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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestre Biu</title>
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		<title>Pátio de São Pedro recebe o 1º Festival de Cultura Negra de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 19:49:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106552" aria-labelledby="figcaption_attachment_106552" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Coco-Raízes-de-Arcoverde_Divulgação-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-106552" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Coco-Raízes-de-Arcoverde_Divulgação-1-607x370.jpg" width="607" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Raízes de Arcoverde</p></div>
<p>Recife recebe nesta terça-feira (21), a partir das 18h, no Pátio de São Pedro, no bairro de São José, área central da cidade, a primeira edição do Festival de Cultura Negra de Pernambuco, Afrofest. O evento, com acesso gratuito, promove uma noite de junção artística plural do Estado com muito samba, hip hop, coco, afoxé, frevo e maracatu, além de exposição de artes.<br />
O Afrofest é concebido e idealizado pela ativista e produtora cultural Jadion Helena, com realização da Cria Produções Artísticas e de Turismo. Tem o apoio da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), Secretaria de Cultura do Recife, Prefeitura do Recife, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado.<br />
Dentro da programação há shows com Coco Raízes de Arcoverde, do Sertão do Estado; banda Faces do Subúrbio, pioneira do hip hop em Pernambuco; Orquestra de Bolso, da cidade de Olinda; Pretas do Samba, com Helena Cristina; Gabi do Carmo e Surama Rheis; grupo Edún Àrá Sangô; banda Ojú Obá; Afoxé Filhos de Dandalunda; Coco do Mestre Biu; e Roda de Samba Os Batuqueiros.<br />
Há ainda a exposição <em>Maracatu de Baque Solto: Da Resistência à Resiliência!</em>, com curadoria do articulador cultural João Monteiro. O trabalho exibido é idealizado pelo artista plástico autodidata João Artur, negro e representante do município de Paudalho. Desde 1997 ele pesquisa e pinta os maracatus de baque solto da Zona da Mata Norte de Pernambuco sendo reconhecido com sua arte no Brasil e no mundo.<br />
O 1º Afrofest tem como proposta ser um espaço de protagonismo da música preta e popular para que o fazer cultural seja respeitado, valorizado e visibilizado, além de potencializar a cultura preta de matriz africana e a afro-brasileira em suas diversas formas. Como homenageados o festival tem o cantor e compositor Marrom Brasileiro e, in memoriam, Marta Almeida, Nado MNU e Geovana Moura, três referências de luta.</p>
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		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
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		<title>De Aliança (PE), Mestre Biu é o convidado desta semana da live &#8220;Conexão Cais&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2021 21:38:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84774" aria-labelledby="figcaption_attachment_84774" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/mestre-biu-Coco-Popular-de-Aliança-foto-eric-gomes-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-84774" alt="Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/mestre-biu-Coco-Popular-de-Aliança-foto-eric-gomes-secult-pe-fundarpe-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Biu comanda o tradicional grupo Coco Popular de Aliança</p></div>
<p>De influência africana e contribuição indígena, as rodas de coco se formaram no século 19, nas áreas de cana-de-açúcar, com cortejo formado por homens, mulheres e crianças, que dançavam até o sol raiar. Posteriormente, foram ganhando corpo e se manifestando no litoral e nos centros urbanos. Em Aliança, na Zona da Mata de Pernambuco, a cultura se manifesta pela rima e pelo canto-dança das rodas de coco, ao lado do maracatu, também forte na região. E o maior incentivador da propagação do coco nesta parte do Estado é o Mestre Biu, um dos grandes mestres do Brasil.</p>
<p>O Centro Cultural Cais do Sertão esmiúça o surgimento do coco de roda, da rima e do legado do Mestre Biu em nova live do quadro quinzenal Conexão Cais. O programa faz parte da grade de programação do Instagram do museu (<a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a>) e reflete sobre os artistas, a cultura e a sociedade. O bate-papo desta semana será transmitido nesta quinta-feira (20), às 17h.</p>
<p>Durante a live, cuja mediação fica a cargo do educador da casa Sandro Santos, Mestre Biu poderá compartilhar com os internautas detalhes basilares sobre a infância, o seu legado, as suas influências artísticas e a missão de integrar os aliancenses nas manifestações culturais do município.</p>
<p><em>“Trazer Mestre Biu ao Conexão Cais reforça a missão do museu em interagir com artistas, acadêmicos e gestores culturais e museais, e ajuda ao todo na crucial reflexão sobre a cultura, a arte, os patrimônios e as causas sociais”</em>, analisa a coordenadora de Conteúdo do Cais, Clarice Andrade.</p>
<p>Além das transmissões ao vivo, o Cais também conta com seleções temáticas sobre os mais diversos ritmos que predominam em Pernambuco por meio do seu canal no Spotify. Há seleções para todos os gostos: desde repertórios dedicados ao Rei do Baião, como “Luiz Gonzaga”, “Gonzaga em Outras Vozes” e “O Sertão cantado por Gonzaga”, a listas com sucessos de músicos da cena local, a exemplo de Cristina Amaral e Quinteto Violado. Destaque para as homenagens ao Recife, como a lista “Saudade do Recife”, proposta por Johnny Hooker, além de um tributo a Naná Vasconcelos.</p>
<p>O Cais do Sertão segue fechado para visitação presencial, em respeito às medidas de controle ao novo coronavírus, determinadas pelo Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>SOBRE MESTRE BIU -</strong> Severino José de França, o Mestre Biu do Coco, como é mais conhecido, é aliancense e tem uma trajetória de mais de 20 anos na cultura popular, tendo levado sua arte para Estados como Bahia, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e até fora do Brasil. O mestre já se apresentou em Paris. Atualmente, lidera o grupo Coco Popular de Aliança, fundado há mais de 20 anos, o Coco do Mestre Biu de Aliança, e a Ciranda Xodó de Aliança, fundada em 2019. Além da liderança em grupos populares, Mestre Biu tem se dedicado à transmissão do seu conhecimento às próximas gerações, através de oficinas e documentários audiovisuais. Sua poesia alegre e contagiante retrata muitas cenas da vida na zona rural e convida todo mundo para arrastar o pé no terreiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live Conexão Cais, com o Mestre Biu<br />
Quando: 20 de maio de 2021 (quinta-feira), às 17h<br />
Transmissão pelo perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a></p>
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