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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestra Ana Lúcia</title>
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		<title>Encerramento do Pernambuco Terra Natal movimenta a Torre Malakoff e o Maspe neste sábado (20)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 14:15:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/TORRE-MALAKOFF-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122315" alt="Foto: Dani Pedrosa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/TORRE-MALAKOFF-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O ciclo natalino em Pernambuco chega a mais um momento de celebração da cultura popular neste fim de semana com o encerramento da programação do Pernambuco Terra Natal, realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Desde o início de dezembro, a ação vem ocupando equipamentos culturais do Estado com atividades gratuitas que valorizam a memória, a cultura popular e a criação contemporânea, reunindo apresentações artísticas, exposições, recitais literários e grupos da tradição.</p>
<p>As últimas atividades acontecem neste sábado (20), com atrações distribuídas pelo Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) e pela Torre Malakoff, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o acesso democrático à cultura e a valorização das tradições do período natalino. Ao longo do mês, o público acompanhou apresentações de pastoril, reisado, cavalo-marinho, corais, ações literárias e exposições, muitas delas com a participação de Patrimônios Vivos de Pernambuco, fortalecendo a preservação e a difusão do patrimônio cultural imaterial do Estado.</p>
<p>“O Pernambuco Terra Natal reforça a importância de ocuparmos os equipamentos culturais com programações que dialogam com a memória e com a identidade do nosso povo. O encerramento coroa esse movimento de encontro do público com as tradições natalinas pernambucanas”, destaca Priscilla Marques, superintendente de Equipamentos Culturais da Fundarpe.</p>
<p>No Museu de Arte Sacra de Pernambuco, o encerramento acontece no dia 20 de dezembro, às 16h, com apresentação do Pastoril Estrela Brilhante e a abertura da exposição Presépios Regionais, que reúne produções em barro, madeira e fibras, destacando o artesanato tradicional e os símbolos do Natal pernambucano. O pastoril é liderado pela mestra Cristina Andrade, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que fundou o grupo em 1958 e desde então mantém viva essa tradição tão pernambucana.</p>
<p>Já a Torre Malakoff recebe, no mesmo dia, às 19h, os grupos Reisado Imperial, Pastoril Profano da Véia Buchecha e Velho Cafuné, fechando a programação com manifestações que conectam ancestralidade, cultura popular e a ocupação dos espaços públicos no Bairro do Recife.</p>
<p>Com o encerramento do Pernambuco Terra Natal, a Fundarpe reafirma o papel dos seus equipamentos como espaços vivos de circulação cultural, encontros e celebração das tradições que formam a identidade de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_122316" aria-labelledby="figcaption_attachment_122316" class="wp-caption img-width-321 alignnone" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/mestra-ana-lucia-MASPE-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-122316" alt="Foto: Jan Ribeiro/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/mestra-ana-lucia-MASPE-1-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lucia, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
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		<title>Mestra Ana Lúcia leva a força e a poesia das tradições do coco e da cultura popular pernambucana a Portugal</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ana Lúcia Nunes da Silva, a Mestra Ana Lúcia, é coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, é também Patrimônio Vivo de Pernambuco, e aos 81 anos se prepara para viajar pela primeira vez ao exterior para mostrar seu repertório e trocar experiências com outros artistas. A partir de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Lúcia Nunes da Silva, a Mestra Ana Lúcia, é coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, é também Patrimônio Vivo de Pernambuco, e aos 81 anos se prepara para viajar pela primeira vez ao exterior para mostrar seu repertório e trocar experiências com outros artistas. A partir de 13 de agosto, o projeto “Todo o Mundo Tem um Amor” promove uma série de ações em Portugal, com a mestra e alguns integrantes de seus dois grupos, Raízes do Coco e Estrelinhas do Coco, incluindo shows, oficina e residência artística. A iniciativa conta com o incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Discípula de Dona Jovelina, uma das grandes referências do coco em Pernambuco, ela também aprendeu desde cedo com o pai, Severino Nunes, a complexidade da dedicação às manifestações criadas e mantidas pelo povo. No Alto do Sarapião, ao lado do Farol de Olinda, no bairro do Amaro Branco, onde vive desde o nascimento, a dedicação à cultura popular é um exercício diário para a Mestra Ana Lúcia, que já está nos preparativos para a viagem além-mar.</p>
<p>Há décadas, é ela quem transmite esses ensinamentos para novas gerações, perpetuando a potência das tradições que carregam histórias formativas da identidade do povo pernambucano, principalmente de raízes afro-brasileiras e indígenas. “Todo o Mundo Tem um Amor”, projeto que leva o nome de uma de suas músicas, amplia o alcance da transmissão de seus conhecimentos e vivências para outras culturas o que, segundo ela, é uma felicidade, pois perpetua um legado que se expressa na música, no corpo e na oralidade. Com a mestra viajam sua filha Totoca e seus netos Cintia e Matheus, e ainda Simeia e Tito. Eles representam dois grupos capitaneados por ela, o Raízes do Coco e o Estrelinhas do Coco.</p>
<p>“É uma alegria muito grande para mim poder, aos 81 anos, me apresentar pela primeira vez em outro país. Quero levar a bandeira de Pernambuco da forma que sempre fiz: com sinceridade e orgulho da nossa cultura. É um reconhecimento importante depois de tantos anos de trabalho e dedicação. No final das contas, é o amor pela cultura que me move, assim como também movia minha mãe, meu pai e meus avós”, afirma a mestra.</p>
<p>Sua jornada por Portugal começa no dia 13 de agosto, na cidade do Porto, com uma residência artística com o Coco dos Quatro Cantos, formado em 2024 por brincantes de coco de roda de diferentes cantos do mundo. Edvandro Santos, que é do Rio de Janeiro, mas vive no Porto, onde integra o grupo de caráter internacional e agregador, reforça a importância do encontro com o ícone da cultura pernambucana. A iniciativa busca reforçar o repasse geracional proposto pelo projeto, com a mestra compartilhando os aspectos do coco de roda e de suas experiências.</p>
<p>“Nosso principal objetivo como grupo é fazer coco na sua essência, trazer à Europa o brinquedo e o motivo dele ser tão importante para a cultura brasileira, levantando o estandarte dos mestres e mestras. A vinda da Mestra Ana Lúcia é, antes de tudo, uma honra muito grande. Estamos muito felizes por poder dar esse passo de mostrar aos europeus quem é a mestra e também que a nossa geração reconhece a sua importância. A expectativa é ouvi-la, conversar, entender, aprender. Alegria, honra e gratidão definem o que sentimos”, pontua Edvandro, que irá se juntar ao grupo da mestra durante toda a turnê.</p>
<p>“Para ser mestre, você precisa ter alunos. E, graças a Deus, eu tive muitos e continuo tendo. Formei muita gente e isso me orgulha. Já estou na quarta geração, ensinando até às netas das minhas pastoras. O coco, o pastoril, o Acorda Povo, tudo isso é motivo para a gente se alegrar. Também trabalhei com teatro, o que mostra que a gente pode dialogar com muita gente, com muitas artes”, reforça a mestra.</p>
<p>Após as trocas com o Coco dos Quatro Cantos, a mestra e os artistas pernambucanos se juntam ao grupo internacional para um show no Terra Solta, uma quinta pedagógica localizada atrás de uma estação de trem, no centro da cidade, com palco ao ar livre.</p>
<p>No dia 14 de agosto, Ana Lúcia segue para Coimbra, onde se apresenta no Salão Brazil do Jazz ao Centro Clube, com músicas dos repertórios do Raízes do Coco e Estrelinhas do Coco. Posteriormente será exibido o filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, dirigido por Rui Mendonça e Zé Diniz, lançado em 2024 e que registra essa procissão festiva marcada pelo sincretismo religioso de tradições afro-brasileiras e católicas, que toma conta das ruas do bairro do Amaro Branco durante o período junino.</p>
<p>O encerramento da turnê acontecerá em Reguengos de Monsaraz, onde a Mestra Ana Lúcia promoverá uma oficina de Dança e Oralidade, além de se apresentar no 25º Festival Andanças. O festival, que acontece dentro de um contexto de sustentabilidade ambiental, celebra grupos e mestres de cultura popular de vários lugares do mundo, a partir da compreensão de que a música e a dança são ferramentas de aprendizagem e intercâmbio entre gerações, saberes e culturas.<br />
<strong>Registros e diálogos</strong></p>
<p>Durante toda a turnê, serão realizados registros audiovisuais que, posteriormente, darão origem a um filme. Esta obra audiovisual com as vivências em Portugal será exibida em cinco escolas públicas de Pernambuco, com a presença da Mestra Ana Lúcia e dos integrantes do Estrelinhas do Coco. A proposta é, também através dessas gravações, contribuir com a salvaguarda e a difusão do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco, celebrando ainda a força das artistas mulheres, representadas pela mestra.</p>
<p>O projeto “Todo Mundo Tem um Amor” é uma realização da Buruçu, que já promoveu outras iniciativas de difusão internacional da cultura pernambucana, como o &#8220;Meu Balão Vai Voar em Portugal&#8221;, que levou Mestre Barachinha e o Maracatu Estrela de Tracunhaém ao país europeu, e “PE em Moçambique”, intercâmbio do Coco Raízes de Arcoverde com artistas moçambicanos.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Projeto “Todo o Mundo Tem um Amor”, com Mestra Ana Lúcia</p>
<p>Período: de 13 a 26 de agosto de 2025, em Portugal</p>
<p>13/08 &#8211; Residência artística e Show com Coco dos Quatro Cantos, no Terra Solta, Porto</p>
<p>14/08 &#8211; Show e Exibição do filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, no Salão Brazil do JACC &#8211; Jazz ao Centro Clube, Coimbra</p>
<p>16/08 &#8211; Oficina de Dança e Oralidade e Show, no 25º Festival Andanças, em Reguengos de Monsaraz</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mestra Ana Lúcia comanda festa de Reis em Olinda com seu Pastoril Estrela de Belém</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 19:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o dito popular é que o ano começa depois do Carnaval, para muitos fazedores e apreciadores da cultura popular pernambucana os novos tempos se iniciam verdadeiramente no Dia de Reis. Data em que se encerra oficialmente o ciclo natalino, o 6 de janeiro é marcado pelos tradicionais desfiles de pastoris e queimas de lapinhas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/16059522746_378744b488_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115316" alt="Costa Neto/Acervo Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/16059522746_378744b488_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Se o dito popular é que o ano começa depois do Carnaval, para muitos fazedores e apreciadores da cultura popular pernambucana os novos tempos se iniciam verdadeiramente no Dia de Reis. Data em que se encerra oficialmente o ciclo natalino, o 6 de janeiro é marcado pelos tradicionais desfiles de pastoris e queimas de lapinhas, com uma forte simbologia de renovação.</p>
<p dir="ltr">Um dos grupos de pastoril mais tradicional é o Estrela de Belém, comandado por Mestra Ana Lúcia, em Olinda. E como todo ano, o grupo irá se apresentar no próximo dia 6, a partir das 20h, num cortejo que se inicia na praça de Amaro Branco e segue até a Praça do Carmo. Patrimônio Vivo de Pernambuco, a mestra segue aos 80 anos guiando o grupo de 30 crianças e adolescentes e mantendo viva a tradição secular iniciada pelo seu avô.</p>
<p dir="ltr">“Estamos na quinta geração já da família que participa do pastoril de minha mãe. Ela começou criança e já faz uns 50 anos que está à frente do grupo. Esse folguedo é muito importante para nós porque é uma cultura que move a comunidade. Sabemos da importância dessa tradição e minha mãe faz de tudo para continuar todo ano. São cerca de 30 meninas pra quem garantimos as idas e vindas aos ensaios, lanche, figurino, tudo”, conta a filha de Ana Lúcia e brincante, Totoca.</p>
<p dir="ltr">A preparação é longa e exige dedicação, mas é feita com muito afeto e estímulo. Os ensaios costumam começar em setembro e acontecem ao longo da semana toda. “Esse pastoril é tudo pra gente, é uma tradição que fala de Jesus, da presença divina, só de coisas boas. Quando a lapinha está queimando é muito emocionante, a gente sente uma saudade já”, ressalta Totoca.</p>
<div id="attachment_115317" aria-labelledby="figcaption_attachment_115317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/ Acervo Fundarpe/ Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/4601570595_da14c59825_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115317" alt="Priscilla Buhr/ Acervo Fundarpe/ Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/4601570595_da14c59825_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Queima da lapinha</p></div>
<p dir="ltr"><strong>O Pastoril</strong></p>
<p dir="ltr">O Estrela de Belém integra a tradição cristã do pastoril religioso com origem na Idade Média e trazida para o Nordeste durante a colonização. A apresentação encena o nascimento do menino Jesus com muita música, performances teatrais e aguardada queima da lapinha.</p>
<p dir="ltr">O cordão azul, o cordão encarnado e a figura de Diana são elementos imprescindíveis em qualquer pastoril. As cores azul e vermelho do pastoril representam a disputa entre cristãos e mouros, que se referem às lutas travadas na Península Ibérica. E Diana, vestida com as duas cores, traz a harmonia.</p>
<p dir="ltr">Já a queima da lapinha faz alusão à manjedoura onde Jesus nasceu e ao dia em que ele foi visitado pelos três reis magos, Dia de Reis. Feita de folhagens secas e incensos, a Lapinha é queimada para consagrar ao fogo esperanças e desejos. Por isso que as pessoas que estão assistindo à apresentação são convidadas a escrever pedidos em pedaços de papel. Os mesmos são queimados no fogo para espalhar aos ventos os desejos para o ano que acaba de se iniciar.</p>
<p><strong>Mestra Ana Lúcia</strong></p>
<p>Rodeada de mestres e mestras da cultura popular do Amaro Branco, Ana Lúcia Nunes da Silva nasceu em 29 de março de 1944.Coquista de roda, líder do pastoril Estrela de Belém e do Acorda Povo, tradicional procissão dançante que antecede os festejos juninos e recria o batismo de Jesus Cristo por São João Batista, de quem a mestra é devota.</p>
<p>Em sua trajetória como coquista mulher, a Mestra enfrentou machismo por liderar um grupo de coco, função a qual, historicamente, era ocupada por homens. Mas, Ana Lúcia se impôs contra essas barreiras e, com amor e dedicação, insistiu na sua vocação. Por anos, assumiu o Coco do Amaro Branco, e posteriormente fundou o Raízes do Coco. Sua métrica e energia vocal nos embalam ao som da zabumba, do ganzá e do pandeiro.</p>
<p>Por meio de sua música, participou de vários eventos culturais de relevância, como o Festival Brasília de Cultura Popular, Encontro de Coco Pernambucano, São Sambas, na Concha Acústica da UFPE, e o Encontro de Mestres das Culturas Populares – Folclorata, em Minas Gerais. Também está no filme “O Coco, A Roda, O Pneu e o Farol”, dirigido por Mariana Brennand Fortez, realizado no ano de 2007.</p>
<div id="attachment_115321" aria-labelledby="figcaption_attachment_115321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Acervo Secult-PE e Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/51603531941_b4733ec7e2_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-115321" alt="PH Reinaux / Acervo Secult-PE e Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/51603531941_b4733ec7e2_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lúcia</p></div>
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		<title>Filme ‘A Rua é Nossa’ registra e preserva a tradição do Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 19:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Acorda Povo]]></category>
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		<description><![CDATA[Aos 80 anos, integralmente vividos no Alto do Sarapião, ao lado do farol de Olinda, no bairro do Amaro Branco, Mestra Ana Lúcia, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é memória viva e pulsante das tradições populares de Olinda, levantando uma das Bandeiras de São João mais tradicionais e famosas de Pernambuco &#8211; o Acorda Povo. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46938" aria-labelledby="figcaption_attachment_46938" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Mestra-Ana-Lucia-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46938" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Mestra-Ana-Lucia-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A Mestra Ana Lúcia é Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p dir="ltr">Aos 80 anos, integralmente vividos no Alto do Sarapião, ao lado do farol de Olinda, no bairro do Amaro Branco, Mestra Ana Lúcia, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é memória viva e pulsante das tradições populares de Olinda, levantando uma das Bandeiras de São João mais tradicionais e famosas de Pernambuco &#8211; o Acorda Povo. O festejo é tema do filme “A Rua é Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”, que ganha dois lançamentos no mês de setembro: dia 10, às 16h, na Escola Sagrado Coração de Jesus, no bairro do Amaro Branco, onde vive a Mestra, e dia 16, às 18h, no Centro Cultural Bongar, na Comunidade do Xambá.</p>
<p dir="ltr">O Acorda Povo é parte de uma memória popular que envolve rituais, cerimônias, mobilização da comunidade e festa. Trata-se de uma procissão festiva, musicalizada com coco de roda, que, desde a década de 1960, toma conta das ruas de Olinda. Seu objetivo é “acordar o povo” para a vigília de São João. Para isso, as pessoas caminham e cantam, carregando o santo pelo bairro do Amaro Branco.</p>
<p dir="ltr">Uma das principais mestras de coco de roda vivas atualmente, a Mestra Ana Lúcia foi guiada para a cultura popular desde a infância por seu pai, o coquista Severino Nunes da Silva, que já fazia o Acorda Povo antes mesmo dela nascer. Por isso, a Mestra ganhou a missão de, apesar das dificuldades, todos os anos, levar o brinquedo para as ruas.</p>
<p dir="ltr">Além de capitanear o Acorda Povo, Ana Lúcia criou e mantém os grupos Raízes do Coco &#8211; formado por familiares e vizinhos &#8211; e o grupo Estrelinhas do Coco &#8211; formado por crianças dos 3 aos 14 anos, para quem repassa seus ensinamentos, tornando o grupo decisivo na continuidade da tradição. Durante o filme podemos apreciar esses dois grupos apresentando suas músicas, bem como do grupo convidado, Bongar, da comunidade Xambá do Quilombo do Portão do Gelo, em Olinda.</p>
<div id="attachment_56322" aria-labelledby="figcaption_attachment_56322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/mestra-ana-lucia-do-coco-foto-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-56322" alt="Cultura.PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/mestra-ana-lucia-do-coco-foto-secult-pe-fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">As músicas da Mestra Ana Lúcia entoadas no filme serão futuramente disponibilizadas nas plataformas de streaming</p></div>
<p dir="ltr">Durante cerca de 30 minutos, o filme permite ao espectador imergir num mundo noturno de sensações, de música e devoção, de fogo e água, trazendo uma experiência sinestésica, guiada pela música e pelas imagens. A direção do filme é de Rui Mendonça, com vasta experiência na direção de documentários relativos à sabedoria popular, e que lançou no último festival Cine PE seu primeiro longa, “Estação Janga-Lua (O Segundo Mundo do Rádio”, que tem como protagonista também um dos nomes principais do coco de roda pernambucano, Mestre Zeca do Rolete</p>
<p dir="ltr">O diretor potencia as dimensões humana, musical e geográfica do filme, trazendo pequenas narrativas de pessoas que, durante o cortejo, se apropriam da rua e vivem uma experiência que muda a percepção de si e do mundo.</p>
<p dir="ltr">O fato de ser um festejo musical, num contexto de rua, enquanto lócus de ocorrência das filmagens, obrigou a um cuidado fundamental no filme: o som, tanto na precisão da captação sonora das vozes e instrumentos, seja das ambiências ou do trabalho de mixagem. Para garantir a excelência desses registros pelo que na equipe do filme contam nomes como Guma Farias, Ravi Moreno e Buguinha Dub, profissionais reconhecidos por sua expertise em trabalho de som em ambientes externos.</p>
<p dir="ltr">As músicas da Mestra Ana Lúcia entoadas no filme serão futuramente disponibilizadas nas plataformas de streaming, em mais uma iniciativa para preservar e difundir a tradição da cultura popular de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">O filme é uma realização da Buruçu, que já promoveu vários projetos de salvaguarda e difusão local e internacional da cultura pernambucana, como o “PE em Moçambique”, do Coco Raízes de Arcoverde com artistas moçambicanos, em 2023, e &#8220;O Meu Balão Vai Voar&#8221;, que levou Mestre Barachinha e o Maracatu Estrela de Tracunhaém para uma série de atividades em Portugal, em 2024.</p>
<p dir="ltr">O projeto &#8220;A Rua É Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia&#8221; conta com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria de Cultura de Pernambuco e Governo de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Lançamento do filme “A Rua É Nossa &#8211; Acorda Povo da Mestra Ana Lúcia”<br />
Datas: 10 de setembro, na Escola Sagrado Coração de Jesus (Rua Frei Afonso Maria, no Amaro Branco, em Olinda), às 15h, e dia 16 de setembro, às 18h, no Centro Cultural Bongar, na Comunidade do Xambá<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Roupas do Pastoril Estrela de Belém, da Mestra Ana Lúcia, vão a leilão</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 18:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_102622" aria-labelledby="figcaption_attachment_102622" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/ISIS-BORBOLETA-AZUL-GERAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-102622" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/ISIS-BORBOLETA-AZUL-GERAL-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Todo o dinheiro arrecadado será revertido para a Mestra Ana Lúcia seguir com a tradição do pastoril em Olinda</p></div>
<p>No bairro do Amaro Branco, em Olinda, existe um dos pastoris mais antigos de Pernambuco, o Pastoril Estrela de Belém. Criado há mais de 70 anos, hoje tem como responsável a Mestra Ana Lúcia que herdou o brinquedo de seu pai. O figurino, assinado pelo estilista Marc Andrade, fará parte do leilão que irá acontecer no próximo domingo (9), às 18h, nos Jardins do Mercado Eufrásio Barbosa de Olinda, e no Instagram da Mestra Ana Lucia <b><a href="https://www.instagram.com/mestraanalucia/">(@mestraanalucia</a></b>). Todo o dinheiro arrecadado será revertido para a mestra seguir com a tradição do pastoril.</p>
<p>Durante o leilão serão projetadas fotografias de Mateus Sá sobre cada uma das pastoras. Já no intervalo será projetado o filme “Hoje Meu Pastoril Vai Brilhar”, dirigido por Rui Mendonça, um registro feito sobre o Pastoril Estrela de Belém durante o cortejo e a Queima da Lapinha deste ano.</p>
<p>Todos os anos, a Mestra Ana Lúcia assume o desafio de cobrir Olinda de azul e vermelho do pastoril.  As pastorinhas incorporam as personagens que encantam o brinquedo: a borboleta, a cigana, a camponesa, a estrela, o anjo e a aurora, entre outros. O figurino usado por cada uma das crianças é que permite a criação de todo o universo imaginário.</p>
<p>O estilista Marc Andrade vive em São Paulo, mas é natural de Taquaritinga do Norte, Agreste de Pernambuco, e foi a presença marcante do pastoril que conviveu na infância que lhe trouxe memórias e serviu de inspiração para a coleção. As roupas foram posteriormente costuradas por Nena, vizinha da mestra e costureira oficial do pastoril.</p>
<p>O evento é produzido pela Buruçu e pelo Leilão em Chamas, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e apoio do Mercado Eufrásio Barbosa.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Leilão em Chamas das Roupas do Pastoril Estrela de Belém e exibição do filme Hoje Meu Pastoril Vai Brilhar<br />
Domingo (9), às 18h<br />
Jardins do Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro – Olinda) e pelo Instagram <b><a href="https://www.instagram.com/mestraanalucia/">@mestraanalucia</a></b></p>
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		<title>Patrimônios Vivos do Estado serão diplomados na Fenearte</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 16:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) promove neste sábado (18), a partir das 17h, a diplomação de dois Patrimônios Vivos do Estado, durante a programação da 21ª Fenearte (Feira Nacional de Negócios do Artesanato), no Centro de Convenções: mestre Ana Lúcia do Coco (Olinda) e do mestre Luiz Antônio (Caruaru). A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) promove neste sábado (18), a partir das 17h, a diplomação de dois Patrimônios Vivos do Estado, durante a programação da 21ª Fenearte (Feira Nacional de Negócios do Artesanato), no Centro de Convenções: mestre Ana Lúcia do Coco (Olinda) e do mestre Luiz Antônio (Caruaru).</p>
<p>A entrega dos diplomas será no estande da Fundarpe dentro da Fenearte (600 &#8211; 601), localizado na Rua 21, e contará com a presença do coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan, e dos familiares dos mestres. <em>&#8220;Além da diplomação, a ideia é trazê-los para nosso estande para que eles conheçam a exposição &#8216;Patrimônio Vivo de Pernambuco – A pessoa como Patrimônio&#8217;, que retrata um pouco da trajetória deles, enquanto brincantes e guardiões da cultura popular pernambucana&#8221;</em>, adianta Renan.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO</span></strong><br />
Ana Lúcia é uma das atrações culturais confirmadas da Fenearte. Ao lado do Pastoril Estrela de Belém, ela apresenta-se no sábado (18), a partir das 19h, no palco próximo à Praça de Alimentação. Já Luiz Antônio é um dos expositores da Alameda dos Mestres. No estande 14, é possível visitar e adquirir suas peças.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MOSTRA</strong></span><br />
A exposição &#8220;Patrimônio Vivo de Pernambuco – A pessoa como Patrimônio&#8221; apresenta, por meio de registros documentais, fotos e vídeos, o atual panorama do Registro dos Patrimônios Vivos de Pernambuco (RPV-PE), edital promovido pela Fundarpe que, entre 2005 e 2021, titulou 75 mestres, mestras e grupos pernambucanos. A proposta é destacar as regiões e localidades onde residem e trabalham pessoas, grupos e comunidades dedicadas à produção da arte e especialmente à manutenção da memória cultural e da salvaguarda de nossos patrimônios culturais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PERFIL</strong></span></p>
<div id="attachment_50172" aria-labelledby="figcaption_attachment_50172" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/ Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637025183_e3e2f4bf7c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-50172" alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637025183_e3e2f4bf7c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Ana Lúcia do Coco será uma das atrações da Fenearte deste sábado (18)</p></div>
<p><strong> Mestra Ana Lúcia (Olinda) -</strong> Com 77 anos de idade, dos quais mais de 70 são dedicados à cultura popular, sempre foi das artes e cresceu ouvindo seu pai cantarolar afinado enquanto trabalhava. Ainda menina se envolveu com o samba de coco e desde então fez desse saber sua vida. Ainda por herança, tornou-se mestra do Pastoril Estrela de Belém, Foi mestra do grupo de coco do Amaro Branco e posteriormente fundou o grupo de coco Raízes do Coco. A mestra participa de vários eventos musicais e de formação. Realiza atividades o ano todo, a partir de sua casa, desde oficinas, ensaios e apresentações.</p>
<div id="attachment_86948" aria-labelledby="figcaption_attachment_86948" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mestre-Luiz-Antônio-DIVULGAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-86948" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mestre-Luiz-Antônio-DIVULGAÇÃO-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Antônio é um dos expositores da Alameda dos Mestres</p></div>
<p><strong>Mestre Luiz Antônio (Caruaru) -</strong> Nascido em 1935, no Alto do Moura, Luiz Antônio da Silva é considerado um dos principais nomes na arte popular brasileira. É discípulo contemporâneo do Mestre Vitalino, dando continuidade ao legado do maior nome do barro do Brasil. Recebeu vários prêmios nacionais e é conhecido por retratar as profissões, além de esculpir automóveis e motocicletas. Para perpetuar o trabalho produzido pelo artista, um museu privado está em construção nos fundos de seu ateliê.</p>
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		<title>Patrimônios Vivos de Pernambuco reúnem-se em live para celebrar o São João e seus ritmos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 18:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vésperas do São João, o programa Diálogos Culturais em Rede, exibido pelo canal da Secult-PE no Youtube (www.youtube.com/SecultPE), sempre às terças-feiras, às 19h, traz uma conversa sobre os ritmos que não podem faltar no São João em Pernambuco: o coco, o forró e a ciranda. Para o bate-papo, que acontece na próxima terça-feira (22), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-18-at-14.57.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85525" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-18-at-14.57.58-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Às vésperas do São João, o programa Diálogos Culturais em Rede, exibido pelo canal da Secult-PE no Youtube (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>), sempre às terças-feiras, às 19h, traz uma conversa sobre os ritmos que não podem faltar no São João em Pernambuco: o coco, o forró e a ciranda.</p>
<p>Para o bate-papo, que acontece na próxima terça-feira (22), foram convidados Patrimônios Vivos de Pernambuco: Mestra Ana Lúcia Nunes, a coquista de Amaro Branco, em Olinda, a Mestra da ciranda, Cristina de Andrade, e Salatiel D’Camarão, que não é patrimônio vivo, mas filho de um, o já falecido Mestre Camarão. Salatiel é historiador e forrozeiro. Como mediadora, a convidada é a historiadora e pesquisadora na área de cultura popular, Carmem Lélis.</p>
<p><strong>Patrimônio Vivo</strong><br />
<em>“O concurso do registro do Patrimônio Vivo do estado de Pernambuco faz parte de um conjunto de políticas de salvaguarda do patrimônio imaterial e, nessa perspectiva, são valorizados as pessoas e os grupos que mantêm atividades ligadas aos saberes artísticos e tradicionais em diferentes segmentos&#8221;</em>, esclarece Marcelo Renan, historiador, pesquisador e gestor da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><em>“Esse reconhecimento é direcionado à pessoa, àquele sujeito que, por conta de sua trajetória dentro de diferentes áreas artísticas e dos saberes tradicionais, garante a continuidade desses saberes e a transmissão para novas gerações. Por isso é tão importante reconhecê-los não apenas com o valor financeiro pelas bolsas a que têm direito os Patrimônios Vivos do estado, mas reconhecer o conjunto de atividades que eles realizam nas suas comunidades, apoiando e fomentando também outros momentos em que as tradições culturais deles acabam acontecendo”</em>, completa Renan.</p>
<p>Filho de um dos primeiros Patrimônios Vivos do estado, Mestre Camarão, Salatiel D’Camarão concorda:<em> “A política pública do Patrimônio Vivo proporciona nova formação de plateia, além de formar novos profissionais na área. Tenho muita sorte de ser filho do mestre. Fui filho, amigo e aluno do mestre. Pude usufruir do conhecimento e da vivência, ser ´doutrinado´”</em>.</p>
<p>O São João, para Salatiel, tem cheiro, imagem, som, movimento.<em> “Traz muitas lembranças sensoriais. É o melhor período do ano, quando podemos confraternizar desde com nossos ancestrais até com nossos filhos”</em>, conta ele.</p>
<p>Já a Mestra Cristina de Andrade relata que aprendeu a ser cirandeira <em>“dentro da ciranda”</em>, já que toda a sua família é cirandeira. Ser Patrimônio Vivo é um reconhecimento que vem pra ela depois de muito trabalho.<em> “Valoriza muito o trabalho da gente”</em>. Saudades do São João tem muitas: tinha dia que cantava em cinco lugares diferentes. <em>“Era a época que a gente mais praticava”</em>, relembra.</p>
<p>Quase como se tivesse cantando um coco, Mestra Ana Lúcia diz: <em>“Eu amo o coco e amo o São João. No coco, já encontrei todo mundo trabalhando. Estou aqui pra contar a história pra vocês. Estamos trabalhando por amor”</em>, fala. <em>“Faço tudo por amor à São João Batista e Santo Antônio”</em>. Nascida no meio do coco, disse uma vez pro marido, caso ele implicasse com a escolha dela: <em>“Você pode ir, que o coco é meu!”</em>.</p>
<p>Os Patrimônios Vivos de Pernambuco são o elo entre a cultura e o povo. Em agosto, o Conselho Estadual de Preservação de Patrimônio Cultural divulga novos Patrimônios Vivos.</p>
<p><strong>Diálogos Culturais em Rede</strong><br />
O webprograma “Diálogos Culturais em Rede” está promovendo, em junho, uma série de conversas sobre uma das festas mais tradicionais do Nordeste, o São João. O próximo programa, no dia 29 de junho, será em parceria com a Cepe Editora e tem como tema &#8220;Literatura e Canção Popular: o Forró na berlinda&#8221;.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Coco, forró e ciranda são tradição&#8221;, com Salatiel D&#8217;Camarão, Cristina Andrade e Mestra Ana Lúcia, e mediação de Carmem Lélis<br />
Quando: 22 de junho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Governo de Pernambuco elege os seis novos Patrimônios Vivos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-elege-os-seis-novos-patrimonios-vivos/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[As Pretinhas do Congo]]></category>
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		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Grupo Cultural e Religioso Guardiões(ãs) de São Gonçalo de Itacuruba]]></category>
		<category><![CDATA[J. Michellis]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Ana Lúcia]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônios Vivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Seis novos Patrimônios Vivos foram eleitos nesta sexta-feira (4), por meio do XV Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. São eles: Mestra Ana Lúcia (Coco-Olinda); Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda (Frevo-Olinda); Grupo Cultural e Religioso Guardiões(ãs) de São Gonçalo de Itacuruba (Dança de São Gonçalo-Itacuruba); J. Michiles (Frevo-Olinda); As Pretinhas do Congo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seis novos Patrimônios Vivos foram eleitos nesta sexta-feira (4), por meio do XV Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. São eles: <strong>Mestra Ana Lúcia</strong> (Coco-Olinda); <strong>Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda</strong> (Frevo-Olinda); <strong>Grupo Cultural e Religioso Guardiões(ãs) de São Gonçalo de Itacuruba</strong> (Dança de São Gonçalo-Itacuruba); <strong>J. Michiles</strong> (Frevo-Olinda); <strong>As Pretinhas do Congo</strong> (Cultura Negra-Goiana) e <strong>Dona Menininha do Alfenim</strong> (Doceira-Agrestina).</p>
<p>A eleição de mestres e mestras e dos grupos aconteceu durante uma reunião virtual do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/conselhodepreservacao/" target="_blank">Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC)</a></strong>, com a presença do secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, do presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Marcelo Canuto, além de 16 conselhereiros do CEPPC. Com os novos eleitos, Pernambuco agora conta com 69 Patrimônios Vivos titulados.</p>
<p><em>“A escolha dos novos Patrimônios Vivos de Pernambuco reforça ainda mais o conjunto de ações de valorização dos nossos mestres, mestras e grupos tradicionais e detentores do saber, que se constituem um dos principais eixos da política pública de cultura do nosso Estado”,</em> coloca o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, ressaltando que nesta edição existem vencedores representantes da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.</p>
<p>Marcelo Canuto também destaca o papel fundamental do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, que auxiliou no processo de divulgação do prêmio “fazendo com que, mesmo tendo alterado o seu calendário, por conta da pandemia, o Registro do Patrimônio Vivo tenha atraído um número recorde de inscrições de candidaturas”.</p>
<p>A eleição dos Patrimônios Vivos é composta por várias etapas. Após o período de inscrição, os candidatos passam pela fase de análise documental. Uma vez habilitados, os nome dos inscritos seguem para a Comissão de Análise, que analisa se as candidaturas cumprem os critérios estabelecidos na Lei 12.196/2002 (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), como relevância cultural e transmissão de saberes. Nessa edição, 99 candidatos concorreram e tiveram as suas candidaturas analisadas pelo conselho.</p>
<p>Os escolhidos passam a receber o diploma do Governo de Pernambuco com o título de “Patrimônios Vivos de Pernambuco” além de uma bolsa mensal vitalícia no valor de R$ 1.600,00 (no caso de pessoa física) e R$ 3.200,00 (quando for grupo, entidade, agremiação ou associação).</p>
<p>O Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco tem por finalidade o apoio financeiro e a preservação dos processos de criação e divulgação de técnicas, modos de fazer e saberes das culturas tradicional ou popular pernambucanas mediante atividades, ações e projetos desenvolvidos por pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural, sem fins lucrativos, residentes ou domiciliados e com atuação no Estado há mais de 20 anos, contados da data do pedido de inscrição.</p>
<p><strong>Confira um breve histórico dos eleitos:</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637025183_e3e2f4bf7c_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50172" alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637025183_e3e2f4bf7c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><strong>Mestra Ana Lúcia (Olinda) -</strong> Com 76 anos de idade dos quais mais de 70 são dedicados à cultura popular, sempre foi das artes e cresceu ouvindo seu pai cantarolar afinado enquanto trabalhava. Ainda menina se envolveu com o samba de coco e desde então fez desse saber sua vida. Ainda por herança, tornou-se mestra do Pastoril Estrela de Belém, Foi mestra do grupo de coco do Amaro Branco e posteriormente fundou o grupo de coco Raízes do Coco. A Mestra participa de vários eventos musicais e de formação. Realiza atividades o ano todo, a partir de sua casa, desde oficinas ensaios e apresentações.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/49701834903_594e288b31_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80422" alt="Marcelo Lyra/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/49701834903_594e288b31_k-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a></p>
<p><strong>Clube Carnavalesco Misto Elefante de Olinda (Olinda) &#8211; </strong>Em 1950, no Carnaval de Olinda, um grupo de jovens, teve a ideia de pegar um biscuit que decorava a geladeira, em formato de elefante, e sair com ele pelas ruas. Encontraram pelo caminho a Pitombeira dos Quatro Cantos logo em seguida. No ano posterior saíram pelas ruas novamente, usando camisas do time do Bonfim, brancas e vermelhas. Até este momento não havia intenção de se criar um bloco. O mesmo veio a ser criado de fato em 12 de fevereiro de 1952. Seu hino, &#8220;Olinda nº 2&#8243;, foi composto por Claudio Nigro e Clóvis Pereira; é uma das mais executadas no carnaval de Pernambuco e é considerado um hino de Olinda. Ela chegou a ser oferecida à Pitombeira, que a recusou. Três anos depois, ao ser criado o bloco, foi oferecida ao Elefante, que aceitou após Cláudio Nigro incluir a palavra &#8220;elefante”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_20200207_084545.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80438" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_20200207_084545-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>Grupo Cultural e Religioso Guardiões (ãs) de São Gonçalo de Itacuruba (Itacuruba) -</strong>  O grupo de São Gonçalo de Itacuruba representa para a microrregião de ltacuruba uma manifestação de fé, cultura e resistência as maiores adversidades que um município e seu povo passaram através dos tempos. A existência desta manifestação remota a mais de cem anos, quando a atual ltacuruba era no distrito do município de Floresta e posteriormente de Belém do São Francisco. Por isso a forte ligação entre os dançadores(as) e tocadores(as) nas rodas de São Gonçalo, pois estes tinham e tem laços de família e até moradia nestes municípios.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/06.07.2015_Making_Off_Alfenim_Fotos_Adriano_Monteiro-5214.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80425" alt="Adriano Monteiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/06.07.2015_Making_Off_Alfenim_Fotos_Adriano_Monteiro-5214-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p><strong>Dona Menininha do Alfenim (Agrestina) -</strong> O alfenim que era vendido na Feira de Caruaru, hoje Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, era advindo de Agrestina, que é detentora da tradição centenária de produção de Alfenim. O açúcar com alma de gente, como bem definiu em poesia o autor Claribalte Passos, era moldado pelas mãos habilidosas da mãe de Cazuza, Maria Belarmina, conhecida como Dona Menininha do Alfenim. Hoje, com 93 anos de idade.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39407106974_62cdb2b1dc_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57783" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39407106974_62cdb2b1dc_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><strong>J. Michiles (Olinda) -</strong> José Michiles da Silva, ou simplesmente, J. Michiles nasceu no Recife em 4 de fevereiro de 1943. Completou, portanto, no carnaval de 2020, 77 anos de idade. Pelo menos cinquenta deles foram dedicados à música e ao ensino. Compositor pernambucano consagrado na área do frevo, pode-se dizer que ele é criador de uma escola que traz como marcas indeléveis a leveza dos temas, a cadência bem mareada, o sincopado das frases, e a simplicidade musical como regra básica. &#8220;Difícil é fazer o fácil&#8221;, costuma dizer o compositor. Deve ser mesmo, pois não há hoje em Pernambuco compositor de frevos canção que se destaque como ele. &#8220;Depois de Capiba, é o compositor mais executado no Carnaval&#8221;, nas palavras do maestro Ademir Araújo. Em 2019, Jota Michiles teve sua biografia contada pelo escritor e pesquisador Carlos Eduardo Amaral, no livro Jota Michiles — Recife Manhã de Sol, lançada pela CEPE Editora. Apesar de suas composições serem mais conhecidas na voz de Alceu Valença, Michiles emprestou suas canções a artistas como Fafá de Belém (Fazendo Fumaça, Forró Fogoso e Negue), Dominguinhos (Estrela Gonzaga), Amelinha (Recife Nagô), Marrom Brasileiro (Nação Brasileira), André Rio (Queimando a Massa e Babado da Morena), Claudionor Germano (Queimando a Massa), Banda Pinguim (Queimando a Massa), Versão Brasileira (Perna Pra Que Te Quero), Nádia Maia (Espelho Doido), Novinho da Paraíba (Forró Fogoso) e Coral do Bloco da Saudade (Sonhos de Pierrô, Obrigado Criança e Bloco da Saudade), entre outros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/4349934925_a211d9847e_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80423" alt="Izabela do Vale/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/4349934925_a211d9847e_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>As Pretinhas do Congo (Goiana) &#8211; </strong>Fundado no ano de 1936, na comunidade ribeirinha do Baldo do Rio, antigo porto da cidade de Goiana, a Nação Africana Pretinhas do Congo de Goiana (no tempo “Pretinha do Congo”) é uma brincadeira popular originaria da cidade de Goiana de tradição afrodescendente, qual através de suas evoluções, da teatralidade, das danças e sua singular musicalidade, representa a vida cotidiana dos escravos negros trabalhadores dos engenhos da Zona da Mata Norte de Pernambuco. A Nação Africana Pretinha do Congo é uma singularíssima representação da cultura negra no estado de Pernambuco, símbolo da resistência das tradições e culturas afrodescendentes brasileiras. Apenas se tem conhecimento da existência de dias Pretinhas do Congo, ambas da cidade de Goiana-PE, uma sediada no litoral da cidade, fundada no ano de 1930, e a outra na área na comunidade de pescadores do Baldo do Rio, incluída na área urbana do município.</p>
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		<title>Coco do Mestre Aroeira anima Olinda neste sábado (16)</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 15:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Ana Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Aroeira]]></category>

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		<description><![CDATA[É neste sábado, 16/06, a edição 2018 do tradicional Coco do Mestre Aroeira na casa da Mestra Ana Lúcia. O festejo no bairro do Amaro Branco, em Olinda, é realizado desde 1985 e reúne mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro. O evento é aberto a todos os interessados. Antes de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É neste sábado, 16/06, a edição 2018 do tradicional<a href="https://www.facebook.com/events/212216339575417/" target="_blank"><strong> Coco do Mestre Aroeira</strong></a> na casa da Mestra Ana Lúcia. O festejo no bairro do Amaro Branco, em Olinda, é realizado desde 1985 e reúne mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro. O evento é aberto a todos os interessados.</p>
<p>Antes de iniciar as apresentações culturais o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, a partir das 19h. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<div id="attachment_56322" aria-labelledby="figcaption_attachment_56322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/mestra-ana-lucia-do-coco-foto-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-56322" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/mestra-ana-lucia-do-coco-foto-secult-pe-fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A mestra Ana Lúcia do Coco abre novamente as portas de sua casa para o festejo </p></div>
<p>A programação cultural vai ter a presença dos grupos Estrelinhas do Coco, Mestra Ana Lúcia, Coco dos Pretos, Coco da Resistência, Coco do Catucá, Nilton Jr, Bongar, Batuque das Morenas, Coco do Farol, Mestres e Mestras do Coco Pernambucano, Afoxé Oxum Pandá e Escola de Samba Preto Velho.</p>
<p>Por se tratar de uma sambada, não existe uma programação específica, é por ordem de chegada. O mestre ou o grupo chega e fica na fila esperando sua vez. Já a brincadeira vai até a hora que o público aguentar, &#8220;mas normalmente seguimos até umas 3h ou 4h da madrugada”, explica Don Marcos, discípulo de Ana Lúcia.</p>
<div id="attachment_53999" aria-labelledby="figcaption_attachment_53999" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/MN__0135.jpg"><img class="size-medium wp-image-53999" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/MN__0135-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Bongar é uma das atrações confirmadas</p></div>
<p>Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Coco do Mestre Aroeira</strong><br />
Sábado (16) | 21h<br />
Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco, Olinda<br />
Gratuito</p>
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		<title>Tradição do Coco do Mestre Aroeira anima Olinda neste sábado (17)</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Amaro Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Batuque das Morenas]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Mestra Ana Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Coco da Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Coco do Manuel]]></category>
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		<category><![CDATA[Estrelinhas do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Jurema Sagrada]]></category>
		<category><![CDATA[Mestra Ana Lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Aroeira]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma edição do tradicional Coco do Mestre Aroeira acontecerá neste sábado (17), na casa da Mestra Ana Lúcia, no bairro do Amaro Branco, em Olinda. Realizado na comunidade desde 1985, a festividade é aberta ao público e reúne, a partir das 20h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49912" aria-labelledby="figcaption_attachment_49912" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE.</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/7601339044_cf63295575_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49912" alt="Marcelo Soares/Secult-PE." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/7601339044_cf63295575_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Coco dos Pretos é uma das atrações do tradicional Coco do Mestre Aroeira</p></div>
<p>Mais uma edição do tradicional<a href="https://www.facebook.com/events/461713694168851/" target="_blank"> Coco do Mestre Aroeira</a> acontecerá neste sábado (17), na casa da Mestra Ana Lúcia, no bairro do Amaro Branco, em Olinda. Realizado na comunidade desde 1985, a festividade é aberta ao público e reúne, a partir das 20h, mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro, além do Mestre Galo Preto, numa verdadeira noite de festa popular.</p>
<p>Antes de iniciar as apresentações culturais o Mestre Aroeira, que também é mestre em Jurema Sagrada, promove o ritual da gira, a partir das 18h, no qual Stênio, filho da Mestra Ana Lúcia, incorpora entidades africanas. A festividade, que faz parte das celebrações juninas da comunidade, antecede a novena do mês de junho, também realizada no local.</p>
<div id="attachment_49911" aria-labelledby="figcaption_attachment_49911" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/19748712989_dc93c0a498_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49911" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/19748712989_dc93c0a498_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festa é aberta ao público e reúne mestres e grupos de coco de roda originados no próprio bairro</p></div>
<p><em>“A programação cultural vai ter a presença dos grupos Batuque das Morenas, Estrelinhas do Coco, Coco dos Pretos, Coco da Resistência, Coco do Manuel e outros mestres de Olinda, como a Mestre Ana Lúcia e o Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Por se tratar de uma sambada, não existe uma programação específica, é por ordem de chegada. O mestre ou o grupo chega e fica na fila esperando sua vez. Já a brincadeira vai até quando a galera aguentar, mas normalmente seguimos até umas 3h ou 4h da madrugada”</em>, explica Don Marcos, discípulo de Ana Lúcia.</p>
<p>Em sua casa, além da Sambada do Mestre Aroeira, a Mestra Ana Lúcia mantém as tradições da trezena de Santo Antônio, do Acorda Povo e do Coco da Comunidade. Ela também é coordenadora do Pastoril Estrela de Belém e do grupo Estrelinhas do Coco, ambos constituídos por crianças e adolescentes do Amaro Branco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Coco do Mestre Aroeira</em><br />
Sábado (17) | 20h<br />
Casa da Mestra Ana Lúcia (Rua Alto do Sarapião, nº 195, Amaro Branco, Olinda<br />
Gratuito</p>
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