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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestre Nado</title>
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		<title>Governo de Pernambuco aposta na cultura e na arte como aliadas no processo de ressocialização</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 20:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentar uma nova perspectiva, um novo olhar para a vida, novas possibilidades para um recomeço. Foi com esse propósito que o Governo de Pernambuco, por meio das suas Secretarias de Cultura e da Criança e Juventude, levou um grupo de jovens mulheres da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para aula com o artesão e oleiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.54.53.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108679" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.54.53-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Apresentar uma nova perspectiva, um novo olhar para a vida, novas possibilidades para um recomeço. Foi com esse propósito que o Governo de Pernambuco, por meio das suas Secretarias de Cultura e da Criança e Juventude, levou um grupo de jovens mulheres da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) para aula com o artesão e oleiro Mestre Nado, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A iniciativa integra o “Projeto Viva (mente)”, que objetiva oferecer uma forma segura e criativa de explorar emoções, experiências e identidades aos socioeducandos.</p>
<p>As jovens conheceram as principais obras do mestre e aprenderam algumas técnicas de modelagem com o artista, considerado um poeta do barro e do som. “Mestre Nado apresentou um combo de boas práticas que transcende um simples encontro. Para além da olaria, aprendemos muito sobre humildade, generosidade e resiliência”, disse o secretário da Criança e Juventude, Ismênio Bezerra. Ainda segundo o gestor, “a cultura é um fator transformador na vida das pessoas e, certamente, abrirá novos horizontes para os jovens e adolescentes em cumprimento de medida na Funase”.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.36.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108680" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.36-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Promovendo o autoconhecimento e a autoaceitação dos participantes, a iniciativa atua também no estímulo do desenvolvimento de habilidades sociais importantes, como: trabalho em equipe, comunicação, empatia, pensamento crítico e resolução de conflitos. Para o Gerente de Educação e Direitos Humanos da Secult-PE, Luciano Freitas, é importante pensar a cultura não apenas numa perspectiva de fruição e entretenimento, mas também em uma perspectiva de contribuir na mediação de conflitos, na ressocialização. Ou seja, a cultura na perspectiva pedagógica. “A formação, nesta perspectiva, para esses meninos e meninas privados de liberdade, é uma forma que a cultura tem de potencializar mudança de vida”, comentou Luciano.</p>
<p>Os olhos curiosos das adolescentes não escondiam o interesse pelo novo. “Eu achei uma experiência ótima. Uma participação incrível do Mestre. Isso eu vou levar para a vida toda. Gostei muito de poder ter tocado na argila e ter conhecido um pouco da história cultural. Foi uma oportunidade única. Nunca imaginaria que com argila se pudesse tocar música”, comemorou a socioeducanda A.R.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.55.31.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108681" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.55.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Hoje pudemos vivenciar uma experiência única. Podemos trazer nossas adolescentes para conhecer o ateliê do Mestre Nado e ter contato direto com sua obra, e com os materiais de feitura. Ver como são feitos os instrumentos e aprender a fazer algumas modelagens. É uma experiência que acrescenta aspectos positivos para esses jovens levarem para a vida toda”, comentou Eveline Souza, coordenadora do eixo Cultura, Lazer e Esporte da Funase.</p>
<p>Aguinaldo da Silva, o Mestre Nado, tem no seu currículo inúmeros projetos de destaque e sucesso, tendo assinado trabalhos com grandes referências da cultura pernambucana, como Francisco Brennand, e também intervenção em espaço urbano com a icônica obra no Museu do Trem, o conhecido painel de locomotivas. Já em seu próprio ateliê, experimentando técnicas para inovar sua produção, o artista lembra que aprendeu com o tio a fazer apitos com o caule da folha do jerimum e da folha de coqueiro. Então, resolveu testar o mesmo apito, em uma bola oca de cerâmica, que já vinha produzindo como objeto apenas decorativo. Ele nunca havia tocado nenhum instrumento de sopro: dois furos em uma bola oca. Então, sentiu que tinha descoberto algo especial.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108682" alt="Crédito: Eduardo Cunha - Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-23-at-13.56.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“Quando o cérebro percebe que você modelou com as mãos o que ele estava pensando é uma sensação incrível de criatividade. A argila proporciona essa sensação de equilíbrio e tranquilidade. Não precisa nem de muita introdução. Quando você pega na argila e sente que a está dominando é um processo intuitivo. O barro é um fio que nos une uns aos outros. É o fio condutor”, detalhou Mestre Nado.</p>
<p>A parceria entre Secult-PE, SCJ e Funase se estenderá para novos projetos ainda no mês de março deste ano com novas oficinas e temáticas diversas a serem exploradas, sempre na expectativa de contemplar socioeducandos de todas as regiões do estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estudantes do Sertão do Pajeú recebem edições do Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 12:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72810" aria-labelledby="figcaption_attachment_72810" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Mestre-Nado_Foto-de-Foto-Jan-Ribeiro_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-72810 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Mestre-Nado_Foto-de-Foto-Jan-Ribeiro_Secult-PE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Em agosto deste ano, Mestre Nado recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>O Outras Palavras, projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), terá duas edições nesta semana no Sertão do Pajeú: nesta terça-feira (12), no município de Itapetim; e na próxima quarta-feira (13), em Afogados da Ingazeira. Nas duas ocasiões, estudantes da rede pública vão conhecer de perto o trabalho artístico de José Juva, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, e o Mestre Nado, Patrimônio Vivo do estado.</p>
<p>Em Itapetim, estudantes de várias escolas públicas da cidade se reunirão das 14h às 17h na Igreja Matriz de São Pedro, no centro da cidade, para conversar com os artistas. Em São José do Egito, a programação será realizada no Cinema São José, compondo a programação do Festival Sertão Alternativo Afogados da Ingazeira.</p>
<div id="attachment_65074" aria-labelledby="figcaption_attachment_65074" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375811970_eb691cbb3e_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65074" alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375811970_eb691cbb3e_h-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas</p></div>
<p>Poeta, ensaísta, jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura. O escritor José Juva foi um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8220;Watsu&#8221; (2016). Publicou também os livros: “Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva” (2012), “Vupa” (2013), e “Breve Breu – escritos sobre literatura e cinema” (2014).</p>
<p>Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense Mestre Nado é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Em agosto deste ano, o artista recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, durante solenidade no Teatro de Santa Isabel.</p>
<p>Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, a iniciativa, voltada aos jovens estudantes da rede pública, “traz para esses jovens das escolas públicas o contato com as manifestações diversas da nossa cultura, de Patrimônios Vivos a Pontos de Cultura, e de grupos que trabalham com as expressões do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco”, detalha.</p>
<div id="attachment_72809" aria-labelledby="figcaption_attachment_72809" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/José-Juva_Foto-de-Foto-de-Jorge-Farias_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-72809 " alt="José Juva_Foto de Foto de Jorge Farias_Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/José-Juva_Foto-de-Foto-de-Jorge-Farias_Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">José Juva foi um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8220;Watsu&#8221; (2016).</p></div>
<p>“Até o final do ano, este projeto terá circulado por várias escolas e regiões do Estado numa parceria com a Secretaria de Educação, que tem dado um suporte fundamental para a realização das atividades”, disse o secretário.</p>
<p>Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Outras Palavras em Itapetim<br />
Terça-feira (12), das 14h às 17h<br />
Matriz de São Pedro (Centro, Itapetim)</p>
<p>Outras Palavras em Afogados da Ingazeira<br />
Quarta-feira (13), das 9h às 12h<br />
Cinema São José (Centro, Afogados da Ingazeira)</p>
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		<title>Conselho Estadual de Preservação elege seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/conselho-estadual-de-preservacao-elege-seis-novos-patrimonios-vivos-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 19:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa reunião ordinária, nesta quarta-feira (10), o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural elegeu os seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco &#8211; 2019. São eles: Mestre Saúba (Brinquedos populares e mamulengos, de Jaboatão dos Guararapes); Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira (Nazaré da Mata); Mestre Aprígio (artesão do couro, de Ouricuri); Mestre Nado (artesão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Numa reunião ordinária, nesta quarta-feira (10), o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural elegeu os seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco &#8211; 2019. São eles: Mestre Saúba (Brinquedos populares e mamulengos, de Jaboatão dos Guararapes); Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira (Nazaré da Mata); Mestre Aprígio (artesão do couro, de Ouricuri); Mestre Nado (artesão de instrumentos musicais feitos de barro, de Olinda); Assis Calixto (mestre de coco, de Arcoverde); e Tribo Indígena Carijós do Recife (Caboclinho, do Recife).</p>
<p>Os saberes de cada mestre, a contribuição para a formação cultural dentro do seu território, o tempo de existência, histórico e questões como a regionalização foram citadas pelos conselheiros, nos seis votos que deram, cada um, aos candidatos inscritos no Concurso deste ano.</p>
<p>Este foi o 14º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco &#8211; RPV-PE, uma realização do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O objetivo do prêmio é reconhecer, estimular e proteger iniciativas que contribuem para o desenvolvimento sociocultural e profissional dos mestres e das mestras e grupos de notório saber, “almejando a transmissão de seus conhecimentos e de suas técnicas para alunos ou aprendizes, através de programas de ensino e aprendizagem apoiados ou executados diretamente pela Secult-PE e Fundarpe”.</p>
<p>Os vencedores passam a receber bolsa vitalícia de R$ 1.600 (um mil e seiscentos reais), no caso de pessoa física, e R$ 3.200 (três mil e duzentos reais) no caso de grupos, pessoas jurídicas.</p>
<p><em>“Com esses novos seis patrimônios, passamos a contar com 63 patrimônios vivos no estado. É sempre uma alegria reconhecer novos mestres e grupos que tanto contribuem para nossa cultura e, a partir do prêmio, passam a ser protegidos dentro do que executam, como também a ter o compromisso com a transmissão de seus saberes. Nas diversas ações que promovemos, os Patrimônios Vivos são uma presença constante, quase obrigatória, levando não apenas seu folguedo, mas também interagindo com novos públicos e ministrando aulas, participando de rodas de diálogo, dinamizando como nunca antes puderam fazer, a produção da sua arte”</em>, avalia o presidente da Fundarpe Marcelo Canuto.</p>
<p>Confira breve perfil dos novos Patrimônios Vivos de Pernambuco:</p>
<div id="attachment_69835" aria-labelledby="figcaption_attachment_69835" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Mestre-Saúba-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-69835" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Mestre-Saúba-3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Mestre Saúba (José Antônio da Silva)</strong></p></div>
<p>Mestre Saúba tem uma longa vivência no fazer e criar brinquedos populares. Iniciou suas atividades aos 20 anos de idade, quando conheceu a cigana e artesã Maria do Socorro. A produção de brinquedos artesanais é uma prática na família do mestre: participam também seu irmão mais novo, filho e neta de sete anos. Todos participam do ofício do fazer borboletas, ratinhos, carrinhos, rói-rói e manés gostoso confeccionados com movimento e feitos em madeira de imbaúba.<br />
<strong>Local:</strong> Jaboatão dos Guararapes (Região Metropolitana do Recife) | <strong>Categoria:</strong> brinquedos populares e teatro de bonecos</p>
<div id="attachment_69836" aria-labelledby="figcaption_attachment_69836" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Sampaio/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Maracatu-Cambinda-Brasileira_Foto-André-Sampaio.jpg"><img class="size-medium wp-image-69836" alt="André Sampaio/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Maracatu-Cambinda-Brasileira_Foto-André-Sampaio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Sociedade Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira</strong></p></div>
<p>A história do Cambinda Brasileira começou no Engenho Cumbe. A dona da propriedade, conhecida como Dona Rosinha, permitia que os trabalhadores “brincassem maracatu” no domingo de folga. Gostava de ver e pedia que eles se apresentassem na Casa Grande. Em 1918, Nazaré passou por um ano de crise. Sem ter o que comer, a alternativa era pescar. As tarrafas vinham cheias de cambinda e o peixe acabou dando nome ao maracatu. Primeiro se chamou Cambinda Nova e depois Cambinda Amorosa até Dona Rosinha sugerir homenagear o país, mudando para Cambinda Brasileira.“O primeiro dono do maracatu foi o trabalhador do engenho Severino Lotero. Depois ele não quis mais e passou para João Fulosino e em seguida para João Lauro até meu pai, João Padre, e minha mãe, Dona Joaninha, tomarem conta (em 1945). Quando morreu, ele deixou o maracatu pra mim e meus irmãos João e Antônio e disse que Zé de Carro seria o presidente e mestre caboclo e Dona Biu, a madrinha”, conta José Estevão da Silva (Zé Padre), lembrando do pedido do pai debaixo do pé de jaca. “Falar da história de Cambinda é falar da história do baque solto. É um maracatu de tradição, de peso, respeitado”, diz.<br />
<strong>Local:</strong> Nazaré da Mata (Mata Norte) | <strong>Categoria:</strong> maracatu de baque solto</p>
<div id="attachment_69844" aria-labelledby="figcaption_attachment_69844" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Aprigio.jpg"><img class="size-medium wp-image-69844" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Aprigio-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Mestre Aprígio (José Aprígio Lopes)</strong></p></div>
<p>Nascido em Exu, terra de Luiz Gonzaga, no dia 25 de maio de 1941, José Aprígio Lopes continua em plena atividade de artesão, no município de Ouricuri. Ele confecciona peças em couro e, sem nenhuma pretensão ou arrogância, conta que conhece bem o repertório de Luiz Gonzaga. Ele confeccionou, a partir de 1955, os chapéus de couro usados por Luiz Gonzaga. “Meus chapéus serviram de coroa para os dois grandes reis que conheci, Luiz Gonzaga e Dominguinhos”, diz o Mestre Aprígio.<br />
<strong>Local:</strong> Ouricuri (Sertão do Araripe) |<strong> Categoria:</strong> artesanato em couro</p>
<div id="attachment_69837" aria-labelledby="figcaption_attachment_69837" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arthur Mota/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Mestre-Nado_Foto-Arthur-Mota_Divulgação-Fenearte.jpg"><img class="size-medium wp-image-69837" alt="Arthur Mota/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Mestre-Nado_Foto-Arthur-Mota_Divulgação-Fenearte-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Mestre Nado (Aguinaldo da Silva)</strong></p></div>
<p>Mestre Nado foi criado em meio ao universo do barro e deste se fez homem. A brincadeira com argila vem desde a infância. Aos 10 anos passou a trabalhar como ajudante em uma olaria de quartinhas onde ficou até aos 17 anos. Esse é o local que lhe rende toda qualificação e experiência, mas é em Tracunhaém que o mestre revela toda a força de sua cerâmica figurativa. Já morando em Caixa Dágua, periferia de Olinda, Mestre Nado passa a manter o Centro Cultural Som do Barro, local dedicado à construção de instrumentos musicais a partir do barro.<br />
<strong>Local:</strong> Olinda (Região Metropolitana) |<strong> Categoria:</strong> produção de instrumentos musicais de barro</p>
<div id="attachment_69847" aria-labelledby="figcaption_attachment_69847" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/assis-calixto-foto-roberta-guimaraes.jpg"><img class="size-medium wp-image-69847" alt="Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/assis-calixto-foto-roberta-guimaraes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Assis Calixto (Francisco de Assis Calixto Montenegro)</p></div>
<p>Mestre Assis Calixto é natural de Sertânia, e reside em Arcoverde há 67 anos. O mestre é reconhecido no Estado por suas composições e aglutina em seu currículo turnês nacionais e internacionais difundindo o samba de coco, dentro do grupo Coco Raízes de Arcoverde. As composições do Mestre Assis Calixto retratam a vida do sertanejo, elementos da natureza e dos animais. O mestre também confecciona as tamancas de madeira utilizadas para dançar o coco, bastante difundidas pelos integrantes do Coco Raízes em suas apresentações.<br />
<strong>Local:</strong> Arcoverde (Sertão do Moxotó) | <strong>Categoria:</strong> artesanato e coco de roda</p>
<div id="attachment_69848" aria-labelledby="figcaption_attachment_69848" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias//Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/tribo-carijo-do-recife-jorge-farias.jpeg"><img class="size-medium wp-image-69848" alt="Jorge Farias//Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/tribo-carijo-do-recife-jorge-farias-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Tribo Carijó do Recife</strong></p></div>
<p>A Tribo Indígena Carijós do Recife ou Caboclinho Carijós do Recife é a tribo mais antiga de Pernambuco, com 122 anos de história dedicada à expressão cultural imaterial do Brasil. Ao longo do ano, a Tribo promove oficinas de fantasias, adereços, instrumentos musicais, ritmo e dança, além de rodas de diálogos sobre a cultura indígena e história do caboclinho como processo de transmissão dos saberes e fazeres ligados a esta manifestação cultural.<br />
<strong>Local:</strong> Recife (Região Metropolitana) | <strong>Categoria:</strong> caboclinhos</p>
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		<title>Das mãos no barro ao som de Mestre Nado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O som do barro]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24116" aria-labelledby="figcaption_attachment_24116" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411.jpg"><img class="size-medium wp-image-24116 " title="Mestre Nado" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado cria instrumentos a partir da cerâmica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por <strong>Mestre Nado</strong>. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Música que se materializa em <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>, nome do disco que lança, nesta quarta (29), às 16h30, no Museu do Homem do Nordeste (Casa Forte), no Recife. O CD tem incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e traz seis faixas, frutos da vivência de Nado com o manuseio desses elementos que se transformam em arte.</p>
<p>Aos 69 anos, Mestre Nado (cujo nome de batismo é Aguinaldo da Silva) começou produzindo quartinhas de barro, mas, despretensiosamente, viu que daquelas produções era possível chegar a um outro resultado: a ocarina. O instrumento de sopro tornou-se sua principal marca, o que lhe tornou conhecido no universo da cultura popular e da música. &#8220;<em>Fui trabalhar com Francisco Brennand, com Thiago Amorim, mas ainda não tinha a minha marca. Até que lembrei das bolinhas ocas de barro que eu já fazia quando pequeno. Fui fazendo os furos, coloquei o &#8216;dó-ré-mi&#8217;, e fui, com o tempo, aperfeiçoando a prática. Ainda continuo me aperfeiçoando até hoje</em>&#8220;, conta. Já chegou a ter criações suas utilizadas nas bandas de artistas como Milton Nascimento, Ney Matogroso, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga e Alceu Valença. Mas outros instrumentos vieram. Os de sopro e de percussão: moringas, flautas “Nado”, maracas, raco-raco e o bum d’água.</p>
<p>Ele já perdeu as contas de quantos instrumentos já fez. &#8220;<em>Só de encomenda, para a França, foram umas 1.200 ocarinas, de uma vez só. O resto, não consigo contabilizar, não. Sai muita coisa!</em>&#8220;. O resultado dessas criações fez de Mestre Nado uma referência na arte do instrumentos de cerâmica, ofício que repassou para os filhos Sara, Micael e Júnior. É esta arte que está presente no CD <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>. &#8220;<em>Eu digo que isso é uma pequena grande conquista. Veja como não é bonito você ouvir todos aqueles instrumentos que você criou, com as suas músicas, suas letras, tudo junto, no disco</em>&#8220;. Na apresentação desta tarde, a família completa fará o barro ressoar. Serão distribuídas, gratuitamente, 200 cópias do disco ao público, que poderá conhecer um pouco dos instrumentos criados pelo Mestre.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Mestre Nado e o Som do Barro<br />
Quarta (29), à 16h30<br />
Museu do Homem do Nordeste | Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife/PE</p>
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