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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestre Zé Lopes</title>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Mestre Zé Lopes</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 16:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mergulhado na perda de mais um símbolo da arte popular do Estado em pleno mês de celebração de patrimônio cultural pernambucano, o Conselho Estadual de Preservação de Patrimônio Cultural (CEPPC) lamenta profundamente a partida de José Lopes da Silva Filho, conhecido como mestre Zé Lopes, 70 anos, um mago na arte de mamulengo, oriundo da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mergulhado na perda de mais um símbolo da arte popular do Estado em pleno mês de celebração de patrimônio cultural pernambucano, o Conselho Estadual de Preservação de Patrimônio Cultural (CEPPC) lamenta profundamente a partida de José Lopes da Silva Filho, conhecido como mestre Zé Lopes, 70 anos, um mago na arte de mamulengo, oriundo da Mata Norte do Município de Glória de Goitá.</p>
<p>Desde os 12 anos que as suas mãos davam vida e alma aos bonecos de madeira para entreter o público, com alegria estonteante, através de suas histórias e personagens do imaginário popular.</p>
<p>Por conta de sua obstinação pela arte, tomou pra si a missão de salvar o oficio em sua terra natal, no início dos anos oitenta, época em que esta manifestação estava em ameaça de sucumbir. Para tanto, armou-se de um acervo de bonecos e foi à luta na difusão pelo Brasil afora. Conquistou adeptos para sua arte, seja em feiras de artesanatos, festival Sesi Bonecos ou ensinando o oficio nas escolas públicas. Trouxe também, para o seio do seu lar, a criação do Teatro do Riso, com produção própria de todo seu rico material de trabalho.</p>
<p>Todas as valiosas e reconhecidas condecorações que recebeu em sua trajetória de mais de meio século de profissão de bonequeiro, servirão indubitavelmente como testemunho de seu papel para proliferação do brincante popular no mundo em que a tecnologia passa a eliminar e impera essa pueril diversão do universo da garotada.</p>
<p>A despedida material nos deixa com sentimento de grande consternação, como, por outro lado, também nos assegura a certeza da alegria e do prosseguimento do seu importante legado sui generis na arte de mamulengo do Estado.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Conselho Estadual de Preservação de Patrimônio Cultural CEPPC/PE</strong></p>
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		<title>Literatura e cultura popular envolvem estudantes de Carpina</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 21:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rômulo César Melo]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Outras Palavras chegou à cidade de Carpina nesta quarta-feira, 31 de maio. O encontro aconteceu no auditório da Escola Técnica Estadual Maria Eduarda Ramos de Barro, com presença do autor vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, Rômulo César Melo. Um bate-papo com o escritor e ainda uma vivência com o Patrimônio Vivo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto Outras Palavras chegou à cidade de Carpina nesta quarta-feira, 31 de maio. O encontro aconteceu no auditório da Escola Técnica Estadual Maria Eduarda Ramos de Barro, com presença do autor vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, Rômulo César Melo. Um bate-papo com o escritor e ainda uma vivência com o Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mestre Zé Lopes, animaram a programação.</p>
<p>A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, deu as boas-vindas: “É com imenso prazer que nós, que fazemos a Fundarpe e Secult-PE, trazemos mais uma edição do projeto Outras Palavras para Carpina. Sou professora da rede estadual e vejo este projeto como uma oportunidade de ampliar nosso conhecimento artístico e cultural. Quero sugerir que aproveitem para extrair o máximo que esta oportunidade tem a oferecer.” Como em todas as edições, kits literários foram entegues pela gestora aos representantes das escolas da região.</p>
<div id="attachment_49536" aria-labelledby="figcaption_attachment_49536" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34629950610_4138205918_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49536" alt="Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entraga kit literário " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34629950610_4138205918_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário</p></div>
<p>As atividades começaram com o aluno da ETE Maria Eduarda Ramos de Barro, Evandro cantando “Medo”, uma composição fruto de atividade em sala de aula. Em seguida, o coral da escola apresentou “Aquarela”, de Toquinho. A escola continuou surpreendendo ao apresentar Duda, aluna que começou a escrever aos 13 anos e já tem sete livros de sua autoria: “Me sentia muito sozinha, então resolvi escrever, vi ali a oportunidade de colocar no papel tudo aquilo que sentia”.</p>
<div id="attachment_49537" aria-labelledby="figcaption_attachment_49537" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34853680482_b24af207b0_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49537" alt="Coral da escola ETE Maria Eduarda Ramos de Barro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34853680482_b24af207b0_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coral da ETE Maria Eduarda Ramos de Barro fez apresentação</p></div>
<p>A programação continuou com o momento cinema, exibindo o curta “A Hora da Saída”, produzido por alunos da Escola Estadual Santa Paula Frassineti, durante o curso de iniciação ao audiovisual do projeto Cine Cabeça, com direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas e roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinícius.</p>
<p>Diferente das outras edições, antes do momento literário, o Mestre Zé Lopes encantou e divertiu a todos com sua apresentação. Com variações de personagens, o mestre arrancou gargalhadas do auditório com teatro de mamulengos.  José Lopes da Silva Filho é um dos mamulengueiros mais conhecidos do Brasil. A paixão pelos bonecos surgiu logo cedo, aos 12 anos já havia criado seu primeiro boneco. Nascido em Glória do Goitá, percorreu o Brasil e Europa apresentando seu show “O Mamulengo Teatro do Riso”. José fez questão de ressaltar o Mestre Solon, Patrimônio Vivo de Carpina e falou da importância de ser também um Patrimônio Vivo do Estado: “Fiquei muito feliz com o título, pois é um reconhecimento do meu trabalho&#8221;.</p>
<div id="attachment_49538" aria-labelledby="figcaption_attachment_49538" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34853616352_843ec11d4d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49538" alt="Mestre Zé Lopes apresenta seus bonecos de mamulengo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34853616352_843ec11d4d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Zé Lopes apresenta seus mamulengos</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>BATE -PAPO LITERÁRIO</strong><br />
Recifense de 39 anos, formado pela Faculdade de Direito do Recife – UFPE, procurador federal, poeta e contista. Rômulo César Melo iniciou-se no terreno da escrita participando da oficina de ficção literária de Raimundo Carrero e da oficina literária de Paulo Caldas. Tem publicado o livro de contos ‘Minimalidades’ (2013), com o qual foi um dos vencedores do Prêmio Lima Barreto de Literatura. Já em 2014, lançou o livro de contos “Ao lado do guarda-chuva” e foi um dos vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, com a obra “Dois nós na gravata”.</p>
<p style="text-align: left;">Mediado pelo jornalista Marcos Enrique Lopes, o papo com os estudantes fluiu destacando a relação do escritor  com a escrita: “Literatura é minha grande paixão, se pudesse viveria de literatura. Escrevo sobre tudo, o conto surgiu porque fiz uma oficina com Paulo Caldas que me fez aprender técnicas nessa categoria, mas não tenho preferência, gosto de escrever. Mas a gente sabe que não é só contar história, precisei aprender técnicas que abriram portas&#8221;.</p>
<div id="attachment_49539" aria-labelledby="figcaption_attachment_49539" class="wp-caption img-width-321 alignnone" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34977222656_2575a406fe_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49539" alt="Alunos participam de papo literário com escritor Rômulo César" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34977222656_2575a406fe_z-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos participam de papo literário com escritor Rômulo César</p></div>
<p>Perguntado se tinha alguma preferência de tema, o escritor comentou: “ Escrevo o que eu gosto de ler, tento me colocar no lugar do leitor e escrever algo que gostaria. Leio muito, o escritor tem que ler muito pra saber o que vai escrever. Gosto de temas variados, gosto de ler temas variados, e como escritor, tento encarar esse desafio de dar ao leitor temas variados para que ele possa rir, chorar, se emocionar, enfim&#8221;.</p>
<p>Rômulo falou sobre as adversidades e preconceitos ainda enfrenta: “Escrever é um grande desafio e, muitas vezes, as críticas podem ser instigantes. Qualquer um pode escrever qualquer coisa, mas não é por isso que vai ser um escritor, por isso é um grande desafio. Minha grande referência viva é Raimundo Carrero, foi com ele que comecei a descobrir literatura técnica. Escritor é vaidoso e com Carrero comecei a perceber que não adianta só escrever, tem que estudar literatura e aprender técnicas. Lembro que estava empolgado e exibido com meu primeiro livro, e quando fui mostrá-lo, ele fez algumas críticas negativas, me mostrou os pontos e aprendi demais, ele é uma grande referência para mim&#8221;.</p>
<div id="attachment_49540" aria-labelledby="figcaption_attachment_49540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34206491893_af0ae71bd6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-49540" alt="Rômulo César Melo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34206491893_af0ae71bd6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Rômulo César Melo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mamulengueiro Zé Lopes é Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 19:42:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ por Marina Suassuna José Lopes da Silva Filho, conhecido como Mestre Zé Lopes, nasceu no dia 21 de outubro de 1950 na cidade de Glória do Goitá, Zona da Mata Norte de Pernambuco. O primeiro contato com a brincadeira do mamulengo foi aos 10 anos de idade. &#8220;Eu ia no mamulengo com minha mãe, ajudá-la [...]]]></description>
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<div id="attachment_44237" aria-labelledby="figcaption_attachment_44237" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Se</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31691900891_311f3707e2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-44237" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31691900891_311f3707e2_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com 66 anos, Zé Lopes continua repassando seu saberes como mestre mamulengueiro e circulando pelo Brasil</p></div>
<p style="text-align: right;"> <em>por Marina Suassuna</em></p>
<p>José Lopes da Silva Filho, conhecido como Mestre Zé Lopes, nasceu no dia 21 de outubro de 1950 na cidade de Glória do Goitá, Zona da Mata Norte de Pernambuco. O primeiro contato com a brincadeira do mamulengo foi aos 10 anos de idade. &#8220;<em>Eu ia no mamulengo com minha mãe, ajudá-la a vender bolinhos e me apaixonei pelos boneco</em>s. <em>Eu era um garoto tímido e os bonecos tiraram essa timidez</em>.<em> Minha mãe dizia que ser mamulengueiro não era profissão. Ela queria que eu fosse engenheiro mecânico e eu já pensava: tem um mundo lá fora pra o mamulengo conquistar. E realmente teve e ainda tem&#8221;, </em>diz o mestre, que agora é Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Uma das formas de teatro popular mais genuinamente brasileira, o Mamulengo consiste na manipulação de bonecos de madeira com um notável senso de improvisação. A brincadeira tem uma estrutura própria, da qual fazem parte histórias, lendas, linguagens próprias, personagens fixos, pancadarias, música e dança. Inspiradas na literatura de cordel,  as histórias são repassadas de geração para geração, sem perder a comicidade.</p>
<p>Reconhecido como um dos mestres mais representativos da tradição do mamulengo e um dos mais antigos em atuação, Zé Lopes foi agraciado pelo Iphan com o Prêmio Teatro de Bonecos Popular do Nordeste - Mamulengo, Cassimiro Coco, Babau e João Redondo e, recentemente,  com o Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia.</p>
<div id="attachment_44236" aria-labelledby="figcaption_attachment_44236" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31660979922_ce75c193f4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-44236 " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31660979922_ce75c193f4_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Zé Lopes recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco das mãos do governador Paulo Câmara, em dezembro de 2016</p></div>
<p>Foi em 1962, aos 12 anos de idade, que ele criou o primeiro boneco: &#8220;<em>Conheci vários mamulengueiros, mas não bonequeiros. Eu quis ser as duas coisas e tive que descobrir e entender a diferença entre eles por conta própria. Bonequeiro é quem produz, quem elabora os bonecos e o mamulengueiro é quem apresenta a brincadeira. Eu também apresento boneco dos outros, mas é melhor lidar com o seu filho. Pois já sabemos a personalidade dele, o peso, o cheiro, o suor. O boneco, quando você faz e sente que terminou, ele já é corpo e alma.  Foi uma dificuldade aprender a fazê-los, saber qual madeira usar, qual a tinta, como era que ele se vestia. Tive que descobrir sozinho e hoje eu tenho essa alegria e esse prazer de sentar e poder repassar.&#8221;</em></p>
<p><strong>MAMULENGO TEATRO DO RISO</strong></p>
<p>Foi também em 1962 que surgiu o primeiro grupo do qual participou, o Mamulengo São José, composto por 5 pessoas, incluindo dois tios de Zé Lopes. O grupo atuou até 1971, quando o mestre deixou Glória do Goitá e foi morar em São Paulo. Durante esse período longe de sua terra, exerceu outras profissões, mas não deixou de fazer os bonecos e contar as histórias do Mamulengo, pois sempre pensava em retornar à sua terra natal.<em></em><em> &#8221;Eu não conto que eu passei oito anos afastados da arte porque mamulengo é como bicicleta: aprendeu a andar, não desaprende mais. Foi importante pra mim ir pra São Paulo, trabalhei como metalúrgico e conheci várias outras áreas, mas nunca deixei de ser mamulengueiro. Eu não estava com os bonecos lá, mas continuava contando as histórias, as loas, ensinando e sendo mamulengueiro.&#8221;</em></p>
<p>Ao retornar para Pernambuco em 1982,  encontrou o Mamulengo esquecido. Muitos mestres tinham deixado de brincar por falta de apoio, inclusive o Mestre Zé de Vina, um dos mais antigos mestres mamulengueiros do Estado. Em Glória do Goitá, hoje reconhecida como “a capital do Mamulengo”, a brincadeira estava proibida por questões políticas. Depois de muita luta, conseguiu retomar seu grupo e mudou o nome para Mamulengo Teatro Riso. A estreia foi no dia 02 de dezembro de 1982, na festa do Levantamento da Bandeira de Nossa Senhora da Conceição.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31691902851_5325a81207_z.jpg"><img class="alignright" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31691902851_5325a81207_z-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a></p>
<p>A primeira formação do Mamulengo Teatro do Riso foi composta por amigos que sempre acompanharam a história do Mamulengo. A brincadeira era como um complemento à renda familiar, pois não era possível viver exclusivamente dessa arte. Vários outros mamulengueiros tinham suas profissões, comumente ligadas à agricultura e faziam a brincadeira por amor. Vale a pena ressaltar que, naqueles tempos, a brincadeira não era valorizada e nem reconhecida como arte. Hoje, seus filhos Cirleide Nascimento (Cida Lopes), Larissa Nascimento e sua esposa, Marinês Tereza, são os integrantes do Mamulengo Teatro Riso. Todos eles aprenderam a brincadeira, a confecção de bonecos, montaram também seus próprios grupos e hoje se apresentam com o desejo maior de dar continuidade a esse trabalho, preservando sua tradição.</p>
<p>Ao longo desses 34 anos, o Mamulengo Teatro Riso já se apresentou e realizou oficinas em festivais em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Olinda, percorreu todo o território brasileiro com o SESI Bonecos do Mundo, além de ter representado o Brasil em países como Espanha, Portugal e Itália.</p>
<p><strong>RECONHECIMENTO</strong></p>
<p>Hoje, com seus 66 anos, Mestre Zé Lopes continua repassando os seus saberes e sua vivência como Mestre Mamulengueiro, ministrando oficinas de confecção e manipulação de bonecos em escolas, associações, festivais e museus pelo Brasil e pelo mundo, além de ser objeto de estudo de inúmeros pesquisadores da arte popular, tendo contribuído diretamente com o trabalho de estudiosos de diversas instituições. <em>&#8220;Esse reconhecimento de Patrimônio Vivo chegou num momento muito bom da minha vida, foi muito importante pra eu continuar repassando a minha história.&#8221;</em></p>
<p>Zé Lopes percorreu quase todo o território brasileiro e alguns países da Europa disseminando a rica tradição do mamulengo. <em> &#8221;Tive a chance de ir pra Portugal duas vezes, Espanha, Itália. Sou muito agradecido ao SESI, que me fez conhecer o Brasil inteiro e também à Fundarpe, que realizou o primeiro Encontro de Mamulengueiros, em 1985. Foi quando eu conheci outros bonecos e muitos mestres. Foi o pontapé inicial pra eu continuar nessa luta.&#8221;</em></p>
<div id="attachment_44239" aria-labelledby="figcaption_attachment_44239" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31808443005_d68f9538a6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-44239" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31808443005_d68f9538a6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Os bonecos do Mestre Zé Lopes percorreram quase todo o território brasileiro e alguns países da Europa</p></div>
<p>O seu trabalho também pode ser visto na minissérie global <em>A Pedra do Reino</em>, escrita por Ariano Suassuna e dirigida por Luiz Fernando Carvalho e no cinema, no filme <em>Abril Despedaçado</em>, de Walter Salles. <em>&#8220;Ver o mamulengo na televisão, no teatro, sendo usado como objeto de pesquisa, entrando nas escolas, coisas que  antes eram ignoradas, me deixa feliz da vida. Pois o mamulengo não é só pra o pessoal lá do sítio ficar ouvindo as piadas dos bonecos, tomando um gole de cachaça.  O mamulengo faz pessoas de todas as idades riem. A criança vira adulto diante dos bonecos. Pois elas<em> é que resolvem as confusões dos bonecos, então<em> a criança já mostra uma capacidade de resolver problemas, isso é muito importante. A criança se sente responsável por aquele ato, por aquilo que ela viu.</em> E o</em> adulto se transforma numa criança, fica abobalhado&#8221;,</em> reflete.<em> </em></p>
<p>Zé Lopes contribuiu, ainda, com a formação de muitos bonequeiros, entre eles Cida Lopes, Larissa Nascimento e Marinês Tereza, que fundaram o Mamulengo Alegria, atualmente em plena atividade. É responsável, ainda, por coordenar o Centro de Revitalização e o Memorial do Mamulengo, criado pelo Só Riso em Glória do Goitá.</p>
<p><strong>A ALMA DA BRINCADEIRA</strong></p>
<p><em>&#8220;O boneco quando chega, quer aparecer. O boneco tem muita malícia. Quer ver o mamulengo ficar arrasado? Se ninguém provocar o boneco. É uma brincadeira que o público tem que se meter&#8221;, </em>explica o mestre. De acordo com o registro de alguns pesquisadores, atualmente o mamulengo pernambucano dispõe de 120 bonecos, todos provenientes da Zona da Mata, de Glória do Goitá e Vitória de Santo Antão.</p>
<p>&#8220;<em>Uma coisa muito importante do boneco é que ele tem a capacidade de explicar melhor. Quando participo de alguma campanha de saúde, ninguém vai ignorar a linguagem do boneco. É diferente de chegar um doutor ou uma doutora pra falar. Se ele fala sobre alguma coisa de grande responsabilidade, como a prevenção ao vírus da Aids, e dez pessoas escutam, daqui a pouco mais de cem sabem aquela história certinha e repassam tudo que o boneco falou. Porque as pessoas escutam o boneco, dão razão a ele. O boneco faz com que as pessoas gravem as informações. Tudo que ele fala fica perpetuado.</em>&#8221;</p>
<p>Para isso, Zé Lopes diz que o mamulengueiro não pode aperfeiçoar a linguagem, &#8220;<em>senão o povo não entende o que ele quer dizer. Simão, por exemplo, é um personagem que chamava a mãe dele: ôôô mãããeee&#8230; Hoje ele já pega o celular pra discar pra mãe e assim a gente vai contando a história de Simão com um toque moderno, mas sem tirar a música tradicional. A gente não pode botar muito moderno, pra não tirar a essência,  o cheiro da historia do personagem.</em>&#8220;</p>
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		<title>O teatro de gente pequena</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2013 16:54:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Luiza Falcão Mestre Zé Lopes, 63 anos, se dedica aos bonecos desde os 10. Para ele, fazer, criar e interpretar bonecos de mamulengo não é um ofício, são as coisas que dão sentido à sua vida. Se você quiser saber o que é mamulengo, podemos dizer que é a arte de refletir a vida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4199" aria-labelledby="figcaption_attachment_4199" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-62.jpg"><img class="size-medium wp-image-4199" alt="Mamulengo Teatro do Riso do Mestre Zé Lopes se apresenta no Parque Euclides Dourado (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-62-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Mamulengo Teatro do Riso do Mestre Zé Lopes se apresenta no Parque Euclides Dourado (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p dir="ltr">Por Luiza Falcão</p>
<p dir="ltr">Mestre Zé Lopes, 63 anos, se dedica aos bonecos desde os 10. Para ele, fazer, criar e interpretar bonecos de mamulengo não é um ofício, são as coisas que dão sentido à sua vida. Se você quiser saber o que é mamulengo, podemos dizer que é a arte de refletir a vida através do teatro de objetos. Foi esse mestre, com a equipe do Mamulengo Teatro do Riso, que brindou o Espaço do Mamulengo com um espetáculo cheio de magia e improviso nesta sexta-feira (19/7).</p>
<p dir="ltr">O teatro de mamulengo é uma das tradições mais peculiares da cultura nordestina e, em especial, de Pernambuco. Ele surgiu com a intenção de divertir os adultos, de fazer piada entre os amigos e “maldizer” os inimigos. Mas, talvez por acharem graça nos bonecos, as crianças tomaram pra si o direito de também serem expectadores, e isso fez toda a diferença. O texto, que era recheado de palavras chulas, foi adaptado aos pequenos e as histórias passaram a ter lições de moral e cidadania. Na apresentação do Mamulengo Teatro do Riso não  pode faltar uma crítica social, uma abordagem sobre o preconceito racial e sobre o machismo, uma alfinetada na forma de condução política das autoridades policiais e governamentais. Além de ter um aspecto teatral, o mamulengo está muito relacionado com a cultura popular, com as tradições locais.</p>
<p dir="ltr">Este é o segundo ano que um espaço especial foi reservado para as apresentações dos grupos que fazem desta tradição um meio de vida e de preservação da história. Nesse quesito, quem se destaca é a cidade de Glória do Goitá, uma das mais frutíferas na produção teatral de mamulengos.</p>
<p dir="ltr">Lembra do mestre que falamos lá no começo do texto? Pois bem, ele é uma das pessoas “mais antigas” na arte bonequeira que existe em Pernambuco. Quando nasceu, seu pai queria que ele fosse engenheiro mecânico, mas o sonho não durou muito. Aos quatro anos, ele perdeu o pai e a mãe passou a trabalhar vendendo doces em uma feira de mamulengos. De tanto acompanhá-la, o pequeno José Lopes ficou fascinado com as histórias contadas naqueles pequenos palcos improvisados. “Quando eu era criança, achava que mamulengo era gente pequena. Quando descobri que não era, resolvi que queria fazê-los também e dediquei minha vida a isso”, conta Zé Lopes, que fundou o Mamulengo Teatro do Riso, em 1982, com medo que a tradição acabasse.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4200" aria-labelledby="figcaption_attachment_4200" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-63.jpg"><img class="size-medium wp-image-4200" alt="Mestre Zé Lopes tem mais de 50 anos de experiência na arte bonequeira (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-63-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Zé Lopes tem mais de 50 anos de experiência na arte bonequeira (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O grupo, que tem mais de 30 anos de história, não conta toda a vida de Zé Lopes, ela é muito maior. Já passaram 53 anos que ele resolveu se dedicar a essa arte. Primeiro ele só fazia os bonecos e vendia para os grupos que dominavam a técnica da apresentação, depois passou a fazer parte dos grupos. Em 1971 ele viajou para São Paulo em busca de um “trabalho honesto”, mas acabou voltando para sua cidade e para seu talento natal. Foi nessa volta que ele encontrou a tradição dos mamulengos abandonada e resolveu fundar um grupo para não deixa-la morrer.</p>
<p dir="ltr">Os bonecos do mestre Zé Lopes não são apenas esculturas de madeira e pano, são personagens tirados da sociedade onde ele [e nós] vivemos. A Quitéria mesmo, que sobe ao palco como esposa do delegado, é a típica madame da cidade. Apesar de ser a mesma boneca há 20 anos, seu texto muda sempre, assim como o dos outros personagens, para adaptá-los à moda, ao estilo e ao linguajar atual.</p>
<p dir="ltr">Perguntado se dá para viver do teatro, ele é categórico: não dá pra ficar rico, mas para sustentar a família com conforto, isso dá. “Comecei a fazer bonecos aos 10 anos e levei dois para fazer o primeiro. Hoje, com experiência e ajuda da família, faço um boneco em dois meses”.</p>
<p>20/07/2013 | Compartilhe: <a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=http://www.fig2013.com/nossos-antepassados-lutavam-com-facas-foices-pedras-hoje-a-gente-tem-que-lutar-com-conhecimento/">Facebook</a> <a href="https://twitter.com/share?url=http://www.fig2013.com/nossos-antepassados-lutavam-com-facas-foices-pedras-hoje-a-gente-tem-que-lutar-com-conhecimento/">Twitter</a></p>
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		<title>Tarde de mamulengos e bois em Orobó</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5462" aria-labelledby="figcaption_attachment_5462" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903738836_45075d1a08_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5462" alt="De Glória de Goitá, Zé Lopes trouxe o seu mamulengo Teatro do Riso (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903738836_45075d1a08_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De Glória de Goitá, Zé Lopes trouxe o seu mamulengo Teatro do Riso (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>O fim da tarde de sexta-feira (31/8) foi de cultura popular na cidade de Orobó. A partir das 17h, na quadra de eventos da cidade, se apresentaram o mamulengo Teatro do Riso, do Mestre Zé Lopes, e os bois Teimoso e Cara Branca. Tudo pela programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional.</p>
<p>Colada ao palco dos bonecos, uma dezena de crianças se espremiam tentando chegar mais perto dos mamulengos. Algumas delas pulavam para tocar nos personagens do brinquedo popular que tanto representa a cultura pernambucana.</p>
<p>Por trás dos panos, mestre Zé Lopes, com 50 anos de experiência, comandava alguns dos bonecos que levou para a apresentação. Mané Paulo, Janeiro, a velha macumbeira; um a um se mostrando e arrancando riso da plateia, sempre com o humor debochado e desbocado, característico do teatro de mamulengos.</p>
<p><strong>Bois<br />
</strong>Na sequência, e em cortejo, vieram os bois de caboclinho Teimoso e Cara Branca, de Limoeiro. Com penas alaranjadas, os integrantes do Teimoso dançaram e fizeram acrobacias. Em seguida, os vice campeões do Carnaval deste ano, Cara Branca, também sambaram ao som dos caixas, ganzás e da flauta transversal.</p>
<p>“É lindo demais, disse Dona Neuza Silva, de 63 anos, ao lado do neto Hélio. “Quando eu era pequeno eu tinha medo, mas hoje eu acho bonito. Gosto dos pulos que eles dão com essas penas grandes”, afirmou o garoto.</p>
<div id="attachment_5463" aria-labelledby="figcaption_attachment_5463" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903708104_94b08e05d9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5463" alt="7903708104_94b08e05d9_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903708104_94b08e05d9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi do Caboclinho Teimoso (Foto: Ricardo Moura)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_5464" aria-labelledby="figcaption_attachment_5464" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903694696_3975810f32_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5464" alt="Boi do Caboclinho Cara Branca (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903694696_3975810f32_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi do Caboclinho Cara Branca (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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