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	<title>Portal Cultura PE &#187; mestres</title>
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		<title>“Brincantes nas Escolas”: cultura popular, inclusão e festejo chegam às instituições públicas de ensino em PE</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 16:37:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118465" aria-labelledby="figcaption_attachment_118465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-118465" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Divulgacao-Brincantes-nas-Escolas-Luiz-Felipe-Bessa-I-Secult-PEFundarpe.jpg-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Imagine ver o maracatu batendo na porta da sala de aula. Ou um cortejo de coco invadindo o pátio. É este o clima do projeto “Brincantes nas Escolas”, uma ação do Governo de Pernambuco, por meio de uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-PE), Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que une educação, arte e memória, levando a magia da cultura popular para o âmbito educacional. Em clima junino, a edição conta com 9 dias de programação e contempla 150 escolas da rede estadual de ensino. A programação acontece entre os dias 10 e 26 de junho.</p>
<p dir="ltr">O projeto, em seu segundo ano de execução, está de volta, espalhando cultura e memória em 82 municípios de todas as regiões do Estado. Ao todo, a atividade conta com 91 atrações culturais típicas do ciclo junino, como bacamarteiros, quadrilhas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois. Entre os grupos participantes deste ano estão nomes como a Quadrilha Junina Raio de Sol, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Balé Popular de Triunfo, Boi Calemba Pernambucano, Cia Soul Dance, Reisado do Inhanhum e mais.</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, todas as regiões do Estado serão contempladas, viabilizando a participação no projeto na Região Metropolitana do Recife (RMR), Mata Sul e Norte, Sertão e Agreste. Para evitar grandes deslocamentos, as atrações contratadas se apresentam em escolas localizadas na mesma região em que estão sediadas. A estratégia facilita a logística e reforça a valorização das expressões culturais locais.</p>
<p dir="ltr">Com um investimento total de R$1,5 milhão, esta edição marca também a consolidação do projeto no calendário anual. Em seu segundo ano de execução, o “Brincantes nas Escolas” já teve presença marcante no ciclo carnavalesco, em fevereiro e março deste ano, quando levou mais de 100 apresentações para escolas de todas as regiões do Estado.</p>
<p dir="ltr">A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, ressalta que a iniciativa é uma oportunidade para valorizar a cultura pernambucana, especialmente ligada às grandes festividades, neste caso o São João. “O Brincantes nas Escolas é um projeto que proporciona a transmissão dos saberes dos nossos mestres de cultura popular às novas gerações que estão surgindo. Assim, o Estado cumpre seu papel de preservar, fomentar e difundir a cultura pernambucana através de uma ação linda de educação patrimonial, transmitida de forma leve dentro de nossas escolas, em todas as regiões do Estado”.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira, a ação é motivo de orgulho e se mostra como um pilar para manter a cultura popular viva. “Do sertão ao litoral, os brincantes que se apresentam nesta edição deixam para os alunos o seu legado, despertando ali novas plateias e, até mesmo, novos integrantes. É gratificante ouvir os relatos e ver o brilho no olhar dos alunos e professores que vivenciam essa ação. A gente se emociona e fica feliz ao perceber que vem fazendo a diferença na vida desses jovens. Isso significa que estamos no caminho certo, fazendo política pública com compromisso”, destaca.</p>
<p dir="ltr"><strong>Diversidade e inclusão</strong></p>
<p dir="ltr">Além da valorização dos saberes e fazeres populares, o projeto investe em acessibilidade, inclusão e respeito às diversidades, com ações voltadas para o público com deficiência e para a representatividade LGBTQIAPN+. Um exemplo é a apresentação da Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde, que recebeu adaptação para estudantes sensíveis ao som. A tradicional salva de bacamarte será suprimida na apresentação em Petrolândia. No Recife, a Escola Carmela Dutra, que atende estudantes com Síndrome de Down e TEA, recebe a Cia de Dança Giselly Andrade. Em Olinda, a escola Carlos Gonçalves, no bairro de Salgadinho, recebe o grupo Chão de Estrelas – Trans no Frevo, com um cortejo junino protagonizado por artistas trans.</p>
<p dir="ltr">Já em Caruaru, o projeto contempla a Escola Professor José Bione de Araújo, com a quadrilha junina caruaruense Molecodrilha. A atração surgiu em 2007, dando oportunidade a crianças que não tinham condições de realizar o sonho de dançar.</p>
<p dir="ltr">A programação completa já está disponível através do <a href="https://drive.google.com/drive/folders/1zfQSJy1NpbGNhY_kLStuiQZK5gCeUSGA">link</a>. Mais informações e acompanhamento da cobertura das atividades poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bastiões comandam País das Culturas Populares em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:00:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres do Coco Pernambucano, Ciranda das Flores da Amunam, Bloco Afro Lamento Negro e Adiel Luna e o Coco Camará.</p>
<p>Mestre do Coco Pernambucano, por exemplo, surgiu de uma exposição fotográfica sobre o tema. A partir dessa iniciativa foi formado um conjunto no qual participam três mestres nos vocais e três percussionistas, com os nomes sempre se alternando.</p>
<p>Já a Ciranda Flores Amunam, formada por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata (Zona da Mata Norte), trouxe em seu repertório canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, também interpretou composições de Gilberto Gil (Esperando na Janela), Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>Entre os grupos de afro reggae, ritmo que têm tido grande destaque no Festival Pernambuco Meu País, o Bloco Afro Lamento Negro, do bairro de Peixinhos (Olinda-PE), é um dos mais icônicos. Basta dizer que dele saíram os integrantes que formaram a base rítmica da banda Nação Zumbi, ainda com Chico Science. As origens do movimento mangue tem DNA do Lamento Negro. Em Pesqueira, Felipe Baobá, Fernanda e Marcela entoaram canções que celebram a cultura preta e periférica. Como de praxe, completaram a set list com temas como o Canto das Três Raças (de Mauro Duarte &amp; Paulo César Pinheiro, sucesso na voz Clara Nunes), Samba Makossa (Chico Science) e Computadores Fazem Arte (Fred Zeroquatro).</p>
<p>Natural de São Lourenço da Mata (Região Metropolitana do Recife), Adiel Luna é cantador de viola, coquista, forrozeiro, aboiador, cordelista, ator, mestre de maracatu, mamulengueiro, formador e brincante de cultura popular. Seu espetáculo, com vozes e percussão, reflete toda essa bagagem. Ainda assim, em Pesqueira, Adiel deu mesmo foi um show de humildade, dividindo seu tempo de palco convidando mestres e brincantes da cidade e região. Participaram mestre Luiz Timóteo, Diosmam Avelino e os membros do Flor de Jurema Ednaldo Xucuru, Jaci Nayara Dias, Carol Xucuru e Bibi Xucuru.</p>
<p>Antes transição do País das Culturas Populares para o País da Música, no mesmo palco da Praça da Rosa, ainda contou com o espetáculo O Menestrel. As histórias cantadas pelo ator Márcio Fecher, acompanhado pelo violão de Felipe Baobá e o carrón de Fábio Ypalonã, são uma adaptação de o Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa), com foco na cultura de maracatu, coco e toques de terreiro.</p>
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		<title>Análise de recurso de candidaturas ao título de Patrimônio Vivo tem resultado divulgado</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2024 18:48:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou, nesta quinta-feira (16), a lista de candidaturas habilitadas após a análise dos recursos de propostas inabilitadas no 19º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco – Edição 2024. Clique aqui [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109778" aria-labelledby="figcaption_attachment_109778" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/patrimoniovivo.jpg"><img class="size-medium wp-image-109778" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/patrimoniovivo-607x275.jpg" width="607" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), divulgou, nesta quinta-feira (16), a lista de candidaturas habilitadas após a análise dos recursos de propostas inabilitadas no 19º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco – Edição 2024.</p>
<p>Clique <a title="CANDIDATURAS HABILITADAS APÓS RECURSO – ANÁLISE DOCUMENTAL" href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/LISTA-DE-CANDIDATURAS-HABILITADAS-NO-19%C2%BA-CONCURSO-DO-RPV2024.docx.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e acesse a lista de candidaturas habilitadas.</p>
<p>Clique <a title="19º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/19o-concurso-de-registro-do-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e acesse o histórico completo do edital.</p>
<p>Das 46 candidaturas inabilitadas, 41 apresentaram o requerimento de recurso para análise do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC). Após a análise da documentação, todas as 41 candidaturas tiveram os recursos deferidos pelo CEPPC, que emitiu a Resolução nº 06/2024 com a lista das candidaturas que se somam às demais habilitadas na fase preliminar, totalizando 98 propostas que seguirão para a análise de mérito cultural.</p>
<p>A previsão é que o resultado do 19º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco – Edição 2024, com a lista dos 10 novos Patrimônios Vivos de Pernambuco, seja conhecido no próximo dia 9 de agosto.</p>
<p><strong>BALANÇO -</strong> Este ano o número de inscrições de candidaturas de mestres, mestras e grupos foi de 103 ao todo, semelhante ao de 2023. Em 2022 participaram do concurso 81 candidaturas. Das 103 inscrições, 39 candidaturas são de homens, 14 de mulheres (total de 53 candidaturas de pessoa física) e 51 de grupos (sendo 10 grupos sem CNPJ e 41 grupos com CNPJ).</p>
<p><strong>CONCURSO -</strong> O Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco tem por finalidade o apoio financeiro e a preservação dos processos de criação e divulgação de técnicas, modos de fazer e saberes das culturas tradicional ou popular pernambucanas mediante atividades, ações e projetos desenvolvidos por pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural, sem fins lucrativos, residentes ou domiciliados e com atuação no Estado há mais de 20 anos, contados da data do pedido de inscrição.</p>
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		<title>Nazaré da Mata recebe Roda de Mestres Poesias em Seis</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 14:28:08 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106604" aria-labelledby="figcaption_attachment_106604" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mestre-de-Maracatu-Rural-João-Paulo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106604" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mestre-de-Maracatu-Rural-João-Paulo-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Paulo</p></div>
<p>O passado, o presente e o futuro encontram-se, neste domingo (26), em frente à sede do Maracatu Leão Misterioso, em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte pernambucana. A partir das 11h tem início a Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo. A história secular do Maracatu de Baque Solto (MBS) está presente na poesia e no diálogo entre seis mestres, todos de uma mesma raiz familiar, unidos pelo afeto e pelo amor à cultura popular.<br />
São estrelas comprometidas não apenas com a brincadeira de hoje, mas com passar a tradição para as próximas gerações, com as adaptações que a contemporaneidade pede, sem esquecer de todos os que deram origem a essa arte. No sábado (25), a Roda de Mestres é registrada em vídeo para que cada vez mais pessoas possam se encantar e vivenciar o maracatu rural, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil desde 2014. O projeto tem incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
O anfitrião do grande encontro é o mestre João Paulo, do Leão Misterioso de Nazaré da Mata, o Papa do Maracatu, o próprio Leão, que além de emocionar por meio de seu trabalho, sempre fez questão de revelar novos talentos da cultura popular, como fez com o irmão e os primos. Zé Joaquim, do Leão Coroado de Buenos Aires; Barachinha, do Estrela Dourada da mesma cidade; Veronildo do Águia Misteriosa, de Nazaré da Mata; Edmilson João, do Leão Teimoso de Lagoa de Itaenga; e Pedrinho Gabriel, do Leão Formoso, também de Nazaré da Mata, são os mestres que marcam presença na roda.<br />
“Convidamos todo mundo a participar da Roda de Mestres. Um momento de brincadeira e de alegria, mas também de reivindicações, afirmações e defesas dessa cultura. Muitos temas são debatidos entre nós, mestres de uma mesma família, irmão e primos”, convoca mestre João Paulo.<br />
Alexandre Veloso é o coordenador do projeto cultural Sonoras, do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso, do qual a Roda de Mestres faz parte. De acordo com ele, o registro em vídeo é importante para a preservação da memória dessa dança, música e poesia. “Todo o projeto constitui uma grande oportunidade de registro histórico das formas de cantar desses mestres, que são diferentes, apesar de eles virem de uma mesma escola. E o nome Sonoras se refere ao cantar da poesia, nosso foco principal. Nesse contexto o mestre João Paulo é como uma fonte primária. Ele vai deixar um legado junto com sua família. As pessoas vão poder aprender mais, por meio dos próprios mestres, sobre o cantar maracatu”, comenta.<br />
O Papa do Maracatu trouxe seu irmão e primos para cantar marcha, samba, versos e rimas de maracatu. Primeiro introduziu o irmão como contramestre e depois passou a bengala, o apito e o chapéu para que assim surgisse o mestre Zé Joaquim. Com seu estilo marcante, com uma poesia organizada, canta contando histórias, crônicas. Com o mesmo início de contramestre, degrau de aprendizado no meio maracatuzeiro, Mestre Barachinha também foi iniciado e apresentado aos terreiros, sedes e praças, mundo afora, primeiro respondendo e depois cantando, liderando e se tornando um grande mestre.<br />
Veronildo, Edmilson João e Pedrinho Gabriel também são primos do anfitrião que se tornaram mestres pela experiência que adquiriram após anos de dedicação ao maracatu de baque solto.<br />
A Roda de Mestres Poesias em Seis: Botando a Voz no Brinquedo é uma das quatro atividades públicas promovidas pelo projeto cultural Sonoras do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso. Ainda serão realizados dois ensaios e uma sambada de pé de parede. Um dos ensaios já tem data marcada: 13 de janeiro de 2024.</p>
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		<title>Documentários retratam trajetórias de mestres da Mata Norte</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2022 15:14:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A trajetória de vida dos mestres Zeca Cirandeiro, de Paudalho, Baixinho dos Oito Baixos, de Vicência, e João Paulo de Lima (Escada) ganharam documentários que serão exibidos nesta segunda-feira (2), às 19h30, no canal Giro Mata Norte do YouTube (www.youtube.com/channel/UC1Is9bwMJXHT3AFCAB5wu_Q/videos). Os vídeos foram produzidos com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. No documentário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exibição.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93306" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Exibição-405x486.jpg" width="405" height="486" /></a></p>
<p>A trajetória de vida dos mestres Zeca Cirandeiro, de Paudalho, Baixinho dos Oito Baixos, de Vicência, e João Paulo de Lima (Escada) ganharam documentários que serão exibidos nesta segunda-feira (2), às 19h30, no canal Giro Mata Norte do YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UC1Is9bwMJXHT3AFCAB5wu_Q/videos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC1Is9bwMJXHT3AFCAB5wu_Q/videos</strong></a>). Os vídeos foram produzidos com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>No documentário dirigido pelo jornalista Henrique Almeida, a trajetória do Mestre Baixinho dos Oito Baixos é contada por ele mesmo, parentes e amigos. Nascido no Sítio Vidal, Zona Rural do município de Vicência/PE, Aldo Lourenço Guerra aprendeu desde cedo a tocar a sanfona de oito baixos. Com idas e vindas para São Paulo, dividindo a arte deixada pelo pai com o trabalho de alvenaria, o tocador e compositor compartilha uma trajetória de luta e amor pela sanfona e pelo forró pé de serra, tendo a Zona da Mata pernambucana como principal pano de fundo dessa narrativa.</p>
<p>A vida artística do mestre cirandeiro Zeca, cantor, compositor e educador popular, influenciada nos grandes nomes da ciranda pernambucana, como Lia e Baracho, é contada em documentário dirigido pelo produtor audiovisual Marivaldo Silva. E é no município de Paudalho, na Zona da Mata de Pernambuco, onde José Leite Filho, ou Zeca Cirandeiro, imagina, dá vida, melodia e canta a história de todos os tempos, com poesia e uma marca peculiar de luta por uma sociedade que gire de mãos dadas, como ensina a ciranda.</p>
<p>O filme “João Paulo de Lima e o Balé Cultural de Escada” é dirigido pelo jornalista e doutorando em Comunicação Eduardo Amorim, e traz a visão do artista, uma apresentação do espetáculo IyáOmi, gravada nas cachoeiras do Convento e do Urubu, em Primavera, além de entrevistas com alguns dos bailarinos e o coreógrafo Manno César.</p>
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		<title>Fundarpe realiza encontro para tirar dúvidas sobre o edital do Patrimônio Vivo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 13:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundarpe realiza, nesta segunda-feira (11), uma oportunidade virtual para tirar dúvidas sobre o processo de inscrição de candidaturas interessadas em concorrer ao Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco. O encontro será das 9h às 11h, por meio do Google Meet. O link da sala virtual será enviado por e-mail 20 minutos antes do início [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-07-at-15.08.32.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92672" alt="WhatsApp Image 2022-04-07 at 15.08.32" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-07-at-15.08.32-474x486.jpeg" width="474" height="486" /></a></p>
<p>A Fundarpe realiza, nesta segunda-feira (11), uma oportunidade virtual para tirar dúvidas sobre o processo de inscrição de candidaturas interessadas em concorrer ao <em>Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em>. O encontro será das 9h às 11h, por meio do Google Meet. O link da sala virtual será enviado por e-mail 20 minutos antes do início da atividade. Para se habilitar para participar, clique <a title="Formulário" href="https://forms.gle/fFS6UTGTDYgbExFp9" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/CI0mnfENALA" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O edital do <em>Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> chega à 17ª edição em 2022 e tem como principal mudança o aumento de 6 para 10 o número de reconhecimentos como Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. As inscrições devem ser feitas exclusivamente on-line por meio da Plataforma Prosas (www.prosas.com.br).</p>
<p>“O atendimento virtual para orientações sobre o 17º edital de <em>Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> faz parte das ações de formação sobre o edital. A principal mudança para este ano é o aumento de 6 para 10 mestres ou grupos que serão reconhecidos como Patrimônio Vivo”, reforça Marcelo Renan, coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/KSePBIZtXho" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Durante o encontro para tirar dúvidas, candidatos e candidatas, entidades proponentes e outros participantes interessados receberão orientações sobre a documentação obrigatória e o processo de inscrição. O atendimento virtual será mediado pela equipe da Gerência-Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>O concurso <em>Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> é destinado a pessoa física ou jurídica, sem fins lucrativos, de natureza cultural e com comprovada atuação nos segmentos artísticos do Estado há 20 anos ou mais, contados até a data do pedido de inscrição. Promovido pelo Governo de Pernambuco, tem por finalidade viabilizar o apoio financeiro por meio de uma bolsa mensal vitalícia, a fim de preservar os modos de fazer, técnicas e saberes da cultura tradicional e popular pernambucana.</p>
<p>Assiste aos tutoriais do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco <a title="tutorial" href="https://youtu.be/CI0mnfENALA" target="_blank">aqui</a> e <a title="tutorial2" href="https://youtu.be/KSePBIZtXho" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Birô de atendimento sobre o Edital do RPV PE – 2022 | Via Google Meet<br />
Quando: Segunda-feira (11), das 09h às 11h<br />
Mais informações: <strong>patrimoniovivope@gmail.com</strong></p>
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		<item>
		<title>Cepe lança livro sobre artesãos da Fenearte</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-lanca-livro-sobre-artesaos-da-fenearte/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 13:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artesão]]></category>
		<category><![CDATA[casa capitão]]></category>
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		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[DANIELA NADER]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de sonhos - Artesanato Pernambucano]]></category>
		<category><![CDATA[fenearte]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Markman]]></category>
		<category><![CDATA[mestras]]></category>
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		<description><![CDATA[A história de 11 mestres e mestras que tiveram suas vidas transformadas pela Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) é contada no livro &#8220;Feira de sonhos &#8211; Artesanato Pernambucano&#8221;. Na publicação há relatos de artesãos descrevendo como começaram a ter consciência da importância do próprio trabalho, a partir da exposição na Fenearte, que se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Marliete_Foto_Daniela-Nader_0P7A7954.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92126" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Marliete_Foto_Daniela-Nader_0P7A7954-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A história de 11 mestres e mestras que tiveram suas vidas transformadas pela Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) é contada no livro &#8220;Feira de sonhos &#8211; Artesanato Pernambucano&#8221;. Na publicação há relatos de artesãos descrevendo como começaram a ter consciência da importância do próprio trabalho, a partir da exposição na Fenearte, que se consolida como a maior feira do gênero da América Latina. O lançamento da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) será realizado no próximo dia 24, às 19h, na Casa Capitão. Os textos são dos jornalistas Catarina Lucrécia Araújo e Márcio Markman, fotografia de Daniela Nader, que rasga páginas e revela a riqueza produzida por santeiros, rendeiras, mamulengueiros e mestres das mais diversas tipologias.</p>
<p>O projeto foi apresentado por Daniela Nader aos seus parceiros da Capibaribe Conteúdo, agência de comunicação criada pelos três autores. Antes da criação da empresa, ela era a fotógrafa oficial da Fenearte. Conheceu o trabalho de mestres e mestras. Viu a transformação pela qual esses artistas passaram ao longo dos dez anos em que ela se dedicou a fazer esses registros.</p>
<p><em>“São histórias realmente inspiradoras, sensíveis, que misturam superação, talento e perseverança. E uma certeza. Quando o poder público atua de forma correta, pode sim fazer acontecer. Transforma a vida das pessoas”</em>, ressalta Catarina Lucrécia.</p>
<p>A autora conta que ao final do ano de 2020 o grupo apresentou o projeto Feira de Sonhos ao presidente da Cepe, o jornalista Ricardo Leitão, que acolheu a ideia, adquiriu os direitos autorais do projeto através da Cepe, e assegurou as condições necessárias para viabilizar o livro. Outros volumes já começam a ser produzidos para dar continuidade ao levantamento dessas narrativas. Para visitar os artistas e conhecer um pouco mais do dia a dia deles, a equipe tem viajado por todo o Estado.</p>
<p>Neste primeiro volume o grupo contempla os seguintes artesãos: mestra Cida Lima e mestra Neguinha, ambas do Sítio Rodrigues de Belo Jardim; mestra Marliete, do Alto do Moura, em Caruaru, considerada uma das melhores miniaturistas do mundo; mestra Odete, de Poção, uma das mais antigas representantes da renda renascença em Pernambuco; mestre Nido, de Sirinhaém, que fundou a ONG Instituto Jardim das Artes, que oferece cursos gratuitos para ensinar o ofício a jovens em situação de vulnerabilidade; o santeiro mestre Nicola, de Jaboatão dos Guararapes; mestre Benício, de Buíque, no Vale do Catimbau; mestre Neném, de Serra Talhada; mestre Miro, mamulengueiro de Carpina; mestre Joaquim, de Tracunhaém, especialista em fazer versões diferentes de São Francisco; e mestre Fida, de Garanhuns, do Sítio Cavaco, comunidade quilombola, de Garanhuns, próxima à barragem de Inhumas.</p>
<p>De acordo com Markman a escolha dos nomes não foi fácil. Os autores procuraram contemplar a diversidade do artesanato de Pernambuco e suas várias tipologias (barro, madeira, renda, pedra, couro etc.), assim como a ampla representatividade em cada uma das regiões do Estado, tais como Região Metropolitana, Agreste, Zona da Mata e Sertão. <em>“Outra preocupação foi identificar os artesãos que de fato mudaram de vida depois da estreia no salão dos mestres da Fenearte. Além disso, nos preocupamos em garantir um equilíbrio entre o número de homens e mulheres”</em>, diz o autor, enumerando os critérios.</p>
<p>O livro tem apresentação de dois nomes de destaque nas artes plásticas: Ana Veloso e Raul Córdula, profundo conhecedor da arte popular brasileira. A artista desenvolveu um importante trabalho junto às louceiras do Sítio Rodrigues, em Belo Jardim, no Agreste do Estado. Córdula define a figura do mestre-artesão como alguém que<em> “é dono de uma sabedoria que transpõe a academia, a erudição, e chega a realizações magníficas, tanto artesanais quanto artísticas”</em>.</p>
<p><em>“Queremos que as pessoas se inspirem nesses artistas incríveis, mas, sobretudo, conheçam a trajetória desses artesãos que com perseverança e talento deixaram para trás severas dificuldades e venceram”</em>, resume Márcio Markman.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AUTORES</strong></span></p>
<p><strong> Daniela Nader -</strong> Fotógrafa, formada pela Universidade Católica de Pernambuco, com passagem pelos grandes jornais do Estado e já colaborou com muitos veículos de imprensa do País. Foi durante dez anos a fotógrafa oficial da Fenearte. Depois que decidiu empreender, em 2005, atendeu a governos e a grandes empresas e eventos empresariais e culturais. Na Capibaribe Conteúdo é a diretora financeira e de produção executiva.</p>
<p><strong>Márcio Markman -</strong> Jornalista, ex-editor do Diario de Pernambuco, também escreveu para vários veículos do País, como Folha de São Paulo, Veja, Placar, Fluir. Desde 2004 passou a trabalhar com campanhas políticas, comunicação pública e propaganda, com trabalhos em Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Amazonas, Tocantins e em Portugal. Em 2018 tornou-se sócio de Daniela Nader na Capibaribe Conteúdo. É dele, na empresa, a diretoria de estratégia. Planejou e executou vários projetos culturais.</p>
<p><strong>Catarina Lucrécia Araújo -</strong> Jornalista, formada na Universidade Católica de Pernambuco. Iniciou a trajetória profissional como repórter do Diario de Pernambuco, empresa onde exerceu várias funções nas editorias de Cidades e de Economia: pauteira, editora-assistente e repórter especial. Foi repórter da sucursal da Gazeta Mercantil, no Recife, e trabalhou em assessorias governamentais e políticas. Atuou na Câmara dos Deputados, em Brasília, em campanhas políticas, e, desde 2019, integra o time da Capibaribe Conteúdo, como diretora de conteúdo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Feira de sonhos &#8211; Artesanato pernambucano&#8221;<br />
Quando: 24 de março de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Casa Capitão (Rua Capitão Lima, 124, Santo Amaro &#8211; Recife/PE)<br />
Preço do livro impresso R$ 110,00</p>
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		<title>Websérie mostra o trabalho dos mestres artesãos oleiros de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 12:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artesãos]]></category>
		<category><![CDATA[digitais sobre o barro]]></category>
		<category><![CDATA[mestres]]></category>
		<category><![CDATA[oleiros]]></category>
		<category><![CDATA[tracunhaém]]></category>
		<category><![CDATA[websérie]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Está disponível no YouTube, a websérie Digitais Sobre o Barro. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o produto audiovisual foi elaborado a partir de uma pesquisa artística e sociocultural sobre o ofício dos mestres artesãos oleiros em todas as suas modalidades de representação. A pesquisa tem como campo central, mapear e identificar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível no YouTube, a websérie Digitais Sobre o Barro. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o produto audiovisual foi elaborado a partir de uma pesquisa artística e sociocultural sobre o ofício dos mestres artesãos oleiros em todas as suas modalidades de representação.</p>
<p>A pesquisa tem como campo central, mapear e identificar, tipos de mestres oleiros e sua produção artesanal na cidade de Tracunhaém (PE). Com o auxílio de mecanismos de captação audiovisual, a websérie Digitais Sobre o Barro tem também o objetivo de promover o registro digital e a salvaguarda documentada dessas formas de produções (modos de fazer) do artesanato em modelagem do barro.</p>
<p>Umas das preocupações do projeto além do registro visual é o alcance do conteúdo visual, propagar esses saberes para o maior número de pessoas, por isso o projeto conta com tradução em libras em todos os vídeos. Para saber mais sobre a inciativa, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/digitaissobreobarro/" target="_blank"><strong>@digitaissobreobarro</strong></a>. Confira os episódios:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/W5OS1ZM42HA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/u6-GxVozq3s" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/beSuG5FrfQE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/2C0cHy2ATlY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/59ANbtGNC3U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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