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	<title>Portal Cultura PE &#187; mestre</title>
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		<title>Mepe celebra os 80 anos do mestre José de Moura</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 15:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tirem o chapéu para o mestre das artes visuais José de Moura, que nos brinda com uma bela exposição para celebrar seus 80 anos de vida e de valorização da cultura pernambucana. O evento é realizado no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), de 28 de novembro a 31 de dezembro, com abertura marcada para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114669" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Tirem o chapéu para o mestre das artes visuais José de Moura, que nos brinda com uma bela exposição para celebrar seus 80 anos de vida e de valorização da cultura pernambucana. O evento é realizado no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), de 28 de novembro a 31 de dezembro, com abertura marcada para as 19h desta quinta-feira.</p>
<p>José de Moura é um artista de relevância para as artes visuais de Pernambuco, pertencendo à mesma geração de ouro de nomes como João Câmara, Marisa Lacerda, Roberto Lúcio, Dellano, José Carlos Viana e tantos outros grandes artistas do Estado. Moura estudou na Escola de Belas Artes e, durante esse período, aprofundou seu conhecimento na técnica do desenho. Inspirado pelo espanhol Pablo Picasso, desenvolveu um estilo próprio, com pinceladas precisas e cores intensas, sem comprometer sua sensibilidade e sutileza. Suas obras são reconhecidas por temas lúdicos e emocionantes e sua contribuição para o cenário artístico pernambucano é vasta e rica.</p>
<p>Artisticamente conhecido como J. Moura, ele afirma: &#8220;Sempre que estou pintando estou contando histórias. E quando estou contando histórias estou pintando. Essa correlação existe desde os primeiros trabalhos. Agora mesmo não sei se estou contando histórias para o Rei ou fazendo pinturas para a Rainha&#8221;. Suas palavras refletem a profundidade com que ele vê o processo criativo, que para ele é um ato solitário e encantador, um momento de criação em que sua arte ganha vida.</p>
<p>Nascido em 21 de agosto de 1944, José Alves de Moura Filho formou-se em desenho arquitetônico &amp; decoração na Escola Técnica Federal de Pernambuco (1962-1965) e continuou sua formação na Escola de Artes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em que estudou pintura e escultura e obteve licenciamento em desenho (1967-1969). Em 1982 realizou uma viagem de estudos à Europa que influenciou profundamente sua arte. Foi também, em 1981, diretor-presidente da Oficina Guaianases de Gravura, em que contribuiu para o desenvolvimento da gravura em Pernambuco.</p>
<p>Weydson Barros, amigo e entusiasta da obra de Moura, descreve a arte do pintor como &#8220;um romance que vive, um poema que grita – é gesto&#8221;. Segundo ele, &#8220;na tela, há uma realidade virtual que se descobre – uma visão sagrada e a missão do artista em fazê-la viva. Pintar é escrever com a luz&#8221;. No catálogo da exposição encontram-se depoimentos inspiradores de amigos e admiradores que celebram a magia e a profundidade do trabalho de J. Moura.</p>
<p>O diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, ressalta a relação duradoura do museu com o artista: &#8220;J. Moura já é de casa. Ele já expôs no Mepe e é sempre um prazer tê-lo novamente aqui. Acreditamos que essa nova exposição será um grande sucesso&#8221;.</p>
<p>Além de celebrar a trajetória de um dos grandes nomes das artes plásticas pernambucanas, exposição é uma oportunidade única para o público conhecer e se encantar com as histórias e a criatividade do mestre José de Moura.</p>
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		<title>Diversidade em todos os sentidos no País das Culturas Populares em Bezerros</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 02:16:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, no palco País das Culturas Populares cativou o público com espetáculos de música e dança que exaltaram a diversidade do gênero no Estado, com performances de maracatu, afoxé, coco e pastoril.</p>
<p>O Maracatu Nação Capibaribe, do bairro da Várzea (Recife-PE), trouxe uma amostra de 15 de seus mais de cem integrantes. Bateu o centro no palco-caminhão com um repertório em tributo aos orixás, de Exu a Oxalá, mesclando temas tradicionais de seu ritmo dominante com outros mais pop, de Chico Science, Alceu Valença e Erasto Vasconcelos, entre outros. Um crossover rítmico e geracional que transitou ainda pelo samba e provocou até uma roda de ciranda em volta de seu porta-estandarte.</p>
<p>A tradição dos ritmos afros continuou na apresentação do Afoxé Babá Orixalá Funfun, do bairro de Guadalupe (Olinda-PE), que mostrou que festa não precisa se separar da militância. Também colocou a plateia para dançar com canções em que reflete sobre o passado e o presente de lutas. As músicas fazem uma releitura lúdica e artística do candomblé tradicional. Em modo de festa, denunciou toda forma de preconceito.</p>
<p>Numa vibe semelhante a seus antecessores, da tradição que remete aos ancestrais, o Coco de Mestre Ciriaco, do Sítio do Urubu, no município de Glória do Goitá (Zona da Mata Norte pernambucana), também fez o público dançar, com seus dançarinos em meio aos espectadores. O premiado Mestre Ciriaco, 96 anos, 77 destes dedicados ao ritmo, cantou e tocou zabumba ao lado do neto João Paulo, 28 anos, que toca ganzá e recentemente acompanha o avô.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua tarde de estreia em Serra Negra com As Perigosas Pastoras, peculiar pastoril profano do bairro do Ibura (Recife) que se destaca pela formação e proposta em defesa da visibilidade LGBTQIA*. Com a plateia no gargarejo, arrancou muitos risos e aplausos.</p>
<p>A maioria do público à beira do palco era formada por cerca de 30 alunas e alunos de dança da professora Equilaine Rodrigues, do município de Bezerros. Todas e todos curtindo com muita animação. &#8220;Aqui é uma riqueza de cultura. Pernambuco é rico em cultura e diversidade. Nós adoramos e vivemos isso em nosso dia a dia, durante nossas aulas em Bezerros. É maravilhoso estar aqui vivenciando tudo isso&#8221;, afirmou a docente. &#8220;Estou achando o festival riquíssimo. Veio a calhar ser aqui em Serra Negra, que é um lugar maravilhoso e juntou com nossa cultura dando aquela união positiva. Não poderíamos ficar de fora&#8221;, completou.</p>
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		<title>Nota de Pesar &#8211; Mestre Manoel Vieira</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:18:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam, com profundo pesar, o falecimento, do mestre Manoel Vieira, líder e fundador do tradicional Bloco Rural Estrelinha. O mestre faleceu aos 92 anos, nesta madrugada, em sua residência no município de Nazaré da Mata, na Zona da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Mestre-Manoel-Vieira_1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-110230" alt="Mestre Manoel Vieira_1" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Mestre-Manoel-Vieira_1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam, com profundo pesar, o falecimento, do mestre Manoel Vieira, líder e fundador do tradicional Bloco Rural Estrelinha.</p>
<p>O mestre faleceu aos 92 anos, nesta madrugada, em sua residência no município de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.</p>
<p>O Bloco Rural Estrelinha é uma das agremiações carnavalescas mais antigas e respeitadas de Pernambuco. Fundado em 15 de março de 1962, o bloco é responsável por reunir bricantes da zona mata, principalmente mulheres, e animar a folia dos dias de momo.</p>
<p>À família, amigos e toda a comunidade cultural pernambucana, transmitimos nossos sinceros sentimentos.</p>
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		<title>Maracatu de baque solto se despede de sua primeira mestra</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 16:56:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108513" aria-labelledby="figcaption_attachment_108513" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil.jpg"><img class="size-medium wp-image-108513" alt="Chico Ludermir/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Mestra-Gil-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Gil</p></div>
<p>A cultura popular do maracatu rural de Pernambuco está de luto. Morreu, nesta sexta-feira (16), Mestra Gil, 54 anos, integrante do Maracatu de Baque Solto Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), na Zona da Mata Norte do Estado. A artista, mulher negra que por mais de 15 anos ecoou seu talento e voz a favor das mulheres e da cultura de raiz, silenciou seu apito e baixou sua bengala &#8211; importantes ícones de sua trajetória. O falecimento ocorreu no Hospital das Clínicas, no Recife, onde ela estava em tratamento de saúde. Deixa cinco filhos e quatro netos.</p>
<p>Mestra Gil, como era conhecida, foi pioneira na história do maracatu rural ao liderar, pela primeira vez, o Maracatu Feminino Coração Nazareno, fundado em 8 de março (Dia Internacional da Mulher) de 2004. Com ele fez história. Ingressou como bandeirista até ocupar o posto de mestra, no ano seguinte. À frente da agremiação, viajou o Brasil participando de Carnavais, festivais, encontros, sambadas, mostras e eventos culturais, apresentando seus versos de improviso e comunicando a força, o talento e a garra das mulheres pretas e periféricas na cultura popular.</p>
<p>No Maracatu Coração Nazareno, Mestra Gil foi pioneira ao participar da gravação de dois álbuns. No primeiro, em 2004, imprimiu seus primeiros versos registrados na memória cultural do País. Em 2009, com apoio do Ponto de Cultural Engenhos dos Maracatus, coordenado pela Amunam, lançou o segundo, em que buscou dedicar-se às temáticas sociais, ambientais, culturais e de empoderamento feminino.</p>
<p>Mestra Gil também foi fonte de inspiração para pesquisadores, produtores culturais e cineastas, no Brasil e no exterior, contribuindo com sua percepção da importância das mulheres estarem onde elas quiserem. Ao longo de mais de uma década participou de vários documentários, livros, revistas, entrevistas para TVs, jornais, sites e portais.</p>
<p>“Em 2024 o Maracatu Coração Nazareno chega à marca de 20 anos. Nessa jornada Mestra Gil teve uma importante contribuição para todas nós, mulheres da Mata Norte, de Pernambuco e do Nordeste. Ela foi a porta-voz das mulheres e da sociedade levando nossas reflexões aos palcos por onde passou. Mestra Gil estará viva em nossas memórias. Jamais esqueceremos de seu legado cultural”, destacou a coordenadora e idealizadora do Maracatu Feminino Coração Nazareno, Eliane Rodrigues.</p>
<p>Mestra Gil foi casada com Mestre Zé Duda, do Maracatu Rural Estrela de Ouro, de Aliança (Mata Norte), que faleceu em 2 de junho de 2023. O Garganta de Ouro foi responsável por incentivar e apoiar a carreira de Mestra Gil na cultura popular do maracatu rural.</p>
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		<title>Mestre Grimario comemora meio século de dedicação ao cavalo marinho</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 15:03:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107991" aria-labelledby="figcaption_attachment_107991" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario.jpg"><img class="size-medium wp-image-107991" alt="Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Mestre-Grimario-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Grimario</p></div>
<p>Neste sábado (27), a partir das 19h, na sede do Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Museu das Tradições do Cavalo Marinho, em Chã do Esconso, município de Aliança, Zona da Mata Norte pernambucana, acontece a comemoração dos 50 anos de tradição de Cavalo Marinho do Mestre Grimario.</p>
<p>Estão programadas apresentações dos emboladores de coco Caetano da Ingazeira e Antônio Caju, Cavalo Marinho Flor de Manjerona, Forró Geração Luiz Paixão, Gilmar Leite, Boi Marinho, Ciranda Bela Rosa de Mestre Bi e Cavalo Marinho Boi Pintado.</p>
<p>O Cavalo Marinho Boi Pintado, Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2022, foi criado por Mestre Grimário em 18 de novembro de 1993.</p>
<p>Criado aos arredores da casa do Mestre Batista, em Chã de Camará, em Aliança, onde trabalhou por muito tempo, desde cedo, com o cultivo da cana-de-açúcar, Mestre Grimario esquecia-se de si mesmo e pegava-se brincando, imitando aquela figura para ele patriarcal com a brincadeira do cavalo marinho. Utilizava garrafas, latas e matos que arrancava para se fazer de Nêgo Mateus e, após muito faz de conta em brincadeiras com outras crianças, foi tornando-se folgazão.</p>
<p>Começou como daminha, personagem em que os garotos se vestem de meninas, pois na época ainda era proibida a presença de mulheres nas tradições culturais daquela região. Depois foi adquirindo as figuras de Seu Ambrósio. Recebeu o troféu Pisa Pilão como Melhor Figureiro, dentre outros, até tornar-se mestre, comandando o cavalo marinho do Mestre Batista.</p>
<p>Devido a sua necessidade artística de ter seu próprio brinquedo, vivendo desde a infância acompanhando os mestres mais tradicionais, desejava fazer algumas modificações na brincadeira. Em abril de 1993 criou seu próprio brinquedo, o Boi Pintado, em homenagem a um boizinho que ele estimava muito quando criança, Pintadinho.</p>
<p>Mestre Grimario e seu Cavalo Marinho Boi Pintado são referências dessa tradição da Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde mesclam tradição com modernidade levando o nome do Estado para outras regiões e até o exterior.</p>
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		<title>1ª Mostra do Artesanato do Barro de Caruaru celebra Zé Caboclo e Dona Celestina</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 20:17:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tradição do artesanato em barro de Caruaru ganha uma mostra especial a partir deste sábado (24), com exposição, oficinas e apresentações de banda de pífano, literatura de cordel , sanfoneiros e violeiros. A programação acontece até o dia 04 de fevereiro, no Alto do Moura, reduto da arte do barro em Caruaru. Nesta primeira edição, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20122" aria-labelledby="figcaption_attachment_20122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesa_Socorro-Rodrigues.jpg"><img class="size-medium wp-image-20122" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesa_Socorro-Rodrigues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Socorro Rodrigues irá disseminar o legado dos seus pais &#8211; Zé caboclo e Dona Celestina &#8211; a estudantes.</p></div>
<p>A tradição do artesanato em barro de Caruaru ganha uma mostra especial a partir deste sábado (24), com exposição, oficinas e apresentações de banda de pífano, literatura de cordel , sanfoneiros e violeiros. A programação acontece até o dia 04 de fevereiro, no Alto do Moura, reduto da arte do barro em Caruaru. Nesta primeira edição, a mostra estará homenageando Zé Caboclo e Dona Celestina, mestres-artesãos. Para participar das oficinas, é necessário fazer inscrição no site <strong><a href="http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/" target="_blank">http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/</a> </strong>No endereço virtual também é possível ler um breve perfil de cada mestre artesão participante do projeto.</p>
<p>A 1ª Mostra do Artesanato do Barro de Caruaru funcionará, das 9h às 21h, na Rua Mestre Vitalino, nº 519, com exposição de obras. Os alunos de escolas estaduais e municipais são o foco do projeto, que criou uma programação de aula passeio-cultural, incluindo oficinas para que as crianças e adolescentes possam experimentar a arte do barro. Os demais interessados podem participar das oficinas apenas nos finais de semana. Veja a lista das escolas participantes <strong><a href="http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/escolas-participantes.html" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<div id="attachment_20124" aria-labelledby="figcaption_attachment_20124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesao_Severino-Vitalino.jpg"><img class="size-medium wp-image-20124" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesao_Severino-Vitalino-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Severino Vitalino, filho do famoso Mestre Vitalino, também participa do projeto de difusão da arte do barro.</p></div>
<p>A cada dia, um mestre artesão irá transmitir sua experiência para os estudantes e interessados que se inscrevem nas oficinas. Do dia 24 de janeiro a 04 de fevereiro, as oficinas serão realizadas sempre a partir das 13h30.  Participam da iniciativa de transmissão da arte do barro: <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesa-mestra-marliete-rodrigues.html" target="_blank">Marliete Rodrigues</a></strong>, <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesa-socorro-rodrigues.html" target="_blank">Socorro Rodrigues</a> </strong>(filhas dos mestres  Zé Caboclo e Dona Celestina), <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/mestre-severino-vitalino.html" target="_blank">Severino Vitalino</a></strong> (filho de Mestre Vitalino),  <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesa-teresinha-goncalves.html" target="_blank">Terezinha Gonçalves</a></strong>, <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/mestre-manoel-eudocio.html" target="_blank">Manuel Eudócio</a></strong> e <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesao-antonio-miguel-da-silva.html" target="_blank">Antônio Miguel</a></strong>.</p>
<p>Durante as tardes, a partir das 15h30, a programação fica animada com apresentações artísticas.  A tradição nordestina é celebrada ao som de cordelistas, bandas de pífanos, violeiros, trios pé-de-serra e sanfoneiro. Confira a programação de apresentações abaixo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>1ª Mostra do Artesanato do Barro de Caruaru </strong><br />
<strong>De 24 de janeiro a 04 de fevereiro</strong><br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Mestre Vitalino, nº 519 &#8211; Alto do Moura &#8211; Caruaru &#8211; PE<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 9990.6223 | mostrartedobarro@gmail.com<br />
<strong>Programação completa e inscrições para oficinas: <a href="http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/" target="_blank">http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/</a> </strong><br />
<span style="font-size: 13px;"><br />
<strong>Programação | Apresentações artísticas</strong></span></p>
<p><strong>24 de Janeiro (sábado)</strong><br />
15h30 –Teté (Maracatu Almirante do Forte &#8211; Recife), Batuqueiros do Silêncio, Bernardo Contramestre (alfaia), Coco e Cantos,Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>25 de Janeiro (domingo)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>26 de Janeiro (segunda-feira)</strong><br />
15h30 –Marcos do Pife e João do Pife, Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>27 de Janeiro (terça-feira)</strong><br />
15h30 –Marcos do Pife e João do Pife, Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>28 de Janeiro (quarta-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>29 de Janeiro (quinta-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>30 de Janeiro (sexta-feira)</strong><br />
15h30 –Luciano Leonel (violeiro-repentista), Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>31 de Janeiro (sábado)</strong><br />
15h30 –Luciano Leonel (violeiro-repentista), Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>01 de Fevereiro (domingo)</strong><br />
15h30 –Riva Le Boss (1ª viola), Breno Lira (2ª viola), Nido Pedrosa (moringas), Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>02 de Fevereiro (segunda-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>03 de Fevereiro (terça-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>04 de Fevereiro (quarta-feira)</strong><br />
15h30 –Bernardo Contramestre (alfaia), Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p>&nbsp;</p>
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