existe contras as religiões de matriz africana e, principalmente, revelar a complexidade e o simbolismo dos rituais&#8221;, conta Amélia Campelo, gestora do Mubac e idealizadora da exposição, que marca as comemorações do Mês da Consciência Negra.</p>
<p><strong>Oferendas: Obrigações do Sagrado</strong> é composta por dez xilogravuras dos artistas Ricardo Pessoa e Geo Andrade, que retratam os elementos dos Orixás mais conhecidos (raios de Iansã, martelo de Xangô, cajado de Oxalá, adereço de Nanã, espada de Ogum e espelho de Oxum), uma mesa que reproduz várias oferendas às entidades de matriz africana, além de peças da coleção de Arte Popular de Abelardo Rodrigues e elementos cedidos pelos terreiros de candomblé de Caruaru.</p>
<p>&#8220;As religiões afro-brasileiras são muito reconhecidas por suas festas, com cantos, danças, ritmos dos tambores e comidas. A nossa intenção é retratar um pouco da beleza dessas festividades, que reúnem e fascinam tantas pessoas&#8221;, afirma Campelo.</p>
<p>A exposição <strong>Oferendas: Obrigações do Sagrado</strong>  fica em cartaz até o dia 10/12 e é fruto de uma parceria entre a Secult-PE/Fundarpe, através do Mubac, o Coletivo Afro-Brasileiro Bará Àsà, a Fundação de Cultura e Turismo de Caruaru e a Prefeitura de Caruaru.</p>
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		<title>‘Quarta de Dança’ celebra o Mês da Consciência Negra com espetáculo especial</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 17:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo 'Majho Majhobê Olubajê']]></category>
		<category><![CDATA[Mês da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Barreto Júnior]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria O Teatro Barreto Júnior, localizado no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, recebe nesta quarta-feira (16), a partir das 20h, nova temporada do espetáculo ‘Majho Majhobê Olubajê’. Compondo a grade do projeto ‘Quarta de Dança’, a produção originada em 2009 pela Companhia Pé-Nambuco de Dança, sob direção de Wagner [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Olubaje-Foto-Glaucia-Bruce-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41995" alt="Foto: Glaucia Bruce" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Olubaje-Foto-Glaucia-Bruce-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><i>Com informações da assessoria</i></p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro Barreto Júnior, localizado no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, recebe nesta quarta-feira (16), a partir das 20h, nova temporada do espetáculo ‘Majho Majhobê Olubajê’. Compondo a grade do projeto ‘Quarta de Dança’, a produção originada em 2009 pela Companhia Pé-Nambuco de Dança, sob direção de Wagner Max e Samuel Araújo, estará festejando o Mês da Consciência Negra narrando a ancestralidade e o apogeu do orixá Omulu.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o espetáculo que em Iorubá significa: “Eu danço, é assim que vou dançar”, aborda com trilhas sonoras inspiradas na representação do orixá, um roteiro narrativo do Omulu com outras divindades africanas, desde a sua infância, quando foi abandonado pela mãe após nascer com o corpo repleto de mazelas, até momentos embasados em lendas que cercam a sua trajetória.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Olubaje-Foto-Glaucia-Bruce-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41997" alt="Foto: Glaucia Bruce" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Olubaje-Foto-Glaucia-Bruce-01-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Além de músicas executadas ao vivo, o público também é contemplado com reflexões sobre temas como obstáculos, prosperidade, vida e morte, através de detalhes que cercam o orixá conhecido por guerreiro, sombrio e reservado, porém generoso e radiante, regido pelo sol.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b><em><strong>Projeto Quarta da Dança: Espetáculo Majho Majhobê Olubajê</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> quarta-feira, 16 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 20h<br />
<strong>Local:</strong> Teatro Barreto Júnior (Rua Est. Jeremias Bastos – Pina, Recife)<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$10 ( inteira) e R$ 5 (meia) – na bilheteria do teatro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição conta a &#8220;História dos Orixás&#8221; na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2016 18:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[História dos Orixás]]></category>
		<category><![CDATA[Mês da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura e a Funarte, em parceria com a Secult-PE e a Fundarpe, inauguram nesta quarta-feira (9), às 19h, a exposição História de Orixás, na Torre Malakoff. O vernissage da mostra, que reúne xilogravuras do artista Ricardo Pessoa e marca o Mês da Consciência Negra, contará com a apresentação do Maracatu Várzea do Capibaribe, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41804" aria-labelledby="figcaption_attachment_41804" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/expo-historia-dos-orixas.jpg"><img class="size-medium wp-image-41804 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/expo-historia-dos-orixas-189x486.jpg" width="189" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra marca as celebrações do Mês da Consciência Negra</p></div>
<p>O Ministério da Cultura e a Funarte, em parceria com a Secult-PE e a Fundarpe, inauguram nesta quarta-feira (9), às 19h, a exposição <em>História de Orixás</em>, na Torre Malakoff. O vernissage da mostra, que reúne xilogravuras do artista Ricardo Pessoa e marca o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/campanha-contra-racismo-ganha-programacao-cultural-no-mes-da-consciencia-negra/" target="_blank"><strong>Mês da Consciência Negra</strong></a>, contará com a apresentação do Maracatu Várzea do Capibaribe, que, com os Tambores de Ogum, apresentarão um toque em saudação aos Orixás. Já no dia 20/11 (domingo), quando a exposição se encerra, as apresentações ficarão por conta do Maracatu Baque Mulher, da Nação Porto Rico e do Maracatu Várzea do Capibaribe, que, juntos, mostrarão o repertório do projeto <em>Baque de Axé</em>.</p>
<p>A exposição é resultado do projeto <em>Registro e Resgate das Histórias dos Orixás</em>, que, através de uma série de oficinas de xilogravura em comunidades quilombolas do Agreste de Pernambuco, buscou valorizar &#8221;as silhuetas das imagens mergulhadas na imensidão do corpo negro&#8221;, como conta a coordenadora de exposições da Torre Malakoff, Maria Fachin. De acordo com ela, todas as obras da mostra foram elaboradas com a técnica fechada, método que possibilita que &#8220;a imagem se desprenda do suporte e adquira movimentos que perpassam a realidade tátil, adquirindo essa imaterialidade. As xilogravuras, de alguma maneira, evocam a necessidade da transcendência para vida humana&#8221;.</p>
<p>&#8220;A <em>História de Orixás</em> ultrapassa as fronteiras do Agreste Pernambucano e chega ao litoral do Recife, aportando na Torre Malakoff onde está situada a Representação da Funarte Norte e Nordeste. Mais uma vez a instituição cumpre o seu objetivo em articular, fomentar e descentralizar as produções artísticas das regiões&#8221;, diz o Representante da Funarte N/NE/Minc, Naldinho Freire.</p>
<p>&#8220;Pernambuco conta anualmente com expressiva programação cultural no Mês da Consciência Negra. A exposição de gravuras de Ricardo Pessoa, e as apresentações de importantes grupos de maracatus nação, faz com que valorizemos ainda mais nossa cultura de matriz africana&#8221;, ressalta Conceição Santos, gestora da Torre Malakoff. A mostra segue em cartaz até o dia 20/11 (domingo), e tem acesso gratuito.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong><br />
Nascido em Pombos (PE), Ricardo Jorge Soares Pessoa é xilogravurista e arte educador, com toda uma vida dedicada ao registro e resgate dos valores da cultura da região em que vive. Realizou diversas oficinas de xilogravura com crianças, adolescentes e público interessado em cidades da Região Metropolitana e do interior de Pernambuco, sempre com temas voltados para o acesso ao conhecimento e preservação da tradição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição <em>História de Orixás</em>, de Ricardo Pessoa<br />
<strong>Abertura:</strong> quarta-feira (9), às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
<strong>Visitação:</strong> de 10 a 20/11; de terça a sexta-feira, 10h às 17h; sábado, das 15h às 18h; e domingo, das 15h às 19h<br />
<strong>Acesso gratuito</strong></p>
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