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	<title>Portal Cultura PE &#187; mestre sebá</title>
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		<title>Estreias pernambucanas e homenagem ao Mestre Sebá vão marcar 23º Janeiro de Grandes Espetáculos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 15:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>
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		<description><![CDATA[Faltam poucos dias para a realização da 23ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos, um dos mais importantes festivais de artes cênicas que este ano homenageará um dos grandes nomes do teatro pernambucano: o caruaruense Sebastião Alves, mais conhecido como Mestre Sebá. Marcado para acontecer de 12 a 29 de janeiro de 2017, o Janeiro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43510" aria-labelledby="figcaption_attachment_43510" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Viviane Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Sebastião-Alves-foto-Viviane-Santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-43510" alt=" Viviane Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Sebastião-Alves-foto-Viviane-Santos-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A ida do Mestre Sebá ao Rio de Janeiro inspirou a criação da peça &#8216;Olha Pro Céu, Meu Amor&#8217;, que abre a programação no Recife, dia 12, às 20h, no Teatro de Santa Isabel</p></div>
<p>Faltam poucos dias para a realização da <strong><a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2017/" target="_blank">2</a><a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2017/" target="_blank">3ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos</a></strong>, um dos mais importantes festivais de artes cênicas que este ano homenageará um dos grandes nomes do teatro pernambucano: o caruaruense Sebastião Alves, mais conhecido como Mestre Sebá. Marcado para acontecer de 12 a 29 de janeiro de 2017, o Janeiro de Grandes Espetáculos é uma realização da Apacepe, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, co-patrocínio da Prefeitura do Recife e apoio do SESC Pernambuco.</p>
<p>Dentre as atividades relacionadas à homenagem ao Mestre Sebá, a montagem <strong>Olha Pro Céu, Meu Amor</strong> abre a programação no Recife, dia 12, às 20h, no Teatro de Santa Isabel (ingressos a R$ 40 e R$ 20), e fecha a grade de Caruaru no dia 28 de janeiro, às 20h, no Teatro Rui Limeira Rosal/SESC (ingressos a R$ 10 e R$ 5).</p>
<p>A relação de Sebá com o teatro começou na capital do Agreste, em Caruaru, quando foi chamado para atuar na peça <strong>Solte o Boi na Rua</strong> (1979), de Vital Santos, com o Grupo de Teatro Ivan Brandão, dirigido por Nildo Garbo. <em>“Foi narrando minha história para Vital Santos, em 1981, durante a turnê da peça<strong> A Noite dos Tambores Silenciosos</strong>, que surgiu o Olha pro Céu, Meu amor. Este espetáculo conta minha ida ao Rio de Janeiro com o sonho de ganhar dinheiro para comprar uma casa para minha mãe. No caso da peça, o protagonista quer ir ao Rio de Janeiro para conhecer Roberto Carlos e ser artista”</em>, explica o Mestre Sebá, que só conseguiu emprego nas obras do metrô da cidade.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dOSvnr2PHd0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Olha pro Céu, Meu amor</strong> já foi apresentada numa outra edição do Janeiro de Grandes Espetáculos, também no Teatro de Santa Isabel, em 2006, no período em que o mestre lutava contra um câncer. Naquele ano ele recebeu um prêmio especial do júri pelos 23 anos de atuação na montagem, que estreou em 1983 e já circulou por várias cidades brasileiras.</p>
<p>Outra relação cultivada pelo Mestre Sebá com intimidade é a com o teatro de bonecos. Numa cena em <strong>A Noite dos Tambores Silenciosos</strong>, apaixonou-se pelo mamulengo, e o resultado foi a criação do Teatro Mamusebá, em 1985, com apresentações para crianças ou adultos. <em>“Transformei minha casa no Teatro Garagem Mamusebá, que tem capacidade para 100 crianças e acontece um domingo por mês. Como entrada eu peço 1kg de alimento, que distribuo na própria comunidade”.</em></p>
<div id="attachment_43512" aria-labelledby="figcaption_attachment_43512" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Viviane Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Sebastião-Alves-e-o-seu-Teatro-Mamusebá-foto-Viviane-Santos-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-43512" alt="Viviane Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Sebastião-Alves-e-o-seu-Teatro-Mamusebá-foto-Viviane-Santos-1-607x318.jpg" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Em 1985, o mestre criou o Teatro Mamusebá, em Caruaru, aberto ao público com apresentações para crianças ou adultos</p></div>
<p>Também no centro da cidade, no Polo Cultural da Estação da Rodoviária, o mestre coordena o Teatro Oficina Mamusebá, que terá várias apresentações programadas para o Natal. Lá também há uma exposição permanente de fotos da sua trajetória e apresentações frequentes do seu mamulengo.</p>
<p>Sobre a homenagem do Janeiro de Grandes Espetáculos, o Mestre Sebá dedica a honraria à terra que lhe adotou. “<em>Pra mim a satisfação é grande, essa homenagem tem a ver com a grandeza da nossa terra, o país de Caruaru. Eu sou natural de Sertânia, mas esse ano eu também recebi o título de cidadão caruaruense. Isso muito me orgulha. Essa homenagem me dá mais um incentivo para que eu dê continuidade ao meu trabalho de valorização da cultura popular”.</em></p>
<p><strong>Estreias pernambucanas no JGE -</strong> Além dos convidados internacionais, de outros estados e as peças já exibidas no Recife, ao todo dez produções de Pernambuco estão na programação do Janeiro de Grandes Espetáculos. São três inéditos em dança, seis de teatro adulto e um para a infância, além de uma leitura dramatizada inédita.</p>
<div id="attachment_43511" aria-labelledby="figcaption_attachment_43511" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Galvão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Microclima-foto-Danilo-Galvão.jpg"><img class="size-medium wp-image-43511" alt="Danilo Galvão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Microclima-foto-Danilo-Galvão-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A montagem &#8216;Microclima&#8217;, encenada por Iara Campos, é uma das montagens pernambucanas em cartaz no Teatro Arraial Ariano Suassuna durante o JGE</p></div>
<p>As peças serão apresentadas no Teatro Arraial Ariano Suassuna, Teatro Hermilo Borba Filho, Espaço Experimental, Teatro Marco Camarotti e Teatro Barreto Júnior. Um dos espetáculos que estará em cartaz no Arraial Ariano Suassuna é o de dança<strong> Microclima</strong>, dirigido por Sebastião Soares e atuação de Iara Campos.</p>
<p><em>&#8220;Esta peça a gente tem dois formatos, tanto pra espaço cênico como intervenção urbana, e uma coisa não é igual a outra. A estreia da gente é no dia 12 de janeiro, no espaço do Magiluth. Entre essa do dia 12 de janeiro e a apresentação no JGE teremos algumas apresentações na rua. Por exemplo, no dia 14, na Rua Imperatriz e na Praça do Diário, e no dia 16, no Pátio do Livramento e na Rua Nova”,</em> explica Iara Campos, que já participou do festival com alguns espetáculos, como o <strong>Riffi do picadeiro </strong>e <strong>O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas.</strong></p>
<p>De acordo com a atriz, a ideia surgiu com a proposta de falar sobre o processo de degradação da cidade advindo da urbanização desordenada. <em>“A gente busca mostrar como os corpos se afetam com as reações climáticas como as ilhas de calor e a diminuição das áreas verdes. Entender como isso muda a cidade e como muda os corpos e a relação do individuo com o espaço, e indivíduos e indivíduos”</em>, revela Iara Campos.</p>
<p>Além de <strong>Microclima</strong>, as peças pernambucanas em cartaz no JGE são <strong>Amor, Segundo as Mulheres de Xangô</strong> (Grupo Grial), <strong>Grito</strong> (Coletivo Soma), <strong>DORalice</strong> (Cia. 2 Em Cena de Teatro, Circo e Dança), <strong>Terror e Miséria no Terceiro Reich – O Delator</strong> (Circus Produções Artísticas), <strong>Martelada</strong> (Parêa Teatro e Janela Projetos), <strong>A Partida</strong> (Cláudia Soares), <strong>Alguém Pra Fugir Comigo</strong> (Resta 1 Coletivo de Teatro), <strong>A Gaivota</strong> (Curso de Interpretação Para Teatro do SESC Piedade), <strong>Baba Yaga</strong> (Cênicas Cia. de Repertório), <strong>Três Tristes Gregas&#8230;</strong> (Leitura Dramatizada, texto Moisés Monteiro de Melo Neto).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>23º Janeiro de Grandes Espetáculos</strong><br />
12 a 29 de janeiro de 2017<br />
Abertura no dia 12 de janeiro, com Olha Pro Céu, Meu Amor<br />
Teatro de Santa Isabel<br />
R$ 40 e R$ 20</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira as sinopses e dias das apresentações dos espetáculos pernambucanos que estreiam no JGE:</strong> </span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dança</strong></span></p>
<p><strong>Microclima</strong> (Iara Campos)<br />
A partir da dança, uma visão sobre estar numa cidade que parece o cenário de um filme distópico: ilhas de calor insuportáveis, trânsito caótico, a natureza que é menosprezada aumentando o mal-estar físico e mental, uma população vítima das políticas públicas e agente das suas próprias escolhas&#8230; Como disse René Char: “Movo-me numa paisagem onde revolução e amor fazem discursos desconcertantes”.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
17 e 24 de janeiro de 2017 (terças-feiras) | 20h<br />
R$ 20 e R$ 10 para cada sessão<br />
Concepção: Iara Campos e Sebastião Soares<br />
Direção: Sebastião Soares<br />
Intérprete: Iara Campos</p>
<p><strong>Amor, Segundo as Mulheres de Xangô Grupo Grial</strong> (Recife/PE)<br />
Em comemoração aos 20 anos de história do Grupo Grial e partindo de um estudo chamado “Um Corpo Que Conta”, desdobramentos de uma caligrafia corporal com cerne nas tradições populares, esta peça coreográfica mergulha nas mitologias que habitam os rituais de herança africana, mais especificamente naquelas sobre o amor de Iansã, Oxum e Obá por Xangô, poesia afro-brasileira. Sem ser um espetáculo de demonstração ritualística, guarda elementos vindos diretamente dos seus lugares de origem, porque possuem uma inerente contemporaneidade.</p>
<p>Teatro Hermilo Borba Filho<br />
21 e 22 de janeiro de 2017 (sábado e domingo) | 20h e 18h respectivamente<br />
R$ 20 e R$ 10 para cada sessão – ESTREIA<br />
Intérprete-criadora: Maria Paula Costa Rêgo<br />
Direção: Eric Valença</p>
<p><strong>Grito Coletivo Soma</strong> (Recife/PE)<br />
Quantas mortes cabem numa vida? Quantas falas ainda permanecem mudas? Este espetáculo parte da troca, do atravessamento e dos questionamentos sobre o lugar e entendimento da mulher na sociedade. Quais os papeis e conceitos que engessam a questão do gênero, da identidade, do comportamento social e da violência sofrida pelas mulheres diariamente? Nosso lugar de fala é do palco para o mundo. Mas não queremos só dizer. Queremos ser ouvidas. Porque somos um corpo maior.</p>
<p>Espaço Experimental<br />
27, 28 e 29 de janeiro de 2017 (sexta-feira, sábado e domingo)<br />
20h na sexta e sábado, 19h no domingo<br />
R$ 20 e R$ 10 para cada sessão – ESTREIA<br />
Concepção e realização: Coletivo Soma<br />
Intérpretes-criadoras: Anne Costa e Marta Guimarães</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estreia em Teatro Para a Infância:</strong></span></p>
<p><strong>DORalice</strong> (Cia. 2 Em Cena de Teatro, Circo e Dança)<br />
Brincadeira de casinha e comidinha com Cidinha, a boneca preferida de Alice. A menina também brinca com um amiguinho de pique esconde, pega-pega, amarelinha. Alice e as histórias do Pai e os cuidados da Mainha. Tudo é brincadeira na vida da menina, até que um dia uma mão malvada invade a casinha de Cidinha e tudo muda na vida de Alice. O espetáculo, abordando o tema do abuso sexual intrafamiliar, não usa palavras para contar esta história&#8230;</p>
<p>Teatro Marco Camarotti (SESC Santo Amaro)<br />
22 de janeiro de 2017 (domingo) | 16h30<br />
R$ 20 e R$ 10 – ESTREIA<br />
Dramaturgia e encenação: Alexsandro Silva<br />
Elenco: Arnaldo Rodrigues e Paula de Tássia</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estreias em Teatro Adulto:</strong></span></p>
<p><strong>Terror e Miséria no Terceiro Reich – O Delator</strong> (Circus Produções Artísticas)<br />
Obra escrita entre 1935 e 1938 pelo dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht fazendo uso de recortes de jornal, notícias recebidas da resistência – ele vivia então na Dinamarca –, rádio ou qualquer forma que pudesse levar a informação além das fronteiras do Reich. A partir do trecho “O Delator”, sobre um casal de classe média em busca do filho que saiu de casa, exatamente quando a Alemanha vive a opressão do ditador Hitler, Brecht nos força a enxergar, mais do que o retrato de uma década mergulhada em equívocos, a decadência de toda uma sociedade sufocada pelo terror.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
14, 15, 21, 22, 28 e 29 de janeiro de 2017 (sábados e domingos) | 18h<br />
R$ 30 e R$ 15 para cada sessão – ESTREIA<br />
Texto: Bertold Brecht<br />
Encenação: José Francisco Filho<br />
Elenco: Germano Haiut e Stella Maris Saldanha</p>
<p><strong>Martelada</strong> (Parêa Teatro e Janela Projetos)<br />
Um velho guardador de mistérios divide suas histórias, memórias, sonhos e devaneios com os que passam por sua casa. Entre a loucura e a sanidade, este homem é um velho Mateus de cavalo-marinho já afastado da brincadeira, mas que diante de um público retoma a energia do palhaço que foi para encenar e reencenar seu inferno peculiar. Inspirado num relato feito por Martelo – um dos mais antigos Mateus de cavalo-marinho de Pernambuco –, o monólogo se conecta com a sabedoria popular de muitas figuras que nos cruzam o caminho e apresenta uma história cheia de realismo fantástico.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
18 e 25 de janeiro de 2017 (quartas-feiras) | 20h<br />
R$ 30 e R$ 15 para cada sessão – ESTREIA<br />
Texto e interpretação: Cláudio Ferrário<br />
Direção: Déa Ferraz</p>
<p><strong>A Partida</strong> (Cláudia Soares)<br />
Baseado no conto “Cícera Condóia”, de Ronaldo Correia de Brito, o espetáculo revela a relação de D. Raimunda e sua filha Ciça, numa vila inóspita onde quase todos partiram fugindo da seca que permeava não só a região, mas também qualquer relação estabelecida. Acompanhando a partida das pessoas e reforçando suas memórias, D. Raimunda, entre delírios, certezas e tresvarios, conta suas lembranças de um passado verde, farto e com passagens que deixaram marcas e abandono. Fé e esperança eram o que fortalecia seu apego ao lugar que nasceu, onde viveu alegrias e tristezas e pôde entender que tudo tem seu tempo e que nas escolhas feitas sempre haverá consequências.</p>
<p>Teatro Marco Camarotti (SESC Santo Amaro)<br />
25 e 26 de janeiro de 2017 (quarta e quinta-feira) | 19h<br />
R$ 30 e R$ 15 para cada sessão – ESTREIA<br />
Texto e atuação: Cláudia Soares<br />
Direção: Naná Sodré<br />
Espaço O Poste<br />
22 de janeiro de 2017 (domingo) | 18h<br />
R$ 30 e R$ 15 – ESTREIA</p>
<p><strong>Alguém Pra Fugir Comigo</strong> (Resta 1 Coletivo de Teatro)<br />
Um espetáculo de viés político que coloca no palco assuntos em pauta na ordem do dia. É desenvolvido em fragmentos, numa narrativa aberta, não-linear, inspirada em diversas matrizes: textos políticos, líricos, filosóficos, relatos de fatos verídicos e imaginários, ocorridos recentemente, ou há décadas, no Brasil de hoje e na Europa do Séc. XIX. A questão é colocar em evidência a crise ética, social e humana presente desde sempre na história humana. É um espetáculo sobre urgências.</p>
<p>Espaço O Poste<br />
22 de janeiro de 2017 (domingo) | 18h<br />
R$ 30 e R$ 15 – ESTREIA<br />
Textos: vários fragmentos de histórias justapostas e intercambiáveis<br />
Encenação: Analice Croccia e Quiercles Santana<br />
Elenco: Analice Croccia, Ane Lima, Caíque Ferraz, Ludmila Pessoa, Luís Bringel, Nataly Sousa, Pollyanna Cabral e Willams Rosendo</p>
<p><strong>A Gaivota</strong> (Curso de Interpretação Para Teatro do SESC Piedade)<br />
A peça narra os conflitos de um jovem escritor contra a concepção do teatro convencional, contra a apatia generalizada; contra a defesa de uma vida pacata e tradicional em oposição ao vício da cidade. A Gaivota é a metáfora disto na oposição de Treplev, o escritor novo, incompreendido e original, e Trigorine, o escritor tradicional, que se movimenta nas correntes artísticas conhecidas e é por isso bem sucedido. É o conflito da nova atriz desconhecida e talentosa, mas deslumbrada com a possibilidade de ter fama versus a atriz famosa e decadente. O novo e velho em questão.</p>
<p>Teatro Barreto Júnior<br />
27, 28 e 29 de janeiro de 2017<br />
20h na sexta e sábado, 19h no domingo<br />
R$ 10 e R$ 5 para cada sessão – ESTREIA<br />
Duração: 1h20<br />
Classificação etária: a partir dos 12 anos<br />
Texto: Anton Tchékhov<br />
Direção cênica: Sandra Possani</p>
<p><strong>Baba Yaga</strong> (Cênicas Cia. de Repertório)<br />
Monólogo que conta a trajetória da mais temida das bruxas eslavas, arquétipo da bruxa canibal presente no folclore russo e de todo o Leste Europeu. A cena se passa em sua velha cabana, onde Baba Yaga chama por seu filho Olaf. O público é levado para a intimidade deste ambiente sombrio, tornando-se testemunha e confidente de uma degradada relação familiar. A cena ainda traz à tona segredos e mistérios das origens dos causos da tradição oral russa. A montagem é o primeiro monólogo da série “Cênicas em Cena”, com solos dos seus integrantes em comemoração aos 15 anos do grupo.</p>
<p>Espaço Cênicas<br />
28 e 29 de janeiro de 2017<br />
Sábado e domingo, respectivamente às 20h e 18h<br />
R$ 30 e R$ 15 para cada sessão – ESTREIA<br />
Texto: Álcio Lins<br />
Encenação: Antônio Rodrigues<br />
Intérprete: Sônia Carvalho</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Estreia de Leitura Dramatizada:</span></strong></p>
<p><strong>Três Tristes Gregas&#8230;</strong> (Leitura Dramatizada)<br />
Texto: Moisés Monteiro de Melo Neto. Direção: Cira Ramos (Recife/PE)<br />
A proposta é fazer uma releitura da tragédia grega através de três das suas personagens femininas centrais: Fedra, Antígona e Elektra, misturá-las com alcoviteiras, farrapos humanos e vícios, na intenção de atingir o limite entre o justo e o injusto diante dos deuses de Sócrates e das fábulas morais acerca deles, jogando com a ideia de que viver é morrer e querer é viver. A peça não deixa de ser filiada ao drama satírico, tragédia curta próxima ao ditirambo, misturando o grotesco, a seriedade e flertando com o humor.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
23 de janeiro de 2017 | 20h<br />
R$ 20 e R$ 10 – ESTREIA<br />
Texto: Moisés Monteiro de Melo Neto<br />
Direção: Cira Ramos<br />
Elenco: Isa Fernandes, Sônia Bierbard e Suzana Costa</p>
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